Mostrar mensagens com a etiqueta jornal eletrônico. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta jornal eletrônico. Mostrar todas as mensagens

sábado, 22 de outubro de 2011

Jornais de hoje em todo o mundo


0 Comentários

Cada bolinha laranja nos mapas dos continentes são jornais de cidades daquele estado ou País; você clica e todos os dias têm a 1ª página de cada jornal. Ao posicionar sobre a bolinha desejada, ao lado aparece a 1ª página dos jornais. Clicando sobre a bolinha, você tem a página em tamanho maior, para facilitar a sua visualização. E na parte superior da página ampliada está o link para acessar o jornal!

http://www.newseum.org/todaysfrontpages/flash/

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Folha de S. Paulo agora está digital.


0 Comentários

O jornal Folha de S. Paulo acaba de disponibilizar sistema de busca digital de todo o acervo desde 1921, inclusive com busca de texto.

Basta acessar http://acervo.folha.com.br/ (enquanto estiver disponível gratuitamente...). É possível imprimir e salvar cada página como imagem.
Seria importante que outros jornais brasileiros pudessem oferecer o mesmo tipo de acesso.
Murilo Cunha

quarta-feira, 14 de julho de 2010

A agonia de um antigo gigante da imprensa


0 Comentários

Jornal do Brasil ficará somente na internet
Autor: Vinicius Aguiari.
Fonte: INFO Online. Data: 13/07/2010.
O "Jornal do Brasil" vai abolir sua versão impressa e “circular” somente no formato online. O anúncio foi feito pelo dono da marca, o empresário Nelson Tanure.

A data para o fim do formato impresso deve ser decidida nesta quarta ou quinta-feira. A transição provocou a demissão do presidente do jornal, Pedro Grossi. O executivo havia sido contratado há quatro meses para dirigir a versão impressa do periódico.


Em carta divulgada pelo site Janela Publicitária, Grossi se posicionou contra a mudança. “Considerando que isto contraria a razão pela qual fui contratado, solicito, sem perda de meus direitos, que o expediente do jornal e de todas as revistas não conste mais meu nome”, escreveu ele.


Com dívidas estimadas em R$ 100 milhões e vendo a circulação cair, Tanure tentou vender o jornal. Sem sucesso em sua empreitada, decidiu manter o jornal somente na rede. Um dos mais velhos do país, o “Jornal do Brasil” teve sua primeira edição publicada em 1891. O "JB" tem hoje tiragem de 17 mil exemplares nos dias de semana e de 22 mil aos domingos.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Nuvem de notícias


0 Comentários

Vejam em http://www.newsmap.jp
a. Cada retângulo significa uma manchete;
b. os diferentes tamanhos dos retângulos significam o rank dos acessos;
c. estacionando-se o ponteiro do cursor sobre cada um dos retângulos é exibida a lide da notícia;
d. aí, sim, se se interessar: dois cliques acionam o link para a fonte da notícia; e
e. atente para as duas barras, a superior direciona para diversos países e a inferior para os temas.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Anúncios em vídeo chegam amanhã à imprensa portuguesa


2 Comentários

A revista "Sábado" é a primeira publicação em Portugal a utilizar uma tecnologia que permite colocar vídeos em suportes de papel. O anúncio, da Renault, vai ser distribuído num encarte.

Designada Video In Print (VIP), a nova tecnologia, comercializada em Portugal pela Pixel, é constituída por um ecrã de dois milímetros de espessura, que pode ser incorporado numa folha de de revista ou num livro, por exemplo.

Um encarte demonstrativo da tecnologia, disponibilizado pela Pixel e semelhante (embora com outros conteúdos) ao que amanhã sai na Sábado, mostra um pequeno ecrã de 2,4 polegadas (sensivelmente do tamanho do de um telemóvel comum) colocado numa folha de cartão dobrada – no interior, estão vários fios e componentes eléctricos que fazem o sistema funcionar. A espessura do conjunto é muito superior à de um folha de papel.

Botões ao longo da folha permitem ao leitor seleccionar vários vídeos. Nas costas, uma entrada faz com que seja possível, através de um cabo USB, ligar o dispositivo a um computador, para que o ecrã possa ser recarregado – a bateria dura uma média de 120 minutos.

O vídeo, com som, arranca quando se abre o encarte, num sistema semelhante aos postais musicais.

O encarte da Renault será incluído apenas em alguns exemplares da "Sábado", de forma aleatória. Ao todo, informa aquela empresa, são seis vídeos publicitários, com uma duração total de dez minutos.

A tecnologia de VIP foi lançada em Setembro nos Estados, Unidos com uma campanha conjunta da CBS e da Pepsi na revista “Entertainment Weekly”, na qual a estação televisiva apresentou vários trailers das suas novas séries e a Pepsi transportou os seus anúncios de televisão para a revista.


