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quinta-feira, 26 de junho de 2014

Papel de parede em formato de [estante de] biblioteca dá acesso a livros digitais


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Papel de parede em formato de [estante de] biblioteca dá acesso a livros digitais 
Projeto colaborativo é fruto de parceria entre a empresa de telecomunicações Vodafone Romênia, a varejista de móveis MobExpert e a agência de publicidade McCann Bucareste.
Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, Redação - 23/06/2014

Leia o artigo completo em:
http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/06/papel-de-parede-em-formato-de-biblioteca-da-acesso-livros-digitais.html 

Assista o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=se50nwc7qG8

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Ebooks ganham terreno ao papel


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O que começou como uma incerteza, passou a tendência e parece ser cada vez mais uma consolidada realidade, os ebooks tem vindo a ganhar cada vez mais terreno aos livros em suporte papel. Deixo mais um artigo sobre o assunto.

O número de leitores de livros digitais está a aumentar, enquanto o número de "consumidores" de livros em papel está a diminuir, sublinham os resultados de um estudo conduzido pela Pew Internet.

De acordo com os últimos dados apurados pela empresa de estudos de mercado em 2011, o número de pessoas que tiraram partido de livros eletrónicos aumentou para 23%, contra os 16% registados um ano antes. (ler na totalidade)

segunda-feira, 19 de março de 2012

e-books vs livros físicos


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De quando em vez chegam novas informações sobre as vantagens ou desvantagens dos e-books em relação aos livros físicos. O artigo chega da americana TIME e tem o título Do E-Books Make It Harder to Remember What You Just Read?

quarta-feira, 7 de março de 2012

Lançamento do Portal SciELO Livros


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I Reunião da Rede SciELO Livros e Lançamento do Portal SciELO Livros
São Paulo, 30 de março de 2012


Termos de referência

O SciELO Livros visa a publicação online na Web de coleções de livros de caráter científico editados prioritariamente por instituições acadêmicas com o objetivo de maximizar a visibilidade, acessibilidade, uso e impacto das pesquisas, ensaios e estudos que publicam. Os livros publicados pelo SciELO são selecionados segundo controles de qualidade aplicados por um comitê científico e os textos digitais são formatados segundo padrões internacionais que permitem o controle de acesso e de citações e são legíveis nos leitores de ebooks, tablets, smartphones e telas de computador. Além do Portal SciELO Livros as obras serão acessíveis por meio dos buscadores da Web e serão publicados também por portais e serviços internacionais.

O SciELO Livros é parte integral do Programa SciELO da FAPESP e o seu desenvolvimento é liderado e financiado por um consórcio formado pelas editoras da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). A plataforma metodológica e tecnológica do Projeto SciELO Livros foi desenvolvida com a cooperação técnica da BIREME/OPAS/OMS e sua execução é apoiada pela Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo.

Público Alvo do evento
Autores, pesquisadores, editores e gestores de editoras universitárias, profissionais do mercado livreiro, estudantes, bibliotecários, profissionais de informação e interessados em livros eletrônicos.

Inscrições
A participação no evento  é livre de custo, porém as vagas são limitadas. Para inscrições, registre-se no site.

Horário
Das 9:00h às 13:30h

Local do evento
Auditório do Instituto de Artes – UNESP – “Teatro de Música Profa. Dra. Maria de Lourdes Sekeff”
Rua Dr. Bento Teobaldo Ferraz, 271 – Barra Funda – SP


Fonte: http://eventos.scielo.org/scielolivros/

Veja aqui a versão de homologação do Scielo Livros:

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Plataforma de emprestimo de ebooks


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Por Nuno de Matos

Nos últimos tempos têm aparecido algumas notícias na imprensa sobre a implementação de uma plataforma portuguesa que irá permitir aos leitores acederem aos acervos de ebooks em qualquer dispositivo com ligação à Internet.

Já em testes finais, esta plataforma, desenvolvida pela Marka, uma empresa portuguesa, bem conhecida nos meios das bibliotecas académicas, que se dedica à distribuição de produtos informativos, assenta, como explicou Manuel Gonçalves Neves ao TeK, no recurso a mecanismos de proteção à cópia (DRM) aplicados aos ebooks (numa parceria com a Universidade de Aveiro), para assegurar que o acesso a estes apenas é feito na medida em que seja permitido pela instituição (ou editor) que detém os direitos sobre os livros, e numa plataforma tecnológica que "guarda" estes ebooks online e permite o acesso aos mesmos pelos utilizadores (autenticados) das bibliotecas.

