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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Mario Vargas Llosa - Más información, menos conocimiento


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Um fantástico texto para ler e meditar...

"PIEDRA DE TOQUE. La imparable robotización humana por Internet cambiará la vida cultural y hasta cómo opera nuestro cerebro. Cuanto más inteligente sea nuestro ordenador, más tontos seremos nosotros" Mario Vargas Llosa, 31/07/2011, El País.


Depois de lerem o artigo vejam esta entrevista com o Nicholas Carr...

domingo, 27 de fevereiro de 2011

“Dado, Informação e Conhecimento”…


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Leandro Libério, em 16 de Fevereiro, fez a seguinte postagem:
Tenho outra dúvida: pelo que percebi pelo teu livro "A Informação", por exemplo, o número 49 (num texto isolado) é uma informação.
Para os informáticos é um dado.


Porém Wilson num de seus textos sobre "Information Behavior".... deu um exemplo q fiquei na dúvida.

se no texto tiver assim: "%5d&89" (ou seja... um "dedilhar" qq) ainda continua a ser informação (signo registado num suporte)?

O foco está posto numa questão axial sobre a natureza do objecto de estudo da Ciência da Informação.Para enfrentar estas e outras questões torna-se necessário adoptar uma definição operatória de informação, embora nos debates, que há muito se fazem no campo da CI, nunca faltou quem considere inútil cometer tal empresa. Observando a multiplicidade de sentidos que o termo foi adquirindo, desde, pelo menos, o séc. XIX, e as apropriações sócio-profissionais, filosóficas e científicas efectuadas, compreende-se que não é pela via definitória que se consegue um consenso universal em torno desta palavra e do respectivo conceito. Mas, o equívoco maior talvez esteja em ter-se, algum dia ou alguma vez, aceitável formular tal desiderato… Definir informação não deve visar um consenso total e absoluto, mas uma clarificação conceptual de onde se parte para os debates e as pesquisas ininterruptas e abertas.

Sem outro propósito que este último, adopto e trabalho com a definição, segundo a qual informação é “um conjunto estruturado de representações mentais e emocionais codificadas (signos, símbolos…) e modeladas com/pela interacção social, passíveis de serem registadas num qualquer suporte material (papel, filme, banda magnética, disco compacto, etc.) e, portanto, comunicadas de forma assíncrona e multi-direccionada. Definindo-se o que a informação é, define-se, em simultâneo, o que ela não é, ou dito de outro modo, excluem-se sentidos e perspectivas tidas por muitos especialistas e cidadãos anónimos como aceitáveis. A informação não é uma afirmação nova e estruturada que propicia ou deriva da produção de conhecimento, porquanto admitir isto colide com a possibilidade, expressa na definição evocada, de que um conjunto codificado (vertido num código, ou seja, numa língua, por exemplo) de representações, sejam novas ou conhecidíssimas, é informação. E informação não é uma “coisa” resultante de um processo de materialização, porquanto, sendo representações mentais e emocionais codificadas, ela nasce e pode manter-se no cérebro humano sem que sejam externalizadas através da escrita, ou seja, da gravação ou inscrição num suporte  existente fora da pessoa “que informa”. A “coisa” ou artefacto, que passa a ter existência física própria e independente do seu criador, corresponde à designação de documento e que é, claramente, um medium de comunicação. Importa, por isso, não confundir, como muitos fazem, informação com documento.

Urdaneta (1992), citado por Marisa Brascher, distinguiu quatro classes diferentes de informação: dados, informação, conhecimento e inteligência. Dados são sinais que não foram processados, correlacionados, integrados, avaliados ou interpretados de qualquer forma, ou seja, é a matéria-prima a ser utilizada na produção da informação. A informação consiste dos dados processados, para serem exibidos em uma forma inteligível às pessoas que vão utilizá-los. O conhecimento é definido como informações que foram analisadas e avaliadas sobre a sua confiabilidade, sua relevância e sua importância, o conhecimento não é estático, modificando-se mediante interacção com o ambiente.

