sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

A Bíblia mais pequena do Mundo


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Investigadores israelitas conseguiram colocar uma versão da Bíblia num chip mais pequeno que a cabeça de um alfinete.

A iniciativa quer chamar a atenção do público para o potencial da nanotecnologia. Os investigadores do Haifa Institute of Technology colocaram 300 mil palavras em hebraico num chip minúsculo.

Até agora a Bíblia mais pequena do Mundo pesava menos de 12 gramas, medindo 2,8x3,4x1cm. Esta equipa israelita, usando um aparelho chamado Focused Ion Beam, criou uma versão de meio milímetro quadrado, coberto com uma camada de ouro de 20 nanómetros de espessura (0,0002mm).

O próximo passo é criar um painel de 7m por 7m a ser afixado na Faculdade de Física de Israel, com fotografias das páginas bíblicas que podem ser lidas a olho nu. As duas versões, a gigante e a nano, vão ser mostradas lado a lado.

Fonte: Exame Informática

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Wikia Search


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Wikia Search estréia em janeiro, diz Wales
Fonte: Info Online. Data: 26 de dezembro de 2007.
SÃO PAULO - O fundador da Wikipedia afirmou, em e-mail, que o buscador Wikia Search estréia em janeiro.
Jimmy Wales, um dos fundadores da enciclopédia livre, está desenvolvendo um novo serviço de buscas que, diz ele, é mais transparente e orientado às necessidades dos usuários do que os buscadores tradicionais, como Google e Yahoo!.
Segundo Wales, sua ferramenta está pronta com algoritmos e ferramentas para indexar conteúdo finalizadas.
A principal diferença da Wikia Search para os demais serviços de busca é que os resultados levarão em conta contribuições da comunidade de usuários, que poderá classificar links, aprovar ou reprovar um resultado.
Para Wales este método deverá superar o uso simples de algoritmos porque permite uma interação humana com a formação dos rankings de sites.
Wales argumenta que, na atualidade, os buscadores já são vítimas de estratégias de SEO (search engine optimization), tendência que deve ser agravar no futuro e, de certa forma, gera resultados viciados.

Livro do futuro


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Eis um vídeo interessante sobre o livro do futuro realizado pelo grupo editor francês Editis.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

Votos de um Santo Natal


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Caros amigos,

Em nome de todos os colaboradores deste blogue, endereço-vos os votos de um Santo Natal, repleto de paz, harmonia e muito amor na companhia daqueles que lhe são mais queridos. Faço votos para que 2008 seja à altura das vossas expectativas e que nele concretizem tudo o que mais desejam.

Um abraço amigo,
Paulo Sousa

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Perspectivas em Ciência da Informação


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  • Perspectivas em Ciência da Informação, periódico editado pela Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais, acaba de lançar o seu novo número—v. 12, n. 3, 2007.
    Abaixo consta o sumário deste número; os artigos podem ser acessados no URL:
    http://www.eci.ufmg.br/pcionline/index.php/pci/index
    Sumário:
    Editorial : Jorge Tadeu de Ramos Neves, Carlos Alberto Ávila Araujo
    Artigos:
    Análise cientométrica dos estudos bibliométricos publicados em periódicos da área de biblioteconomia e ciência da informação (1990-2005). Raymundo das Neves Machado.
    A Internet e a busca da informação em comunidades científicas: um estudo focado nos pesquisadores da UFSC. Marili Isensee Lopes, Edna Lúcia da Silva.
    Avaliação do acesso ao SINIMA – Sistema Nacional de Informação sobre o Meio-ambiente. Thiago Antunes da Silva.
    A funcionalidade e o desempenho do Portal de Periódicos da CAPES entre pesquisadores das áreas de Comunicação e Ciência da Informação da Universidade Federal da Bahia. Rodrigo França Meirelles, Raymundo das Neves Machado.
    Patrimônio histórico-cultural: critérios para tombamento de bibliotecas pelo IPHAN. Eduardo Ismael Murguia, Silvia Nathaly Yassuda.
    Paradigma atual da comunicação científica e introdução da revista Pesquisa Agropecuária Brasileira (PAB) no canal eletrônico. Patrícia Rocha B. Bertin, Juliana Meireles Fortaleza, Allert Rosa Suhet.
    Perfil de usuários de biblioteca governamental: o caso do Ministério da Saúde. Tatiara Paranhos Guimarães.
    Revisões de Literatura:
    Meta-aprendizagem e Ciência da Informação: uma reflexão sobre o ato de aprender a aprender. Dulce Amélia de Brito Neves.
    Indicadores de desempenho para bibliotecas universitárias: definições e aplicações sob o ponto de vista da literatura. Terezinha das Graças Coletta, Henrique Rozenfeld.
    O trabalho do dirigente de unidades de informação sob diferentes perspectivas administrativas. Simone de A. R. Branício, Claudio M. de Castro Filho.
    Mais um anjo barroco? Uma revisão bibliográfica em antropologia da informação a partir de levantamento de textos através da ferramenta de busca Google. Nísio Teixeira.
    Relatos de Experiências:
    O espelho do tempo: uma viagem pelas estantes do acervo de obras raras da Biblioteca de Manguinhos. Georgina Gentil Rodrigues.
    Teses e Dissertações:
    Método de modelagem domínio-ontológica do Direito Positivo Brasileiro. Roberto Figueiredo Paletta de Cerqueira.
    Criação e compartilhamento de informação e conhecimento em aglomerações produtivas: o APL de móveis de Ubá - MG. 2007. Wilson José Vieira da Costa.
    As trocas informacionais e a produção de conhecimento: um estudo sobre as interações no ambiente das ‘ONGs’. Ronaldo Pereira Martins.
    O centro cultural como equipamento disseminador de informação: um estudo sobre a ação do Galpão Cine Horto. Luciene Borges Ramos.
    Estudo comparativo entre interfaces hipertextuais de softwares para a representação do conhecimento. Marcel Ferrante Silva.
    Gestão arquivística na era do cinema digital: formação de acervos de documentos digitais provindos da prática cinematográfica. Alessandro Ferreira da Costa.

