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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Digitalização reduz gastos do judiciário


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Fonte: Agência Brasil. Data: 17/12/2010.

Em 2010, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) reuniu-se em 38 sessões ordinárias e em 71 extraordinárias. Durante o ano, foram tomadas 10,7 mil decisões colegiadas e 98 mil monocráticas.

O balanço foi apresentado hoje (17) pelo presidente do tribunal, ministro Cezar Peluso, na sessão de encerramento do ano do Judiciário.

Na opinião de Peluso, o instituto da repercussão geral foi um dos destaques do ano. Adotado pela Suprema Corte desde 2007, desde então, foram analisados 338 temas e julgados 76.

Peluso ressaltou também a digitalização de processos como uma das principais medidas do ano. Com isso, a economia de papel foi significativa. “Só no Supremo, em 2009, os agravos processados somaram 20 milhões de folhas de papel”, disse o ministro. Neste ano, o número foi menor.

A visualização de processos pela internet também contribuiu para reduzir a emissão de papeis no STF. “No Tribunal de Justiça do Rio, tribunal que começou com a prática, em três anos, a economia foi de R$ 7 milhões com a dispensa de papel para envio de mensagens e correspondências pelos Correios", afirmou.

Entre os julgamentos que marcaram o ano judiciário, Peluso apontou o que analisou a Lei da Ficha Limpa, o caso do ex-governador do Distrito Federal José Roberto Arruda e a não obrigatoriedade da apresentação de documento oficial de identidade com foto no momento do voto.

“Caminhamos a passos largos, mas reconhecemos que há muito a fazer. E é preciso pensar em como fazer. O grande desafio é transformar os avanços em ganhos efetivos com o mínimo de despersonalização”, disse Peluso. “O cidadão que procura o Judiciário tem nome e sobrenome, e a demanda que busca na Corte afeta sua vida”, completou.

As atividades serão retomadas em fevereiro do ano que vem. Durante o recesso, Peluso e o vice-presidente do Supremo, Carlos Ayres Britto, se revezarão no plantão.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

E-gov brasileiro é pouco utilizado


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Autora: Monica Campi

Fonte: Info Online. Data: 1/12/2010.

Dados do Comitê Gestor da Internet no Brasil (URL: http://http://www.cgi.br/] afirmam que apenas 35% dos brasileiros utilizam os serviços do governo através da internet.

A pesquisa do CGI.br aponta que a baixa adesão dos usuários está na desconfiança dos brasileiros. Das pessoas consultadas, 48% afirmaram que preferem ser atendidos pessoalmente para tirar dúvidas.

Outro motivo seria o pouco conhecimento no manuseio do computador e suas funções, pois 48% dos entrevistados alegam que não sabem usá-lo muito bem. Além disso, 43% disseram que não possuem computador em casa, o que dificulta o acesso aos serviços.

E apesar de 35% declarar não ter acesso à internet em casa, os dados de acesso aos serviços do governo chegam a 79% quando constatado o acesso a partir de computadores corporativos.

E mesmo com a penetração do Governo nas redes sociais, 57% dos consultados disseram desconhecer a oferta de serviços governamentais na internet.

Mas existem muitos que utilizam os serviços conhecidos como “e-gov”. 39% disseram que utilizam para buscar informações, e 10% usam até para realizar transações. E 51% afirmaram que utilizam o serviço das duas formas.

quarta-feira, 14 de março de 2007

Big Brother just wants to help


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WHEN you order books from an online bookstore or buy groceries from a supermarket's website, the personalised book suggestions that pop up, and the reminder that you normally buy milk, are generated by data-mining software that analyses buying habits. The use of such technology by retailers is commonplace. But now governments are adopting it too, in fields from education to tax collection, in order to plan, implement and assess new policies. “Not only do firms like Tesco have good operational systems that control their costs, but they understand their customers and can offer particular product mixes which are attractive to certain groups,” says Peter Dorrington of SAS, one of the biggest providers of data-mining and analysis software. Why, he asks, shouldn't governments do the same?


(...)

Dr Paul Henman from the University of Queensland, who has written extensively on the subject, raises a rather more philosophical objection to government data-mining: that the technology starts to transform the nature of government itself, so that the population is seen as a collection of sub-populations with different risk profiles—based on factors such as education, health, ethnic origin, gender and so on—rather than a single social body. He worries that this undermines social cohesion. “A key principle in liberal democracies is that we are all peers and equal before the law,” he says. But for proponents of the technology, such segmentation is the whole point: policies, like supermarket special offers, are often aimed at groups—and the more accurately they can be targeted, the better.
Data-mining - se as empresas o fazem porque não o Estado? Um artigo da Economist para ler com alguma abertura de espírito.

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