Tenho lido, em alguns grupos, nas redes sociais, algumas criticas quer ao funcionamento, quer ao negócio que poderá estar por detrás desta plataforma. Estando eu envolvido, através da instituição em que trabalho, em testes feitos à plataforma, posso afirmar que após alguns ajustes, normais no desenvolvimento, a plataforma funciona bastante bem, quer em PC quer em tablets. É possível gerir cada um dos livros de forma independente, os direitos de autor são cumpridos à risca, os utilizadores tem acesso ao livro, 24 horas por dia, conforme as regras pré-estabelecidas pela biblioteca sem ter que se preocuparem com datas de devolução, multas/penalizações...

Nos últimos tempos os formatos eletrónicos, dos ebooks, do acesso à informação tem tido uma evolução em crescendo dando novas possibilidades e abrindo novos caminhos. Primeiro no campo dos periódicos, agora no campo dos livros, as bibliotecas, nomeadamente as universitárias, encontram um novo modelo de negócio. As publicações periódicas vieram abrir o caminho, demonstraram que os utilizadores, quando tem disponível uma plataforma simples, fácil de usar, preferem utilizar/consultar a versão eletrónica. Porque não transportar e conjugar essa facilidade com a vontade dos nossos utilizadores?

A realidade vem demonstrar que os utilizadores estão recetivos, vejam-se as vendas de ebooks nas principais livrarias nacionais e internacionais, as bibliotecas tem a obrigação de seguir o que os seus utilizadores querem. Como utilizadores não será interessante poder requisitar um livro na sua biblioteca a qualquer hora do dia, em qualquer lugar? Para a biblioteca não é interessante aumentar a sua capacidade de suprimir as necessidades informacionais dos seus utilizadores?

Os tempos são outros, são de mudança e as bibliotecas só tem uma escolha que é seguir os tempos, serem agentes da mudança.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

UE investiga possível cartelização de preços de ebooks na Apple


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A Comissão Europeia abriu uma investigação a cinco grandes grupos editoriais que, em parceria com a Apple, terão manipulado e fixado ilegalmente o preço dos livros electrónicos, os ebooks. Esta é a segunda vez este ano que a Apple se vê envolvida num processo destes, depois de o mesmo ter acontecido nos Estados Unidos.

Fonte: Exame Informática

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Livros digitais: O futuro?


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Os livros digitais estão a ganhar terreno e a começarem a fazer parte do quotidiano das escolas. Em Corrèze, França, iPads foram distribuídos por alunos do sexto ano.
Enquanto nos países desenvolvidos as novas tecnologias entram nas escolas, nos países em desenvolvimento, como a Colômbia, os materiais didácticos mais convencionais são quase inexistentes.
Para mitigar as necessidades nas comunidades rurais surgiu a biblioteca itinerante Biblioburro....  

Fonte: Euronews

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Google Editions - digital book distribution channel


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"buy anywhere read anywhere" o Google Editions já está disponível nos EUA. Mais um passo para o cada vez mais real mercado dos livros digitais. Leiam Google's 'buy anywhere read anywhere' ebook store due in December

terça-feira, 20 de julho de 2010

Não há volta a dar...


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A verdade é que os e-books já fazem parte do quotidiano, a notícia é do The New York Times e vale a pena ler...

E-Books Top Hardcovers at Amazon
Amazon.com, one of the nation’s largest booksellers, announced Monday that for the last three months, sales of books for its e-reader, the Kindle, outnumbered sales of hardcover books... (ler notícia)

quarta-feira, 3 de março de 2010

Porto Editora disponibiliza resumos de obras literárias para telemóveis


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Versões resumidas de obras como “Memorial do Convento” ou “Felizmente Há Luar” estão agora disponíveis para telemóvel, numa iniciativa da Porto Editora, que procura “adaptar os conteúdos aos dias de hoje” sem substituir os antigos suportes.

“A disponibilização de conteúdos digitais para suportes móveis é um passo que andávamos a preparar há alguns meses e que agora damos, apostando numa área que nos é bastante querida: a educação”, revelou Paulo Gonçalves, do gabinete de comunicação e imagem da Porto Editora, à agência Lusa.

Os conteúdos da colecção Resumos Mobile foram organizados por professores especializados e desenvolvidos para iPhone e para telemóveis com sistema operativo Symbian S60 (por exemplo, Nokia N73, N78 e N95), sendo compatíveis com iPod Touch e iPad.