A juventude virtual


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Fonte: O Globo Online Data: 20/12/2007
Autoria: Fernando Pradel
Nesta virada de século e início do 3º milênio, por força da globalização, da liberdade de expressão, da independência, da evolução tecnológica ou sei lá do que, boa parte da juventude mundial se vê completamente desorientada, atordoada, na busca desenfreada por emoções que podem custar muito caro. A adesão às drogas, a esportes radicais e a uma infinidade de condutas irresponsáveis e inconseqüentes coloca essa geração na contramão da vida. A internet, os "smartphones", as câmeras digitais, os laptops, os MP4, os "Orkuts" e "You Tubes" da WEB e toda convivência com muita tecnologia e muita informação de conteúdo suspeito estão transformando de forma muito rápida a cabeça da juventude mundial. A coisa fica ainda mais feia justamente nos países em desenvolvimento como o Brasil, onde a introdução maciça da tecnologia caminha junto e é facilitada pela população atrasada e carente de educação e valores.
Os jovens de hoje já não querem nem sabem mais esperar. São impacientes. Desejam tudo ao mesmo tempo. Emoções, festas, noitadas, drogas, relacionamentos, experiências, viagens, amigos virtuais ou não, por todos os continentes e a qualquer tempo, são os objetivos espasmódicos destas pessoas. Pais e mães que não conseguiram pegar esse "bonde" junto com seus filhos perderam o pouco controle que tinham sobre eles. Mesmo aqueles que conseguiram uma carona não têm pique pra acompanhá-los.
Os filhos pobres, vendo e vivenciando tudo, por força dos infindáveis instrumentos de comunicação, desejam possuir, ter, e fazer a mesmo que fazem os filhos dos ricos. Esses, por sua vez, desejam mais e mais, de forma quase que compulsiva, para satisfazer seus egos e ficar bem com suas "turmas". Desejam conquistar em pouco tempo a condição profissional e principalmente financeira que muitas das vezes seus pais levaram décadas para alcançar. Perderam a noção dos degraus que a vida sabiamente nos impõe, deixando de vivenciar etapas importantes e desconhecendo a satisfação e o prazer de atingir objetivos e valorizar as lutas e dificuldades de cada percurso. São jovens de objetivos descartáveis, vivendo meio que sem rumo, ao sabor das influências e novidades de cada momento. Caberá a quem "abrir os olhos" desses jovens?
Aqui no Brasil, muitos pais, coitados, nem se aperceberam ainda desta realidade. Desconhecem por completo os caminhos e descaminhos de seus filhos. Não sabem de nada ou fingem não saber, o que é ainda pior! Por outro lado, o Estado, completamente incompetente, que não tem a capacidade de planejar coisas muito mais simples, como Saúde e Educação para nossa gente, está longe de esclarecer e efetivamente ajudar essa juventude.
Infelizmente, enquanto não aparecer uma luz no final deste túnel, boa parte da geração de jovens que nasceram nas décadas de 80 e 90 está condenada a ser as cobaia desta virada tecnológica que tem na quantidade, diversidade e velocidade da informação os principais fatores que contribuem para a desenfreada busca da felicidade imediata. Quando a ficha cair, poderá ser tarde!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Livros