Fonte: Público

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Video In Print, o pequeno ecrã para todos os papéis


0 Comentários

A Pixel mostrou hoje como pretende inserir pequenos ecrãs de vídeo em jornais, revistas, panfletos, cartões de visita ou embrulhos de presente. Video In Print é o nome da tecnologia.


A Pixel acaba de garantir a revenda para o mercado português desta solução que promete dar um primeiro passo rumo à electrónica descartável.

Numa apresentação para jornalistas, a Pixel lembrou que o VIP pretende actuar como uma mais-valia comercial para editoras e meios de comunicação impressos.

A solução desenvolvida pela Americhip é compatível com todos os formatos de vídeo digital.

A primeira versão do VIP não permite carregar vídeos para o dispositivo incorporado no papel (ou no cartão, plástico, ou outro suporte), mas está prevista essa possibilidade para versões futuras. Em contrapartida, é possível descarregar vídeos do VIP para o computador - desde que o fornecedor da solução assim queira.

A produção de soluções com VIP integrado deverá ser feita em parceria com a Pixel. A inclusão dos pequenos ecrãs implica o envio dos projectos para programação na Americhip, nos EUA.

A Pixel não revela os custos dos pequenos ecrãs - apenas refere que varia consoante a encomendas.

Fonte: Exame Informática

sábado, 14 de novembro de 2009

"New York Times" publica primeiro artigo subsidiado pelos leitores


0 Comentários

Chama-se Spot.Us e é uma organização não lucrativa que tem como objectivo arranjar financiamento para tornar possível trabalhos jornalísticos que de outro modo não veriam a luz do dia. Gostava de ler um artigo sobre o grande tapete de lixo do Pacífico? Os leitores do site Spot.Us disseram que sim. E os donativos fizeram com que o artigo chegasse às páginas do "New York Times".

"Olá, sou Lindsey Howshaw e voltei há um mês de uma viagem a um grande tapete de lixo no Pacífico". A apresentação da jornalista no site Spot.Us acaba com um agradecimento a todos os que apoiaram a história que conseguiu publicar esta semana no "New York Times". Ao todo, o Spot.Us conseguiu reunir seis mil dólares, oriundos de cerca de cem leitores interessados na história, entre os quais Craig Newmark, fundador da Craiglist, e Jimmy Wales, co-fundador da Wikipedia, conta o diário espanhol "El Pais".

Esta é a primeira vez que um artigo subsidiado pelos leitores, nascido no âmbito deste projecto e apoiado por instituições como a Knight Foundation, chega a um jornal de grande circulação. "Tornaram realidade esta ideia", agradece Lindsey. A ideia de subsidiar a investigação jornalística através da filantropia é defendida por muitos teóricos dos media, entre eles o investigador brasileiro Rosenthal Calmon Alves, a leccionar na Universidade do Texas em Austin, que acha que esta seria uma saída para garantir que os jornais não deixam de oferecer uma boa informação aos cidadãos em tempo de crise.

Notícia completa no Público.pt

sexta-feira, 3 de abril de 2009

EUA acreditam que internet substituirá jornais


0 Comentários

Fonte: O Estado de S. Paulo
Data: 03/04/2009

Pesquisa mostra que entrevistados acreditam que a rede vai substituir a mídia impressa
Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira mostra que 61% dos americanos procurarão informações na internet se os jornais continuarem fechando. Segundo o instituto Rasmussen, a maioria dos entrevistados acredita que a rede vai preencher o vazio deixado pelo fim da mídia impressa.
A imprensa escrita dos Estados Unidos tem sofrido com a forte crise, que acabou com diários centenários e obrigou outros, como o "Washington Post" e o "New York Times", a cortarem salários e funcionários.
Porém, ainda há quem prefira o papel à tela do computador, a julgar pelos entrevistados. 35% disseram que nenhuma outra fonte de informação preencherá o espaço deixado pela mídia impressa.
A pesquisa também mostra que 30% dos consultados estão "muito seguros" de que outros veículos serão usados para conseguir notícias de seu interesse. Mas 8% dos entrevistados pensam o contrário.
"É frustrante que os jornalistas sejam vistos agora como pouco mais que uma referência no Wikipedia, uma fonte de informação potencialmente interessante que requer verificação", disse Rasmussen, fundador e editor dos Relatórios Rasmussen.
Quanto aos planos para conservar a indústria jornalística, 37% dos americanos ouvidos se disseram a favor de subvenções aos jornais, mas 43% acham que é melhor que eles deixem de existir.
Além disso, 65% dos entrevistados se opuseram a um resgate da indústria jornalística assim como os planejados pelo governo para o setores financeiro e automobilístico.

