Mostrar mensagens com a etiqueta Internet. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Internet. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

A pesquisa no Google está mais inteligente


1 Comentários

O Gráfico do Conhecimento da Google já chegou a Portugal. Esta nova forma de pesquisar consegue "perceber" como as coisas se relacionam aproveitando a inteligência coletiva da Internet.

Já chegamos à verdadeira web semântica? Se não, pelo menos as pesquisas acabaram de se tornar mais "inteligentes": a Google acabou de alargar a abrangência do Gráfico do Conhecimento a Portugal. Este modelo de pesquisa vai além da análise de palavras-chave e utiliza a inteligência coletiva da Internet para "perceber" quais as relações que se podem formar entre as coisas no mundo "real".

Segundo a própria Google, este é apenas o primeiro passo "rumo ao desenvolvimento de uma nova geração de pesquisa que entende o mundo um pouco melhor". Esta tecnologia ajuda o motor de pesquisa a perceber melhor o mundo do ponto de vista "humano" e real, triangulando informações que se possam relacionar entre si, pois nem sempre a melhor resposta a uma pergunta reside numa entidade individual, passando antes por um conjunto de respostas interligadas.

Assim, o motor de busca deixa de procurar, em links, os caracteres que utilizamos como palavras-chave nas pesquisas e passa a tentar entender as relações que existem entre as palavras e a sua representação no mundo real, tornando as pesquisas mais assertivas.

Este é um "modelo inteligente" (um gráfico), que "percebe as entidades do mundo real e o seus relacionamentos com outras entidades".Esta tecnologia utiliza, ainda, as pesquisas que fazemos a favor da próxima pesquisa que for feita, usando o que foi escolhido numa pesquisa anterior sobre a mesma temática para "adivinhar" qual será a informação mais útil sobre o tema na próxima pesquisa relacionada.

O Gráfico do Conhecimento é "baseado em fontes públicas", como a Freebase, a Wikipédia e o CIA World Factbook, mas também utiliza uma "base de conhecimento estruturado", obtido através das pesquisas que as pessoas vão fazendo na Internet todos os dias. Desta forma, o gráfico do conhecimento já contém "mais de 570 milhões de entidades e 18 mil milhões de facto".

Com isto, a Google pretende deixar de ser um motor de busca para passar a ser um "motor de conhecimento". O Gráfico do Conhecimento deverá começar a aparecer nas pesquisas em Portugal durante as próximas horas.

Fonte: JN

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Interoperabilidade Digital: IPv6 não é obrigatório na Administração Pública


0 Comentários

Num cenário de grande atraso na migração para o IPv6, o novo protocolo Internet não é considerado obrigatório para as comunicações da Administração Pública (AP) nacional. Este será provavelmente o dado mais desconcertante do Regulamento Nacional de Interoperabilidade Digital (RNID) aprovado recentemente pelo Governo e ontem publicado em Diário da República.

Com este regulamento, elaborado pela Agência para a Modernização Administrativa (AMA), o Governo quis estabelecer um conjunto de «especificações técnicas e formatos digitais definidos e mantidos por organismos internacionais».

E no portfólio de especificações e formatos digitais aprovado, o IPv6 é definido como o protocolo para as comunicações, mas não como «obrigatório». O IPv6 na AP é apenas «recomendado».

É uma falta de obrigatoriedade que contrasta com os sucessivos alertas de vários especialistas na área das redes de comunicações quanto a urgência de migração para o IPv6.

Já no final do ano passado, em entrevista ao iGOV, o presidente da Fundação para a Computação Científica Nacional (FCCN), Pedro Veiga, alertava para a necessidade de a AP «migrar com rapidez para o IPv6 porque o protocolo actual, o IPv4, está a esgotar os seus endereços. Nalgumas zonas do globo, como a Ásia/Pacífico, já se esgotaram os endereços. Na Europa espera-se que isso aconteça nos próximos meses e deveria ter havido um planeamento melhor relativamente à migração do IPv6».

Pedro VeigaMas na carteira de especificações e formatos agora definidos no RNID, o IPv6 não passa de uma recomendação. Segundo o texto da Resolução do Conselho de Ministros agora publicada, os itens recomendados limitam-se a «orientações que constituem boas práticas que devem ser aplicadas sempre que possível». Significa isso que na implementação de projectos de comunicações na AP, e respectivas adjudicações de equipamentos e serviços, o IPv6 não será uma condição obrigatória.

