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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Amazon compra rede social de livros Goodreads


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O negócio vai colocar uma das maiores livrarias online do mundo a controlar um dos mais conhecidos serviços de recomendação de livros, o que já suscitou preocupações entre os utilizadores da rede social de livros que temem ficar sujeitos às regras rígidas da Amazon. 
A Amazon, que já foi várias vezes acusada de ter no seu site críticas fraudulentas a livros, anunciou esta semana que vai comprar o Goodreads, um site social de recomendação de livros, com cerca de 16 milhões de membros e uma reputação sólida. A multinacional americana vende muitos tipos de produtos e de serviços (incluíndo serviços de armazenamento de ficheiros e de transmissão de filmes e séries), mas os livros são a imagem de marca da empresa, que comercializa o leitor Kindle, e uma parte muito importante do seu negócio. 

Os detalhes da compra da rede social de livros não foram revelados mas, num comunicado da empresa norte-americana, o vice-presidente da Amazon, Russ Grandinetti, lembrou que o Goodreads tinha ajudado "a mudar a maneira como nós descobrimos e discutimos os livros", e que agora, as duas empresas têm a "intenção de conceber novas maneiras de encantar os leitores e os autores". 

No Goodreads (que foi fundado e é gerido há seis anos por um casal de Los Angeles), os utilizadores podem atribuír uma classificação (entre uma e cinco estrelas) aos livros, escrever uma crítica, criar “estantes virtuais” com os livros que já leram, os que estão a ler e os que querem ler, bem como seguir a actividade dos contactos que tiverem dentro do site. Isto é, podem ver o que os seus amigos naquela rede social andam a ler (em tempo real). O Goodreads faz ainda recomendações de livros a cada utilizador e disponibiliza ferramentas para autores promoverem os seus trabalhos. Funcionalidades como a crítica de livros também existem no site da Amazon. Mas os utilizadores não têm o mesmo sentimento de comunidade e a credibilidade das críticas na Amazon foi manchada por alguns casos de críticas e pontuações de livros que tinham sido forjadas, em alguns episódios mediante pagamento. 

O Goodreads tem 16 milhões de utilizadores, que têm 530 milhões de livros nas suas prateleiras digitais e que escreveram 23 milhões de recensões dos livros que leram. Outra vertente são os clubes de leitura que no Goodreads já chegam aos 30 mil. O negócio vai colocar uma das maiores livrarias do mundo a controlar um dos mais conhecidos serviços de recomendação de livros, o que já suscitou preocupações, narra o jornal americano New York Times. 

A Amazon já tinha comprado um site concorrente do Goodreads, chamado Shelfari, e, por via de outras empresas em que participa, tem também uma participação no Library Thing.

Fonte: Público

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Clube de leitura, porque não?


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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Ebooks ganham terreno ao papel


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O que começou como uma incerteza, passou a tendência e parece ser cada vez mais uma consolidada realidade, os ebooks tem vindo a ganhar cada vez mais terreno aos livros em suporte papel. Deixo mais um artigo sobre o assunto.

O número de leitores de livros digitais está a aumentar, enquanto o número de "consumidores" de livros em papel está a diminuir, sublinham os resultados de um estudo conduzido pela Pew Internet.

De acordo com os últimos dados apurados pela empresa de estudos de mercado em 2011, o número de pessoas que tiraram partido de livros eletrónicos aumentou para 23%, contra os 16% registados um ano antes. (ler na totalidade)

quinta-feira, 28 de junho de 2012

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO: CONTRIBUTOS PARA O SEU ESTUDO


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Ciência da Informação: contributos para o seu estudo é um
novo livro das edições da Universidade Fernando Pessoa, dirigido por Judite de Freitas com edição de Luís Borges Gouveia e António Regedor.

