Mostrar mensagens com a etiqueta bibliometria. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta bibliometria. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 10 de abril de 2012

Evento: Bibliometria e Cientometria


0 Comentários


URL: www.ufrgs.br/ebbc2012

A Bibliometria e a Cientometria têm na informação científica e tecnológica seus principais objetos de investigação, configurando-se como campos científicos relativamente novos. Internacionalmente elas já se encontram mais organizadas desde os anos 60 e 70.

No Brasil os estudos iniciaram na década de 70. O processo de consolidação tem sido conduzido por pesquisadores da Ciência da Informação e também de outras áreas. Essa característica multidisciplinar ficou evidenciada na primeira e na segunda edição do Encontro Brasileiro de Bibliometria e Cientometria, realizadas no Rio de Janeiro e em São Carlos – SP, em 2008 e 2010, respectivamente, quando participaram pesquisadores de diferentes áreas da ciência que desenvolvem pesquisa sobre o tema. Nos eventos anteriores foram abordados assuntos como: aspectos teóricos e metodológicos; caráter multidisciplinar dos estudos cientométricos; indicadores bibliométricos e cientométricos para a política e gestão de CT&I; interface com a sociologia e a história da ciência; redes sociais e bibliometria.

Após esses encontros, a comunidade científica da área percebeu uma maior interação entre os estudiosos. Os eventos serviram para promover maior diálogo entre os pesquisadores, aprofundar a discussão de assuntos relacionados à ciência brasileira e aperfeiçoar os métodos e técnicas aplicados à área.

O 3º Encontro Brasileiro de Bibliometria e Cientometria surge como estratégia para dar continuidade aos estudos nesse campo de conhecimento, uma vez que se observa uma demanda crescente por eles. Entender e conhecer todas as nuances e a diversidade das áreas de Bibliometria e Cientometria são passos fundamentais para unificar os esforços e consolidar a identidade acadêmico-científica no país.

O evento será realizado no período de 27 a 29 de agosto, no Centro de Convenções da FAURGS, em Gramado, RS.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

CiteSeerX


0 Comentários

http://citeseerx.ist.psu.edu/

O CiteSeerX surgiu em 1997, quando foi criado no Instituto de Pesquisas NEC, na Princeton University. Ele foi a primeira biblioteca digital com um mecanismo de busca que provê a indexação automática de citaçoes e a ligação entre citiçoes utilizando o método de indexação de citações autônomas. A biblioteca é focada principalmente na literatura em ciência da computação e da informação, e os parceiros do projecto incluem a Universidade Estadual da Pensilvânia, a Universidade de Arkansas, e a Universidade Rei Saud. Os visitantes primeiramente podem conferir no sítio as áreas mais citadas [“Most cited”] para identificar os documentos mais consultados, os autores e as citações. Em seguida, o visitante também poderá realizar as suas próprias buscas bibliográficas, utilizando o sistema de busca existente. Além disso, os visitantes são incentivados a entrar no sistema para criar o seu próprio perfil para que possam guardar as suas buscas mais importantes.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Periódicos indexados no ISI WOS


0 Comentários

A Thompson Reuters acaba de divulgar a lista dos periódicos indexados no ISI Web of Knowledge [URL: www.abecbrasil.org.br/includes/WoS_Journal_List_Sept_2009.xls]. Dos 11.261 periódicos indexados 123 são publicados pelo Brasil.
Murilo Cunha

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Cresce a produção científica brasileira