Também aqui, nas opções de compras públicas, o responsável da FCCN alertava, na entrevista ao iGOV, para os riscos de não se apostar no IPv6.

«Há organismos que há um/dois anos compraram equipamentos e não acautelaram a sua compatibilidade com o IPv6 e isto vai ser uma fonte de gasto desnecessário de recursos porque, se calhar, daqui a 2/3 anos num período em que os equipamentos ainda estariam na sua vida activa terão que ser substituídos», alertava Pedro Veiga.

E concluía: «Gastou-se mal o dinheiro porque não se fez um planeamento adequado da necessidade de migrar para o IPv6. Ou seja vão-se perder investimentos…»

Fonte: iGOV

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Evento: cultura pirata


0 Comentários


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Novembro 2012: eventos em Brasília


0 Comentários


A Sociedade da Informação inaugura uma nova era, marcada pela confluência da globalização com as tecnologias de informação e da comunicação-TICs. As profundas e rápidas transformações daí decorrentes atingem todos os setores e áreas e chegam ao cotidiano dos cidadãos, conectando tudo e todos. Esta “sociedade em rede”, como denomina o sociólogo Castells (1999), talvez seja a mais forte mudança cultural contemporânea, porque afeta “espaço e tempo, que são dimensões materiais fundamentais da vida humana” e “estão entrelaçados na natureza e na sociedade”. Nesse panorama transformador e transformado, informação e o conhecimento tornam-se protagonistas.

Nesse contexto, o setor produtivo enfrenta diretamente esses novos cenários e tendências internacionais e depende, diretamente, do monitoramento de informações internas e externas das empresas, para alcançar competitividade no mercado e atender às demandas por inovações nos seus produtos e serviços.

Os novos processos, estratégias e ferramentas gerenciais e tecnológicas para monitoramento de informações internas e externas das empresas, são objetos de estudo da Inteligência Competitiva e da Gestão do Conhecimento.

Os GECICs, iniciados em 1997, no Rio de Janeiro, e estendidos a outras capitais, tiveram como decorrência direta os Workshops Brasileiros de Inteligência Competitiva e Gestão do Conhecimento, que começaram em 1999, também no Rio de Janeiro, posteriormente oferecidos em outras capitais como Curitiba, São Paulo, Distrito Federal e Belém, onde foi realizado o 9º, em 2008.

O objetivo dos Workshops de I.C. e G.C é acompanhar a evolução do panorama nacional da área, no que diz respeito à aplicação de modelos de gestão de inteligência competitiva e à formação de recursos humanos nas empresas, de modo a contribuir para torná-las mais competitivas no mercado global e para seu crescimento sustentável.

 

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Fonte de informação sobre privacidade


0 Comentários



O Privacy Resources and Sites é uma boa fonte de informação que provê acesso às tecnologias e fontes de informação relacionadas com a privacidade na internet.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Ministério Público diz que copiar músicas e filmes na Net é legal


0 Comentários


Descarregar músicas e filmes na Internet através de redes de partilha de ficheiros é lícito, desde que não se destine a fins comerciais, considerou o Ministério Público.
 

Ministério Público diz que copiar músicas e filmes na Net é legal

 
De acordo com a "Exame Informática", o Ministério Público decidiu arquivar uma queixa apresentada em 2011 pela Associação do Comércio Audiovisual de Obras Culturais (ACAPOR) contra duas mil pessoas. Todas elas eram acusadas de descarregar cópias de produtos culturais em redes de partilha de ficheiros (P2P) no nosso país.

No despacho de arquivamento, a que a "Exame Informática" teve acesso, os responsáveis do Departamento de Investigação e Ação Penal do Ministério Público consideram que, "do ponto de vista legal", é lícita a realização pelos participantes na rede P2P para uso privado, ainda que se possa entender que efetuada a cópia, o utilizador não cessa a sua participação na partilha".