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Sem querer fazer qualquer tipo de publicidade à editora deixo a referência à Alfagrama Ediciones. Trabalhando na América Latina, está sediada na Argentina, tem publicado um vasto número de livros práticos nas áreas da bibliotecnomia e da arquivística.

TV digital pode permitir acesso a conteúdo da internet


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Fonte: O Globo online. Data: 20/12/2007
Autor: Kátia Thomas
Rio - Entre as possibilidades da TV digital, está a transmissão de conteúdo da internet pela televisão, o que, segundo analistas, deve se tornar realidade em um prazo de cinco anos. Com a chegada da TV digital ao Brasil , o sistema facilitará a interatividade e vai contribuir para a educação a distância, na opinião dos especialistas Alexandre Hashimoto, coordenador do curso de Sistemas de Informação das Faculdades Integradas Rio Branco, e do professor João Antonio Zuffo, do Laboratório de Sistemas Integrados da USP.
Alguns exemplos de uso dessa tecnologia são o acesso ao e-mail na tela da televisão, a obtenção de dados da internet durante programas (por exemplo, para saber mais sobre novelas e esportes, as informações seriam acessadas na hora na tela), entre outras possibilidades.
- Com os aparelhos de televisão digital, poderemos um dia navegar pela TV com o uso do próprio controle remoto - comentou o especialista Alexandre Hashimoto.
No Brasil, comentou o professor João Antonio Zuffo, a novidade deve se tornar realidade em um prazo de cinco anos. Segundo ele, empresas de telefonia já fazem testes com a tecnologia em São Paulo, mas sem data de lançamento do serviço.
- Atualmente, em São Paulo, já estão cabeando bairros nobres para permitir a comunicação de rede via ultrabanda larga. Esse tipo de banda já existe nos Estados Unidos e na China. Outras tecnologias vão permitir velocidades maiores ainda para esse tipo de comunicação, que poderá ser feita também através das redes difusoras, no que diz respeito à interatividade. Tudo isso vai aproximar a TV do computador - esclareceu Zuffo.
O professor comentou ainda que a convergência digital está provocando uma briga muito cara pela liderança dos mercados, envolvendo emissoras de televisão, empresas de telefonia e fabricantes de computadores.
- Além de ter muito mais opções de programação, incluindo até canais de outros países, o telespectador também poderá baixar conteúdos da internet sem as limitações encontradas hoje - disse o professor Zuffo.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Biblioteca Digital Europeia permitirá acesso a livros portugueses que não existem no país


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Em 2011 deverá ter seis milhões de livros

A Biblioteca Digital Europeia, que em 2011 deverá ter reunido seis milhões de livros, documentos e outros bens culturais de todos os países da União Europeia, poderá facilitar a consulta, em Portugal, de obras de autores portugueses que não existem no país, nem mesmo no depósito da Biblioteca Nacional.

Através do projecto de Biblioteca Digital Europeia, "visa-se o alargamento das colecções digitais disponíveis para consulta", assinalou Helena Patrício, responsável pela Biblioteca Nacional Digital (BND).

A BND é uma secção da Biblioteca Nacional que funciona desde 2002, disponibilizando actualmente mais de 9500 obras digitalizadas, incluindo livros na área da Arte, da História/Geografia, das Ciências Sociais, das Ciências Aplicadas e da Literatura/Linguística e onde se incluem títulos de Camilo Castelo Branco, António Feliciano de Castilho, Almeida Garrett, Alexandre Herculano ou Eça de Queirós.

Segundo Helena Patrício, a Biblioteca Nacional integra a rede temática da Biblioteca Digital Europeia, estando prevista, para o final de 2008, "a apresentação de um protótipo de portal para pesquisa e consulta de mais de dois milhões de objectos digitais provenientes de bibliotecas, arquivos, museus e arquivos audiovisuais".