0 Comentários

Questão de qualidade
Fonte: Agência FAPESP. Data: 14/5/2009.
URL: http://www.agencia.fapesp.br:80/materia/10488/questao-de-qualidade.htm
Por Fábio de Castro
A ciência brasileira ganhou mais visibilidade global: o número de revistas científicas nacionais indexadas na base de dados internacional Web of Science-ISI (WoS) aumentou 205% entre 2002 e 2008.
A razão do aumento, de acordo com especialistas em cientometria e com a empresa Thomson Reuters, responsável pela WoS, é o crescimento do interesse mundial pela pesquisa científica brasileira, considerada de alta qualidade.
Esse aumento da presença brasileira na base WoS não significa que a produção científica nacional tenha crescido no mesmo percentual. Segundo pesquisadores da área de cientometria, ouvidos pela Agência FAPESP, a declaração do ministro da Educação Fernando Haddad de que teria ocorrido no Brasil um aumento de mais de 50% no número de artigos publicados em apenas um ano (de 2007 a 2008), o que seria inédito no país e no mundo, não se justifica.
Segundo José Claudio Santos, gerente regional da Thomson Scientific para a América do Sul, desde 2006 a empresa tem procurado agregar à base de dados uma maior quantidade de conteúdos da região. Com a inclusão de novos periódicos, a presença brasileira na base aumentou 56% de 2007 para 2008."A comunidade internacional estava cobrando isso, porque estão sendo divulgadas continuamente notícias sobre a excelente qualidade da produção científica brasileira, especialmente nas áreas de energias alternativas, agricultura e ciências sociais. Havia demanda por um conjunto de dados que não tínhamos na base e começamos a indexar informação", disse Santos à Agência FAPESP."O que aumentou foi a presença latino-americana na base de dados e o Brasil liderou esse processo de crescimento, o que é excelente. Mas isso não ocorreu devido aos investimentos do governo em ciência, como foi dito. Os investimentos continuam baixos.
A razão maior foi que nos dois últimos anos foram indexadas novas revistas", disse Rogerio Meneghini, coordenador científico do programa Scientific Electronic Library Online (SciELO), criado em 1997 por meio de uma parceria entre a FAPESP e o Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme).Segundo Meneghini, além da nova orientação da Thomson para englobar países em desenvolvimento, a empresa tem concentrado o foco em áreas temáticas como mudanças climáticas, biodiversidade, saúde pública e algumas disciplinas das ciências sociais.
"O Brasil estava bem em todas essas áreas e, por conta disso, acabou se destacando entre os outros países do continente que ganharam mais espaço na WoS", explicou.
Em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo de 12 de maio, Meneghini desmentiu a versão que atribuía aos investimentos federais um suposto aumento na produção científica. Para ele, é possível que o governo tenha se equivocado ao deparar com os dados da WoS."Os dados sobre o aumento da indexação de periódicos brasileiros na WoS não estão disponíveis na internet. Eu os obtive à parte. Quando o governo alardeou os números como se fossem fruto de seus investimentos, logo percebi o equívoco. Acredito, supondo boa fé, que eles tenham se empolgado com os ótimos números e assim chegaram a conclusões erradas", afirmou um dos principais especialistas brasileiros em cientometria.
Meneghini destaca que mais investimentos públicos nas revistas científicas brasileiras poderiam aumentar ainda mais a visibilidade da ciência nacional."Seria preciso criar certas políticas. Não basta investir dezenas de milhões de dólares anualmente para manter um portal que dá aos cursos de pós-graduação acesso às revistas nacionais - embora esse seja um produto importante. É preciso também investir nas revistas nacionais, o que não é feito", afirmou.
De acordo com Santos, os critérios da Thomson para a indexação de revistas impressas e eletrônicas permanecem os mesmos. "Só são indexadas na base as revistas que obedecem a cinco critérios básicos: habilidade de publicar e distribuir a tempo; uso de convenções internacionais para a parte editorial; publicação preferencial em inglês; conteúdo editorial - como resumos e palavras-chave - também em inglês; e diversidade internacional", explicou o responsável pela área comercial, editorial e de estudos bibliométricos da Thomson no continente.
O aumento da participação latino-americana na base WoS, segundo Santos, foi de 154% entre 2002 e 2008. "Em 2002, tínhamos 63 revistas do continente indexadas. Fechamos 2008 com 160, sendo 64 delas revistas brasileiras.
De todos os países - Brasil, México, Chile, Argentina e Colômbia -, o Brasil foi o que mais teve aumento no número de indexações: 205%."Conclusões distorcidasPara Leandro Innocentini Lopes de Faria, professor do Departamento de Ciência da Informação do Centro de Educação e Ciências Humanas da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), independentemente da maneira como foi divulgado, o aumento da presença brasileira na WoS é animador - com a nova situação, o país passa da 15ª para a 13ª posição entre os países com mais artigos publicados na base de dados."A maneira de divulgar é que foi um tanto estranha, já que o suposto crescimento da produção científica era artificial, provocado pelo aumento do número de periódicos.
