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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

A pesquisa no Google está mais inteligente


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O Gráfico do Conhecimento da Google já chegou a Portugal. Esta nova forma de pesquisar consegue "perceber" como as coisas se relacionam aproveitando a inteligência coletiva da Internet.

Já chegamos à verdadeira web semântica? Se não, pelo menos as pesquisas acabaram de se tornar mais "inteligentes": a Google acabou de alargar a abrangência do Gráfico do Conhecimento a Portugal. Este modelo de pesquisa vai além da análise de palavras-chave e utiliza a inteligência coletiva da Internet para "perceber" quais as relações que se podem formar entre as coisas no mundo "real".

Segundo a própria Google, este é apenas o primeiro passo "rumo ao desenvolvimento de uma nova geração de pesquisa que entende o mundo um pouco melhor". Esta tecnologia ajuda o motor de pesquisa a perceber melhor o mundo do ponto de vista "humano" e real, triangulando informações que se possam relacionar entre si, pois nem sempre a melhor resposta a uma pergunta reside numa entidade individual, passando antes por um conjunto de respostas interligadas.

Assim, o motor de busca deixa de procurar, em links, os caracteres que utilizamos como palavras-chave nas pesquisas e passa a tentar entender as relações que existem entre as palavras e a sua representação no mundo real, tornando as pesquisas mais assertivas.

Este é um "modelo inteligente" (um gráfico), que "percebe as entidades do mundo real e o seus relacionamentos com outras entidades".Esta tecnologia utiliza, ainda, as pesquisas que fazemos a favor da próxima pesquisa que for feita, usando o que foi escolhido numa pesquisa anterior sobre a mesma temática para "adivinhar" qual será a informação mais útil sobre o tema na próxima pesquisa relacionada.

O Gráfico do Conhecimento é "baseado em fontes públicas", como a Freebase, a Wikipédia e o CIA World Factbook, mas também utiliza uma "base de conhecimento estruturado", obtido através das pesquisas que as pessoas vão fazendo na Internet todos os dias. Desta forma, o gráfico do conhecimento já contém "mais de 570 milhões de entidades e 18 mil milhões de facto".

Com isto, a Google pretende deixar de ser um motor de busca para passar a ser um "motor de conhecimento". O Gráfico do Conhecimento deverá começar a aparecer nas pesquisas em Portugal durante as próximas horas.

Fonte: JN

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Pesquisas por palavras proibidas aumentaram 10 vezes na China


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No dia em que o Googole desafiou as autoridades chinesas e começou a disponibilizar pesquisas sem censura, palavras como "Tianamen", "Corrupção" ou "Falun Gong" tiveram 10 vezes mais buscas.
O "pico" de buscas por palavras "proibidas" pelo Partido Comunista Chinês ocorreu na passada terça-feira, quando os serviços do Google chinês passaram a operar a partir de Hong Kong.

A busca de termos tradicionalmente censurados terá caído abruptamente nos dias seguintes.

Esta quebra nas buscas estará relacionada com o bloqueio técnico a que o líder dos motores de busca foi alvo na maior parte do território chinês, depois de afrontar o governo local.

De acordo com o New York Times, são múltiplos os relatos que dão conta da impossibilidade de acesso ao Google.cn em várias cidades chinesas.

O governo chinês ainda não fez qualquer comentário, mas já ninguém duvida da sua intervenção neste bloqueio do Google.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Pesquisa brasileira em redes internacionais


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Fonte: Revista de Pesquisa Fapesp, n. 169. Data: Março 2010.
URL: http://www.revistapesquisa.fapesp.br/?art=4072&bd=1&pg=1&lg=

Enquanto várias nações conseguiram ampliar sua produção científica
feita em colaboração internacional, os artigos de pesquisadores
brasileiros escritos em parceria com estrangeiros estacionaram na casa
dos 30% e vêm crescendo, em números absolutos, num ritmo menor do que
as colaborações internas, aquelas que resultam do trabalho conjunto de
cientistas da mesma nacionalidade. Essa evidência é um dos destaques
de uma tese de doutorado sobre as redes de colaboração científica do
país, defendida no ano passado por Samile Vanz, pesquisadora e
professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, sob
orientação de Ida Stumpf.

Lea Velho, professora do Departamento de Política Científica e
Tecnológica da Unicamp, diz que é difícil avaliar o significado dos
30%. "Ainda não existe uma teoria clara capaz de interpretar dados
desse tipo", diz. Mas afirma que o patamar pode ser útil para refletir
sobre os motivos que levam o Brasil a não conseguir elevar esses
indicadores.

