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terça-feira, 29 de março de 2011

Informação confidencial torna-se principal alvo de cibercrime


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A propriedade intelectual e a informação confidencial das empresas estão a tornar-se os principais alvos de ataques de cibercrime.

O estudo realizado pela companhia de segurança McAfee indica que os cibercriminosos estão a especializar-se no roubo de informação confidencial, que é, posteriormente negociada com terceiros. Segundo a BBC, a McAfee refere que se tem vindo a estabelecer um mercado interessado em informação específica e propriedade intelectual. A companhia de segurança acrescentou que o cibercrime que envolve o roubo de informação é dificilmente detetável, uma vez que basta fazer cópias de determinados documentos.

O relatório da McAfee afirma ainda que a transferência de informação para a cloud pode, também, tornar os dados mais vulneráveis a ataques cibercriminosos.

Fonte: Exame Informática

domingo, 27 de fevereiro de 2011

“Dado, Informação e Conhecimento”…


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Leandro Libério, em 16 de Fevereiro, fez a seguinte postagem:
Tenho outra dúvida: pelo que percebi pelo teu livro "A Informação", por exemplo, o número 49 (num texto isolado) é uma informação.
Para os informáticos é um dado.


Porém Wilson num de seus textos sobre "Information Behavior".... deu um exemplo q fiquei na dúvida.

se no texto tiver assim: "%5d&89" (ou seja... um "dedilhar" qq) ainda continua a ser informação (signo registado num suporte)?

O foco está posto numa questão axial sobre a natureza do objecto de estudo da Ciência da Informação.Para enfrentar estas e outras questões torna-se necessário adoptar uma definição operatória de informação, embora nos debates, que há muito se fazem no campo da CI, nunca faltou quem considere inútil cometer tal empresa. Observando a multiplicidade de sentidos que o termo foi adquirindo, desde, pelo menos, o séc. XIX, e as apropriações sócio-profissionais, filosóficas e científicas efectuadas, compreende-se que não é pela via definitória que se consegue um consenso universal em torno desta palavra e do respectivo conceito. Mas, o equívoco maior talvez esteja em ter-se, algum dia ou alguma vez, aceitável formular tal desiderato… Definir informação não deve visar um consenso total e absoluto, mas uma clarificação conceptual de onde se parte para os debates e as pesquisas ininterruptas e abertas.

Sem outro propósito que este último, adopto e trabalho com a definição, segundo a qual informação é “um conjunto estruturado de representações mentais e emocionais codificadas (signos, símbolos…) e modeladas com/pela interacção social, passíveis de serem registadas num qualquer suporte material (papel, filme, banda magnética, disco compacto, etc.) e, portanto, comunicadas de forma assíncrona e multi-direccionada. Definindo-se o que a informação é, define-se, em simultâneo, o que ela não é, ou dito de outro modo, excluem-se sentidos e perspectivas tidas por muitos especialistas e cidadãos anónimos como aceitáveis. A informação não é uma afirmação nova e estruturada que propicia ou deriva da produção de conhecimento, porquanto admitir isto colide com a possibilidade, expressa na definição evocada, de que um conjunto codificado (vertido num código, ou seja, numa língua, por exemplo) de representações, sejam novas ou conhecidíssimas, é informação. E informação não é uma “coisa” resultante de um processo de materialização, porquanto, sendo representações mentais e emocionais codificadas, ela nasce e pode manter-se no cérebro humano sem que sejam externalizadas através da escrita, ou seja, da gravação ou inscrição num suporte  existente fora da pessoa “que informa”. A “coisa” ou artefacto, que passa a ter existência física própria e independente do seu criador, corresponde à designação de documento e que é, claramente, um medium de comunicação. Importa, por isso, não confundir, como muitos fazem, informação com documento.

Urdaneta (1992), citado por Marisa Brascher, distinguiu quatro classes diferentes de informação: dados, informação, conhecimento e inteligência. Dados são sinais que não foram processados, correlacionados, integrados, avaliados ou interpretados de qualquer forma, ou seja, é a matéria-prima a ser utilizada na produção da informação. A informação consiste dos dados processados, para serem exibidos em uma forma inteligível às pessoas que vão utilizá-los. O conhecimento é definido como informações que foram analisadas e avaliadas sobre a sua confiabilidade, sua relevância e sua importância, o conhecimento não é estático, modificando-se mediante interacção com o ambiente.

