No dia 20 de Abril de 2012 a KEEP SOLUTIONS irá organizar uma Workshop Nacional sobre o Koha, no ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa, o qual já utiliza a solução de gestão integrada de bibliotecas Koha desde Abril de 2011. O catálogo bibliográfico do ISCTE-IUL poderá ser consultado em http://catalogo.biblioteca.iscte-iul.pt/.
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terça-feira, 21 de maio de 2013
PORBASE completa 25 anos
0 Comentários terça-feira, maio 21, 2013
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: Biblioteca Nacional de Portugal, catalogação, Porbase
Parabéns à Biblioteca Nacional de Portugal e a todos os colegas portugueses pelos 25 anos de tão importante contribuição para a Biblioteconomia.
Murilo Cunha
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Lançamento: Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada (ISBD)
0 Comentários terça-feira, novembro 27, 2012
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: Biblioteca Nacional de Portugal, catalogação, ISBD
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Manual sobre catalogação de obras especiais e raras
0 Comentários quarta-feira, maio 09, 2012
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: catalogação, obra rara
O Sistema de Bibliotecas da UFMG disponibiliza para download o “Manual para entrada de dados bibliográficos em formato MARC 21: ênfase em obras raras e especiais”, com o objetivo de auxiliar os bibliotecários brasileiros no tratamento de obras raras. De autoria de Maria Angélica Ferraz Messina-Ramos e contou com a colaboração das bibliotecárias da UFMG Marlene de Fátima Vieira e Maria Helena Santos.
A disponibilização do Manual tem o objetivo de possibilitar a ampla utilização do conteúdo pelas bibliotecas brasileiras, já que uma das principais ferramentas para catalogação de obras raras, “Descriptive Cataloging of Rare Books” (DCRB), editado pela Library of Congress, foi publicada em língua inglesa, o que constitui uma barreira linguística para a maioria dos bibliotecários brasileiros.
Nota do blog:
O Manual, com 13.9 Mb, no formato PDF, está disponível no URL: https://www.bu.ufmg.br/boletim/Manual_Obras%20Raras_Completo_Versao%20Publicada.pdf
sexta-feira, 16 de março de 2012
Workshop Nacional sobre o Koha
0 Comentários sexta-feira, março 16, 2012
Publicado por Paulo Barreiro de Sousa
Assunto: biblioteca, catalogação, Catálogo Bibliográfico, Koha, workshop
Objectivos
Esta workshop terá como principal objectivo demonstrar e debater a solução open-source para gestão integrada de bibliotecas - Koha.
Pretende-se, por um lado, apresentar e demonstrar as características e funcionalidades desta solução e, por outro lado, abrir um espaço de partilha de experiências, ideias e sugestões, quer pelo testemunho de representantes de alguns contextos institucionais que já utilizam a solução Koha, quer pelo debate entre todos os participantes.
Destinatários
Esta workshop será orientada a todas as pessoas ligadas a associações e instituições bibliotecárias (bibliotecas universitárias, bibliotecas municipais, bibliotecas escolares, bibliotecas empresariais, etc.) e a todas as pessoas da área que pretendam conhecer em mais detalhe esta solução.
Inscrições
Prazo das inscrições: 13 de Abril de 2012
A participação nesta workshop é gratuita, mas a inscrição é obrigatória.
A participação nesta workshop é gratuita, mas a inscrição é obrigatória.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
WorldCat completa 40 anos
0 Comentários quinta-feira, setembro 01, 2011
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: catalogação, Worldcat
URL: http://www.worldcat.org/?lang=pt
O WorldCat completou, no final de agosto de 2011, 40 anos de existência. Ele foi o primeiro catálogo coletivo a nível global. Criado em 1971, o antigo OCLC Union Catalog and Shared Cataloging – atualmente conhecido como WorldCat – recebeu no primeiro dia, 133 registros bibliográficos em linha!
Atualmente, o WorldCat possui mais de 1.7 bilhão de itens armazenados em mais de 10.000 bibliotecas ligadas à rede do OCLC.
Parabéns a esse importante pioneiro!
Murilo Cunha
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Diferenças entre AACR2 e RDA: exemplos
0 Comentários quinta-feira, junho 02, 2011
Publicado por Michelangelo Viana
Assunto: AACR2, catalogação, RDA
Apresentação do Prof. Fernando Modesto, Professor de Biblioteconomia na Universidade de São Paulo (USP), Brasil, tratando sobre as diferenças práticas entre o AACR2 e o RDA. Bastante esclarecedor.
terça-feira, 17 de maio de 2011
RDA: um novo paradigma na catalogação
Autor: Murilo Bastos da Cunha
Publicado no: Infohome. Data: maio de 2011.