O livro visa sistematizar e consolidar conhecimentos em áreas disciplinares específicas da CI, dividindo-se em oito capítulos e um glossário dos termos mais usuais na disciplina, imbuído de uma perspetiva, intencionalmente, científico-pedagógica. Pretende-se dar a conhecer de forma despretensiosa o conjunto de temas e problemas da Ciência da Informação moderna, oferecendo, uma abordagem multidisciplinar, contígua e rigorosa, uma visão geral das problemáticas envolventes, conjugando-a com a apresentação das principais dimensões a ter em conta na organização das unidades de informação.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Fazer cópia de CD ou livro para uso próprio pode deixar de ser crime


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Comissão que discute mudanças no Código Penal aprovou proposta que permite reprodução


A comissão de juristas que discute mudanças ao Código Penal aprovou nesta quinta-feira uma proposta que descriminaliza o ato de uma pessoa fazer uma cópia integral de uma obra para uso pessoal, desde que não tenha objetivo de lucro. Com a decisão, quem realizar a cópia deixa de ser enquadrado pelo crime, previsto no atual código, de "violação do direito autoral".

Dessa forma, a cópia de um CD de música ou de um livro didático para uso próprio deixaria de ser crime. Atualmente, a pena para os condenados pela conduta pode chegar a até quatro anos. 

O texto aprovado pela comissão ficou com a seguinte redação: "não há crime quando se tratar de cópia integral de obra intelectual ou fonograma ou videofonograma, em um só exemplar, para uso privado e exclusivo do copista, sem intuito de lucros direto ou indireto".

O colegiado tinha prazo até o final do mês para entregar o anteprojeto do novo código ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Mas os trabalhos foram prorrogados até o dia 25 de junho. As sugestões dos juristas poderão compor um único projeto ou serem incorporadas a propostas já em tramitação no Congresso.



Fonte: Agência Estado (Zero Hora - 25/05/2012)





BRASÍLIA - A comissão de juristas formada pelo Senado para reformar o Código Penal aprovou nesta quinta-feira propostas que endurecem as penas para quem desrespeita os direitos autorais. Mas pelo menos em um ponto a mudança ocorreu em sentido inverso. A proposta aprovada permite que uma pessoa tire cópia integral de uma obra intelectual, como um livro, desde que seja para uso pessoal. A legislação atual permite apenas cópia parcial.
- Houve um endurecimento, mas só nesse ponto (cópia para uso pessoal) ocorreu amolecimento - afirmou o relator da comissão, o procurador Luiz Carlos Gonçalves.
- É uma tentativa de que se tenha uma exclusão de criminalidade em função da realidade brasileira - disse o presidente da comissão, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson Dipp, citando o exemplo de estudantes que não podem adquirir livros para seus estudos e recorrem a cópias.
Em toda a legislação sobre direitos autorais, a pena mais alta hoje é de quatro anos de prisão. A proposta aprovada pela comissão aumenta para cinco anos.
- A principal modificação é que o direito autoral estará melhor protegido com esses novos tipos penais e essa nova redação do que está hoje na lei do direito autoral ou mesmo no tipo penal constante do código. Essa é uma grita da sociedade. A propriedade intelectual hoje está sendo desprezada no Brasil de forma acintosa quando nós temos uma alta tecnologia que permite essa fraude ao direito intelectual - afirmou Dipp.
Outra proposta aprovada pela comissão aumenta o rigor com quem desrespeita a lei de licitações. A sugestão dos juristas é que a pena máxima para o gestor que deixar de exigir licitação suba de cinco para seis anos. A mínima continua em três anos. Os juristas ainda estudam se agravam a pena quando essas licitações dizem respeito à saúde, educação e segurança pública.
A comissão também aprovou propostas que tipificam alguns crimes cometidos contra povos indígenas, entre eles o escárnio contra práticas culturais e religiosas tradicionais. Outra prática criminalizada é o fornecimento indevido de substâncias - como o álcool - a comunidades indígenas não preparadas para lidar com elas.
- É de extrema gravidade e colabora às vezes para essa quase dizimação de comunidades indígenas, que é o fornecimento indevido de substâncias alcoólicas ou assemelhadas para uma comunidade que não está preparada para lidar com isso e tem efeitos deletérios que eu quero aqui realçar - disse Gonçalves.
Fonte: Agência O Globo (Por André de Souza (andre.renato@bsb.oglobo.com.br)

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Lançado o DOAB: Directory of Open Access Books


