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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Bases de dados sobre ciência da informação


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URL: http://bases.eci.ufmg.br/

A Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais disponibiliza para acesso público e gratuito três bases de dados. São elas:

1) Biblioteca da ECI -- contém artigos de periódicos e trabalhos publicados em anais de eventos técnico-científicos, refletindo a literatura nacional nas áreas de Biblioteconomia, Ciência da Informação, Arquivística e outras interdisciplinares. Base em números: 56 títulos de periódicos indexados e 25 anais de eventos técnicos. Total de artigos indexados: 9400 (em maio/2011)

2) Base LIBES -- reúne referências de documentos sobre biblioteca escolar produzidos no Brasil, principalmente a partir da década de 1960. Inclui artigos de periódicos, dissertações, teses e trabalhos apresentados em eventos, a maioria deles presentes no acervo da Biblioteca Etelvina Lima, da Escola de Ciência da Informação da UFMG.

3) Teses e dissertações -- com informações de teses e dissertações defendidas na Escola de Ciência da Informação da UFMG. Desenvolvida em conjunto com a Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFMG.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Dicionário de biblioteconomia e arquivologia


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Tenho a grata satisfação de informar que, após alguns anos de preparação, acaba de ser publicado:
CUNHA, Murilo Bastos da; CAVALCANTI, Cordélia Robalinho de Oliveira. Dicionário de biblioteconomia e arquivologia [Brasília: Briquet de Lemos Livros, 2008. 451 p. ISBN: 978-85-85637-35-4].
Nessa obra foram incluídos os termos técnicos utilizados em bibliotecas, arquivos e outras unidades de informação. Embora o universo de termos deste dicionário abranja em sua maior parte a biblioteconomia e a arquivologia, foram também incluídos vocábulos de outras áreas com as quais as atividades desenvolvidas por bibliotecários e arquivistas têm alguma relação, como, por exemplo, artes, comunicação e jornalismo, editoração e artes gráficas, educação, história, informática e museologia. A inclusão de equivalentes desses termos em inglês amplia grandemente a utilidade deste dicionário para os profissionais e estudantes da área da ciência da informação.
Maiores informações no URL: http://www.briquetdelemos.com.br/editora/biblio27.htm
A obra vem preencher uma lacuna existente na literatura da nossa área.

Murilo Cunha

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Sistema de armazenamento digital de longo prazo evolui com a tecnologia


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Redação do Site Inovação Tecnológica
23/04/2008

Os dados digitais estão por toda parte: livros, filmes, imagens e praticamente todo o conhecimento gerado pela humanidade estão hoje já armazenados em formato digital ou sendo rapidamente convertidos em bits. Manter esses dados por longo prazo, contudo, não é um problema que se possa chamar de definitivamente solucionado.

Armazenamento de longo prazo

A melhor opção para o armazenamento digital de longo prazo hoje disponível é a fita magnética, que tem uma vida útil estimada em 100 anos. E, uma vez gravada, ela não consome energia. É por isso que empresas e governos utilizam sistemas de armazenamento e backup em fitas magnéticas. A vida útil estimada dos discos ópticos, como CDs e DVDs, não passa de 10 anos, uma marca da qual os discos rígidos nem se aproximam, devido ao desgaste constante de suas inúmeras partes móveis.

Pensando nesse problema, cientistas da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, criaram um sistema que, segundo eles, poderá garantir o armazenamento seguro de informações digitais por um período ilimitado de tempo. Ao invés de inventar uma nova forma de armazenamento, eles criaram uma camada de software que acessa os dados independentemente do meio físico onde eles estão armazenados.

Evoluindo com a tecnologia

O protótipo do sistema, batizado de Pérgamo, se baseia justamente em discos rígidos que, embora pouquíssimo duráveis, são mais baratos e de acesso mais rápido. É bom lembrar que o objetivo do sistema não é manter um backup de dados, que se espera nunca será utilizado, mas a manutenção de arquivos que deverão ser acessados constantemente ao longo do tempo.

Pérgamo é o nome da cidade grega em cuja biblioteca o papiro começou a ser substituído pelo bem mais durável pergaminho. O próprio nome pergaminho é uma homenagem à cidade.

E o que acontecerá quandos os discos rígidos se tornarem obsoletos? Eles poderão ser simplesmente trocados por qualquer nova tecnologia, que também será capaz de se comunicar por meio do protocolo Pérgamo. Da mesma forma que se faz um hot swapping de discos em um sistema de armazenamento atual, será possível fazer uma troca a quente de meios de armazenamento diferentes.