URL: http://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=604
Acaba de ser publicado um dos primeiros livros na língua portuguesa sobre a nova norma de catalogação denominada RDA (Recursos: Descrição e Acesso). Essa nova obra é de autoria de Chris Oliver, coordenadora de Catalogação da McGill University Library, em Montreal (Canadá), e tem como título Introdução à RDA: um guia básico (1) [Brasília: Briquet de Lemos, 2011. 153 p.]. A edição original em inglês foi publicada em 2010, pela American Library Association. Portanto, ambas as edições possuem conteúdos muito recentes.
Como se sabe a RDA está provocando uma enorme mudança na catalogação internacional desde a publicação da segunda edição do Código de catalogação anglo-americano – com edição brasileira publicada pela FEBAB em 1983 e em 2004, agora incorporando a revisão de 2002; também existe uma reimpressão, lançada em 2010 (2-4). Pensava-se que seria lançada uma nova edição do código de catalogação e que a sua nova sigla, continuando a longa tradição das versões anteriores, fosse AACR3. Além disso, essa nova edição certamente iria incluir as modificações geradas pelas atualizações ocorridas no formato MARC 21. Mas, a longa tradição de edições sucessivas do AACR foi quebrada e não teremos o AACR3!
Todavia, “apesar de manter uma forte relação com as AACR2, a RDA delas difere em muito, devido a ser baseada numa estrutura teórica, ter sido projetada para o ambiente digital e seu escopo ser mais abrangente do que o das AACR2” (p. 1). De fato, as normas da RDA são baseadas nos modelos conceituais do Functional Requirements for Bibliographical Records (FRBR, Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos) e do Functional Requirements for Authority Data (FRAD, Requisitos Funcionais para Dados de Autoridade), e incorporam um ponto de vista impensável anos atrás. Agora a estrutura da descrição bibliográfica inclui também o acesso à informação do objeto descrito como um todo.
O novo livro está composto por sete capítulos. O primeiro, intitulado “O que é a RDA?”, mostra a base teórica na qual a RDA foi baseada. A autora menciona que “a RDA consiste num conjunto de instruções práticas, que, no entanto, baseia-se numa estrutura teórica que define a forma, a estrutura e o conteúdo desta nova norma” (p. 1). Os dados RDA podem “ser codificados com o emprego de esquemas existentes, como o MARC21, Dublin Core, MODS e também podem ter correspondências estabelecidas com outros esquemas, atuais ou futuros. (...) os dados RDA também foram projetados para serem usados no ambiente da Rede e em novos tipos de estruturas de bases de dados. (...) A RDA pode ser utilizada para a descrição tanto de recursos tradicionais quanto não-tradicionais, analógicos e digitais, dentro e fora da biblioteca” (p. 3).
O segundo capítulo aborda as relações da RDA com as normas, modelos e princípios internacionais. Nele é apontado que a RDA “emprega os conceitos, a terminologia e os princípios reconhecidos pela comunidade internacional de catalogação. Baseia-se em tradições catalográficas existentes embora também se leve em conta a forma como os dados das bibliotecas serão usados no futuro. (...) A RDA foi desenvolvida para se encaixar na matriz de normas internacionais de descrição de recursos” (p. 8).
O terceiro capítulo comenta o FRBR e FRAD na RDA. Aí se afirma com detalhes que a RDA é de fato uma aplicação desses dois modelos conceituais. “Esses modelos moldaram a estrutura da RDA e influenciaram a linguagem empregada nas instruções” (p. 17). Um aspecto interessante é apontado pela autora: “os modelos FRBR e FRAD são modelos de entidade-relação. Foram desenvolvidos com o emprego de enfoque e metodologia semelhantes. O ponto de partida de ambos os modelos são os usuários e suas necessidades. (...) As necessidades do usuário são definidas em termos de tarefas de usuário. (...) Há quatro tarefas de usuário relativas ao uso de dados bibliográficos, e quatro relativas a dados de autoridade” (p. 19-20).
Continuando, a autora enfatiza que “o foco não está no catalogador que cria um único registro, mas no usuário que busca esse registro em grandes catálogos ou bases de dados” (p. 22). Mostra também que a RDA dá ênfase ao registro de relações.
O quarto capítulo explica que a RDA é a norma que substitui as AACR2, mas que coexiste uma continuidade entre ambas, a saber: a mesma estrutura de governança; a RDA foi construída sobre os mesmos alicerces das AACR2; muitas instruções foram derivadas das AACR2 e os novos registros catalográficos serão compatíveis com o antigo código de catalogação.