Entende-se por inteligência o conhecimento contextualmente relevante que permite atuar com vantagem no ambiente considerado. Inteligência pode ser vista também como o conhecimento que foi sintetizado e aplicado a uma determinada situação, para ganhar maior profundidade de consciência da mesma. Perante este entendimento, muito reproduzido nas áreas de Gestão e Informática para a Gestão, pergunto quais os seus fundamentos neurocientíficos? Em que se baseou Urdaneta para estabelecer esta subtil e sofisticada distinção? 

É óbvio que a sua definição de informação diverge profundamente da minha e esta impossibilita essa distinção em quatro classes, uma vez que, tanto dado, informação e conhecimento, definidos por Urdaneta e citados por Marisa Brascher, cabem dentro do “conjunto estruturado de representações mentais e emocionais codificadas etc.”. 


Vejamos por exemplos:

1957 é um dado para Urdaneta/Marisa Brascher - algo não processado, não correlacionado, não integrado, não avaliado nem interpretado de qualquer forma. No entanto, pergunto se será possível negar que, se eu escrever numa folha branca ou numa página word na tela do meu computador 1957 (ano do meu nascimento), este dado não é uma representação mental e, sobretudo, emocional que me diz algo ou que tem sentido, pelo menos, para mim e para os meus familiares? E se um dado é informação, fica impossível ou redundante distinguir esta daquele. E se o conhecimento consiste em informações analisadas e avaliadas sobre a sua confiabilidade não custa admitir que conhecimento é, também, um conjunto de representações mentais e emocionais codificadas, ou seja, sinónimo de informação.

Confuso?

Vejamos:

  1. Dado: concordo que este termo sirva para conceituar “matéria-prima” a ser usada na produção de informação. Dado é um sinal sem sentido, ou seja, um impulso sísmico que é capturado por um sismógrafo e convertido num grafismo, que é lido facilmente por um sismólogo, que o interpreta e explica o que se passa com informação, esse impulso é um dado bruto produzido pela Natureza e não pela mente humana. Se, distraidamente, ou porque adormeço em cima do teclado do meu computador e, como refere Leandro, "%5d&89" (ou seja... um "dedilhar" qualquer) ainda continua a ser informação (signo registado num suporte)?” – neste caso, “%5d&89” é um dado bruto sem sentido. Mas, se “%5d&89” corresponder a uma cifra secreta, já é informação, porque é uma representação mental e emocional codificada. 
  2. Informação: existe no cérebro onde é produzida e porque é constituída obrigatoriamente por um elemento social, aprendido e oriundo do ambiente ou da sociedade - a língua, a aritmética, a geometria, a cor, a notação musical, etc. – corresponde ao que o professor japonês Ikujiro Nonaka designou por conhecimento explícito e definiu “o que já foi ou pode ser articulado, codificado ou armazenado de alguma forma em alguma mídia. Ele pode ser prontamente transmitido”. O conhecimento explícito só pode ser facilmente transmitido se for uma representação mental e emocional codificada e produzida e/ou retida no cérebro humano, embora possa ser externalizado graças à plasticidade do código (alfabético, numérico, geométrico, cromático, musical, gestual, etc.) e por conta destas propriedades (a reprodutividade e a transmissibilidade) a informação/conhecimento explícito converte-se em documento. Mais um exemplo: eu “conheço” várias anedotas que me foram contadas e que assimilei e memorizei no meu cérebro, tal e qual as ouvi (é possível, embora nem sempre fácil, “pois quem ouve um conto, acrescenta um ponto”…), não precisando de as registar em papel ou numa fita magnética; essas anedotas são conhecimento explícito ou informação, porque podem ser contadas a qualquer momento e gravadas. 
  3. Conhecimento, inteligência, cognição: ainda Nonaka, inspirado em Michael Polanyi, consagrou a expressão conhecimento tácito, como sendo aquele que o indivíduo adquiriu ao longo da vida e que está na cabeça das pessoas. Geralmente é difícil de ser formalizado, ou explicado a outra pessoa, pois é subjetivo e inerente às "habilidades de uma pessoa”. Comparando esta definição com a de conhecimento explícito, há uma diferença subtil importante: dir-se-ia que o conhecimento tácito não está codificado, vertido num código. Não é a anedota ou a notícia que li num jornal e retive na minha cabeça. É então o quê?  Peguemos no Dictionnaire des sciences cognitives sob a direcção de Guy Tiberghien (Armand Colin, 2002, pp. 70-71) e abramo-lo no verbete cognição: “a função da cognição é material, determinada fisiologicamente pelas estruturas  e os modos de funcionamento dos cérebros, e resultante da evolução (…) e uma segunda categoria de realidades constitutivas da cognição, é a das “representações”, que podem ser mentais, conscientes ou não, linguísticas, formais, informáticas”. Através do conceito de representação, fica vinculado o conceito de informação à função cognição, e esta ligação é orgânica e natural. Por outro lado, a materialidade bio-química da cognição absorve bem essa subjectividade, referida por Nonaka, esse acúmulo de vivências positivas ou traumáticas, que são retidas pelas estruturas e modos de funcionamento do cérebro de cada um.
Terminando: já propus em 2002, num texto publicado no Brasil e que constitui o capítulo 3 do meu livro A Informação (Edições Afrontamento, 2006), uma tríade diferente da que usei para título deste comentário ou postagem – dado, informação/conhecimento e cognição. Em que dado é um sinal bruto sem sentido e não humano, informação sinónimo de conhecimento e cognição a função onde se dilui o conhecimento tácito.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