Entende-se por inteligência o conhecimento contextualmente relevante que permite atuar com vantagem no ambiente considerado. Inteligência pode ser vista também como o conhecimento que foi sintetizado e aplicado a uma determinada situação, para ganhar maior profundidade de consciência da mesma. Perante este entendimento, muito reproduzido nas áreas de Gestão e Informática para a Gestão, pergunto quais os seus fundamentos neurocientíficos? Em que se baseou Urdaneta para estabelecer esta subtil e sofisticada distinção? 

É óbvio que a sua definição de informação diverge profundamente da minha e esta impossibilita essa distinção em quatro classes, uma vez que, tanto dado, informação e conhecimento, definidos por Urdaneta e citados por Marisa Brascher, cabem dentro do “conjunto estruturado de representações mentais e emocionais codificadas etc.”. 


Vejamos por exemplos:

1957 é um dado para Urdaneta/Marisa Brascher - algo não processado, não correlacionado, não integrado, não avaliado nem interpretado de qualquer forma. No entanto, pergunto se será possível negar que, se eu escrever numa folha branca ou numa página word na tela do meu computador 1957 (ano do meu nascimento), este dado não é uma representação mental e, sobretudo, emocional que me diz algo ou que tem sentido, pelo menos, para mim e para os meus familiares? E se um dado é informação, fica impossível ou redundante distinguir esta daquele. E se o conhecimento consiste em informações analisadas e avaliadas sobre a sua confiabilidade não custa admitir que conhecimento é, também, um conjunto de representações mentais e emocionais codificadas, ou seja, sinónimo de informação.

Confuso?

Vejamos:

  1. Dado: concordo que este termo sirva para conceituar “matéria-prima” a ser usada na produção de informação. Dado é um sinal sem sentido, ou seja, um impulso sísmico que é capturado por um sismógrafo e convertido num grafismo, que é lido facilmente por um sismólogo, que o interpreta e explica o que se passa com informação, esse impulso é um dado bruto produzido pela Natureza e não pela mente humana. Se, distraidamente, ou porque adormeço em cima do teclado do meu computador e, como refere Leandro, "%5d&89" (ou seja... um "dedilhar" qualquer) ainda continua a ser informação (signo registado num suporte)?” – neste caso, “%5d&89” é um dado bruto sem sentido. Mas, se “%5d&89” corresponder a uma cifra secreta, já é informação, porque é uma representação mental e emocional codificada. 
  2. Informação: existe no cérebro onde é produzida e porque é constituída obrigatoriamente por um elemento social, aprendido e oriundo do ambiente ou da sociedade - a língua, a aritmética, a geometria, a cor, a notação musical, etc. – corresponde ao que o professor japonês Ikujiro Nonaka designou por conhecimento explícito e definiu “o que já foi ou pode ser articulado, codificado ou armazenado de alguma forma em alguma mídia. Ele pode ser prontamente transmitido”. O conhecimento explícito só pode ser facilmente transmitido se for uma representação mental e emocional codificada e produzida e/ou retida no cérebro humano, embora possa ser externalizado graças à plasticidade do código (alfabético, numérico, geométrico, cromático, musical, gestual, etc.) e por conta destas propriedades (a reprodutividade e a transmissibilidade) a informação/conhecimento explícito converte-se em documento. Mais um exemplo: eu “conheço” várias anedotas que me foram contadas e que assimilei e memorizei no meu cérebro, tal e qual as ouvi (é possível, embora nem sempre fácil, “pois quem ouve um conto, acrescenta um ponto”…), não precisando de as registar em papel ou numa fita magnética; essas anedotas são conhecimento explícito ou informação, porque podem ser contadas a qualquer momento e gravadas. 
  3. Conhecimento, inteligência, cognição: ainda Nonaka, inspirado em Michael Polanyi, consagrou a expressão conhecimento tácito, como sendo aquele que o indivíduo adquiriu ao longo da vida e que está na cabeça das pessoas. Geralmente é difícil de ser formalizado, ou explicado a outra pessoa, pois é subjetivo e inerente às "habilidades de uma pessoa”. Comparando esta definição com a de conhecimento explícito, há uma diferença subtil importante: dir-se-ia que o conhecimento tácito não está codificado, vertido num código. Não é a anedota ou a notícia que li num jornal e retive na minha cabeça. É então o quê?  Peguemos no Dictionnaire des sciences cognitives sob a direcção de Guy Tiberghien (Armand Colin, 2002, pp. 70-71) e abramo-lo no verbete cognição: “a função da cognição é material, determinada fisiologicamente pelas estruturas  e os modos de funcionamento dos cérebros, e resultante da evolução (…) e uma segunda categoria de realidades constitutivas da cognição, é a das “representações”, que podem ser mentais, conscientes ou não, linguísticas, formais, informáticas”. Através do conceito de representação, fica vinculado o conceito de informação à função cognição, e esta ligação é orgânica e natural. Por outro lado, a materialidade bio-química da cognição absorve bem essa subjectividade, referida por Nonaka, esse acúmulo de vivências positivas ou traumáticas, que são retidas pelas estruturas e modos de funcionamento do cérebro de cada um.
Terminando: já propus em 2002, num texto publicado no Brasil e que constitui o capítulo 3 do meu livro A Informação (Edições Afrontamento, 2006), uma tríade diferente da que usei para título deste comentário ou postagem – dado, informação/conhecimento e cognição. Em que dado é um sinal bruto sem sentido e não humano, informação sinónimo de conhecimento e cognição a função onde se dilui o conhecimento tácito.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