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O OAPEN (Open Access Publishing in European Networks) tem o prazer de anunciar o lançamento do Diretório de Livros de Acesso Aberto (www.doabooks.org), um serviço de descoberta para livros revisados por pares publicados sob uma licença Open Access.
O DOAB fornece um índice pesquisável para a informação sobre estes livros, com links para os textos completos das publicações no site da editora ou repositório.
O principal objetivo do DOAB é aumentar o descobrimento dos livros de acesso aberto. Editoras acadêmicas são convidadas a fornecer os metadados de seus livros de Acesso Aberto para o DOAB. Estes metadados serão coletados via harvesting (coleta automática), a fim de maximizar a visibilidade, difusão e impacto.
No início do serviço há pouco mais de 20 editores que participam com cerca de 750 livros de Acesso Aberto e novas publicações e livros serão adicionados nos próximos dias.
Os editores que desejarem participar do DOAB podem encontrar mais informações em http://www.doabooks.org/doab?func=forPublishers.
O DOAB foi lançado em uma versão Beta para permitir o feedback dos usuários e o desenvolvimento adicional do serviço. Nós esperamos aumentar consideravelmente o número de editores e livros em acesso aberto no DOAB nos próximos meses e, assim, criar um recurso valioso para a comunidade acadêmica e público interessado.
O Diretório de Livros Open Access é provido pela OAPEN Foundation em cooperação com SemperTool. A Fundação OAPEN é uma iniciativa internacional dedicada à publicação de monografias em acesso aberto, com base na Biblioteca Nacional em Haia (Holanda). O DOAB foi desenvolvido em estreita colaboração com Lars Bjørnshauge e Baker Salam Shanawa (Diretor da SemperTool), que também foram responsáveis pelo desenvolvimento do Directory of Open Access Journals (DOAJ).

Para mais informações, entre em contato com Eelco Ferwerda, Diretor da Fundação OAPEN, e.ferwerda@oapen.org, +31(0)629565168.

Fonte:
http://doabooks.org/doab?func=news&nId=2&uiLanguage=en 12/04/2012

quarta-feira, 7 de março de 2012

Lançamento do Portal SciELO Livros


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I Reunião da Rede SciELO Livros e Lançamento do Portal SciELO Livros
São Paulo, 30 de março de 2012


Termos de referência

O SciELO Livros visa a publicação online na Web de coleções de livros de caráter científico editados prioritariamente por instituições acadêmicas com o objetivo de maximizar a visibilidade, acessibilidade, uso e impacto das pesquisas, ensaios e estudos que publicam. Os livros publicados pelo SciELO são selecionados segundo controles de qualidade aplicados por um comitê científico e os textos digitais são formatados segundo padrões internacionais que permitem o controle de acesso e de citações e são legíveis nos leitores de ebookstabletssmartphones e telas de computador. Além do Portal SciELO Livros as obras serão acessíveis por meio dos buscadores da Web e serão publicados também por portais e serviços internacionais.

O SciELO Livros é parte integral do Programa SciELO da FAPESP e o seu desenvolvimento é liderado e financiado por um consórcio formado pelas editoras da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). A plataforma metodológica e tecnológica do Projeto SciELO Livros foi desenvolvida com a cooperação técnica da BIREME/OPAS/OMS e sua execução é apoiada pela Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo.

Público Alvo do evento
Autores, pesquisadores, editores e gestores de editoras universitárias, profissionais do mercado livreiro, estudantes, bibliotecários, profissionais de informação e interessados em livros eletrônicos.

Inscrições
A participação no evento  é livre de custo, porém as vagas são limitadas. Para inscrições, registre-se no site.

Horário
Das 9:00h às 13:30h

Local do evento
Auditório do Instituto de Artes – UNESP – “Teatro de Música Profa. Dra. Maria de Lourdes Sekeff”
Rua Dr. Bento Teobaldo Ferraz, 271 – Barra Funda – SP


Fonte: http://eventos.scielo.org/scielolivros/

Veja aqui a versão de homologação do Scielo Livros:

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Melhor curta-metragem conquistada por ''The Fantastic Flying Books of Mister Morris Lessmore'