O quinto capítulo aborda as diferenças e similaridades existentes entre a RDA e o AACR2. Nessa parte da obra analisam-se os aspectos relacionados com a implantação da RDA. Nessa transição as associações profissionais, as escolas de biblioteconomia e o próprio profissional exercerão papéis primordiais para que essas mudanças sejam feitas de forma tranquila. Aqui vale a pena apontar um importante aspecto: para que as normas RDA sejam implantadas e largamente utilizadas no Brasil e nos outros países lusófonos elas precisam ser traduzidas com certa urgência. É quase certo que a barreira linguística pode ser um empecilho para a transição das normas das AACR2 para a RDA.
No último capítulo a autora comenta as vantagens, o presente e o futuro da RDA no contexto informacional. Ao finalizar ela aponta que “na medida em que os catalogadores forem construindo o corpo de dados RDA, os usuários começarão a notar as vantagens de uma norma que coloca suas necessidades no centro” (p. 130).
Com todo esse contexto das tecnologias da informação, especialmente a internet, ficou inevitável a demanda de novas normas de catalogação que pudessem descrever os novos objetos digitais. Assim, o universo bibliográfico fica agora atualizado e de posse de regras que finalmente poderão descrever esse contexto da informação digital surgido nos últimos quinze anos. As normas da RDA vêm dar ao bibliotecário e a outros profissionais de informação um moderno e prático instrumento imprescindível para o bom exercício profissional na área de catalogação nesse mundo digital.
O livro, portanto, é editado no momento certo. Ele pode servir como um prático e didático ponto de partida para os profissionais e estudantes nesse processo de transição ora iniciado.
Referências bibliográficas
(1) OLIVER, Chris. Introdução à RDA: um guia básico. Brasília: Briquet de Lemos, 2011. 153 p. ISBN 978-85-85637-45-3
(2) Código de catalogação anglo-americano. 2. ed. São Paulo: FEBAB, 1983. 2 v.
(3) Código de Catalogação Anglo-Americano. 2. ed., revisão 2002 São Paulo: FEBAB; Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2004. 2 v. ISBN 8585024046
(4) Código de Catalogação Anglo-Americano. 2. ed., revisão 2002, reimpressão. São Paulo: FEBAB, 2010. 2 v. ISBN 9788585024048
Publicado no: Infohome. Data: maio de 2011.
URL: http://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=604
Acaba de ser publicado um dos primeiros livros na língua portuguesa sobre a nova norma de catalogação denominada RDA (Recursos: Descrição e Acesso). Essa nova obra é de autoria de Chris Oliver, coordenadora de Catalogação da McGill University Library, em Montreal (Canadá), e tem como título Introdução à RDA: um guia básico (1) [Brasília: Briquet de Lemos, 2011. 153 p.]. A edição original em inglês foi publicada em 2010, pela American Library Association. Portanto, ambas as edições possuem conteúdos muito recentes.
Como se sabe a RDA está provocando uma enorme mudança na catalogação internacional desde a publicação da segunda edição do Código de catalogação anglo-americano – com edição brasileira publicada pela FEBAB em 1983 e em 2004, agora incorporando a revisão de 2002; também existe uma reimpressão, lançada em 2010 (2-4). Pensava-se que seria lançada uma nova edição do código de catalogação e que a sua nova sigla, continuando a longa tradição das versões anteriores, fosse AACR3. Além disso, essa nova edição certamente iria incluir as modificações geradas pelas atualizações ocorridas no formato MARC 21. Mas, a longa tradição de edições sucessivas do AACR foi quebrada e não teremos o AACR3!
Todavia, “apesar de manter uma forte relação com as AACR2, a RDA delas difere em muito, devido a ser baseada numa estrutura teórica, ter sido projetada para o ambiente digital e seu escopo ser mais abrangente do que o das AACR2” (p. 1). De fato, as normas da RDA são baseadas nos modelos conceituais do Functional Requirements for Bibliographical Records (FRBR, Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos) e do Functional Requirements for Authority Data (FRAD, Requisitos Funcionais para Dados de Autoridade), e incorporam um ponto de vista impensável anos atrás. Agora a estrutura da descrição bibliográfica inclui também o acesso à informação do objeto descrito como um todo.