The Value of Sharing Information


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terça-feira, 20 de abril de 2010

Encontro sobre "Mediação da Informação: Perspectivas Transversais"‏


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O IV Encontro de CTDI intitulado "Mediação da Informação: Perspectivas Transversais", é organizado pela Licenciatura em Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação (CTDI), da Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão (ESEIG) do Instituto Politécnico do Porto (IPP), e irá decorrer no dia 29 de Abril.

No site do evento, em http://www.eseig.ipp.pt/seminarios/ctdi2010/ pode já consultar o programa definitivo e fazer a sua inscrição.

Dada a actualidade e a transversalidade dos aspectos relacionados com a mediação informacional, o programa do Encontro conta com oradores de áreas tão diversificadas como as Bibliotecas Escolares, a Inovação e o Governo Digital.

Para esclarecer qualquer dúvida, pode enviar um e-mail para ctdi2010@eseig.ipp.pt.

Relembro que no dia 23 de Abril termina a primeira fase das inscrições.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

O consumo de conteúdos digitais está a reinventar a indústria dos meios de comunicação


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A indústria dos meios de comunicação está a passar por um processo de revolução, com as dificuldades inerentes a qualquer processo desta natureza. À medida que os conteúdos e o consumo se tornam cada vez mais digitais, os velhos modelos de negócio baseados num controlo apertado da distribuição de conteúdos premium deixaram de ser relevantes. Com a mudança de um paradigma da distribuição para um paradigma do consumo, as organizações têm que redefinir as suas estratégias.

O equilíbrio do poder está a mudar-se dos donos de conteúdos para as plataformas e dos produtores para os consumidores. Também estão a evoluir diferentes categorias de conteúdos e a adaptar-se a velocidades diferentes. No entanto, não existem soluções simples para contrariar o declínio das receitas nos meios físicos. Mesmo assim, empresas de consultoria como a Forrester procuram ajudar as organizações a garantir que os seus conteúdos online respondem às necessidades dos clientes e aos seus objectivos estratégicos.

Fonte: Newsletter Insight

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Esfera da Microsoft aparece na Internet


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A evolução do Surface da Microsoft pode ser o Sphere, um computador esférico que suporta multitoque e é uma ferramenta de trabalho colaborativo.

Hrvoje Benko, da Microsoft Research, mostra-nos as inovações do Sphere no vídeo apresentado em seguida.



A ideia da Microsoft é que o Sphere seja utilizado por várias pessoas em simultâneo no mesmo projecto. Um globo, um vídeo filmado a 360 graus e uma reedição do Pong são algumas das inovações apresentadas neste novo dispositivo.

Fonte: Exame Informática

sábado, 26 de julho de 2008

Perspectiva interessante: Informação como padrão


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Imagem de uma zebra construída em ASCII, sistema utilizado para codificar informações em computadores.

Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Programa Doutoral em Informação e Comunicação em Plataformas Digitais


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(Doutoramento conjunto da Universidade de Aveiro e da Universidade do Porto)

Doutoramento de base curricular | 3º ciclo de Bolonha
Áreas científicas – Ciências e Tecnologias da Comunicação, Ciências da Comunicação e Ciência da Informação

O Curso de 3.º ciclo (doutoramento) em Informação e Comunicação em Plataformas Digitais (ICPD) é leccionado, em parceria, pela Universidade de Aveiro / Departamento de Comunicação e Arte e pela Universidade do Porto / Faculdade de Letras, sendo o seu corpo docente, maioritariamente, composto por investigadores do CETAC-media, unidade de I&D reconhecida pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (http://cetac-media.web.ua.pt).

Visa possibilitar a licenciados ou mestres, o aprofundamento de conhecimentos a um nível pós-graduado avançado, bem como o desenvolvimento de competências de investigação autónoma na área da informação e da comunicação em cenários de mediação tecnológica.

Estrutura curricular
Para informações sobre o plano de estudos, as suas unidades curriculares e outros detalhes relacionados com a estrutura curricular consultar:

Candidaturas - prazos
1ª fase - 7 a 27 Julho (até 31 Julho seriação)
2ª fase - 1 a 14 Setembro (até 17 Setembro seriação)

Formalização de candidatura
A candidatura deverá ser efectuada via Internet através do seguinte endereço: https://paco.ua.pt
A título excepcional a candidatura poderá ainda ser entregue pessoalmente no Departamento de Comunicação e Arte, Campus Universitário de Santiago, 3810 – 193 Aveiro

Secretariado
Cristina Silva, cris@ua.pt
tlf +351 234 372 561, fax +351 234 370 868,
Universidade de Aveiro
Departamento de Comunicação e Arte
Campus Universitário de Santiago
3810-193 Aveiro

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Neurónios têm maior importância individual no cérebro do que se pensava


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Mas um passo para compreendermos melhor os mecanismos de processamento da informação no cérebro humano:

Os neurónios têm, individualmente, um papel mais importante do que se julgava até agora, segundo estudos que melhoram a compreensão das interacções entre células do cérebro e que descrevem a influência de um só neurónio na percepção.

O estudo, publicado na revista Nature, revela que cada neurónio, tal como uma árvore com várias raízes que procuram o contacto umas com as outras, estabelece conexões, as chamadas sinapses, onde os mensageiros químicos (neurotransmissores) asseguram a comunicação com os neurónios vizinhos.

Ao nível de cada sinapse, a informação ou ordem, é assim transmitida entre um neurónio "pré-sináptico" e um neurónio "pós-sináptico".

Quando de um processo de aprendizagem, certas sinapses são reforçadas e algumas conexões são privilegiadas.

Os trabalhos de Christopher Harvey e Karel Svoboda, do Instituto Médico Howard Hughes, nos Estados Unidos, mostram que os efeitos de um só neurónio sobre a plasticidade cerebral, ou seja a capacidade do cérebro em aprender e a adaptar-se ao modificar as conexões, são mais importantes do que se havia demonstrado até agora.

Para além do `diálogo` directo entre neurónio pré-sináptico e neurónio pós-sináptico, a conversação estende-se a outras células nervosas vizinhas.

O estudo, efectuado em ratos, dos neurónios do hipocampo, a região do cérebro que intervém na memória, mostra que a plasticidade de uma sinapse "pode ser influenciada por eventos em sinapses vizinhas", revelam os investigadores.

Estas interacções locais entre sinapses, cujos efeitos se estendem a uma distância de 0,01 milímetros, e que continuam durante um máximo de dez minutos, podem reforçar ou facilitar as conexões entre neurónios próximos.

A descoberta desta forma de cooperação entre sinapses próximas "abre várias pistas de pesquisa", sobretudo para compreender os mecanismos celulares, afirma num comentário Barnado Sabatini (Havard Medical School, Boston, Estados Unidos)

Num outro estudo, Michael Brecht (Universidade Humboldt, Berlim) e o seu colega Arthur Houweling, conseguiram modificar num rato a reacção ao toque ao estimular electricamente um só neurónio do córtex.

