Brasil: Produção de conteúdos em português é uma contribuição relevante do Brasil para Timor-Leste
Fonte: Lusa. Data: 10/06/2009.
URL: http://www.fndc.org.br:80/internas.php?p=noticias&cont_key=388906
Rio de Janeiro, Brasil, 10 Jun (Lusa) -- O Brasil pode dar uma contribuição relevante para o Timor-Leste na produção de conteúdos de língua portuguesa, defende a gerente geral do Canal Futura que está a celebrar acordo de cooperação com a Televisão de Timor-Leste (TvTL). "O Brasil não está acostumado a ouvir a língua portuguesa [falada por não brasileiros]. Os brasileiros têm de começar a se acostumar a ouvir o português de outras partes", afirmou Lúcia Araújo ao defender a realização de acções conjuntas no campo da comunicação com países lusófonos.
"Quiçá poderemos fazer isso com todos os países de língua portuguesa, é uma relação em que só temos a ganhar", referindo as experiências que estão a ser feitas do Canal Futura, da Fundação Roberto Marinho, com a Soico TV de Moçambique há seis anos, nos meios de comunicação em Cabo Verde e também, a partir deste ano, em Timor. "Estamos a conversar com as autoridades de Timor-Leste desde a independência por conta dos Telecursos da Fundação Roberto Marinho que fez uma capacitação de educadores timorenses para o uso da língua portuguesa", disse. Para Lúcia Araújo, o aspecto do treino é um "mote muito importante na relação com os países de língua portuguesa e é onde o Brasil pode dar um apoio relevante e efectivo".
Lúcia Araújo destacou, durante encontro com directores da TvTL, na terça-feira, no Rio de Janeiro, para dar início ao acordo de cooperação técnica entre os dois canais, que a "polissemia a partir da experiência dos diferentes países de língua portuguesa pode ser uma plataforma de troca de conteúdos e de abertura para o Brasil". A ideia inicial é prover conteúdo do acervo do Canal Futura para a TvTL e capacitar técnicos timorenses para produzirem peças jornalísticas com qualidade.
"A gente vai começar com o jornalismo que é uma necessidade imediata e o Canal Futura tem o jornalismo mais voltado para a educação e a área social e vamos trabalhar em matérias que interessem ao jornalismo deles e ao nosso", explicou. E numa perspectiva de intercâmbio entre os dois países, Lúcia Araújo apontou ainda a pretensão de realizar trocas de conteúdos jornalísticos e incluir programas produzidos pelos profissionais timorenses e exibi-los na grade de programação no Brasil. A parceria entre os dois canais foi firmada a convite da Agência Brasileira de Cooperação (ABC) do Ministério das Relações Exteriores do Brasil e prevê o uso do acervo de programas do Canal Futura, além da formação em serviço de técnicos da TvTL, capacitação de jornalistas ao longo de 2009, até mesmo co-produções e exibição de materiais produzidos nos dois países.
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quarta-feira, 10 de junho de 2009
Programas de televisão para o Timor-Leste
0 Comentários quarta-feira, junho 10, 2009
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: conteúdo informacional, programa de televisão, Televisão, Timor-Leste
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Brasileiro troca TV pela web
0 Comentários quarta-feira, abril 01, 2009
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: Acesso Digital, Brasil, Internet, Televisão
Fonte: Zero Hora (Porto Alegre, RS). Data: 01/04/2009.
81% CONSIDERAM O COMPUTADOR UMA FERRAMENTA DE ENTRETENIMENTO MAIS IMPORTANTE DO QUE A TV
O brasileiro passa três vezes mais tempo na internet do que vendo TV. São, em média, 32,5 horas semanais conectado contra 9,8 horas em frente à TV, segundo o estudo O Futuro da Mídia, da empresa de auditoria Deloitte. A web é a segunda atividade de lazer preferida pelos brasileiros, com 53%, logo atrás de ver filmes em casa (55%). Assistir à programação das emissoras de TV aparece em terceiro lugar (46%), seguido por ouvir música (36%) e ir ao cinema (30%). Além disso, dois terços dos que veem TV ao mesmo tempo navegam na internet, leem e-mails e acessam sites.
