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quinta-feira, 13 de junho de 2013

Nova Geração de Sistemas para Bibliotecas (2013)


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Colega e amigos,

Desde 1993 até agora (e lá se vão 20 anos...) tenho acompanhado a evolução dos sistemas de automação para bibliotecas no Brasil (detalho esse tema no capítulo do livro Robots in Academic Libraries, IGI Global, 2013).

Quando ingressei na UFRGS (Porto Alegre, Brasil) para realizar meu bacharelado em Biblioteconomia já tive contato com sistemas de automação, tanto aqueles criados pelas próprias instituições, como com os estrangeiros que começavam a entrar no mercado - de terceira geração (ainda em terminal-server). 
Então no final da década de 1999 surgiu a quarta geração (gráfica, MARC, cliente-servidor, banco de dados relacional, Internet...) e agora vislumbramos um novo avanço: 
Uma nova geração de sistemas para uma nova geração de bibliotecas, fortemente apoiados no conceito "de software com serviço".

Com base em recentíssimos trabalhos de Marshal Breeding (Library Technology Guides, EUA), Carl Grant (CARE Affiliates LLC, EUA) e Filipe Bento (Universidade de Aveiro, Portugal), preparei uma apresentação com conceitos e visões sobre as mudanças que esses sistemas de nova geração trarão para as bibliotecas, bibliotecários e usuários.

Assim como o CCAA2 está dando lugar ao RDA; e os OPACs dando lugar à Descoberta; a automação está dando lugar à Nova Geração de sistemas. E tudo somado com o objetivo de melhorar cada vez mais os serviços internos, o gerenciamento e entrega da informação e o atendimento das necessidades dos nossos usuários.

A apresentação contém os seguintes tópicos:
  • Motivos para mudar de sistema; 
  • O que a Nova Geração de sistemas oferece;
  • Por que é uma Nova Geração (o que traz de novo);
  • Uma breve descrição de cada uma das plataformas de Nova Geração;
  • Uma comparação da Automação com a Nova Geração;
  • Um Breve comparativo das plataformas de serviços para bibliotecas (jun/2012); 
  • Benefícios da adoção da nova geração; 
  • Impactos da adoção da Nova Geração; 
  • Bibliografia recomendada sobre Descoberta e sobre Nova Geração.  

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Em 2011, os europeus vão ter direito a apagar dados na Net


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A Comissão Europeia deu início a uma consulta pública sobre a atual legislação de proteção de dados pessoais. Em 2011, deverá ser criada uma diretiva que dá o direito à eliminação de dados pessoais inseridos na Net.

O crescendo de popularidade dos portais sociais e a expansão de serviços eletrónicos levaram a Comissão Europeia a tomar uma iniciativa que visa o reforço da privacidade dos cidadãos.

Em causa está o "direito ao esquecimento digital", que visa criar mecanismos que permitam controlar ou apagar os dados pessoais que os cidadãos europeus disponibilizam sempre que acedem à Net, levantam dinheiro numa caixa automática ou viajam de avião.

De acordo com a Reuters, a Viviane Reding, Comissária Europeia da Justiça, Direitos Fundamentais e Cidadania, já fez saber que pretende introduzir alterações às atuais leis da privacidade: "A proteção dos dados pessoais é um direito fundamental. Precisamos de normas de proteção de dados claras e coerentes para garantir esse direito. E também precisamos de atualizar as nossas leis e adaptá-las às mudanças que a globalização e as novas tecnologias trouxeram consigo".

A nova legislação ainda não é conhecida, mas Viviane Reding já fez saber que pretende que os vários serviços eletrónicos passem a informar claramente os utilizadores do uso que dão aos dados recolhidos, bem como do período de utilização e disponibilidade que a informação pode vir a ter.

Entre os objetivos da futura legislação destaca-se a criação de mecanismos que permitem apagar a informação considerada sensível, após um período de uso predefinido .

Além da uniformização das diferentes leis adotadas pelos 27 estados-membros, a nova diretiva terá como desafio criar mecanismos suficientemente flexíveis que possam ser aplicados tanto pelas empresas que operam no setor das tecnologias (Google, Facebook, operadores de telecomunicações) como pelos cidadãos.

A consulta pública agora lançada termina a 15 de Janeiro.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Serviços públicos electrónicos: Portugal fica em 1º lugar


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O Governo congratulou-se hoje, quinta-feira, por Portugal ter sido classificado em primeiro lugar pela Comissão Europeia em matéria de disponibilização e sofisticação de serviços públicos electrónicos, considerando tratar-se de um resultado do Plano Tecnológico e dos programas SIMPLEX.