Segundo o responsável, estão disponíveis “resumos de estudo de obras em língua portuguesa de autores consagrados que são abordados no ensino secundário”, com vista a “apoiar o estudo dos alunos que, quando estão a preparar-se para os exames, podem agora aceder a conteúdos via telemóvel”, seja para leitura ou audição.

Às obras “Felizmente Há Luar”, de Luís de Sttau Monteiro, e “O Memorial do Convento”, de José Saramago, juntar-se-ão, em breve, “Os Maias”, de Eça de Queirós, “Frei Luís de Sousa”, de Almeida Garrett, “Mensagem”, de Fernando Pessoa, ou “Os Lusíadas”, de Luís de Camões.

“A partir de agora é possível vermos jovens estudantes na rua com os seus telemóveis e os seus auriculares a ouvir os resumos”, assim se preparando “para os exames ou para as provas”, declarou Paulo Gonçalves, salientando que as novas plataformas não pretendem substituir outras, mas sim oferecer “opções complementares”.

Nessa lógica, “esta forma de aceder aos conteúdos educativos não vai retirar a utilização dos livros auxiliares”, podendo até “estimular o acesso ou o interesse por esse tipo de edições”.

“A nossa experiência diz-nos que a disponibilização de novos formatos, novos suportes, aumenta o interesse nos conteúdos por parte dos utilizadores. E isso tem reflexo na procura de edições em papel”, acrescentou.

Os conteúdos podem ser adquiridos na Apple Store, no site da Porto Editora ou na sua versão mobile, alojada em m.portoeditora.pt, onde é também possível aceder a uma enciclopédia, a 13 dicionários e ao Vocabulário Ortográfico de Língua Portuguesa.

Aqui, além de uma versão para a generalidade dos telemóveis com acesso à Internet, existe uma outra, especialmente concebida para ambiente iPhone.

Fonte: Público

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Sistema de publicação automática da Amazon já aceita e-books em português


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Já é possível a autores e editoras com obras em português, espanhol e italiano usarem um serviço da Amazon que permite a publicação automática de livros digitais.

Até aqui, a Kindle Digital Text Platform permitia apenas livros em inglês, alemão e francês.

Esta plataforma permite a qualquer pessoa criar um e-book e vendê-lo para clientes do Kindle (ou para clientes que, mesmo não tendo o aparelho, usem a aplicação do Kindle para computador ou para iPhone).

O preço dos livros é determinado por quem recorre ao serviço e a Amazon fica com 65 por cento das receitas. Numa nota, a empresa adianta ainda que tenciona alargar o sistema a outras línguas.

Fonte: Público

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

IVA para livros electrónicos baixa... em Espanha


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Em Espanha os livros electrónicos passaram a ter um IVA de 4% ou seja idêntico à taxa praticada para os livros em papel.
Los libros electrónicos compartirán con sus réplicas de papel el mismo montante del Impuesto sobre el Valor Añadido (el IVA) y quedará fijado en el 4% (el llamado tipo superreducido). Ese porcentaje es el que grava a bienes como las viviendas de protección ofical, el material escolar o los alimentos de primera necesidad. La medida, anunciada esta mañana por la Ministra de Cultura, Ángeles González-Sinde, en la Biblioteca Nacional, supone la adopción por parte de España de una recomendación aprobada por la Unión Europea el pasado mes de marzo. El IVA del 4% para libros electrónicos es una vieja reclamación de los editores. Hasta ahora era del 16%.

Ler mais em El País

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Novo Kindle DX custa 489 dólares


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O leitor de livros electrónicos Kindle DX, estará disponível a partir deste mês em mais de cem países, informou hoje, quarta-feira, a Amazon.com.

Os interessados na nova versão do modelo, que tem um ecrã mais largo e memória de 3,3 Gb, podem comprá-lo, em mais de 100 países, por 489 dólares, a partir do dia 19 de Janeiro.

Em finais de Dezembro, a Amazon.com sublinhou que vendeu mais livros digitais que físicos e que o Kindle foi o objecto mais vendido da história da empresa.

Fonte: JN

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Amazon vende mais e-books do que livros em papel no dia de Natal


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O ano que foi de viragem no mundo dos livros electrónicos está a acabar bem para a empresa que mais trabalhou para promover esta tecnologia: no dia de Natal, pela primeira vez, os clientes da Amazon compraram mais livros electrónicos do que em papel.
Num comunicado, a Amazon adianta ainda que o Kindle (o mais conhecido leitor de e-books no mercado) foi o produto mais vendido durante a quadra festiva, um fenómeno que terá sido impulsionado, em parte, pelo facto de a empresa ter avançado recentemente com a possibilidade de se encomendar o Kindle a partir de praticamente qualquer país do mundo, incluindo Portugal.

