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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Pai dos burros


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Autor: Ancelmo Góis.

Fonte: O Globo. Data: 25/01/2011.

No dia 24, por volta de 17h, na Rua 1º de Março, no Centro do Rio, de repente... Paaaaffffftt!!! Um dicionário bem grosso despencou de uma janela do prédio número 23, meu Deus, bem em frente a uma mulher que passava. A moça, quase atingida, registrou queixa na secretaria do edifício.

Comentário:

Será que o dicionário era antigo, anterior à reforma ortográfica? Ou será que a pessoa ficou com raiva e resolveu lançar uma obra tão útil e “pesada” na janela de um prédio alto? Essas perguntas provavelmente ficarão sem respostas!

Murilo Cunha

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Dicionário Aurélio inclui verbetes geeks


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Autor: Vinicius Aguiari. Data: 12/09/2010.

Fonte: INFO Online.

No ano do centenário de seu criador, o dicionário Aurélio, ofertado pela primeira vez em 1975 se adapta a era tecnológica e adiciona novas palavras à língua portuguesa.

Verbetes comuns no vocabulário de geeks,como tuitar, blogar, tablets, e-book, fotolog, blue tooth e blu-ray, passaram a fazer parte do dicionário.

A relação do próprio dicionário com o mundo da tecnologia é bastante próxima. Em 2004, os direitos do Aurélio foram comprados pela editora Positivo, do grupo Positivo, que apresentou recentemente o leitor de livros digitais Alfa. Além de possuir a tradicional versão impressa, o Aurélio também possui versões digitais e uma outra para iPhone.

Nerds, bullyng, test-drive e pré-sal foram outras palavras adicionadas a versão atual, que ficou 6% maior que a anterior. Os editores também desenvolveram uma fonte própria para esta edição comemorativa, chamada Aurélio e inspirada na própria grafia do lingüista que morreu em 1989. A fonte pode ser baixada no site do dicionário.

Aurélio Buarque de Hollanda nasceu na cidade de Passo de Camagaribe, em 1910, e aos 14 anos começou a dar aulas particulares de português, em Maceió. Em 1961, foi eleito imortal pela Academia Brasileira de Letras. O autor decidiu fazer um dicionário, pois não tinha um para consultar quando era criança.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Dicionário Houaiss


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Sai primeiro grande dicionário adaptado ao Acordo Ortográfico
Fonte: Revista Época. Data: 19/06/2009.

Objetiva lança Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa e ganha corrida instituída entre editoras desde que as novas normas de escrita entraram em vigorAgora não tem mais erro. Quem quiser confirmar a nova grafia de palavras como “infraestrutura”, “feiura” ou “paraquedas” já pode acessar o volume do novo Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Editora Objetiva, 2048 páginas, R$ 250), que deve chegar às livrarias na semana que vem.
Desde o ano passado, quando o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa recebeu a assinatura de Portugal e virou realidade próxima, as editoras brasileiras instituíram uma corrida para ver quem lançaria em primeiro lugar as versões atualizadas de suas antigas e já obsoletas compilações do léxico.
Para remediar a demora do preparo de volumes mais completos, já na Bienal do Livro de São Paulo do ano passado saíram versões concisas dos três mais populares dicionários brasileiros: o Houaiss (Objetiva), o Aurélio (Positivo) e o Michaelis (Melhoramentos). Mas isso foi antes da elaboração do Vocabulário ortográfico da língua portuguesa (Volp), lista confeccionada pela Academia Brasileira de Letras com a grafia oficial dos vocábulos - o que poderia causar interpretações distintas do novo acordo.
O Dicionário Houaiss que sai agora é fruto de um trabalho de três anos e oito meses. Começou a ser preparado com o intuito de oferecer ao consumidor uma opção mais compacta e menos cara para o chamado Grande Dicionário Houaiss, que saiu em 2001 com 3 mil páginas e que tem hoje um custo médio de R$ 450. “Há um ano e meio a nova versão ficou pronta, mas a aprovação do novo acordo inviabilizou sua publicação”, conta Roberto Feith, diretor da Objetiva.
A solução foi arregaçar as mangas e topar o desafio de adaptar o livro o mais rápido possível. Valeu o esforço da equipe do Instituto Antônio Houaiss. Com investimento de quatro milhões de reais, o volume sai agora com mais 442 mil entradas, locuções e acepções, além de extras como um quadro prático para consulta do emprego do hífen, o texto do Acordo Ortográfico e um CD-ROM com a opção digital. Mais importante que tudo isso, o lançamento foi pioneiro, o que deve fazer a concorrência perder uma grande oportunidade de faturar com as intermináveis dúvidas de grafia que surgiram desde a instituição das novas normas.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Dicionário de biblioteconomia e arquivologia