A Biblioteca Nacional de Portugal participa igualmente no "The European Library" ("A Biblioteca Europeia"), um serviço a funcionar desde 2005 que propicia, actualmente, o acesso a recursos - bibliográficos ou digitais - de 47 bibliotecas nacionais de países europeus e que constitui um dos pilares da futura Biblioteca Digital Europeia.
[...]

Aceda ao texto integral do artigo em Público.pt

Websites interessantes relacionados com o tema:

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Novo número do Libri: International Journal of Libraries and Information Services


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O Libri - International Journal of Libraries and Information Services, acaba de divulgar o seu número de dezembro de 2007 [v. 57, n. 4, December 2007]. O conteúdo desse número pode ser visto abaixo ou via URL: http://www.librijournal.org/2007-4toc.html
Sumário:
JOY L. AUSTRIA. Developing Evaluation Criteria for Podcasts.
SIMON HAIKOLA and SARA JONSSON. State Surveillance on the Internet - The Swedish Debate and the Future Role of Libraries and LIS.
DAVID EDGAR JONES. The University and the Library Collection: Errors of Inclusion and Exclusion.
TI YU. Issues on Cataloguing Operations of Technological University and College Libraries in Taiwan.
OMWOYO BOSIRE ONYANCHA & DENNIS N. OCHOLLA. Country-wise Collaborations in HIV/AIDS Research in Kenya and South Africa, 1980-2005.WILLIAM DANSOH, CHRISTINE STILWELL, & ATHOL LEACH. "The Information Was Hard and Tough": Low-Cost Housing Information in Pietermaritzburg, South África

domingo, 16 de dezembro de 2007

Site com mais de 400 vídeo-aulas de treinamento Linux | BR-Linux.org


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Site com mais de 400 vídeo-aulas de treinamento Linux | BR-Linux.org

Superior Tribunal Federal (STF) aceita petições com certificação digital (Brasil)


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Info CORPORATE - Notícias - STF aceita petições com certificação digital

Biblioteca Nacional digitaliza jornais do século XIX


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Jornais do século XIX e enciclopédias e dicionários de XVI a XIX vão ser disponibilizados pela Biblioteca Nacional Digital em 2008. A Biblioteca Nacional Digital (BND) pretende disponibilizar ao grande público um acervo de obras desde o século XVI ao século XIX. Segundo Luísa Helena Patrício, directora dos serviços de informação da BND, vão ser digitalizadas «37 obras ou 33 mil páginas», uma vez que as publicações estão catalogadas página a página. A mesma responsável, lê-se no Público, adianta que vão ser disponibilizadas «300 mil páginas de jornais portugueses do século XIX». As obras digitalizadas pela BND, departamento da Biblioteca Nacional que já digitalizou 9563 obras desde 2002, pertencem ao fundo documental da Biblioteca Nacional, salvo casos pontuais.
Fonte: Exame Informática