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The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore ganhou nesta segunda-feira (27/fev/2012), em Los Angeles, o Oscar de melhor Curta-Metragem de Animação. O filme foi dirigido por de William Joyce e Brandon Oldenburg. 
"inspired, in equal measures, by Hurricane Katrina, Buster Keaton, The Wizard of Oz, and a love for books, The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore is a poignant, humorous allegory about the curative powers of story. Using a variety of techniques (miniatures, computer animation, 2D animation) award winning author/ illustrator William Joyce and Co-director Brandon Oldenburg present a hybrid style of animation that harkens back to silent films and MGM Technicolor musicals. Morris Lessmore is old fashioned and cutting edge at the same time."
Clique aqui e assista ao filme (15 minutos)

Por US$ 1, empresa converte livros de papel em arquivos digitais


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Fonte: FOLHA

http://www1.folha.uol.com.br/tec/1022131-por-us-1-empresa-converte-livros-de-papel-em-arquivos-digitais.shtml

Uma firma japonesa que se instalou nos EUA em setembro faz sucesso com um serviço barato para transformar livros em arquivos digitais.
Quem tiver desapego material suficiente em relação a seus exemplares de papel e tinta pode tê-los prontamente transformados num arquivo PDF, desde que esteja disposto a enviar o original para reciclagem.
Funcionária escaneia livros na Bookscan, matriz japonesa da 1DollarScan, em Tóquio
Funcionária escaneia livros na Bookscan,
matriz japonesa da 1DollarScan, em Tóquio

O original de papel tem de ser destruído para evitar violação de copyright. A lei americana não permite que um exemplar a mais de uma obra seja introduzido no mercado.Em três meses de operação no país, a 1DollarScan diz já ter escaneado mais de 50 mil livros. Atendendo clientes de diversas partes do mundo (Brasil incluído), o negócio está se expandindo graças ao preço competitivo. Com cerca de US$ 5, é possível ter um livro de 200 páginas transformado num arquivo digital.

Um bibliófilo mais conservador pode se perguntar por que alguém destruiria um livro real. A empresa, porém, diz ter sido procurada por muitos clientes que buscam “acessibilidade” de informação ou simplesmente precisam de mais espaço livre.
Um dos atrativos é que o PDF criado pela 1DollarScan é construído com um software de OCR (reconhecimento óptico de caracteres), que produz um arquivo de texto digital em vez de meras páginas fotografadas.
É uma vantagem para livros sem índice remissivo, por exemplo, que passariam a contar com recurso de busca por palavra-chave.
O segredo do serviço barato, diz a empresa, é a automação. Aliada à multinacional Canon, a BookScan (matriz japonesa da 1DollarScan) desenvolveu um programa para uso industrial que processa informação mais rápido do que softwares de OCR mais populares, como o da Adobe.
“A maior vantagem do nosso sistema é que ele escaneia a imagem e faz o OCR simultaneamente”, disse à Folha Mike Kiyamori. gerente de marketing da empresa. “Em um processo convencional, é preciso escanear o material e depois usar outro software para fazer o OCR, o que dobra o tempo de trabalho.”


LIVROS FATIADOS


A 1DollarScan também adotou um método prático para desmontar os livros -um cenário de horror para bibliófilos. “Temos um cortador eletrônico de papel que extrai a lombada dos livros e os desmonta”, diz Kiyamori.
“Depois, alimentamos o scanner com as folhas, e no fim do processo elas são empilhadas para reciclagem.”
O sucesso rápido está fazendo a empresa pensar em expansão. Com clientes pelo mundo, a 1DollarScan recebeu ofertas para abrir filiais na Europa e na Austrália.
“Estamos discutindo se devemos expandir o negócio ou abrir um sistema de franquia”, diz. “Por ora, a Fedex ganha mais dinheiro do que nós quando um cliente manda um livro de fora do país.”
‘USO JUSTO’
Essa facilidade para criar livros digitais já preocupa editoras: arquivos em PDF são facilmente pirateáveis.
“O serviço é de legalidade questionável”, diz Allan Adler, do setor jurídico da Associação de Editoras Americanas. “Se tenho a cópia de uma obra no meu computador, posso anexá-la a um e-mail e enviá-la a um amigo. Ele terá uma cópia nova, e eu ainda terei a minha”, acrescenta.
Segundo o advogado, a lei atual de direitos autorais já permite que editoras tentem notificar a nova empresa para impedir que determinado livro seja escaneado. 
 A 1DollarScan diz que a lei considera “uso justo” criar arquivos digitais para uso pessoal. No contrato de serviço, em todo caso, a empresa se exime de responsabilidade sobre o que é feito com o PDF após a entrega.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Novo instrumento de avaliação de cursos de Graduação no Brasil (Diário Oficial da União de 13/dez/2011)