"Faltam estímulos para que a nossa comunidade científica se relacione
mais com o exterior", ela diz. "De um lado, deixamos de mandar alunos
de doutorado para o exterior, o que era uma fonte potencial de
colaborações no futuro, e passamos a privilegiar os doutorados
sanduíche e os pós-doutorados lá fora, que não geram vínculos tão
fortes.

De outro o financiamento que vem oferecendo oportunidades cada vez
maiores de bolsas e recursos para projetos aqui mesmo no Brasil. É bem
diferente do que acontece em outros países, onde a participação em
redes internacionais e a disputa por recursos são cruciais para que o
pesquisador possa seguir trabalhando". "As universidades europeias
chegam a contratar pessoas para formatar a apresentação dos projetos,
tal é a sua importância. Aqui no Brasil não há esse tipo de estímulo
para as parcerias."

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Google já faz buscas em tempo real ao Twitter e blogues


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O Google junta-se ao Twitter, Facebook e MySpace ao combinar resultados das pesquisas com actualizações das redes sociais.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

AesthetiC QUality INference Engine


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Novo sistema se aproveita da subjetividade humana para (tentar) julgar qualidade estética de fotos digitais

Que tal uma ferramenta online gratuita para determinar automaticamente o valor estético de uma foto? Pois ela já existe e foi lançada para uso público em abril de 2009. O sistema se chama ACQUINE (AesthetiC QUality INference Engine = Máquina de Inferência de Qualidade Estética) e foi desenvolvido por uma equipe da Penn State University. Segundo James Z. Wang, professor associado de Ciência da Informação e Tecnologia na instituição e um dos principais pesquisadores envolvidos no projeto, o software é a primeira tentativa bem sucedida de reconhecer as reações emocionais humanas associadas a estímulos visuais.

O sistema ACQUINE ( acquine.alipr.com) já vinha sendo desenvolvido há quatro anos. É um sistema que vai enriquecendo seus próprios conhecimentos ao longo do tempo e permite que qualquer internauta submeta uma foto ao crivo do site por meio do upload de um arquivo da imagem ou informando um link para a foto online. Em poucos segundos o resultado pipoca na tela, numa escala entre zero e cem. Mas os responsáveis pelo sistema recomendam que apenas sejam submetidas fotos próprias de cada um, ou seja, nada de imagens de outros fotógrafos.

Leia o resto da notícia em globo.com

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Pesquisas do Google ajudam a prever o futuro


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Dois investigadores pegaram nos índices de popularidade do Google Trends e aplicaram modelos, geralmente, usados na economia para prever futuras tendências de consumo.

Já se sabia que as pesquisas realizadas em motores de busca poderiam ser bastante reveladoras quanto aos anseios da população mundial que tem acesso à Internet – pois agora é a vez de dois investigadores que trabalham para o Google darem a conhecer um estudo que permite apurar quais as tendências de consumo no que toca ao sector das viagens e da compra e venda de casas.

De acordo com a Newscientist, a investigação levada a cabo por Hyunyoung Choi e Hal Varian permitiu reduzir em 15% a margem de erro das estimativas para as vendas de automóveis.

Os responsáveis pela investigação dão vários exemplos do potencial da análise, em tempo real, de pesquisas efectuadas de motores de busca - da pesquisa de termos relacionados com fundos de desemprego que augura tempos pouco animadores para a economia, à análise de potenciais surtos de pandemias. E todas estas previsões só são possíveis porque os motores de busca permitem apurar o que pensa a maioria dos internautas e também o que, eventualmente, fazem a cada momento.

Fonte: Exame Informática

sábado, 7 de março de 2009

Arquivo da Defesa Nacional (ADN)


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O Arquivo da Defesa Nacional (ADN) tem como objectivo a guarda, tratamento, preservação e difusão dos documentos de valor histórico relativos ao Ministério da Defesa Nacional e seus órgãos antecessores ou directamente dependentes, promovendo o seu acesso ao público em geral e a salvaguarda e valorização do património arquivístico da Defesa, enquanto depositário da sua memória colectiva.