Mas a boa notícia é que a ciência brasileira ganhou mais espaço", afirmou o professor.Lopes de Faria é autor de estudo com base na WoS e no Portal Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que será publicado na próxima edição dos Indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação em São Paulo, da FAPESP.
"Nos indicadores que criamos, analisamos a produção científica considerando que a base de dados utilizada tem uma coleção constante. Se o universo de revistas é o mesmo, podemos calcular o crescimento da produção científica a partir dali. Entretanto, a partir do momento em que a WoS aumenta o número de revistas indexadas, não se pode mais comparar com o ano anterior, ou as conclusões ficariam obviamente distorcidas", afirmou.
Segundo Lopes de Faria, o banco de dados da WoS vinha sendo frequentemente utilizado para a produção de indicadores justamente por manter uma coleção constante de revistas. Em contrapartida, o ponto negativo da base era o fato de que esse conjunto, embora estável, tinha pouca representação de revistas brasileiras."A falta de periódicos brasileiros era muito criticada e agora está havendo um ajuste, deixando o conjunto mais representativo. Mas se trata de um momento de mudança, o que inviabiliza análises conclusivas neste momento. A base só poderá ser usada agora para avaliar o crescimento da produção científica dentro de alguns anos, a não ser que a WoS faça uma inclusão retroativa das edições das novas revistas indexadas que foram publicadas nos últimos anos", explicou.
Importância do SciELO
Segundo Abel Packer, diretor da Bireme e um dos idealizadores do SciELO, ao lado de Meneghini, a melhora na qualidade dos periódicos nacionais foi decisiva para o aumento de sua presença na WoS."Embora tenham ampliado os critérios, eles não os relaxaram. O fato é que há uma grande melhora nos periódicos, que vem sendo explicitada pelo SciELO. Com isso, ficou impossível para os organismos internacionais ignorar a ciência que vem sendo feita no Brasil", afirmou.
Para Packer, o programa apoiado pela FAPESP teve um papel proativo no registro de um aumento das publicações científicas latino-americanas. "O SciELO demonstrou que temos um conjunto significativo de periódicos de qualidade que merece indexação internacional. Temos contribuído para dar às revistas brasileiras maior visibilidade nacional e internacional, o que se reflete em um número grande e crescente de downloads de artigos nas coleções SciELO, além do aumento do número de citações, que reflete o impacto dessa produção científica", disse.
Ao longo do desenvolvimento da coleção SciELO, uma série de periódicos atingiu um número de fator de impacto maior que 1, algo então inédito no país. Isso se deveu, segundo Packer, à constante avaliação crítica feita pelo programa em sua seleção de artigos, cuja consequência é uma melhora de qualidade gradual dos periódicos."Gostaria de fazer uma crítica aos índices internacionais como a WoS, que sempre olharam nossos periódicos como produtos de segunda categoria. Chamávamos há muito tempo a atenção para que nossas revistas tivessem uma cobertura mais ampla devido à sua qualidade. Finalmente obtivemos sucesso, mas essa mudança chegou bem tarde", destacou.
Mais qualidade
Para a cientometrista Jacqueline Leta, professora do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a notícia de que o Brasil agora passa a ser o 13º país do mundo com mais artigos publicados na WoS deve ser comemorada."É uma excelente notícia. O que é ruim é a forma como foram apresentadas as causas desse crescimento - ele foi causado muito mais pela inserção de mais periódicos na base WoS do que por um aumento das publicações.
A Capes tem grandes méritos, mas não fez nada sozinha", disse.Essa indexação de novos periódicos brasileiros, segundo ela, foi resultado de uma grande negociação e muitas articulações feitas entre a Thomson e a comunidade científica brasileira."Houve todo um processo editorial que levou à melhora em todos os quesitos das revistas, desde a submissão até a publicação. Tudo isso garantiu a esse periódicos uma avaliação melhor. Se não tivessem qualidade, também não entrariam na base", apontou.
Segundo Jacqueline, é preciso ressaltar que as bases como a WoS têm limites de catalogação de periódicos. Por isso seus organizadores restringem a indexação às revistas com maior reconhecimento mundial. "As bases fazem um recorte na literatura científica mundial. Não haveria capacidade técnica ou econômica para incluir todos os periódicos do mundo", explicou.
Os periódicos dos Estados Unidos, segundo Jacqueline, tradicionalmente dominam as bases de dados da WoS. "Se pensarmos em termos demográficos, talvez a China tenha o maior número de periódicos do mundo, mas não está representada de forma tão concentrada como outros países de grande tradição científica. Por isso, a produção científica de um país não é necessariamente proporcional ao número de artigos publicados na base. Os números precisam sempre ser entendidos levando-se em conta a dimensão da base", disse