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Colegas brasileiros,

O Ministério da Educação (MEC), Brasil, publicou no Diário Oficial da União de 13/dezembro/2011 a Portaria Nº 1.741, de 12/dezembro/2011, que "Aprova, em extrato, os indicadores do Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação nos graus de tecnólogo, de licenciatura e de bacharelado para as modalidades: presencial e a distância, do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - SINAES."

"O MINISTRO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO [...] resolve:
Art. 1º Aprovar, em extrato, os indicadores do Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação nos graus de tecnólogo, de licenciatura e de bacharelado para as modalidades: presencial e a distância, anexo a esta Portaria.
Art. 2° O Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação a que se refere o art. 1º será utilizado para acompanhamento da qualidade da oferta, aplicado pelas comissões in loco [...]"

Os indicadores específicos relacionados às bibliotecas, na avaliação dos CURSOS são:
Indicador 3.6 - Bibliografia básica;
Indicador 3.7 - Bibliografia complementar;
Indicador 3.8 - Periódicos especializados.

Para ver a Portaria na íntegra, acesse:
http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&
pagina=45&data=13/12/2011

Para ver o Instrumento na íntegra (de dez/2011), acesse: http://download.inep.gov.br/educacao_superior/avaliacao_cursos_graduacao/
instrumentos/2011/indicadores_tecnologo_licenciatura_bacharelado_SINAES.pdf

O instrumento de avaliação de CURSOS complementa os Instrumentos para Avaliação das INSTITUIÇÕES de Educação Superior, estes últimos revisados em setembro de 2010, e que são adotados para Avaliação Institucional Externa (Recredenciamento) e Avaliação para credenciamento de Instituições de Ensino Superior (IES) no Brasil:
http://portal.inep.gov.br/superior-avaliacao_institucional-instrumentos

Os instrumentos de avaliação institucional incluem os critérios de avaliação das BIBLIOTECAS das IES:
Indicador 3.6 - Biblioteca: instalações para o acervo e funcionamento
Indicador 3.7 - Biblioteca: informatização
Indicador 3.8 - Biblioteca: política de aquisição, expansão e atualização do acervo

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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Livros digitais: O futuro?


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Os livros digitais estão a ganhar terreno e a começarem a fazer parte do quotidiano das escolas. Em Corrèze, França, iPads foram distribuídos por alunos do sexto ano.
Enquanto nos países desenvolvidos as novas tecnologias entram nas escolas, nos países em desenvolvimento, como a Colômbia, os materiais didácticos mais convencionais são quase inexistentes.
Para mitigar as necessidades nas comunidades rurais surgiu a biblioteca itinerante Biblioburro....  

Fonte: Euronews

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Holy writ


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Porque há histórias que merecem ser lidas fica aqui a história de um pequeno livro que foi escrito vai para 1300 anos...
What is remarkable is not the price; though a record for a religious book, it is still considered a bargain (the Rothschild "Book of Hours", an illuminated work dating from 1505, fetched £8.6m at auction in 1999). Nor is it a shock that the funds have all come from philanthropic sources, given Britain's newly whetted appetite for private giving (see chart below). The real story is the object itself.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

É hoje


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Hoje, pelas 22.00h, na Biblioteca Municipal de Valença é apresentado o livro "Astronomia Num Minuto". Será feita uma apresentação da obra pelos autores e de seguida uma sessão de perguntas e respostas sobre os temas mais actuais relacionados com a astronomia.

domingo, 8 de maio de 2011

Torre de Babel com 30 mil livros erguida em Buenos Aires


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Uma Torre de Babel com 25 metros de altura, construída em espiral com 30 mil livros de todas as línguas, foi erigida numa praça do centro de Buenos Aires por iniciativa da artista argentina Marta Minujin.


"A ideia é unir todas as raças através do livro", explicou a artista sobre a sua obra monumental que será inaugurada, próxima na quarta-feira, e "existirá" na praça San Martin até ao final do mês.