«Acresce que, do ponto de vista legal, ainda que colocando-se neste tipo de redes a questão do utilizador agir simultaneamente no ambiente digital em sede de upload e download dos ficheiros a partilhar, entendemos como lícita a realização pelos participantes na rede P2P para uso privado - artº 75º nº 2ª) e 81º b) do CDADC, - ainda que se possa entender que efetuada a cópia o utilizador não cessa a sua participação na partilha», refere o despacho.
A ACAPOR requereu a nulidade do inquérito que deu origem ao despacho.

sábado, 14 de julho de 2012

Vida média de uma página da internet


0 Comentários


Fonte: Library of Congress.
Autor: Nicholas Taylor.
Qual é a vida media de uma página web? As estimativas variam muito. Em 1997, um artigo publicado na Scientific American falava de 44 dias. Em 2001, um relatório da IEEE Computer sugeriu 75 dias; em 2003, um artigo do Washington Post falou em 100 dias. A determinação da vida media de uma página web é muito complicada e difícil de ser mensurada. Esta temática foi abordada por Nicholas Taylor, num dos blogs da Library of Congress.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Vaticano e Oxford digitalizam 1,5 milhões de páginas


0 Comentários

Algum do espólio das Bibliotecas do Vaticano e de Oxford vai estar disponível online gratuitamente. Foi anunciada uma iniciativa de digitalização de 1,5 milhões de páginas.

O projeto não é original, uma vez que várias outras bibliotecas já o fizeram anteriormente. Desta vez, são duas das bibliotecas mais antigas da Europa a anunciar a intenção de disponibilizar conteúdo online gratuitamente, noticia o Ars Technica. A iniciativa vai custar algo como três milhões de euros, da Fundação Polonsky, e deve demorar quatro anos até estar concluída.

Os trabalhos originais de Homero e Hipócrates e uma Bíblia do ano 1100 são alguns dos trabalhos que vão poder ser consultados pela Internet.

Fonte: Exame Informática

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Wikipédia lidera o ato de apagão da internet


1 Comentários



Fonte: Meio & Mensagem. Data: 18/01/2012.

Autor: Sergio Damasceno.

Google, Facebook, Wikipedia e Amazon estão entre as grandes empresas digitais que devem promover o primeiro apagão mundial da internet em protesto ante as propostas de legislação contra a pirataria da informática que está em debate nos EUA. O apagão está programado para esta quarta-feira, 18, e pode afetar os usuários desses e outros sites nos EUA e também no mundo. No centro da polêmica estão duas propostas - SOPA - Stop Online Piracy Act e PIPA - Protect Intellectual Property Act -, em debate pelo Congresso norte-americano. Essas propostas, se aprovadas, permitirão ao governo dos EUA e aos detentores de conteúdos intelectuais solicitar o fechamento de quaisquer sites se, porventura, entenderem que o conteúdo desses sites fere as leis dos direitos autorais. O Twitter, que também havia aderido ao protesto, recuou e não deve paralisar seus serviços.

O apagão não é oficialmente confirmado pelas grandes empresas digitais, exceto pelo Wikipedia. O Wikipedia é visitado, diariamente, por 25 milhões de pessoas. E, segundo a fundação Wikimedia, que o administra, ficará fora do ar as 24 horas desta quarta-feira, 18.No entanto, nos EUA, a NetCoalition, associação contrária ao SOPA, já avisou que há uma intenção de paralisar as operações. Entre as empresas associadas à NetCoalition, estão Google, PayPal, Yahoo, Twitter, Facebook, Wikipedia e Amazon. Se o Congresso norte-americano aprovar o SOPA e o PIPA, várias empresas digitais teriam que mudar suas operações para não ferir o direito de propriedade intelectual. É o caso do buscador do Google, que não poderia exibir nos resultados de buscas materiais protegido, por exemplo. Por outro lado, empresas como a News Corp., de Rupert Murdoch, Adidas e Ford, entre outras, defendem a aprovação do SOPA.

Pela proposta em debate, tanto anunciantes quanto empresas de pagamento automático ficam proibidas de manter relações com os sites cujo conteúdo seja avaliado como infrator de direitos autorais. À frente dessa proposta estão grandes empresas de mídia, como a própria News Corp. e também a indústria do entretenimento norte-americano. O presidente dos EUA, Barack Obama, sinalizou que não é completamente a favor de uma lei que poderia ferir a liberdade de expressão. Portanto, se o apagão digital se confirmar nesta quarta-feira, 18, o Congresso norte-americano, talvez, seja obrigado a rever as propostas altamente repressoras do SOPA e do PIPA.