A notícia sobre a classificação de Portugal nesta área foi divulgada hoje, no âmbito da Conferência Ministerial sobre administração electrónica, que está a decorrer em Malmoe (Suécia) - reunião que se integra na presidência sueca da União Europeia.

"O nosso pais obtém classificação elevada nos dois parâmetros (disponibilização e sofisticação) sobre os serviços públicos. Este resultado é fruto do trabalho do Plano Tecnológico e de medidas do programa de Simplificação Administrativa (SIMPLEX)", declarou o titular da pasta da Presidência, Pedro Silva Pereira, no final do Conselho de Ministros.

Pedro Silva Pereira referiu que "ainda em 2004 Portugal encontrava-se neste mesmo estudo, que é elaborado por consultores independentes para a Comissão Europeia, na 16ª posição em matéria de disponibilidade de serviços públicos electrónicos.

"Estávamos em 14º lugar em matéria de sofisticação. Ou seja, em apenas quatro anos, Portugal passou de um lugar abaixo da média europeia para a liderança na disponibilização e sofisticação de serviços públicos electrónicos", apontou o ministro da Presidência.

Segundo este membro do Governo, esta classificação de Portugal representa "um incentivo para que estas políticas públicas prossigam, tendo em vista a modernização da nossa administração pública".

"Queremos um Estado mais amigo dos cidadãos, das empresas e do dinamismo económico", acrescentou.
Já existe algum estudo do impacto desta "sofisticação" nas nossas Bibliotecas ou Arquivos Públicos? Como é que os profissionais da informação estão intervir nos seus serviços para reduzir o impacto do digital-divide?

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Certidões Digitais: novo serviço ao cidadão


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A Direcção Geral de Arquivos iniciou um novo serviço que estará disponível em todos os arquivos dependentes.

A certificação de documentos passou a poder ser feita digitalmente através da aplicação de uma assinatura digital qualificada sobre um ficheiro pdf. Esta assinatura é emitida pela Entidade Certificadora Comum do Estado que é a Entidade Certificadora Raíz do Estado, dentro do Sistema de Certificação Electrónica do Estado (SCEE).

Este processo permite acelerar substancialmente e emissão e entrega de documentos certificados, particularmente para clientes que habitem fora das áeras de intervenção dos arquivos dependentes ou no estrangeiro.

As certidões digitais têm o mesmo valor probatório das suas congéneres em papel, ao abrigo do Decreto-Lei 62/2003, de 3 de Abril e não podem ser repudiadas por instituições nacionais sejam públicas ou privadas.

As certidões digitais portadoras de assinatura digital qualificada são igualmente válidas em países membros ao abrigo da Directiva Comunitária n.º 1999/93/CE:.

As certidões digitais poderão não ser aceites em países terceiros, pelo que se recomenda que qualquer pessoa que habite nesses países, diligencie junto das instituições e autoridades locais para averiguar da possível aceitação de documentos electrónicos certificados com assinatura digital emitida pela ECCE.

Para mais informações sobre a prestação deste novo serviço contacte os arquivos da rede DGARQ.

Fonte: DGARQ

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Educação online é melhor do que aprender nas salas de aula


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Um estudo encomendado pelo Departamento de Educação dos EUA conclui que os alunos que aprendam pela Net têm um desempenho melhor do que os que não saem das salas de aula.

O estudo teve em conta aulas em diversos cenários, desde a medicina a treinos militares, ocorridos entre 1996 e 2008, noticia o The New York Times.

O desempenho dos alunos que tenham tido algumas ou todas as aulas pela Internet é melhor do que o dos que não saem das salas de aula (59% contra 50% no teste de desempenho).

Alguns dos responsáveis pelos maiores centros de aprendizagem com recurso à Internet estimam que possa haver um aumento no número de alunos e que o próprio modelo de ensino se altere. Se, há uns anos, ter aulas pela Internet era basicamente um curso por correspondência, agora há tutoriais em vídeo, utilização de redes sociais ou mesmo a aplicação dos ensinamentos em problemas reais.

Fonte: Exame Informática

sexta-feira, 17 de julho de 2009

E se...


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Papel vrs Online? Não sei, mas o filme State of Play veio ao pensamento... Já agora como estarão a reagir as Bibliotecas? Ainda sem perspectivas, presas ao passado, esperando que tudo passe ou por outro lado prontas para abraçar a nova realidade?