sábado, 21 de março de 2009

Classificação dos periódicos em Humanidades


0 Comentários

Fontes: Revista Pesquisa FAPESP, artigo: Não à hierarquia, Edição Impressa 157 - Março 2009 e URL da Capes:http://www.capes.gov.br/servicos/sala-de-imprensa/36-noticias/2550-capes-aprova-a-nova-classificacao-do-qualis


Editores europeus de revistas acadêmicas de disciplinas ligadas às humanidades insurgiram-se contra uma tentativa de enquadrá-los em critérios consagrados na avaliação das ciências e engenharias.
Um manifesto conjunto assinado pelos responsáveis por 61 periódicos foi proposto um boicote ao European Reference Index for the Humanities (ERIH), um índice criado pela European Science Foundation que pretendia graduar cerca de 12 mil publicações do velho continente em três categorias, de acordo com seu impacto e disseminação: A (alto nível internacional), B (nível internacional padrão) e C (publicações de importância regional).
Critério semelhante é usado no Brasil para valorizar periódicos na produção intelectual da pós-graduação. O Qualis, da CAPES/Ministério da Educação, é fruto do conjunto de procedimentos utilizados para estratificação da qualidade dessa produção. O Qualis afere a qualidade dos artigos e de outros tipos de produção, a partir da análise da qualidade dos veículos de divulgação, ou seja, periódicos científicos e anais de eventos.
A classificação da CAPES de periódicos é realizada pelas áreas de avaliação e os periódicos são enquadrados em indicativos da qualidade como: A1, o mais elevado; A2; B1; B2; B3; B4; B5; C - com peso zero.
Segundo a revista Social Studies of Sciences, a adoção de um índice de classificação europeu é imprópria por dois grandes motivos. Um deles seria a baixa representatividade acadêmica dos que seriam encarregados de classificar os jornais. A segunda e mais importante é que os periódicos em ciências humanas e sociais são diversos, heterogêneos e distintos como o é o objeto de seu estudo e seus diferentes contextos. Alguns se dirigem a conjuntos amplos, gerais e internacionais de leitores, outros são mais especializados em seus conteúdos e audiência implícita.
Confunde-se internacionalidade com qualidade de uma forma particularmente prejudicial para periódicos publicados em outras línguas que não o inglês, diz o editorial assinado pelos editores das 61 publicações europeias.
Iniciativas de classificar a qualidade de periódicos podem tornar-se profecias autorrealizáveis. Se forem adotadas como base para as decisões de agências de financiamento, muitos pesquisadores concluirão ter pouca escolha e limitar suas publicações, unicamente, a periódicos da primeira divisão. Existirão menos periódicos, com muito menor diversidade, empobrecendo assim nossas disciplinas.
O modelo prejudicaria também os jornais de nível A, ao inundar as mesas dos editores com um número desproporcional de submissões de artigos. Entre os pesquisadores das humanidades da Europa é persistente uma visão segundo a qual os critérios bibliométricos, como números de artigos e citações, não são seguros para atestar a qualidade e a validade da produção acadêmica de um periódico.
O texto, europeu, assinado pelos 61 editores deixa transparecer essa desconfiança, ao falar de uma “contabilidade supostamente precisa” ou dizer que o modelo de atribuição de valor qualitativo baseia-se numa incompreensão fundamental da conduta e da publicação da pesquisa nas humanidades em geral.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Encontro Brasileiro de Bibliometria e Cientometria


2 Comentários

Os estudos brasileiros nas áreas de Bibliometria e Cienciometria iniciaram-se nos anos de 1970. Passadas mais de três décadas são os esforços e interesses individuais que marcam o processo de consolidação nestas áreas, ainda em andamento.
Hoje, além da característica multidisciplinar, estas áreas se distinguem por serem compostas de um reduzido e disperso número de grupo de pesquisadores, trabalhando, na maior parte dos casos, de forma isolada ou com baixa interação.
É, portanto, dentro deste contexto que o 1º ENCONTRO BRASILEIRO DE BIBLIOMETRIA e CIENCIOMETRIA (EBBC) foi pensado como uma primeira estratégia para (a) reunir e socializar os diferentes grupos de pesquisa que vem atuando nestas áreas no Brasil e (b) discutir não apenas as atuais tendências e carências das áreas mas, particularmente o futuro destes estudos no país.
Além destes objetivos, a realização do EBBC servirá de experiência preparatória para o evento internacional da International Society of Scientometrics and Informetrics, que se realizará no Brasil, no Rio de Janeiro, em julho 2009.
A programação do 1º EBBC, agendada para os dias 14, 15 e 16 de setembro de 2008, está inserida na programação oficial do 8º Congresso Regional de Informação em Ciências da Saúde (CRICS), organizado pela FIOCRUZ e pelo Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde. Assim, dentro do CRICS, o 1º EBBC seguirá uma estrutura de Conferências e Mesas-redondas, onde as principais finalidades das áreas de Bibliometria e Cienciometria serão apresentadas e discutidas. A inserção do EBBC na programação do CRICS traz inúmeros benefícios, tal como, a facilidade de contar com toda a infra-estrutura necessária para a realização do evento, que se realizara no Centro de Convenções .
Detalhes sobre o 1º EBBC podem ser encontrados no site: http://bvs5.crics8.org/php/level.php?lang=pt&component=52&item=1, que dá acesso ao site do CRICS, onde estão informações sobre inscrições, programação geral, etc.

Arquivo

Categorias