"Em 50 anos, os dispositivos poderão utilizar armazenamento holográfico," exemplifica o pesquisador Mark Storer. "Na medida em que você possa encapsular o novo meio de armazenamento nessa camada inteligente que fala nesse protocolo, ele poderá participar da rede."

Tomos inteligentes

A rede Pérgamo utiliza blocos individuais de armazenamento, chamados tomos, que podem ser em construídos com qualquer tecnologia, o que garante sua evolução tecnológia. Cada tomo do protótipo é formado por um disco rígido, ao qual foi adicionado um microprocessador de baixa potência, um cartão de memória não-volátil e uma porta Ethernet.

O gasto de energia da nova rede foi alvo de grande preocupação dos pesquisadores. Quando não está sendo utilizado, o bloco básico de um HD pode entrar em modo de hibernação automaticamente. Quando em uso, seu consumo é de 11,5 watts. "Cada tomo é como um minicomputador, mas com exigências de energia muito baixas," diz o pesquisador. O nível de consumo permite que cada tomo seja alimentado pela própria rede Ethernet, utilizando a tecnologia Power over Ethernet, dispensando cabos elétricos adicionais.

Fonte: Site Inovação Tecnológica

Fonte Bibliográfica:
Pergamum: Replacing Tape with Energy Efficient, Reliable, Disk-Based Archival Storage
Mark W. Storer, Kevin M. Greenan, Ethan L. Miller, Kaladhar Voruganti,
6th USENIX Conference Proceedings
February 2008
Vol.: Pages 1-16

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Vivo - Projeto de Gestão Documental