Fonte: RTP

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Website interessante com indicadores sobre os países


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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística disponibiliza um website interessante que permite aceder a vários indicadores (população, economia, redes, meio ambiente, etc.). A interacção com o website é muito intuitiva, experimentem.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Dicionário Eletrônico de Terminologia em Ciência da Informação


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Foi apresentado, no passado dia 6 de Novembro de 2007, o Dicionário Eletrônico de Terminologia em Ciência da Informação (DeltCI), encontrando-se disponível no endereço: http://www.ccje.ufes.br/dci/deltci/

Este projecto resulta da cooperação institucional estratégica entre a Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP), a que pertence o grupo da Ciência da Informação (integrante da Secção Autónoma de Ciências da Comunicação, responsável, juntamente com o Departamento de Electrotecnia e Computação da Faculdade de Engenharia da mesma Universidade, pela Graduação e Mestrado em Ciência da Informação) e o Departamento de Ciências da Informação da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Brasil.

Este projecto ainda se encontra numa versão beta, prevendo-se para breve a disponibilização de mais funcionalidades.

Este projecto pretende-se assumir como um “despretensioso instrumento teórico-conceptual que provoque ou contribua para provocar um debate epistemológico sério e frutífero em torno da (re)construção da Ciência da Informação e possa ser um instrumento fecundo no âmbito do trabalho pedagógico com alunos de graduação e pós-graduação no Brasil, em Portugal e pelas "sete partidas do Mundo"...”.

Eu encontro-me associado a este projecto, nomeadamente como membro do grupo de Coordenação Científica e Técnica - responsável pelo planeamento e implementação tecnológica e pela consistência epistemológica do projecto.

Espero que desfrutem bastante deste projecto, começando pelo verbete de Ciência da Informação


sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Segundo a Gartner, as fugas de dados críticos está a aumentar


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O valor perdido pelas empresas que sofrem fugas de dados críticos está a aumentar ano após ano. De acordo com John Pescatore, vice-presidente de pesquisas da Gartner, o maior risco que as organizações sofrem são os ataques devidamente orientados, que criam esquemas para roubar informações específicas de determinada empresa. De acordo com o mesmo analista, "crimes como o phishing e roubo de identidades estão a provocar um aumento dos ataques com credenciais, em que o cracker invade os sistemas utilizando credenciais legítimas de um utilizador".
[...] A Gartner afirma que o gasto médio em segurança se situa em torno dos cinco por cento do orçamento de TI (tecnologias de informação), enquanto que é dedicada uma percentagem de sete por cento à recuperação de desastres. [...]

Fonte: http://www.modulo.com.br/

Quer as bibliotecas, quer os arquivos, enquanto sistemas de informação constituem-se como alvos apetecíveis para ataques desta natureza. Este fenómeno não acontece só por via tecnológica, também ocorre através do furto de suportes físicos de informação.
Será que as organizações desenvolvem planos de prevenção? São seguidas as boas práticas neste domínio?
Penso que todos devemos reflectir sobre o assunto e os respectivos impactos! É um
tema muito sério que merece a atenção de todos os profissionais da informação.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Filosofia da informação: Concurso para investigador doutorado


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Data limite: 07.09.2007

O Instituto de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto abriu concurso para uma vaga de investigador na área de Filosofia da Informação, por 3 anos.

A contratação ocorrerá no âmbito do programa Ciência 2007, para desenvolver actividade de investigação no âmbito do projecto multidisciplinar "Segredo e Memória na era da Informação" em que participam 4 unidade de investigação da Faculdade de Letras da UP: o Centro de Estudos das Tecnologias, Artes e Ciências da Comunicação (CETAC.COM), o Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória (CITCEM), o Instituto de Filosofia (IF) e o Instituto de Sociologia (IS).

http://sigarra.up.pt/flup/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=1498

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Firmas 2006: Reflexiones multitemáticas de filósofos de la Información y el Conocimiento. Distribuição gratuita


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A Fundação Ciencias de la Documentación apresentou, em Cáceres (Espanha), o livro FIRMAS'06. Este é o primeiro em formato digital e com licença do tipo "Reconocimiento No Comercial - Sin Obra Derivada" que a fundação coloca à disposição gratuita dos utilizadores.