A Sociedade da Informação em Portugal


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A UMIC - Agência para a Sociedade do Conhecimento publicou, no seu website, o documento “A Sociedade da Informação em Portugal – Maio de 2010”, onde são sintetizados alguns dos principais vectores de desenvolvimento da Sociedade da Informação em Portugal.

Com a publicação deste documento, a UMIC visa “ilustrar a variedade de áreas de intervenção das políticas públicas no desenvolvimento da Sociedade da Informação e procura reunir informação relativa aos diferentes sectores, sempre que possível numa perspectiva evolutiva”.

Para o efeito, o documento apresenta os principais indicadores internacionais em matéria de Sociedade da Informação e o contexto da definição das prioridades da agenda digital europeia, no quadro da estratégia europeia UE 2020 - Estratégia para um Crescimento Inteligente, Sustentável e Inclusivo.

Fonte: AMA

segunda-feira, 3 de maio de 2010

O Poder saber e a Exclusão digital


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O conhecimento só se realiza em nós com o “poder saber”. O conhecimento acompanha nossa trajeória na condição humana. O saber muda nossa natureza enquanto ser humano.




Fonte: Censo das Bibliotecas Públicas Municipais, O Ministério da Cultura (MinC) e
Mapa da Exclusão: O mapa é fruto de uma parceria entre o CDI – Comitê para a Democratização da Informática, a Fundação Getúlio Vargas, a Sun Microsystems e a USAID – The United States Agency for International Development.

Fonte: Aldobarreto's Blog

terça-feira, 9 de março de 2010

Inquérito revela prós e contras da Internet


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A maioria dos especialistas acredita que faz o ser humano mais inteligente.

A Internet está a fazer-nos mais inteligentes. Este é um dos resultados do mais recente inquérito do Pew Research Center. Pelo quarto ano consecutivo, a Pew Internet & American Life Project e a Elon University's Imagining the Internet Center levam a cabo o estudo «Future of the Internet», no qual pretendem lançar luzes de como a tecnologia irá afectar o ser humano nos próximos dez anos.

O inquérito foi realizado através de cinco perguntas a 900 especialistas na área, entre eles, professores universitários e responsáveis por empresas tecnológicas.
  
Esta ‘sessão’ do estudo foi a mais provocadora das quatro. Duas das perguntas debruçavam-se sobre a possibilidade da Internet estar a modificar o intelecto humano. Questionava-se também se as inovações tecnológicas continuariam a surpreender a humanidade.

As duas últimas tinham um carácter mais social, a saber: se continuaria a existir o princípio de «neutralidade da rede» e se daqui a dez anos seria ainda possível ser-se «anónimo» na Internet.
As conclusões parecem ser animadoras. Dos 900 especialistas, 76 por cento acredita que a Internet está a tornar o ser humano mais inteligente. Isto vem contradizer um artigo publicado em 2008 na revista «The Atlantic», intitulado «Is Google Making Us Stupid?» (Estará o Google a tornar-nos estúpidos?), de Nicholas Carr. Ali, um grupo de neurologistas e psicólogos defendia que o fácil acesso a dados e a própria forma de navegar na Internet limitava a nossa capacidade de concentração.

