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terça-feira, 29 de março de 2011

Informação confidencial torna-se principal alvo de cibercrime


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A propriedade intelectual e a informação confidencial das empresas estão a tornar-se os principais alvos de ataques de cibercrime.

O estudo realizado pela companhia de segurança McAfee indica que os cibercriminosos estão a especializar-se no roubo de informação confidencial, que é, posteriormente negociada com terceiros. Segundo a BBC, a McAfee refere que se tem vindo a estabelecer um mercado interessado em informação específica e propriedade intelectual. A companhia de segurança acrescentou que o cibercrime que envolve o roubo de informação é dificilmente detetável, uma vez que basta fazer cópias de determinados documentos.

O relatório da McAfee afirma ainda que a transferência de informação para a cloud pode, também, tornar os dados mais vulneráveis a ataques cibercriminosos.

Fonte: Exame Informática

domingo, 12 de setembro de 2010

Um quarto dos internautas usa identidades falsas online


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Mais de um quarto das pessoas online já mentiu acerca da sua verdadeira identidade e mais do que uma em cinco já fez alguma coisa da qual mais tarde se veio a arrepender, revela uma nova sondagem da Norton, a empresa de antivirus e segurança online.

Dezassete por cento dos inquiridos na sondagem da Norton indicaram que mentiram acerca da sua idade e do local onde viviam, ao passo que nove por cento indicou ter mentido acerca da sua vida financeira ou afectiva. Sete por cento dos inquiridos admitiu ainda ter mentido acerca da sua aparência.

O estudo - Norton Cybercrime Report: The Human Impact - conclui igualmente que uma média global de dois terços dos utilizadores inquiridos já foi vítima de cibercrime.

A forma como cada país lida com a resolução destes casos também varia muito. Por exemplo, no Reino Unido, um caso de cibercrime demora uma média de 25 dias a ser resolvido e poderá custar 153 dólares. No Brasil, o número médio de dias de resolução poderá disparar para 44 dias e com custos muitos superiores (1408 dólares).

Portugal não vem referenciado neste estudo.

Significativas são igualmente as atitudes dos inquiridos no que toca à ética online: muitos consideraram “legal” fazerem download de músicas, álbuns e filmes sem pagarem nada por isso (17%, 14% e 15%, respectivamente), ao passo que 17% indicaram o plágio como uma prática aceitável.

Cerca de um terço dos inquiridos admitiu ainda ter enviado por e-mail ou “postado” fotografias de outras pessoas sem lhes terem pedido autorização prévia e um quarto terá visto, secretamente, o historial de browsing de outro utilizador.

Fonte: Público

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Governo aprova proposta de Lei do Cibercrime


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Segundo a proposta de Lei, a difusão de vírus passa a ser crime e a PJ terá um organismo próprio para lidar com a cibercriminalidade.

O Conselho de Ministros aprovou a proposta de Lei do Cibercrime, segundo a qual passa a ser punida a difusão de vírus informáticos.

Práticas como a programação e difusão de vírus ainda não tinham consagração legal, e passam, agora, a ser contempladas no novo diploma, que revoga a lei da criminalidade informática que já existia.

Por outro lado, a Polícia Judiciária passará a ter um organismo especialmente dedicado para lidar com a cibercriminalidade, que funcionará para cooperar internacionalmente nesta matéria e assegurar a aplicação da lei portuguesa.

Entre as possibilidades contam-se a intercepção de comunicações, em processos relativos a crimes informáticos ou cometidos através de sistema electrónico.

Fonte: Exame Informática

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Jovens alertados para perigo das redes sociais


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Os dados que são revelados hoje em dia nas redes sociais podem colocar em perigo o futuro de milhões de jovens.

O alerta é dado pelo ICO (Information Comissioner’s Office) britânico. Mais de metade dos utilizadores de redes sociais facilmente cede os seus dados, se lhos pedirem. Foram analisadas 2000 respostas, de jovens dos 14 aos 21 anos. Destes, 71% preferem que os seus colegas ou patrões façam uma pesquisa pela Net com o seu nome antes de retirarem algum material.

Para além de serem publicados dados particulares, estes são facilmente partilhados com desconhecidos, aceitando como amigos, pessoas que não se conhecem. Datas de nascimento, morada pessoal e cargo exercido são alguns dos dados que podem resultar em roubo de identidade ou pôr em causa o futuro destes jovens.

No entanto, 95% dos inquiridos mostra-se preocupado com o facto de os seus dados serem passados para anunciantes ou outros sites. Mais de metade preocupa-se «muito» com a forma como os seus dados pessoais vai ser usada. Ou seja, as pessoas publicam os seus dados com alguma facilidade, mas estão conscientes do risco que correm.

Fonte: Exame Informática

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