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A Vivo, uma das maiores prestadoras de serviços de telecomunicações móveis da América Latina, possui 31,3 milhões de clientes e uma enorme quantidade de documentos físicos e eletrônicos que precisam ser gerenciados.
Em 2004, a operadora Vivo, resultado de uma fusão entre a Telefônica Celular, braço da espanhola Telefónica Móbiles e da empresa de origem portuguesa, Portugal Telecom, incorporou a sua rede de atendimento disponibilizada por áreas no território nacional, mais 16 fornecedoras diferentes.Apos a fusão, e já sob a égide de uma nova empresa, havia uma série de procedimentos e apliances que deveriam ser executados para que a empresa passasse a operar com unidade. Isso se dava principalmente no segmento de gestão de documentos, já que cada uma das envolvidas seguia uma regra própria ou nenhuma regra específi ca sobre a questão.
Conforme conta Paulo Alencastro Júnior, gerente de infra-estrutura administrativa e responsável pela implantação do projeto de gestão documental. “Era um desafi o e tanto pois precisávamos organizar e posteriormente compartilhar informações entre localidades diferentes, geografi camente espalhadas e de culturas diferentes”, explica. Assim nascia o Projeto Alexandria com o objetivo de seguir um modelo centralizado de gestão documental. A partir de uma análise dos procedimentos, dos volumes de documentos empregados e dos arquivos tanto digitais quanto físicos, a gerência administrativa optou em buscar um parceiro que oferecesse de forma integral todas as soluções necessárias tanto para o desenho do projeto quanto para sua implementação e manutenção.
A OR Info, que atua desde 1994 no mercado de gestão documental, foi a escolhida pela Vivo para tratar e organizar sua documentação em todo o Brasil, utilizando o que há de mais moderno em ferramentas e tecnologias de gerenciamento de documentos e informações.A primeira meta do Projeto Alexandria era a unificação de atividades dos antigos fornecedores, que foi concluída em janeiro de 2007 com a migração do último fornecedor para o novo formato de trabalho estruturado pela Or Info.
Outra grande preocupação da prestadora de serviços de telefonia era agilizar a recuperação de suas informações. Para isso, a própria OR passou a digitalizar e disponibilizar on-line, a documentação da Vivo.“Para se ter uma idéia o acervo de documentos digitalizados e disponíveis para consulta imediata é de quase 50 milhões de imagens”, lembra Diego Martins, Diretor Comercial do setor de Telecom da Or Info.
Também o tempo de resposta das buscas diminuiu de 22 dias para apenas alguns segundos, após a implantação da nova metodologia.A terceira e mais delicada meta do projeto Alexandria era combater as fraudes de subscrição. Este problema inerente a todas as companhias operadoras de celular, gera grandes perdas financeiras para as empresas e afeta diretamente o consumidor, que acaba sendo prejudicado por ações fraudulentas.“O que acontecia muito é que ao roubarem documentos pessoais, estes fraudadores os usavam para compra de aparelhos e depois quando a companhia não os encontrava para pagamento de contas, o nome da pessoa que fora roubada é que ia parar nas entidades de proteção ao crédito”, explica Paulo Alencastro. “ Isso gerava á empresa muitas ações judiciais pois o nome do consumidor era usado indevidamente pela nossa companhia ocasionando transtornos de várias ordens”.
Além disso, a simples busca por guias e documentos de ordem fi scal, quando não encontrados também acabavam gerando despesas excepcionais à Vivo, por meio de multas. “ Isso era muito comum a princípio, no entanto com o processo de centralização e instalação de um worflow entre os vários departamentos, regulamentação de procedimentos internos também entre estes vários departamentos, este tipo de incidente deixou de existir”, assegura Paulo Alencastro.“ A OR Info destinou uma equipe de cerca de 300 pessoas que estão locadas internamente na Vivo que realizam desde 2004 não só o treinamento do pessoal interno como também fomenta as soluções diretamente no cliente. Isso possibilita a segurança que a Vivo requer, seja quanto a efetiva aplicação das etapas do projeto como também nos permite conhecer cada interface dos procedimentos, do modo de trabalhar deste cliente, aperfeiçoando nosso trabalho na prestação de serviços”, reforça Diego Martins.
Além dos documentos digitalizados, a Or administra aproximadamente 300 mil caixas de documentos físicos das mais diversas áreas da Vivo. Este grande volume de documentos é guardado pela Iron Mountain do Brasil, presente no mercado nacional desde 2001 e considerada uma das empresas mais confiáveis no mundo para guarda e proteção de documentos físicos.Apesar de já ter atingido suas metas iniciais, o Projeto Alexandria não tem um prazo para se encerrar. Conforme conta o consultor de infra-estrutura administrativa da Vivo, havia sim um prazo interno para que ele fosse colocado em prática, o que já aconteceu, entretanto devido a novas aquisições em recentes leilões da própria Anatel (Agência reguladora na área de telecomunicações), outras fornecedoras, de regiões onde a Vivo não atendia serão incorporadas à companhia.“O Projeto Alexandria trouxe muitos benefícios para nossa empresa, como agilidade no atendimento ao cliente e eliminação de perdas fi nanceiras decorrentes do extravio de documentos, transparência perante órgãos fi scalizadores como Receita Federal, Procon, Anatel, entre outros”, diz o responsável pelo projeto na Vivo.”
O projeto é um modelo de gestão documental no mercado, sendo de interesse até de outras empresas de telefonia do mercado, entretanto, ainda queremos aprimora-lo, utilizando novas tecnologias e perseguindo sempre a excelência em nossos processos”.“A implantação do projeto Alexandria aconteceu de forma gradual e contínua e exigiu muito planejamento para não afetar o dia-a-dia do cliente. As metas iniciais já foram atingidas e estão trazendo muito benefícios à Vivo e para OR Info que além da ampla experiência no setor fi nanceiro/bancário, já pode ser considerada especialista em gestão de documentos de companhias de telecomunicação”, finaliza Diego Martins.

Fonte: Latin America Document Management

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Novo número da "Informação e Sociedade"


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Informação & Sociedade: Estudos acaba de publicar seu último número (v.17, n.3, 2007) [URL: http://www.ies.ufpb.br/ojs2/index.php/ies/issue/view/88]
Sumário:
Editorial:
Mais do que prestação de contas... Metas realizadas! Alzira Karla Araújo da Silva