IAB Brasil

No Brasil o protesto contra o SOPA ganhou o apoio do Interactive Advertising Bureau (IAB). O site da entidade no País saiu do ar desde as 14 horas desta quarta-feira, 18. Segundo comunicado, a meta é permanecer offline por oito horas, como forma de reforçar o descontentamento em relação a nova legislação norte-americana.




sexta-feira, 11 de novembro de 2011

3 milhões de portugueses acedem a redes sociais


0 Comentários

Segundo o Bareme Internet da Marktest, disponíveis no estudo Os Portugueses e as Redes Sociais 2011, 3 milhões de portugueses acedem a redes sociais. Assim se atesta a importancia dos centros de documentação afirmarem a sua presença nas redes sociais, se os nossos clientes estão lá, nós também o deveremos estar.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Acesso gratuito a 346 anos de ciência na Internet


0 Comentários

A britânica The Royal Society vai disponibilizar online os 346 anos da prestigiada "Philosophical Transactions", revista que teve colaborações de assinadas por cientistas como Charles Darwin, Isaac Newton ou Stephen Hawking.

Com mais de 350 anos de existência, a The Royal Society sempre foi uma montra da ciência. A sua revista "Philosophical Transactions", editada desde 1665, fez eco de milhares de estudos científicos. Mais concretamente, 60 mil investigações assinadas por Isaac Newton, Benjamin Franklin, Charles Darwin, Thomas Huxley, Michael Faraday, Robert Boyle ou Stephen Hawking, entre tantos outros.

"Não há nada mais necessário para promover os avanços dos assuntos filosóficos do que a comunicação dos mesmos", afirmou o primeiro director da revista, Henry Oldenburg, na carta com que apresentou aos leitores o número inicial de "Philosophical Transactions", publicado em 6 de Março de 1655.

Os objectivos passavam então por incentivar os cientistas a continuar a investigar e por fomentar o conhecimento dos cidadãos britânicos, e de outras partes do mundo, com os avanços da ciência, que seriam transmitidos "de forma clara e verdadeira".

A "Philosophical Transictions" acabou por cumprir a missão e foi a primeira publicação do mundo a seguir estritas normas de controlo e rigor. De facto, foi o director alemão Henry Oldenburg o primeiro a enviar os manuscritos que chegavam à revista a especialistas para que pudessem avaliar a qualidade dos estudos antes de serem publicados. Assim nasceu o jornalismo científico moderno.

Actualmente, a The Royal Society edita nove publicações, entre as quais a "Philosophical Transictions", editada ininterruptamente desde 1665. A estrutura da publicação actual é muito diferente da do século XVII, mas continua a reger-se pelos mesmos princípios de rigor e veracidade.

Notícia completa no JN

sábado, 27 de agosto de 2011

Leis para a web: Governo envia Marco Civil da Internet à Câmara


1 Comentários


Fonte: Consultor Jurídico. Data: 25/08/2011.

URL: www.conjur.com.br/2011-ago-25/governo-finalmente-envia-marco-civil-internet-camara-deputados

O Marco Civil da Internet finalmente virou projeto de lei e chegou à Câmara dos Deputados. O texto, enviado à Casa na quarta-feira (24/8), tramita sob o número 2.126/11 e ainda não tem relatoria. Também não foram escolhidas comissões para cuidar do PL.

A proposta começou a ser elaborada em 2009, por meio de uma consulta pública feita na internet. Por esse processo, de iniciativa do Ministério da Justiça, o governo recebeu sugestões, propostas e ideia de internautas, empresas, ativistas e juristas para a elaboração de um anteprojeto de lei. Esse anteprojeto foi chamado de Marco Civil da Internet e ficou em discussão, dentro do próprio governo, por mais de um ano. Na Câmara, o PL 2.126 é assinado pelos ministros José Eduardo Cardozo (Justiça), Miriam Belchior (Casa Civil), Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) e Paulo Bernardo (Comunicações).

O Marco Civil chegou à Câmara no mesmo momento em que os parlamentares discutiam outro projeto de lei, o PL 84/99, ou Lei Azeredo. Este cria 11 tipos penais de alta tecnologia no Código Penal brasileiro e vem causando polêmica desde que saiu do Senado e foi para a Câmara, no fim de 2008.

Críticos afirmam que a Lei Azeredo pode restringir a liberdade de expressão na internet, e dá margem a muitas interpretações divergentes em relação à guarda de logs (dado de acesso de um internauta à rede). O PL foi pauta de um seminário realizado nesta quarta-feira (24/8) na Câmara, em que se discutiu a necessidade de leis para a web e os possíveis efeitos da Lei Azeredo.