Artigo da «The Atlantic» dizia que Internet diminiu profundidade de pensamento
Artigo da «The Atlantic» dizia que Internet diminiu profundidade de pensamento
Neste estudo, a maior parte dos especialistas acredita que a Internet potencia das habilidades mentais. Apenas 21 por cento considera que o seu impacto será negativo. Carr está entre eles pois acredita que o preço da rapidez de acesso à informação é “a perda de profundidade do pensamento”.

Hal Varian, da Google, contrapõe esta opinião defendendo que a Google está a tornar-nos mais informados. A pessoa mais inteligente do mundo pode estar atrás de um arado na China ou na Índia. Disponibilizar acesso universal à informação vai permitir que as pessoas consigam realizar o seu potencial, promovendo benefícios para o mundo inteiro”.

O vice-presidente da Associação de Investigadores de Internet, Alex Halavais, não acredita nem numa coisa, nem noutra, pois acha que a pergunta está mal feita. “Reter uma informação que fácil de encontrar através do Google não é um sinal de inteligência. Ser capaz de descobrir informação de forma rápida e eficaz e resolver problemas será o que temos de ter em conta.

À segunda pergunta, 65 por cento dos entrevistados responderam que em 2020 a Internet terá melhorado a nossa capacidade de ler e de escrever. Esta melhoria será evidente tanto mais que os novos leitores serão comparados com a geração anterior – a da televisão, defende Stephen Downes, do Conselho Nacional de Investigação do Canadá.



A tecnologia vai continuar a surpreender

Os avanços tecnológicos vão continuar a surpreender os usuários da Internet. Pelos menos é que acreditam 80 por cento dos inquiridos. O co-fundador do medidores de blogs «Technorati», David Sifry, afirma: Não fazemos sequer ideia de como serão as aplicações em 2020”. Há quem acredita que o aumento da banda larga e da potência dos computadores vai provocar uma nova onda de inovações.

Quanto à questão da neutralidade da Internet, apesar de 61 por cento acreditar que vai manter-se, todos reconhecem que existe perigo de deixar de ser livre. Isto pode acontecer se houver uma centralização de poder de operadoras ou um controlo político e económico.

A última questão, sobre o anonimato na rede, divide os especialistas. Num mundo onde a identificação está cada vez mais presente, 41 por cento acredita que será difícil manter o anonimato. No entanto, 55 por cento pensa que a privacidade vai prevalecer.

Fonte: Ciência Hoje

sexta-feira, 20 de março de 2009

Convite para o Seminario de Administración del Conocimiento y la Información


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Totalmente online e aberto a toda a comunidade interessada: http://www.saci.cfie.ipn.mx

Estimados colegas, una nueva emisión del Seminario de Administración del Conocimiento y la Información es una oportunidad para reflexionar acerca de nuestro proceso de transición hacia la sociedad del conocimiento, quizá también, la oportunidad de hacer una autocritica y una redefinición de nuestras acciones en el futuro inmediato. Agradecemos el seguimiento que ustedes han dado y la participación que han tenido en la interacción y el diálogo que ha significado su paso por los foros de discusión.

En esta nuevo inicio les hacemos una muy atenta invitación a que nos acompañen en la ceremonia inaugural del Seminario de Administración del Conocimiento y la Información 2009, la cual tendrá lugar el día miércoles 29 de abril a las 16:00 hrs., en el Auditorio Principal del Centro de Formación e Innovación Educativa, ubicado en la Unidad Profesional Adolfo López Mateos, Av. Wilfrido Massieu s/n, a un costado del Planetario "Luis Enrique Erro" Delegación Gustavo A. Madero.