A artista decidiu criar esta Torre de Babel, porque Buenos Aires é a Capital Mundial do Livro 2011, proclamada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).

A partir de quinta-feira, os seus sete andares podem ser subidos gratuitamente por grupos de até 100 pessoas e a visita será acompanhada por uma banda sonora criada por Marta Minujin, que dá a ouvir a palavra "livro" em todas as línguas do mundo.

Perto de metade dos livros que serviram de "tijolos" para a construção da torre foi oferecida por 50 embaixadas em Buenos Aires, mas a outra metade vem de doações de milhares de pessoas mobilizadas graças a uma campanha pública para esta "obra de participação maciça", nas palavras da artista.

No último dia de exposição da peça, 28 de Maio, os visitantes podem escolher um livro na língua da sua preferência e levá-lo.

Alguns dos outros livros serão dados a bibliotecas e os restantes serão catalogados e formarão a primeira colecção multilingue da capital argentina, baptizada como Biblioteca de Babel, em homenagem à "criatividade e à cultura de todos os povos do mundo", indicou.

No rés-do-chão da torre, podem ver-se obras de literatura, história e geografia mundiais. O primeiro e o segundo andares são dedicados a livros do continente americano, o terceiro e o quarto à Europa, o quinto e o sexto à Ásia.

Esta Torre de Babel lembra uma outra criação de Marta Minujin, o Partenon dos Livros, construído em 1983 em Buenos Aires com títulos proibidos durante a ditadura militar (1976-83), para uma reflexão sobre a censura.

Conhecida pelas suas criações "habitáveis" formadas por outros materiais como almofadas ou garrafas, que convidam o público a entrar na obra para a viver, Marta Minujin é uma pioneira do maior movimento artístico dos anos 1960 na Argentina, o Institut Di Tella.

Fonte: JN

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Estudantes recolhem livros para jovens


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A Associação Académica de Coimbra (AAC) começou a promover desde o dia 7 de Outubro uma recolha de livros para crianças e jovens dos seis aos 20 anos. O objectivo passa por estimular a leitura nessas idades. A entrega dos livros será feita a 8 de Novembro.

A recolha será feita nos núcleos de estudantes dos departamentos da Universidade de Coimbra e na recepção do edifício da AAC e reverte para as crianças e jovens da Comunidade São Francisco de Assis. “Trabalhamos com várias instituições mas optámos por esta porque abrange todas as idades, desde a infância até aos 20 anos”, justifica a coordenadora-geral do pelouro da Intervenção Cívica da Direcção-Geral da AAC, Patrícia Damas.

Na iniciativa foram excluídos os manuais escolares. Patrícia Damas conta que a Comunidade já tem uma biblioteca vasta nesta área e que não é um género que esteja em falta. ?Preferimos que nos mandem outro tipo de livros, como romances ou dramas, que incentivem estes jovens à leitura?, explica a jovem.

Os espaços para deixar os livros vão estar disponíveis nos núcleos de estudantes dos departamentos até 19 de Outubro. Na recepção da AAC poderão ser entregues até dia 27. A 8 de Novembro, Patrícia Damas afirma que a AAC vai passar uma tarde com as crianças e jovens da Comunidade São Francisco de Assis para lhes entregar os livros recolhidos.

A responsável do pelouro da Intervenção Cívica da AAC afirma não ter uma ideia de quantas obras poderão ser recolhidas, mas está esperançada num bom resultado. “Esperamos que haja muitos e muito variados. As outras recolhas que temos feito este ano, como por exemplo de roupa, têm corrido bastante bem”, ressalva.

O presidente da Direcção-Geral da AAC, Miguel Portugal, destaca o trabalho feito pelo pelouro da Intervenção Cívica ao longo do mandato, iniciado em Janeiro deste ano, e pretende que a recolha de livros ajude a incrementar hábitos de leitura.

Fonte: JN

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Correntes d'Escritas - Póvoa de Varzim


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Começou hoje e já atribuiu o Prémio Literário Casino da Póvoa a Maria Velho da Costa pela obra Myra. O anúncio foi feito há momentos na Sessão Oficial de Abertura, no Casino da Póvoa.