Este livro encontra-se disponível para download no website da Fundação: www.documentalistas.org

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Mobília Interactiva


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A Ydreams apresentou no início de Junho a sua primeira linha de mobiliário interactivo.

Bancos, vitrinas e grafiti virtual são os principais atractivos da gama de produtos que teve estreia mundial em Londres e passou por Lisboa durante a mostra ECSITE.

Para saber mais sobre esta nova tendência do mobiliário leia o número da Exame Informática de Julho, e veja aqui um pequeno filme sobre o mobiliário interactivo da Ydreams.

Fonte: Exame Informática

Qual o nosso papel enquanto profissionais da informação? Podemos intervir neste domínio? Ou ficaremos só a admirar...

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Património documental


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O Tratado de Tordesilhas e o Corpo Cronológico são dois dos 38 bens do património documental inscritos este ano no registo Memória do Mundo da Unesco.

De entre os 50 dossiers apresentados pelos vários Estados, os peritos escolheram 38 bens.

O Tratado de Tordesilhas — assinado em 1494 entre as coroas de Portugal e de Castela e que definia a partilha do Novo Mundo entre os dois reinos — foi um dos documentos inscritos no registo Memória do Mundo da Unesco, representando Portugal e Espanha. O original português está no Arquivo Geral das Índias, em Sevilha, e o castelhano encontra-se na Torre do Tombo, em Lisboa.

Portugal fica também representado com o Corpo Cronológico — uma colecção que reúne mais de 80 mil documentos em papel e pergaminho datados dos séculos XV e XVI, guardada na Torre do Tombo.

Notícia completa no jornal Público

quarta-feira, 9 de maio de 2007

V Jornadas de Ciência da Informação com o tema "Políticas e Redes de Informação"


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Nos dias 21 e 22 de Maio irão realizar-se as V Jornadas de Ciência da Informação, com o tema "Políticas e Redes de Informação". O evento irá ter lugar alternadamente na Faculdade de Engenharia (dia 21) e na da Faculdade de Letras (dia 22), com início previsto pelas 13h45.

Estarão presentes personalidades relevantes desta área, que na sua intervenção, irão falar sobre os assuntos propostos para o tema desta V Edição que são respectivamente:
"Redes de Mudança" e "Agir em Rede".


quinta-feira, 26 de abril de 2007

Cientistas americanos estão a desenvolver olho biónico


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A colocação de sensores em certas regiões do cérebro pode ser a solução para alguns tipos de cegueira. A solução começou a ser testada em macacos na Harvard Medical School.

De acordo com notícia da BBC, os investigadores colocaram dois sensores minúsculos no tálamo (região cerebral que processa as imagens captadas pelos olhos) de alguns macacos com capacidades de visão normalizadas.

[...]

Apesar de ser um princípio animador, os responsáveis por esta investigação sublinham que ainda há muito para fazer – até porque, por enquanto, os sensores não permitem transmitir toda a informação captada pelos olhos.

Para ser bem sucedido, este conceito pressupõe a incorporação de, pelo menos, 200 sensores e de um par de óculos com uma câmara digital incorporada.

Ainda assim, os mesmos investigadores acreditam que, no futuro, esta pode ser a solução para casos de cegueira em que os olhos padecem de uma qualquer incapacidade, mas a região do cérebro que processa as imagens mantém as funções regularizadas.

Fonte: Exame Informática

quinta-feira, 12 de abril de 2007

Glossário da Sociedade da Informação - 2007


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A APDSI - Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação, lançou no dia 3 de Abril, o "Glossário da Sociedade da Informação", versão de 2007.
O projecto teve início em 2005, com o objectivo de recolher, sistematizar e divulgar a terminologia portuguesa considerada mais adequada para designar os conceitos relevantes associados à Sociedade da Informação.

Aceda ao glossário e à notícia completa em:
Glossário da Sociedade da Informação - Versão 2007.


terça-feira, 27 de março de 2007

Rival da Wikipedia aberta ao público


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Desenvolvida por um dos fundadores da Wikipedia, a Citizendium já está aberta ao público em geral. As principais diferenças desta nova enciclopédia on-line são a obrigatoriedade de utilizar o verdadeiro nome ou IP no acto de registo e a existência de um grupo de especialistas que revê e escolhe os artigos que podem ser aprovados ou não. (...)
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