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

DataGramaZero de dezembro de 2007


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A Internet de quinhentos milhões de computadores conectados e cerca de dez milhões de autores está livres dos editores e dos intermediários fatais. Isso traz para a informação uma recuperação de sua liberdade. Cada um, hoje, pode ser o seu próprio publicador e disponibilizar seus pensamento para julgamento de seus pares.
Há oito anos o DataGramaZero nasceu como fruto desta liberdade. Festejamos esta liberdade com nossa lista de cerca de 300 autores, das mais diferentes origens e tendências e procuramos semear esta intenção com responsabilidade."O trecho acima é uma parte do de Editorial do número de dezembro do DGZ.
O DataGramazero de dezembro traz os seguintes artigos:
1 - Fundamentos semânticos e pragmáticos da construção de instrumentos de representação de informaçãopor Nair Yumiko Kobashi Resumo: Discussão de aspectos semânticos e pragmáticos das linguagens de representação da informação. São analisadas as duas principais funcionalidades das referidas linguagens - representar o conhecimento inscrito e promover interação entre usuário e dispositivo - com base em teorias desenvolvidas na interrelação entre Ciências da linguagem e Organização do Conhecimento. Observa-se que as reflexões recentes sobre as linguagens documentárias incorporam aspectos políticos e éticos. Esses fatos podem ser sintomas de mudanças importantes nas reflexões sobre as linguagens de organização da informação, que acompanham a virada epistemológica que caracteriza os estudos contemporâneos da Organização do conhecimento e da informação.
2 - Los marcos legales de las bibliotecas nacionales: análisis comparativo aplicado a los Países Lusófonos por Fernanda Maria Melo Alves Resumo: El artículo discute la diversidad que caracteriza a la generalidad de las bibliotecas nacionales. Asimismo, se aborda la necesidad de legislar sobre las dichas instituciones. Y se estudia la propuesta de Lor al respecto de los parámetros considerados indispensables para la elaboración de sus marcos legales. A la luz de dicha propuesta, se establecen una serie de ítems que se aplican al análisis y comparación de los marcos legales de las Bibliotecas Nacionales de los Países Lusófonos.
3 - A ciência da informação na França e no Brasil por Viviane Couzinet e Edna Lúcia da Silva e Estera Muszkat Resumo: Análise do desenvolvimento da Ciência da Informação na França e no Brasil. Aborda as origens e as principais características da área nos dois países. Considera que, tanto na França como no Brasil, a área de Ciência da Informação apresenta dilemas e indefinições e busca um caminho para sua sustentação como campo teórico e cognitivo.
4 - Web semântica: uma investigação sob o olhar da Ciência da Informaçãopor Rogério Aparecido Sá Ramalho e Silvana Aparecida Borsetti Gregorio Vidotti e Mariângela Spotti Lopes Fujita Resumo: No âmbito da gestão de recursos informacionais os modelos e métodos de organização e recuperação de informações sempre estiveram condicionados às tecnologias utilizadas.,Este artigo é uma discussão de literatura, de caráter interdisciplinar, com o objetivo de favorecer a “desmistificação” dos conceitos e tecnologias subjacentes ao projeto Web Semântica, avaliando em que medida a área de Ciência da Informação pode contribuir para sua concretização e ressaltando os reflexos das novas abordagens tecnológicas de representação e recuperação de recursos informacionais no corpus teórico da área de Ciência da Informação.
5 - As plataformas do conhecimento por Carlos NepomucenoResumo: O artigo pretende identificar e conceituar, através da história, as plataformas de conhecimento, sistemas hegemônicos, que têm como núcleo central tecnologias de informação e comunicação: a fala, a escrita, o livro impresso, o computador, a Internet e as atuais ferramentas colaborativas. Iremos detalhar as características, movimentos e entropias dessas plataformas e aplicar esse ferramental na passagem da plataforma do livro manuscrito ao impresso, como base para o estudo posterior da Internet.

Brazilian Journal of Information Science


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A Brazilian Journal of Information Science (BJIS) [ISSN 1981-1640] é uma revista bilíngüe, com periodicidade semestral, publicada pelo Departamento de Ciência da Informação UNESP/Marília e pelo seu Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação.
Ela publica apenas textos originais: artigos de pesquisa, artigos de revisão, comunicações, relatos de experiência e resenhas relativos à área de Ciência da Informação. Os textos submetidos para publicação devem ser escritos em inglês ou português. A revista possui uma política de avaliação, e cada texto será encaminhado para avaliação por pelo menos dois avaliadores. Conta com 20 pesquisadores brasileiros e estrangeiros que compõem o Comitê Científico
Todos os textos devem ser enviados por meio do Sistema Eletrônico de Editoração de Revista (SEER), endereço: http://www.bjis.unesp.br/pt/index.php
Abaixo consta o seu primeiro sumário, relativo ao v. 1, n.1 Jan-Junho 2007:
Artigos:
Mapa Do Conhecimento Da Ciência Da Informação: Implicações Para O Futuro Da Área. Chaim Zins, Anthony Debons, Clare Beghtol, Michael Buckland, Charles H. Davis, Gordana Dodig-Crnkovic, Nicolae Dragulanescu, Glynn Harmon, Donald H. Kraft, Roberto Poli e Richard P. Smiraglia

Ciência Da Informação: Pensamento Informacional E Integração Disciplinar. Maria de Fátima Gonçalves Moreira Tálamo e Johanna W. Smit.

Indicadores Científicos Na Literatura Em Bibliometria E Cientometria Através Das Redes Sociais. Adilson Luiz Pinto, Preiddy Efrain-García, Beatriz Ainhize Rodríguez Barquín e José Antonio Moreiro González.

Resenhas:
Indexação E Resumo De Documentos Digitais E Multimídia: Técnicas E Procedimentos. Giovana Deliberali Maimone e Naira Christofoletti Silveira.