Como já é tradição no que diz respeito às vendas do aparelho, a empresa não adianta números concretos.

O único número disponibilizado pela Amazon indica que no dia de maior volume de encomendas, 14 de Dezembro, foram feitas, ao todo, 9,5 milhões de encomendas dos vários produtos que a empresa tem disponíveis (embora seja conhecida como uma livraria online, a Amazon vende muitos outros tipos de produtos, desde leitores de música a artigos de mercearia).

O enorme volume das vendas da Amazon não permite, porém, fazer qualquer estimativa sobre as vendas do Kindle. A empresa já admitiu que funciona num modelo de vendas de “cauda longa”. Trata-se de um modelo, popularizado pelo director da revista Wired, Chris Anderson, que consiste em vender quantidades relativamente pequenas de muitos produtos diferentes, normalmente a par de um número muito restrito de produtos que têm muita procura.

A "cauda longa" significa que um best-seller na Amazon vende tipicamente menos unidades do que o conjunto dos livros que são menos vendidos – e o mesmo se aplica aos artigos de qualquer outro género.

Ao todo, a Amazon tem 390 mil livros electrónicos disponíveis, muitos dos quais best-sellers. Para comprar estes livros não é necessário ter um Kindle. Os e-books podem ser lidos num iPhone ou iPod Touch ou simplesmente num computador. Em ambos os casos, é necessária uma aplicação da Amazon – os e-books não são disponibilizados num formato aberto e não podem ser lidos em aparelhos da concorrência, como o Sony Reader.

O dia de Natal não é um dia de pico de vendas. A acompanhar a normal quebra das vendas de edições impressas no dia 25 esteve o facto de, provavelmente, muitos clientes estarem no dia 25 a experimentar os Kindle que lhes foram oferecidos, o que contribuiu para o avolumar das vendas dos e-books.

O Kindle é o leitor de e-books mais mediático, mas, como a Amazon não divulga números de vendas, não é possível estabelecer com precisão a quota de mercado. Os analistas especializados apresentam-no frequentemente como o líder do sector, seguido pelo Sony Reader.

Na sequência do comunicado da Amazon, as acções da empresa subiram 2,53 dólares, para os 141 dólares.

Fonte: Público.pt

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Hacker quebrou protecção do Kindle


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Um hacker israelita desenvolveu uma forma de ultrapassar as restrições do popular leitor de livros electrónicos da Amazon e de fazer com que os ficheiros possam ser transferidos para outros dispositivos.

O Kindle usa um formato proprietário para os e-books – o awz – que faz com que estes não sejam legíveis noutros aparelhos. A Amazon, porém, disponibiliza uma aplicação, chamada Kindle for PC, que permite a leitura num computador dos livros comprados e a sincronização entre PC e Kindle.

Também os termos de utilização do Kindle proíbem a transferência de livros comprados na Amazon, tanto entre utilizadores, como entre aparelhos.

O hacker isrealeita quebrou o sistema de Digital Rights Management (DRM) do Kindle como resposta a um desafio lançado num fórum online. A tarefa demorou apenas oito dias.

Este tipo de sistemas de protecção é muito usado na distribuição de conteúdo digital, como filmes ou música, e visa prevenir a partilha ilegal. Alguns utilizadores, porém, criticam o facto de o DRM os impedir de fazerem cópias legítimas das obras que compraram.

Para contornar o DRM do Kindle, o hacker desenvolveu um script. É, basicamente, um ficheiro de texto, que pode ser copiado da Web, e que contém as instruções necessárias para o próprio Kindle for PC converter os ficheiros num formato não proprietário chamado Mobipocket. Este é um formato aberto e legível por concorrentes do Kindle, como o Sony Reader.

O facto de os livros electrónicos não poderem ser emprestados – como acontece com as versões impressas – tem sido apontado como um dos defeitos desta tecnologia.

Para responder a este problema, o Nook, um leitor lançado apenas nos EUA pela gigante livreira Barnes&Noble, integra uma funcionalidade que permite aos utilizadores deste aparelho emprestarem livros electrónicos entre si.

Fonte: Público

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Google condenada em Paris


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Na mesma semana em que um tribunal de Paris condenou a Google por ter digitalizado livros, um consórcio francês surge como uma alternativa para a criação de uma biblioteca virtual.

Leia a notícia no jornal Público
Será que esta reacção não se dá apenas pelo facto da Google não ser francesa?

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Editoras não têm medo dos "e-books"


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Editoras tradicionais consideram eventual ameaça dos livros electrónicos como mera "profecia".