Artigos de Revisão:
MARC, MARCXML e FRBR: relações encontradas na literatura. Fernanda Passini Moreno, Marisa Brascher.
A força dos estereótipos na construção da imagem profissional dos bibliotecários. Maria Tereza Machado Teles Walter, Sofia Galvão Baptista.
O trabalho de informação na sociedade do aprendizado contínuo. Gustavo Henrique Araújo Freire.
O profissional da informação: rumos e desafios para uma sociedade inclusiva. Claudia Ribas, Paula Ziviani.
Uma revisão da classificação de comunidades virtuais proposta por henri e pudelko. Inácio Szabo, Rubens Ribeiro Gonçalves da Silva.
Perspectivas dos serviços de referência digital. Murilo Bastos da Cunha, Patrícia Pessoa.
Pensando a sociedade da informação: reflexões sobre o controle e a ‘homologização’ no meio digital. Leonardo Pinto de Almeida.
Pontos de Vista/Notas/Comentários:
Ciência da informação: uma ciência para a informação científica e tecnológica? Fábio Mascarenhas Silva
Relatos de Pesquisa:
Os percursos da memória: a exposição virtual cartes postales du Québec d'antan como fonte de informação histórica. Lidia Eugenia Cavalcante.
Déficit informacional: obstáculos no uso de canais (in)formacionais por docentes do Programa de Pós-Graduação em Economia - PPGE/UFPB. Alan Cursino Pereira da Silva, Edivânio Duarte de Souza, Emy Porto Bezerra, Luciana Ferreira da Costa, Francisca Arruda Ramalho.
Perfil, expectativas e necessidades de informação de usuários de biblioteca governamental: o caso do Ministério da Saúde. Tatiara Paranhos Guimarães.
Comunicações de Trabalhos/Pesquisas em Andamento:
Monitoramento da informação na sociedade de risco: o caso da pandemia de gripe aviária. Michele Nacif Antunes, Maria Cristina Soares Guimarães, Cícera Henrique da Silva, Marcelo Henrique Rabaço.
Resenhas:
Organização da informação na web: das tags à web. Rodrigo de Sales.
Gestão de unidades de informação: teoria e prática. Gustavo Henrique de Araújo Freire.
Resumos de Dissertações:
Resumo de dissertações. Guilherme Ataíde Dias.

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Arquivistica.net: Nova Edição Publicada


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Prezados,

O Vol. 3, N° 1 (2007) da Arquivistica.net foi publicada em http://www.arquivistica.net/ojs/viewissue.php?id=7

Editorial
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Editorial da 5ª edição
Andre Ricardo Luz, UFF/IBICT
Julio Cesar Cardoso, BNDES
http://www.arquivistica.net/ojs/viewarticle.php?id=136

Artigo
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A bibliografia arquivística no Brasil – Análise quantitativa e qualitativa
Alexandre de Souza Costa, UNIRIO
http://www.arquivistica.net/ojs/viewarticle.php?id=117


Governo Eletrônico no Brasil: o Portal Rede Governo
José Maria Jardim,
http://www.arquivistica.net/ojs/viewarticle.php?id=130


Automação de arquivos no Brasil: os discursos e seus momentos
Leandro R. Negreiros, Universidade Federal de Minas Gerais - Escola de Ciência da Informação
Eduardo W. Dias, Universidade Federal de Minas Gerais - Escola de Ciência da Informação
http://www.arquivistica.net/ojs/viewarticle.php?id=116


Uma abordagem sistêmica aplicada à Arquivística
Welder Antônio Silva, UFF/IBICT
Suzana Marinho,
Patrícia Kelly dos Santos,
http://www.arquivistica.net/ojs/viewarticle.php?id=127


Estudos sobre o sistema de arquivos da Universidade Estadual de Campinas
Fábio Rodrigo Pinheiro da Silva, UNICAMP - Arquivo Central do Sistema de Arquivos
Neire do Rossio Martins, UNICAMP - Arquivo Central do Sistema de Arquivos
http://www.arquivistica.net/ojs/viewarticle.php?id=100


Repositórios digitais confiáveis e certificação
Katia P. Thomaz, Tech-in Gestão, Projetos e Tecnologia Soc. Civil Ltda.
http://www.arquivistica.net/ojs/viewarticle.php?id=118


Relato de experiência
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A era digital nas instituições de guarda brasileiras – a experiência da Rede da Memória Virtual Brasileira
Paulo Miguel Fonseca, UERJ/FBN
Vinícius Pontes Martins, FBN
http://www.arquivistica.net/ojs/viewarticle.php?id=114

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Arquivistica.net

Sds,
--
André Ricardo Luz
Linux user 369770
Editor da revista Arquivistica.net

sábado, 1 de setembro de 2007

“Perspectivas em Ciência da Informação” (v. 12, n. 2, 2007).


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O último número da “Perspectivas em Ciência da Informação” (v. 12, n. 2, 2007), periódico editado pela Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais, publicou os artigos relacionados que podem ser consultados no URL: http://www.eci.ufmg.br:80/pcionline/viewissue.php?id=29

Editorial
Jorge Tadeu Ramos Neves

Artigos
A ciência da informação na visão dos professores da ECI/UFMG. Carlos Alberto Ávila Araújo, Aline Michelle Sima, Roger Miranda Guedes e Karine Souza Resende.