O ADN encontra-se aberto a todos os cidadãos, nacionais ou estrangeiros, devidamente identificados, interessados na consulta da documentação para fins de investigação científica e histórica, solicitando-se o contacto prévio com o referido Arquivo. Alojado no site do Ministério da Defesa Nacional (http://adn.defesa.pt/adn/), o ADN encontra-se também integrado no sistema de pesquisa inter-arquivos, proporcionado pelo uso do aplicativo InfoGestNet, que permite a pesquisa em rede das várias bases de dados participantes.

O Arquivo da Defesa Nacional (ADN), enquanto núcleo histórico, tem a sua origem na documentação depositada no forte de São Julião da Barra, entretanto inventariada preliminarmente pelo Grupo de Trabalho dos Arquivos do Ministério da Defesa, criado em 1996.

O ADN possui um acervo documental que abrange sobretudo os anos de 1950 a 1975, nomeadamente o fundo do Secretariado Geral da Defesa Nacional, o Estado-Maior General das Forças Armadas, a Comissão Luso-Francesa, a Comissão Luso-Alemã, as relações com a NATO, e outros órgãos entretanto extintos, tornando-se uma fonte de informação fundamental para o estudo da história militar e política de Portugal. Para saber mais, contacte-nos através do e-mail adn@sg.mdn.gov.pt ou para o telefone 213027309.

Fonte: APBAD

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Pesquisa Google no telemóvel através de sms


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Um serviço, agora gratuito, da Google India principalmente dedicado para telemóveis que não tenham acesso à Internet. O texto sobre este serviço é retirado do blogue Digital Inspiration

This is something for mobile phone users in India who don’t have a web-enabled phone – you can now search for information on Google using SMS. The service has been around for a while but Google is no longer charging a premium fee for sending you the SMS message.

The Google SMS search service may be used for finding movie timings, weather, nearest pizza restaurant, currency conversion, train schedules, cricket scores and a host of other things.

One of the very useful features in SMS search is language translation. For instance, I could SMS "say hello in French" to 9-77-33-00000 to get the right French word.

Google SMS Search could be real bad news for the business of services like Indiatimes that charge a premium fee for delivering news or astrology updates on the mobile phone using short codes.

For details go to the Google Mobile website or check their help center for more details.

The Google blog says that you only need to pay the standard SMS text charges for sending the SMS query to Google – there’s no fee for the incoming messages from Google. The service is available for all popular cellular networks including Airtel, BSNL, Idea, Reliance, Spice, Tata Indicom and Vodafone.


quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Yahoo adivinha termos de pesquisa


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As pesquisas através do motor de busca do Yahoo tornam-se mais fáceis. Agora, o sistema prevê os termos de pesquisa e acrescenta ficheiros áudio, vídeo e imagens aos resultados.

A Yahoo lançou o Yahoo Search Assist. Esta nova funcionalidade é um assistente de busca, que associa conceitos relacionados com o termo que estiver a ser pesquisado, numa caixa separada.

Para além deste assistente, as pesquisas feitas no Yahoo também incluem ficheiros áudio, vídeo e de imagem nos resultados obtidos, como já acontecia com outros motores de busca.

As buscas no Yahoo agora aceder a tags do Flickr, do Del.icio.us e do Yahoo Answers, contando também com os Search Shortcuts, que permite poupar tempo ao fazer pesquisas que sejam mais populares.

Fonte: Exame Informática

sexta-feira, 27 de julho de 2007

Será uma questão de indexação, de conteúdo, falta de tempo…


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Numa altura em que locais como o youtube, por exemplo, são frequentadíssimos é interessante o resultado do estudo noticiado pelo semanário SOL.

Cibernautas descontentes com proliferação de vídeos

Um estudo promovido pela empresa norte-americana de estudos de mercado Kelton Research revela que a maioria dos cibernautas nos EUA não está contente com o cada vez maior volume de conteúdos colocados na Internet pelos próprios utilizadores, sobretudo vídeos. (continua aqui)

In SOL

terça-feira, 10 de julho de 2007

VIII ENANCIB


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Encontra-se aberta até 16 de Julho a 2ª chamada para submissão de comunicações e posters para a VIII ENANCIB – Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação, no Brasil.

O tema desta edição é "Promovendo a inserção internacional da pesquisa brasileira em Ciência da Informação". O evento decorrerá de 28 a 31 de Outubro, de 2007, em Salvador da Bahia, Brasil.

Aceda a mais informação no website da ENANCIB

Informação disponibilizada pela Dr.ª Isabel Sousa, da Biblioteca Municipal de Espinho.

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