Les invitamos también a que se inscriban y sean parte de esta experiencia que inicia el 29 de abril del año en curso. Se acompaña el cartel en formato digital, el cual agradeceremos se sirvan compartirlo con otros colegas interesados a fin de lograr juntos generar la masa crítica que haga realidad la transición hacia la sociedad del conocimiento

En esta ocasión nos acompañan, en forma presencial, tres destacados especialistas que nos comparten su experiencia en tres interesantes conferencias:

  • 1. Nuestro rezago con la Sociedad del Conocimiento | Macario Schettino. Analista político. México | 29 de abril, 16:00 hs.
  • 2. ¿ Qué es la gestión del conocimiento y cuál es su aplicación en las IES? |Ricardo Villafaña Figueroa, Instituto Mexicano de Administración del Conocimiento. México. | 29 de abril, 16:00 hs.
  • 3. Las telecomunicaciones y el acceso al conocimiento en la era digital | Elvia Monasterio. Fundación Canitec. México | 29 de abril, 16:00 hs.
Se les recuerda que al finalizar las videoconferencias tendremos una sesión de acercamiento entre los participantes y los ponentes para dialogar en torno a la gestión del conocimiento. Les recordamos que el acceso es libre para toda la comunidad académica interesada y que estaremos atentos para brindarle la información que ustedes requieran en la dirección de correo: saci.seminario@ipn.mx y directamente en las oficinas de la Subdirección de Innovación Educativa.
Informação disponibilizada pelo Dr. Noel Angulo

quarta-feira, 18 de março de 2009

Mapa do Conhecimento


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Ao longo da história conceberam-se inúmeros modelos, mapas ou representações do conhecimento humano. Dando seguimento às mais variadas interpretações e abrangências, foi publicada uma notícia, no passado dia 16 de Março, no "The New York Times", dando a conhecer um novo mapa do conhecimento:
A new map of knowledge has been assembled by scientists at the research library of the Los Alamos National Laboratory. It is based on electronic data searches in which users moved from one journal to another, thus establishing associations between them. [...]

In the map, published in the current issue of PLoS One, the journals are color-coded as follows: physics, light purple; chemistry, blue; biology, green; medicine, red; social sciences, yellow; humanities, white; mathematics, purple; and engineering, pink. The interconnecting lines reflect the probability that a reader will click from one journal to another on the computer screen.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Histórias de sucesso na área da investigação


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A Comissão Europeia acabou de lançar mais uma publicação da «Research for Europe» – «Uma selecção de histórias de investigação de maior sucesso» na comunidade europeia.

A revista periódica apresenta uma selecção de 40 dos mais bem sucedidos programas de investigação e iniciativas do sexto «Frameworks Programme for Research» – que cobrem quase todos os aspectos da nossa vida: saúde, ambiente, alimentação, a forma como viajamos e como a nossa energia é produzida, entre outros. Muitas das instituições que alargam estudos para benefícios planetários são portuguesas.

Estes trabalhos são considerados cruciais por terem facultado novos conhecimentos, tecnologias e soluções que ajudam a enfrentar grandes desafios na sociedade actual. Em muitos dos casos, estes estudos resultam motivando práticas – no desenvolvimento de produtos de consumo, prevenindo ou curando doenças ou mudando a forma como o mundo do negócio funciona.

Mais do que isso, estes projectos de investigação permitem uma ligação entre alguns dos melhores cientistas europeus nas suas áreas específicas e criando assim uma rede de fundações para a investigação de modo a que, uma vez que os trabalhos estão terminados, se possa reduzir a fragmentação e duplicar esforços na investigação científica futura.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Firmas 2006: Reflexiones multitemáticas de filósofos de la Información y el Conocimiento. Distribuição gratuita


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A Fundação Ciencias de la Documentación apresentou, em Cáceres (Espanha), o livro FIRMAS'06. Este é o primeiro em formato digital e com licença do tipo "Reconocimiento No Comercial - Sin Obra Derivada" que a fundação coloca à disposição gratuita dos utilizadores.

Este livro encontra-se disponível para download no website da Fundação: www.documentalistas.org

sexta-feira, 2 de março de 2007

Um sistema de educação gratuito global e online


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Convido-o a ver a apresentação efectuada por Richard Baraniuk, em que apresenta o seu maior projecto, o
Connexions, que tem como objectivo a criação de um sistema de educação gratuito global e online.



Neste projecto já se encontram disponíveis alguns
recursos na língua portuguesa. Um dos conteúdos em português, que está directamente relacionado com a nossa área, é disponibilizado pelo Tiago Murakami, com o título: Uso de tesauros na World Wide Web.



Este projecto é bastante interessante e merece ser acompanhado com atenção.

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