O estudo indicou que 81% consideram o computador uma ferramenta de entretenimento mais importante do que a TV. Os recursos de edição multimídia contribuem diretamente para a preferência pelo computador, já que 83% dos entrevistados disseram que criam seu próprio conteúdo de entretenimento, como vídeos, fotos e músicas.
O uso da internet poderia ser ainda maior se não fossem os altos preços cobrados pelo acesso à web no país, que impedem que o volume de conexões acompanhe o crescimento do número de computadores nos lares brasileiros, constatou um estudo feito pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).
Com isso, ano a ano cresce no país o número de PCs sem conexão com a rede mundial. Em 2008, a diferença entre casas com computador e residências com acesso à rede dobrou de 4% para 8%. Os PCs estão presentes em 28% dos domicílios, mas apenas 20% dispõem de algum tipo de conexão com a web. Isso significa que 4 milhões de lares brasileiros têm hoje computador, mas desconectados da internet. Entre os entrevistados, 54% citaram o preço como razão para não contratar algum tipo de conexão.
– A barreira continua a ser o custo elevado – afirmou Alexandre Barbosa, coordenador do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br), que desenvolveu a pesquisa.
Sem poder pagar uma assinatura mensal de internet, o brasileiro utiliza cada vez mais as lan houses, ou pontos públicos de acesso à web, onde encontra preços mais baixos pela conexão. Entre os entrevistados, 47% afirmaram utilizar uma lan para se conectar, índice superior aos 43% que acessaram a internet de casa em 2008.
– Há lans que cobram R$ 1 por hora – diz Barbosa.
O estudo também mostrou queda nas conexões feitas a partir do trabalho, de 26%, em 2005, para 22%, em 2008, o que pode tanto ser um sinal do aumento das conexões domésticas quanto de restrições impostas pelas empresas ao acesso de funcionários. Os centros públicos gratuitos de internet, ou telecentros, criados por iniciativas governamentais, respondem por apenas 3% dos acessos.
– As lan houses são um meio bastante efetivo para a inclusão digital. Mas os telecentros têm uma missão especial, ligada à educação – diz Augusto Gadelha, secretário de política de informática do Ministério de Ciência e Tecnologia.
Campeãs de audiência As atividades de lazer preferidas dos brasileiros:
Ver filmes em casa 55%
Navegar na internet 53%
Assistir à TV 46%
Ouvir música 36%
Ir ao cinema 30%
81% CONSIDERAM O COMPUTADOR UMA FERRAMENTA DE ENTRETENIMENTO MAIS IMPORTANTE DO QUE A TV
O brasileiro passa três vezes mais tempo na internet do que vendo TV. São, em média, 32,5 horas semanais conectado contra 9,8 horas em frente à TV, segundo o estudo O Futuro da Mídia, da empresa de auditoria Deloitte. A web é a segunda atividade de lazer preferida pelos brasileiros, com 53%, logo atrás de ver filmes em casa (55%). Assistir à programação das emissoras de TV aparece em terceiro lugar (46%), seguido por ouvir música (36%) e ir ao cinema (30%). Além disso, dois terços dos que veem TV ao mesmo tempo navegam na internet, leem e-mails e acessam sites.
O estudo indicou que 81% consideram o computador uma ferramenta de entretenimento mais importante do que a TV. Os recursos de edição multimídia contribuem diretamente para a preferência pelo computador, já que 83% dos entrevistados disseram que criam seu próprio conteúdo de entretenimento, como vídeos, fotos e músicas.
O uso da internet poderia ser ainda maior se não fossem os altos preços cobrados pelo acesso à web no país, que impedem que o volume de conexões acompanhe o crescimento do número de computadores nos lares brasileiros, constatou um estudo feito pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).
Com isso, ano a ano cresce no país o número de PCs sem conexão com a rede mundial. Em 2008, a diferença entre casas com computador e residências com acesso à rede dobrou de 4% para 8%. Os PCs estão presentes em 28% dos domicílios, mas apenas 20% dispõem de algum tipo de conexão com a web. Isso significa que 4 milhões de lares brasileiros têm hoje computador, mas desconectados da internet. Entre os entrevistados, 54% citaram o preço como razão para não contratar algum tipo de conexão.