The Daily Show With Jon StewartMon - Thurs 11p / 10c
End Times
www.thedailyshow.com
Daily Show
Full Episodes
Political HumorJoke of the Day

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Infografia em Realidade Aumentada


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Aqui fica mais um projecto interessante sobre o conceito de Realidade Aumentada! Espero ver alguns projectos deste género a serem desenvolvidos pelas nossas bibliotecas e arquivos, em Portugal, a curto prazo! O desenvolvimento e disponibilização destes novos serviços aumenta em muito o potencial investido no cross-media global de cada organização. Tudo depende da capacidade de inovação, estratégia, método e trabalho de cada Sistema de Informação (Bibliotecas, Arquivos, Empresas, etc.).
A primeira infografia do mundo feita utilizando a tecnologia de realidade aumentada. Veiculada no jornal O Estado de São Paulo, 28 de Março de 2009 - Caderno Cidades, página C5. Disponível no site http://www.estadao.com.br/e/eiffel e mais detalhes em http://danielroda.arteblog.com.br
Infografia e Realidade Aumentada por Daniel Roda e Eduardo Malpeli (Tcha-Tcho)

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Apresentação do projecto Consulta Real em Ambiente Virtual


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Convite da DGARQ e do Arquivo Distrital do Porto para a apresentação do projecto Consulta Real em Ambiente Virtual no dia 12 de Dezembro, pelas 17:30 horas.

Em implementação desde do início do ano, o projecto Consulta Real em Ambiente Virtual é o complemento natural da pesquisa e leitura de documentos através da Internet, disponível desde Abril de 2004.

O sistema estabeleceu um marco significativo na facilitação do acesso, pelos utilizadores, aos serviços sobre os documentos, assente no princípio da desmaterialização dos processos. A articulação da possibilidade de efectuar os pedidos – consulta, reserva, pesquisa, reprodução – com as respostas, envio de documentos e pagamento electrónico, quebrou as barreiras dos horários e das distâncias tornando o Arquivo um espaço mais próximo do seus utilizadores. A Referência e Leitura Virtual constitui, assim, uma concretização de ideias e práticas na linha das orientações do Plano Tecnológico, do “governo electrónico” e da sociedade da informação e do conhecimento.

No dia 12 de Dezembro, pelas 17:30 horas, no Arquivo Distrital do Porto, damos a conhecer o projecto em diálogo com os seus utilizadores e todos os interessados.
Fonte: Arquivo Distrital do Porto

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Colecções de fotografia da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian no FLICKR


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A Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian passou a divulgar as suas colecções de fotografia no FLICKR (http://www.flickr.com/photos/biblarte) desde ontem, 22 de Julho.

Das 180 colecções de fotografias (algumas com milhares de fotos) sobre artes visuais em Portugal, a Biblioteca divulgará as que não estejam protegidas por direitos de autor ou direitos conexos.

sábado, 24 de maio de 2008

Relatório final da Petição pela Acessibilidade Electrónica Portuguesa


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Dada a importância da questão da Acessibilidade para todos os profissionais da informação, recomendo-vos a leitura e o acompanhamento do Relatório Final da Comissão de Ética, Sociedade e Cultura, referente à Petição pela Acessibilidade Electrónica Portuguesa.

A petição foi subscrita por 7 431 pessoas e deu entrada, por via electrónica, na Assembleia da República estando endereçada ao Presidente da Assembleia da República que, em 14 de Novembro de 2007, a remeteu à Comissão de Ética, Sociedade e Cultura para apreciação.

O relatório final aborda, entre outros aspectos, algumas medidas adoptadas e em curso que visam a promoção da acessibilidade electrónica, nomeadamente no que respeita ao domínio da “Acessibilidade na WEB”, “Acesso à Informação” e o “Acesso a Equipamentos e Serviços Electrónicos”.

Em nota final, convém salientar a opinião da relatora, a Dr.ª Paula Nobre de Deus, sobre àquela que deve ser a posição a adoptar pela Assembleia da República na fase seguinte (discussão em plenário), sobre a referida petição:

No sentido da melhor compreensão importa sublinhar que entendem os peticionários ser de absoluta urgência a resolução da situação em apreço conforme é seu propósito com esta Petição e não obstante a bondade das medidas de promoção da acessibilidade electrónica entretanto desenvolvidas.

No âmbito da apreciação da Petição n.º 312/X/2ª, subscrita por 7.431 cidadãos, o facto de vir a ser produzida legislação que defina as regras de acessibilidade electrónica e as sanções pelo seu incumprimento, será um importante contributo para a promoção e efectivação da igualdade de oportunidades para todas e para todos e para a plena participação social e económica das pessoas com necessidades especiais.

Na sociedade da comunicação e em particular, num país como o nosso que também nesta área está a fazer um esforço de modernização, será incontornável dar este passo em frente. Se for publicado um instrumento legislativo desse género, Portugal estará cada vez mais próximo da concretização da Iniciativa Europeia i2010 sobre Info-Inclusão “Participar na Sociedade da Informação”.

Arquivo

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