Mostrar mensagens com a etiqueta Direito da Informação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Direito da Informação. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Ministério Público diz que copiar músicas e filmes na Net é legal


0 Comentários


Descarregar músicas e filmes na Internet através de redes de partilha de ficheiros é lícito, desde que não se destine a fins comerciais, considerou o Ministério Público.
 

Ministério Público diz que copiar músicas e filmes na Net é legal

 
De acordo com a "Exame Informática", o Ministério Público decidiu arquivar uma queixa apresentada em 2011 pela Associação do Comércio Audiovisual de Obras Culturais (ACAPOR) contra duas mil pessoas. Todas elas eram acusadas de descarregar cópias de produtos culturais em redes de partilha de ficheiros (P2P) no nosso país.

No despacho de arquivamento, a que a "Exame Informática" teve acesso, os responsáveis do Departamento de Investigação e Ação Penal do Ministério Público consideram que, "do ponto de vista legal", é lícita a realização pelos participantes na rede P2P para uso privado, ainda que se possa entender que efetuada a cópia, o utilizador não cessa a sua participação na partilha".

«Acresce que, do ponto de vista legal, ainda que colocando-se neste tipo de redes a questão do utilizador agir simultaneamente no ambiente digital em sede de upload e download dos ficheiros a partilhar, entendemos como lícita a realização pelos participantes na rede P2P para uso privado - artº 75º nº 2ª) e 81º b) do CDADC, - ainda que se possa entender que efetuada a cópia o utilizador não cessa a sua participação na partilha», refere o despacho.
A ACAPOR requereu a nulidade do inquérito que deu origem ao despacho.

domingo, 1 de julho de 2012

Evento: Direito e informação


0 Comentários


Promoçao: Universidade do Porto. Faculdade de Direito.
Local: Porto (Portugal)
Data: 11 e 12 de outubro de 2012
Encontro científico que congrega especialistas portugueses e brasileiros das áreas do Direito e da Ciência da Informação, e que procura estreitar as relações académicas científicas e profissionais entre as duas áreas, discutindo problemáticas de interesse mútuo e que possam ser vistas numa perspetiva interdisciplinar.
Maiores informacoes:
Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Gabinete de Eventos, Comunicação e Imagem
Tel.: 226077123/05
E-mail: geci@letras.up.pt

sábado, 22 de janeiro de 2011

Pirataria digital: Ministério da Cultura não está a fazer o suficiente, acusa AFP


1 Comentários

De acordo com o presidente da Associação Fonográfica Portuguesa (AFP), o Ministério da Cultura (MC) não tem feito o suficiente para combater a chamada pirataria digital. 

A tutela tem feito saber que não tem autonomia legislativa para tal. Quando questionado pela AFP porque é que não tem essa autonomia, “a resposta do MC foi, como tem sido em tudo o que se relaciona com esta matéria, um ensurdecedor silêncio”, acusou Eduardo Simões, em declarações ao PÚBLICO.

Notícia completa no Público

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Combate à falsificação e à pirataria online para reanimar a economia


0 Comentários

A União Europeia redigiu dois documentos que incluem mais de 50 medidas para reanimar a economia da Europa. O combate à falsificação e à pirataria online é uma prioridade.

Os governos de Estados Unidos, Japão, Suíça, Austrália, Nova Zelândia, Coreia do Sul, Canadá, México e União Europeia (UE) estão a negociar um acordo comercial a que chamaram Anti-Counterfeiting Trade Agreement (ACTA), um documento que não só abrange a contrafacção mas também o reforço da propriedade intelectual.

Muitos aspectos deste acordo permanecem secretos, incluindo os nomes dos participantes nas negociações. No entanto, de acordo com vários sites que relacionam estes novos documentos da UE com o ACTA, numa das propostas lê-se que "a Comissão Europeia vai propor um plano de acção contra a falsificação e a pirataria, através de acções legislativas e não legislativas".