O novo livro está composto por sete capítulos. O primeiro, intitulado “O que é a RDA?”, mostra a base teórica na qual a RDA foi baseada. A autora menciona que “a RDA consiste num conjunto de instruções práticas, que, no entanto, baseia-se numa estrutura teórica que define a forma, a estrutura e o conteúdo desta nova norma” (p. 1). Os dados RDA podem “ser codificados com o emprego de esquemas existentes, como o MARC21, Dublin Core, MODS e também podem ter correspondências estabelecidas com outros esquemas, atuais ou futuros. (...) os dados RDA também foram projetados para serem usados no ambiente da Rede e em novos tipos de estruturas de bases de dados. (...) A RDA pode ser utilizada para a descrição tanto de recursos tradicionais quanto não-tradicionais, analógicos e digitais, dentro e fora da biblioteca” (p. 3).
O segundo capítulo aborda as relações da RDA com as normas, modelos e princípios internacionais. Nele é apontado que a RDA “emprega os conceitos, a terminologia e os princípios reconhecidos pela comunidade internacional de catalogação. Baseia-se em tradições catalográficas existentes embora também se leve em conta a forma como os dados das bibliotecas serão usados no futuro. (...) A RDA foi desenvolvida para se encaixar na matriz de normas internacionais de descrição de recursos” (p. 8).
O terceiro capítulo comenta o FRBR e FRAD na RDA. Aí se afirma com detalhes que a RDA é de fato uma aplicação desses dois modelos conceituais. “Esses modelos moldaram a estrutura da RDA e influenciaram a linguagem empregada nas instruções” (p. 17). Um aspecto interessante é apontado pela autora: “os modelos FRBR e FRAD são modelos de entidade-relação. Foram desenvolvidos com o emprego de enfoque e metodologia semelhantes. O ponto de partida de ambos os modelos são os usuários e suas necessidades. (...) As necessidades do usuário são definidas em termos de tarefas de usuário. (...) Há quatro tarefas de usuário relativas ao uso de dados bibliográficos, e quatro relativas a dados de autoridade” (p. 19-20).
Continuando, a autora enfatiza que “o foco não está no catalogador que cria um único registro, mas no usuário que busca esse registro em grandes catálogos ou bases de dados” (p. 22). Mostra também que a RDA dá ênfase ao registro de relações.
O quarto capítulo explica que a RDA é a norma que substitui as AACR2, mas que coexiste uma continuidade entre ambas, a saber: a mesma estrutura de governança; a RDA foi construída sobre os mesmos alicerces das AACR2; muitas instruções foram derivadas das AACR2 e os novos registros catalográficos serão compatíveis com o antigo código de catalogação.
O quinto capítulo aborda as diferenças e similaridades existentes entre a RDA e o AACR2. Nessa parte da obra analisam-se os aspectos relacionados com a implantação da RDA. Nessa transição as associações profissionais, as escolas de biblioteconomia e o próprio profissional exercerão papéis primordiais para que essas mudanças sejam feitas de forma tranquila. Aqui vale a pena apontar um importante aspecto: para que as normas RDA sejam implantadas e largamente utilizadas no Brasil e nos outros países lusófonos elas precisam ser traduzidas com certa urgência. É quase certo que a barreira linguística pode ser um empecilho para a transição das normas das AACR2 para a RDA.
No último capítulo a autora comenta as vantagens, o presente e o futuro da RDA no contexto informacional. Ao finalizar ela aponta que “na medida em que os catalogadores forem construindo o corpo de dados RDA, os usuários começarão a notar as vantagens de uma norma que coloca suas necessidades no centro” (p. 130).
Com todo esse contexto das tecnologias da informação, especialmente a internet, ficou inevitável a demanda de novas normas de catalogação que pudessem descrever os novos objetos digitais. Assim, o universo bibliográfico fica agora atualizado e de posse de regras que finalmente poderão descrever esse contexto da informação digital surgido nos últimos quinze anos. As normas da RDA vêm dar ao bibliotecário e a outros profissionais de informação um moderno e prático instrumento imprescindível para o bom exercício profissional na área de catalogação nesse mundo digital.
O livro, portanto, é editado no momento certo. Ele pode servir como um prático e didático ponto de partida para os profissionais e estudantes nesse processo de transição ora iniciado.
Referências bibliográficas
(1) OLIVER, Chris. Introdução à RDA: um guia básico. Brasília: Briquet de Lemos, 2011. 153 p. ISBN 978-85-85637-45-3
(2) Código de catalogação anglo-americano. 2. ed. São Paulo: FEBAB, 1983. 2 v.
(3) Código de Catalogação Anglo-Americano. 2. ed., revisão 2002 São Paulo: FEBAB; Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2004. 2 v. ISBN 8585024046
(4) Código de Catalogação Anglo-Americano. 2. ed., revisão 2002, reimpressão. São Paulo: FEBAB, 2010. 2 v. ISBN 9788585024048
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Padronização nos metadados para identificação do autor
0 Comentários quinta-feira, janeiro 06, 2011
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: catalogação, metadados, registro bibliográfico
Fonte: http://blogs.plos.org/mfenner/files/2011/01/author_identifier_overview.pdf
Data: 5/01/2010.