As editoras tradicionais acompanham à distância a chegada dos dispositivos de leitura electrónicos ao mercado português e, em geral, desvalorizam a ameaça dos e-books aos livros impressos, vista por alguns como mera "profecia".

"As maiores ameaças são as que provocam alterações drásticas no comportamento dos consumidores, actuais ou potenciais", assinalou Francisco Abreu, o editor da Esfera do Caos, para quem, "historicamente, a televisão foi a primeira grande ameaça", pois "o tempo que se passa a olhar para a televisão não é passado com um livro na mão".

Francisco Abreu apontou como segunda grande ameaça "o computador com Internet", que afastou a maioria dos estudantes, "do básico ao universitário", das pesquisas em livros.

Na opinião do editor, a rede tem ainda a desvantagem de provocar "uma mudança radical" nos hábitos de leitura e na atitude relativamente ao suporte tradicional: "A leitura de textos com 200 páginas, num livro, é substituída pela leitura, no monitor do computador, de textos com dois parágrafos ou com duas páginas".

Em contrapartida, e com excepção de "nichos de mercado de elevada especificidade e o muito longo prazo", a nova geração de e-books não representa uma verdadeira ameaça, segundo Francisco Abreu, para quem "vai acontecer agora o mesmo que sucedeu há cerca de uma década com a primeira geração", que não cativou os leitores.

O responsável editorial da Gradiva, Guilherme Valente, é ainda mais crítico em relação a futuros hipotéticos protagonizados pelos livros digitais e pelos respectivos leitores de e-book, afirmando que a editora "não perde tempo com cenários", só avançando "se e quando for útil" e quando tudo for seguro para os autores.

"O livro electrónico, com excepção de 1% de casos em que a sua utilização se possa revelar vantajosa, é um 'gadget', algo para quem gosta dessas coisas, mas não para quem gosta e quer, de facto, ler", declarou o responsável editorial, sem, contudo, vincular a Gradiva à sua opinião.

Prosseguindo a título pessoal, Guilherme Valente disse existirem "profetas que andam há 30 anos a anunciar a morte do livro impresso. A anunciar e a falhar... Não sei como continuam ainda a ser ouvidos, a viver dessas falhadas profecias...", sublinhou, acrescentando que a coabitação dos dois suportes será "um convívio indiferente entre os que lêem e os iletrados".

Mais moderado, Vasco Teixeira, o administrador e director editorial da Porto Editora, considerou "expectável" que as edições digitais "floresçam em determinadas áreas editoriais - por exemplo, a técnica ou especializada", podendo mesmo ter "algum impacto nas vendas dos livros impressos de ficção".

"Mas a perspectiva é de encararmos este cenário de forma positiva, ou seja, podemos ter a oportunidade de conquistar novos leitores graças à adaptação de conteúdos a suportes tecnológicos", ponderou, referindo que "todos os estudos apontam para um cenário de complementaridade de suportes".

Fonte: JN

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

E-book alimentado a energia solar


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A LG apresentou um e-book reader equipado com painel solar para fornecimento de energia.

O painel solar do Solar Cell e-Book tem apenas 0,7 mm de espessura e adiciona 20 gramas de peso ao aparelho. Segundo a LG, cinco horas de luz solar são suficientes para alimentar o ecrã com seis polegadas de diagonal (cerca de 15 cm) durante um dia.

A notícia publicada no TG Daily indica que o novo painel solar é produzido pela LG Display, utilizando um processo de fabrico muito semelhante ao utilizado para produzir os ecrãs LCD.

Fonte: Exame Informática

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Já leu um vook hoje?


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Os vooks, cruzamento de livros, com conteúdos multimédia, como vídeos ou Internet, podem ser o futuro.

Várias editoras estão a apostar neste formato híbrido. A Simon & Schuster, que edita obras de Hemingway e de Stephen King, diz que está a trabalhar em quatro vooks, com texto electrónico que pode ser lido online ou em aparelhos como o iPod.

Uma destas obras vai ser sobre fitness e incluirá vídeos que mostram como fazer os exercícios. Outras histórias vão ter vídeos de um minuto ou mais como se fosse um trailer, explica o NY Times.

Tem curiosidade em ler um destes livros? Como é que será o livro do futuro? Dê a sua opinião.

Fonte: Exame Informática

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Estado actual do universo dos e-books...


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Um representação interessante do estado actual em que se encontra o mercado dos e-books... via (Pedro Príncipe on Facebook)Aceda à notícia completa em TechFlash

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