Vá acompanhando o evento aqui.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Depois do furacão Parma


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Foi neste estado que o tufão Parma deixou os livros de uma escola de Marikina, nos arredores de Manila, nas Filipinas.

Fotografia: Cheryl Ravelo/Reuters | Fonte: Público

terça-feira, 2 de junho de 2009

UE quer saber se livros do Google violam direito de autor


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A Comissão Europeia vai investigar se o projecto de digitalização de livros que o Google está a levar a cabo nos EUA viola os direitos de autor de escritores europeus.
Tudo começou com uma tomada de posição de políticos alemães, hoje conhecida por “Recurso Heidelberg”.

Neste recurso, foram dadas a conhecer preocupações quanto à violação dos direitos de escritores europeus, que o projecto de digitalização e distribuição de livros do Google poderá ter levado a cabo nos EUA.

Ontem, Vladimir Tosovsky, ministro da Indústria Checo, enquanto representante da presidência Checa da UE, anunciou, em declrações reproduzidas pela PC Pro que «a Comissão Europeia vai estudar cuidadosamente a questão e, se for necessário, tomar posições».

A declaração do representante checo vem dar seguimento às suspeitadas levantadas pelo «Recurso Heidelberg», que terá ganho, entretanto, aliados políticos na França e no Reino Unido.

O projecto do Google visa a digitalização e distribuição de milhões de livros através da Net. O “rei” dos motores de busca terá assinado um acordo com várias editoras para o efeito, não se livrando da polémica e de um processo nos tribunais norte-americanos.

O acordo prevê a digitalização e distribuição de livros já editados em papel contempla uma alínea que permite que autores/editores que estejam em desacordo saiam do “cardápio” livreiro do Google.

Para os responsáveis pelo «Recurso Heidelberg» o líder dos motores de busca não terá feito tudo para acautelar os direitos dos autores europeus: «A acções do Google são inconciliáveis com os princípios da lei de autor da UE, que estipulam que o consentimento do autor tem de ser obtido antes dos seus trabalhos serem reproduzidos ou tornados públicos na Internet.», lê-se no documento apresentado pelos políticos alemães.

O Google não perdeu tempo a reagir – desta feita, a agradecer a hipótese de explicar à Comissão Europeia o acordo que firmou com escritores e editores norte-americanos.