A chegada do Marco Civil apenas reacendeu o debate. A deputada Luiza Erundina (PSB-SP), que é coordenadora da Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e Direito à Comunicação, e umas das que sugeriu o seminário, entende que o PL 84 deve ser retirado da pauta. Segundo ela, a chegada do Marco Civil "é uma oportunidade de se retomar a discussão em outro patamar". A Lei Azeredo, para ela, "estabelece restrições muito profundas, o que pode comprometer o caráter democrático da internet".

Para o presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), a chegada do PL 2.126 não deve atrapalhar a Lei Azeredo. "Essa proposta já está em discussão há três anos. Não vamos suspender a votação, que deve acontecer em setembro. Não vamos trabalhar com a possibilidade de engavetar o projeto." Com informações da Agência Câmara.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Mario Vargas Llosa - Más información, menos conocimiento


0 Comentários

Um fantástico texto para ler e meditar...

"PIEDRA DE TOQUE. La imparable robotización humana por Internet cambiará la vida cultural y hasta cómo opera nuestro cerebro. Cuanto más inteligente sea nuestro ordenador, más tontos seremos nosotros" Mario Vargas Llosa, 31/07/2011, El País.


Depois de lerem o artigo vejam esta entrevista com o Nicholas Carr...

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Quantidade de dados na internet deverá quadruplicar até 2015


0 Comentários

Fonte: Correio Braziliense. Data: 02/06/2011.

Autor: Fernando Braga.



A quantidade total de tráfego que circula pela internet deverá quadruplicar até 2015 e atingir 966 exabytes (um exabyte equivale a um bilhão de gigabytes) por ano. Os dados foram divulgados pela empresa Cisco em um estudo que também prevê que nos próximos quatro anos aproximadamente 15bilhões de dispositivos estarão conectados à rede.

De acordo com a Cisco, o crescimento do tráfego IP global é impulsionado por quatros fatores. O primeiro deles é a proliferação de aparelhos que possibilitam a conexão à web como tablets, celulares, TVs e notebooks. Além disso, o aumento de usuários, da velocidade da banda larga e da quantidade de vídeos que circulam na internet são apontados como fatores que estimulam o tráfego on-line.

O estudo projeta que o tráfego global de vídeos avançados, incluindo TVs tridimensionais (3-D) e de alta definição (HDTV), aumente 14 vezes entre 2010 e 2015. Também prevê que a transmissão de dados por conexões móveis aumentará 26 vezes de 2010 até 2015, atingindo 6,3 exabytes por mês (ou 75 exabytes por ano).

terça-feira, 17 de maio de 2011

Seminário 'O Ambiente Digital Aberto: desafios e impactos' - 23 e 24 de Maio, Braga


0 Comentários

A Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas – Delegação Regional do Norte, em parceria com a Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva e a Tecminho, convida todos os interessados a participar no Seminário “O Ambiente Digital Aberto: desafios e impactos”, a decorrer no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, em Braga, nos próximos dias 23 e 24 de Maio.

O evento de dois dias está estruturado em quatro Painéis Temáticos (Ambiente Digital, Propriedade Intelectual em Ambiente Aberto, Acesso Aberto ao Conhecimento Científico e Arquivos Abertos), e contará com a presença de ilustres convidados, em representação de diversas entidades públicas e privadas, como a Universidade do Minho, a Universidade do Porto e a Universidade de Coimbra, a Agência para a Sociedade do Conhecimento, a Câmara Municipal de Famalicão, a Biblioteca Municipal de Oeiras, a Sociedade Portuguesa de Autores, a AGECOP – Associação para Gestão de Cópia Privada, e empresas especialistas na gestão de arquivos definitivos, gestão integrada de bibliotecas, gestão documental, repositórios digitais, e preservação digital.

As inscrições devem ser efectuadas em linha, nesta página. O preço de inscrição para os associados BAD é de 12.00€ e para os não associados 15.00€. As inscrições são limitadas.