Comentário:
Faço votos de que o novo periódico tenha sucesso e possa trazer sempre artigos de interesse para a ampla classe de profissionais da ciência da informação.
Murilo Cunha

A era da internet social


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Sérgio Teixeira Junior
Fonte: Exame. Data: 13 de dezembro de 2007 - 17h01
A vida de qualquer pessoa que usa a internet é marcada por momentos reveladores, daqueles que levam a pensar: "Como é que eu pude viver tanto tempo sem isso?" Entre eles certamente estão o primeiro e-mail recebido, a primeira pesquisa que trouxe resposta a alguma pergunta e o primeiro acesso por uma conexão sem fio. Prepare-se, então, para incluir mais um item na lista: a primeira espiada no Orkut. Quando os primeiros grandes sites de relacionamento começaram a ganhar destaque, três anos atrás, eram vistos como mera curiosidade, uma brincadeira de adolescentes com tempo de mais e preocupações de menos. Não mais. Hoje, redes sociais como Orkut, MySpace e Facebook são apontadas como as mais importantes novidades a surgir na rede desde as mágicas buscas do Google. O Facebook, lançado em 2004 num dormitório de Harvard por um jovem que mal havia completado 20 anos, conta com uns 55 milhões de usuários -- hoje. Amanhã (literalmente), outros 250 000 terão se cadastrado no site. Daqui a uma semana, mais de 1,5 milhão. O ritmo tem se mantido nesses níveis desde o início do ano, e não há sinais de que vá diminuir tão cedo. Por uma ínfima parte desse negócio, mais precisamente 1,6% das ações, a Microsoft pagou 240 milhões de dólares, o que levou o valor da empresa de Mark Zuckerberg a incríveis 15 bilhões de dólares. Pode ter sido um exagero, uma vez que as receitas do Facebook não devem passar de 100 milhões de dólares neste ano. Mas o prejuízo, se vier, certamente será pequeno diante do potencial transformador das redes sociais.
Para os mais velhos -- entre os quais muitos de nós --, entrar na web costuma ser uma atividade essencialmente individual, seja para consultar o e-mail, ler as últimas notícias, seja para fazer uma pesquisa relacionada ao trabalho. Para a nova geração, a web é tudo isso e muito mais. É onde a vida acontece. É nas redes sociais que os mais jovens -- mas não somente eles -- se mantêm em contato permanente. São pessoas reais, com nome, sobrenome e rosto conhecidos, e isso não significa somente um novo sentido para o termo privacidade. Na maioria das vezes, essas conexões existem entre pessoas que já se encontram regularmente no "mundo real". Para uma parcela cada vez maior dos mais de 1,2 bilhão de pessoas conectadas à internet, as redes sociais são um repositório fiel de suas memórias, seus desejos e suas afinidades. E, como está cada vez mais claro na cacofonia da internet, são essas relações sociais transportadas para a web que vão ser o principal filtro para a vida online.
"As redes serão cada vez mais a porta de entrada para a web", disse a EXAME Chris DeWolfe, criador do maior de todos os sites de relacionamento, o MySpace. Mas talvez seja mais que isso. Os americanos passam 12% do seu tempo online navegando pelas páginas do MySpace. Dentro do próprio site eles podem ouvir músicas, ler blogs, trocar mensagens, assistir a trailers de filmes e trechos de programas de TV, participar de debates com políticos e ler notícias. Muita gente achou loucura a News Corp., do magnata australiano Rupert Murdoch, pagar 580 milhões de dólares pela empresa. Hoje, ele é considerado um visionário. "Os hábitos dos telespectadores mudaram muito nos últimos anos, como você sabe. E os responsáveis são os consumidores", diz DeWolfe. "Eles querem ver filmes e ouvir música quando quiserem, na forma que quiserem, onde quiserem. As empresas de mídia não têm escolha: elas têm de atender às demandas dos consumidores."
E NÃO SÃO APENAS AS EMPRESAS de conteúdo que terão de se adaptar à revolução da internet social. O mundo da publicidade olha com atenção para mais uma ruptura. Além da fragmentação da audiência, agora as mensagens comerciais serão cada vez mais transmitidas pelos próprios consumidores para suas redes de amigos -- voluntariamente. Essa é a premissa de um novo sistema de publicidade dentro do Facebook, anunciado há um mês e todo ele baseado no poder do boca-a-boca que corre pelos sites de relacionamento. "Nos últimos 100 anos, a maneira de fazer publicidade era chegar às mídias de massa, empurrando seu conteúdo", disse o dono do Facebook, Mark Zuckerberg, no lançamento de seu novo sistema de publicidade. "Mas esse foi o século passado. Nos próximos 100 anos, a informação vai ser compartilhada entre as milhões de conexões sociais das pessoas. Vocês (publicitários) precisarão fazer parte dessas conexões." Descontados os delírios de grandeza -- ou a falta de modéstia -- de Zuckerberg, as palavras foram ouvidas com atenção por anunciantes de todo o mundo.
Elas também ecoaram em Mountain View, a sede do Google, empresa que faturou 15 bilhões de dólares nos últimos 12 meses exclusivamente com a venda de pequenos anúncios atrelados às buscas dos internautas. Apesar da dominância absoluta no Brasil, o Orkut não tem expressividade nos maiores mercados do mundo e não rende um centavo sequer em receita para o Google, pelo menos por enquanto. Além do desafio de rentabilizar o negócio da rede social, há outra questão: qual é o risco de o Google não ter nas mãos as informações detalhadas sobre o perfil e os hábitos dos usuários de redes sociais? A empresa disse repetidas vezes que sua prioridade é melhorar a experiência do usuário no Orkut, e só depois rentabilizar o serviço. Mas há outro desafio: como as interações e as recomendações, que são o sangue das redes sociais, terão impacto no negócio principal da empresa, que é justamente fazer esse trabalho com máquinas? Até quando os algoritmos do Google serão mais eficientes do que um ser humano -- mais que isso, uma pessoa de confiança -- na hora de apontar as melhores respostas para uma pesquisa? Ainda é cedo para responder, mas tenha uma certeza: a revolução da internet social está apenas começando.