Profissional da informação: análise da inserção no mercado de trabalho brasileiro. Paulo Jannuzzi de Martino e Mônica de Fátima Loureiro.

Práticas de gestão do conhecimento: caso dos sítios associados ao portal corporativo da FIOCRUZ. Danuzia da Rocha Paula e Regina de Barros Cianconi.

Processo de decisão do uso da informação. Waleska Silveira Lira, Geraldo Maciel Araújo, Gesinaldo Ataíde Cândido e Marcelo Alves de Barros.

Um modelo de gestão da informação para aprendizagem organizacional em projetos empresariais. Nabor Monteiro Alves e Orandi Falsarella Mina.

O impacto do portal de periódicos da CAPES na produção científica da área de Plasma no Brasil. João de Melo Maricato.

Comparando periódicos pela medida da dispersão de seu impacto. Guido Rummler.

A classificação de acervos bibliográficos em bibliotecas de órgãos do judiciário: bens de consumo ou permanentes? Nilcéia Lage Medeiros, Alfredo Alves de Oliveira Melo e Ester Eliane Jeunon.

Representação do bom professor na perspectiva dos alunos de arquivologia. Leonina Amanda Feitoza, Julce Mary Cornelsen e Silza Maria Pasello Valente.

Revisões de literatura
Estudo de usuários: visão global dos métodos de coleta de dados. Sofia Baptista Galvão e Murilo Bastos da Cunha.

Competência informacional e gestão do conhecimento: uma relação necessária no contexto da sociedade da informação. Eliany Alvarenga de Araújo e Ana Virginia Chaves de Melo.

A problemática dos indivíduos, suas lutas e conflitos no turbilhão da informação. Mirian de Albuquerque Aquino.

Teses e dissertações
Uso estratégico da informação gerada pelo serviço de atendimento ao consumidor de empresas de alimentos: um estudo de múltiplos casos. Raquel Andrade de Almeida Cunha.

Comparação entre termos de indexação e palavras dos títulos dos artigos do periódico "Cadernos de Saúde Pública” (2000/2005). Elizabeth Andrade Duarte.
Monitoração ambiental no setor de biotecnologia: comportamento de busca e uso de informação em empresas de micro e pequeno portes de Minas Gerais. Adriana Duarte Nadaes.

Sistemas eletrônicos de gerenciamento de documentos arquivísticos: um questionário para escolha, aplicação e avaliação. Leandro Ribeiro Negreiros.

Informação e democracia deliberativa: um estudo de caso de participação política na Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais. Nilson Vidal Prata.

A Ciência da Informação e sua configuração epistemológica: análise com base nas linhas de pesquisa da área. Leonardo Vasconcelos Renault.

A pauta do dia: informação educacional em jornais brasileiros. Tacyana Karina Arce Rodrigues.

Caracterização do trabalho do bibliotecário no campo jurídico em Belo Horizonte. Regina Célia Rosa.

Leitura e interatividade feminina nos jornais impressos: a postura das leitoras do jornal Estado de Minas. Patrícia Espírito Santo.

Consolidação do processo de informatização em sistemas de bibliotecas universitárias na África do Sul, Brasil e Moçambique. Manuel Valente Mangue.

O cluster da construção em Minas Gerais e as práticas de colaboração e de gestão do conhecimento: um estudo das empresas da Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). Antônio Braz de Oliveira e Silva.

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Novo periódico: Ponto de Acesso


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O Instituto de Ciência da Informação da Universidade Federal da Bahia (UFBA) lançou o periódico Ponto de Acesso, uma publicação semestral que tem como finalidade divulgar estudos, pesquisas, ensaios, resenhas e outros tipos de produção acadêmica, no campo da Ciência da Informação.
Os artigos podem ser acessados no URL:
<http://www.pontodeacesso.ici.ufba.br>
O primeiro número já está disponível na Web. O nosso blog envia os votos de sucesso para essa nova publicação!
Murilo Cunha

sexta-feira, 1 de junho de 2007

E-LIS arquivo aberto em ciência da informação


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O E-LIS [<http://eprints.rclis.org>] é um arquivo aberto com documentos técnico-científicos publicados na área de ciência da informação e áreas correlatas. Em maio de 2007 o seu acervo contava com 5.780 documentos.

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