Os participantes terão direito a um certificado de formação emitido pela TecMinho, entidade acreditada pela DGERT – Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Opinião: Browsers, o que se espera hoje da navegação web


0 Comentários

A opinião interessante de Sérgio Martinho, que trabalha na Microsoft, sobre os Browsers:

Quando assisto a uma peça de teatro, gosto obviamente de estar num edifício que aprecio, gosto que a peça seja apresentada num palco imponente, mas no fundo, são os actores o centro das atenções, são eles o motivo de eu lá estar. Obviamente que o palco deverá proporcionar todas as condições. Deve ser um sítio seguro, que garanta aos artistas um meio para expressarem a sua arte. Assim deverá ser o browser. Deverá ser o elo de interligação entre o utilizador e as miríades de sites existentes. Estes sim, quais artistas do teatro, devem estar preparados para envolverem o utilizador numa experiência enriquecedora.

O browser canaliza em si a forma de melhor partido tirar da Internet, qual caravela utilizada há 500 anos pelos navegadores portugueses que trouxeram novos mundos ao mundo.

Nos últimos anos, foram exponenciais as mudanças nesta área. A Web já deixou de ser um utilitário para ser uma ferramenta centralizada no utilizador. Os novos sistemas operativos proporcionam um elevar de novas experiências de utilização assentes nas riquíssimas capacidades gráficas e elevados níveis de interactividade. Aquilo que eu gostaria de ver era um nível indiferenciado de experiência verdadeiramente absorvente independentemente de estar a utilizar uma aplicação instalada no PC ou uma aplicação via browser. Neste ponto, há ainda muito a evoluir. Consigo obter muito mais da aplicação instalada do que da aplicação na Web. Há muito conteúdo que é apresentado de forma lenta, simplista, muitas das vezes nada intuitivo. Algo tem mesmo de mudar, algo está a mudar porque não é admissível que em média um browser apenas utilize 10% do poder computacional que um computador moderno tem ao seu dispor. Eu quero que os meus sites favoritos sejam o centro da minha experiência, quero que esses sites estejam verdadeiramente integrados com o sistema operativo de modo a se comportarem como uma aplicação nativa; quando esta interligação acontece, capacita o tão desejado libertar do verdadeiro potencial da Web.

Revejo-me a 100% nos dados compilados pelo estudo que a equipa msn.pt fez em Fevereiro passado sobre a utilização Web. Este estudo apontou 3 áreas que são de especial atenção: A Segurança, a Privacidade e a Experiência de Navegação.

Segurança: As motivações mais importantes para a escolha do browser em Portugal são em primeiro lugar a segurança (64%), logo seguida da rapidez (61%) e da facilidade de utilização (59%).

Privacidade: A privacidade é uma das maiores preocupações dos utilizadores em Portugal. 57% está preocupado com a possibilidade de alguém ver os sites que visitou.

Experiência de navegação: Os consumidores não estão impressionados com a qualidade dos websites: 95% dos inquiridos considera que os sites podem ser melhores. Para o futuro, de uma maneira geral, os utilizadores querem ver filmes em alta definição online (57%), e navegar em 3D (51%).

A melhor experiência de navegação é conseguida se o browser me permite navegar de uma forma rápida, em segurança e que seja fácil de usar.
Fonte: Exame Informática

terça-feira, 29 de março de 2011

Informação confidencial torna-se principal alvo de cibercrime


0 Comentários

A propriedade intelectual e a informação confidencial das empresas estão a tornar-se os principais alvos de ataques de cibercrime.

O estudo realizado pela companhia de segurança McAfee indica que os cibercriminosos estão a especializar-se no roubo de informação confidencial, que é, posteriormente negociada com terceiros. Segundo a BBC, a McAfee refere que se tem vindo a estabelecer um mercado interessado em informação específica e propriedade intelectual. A companhia de segurança acrescentou que o cibercrime que envolve o roubo de informação é dificilmente detetável, uma vez que basta fazer cópias de determinados documentos.

O relatório da McAfee afirma ainda que a transferência de informação para a cloud pode, também, tornar os dados mais vulneráveis a ataques cibercriminosos.

Fonte: Exame Informática

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Açores: Corvo tem Internet sem fios grátis para todos


0 Comentários

Fonte: Ciência Hoje. Data: 31/1/2011.

URL: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=47171&op=all

A única povoação existente na ilha do Corvo, a mais pequena dos Açores, está praticamente toda coberta desde 2006 por uma rede sem fios (wireless) que permite a qualquer pessoa aceder gratuitamente à Internet.