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Tenho a grata satisfação de informar que, após alguns anos de preparação, acaba de ser publicado:
CUNHA, Murilo Bastos da; CAVALCANTI, Cordélia Robalinho de Oliveira. Dicionário de biblioteconomia e arquivologia [Brasília: Briquet de Lemos Livros, 2008. 451 p. ISBN: 978-85-85637-35-4].
Nessa obra foram incluídos os termos técnicos utilizados em bibliotecas, arquivos e outras unidades de informação. Embora o universo de termos deste dicionário abranja em sua maior parte a biblioteconomia e a arquivologia, foram também incluídos vocábulos de outras áreas com as quais as atividades desenvolvidas por bibliotecários e arquivistas têm alguma relação, como, por exemplo, artes, comunicação e jornalismo, editoração e artes gráficas, educação, história, informática e museologia. A inclusão de equivalentes desses termos em inglês amplia grandemente a utilidade deste dicionário para os profissionais e estudantes da área da ciência da informação.
Maiores informações no URL: http://www.briquetdelemos.com.br/editora/biblio27.htm
A obra vem preencher uma lacuna existente na literatura da nossa área.

Murilo Cunha

sábado, 9 de agosto de 2008

Dicionários e enciclopédias em Portugal (Séc. XVII/XIX)


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Com o apoio do Programa Operacional Sociedade do Conhecimento, a Biblioteca Nacional de Portugal disponibiliza agora em linha um conjunto de dicionários e enciclopédias portugueses dos séculos XVII a XIX.

De âmbito muito variado, os dicionários contêm descrições linguísticas, toponímicas, ortográficas, hidrográficas e termos técnicos para engenheiros, comerciantes e botânicos.

As enciclopédias recolhem informação sobre matérias tão diversas como a mitologia grega, monstruosidades e magia, a criação do mundo celeste e a simbologia das flores.

Estando agora disponíveis em ambiente digital, é possível pesquisar por palavras contidas nos verbetes ou entradas destas obras de referência, nos casos em que a disposição das matérias se adequa a este tipo de acesso.

Fonte: Biblioteca Nacional

sábado, 7 de junho de 2008

Dicionário de 1712 agora na internet


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O famoso dicionário Vocabulario portuguez e latino, (Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1712-1728. 10 v.), de autoria do padre Raphael Bluteau (1638-1734), é considerado como uma das obras pioneiras da lexicografia da língua portuguesa.
No final de abril de 2008, o Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo passou a disponibilizar o acesso ao texto integral desse importante título na internet [URL: http://www.ieb.usp.br/online/index.asp]. A consulta pode ser feita na grafia original da obra ou atualizada, como por exemplo: bibliotheca ou biblioteca. O resultado da busca mostra a página onde consta o termo solicitado. O sistema permite ampliar o tamanho da imagem para facilitar a leitura do texto. Além dos oito volumes iniciais também foram escaneados e disponibilizados os dois suplementos; na busca é indicado se o resultado foi extraído do corpo da obra ou dos suplementos.
É interessante notar que em 2000 foi feita uma edição eletrônica dessa obra pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Bluteau, Raphael. Vocabulario portuguez e latino. Rio de Janeiro: UERJ, 2000. 1 CD-ROM). Esta edição, entretanto, teve pouca divulgação.
Portanto, é inegável a importância da ação do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo em disponibilizar para o acesso público esse dicionário básico para o conhecimento das raízes da nossa língua.
Murilo Cunha

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