Martin Fenner, pesquisador no Hannover Medical School Câncer Center (Alemanha), sugeriu em artigo recente [URL: http://blogs.plos.org/mfenner/files/2011/01/author_identifier_overview.pdf], várias sugestões para a criação de um identificador único com o objetivo de facilitar a recuperação da informação.
A seguir o resumo (em inglês) do seu artigo:
Unique identifiers for scholarly authors are still not commonly used, but provide a number of benefits to authors, institutions, publishers, funding organizations and scholarly societies. This report gives an overview about some of the popular author identifier systems, and their characteristics. The report also discusses several important issues that need to be addressed by author identifier systems, namely identity, reputation and trust.
Comentário:
Isto é uma idéia importante e oportuna que precisa ser discutida por todos aqueles responsáveis por bases de dados e bibliotecas digitais. Numa busca bibliográfica é possível que inúmeros documentos não sejam recuperados tendo em vista a diversidade de entradas relativas aos autores inseridas nos registros bibliográficos. O artigo cita o trabalho feito pelo Currículo Lattes na busca de padronização das entradas dos autores.
Murilo Cunha
Data: 5/01/2010.
Martin Fenner, pesquisador no Hannover Medical School Câncer Center (Alemanha), sugeriu em artigo recente [URL: http://blogs.plos.org/mfenner/files/2011/01/author_identifier_overview.pdf], várias sugestões para a criação de um identificador único com o objetivo de facilitar a recuperação da informação.
A seguir o resumo (em inglês) do seu artigo:
Unique identifiers for scholarly authors are still not commonly used, but provide a number of benefits to authors, institutions, publishers, funding organizations and scholarly societies. This report gives an overview about some of the popular author identifier systems, and their characteristics. The report also discusses several important issues that need to be addressed by author identifier systems, namely identity, reputation and trust.
Comentário:
Isto é uma idéia importante e oportuna que precisa ser discutida por todos aqueles responsáveis por bases de dados e bibliotecas digitais. Numa busca bibliográfica é possível que inúmeros documentos não sejam recuperados tendo em vista a diversidade de entradas relativas aos autores inseridas nos registros bibliográficos. O artigo cita o trabalho feito pelo Currículo Lattes na busca de padronização das entradas dos autores.
Murilo Cunha
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
A British Library oferece acesso gratuito aos registros bibliográficos
0 Comentários sexta-feira, agosto 27, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: British Library, catalogação, MARC 21, registro bibliográfico
A British Library [URL: www.bl.uk] passou a oferecer o seu vasto acervo de registros bibliográficos disponíveis gratuitamente para pesquisadores e bibliotecas [acesso no URL: www.bl.uk/bibliographic/datafree.html]. A BL é uma das maiores bibliotecas do mundo e conta com mais de 14 milhões de registros em seu catálogo. Esta iniciativa irá facilitar o trabalho dos investigadores de todas as áreas e também as bibliotecas. O acesso gratuito é permitido para o uso não comercial dos dados.
Murilo Cunha
Murilo Cunha
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Princípios da Catalogação Internacional
0 Comentários quinta-feira, maio 08, 2008
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: catalogação, IFLA, Princípios da Catalogação Internacional
Reforma na Catalogação
O Comitê IFLA Meeting of Experts on an International Cataloguing Code (IME ICC) está divulgando um documento provisório sobre os Princípios da Catalogação Internacional. Nesta fase o Comitê está recebendo sugestões para o aprimoramento do documento. Na Reunião Geral da IFLA a ser realizada em agosto próximo o documento será submetido à discussão oficial.
O texto está disponível no URL: http://catprinciples.pbwiki.com/
Vamos colaborar com os colegas do Comitê fazendo ampla divulgação do documento bem como apresentando sugestões e/ou críticas.
Murilo Cunha
O Comitê IFLA Meeting of Experts on an International Cataloguing Code (IME ICC) está divulgando um documento provisório sobre os Princípios da Catalogação Internacional. Nesta fase o Comitê está recebendo sugestões para o aprimoramento do documento. Na Reunião Geral da IFLA a ser realizada em agosto próximo o documento será submetido à discussão oficial.
O texto está disponível no URL: http://catprinciples.pbwiki.com/
Vamos colaborar com os colegas do Comitê fazendo ampla divulgação do documento bem como apresentando sugestões e/ou críticas.
Murilo Cunha
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