A criação, que resultou de um investimento partilhado pela Câmara do Corvo e pelo Governo Regional, estimulou de tal forma a aquisição de computadores na pequena ilha, onde vivem menos de 500 pessoas, que actualmente são raras as casas que não possuem um destes equipamentos.

“Só alguns dos residentes no Corvo de idade superior a 60 anos é que não têm computador”, afirmou o presidente da câmara, Manuel Rita, frisando que, em muitas casas, há mais do que um. O autarca assegurou que o serviço gratuito fornecido pelo projecto 'Corvo Digital' tem funcionado com qualidade, sendo reparadas com relativa rapidez as avarias que pontualmente ocorrem.

Ao longo dos quatro anos de funcionamento, a Internet sem fios contribuiu para “abrir novos horizontes” aos corvinos, que gradualmente "substituíram as leituras pela navegação na rede”, salientou Manuel Rita.

No quadro do acordo estabelecido entre o governo regional e o município, o executivo financiou a compra de equipamentos e assegura a sua manutenção, cabendo à autarquia os encargos com a exploração da linha ADSL utilizada pela rede, que cobre um espaço com um raio de acção de 320 metros.

Entrega de portáteis

O projecto 'Corvo Digital' incluiu também a iniciativa, na altura pioneira, de entrega de 50 computadores portáteis à Escola Básica Integrada Mouzinho da Silveira, o único estabelecimento escolar da ilha.

Segundo Manuel Rita, além de contribuir para uma “melhor integração” da população e combater o isolamento, a rede sem fios é um importante meio de comunicação com as famílias de trabalhadores, nomeadamente estrangeiros, que estão deslocados na ilha.

“Especialmente ao fim de semana, é frequente ver no café imigrantes ucranianos a conversar com familiares através da Internet”, salientou o presidente da autarquia, recordando a sua condição de ex-emigrante nos EUA para afirmar a sua “satisfação” com esta funcionalidade da rede.

Comentário:
Este tipo de notícia é muito importante pois mostra o crescimento do acesso à informação. Por outro lado, ela também nos mostra a necessidade de ampliarmos o percentual de conteúdos informacionais da língua portuguêsa – ainda muito pequeno no ciberespaço.
Murilo Cunha

sábado, 22 de janeiro de 2011

Pirataria digital: Ministério da Cultura não está a fazer o suficiente, acusa AFP


1 Comentários

De acordo com o presidente da Associação Fonográfica Portuguesa (AFP), o Ministério da Cultura (MC) não tem feito o suficiente para combater a chamada pirataria digital. 

A tutela tem feito saber que não tem autonomia legislativa para tal. Quando questionado pela AFP porque é que não tem essa autonomia, “a resposta do MC foi, como tem sido em tudo o que se relaciona com esta matéria, um ensurdecedor silêncio”, acusou Eduardo Simões, em declarações ao PÚBLICO.

Notícia completa no Público

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Ministro promete banda larga popular


0 Comentários

Fonte: Agência Brasil. Data: 12/1/2011.

A internet de alta velocidade deve estar disponível para a grande maioria da população em, no máximo, quatro anos, garante o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

Segundo ele, o governo federal deverá definir, nos próximos cinco meses, os detalhes do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que estabelece as diretrizes para a massificação do acesso à banda larga no país.

Segundo o ministro, será preciso um grande esforço conjunto dos governos estaduais e federal e da iniciativa privada para baratear o preço do serviço. “Nos últimos anos, a compra de computadores no Brasil foi facilitada, mas acesso à internet ainda é caro e muito restrito”, avaliou.

Paulo Bernardo anunciou que determinou à nova diretoria dos Correios que prepare uma nova licitação para o serviço de Banco Postal, cujos atuais contratos terminam em novembro.

Em relação aos contratos com as 1,4 mil agências franqueadas, que venceram e foram prorrogados até junho, ele disse que o governo pode retomar os serviços concedidos caso a licitação de novos contratos fracasse. “As franquias são uma coisa boa, e devem continuar. Mas, se a licitação não der certo, não vamos ficar prorrogando, vamos tomar conta do serviço”.

O ministro disse ainda que o governo poderá buscar alternativas para baratear ou acabar com a assinatura básica da telefonia fixa. Segundo ele, os valores cobrados atualmente são altos, mas a assinatura básica está prevista em contrato e qualquer alteração deve ser negociada com as operadoras.

Arquivo

Categorias