segunda-feira, 2 de março de 2009

A perda da memória coletiva


0 Comentários

Fonte: Jornal do Brasil. Data: 1/3/2009
URL: http://jbonline.terra.com.br/nextra/2009/03/01/e010317852.asp
EUA - Acadêmicos, pesquisadores e até mesmo estudiosos da História do beisebol perceberam recentemente o desaparecimento de alguns arquivos de jornais mais antigos até há pouco disponíveis na Web. Os problemas surgiram depois que o site PaperofRecord.com, uma coleção de mais de 20 milhões de páginas de jornais, se fundiu ao Google News Archive.
O dilema, descobriram os pesquisadores, é que o Google encontrou dificuldades para reformatar as imagens dos jornais e adquirir os direitos de exibição do conteúdo de algumas das publicações mais antigas, e por isso bloqueou, ao menos temporariamente, o acesso a alguns dos arquivos.
Existe uma visão idealizada da Web como uma espécie de armazém geral do conhecimento humano, e no sentido da amplitude daquilo que se pode descobrir com uma busca aleatória no Google, isso é verdade. Mas apesar de toda essa abertura, a Web provou ser um receptáculo ineficiente para a preservação histórica, e boa parte do tesouro que ela abriga fica perdido em um labirinto de páginas de Web alteradas, links quebrados e sites eliminados.
O diretor da Biblioteca Britânica recentemente alertou em artigo para o jornal Observer que, se essa memória digital não for reparada, corremos o risco de “criar um buraco negro para os futuros historiadores e escritores”.
Os arquivos do Sporting News, conhecido como “a Bíblia do beisebol” e fundado em 1886, estão entre as publicações que caíram vítimas da transição da PaperofRecord.com ao controle do Google. Alguns jornais mexicanos antigos também estão indisponíveis, lamentam os acadêmicos.
Preservar a História na Web é difícil até mesmo para o Google, cuja missão declarada é a de “organizar a informação do mundo e torná-la universalmente acessível e útil”.
– Estamos fazendo o melhor que podemos para encontrar uma solução que inclua o máximo possível do conteúdo adquirido – disse um porta-voz do Google sobre a transição do arquivo de jornais.
Mas à medida que a proporção cada vez maior de nossa memória coletiva ganha abrigo online, cresce o perigo de que percamos o conteúdo e contexto de eventos acontecidos até mesmo há poucos dias, quanto mais há semanas, meses ou décadas.

segunda-feira, 26 de março de 2007

Biblioteca digital de jornais norte-americanos


0 Comentários

Jornais norte americanos na Web
URL: http://www.loc.gov/chroniclingamerica
Acaba de ser lançado o projeto Chronicling America: Historic American Newspapers, que está disponibilizando 226.000 páginas de jornais norte-americanos, publicados entre 1900 e 1910 e que estão sob o domínio público. O sistema permite busca no texto completo, busca limitada a um Estado particular, jornal específico, ano ou meses de publicação. Os resultados podem ser visualizados em pdf ou em html.

Murilo Cunha

sábado, 10 de fevereiro de 2007

O NEW YORK TIMES NÃO SERÁ MAIS IMPRESSO


0 Comentários

Fonte: Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. A-22, 09 de fevereiro de 2007.

Nossa meta é fazer a transição do jornal impresso para a internet: essas foram as palavras do proprietário, presidente e editor de um dos maiores jornais do mundo. Apesar de ser dono de uma enorme fortuna, Arthur SuIzberger, à frente do The New York Times, se considera um homem estressado.

Os lucros do jornal vêm diminuindo nos últimos quatro anos, e o valor de mercado da companhia Times está encolhendo. No Fórum Econômico de Davos, na semana passada, o que começou como uma conversa informal terminou em uma analise sobre o mundo de Sulzberger e como ele vê o futuro de negócio de notícias.

Realmente não sei dizer se ainda estaremos imprimindo o Times daqui a cinco anos, disse o empresário em entrevista ao jornal israelense Haaretz. No lugar da preocupação, Sulzberger se concentra na melhor forma de fazer a transição para a Internet.

- A web é um lugar maravilhoso para trabalhar, e nós estamos liderando nesse meio. O empresário ressalta que o jornal não é mais central na vida urbana como era 10 anos atrás: - Antigamente, as pessoas tinham que ler os jornais para descobrir o que estava acontecendo. Hoje existem centenas de fóruns e sites com esta informação. Nós precisamos fazer parte desta nova comunidade e dialogar com o mundo online.

De fato, o The New York Times dobrou seus leitores online para 1,5 milhões por dia, enquanto os leitores do impresso estão em 1,1 milhão. O The New York Times já se lançou em uma jornada que apenas será concluída no dia em que a companhia decidir parar a impressão. Isso vai marcar o fim da transição. Será uma longa jornada, com muitos obstáculos. Se os classificados tem sido a maior fonte de renda para a imprensa, agora os lucros estão se movendo para a Internet. Como o anúncio da internet não gasta papel, tinta e distribuição, as companhias podem ganhar a mesma quantia, mesmo que tenham menos propagandas.

Su1zberger conta que na última vez que fez um investimento na impressão gastou cerca de U$ 1 bilhão. Os custos de sites não crescem nesta magnitude, explica.

Arquivo

Categorias