Segundo a edição online do jornal espanhol “El Pais”, o texto não antecipa que medidas concretas serão tomadas mas, no ACTA, estão previstas medidas para a erradicação da falsificação e da pirataria, o que despertou a preocupação dos cibernautas e do próprio Parlamento Europeu, que reclamou o direito de conhecer o conteúdo final do tratado antes da sua aprovação.

Porém, um novo rascunho do tratado ACTA, que agora circula em vários sites, incluindo o da organização Knowledge Ecology International (KEI), dá sinais de uma suavização do acordo.

Segundo a KEI, os analistas do documento alertam que o capítulo que mais preocupa os cibernautas é o da luta contra a pirataria e uma suavização das medidas que dá a cada Estado uma maior margem de manobra do que anteriormente, uma vez que, a pedido dos Estados Unidos, se pretende estabelecer a obrigação de os fornecedores de acesso à Internet de filtrarem e bloquearem as actividades que violam os direitos de autor.

Apesar da redacção literal manter um certo rigor, não deixa de perder precisão e dá uma larga margem aos Estados no momento de aplicar políticas contra a pirataria.

O documento solicita aos países que instaurem medidas penais de luta contra a violação dos direitos de autor, mas estes procedimentos deverão ser implementados de uma forma que "impeça a criação de barreiras a actividades legítimas, como o comércio electrónico, e que respeite a liberdade de expressão, o direito a um processo justo e à vida privada".

Esta redacção do documento pode entender-se como uma oposição à filtragem sistemática de conteúdos.

Fonte: JN

terça-feira, 11 de maio de 2010

Nova tradução: “Liberdade de informação”


0 Comentários

Foi recentemente publicada a tradução para o português da obra sobre a liberdade de informação.
MENDEL, Toby. Liberdade de informação: um estudo de direito comparado. 2. ed. Brasília: UNESCO, 2009. 172 p.
1. Direito a Informação 2. Informação Púbica 3. Acesso a Informação 4. Disseminação da Informação 5. Publicações Oficiais 6. Editoração 6. Legislação em Comunicação 7. Instrumentos Internacionais 8. Legislação Comparada 9. Organizações Intergovernamentais 10. África do Sul 11. Azerbaijão 12. Bulgária 13. Estados Unidos da América 14. Grã Bretanha 15. Índia 16. Jamaica 17. Japão 18. México 19. Paquistão 20. Peru 21. Quirguistão 22. Suécia 23. Tailândia 24. Uganda
PDF: 1,2 Mb.
URL: http://bit.ly/cUV5Gi
Resumo:
A importância do direito a informação ou do direito ao conhecimento é enfatizada cada vez mais por quem trabalha em prol do desenvolvimento, pela sociedade civil, por acadêmicos, pela mídia e pelos governos. Que direito é esse, trata-se realmente de um direito e como os governos procuram aplicá-lo? Estas são algumas das questões que o livro busca responder, fornecendo ainda um relatório acessível das leis e das práticas que dizem respeito à liberdade de informação e uma análise do que está funcionando e por que.
Este é um importante documento que precisa ser conhecido por aqueles que trabalham com a coleta, organização e difusão da informação.
Murilo Cunha

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Conferência internacional sobre liberdade de acesso à expressão


0 Comentários

Conferência internacional - Not in front of the children: Free Speech conflicts in the United States today por Marjorie Heins.

16 de Abril de 2008, 18h00
Anfiteatro Nobre da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (Entrada livre)

Serão abordados temas em torno da censura a pretexto da protecção dos menores no mundo da edição e da divulgação, nomeadamente na Internet e nas Bibliotecas, no momento em que o livro com aquele título acaba de ser reeditado.
Para ver mais informação sobre a conferência e sobre a autora consulte o website da FLUP.
Sobre o Free Expression Policy Project consulte: http://www.fepproject.org/

Informação disponibilizada pela Dr.ª Paula Sequeiros
Editor for Portugal
E-LIS, Open Access Repository on Library and Information Sciences

Arquivo

Categorias