Fonte: Exame Informática

domingo, 28 de dezembro de 2008

Alto preço do livro em Portugal


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Lobo Antunes critica preços dos livros
Fonte: Jornal de Notícias. Data: 28/12/2008
URL: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=1064110
O escritor António Lobo Antunes considerou sábado no Porto que os livros em Portugal são "indecentemente caros", referindo que "há países com maior poder de compra onde são muito mais baratos", como Alemanha, Holanda e Noruega.
O autor de "Arquipélago da Insónia", publicado este ano e que já vai na sétima edição, falou durante a cerimónia em que recebeu o Prémio Clube Literário do Porto, com um valor pecuniário de 25.000 euros.
Lobo Antunes, de 68 anos, foi apresentado pelo jornalista, comentador e professor Carlos Magno como um autor que "escreve sobre a contemporaneidade como poucos o fazem neste país", fazendo uso de uma "ironia absolutamente a toda a prova".
O escritor disse que não podia deixar de estar no Porto para receber o prémio, por ter "uma dívida de gratidão muito grande para com a cidade", que vem do tempo em que esteve internado num hospital lisboeta, a lutar contra um cancro.
"Quando há dois anos estive muito doente, recebi sete, oito mil cartas e a maior parte eram do Porto. Isso é uma coisa que nunca poderei pagar", explicou.
O autor falou sobre a sua doença, a morte, a escrita, a cultura, a guerra, o preço dos livros, entre outros temas.
Disse por exemplo que os governos pouco têm feito pela cultura desde o 25 de Abril de 1974.
"Quem tem trabalhado com a cultura são as autarquias e são fundações" como aquela a que está ligado o Clube Literário do Porto, a Fundação Dr. Luís de Araújo, defendeu.
Como autor, o que o move é "tentar colocar em palavras o que por definição é impossível contar em palavras, como as emoções ou os impulsos".
Lobo Antunes evocou Ernesto Melo Antunes, que foi um dos ideólogos do 25 de Abril e morreu há nove anos, tendo mantido com ele uma grande amizade.
"A morte de um amigo é uma coisa irreparável", resumiu, para depois acrescentar que "o que aparece nos livros são estas coisas todas, ou seja, a vida".
"Os portugueses vivem tão mal e os livros são tão indecentemente caros!", criticou, em seguida, frisando que "que quem lê não são as classes altas, é a classe média baixa, como se pode observar nas feiras do livro".
O presidente da Fundação Dr. Luís de Araújo, Augusto Morais, ofereceu a Lobo Antunes um elefante prateado, que definiu como sendo "uma provocação à memória" do escritor.
O autor de "Memoria de Elefante", o seu primeiro livro, lançado em 1979, recordou que ninguém, na altura, queria publicar este livro, que acabou por ser um êxito editorial.
Perante uma plateia constituída por várias dezenas de pessoas, entre elas muitos jovens, Lobo Antunes falou sobre a sua experiência enquanto doente com um cancro, dizendo que viveu então "uma mistura de sentimentos" e que passou depois "dois meses sentado numa cadeira, completamente vazio".
Segundo Lobo Antunes, a doença deu-lhe outra perspectiva sobre a vida.
"A gente passa a jogar com as cartas para cima; não há nada para esconder", sustentou.
António Lobo Antunes revelou à comunicação social que poderá haver um novo livro seu "talvez para o fim do ano que vem".
"Não depende só de mim, penso que sim, se for capaz de o acabar", completou.
O Prémio Clube Literário do Porto tem "um significado muito maior do que um prémio no estrangeiro, por maior nome que o prémio tenha".
"É para as pessoas do meu país que eu escrevo", justificou.
Esta é a quarta edição do Prémio Clube Literário do Porto, que nos anos anteriores distinguiu os escritores Mário Cláudio, Armando Baptista Bastos, e Miguel Sousa Tavares.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Vendas de livros atingem 17% do comércio eletrônico


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Vendas de livros representam 17% do e-commerce
Fonte: Jornal do Brasil. Data: 05/06/2008

Rio - O comércio eletrônico no ano passado teve 17% de sua participação das vendas de livros, de acordo com dados da consultoria e-Bit. Seguindo essa tendência, o grupo editorial Ediouro, que tem 10 selos, acompanha a migração dos leitores e cria atrações para os internautas apaixonados por literatura. O diálogo com blogueiros e comunidades em sites de relacionamento fazem parte do projeto.

O produto está no alto das listas de mais vendidos pela Internet no Brasil.

- O segmento de livros é muito suscetível ao boca a boca, já que as pessoas decidem a compra após uma boa indicação. Se estão todos online, o poder de viralização e a influência de um leitor sobre o outro são potencializados - afirma Daniel Deivisson, diretor da agência especializada em marketing digital.

O comércio eletrônico está crescendo na esteira da ampliação de internautas. Em 2007, o aumento chegou a 43% e o número de consumidores que experimentaram a compra online chegou a 9,5 milhões. Em 2006, eram 7 milhões. Para 2008, a previsão é de 12 milhões de compradores e alta de 45%. Os números são da Consultoria E-Bit que também prevê, já para o primeiro semestre de 2008, que o número de consumidores online chegue a 10,5 milhões.

O perfil de consumidores online também está mudando. As classes C e D aproveitam o aumento da renda real e a isenção de impostos do Governo para reforçar os números de internautas. O preço da banda larga em queda também contribui para a transformação. A confiança nos mecanismos de segurança do comércio virtual e as facilidades de crédito são apontadas como fatores decisivos nesta alta.

- Os leitores se tornaram formadores reais de opinião e influenciam uns aos outros continuamente em redes de relacionamento e blogs. Isso pode se tornar uma grande ameaça ou uma oportunidade para empresas com suas marcas e produtos - defende Deivisson.

Os dados também apontam que 25 a 40% dos consumidores pesquisam na Internet antes de comprar em lojas reais ou virtuais. Eles buscam informações mais aprofundadas sobre produtos, lojas e fazem comparações de preços. Para atender a esse público, as páginas criadas pela Frog terão informações extras sobre os autores, sinopses dos livros e ainda capítulos gratuitos para baixar.

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