Novos robots conseguem trabalhar em equipa e partilhar informação


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Um café servido por uma Asimo da Honda

A nova versão dos robots Asimo, que a Honda apresentou hoje, tem um sistema de comunicação que lhes permite trabalhar em equipa, partilhando informações e coordenando tarefas.
Num futuro próximo, muitas das tarefas de rotina dos profissionais da informação poderão ser executadas por estes robots. Nomeadamente, certos serviços de atendimento ao público, o controlo e gestão de processos, tarefas da cadeia documental, etc. Ficamos aguardar... pois o tempo não pára!

Consulte a notícia completa no portal Ciência Hoje

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Byblos, a maior e mais moderna livraria portuguesa é hoje inaugurada em Lisboa


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Grande aposta em catálogo de 150 mil títulos

A inauguração da maior livraria portuguesa, a Byblos, um sonho antigo de Américo Areal, ex-dono das Edições Asa, está marcada para esta noite só para convidados. A livraria abre ao público amanhã, às 10h.

[...]

Os produtos à venda estão espalhados por prateleiras, mesas, vitrinas, gavetas como em qualquer livraria. O que é inovador na Byblos é o seu mobiliário integrar um software que ajuda na localização dos livros através de etiquetas RFID - Identificação por Radiofrequência. Cada livro terá uma etiqueta electrónica que está relacionada com outra que assinala determinado lugar na prateleira. Se o livro for colocado fora do seu sítio, o sistema central detecta o erro (as prateleiras têm antenas) e envia uma mensagem de e-mail para o computador do empregado responsável por essa área na livraria. Ele tem dez minutos para colocar o livro no lugar certo.

Por sua vez, os clientes podem fazer pesquisas nos 34 ecrãs tácteis espalhados pela livraria e ficar a saber a localização exacta dos produtos que procuram. Um papel com as referências da localização é impresso pela máquina. Informações com tops de vendas, promoções e agenda aparecem nos 54 ecrãs LCD da livraria. À saída, basta ao cliente pousar os livros na caixa de pagamento (numa pilha até 80 cm de altura) e o sistema lê o conjunto de compras (através da radiofrequência) sem ser necessário passar um a um.
[...]

Aceda ao website da Byblos

Fonte: Público.pt

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Quando o sol da cultura está baixo, até os mais ínfimos seres emitem luz


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Prezados,

segue abaixo redação cuja autoria não foi divulgada e que recebeu nota máxima no ENEM, Exame Nacional do Ensino Médio (Brasil). Num país onde o índice de ignorantes (Latu Sensu) e anti-éticos (estes o grande câncer da sociedade...) é altíssimo, este texto prova que nem tudo está perdido...