– A barreira continua a ser o custo elevado – afirmou Alexandre Barbosa, coordenador do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic.br), que desenvolveu a pesquisa.
Sem poder pagar uma assinatura mensal de internet, o brasileiro utiliza cada vez mais as lan houses, ou pontos públicos de acesso à web, onde encontra preços mais baixos pela conexão. Entre os entrevistados, 47% afirmaram utilizar uma lan para se conectar, índice superior aos 43% que acessaram a internet de casa em 2008.
– Há lans que cobram R$ 1 por hora – diz Barbosa.
O estudo também mostrou queda nas conexões feitas a partir do trabalho, de 26%, em 2005, para 22%, em 2008, o que pode tanto ser um sinal do aumento das conexões domésticas quanto de restrições impostas pelas empresas ao acesso de funcionários. Os centros públicos gratuitos de internet, ou telecentros, criados por iniciativas governamentais, respondem por apenas 3% dos acessos.
– As lan houses são um meio bastante efetivo para a inclusão digital. Mas os telecentros têm uma missão especial, ligada à educação – diz Augusto Gadelha, secretário de política de informática do Ministério de Ciência e Tecnologia.
Campeãs de audiência As atividades de lazer preferidas dos brasileiros:
Ver filmes em casa 55%
Navegar na internet 53%
Assistir à TV 46%
Ouvir música 36%
Ir ao cinema 30%
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Apresentação do livro: Indústrias Culturais. Imagens, valores e consumos
1 Comentários quinta-feira, outubro 18, 2007
Publicado por Paulo Barreiro de Sousa
Assunto: Cinema, fotografia, Indústrias Culturais, livro, Televisão
Apresentação do livro Indústrias Culturais. Imagens, valores e consumos, editado pelas Edições 70, no próximo dia 25 (5ª feira a oito dias), pelas 19:00, na livraria Almedina, ao Saldanha, em Lisboa.
A apresentação caberá a António Pinto Ribeiro (Gulbenkian). O livro - com prefácio de Isabel Capeloa Gil, directora da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa – resulta de textos publicados no blogue Indústrias Culturais (http://industrias-culturais.blogspot.com).
O autor, Rogério Santos, escreve habitualmente sobre cinema, fotografia, televisão e cartazes, entre outras indústrias culturais.
A apresentação caberá a António Pinto Ribeiro (Gulbenkian). O livro - com prefácio de Isabel Capeloa Gil, directora da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa – resulta de textos publicados no blogue Indústrias Culturais (http://industrias-culturais.blogspot.com).
O autor, Rogério Santos, escreve habitualmente sobre cinema, fotografia, televisão e cartazes, entre outras indústrias culturais.
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Os profissionais de Biblioteca e Documentação em destaque no Programa Iniciativa
2 Comentários quarta-feira, setembro 05, 2007
Publicado por Paulo Barreiro de Sousa
Assunto: biblioteca, profissional da informação, Televisão
Desde 2000 que o programa Iniciativa, cuja emissão passa na RTP2 todas as quintas-feiras, aborda temas relacionados com o mercado profissional.
No próximo dia 6 de Setembro a rubrica “ Profissões” deste programa dará a conhecer o quotidiano dos profissionais de Biblioteca e Documentação da Rede Municipal de Bibliotecas da Câmara Municipal de Lisboa.
Não perca, na RTP2, às 19 horas a oportunidade de conhecer algo mais sobre os profissionais que trabalham nas nossas bibliotecas.
Fonte: BLX - Bibliotecas Municipais de Lisboa
No próximo dia 6 de Setembro a rubrica “ Profissões” deste programa dará a conhecer o quotidiano dos profissionais de Biblioteca e Documentação da Rede Municipal de Bibliotecas da Câmara Municipal de Lisboa.
Não perca, na RTP2, às 19 horas a oportunidade de conhecer algo mais sobre os profissionais que trabalham nas nossas bibliotecas.
Fonte: BLX - Bibliotecas Municipais de Lisboa
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