Sds,

André Ricardo Luz
Linux user 369770
Editor da revista Arquivistica.net
http://www.arquivistica.net/
visite: http://a-informacao.blogspot.com/


Quando o sol da cultura está baixo, até os mais ínfimos seres emitem luz


Marcel Proust, grande escritor e exemplo máximo de uma vida dedicada unicamente à leitura e à literatura, disse em seus escritos “cada leitor, quando lê, é um leitor de si mesmo”. O que Proust evidencia nessa frase deixa em aberto uma série de interpretações que podem ser realizadas a partir do hábito entusiástico e não visto como uma obrigação, pela leitura.

Estar em contato com o universo das palavras e nele encontrar uma atividade prazerosa, ao mesmo tempo que nos leva a absorver todo o conhecimento exterior, também nos conduz a uma busca de tudo que representa algo de nós mesmos nesse conhecimento que chega até nós. Em cada nova leitura, ocorre algo semelhante a uma lapidação de nossos desejos e predileções.

Os livros constituem um tipo de transporte de conhecimento diferente da televisão por exemplo, onde as informações são transmitidas a todo o momento, e para tal, só precisa de nossa permissão para a passagem de suas imagens através de nosso córtex. O nível de saber que podemos extrair de um livro possui o mesmo limite de nossa vontade de fazê-lo. E, ao contrário das informações “prontas” da televisão, temos a total liberdade de interpretação, o que confere o aperfeiçoamento de nosso senso crítico e o melhoramento de como nos posicionamos diante do mundo.

O hábito da leitura não possui caráter elitista e nem está associado ao poder aquisitivo. Em qualquer cidade, por menor que seja, há uma biblioteca, basta que tenhamos interesse em desvendar todo o mistério contido nela. Ao ler, nos tornamos mais cultos, mais seguros de nossas convicções, nos expressamos e escrevemos melhor. Medidas públicas devem ser realizadas para garantir essa acessibilidade e assim, seus respectivos países possam brilhar, iluminados pelo sol da cultura.

Fonte: http://www.enem.inep.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=65&Itemid=100

Novo número da "Informação e Sociedade"


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Informação & Sociedade: Estudos acaba de publicar seu último número (v.17, n.3, 2007) [URL: http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/issue/view/88]
Sumário:
Editorial:
Mais do que prestação de contas... Metas realizadas! Alzira Karla Araújo da Silva

Artigos de Revisão:
MARC, MARCXML e FRBR: relações encontradas na literatura. Fernanda Passini Moreno, Marisa Brascher.
A força dos estereótipos na construção da imagem profissional dos bibliotecários. Maria Tereza Machado Teles Walter, Sofia Galvão Baptista.
O trabalho de informação na sociedade do aprendizado contínuo. Gustavo Henrique Araújo Freire.
O profissional da informação: rumos e desafios para uma sociedade inclusiva. Claudia Ribas, Paula Ziviani.
Uma revisão da classificação de comunidades virtuais proposta por henri e pudelko. Inácio Szabo, Rubens Ribeiro Gonçalves da Silva.
Perspectivas dos serviços de referência digital. Murilo Bastos da Cunha, Patrícia Pessoa.
Pensando a sociedade da informação: reflexões sobre o controle e a ‘homologização’ no meio digital. Leonardo Pinto de Almeida.
Pontos de Vista/Notas/Comentários:
Ciência da informação: uma ciência para a informação científica e tecnológica? Fábio Mascarenhas Silva
Relatos de Pesquisa:
Os percursos da memória: a exposição virtual cartes postales du Québec d'antan como fonte de informação histórica. Lidia Eugenia Cavalcante.
Déficit informacional: obstáculos no uso de canais (in)formacionais por docentes do Programa de Pós-Graduação em Economia - PPGE/UFPB. Alan Cursino Pereira da Silva, Edivânio Duarte de Souza, Emy Porto Bezerra, Luciana Ferreira da Costa, Francisca Arruda Ramalho.
Perfil, expectativas e necessidades de informação de usuários de biblioteca governamental: o caso do Ministério da Saúde. Tatiara Paranhos Guimarães.
Comunicações de Trabalhos/Pesquisas em Andamento:
Monitoramento da informação na sociedade de risco: o caso da pandemia de gripe aviária. Michele Nacif Antunes, Maria Cristina Soares Guimarães, Cícera Henrique da Silva, Marcelo Henrique Rabaço.
Resenhas:
Organização da informação na web: das tags à web. Rodrigo de Sales.
Gestão de unidades de informação: teoria e prática. Gustavo Henrique de Araújo Freire.
Resumos de Dissertações:
Resumo de dissertações. Guilherme Ataíde Dias.

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