Por cá introduziu-se o Magalhães pelos Estados Unidos introduz-se o iPad (leia a notícia no Jornal de Notícias). A Webb School of Knoxville escolheu o iPAd (leia o porquê) para substituir os livros em papel (leia iPad Program FAQ). Já agora como ultrapassarão a falta de Flash..?
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Mundo digital
2 Comentários quarta-feira, janeiro 26, 2011
Publicado por Nuno de Matos
Assunto: Apple, educação, iPad
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Educação online é melhor do que aprender nas salas de aula
0 Comentários sexta-feira, agosto 21, 2009
Publicado por Paulo Barreiro de Sousa
Assunto: comportamento informacional, educação, Serviços Online
Um estudo encomendado pelo Departamento de Educação dos EUA conclui que os alunos que aprendam pela Net têm um desempenho melhor do que os que não saem das salas de aula.O estudo teve em conta aulas em diversos cenários, desde a medicina a treinos militares, ocorridos entre 1996 e 2008, noticia o The New York Times.
O desempenho dos alunos que tenham tido algumas ou todas as aulas pela Internet é melhor do que o dos que não saem das salas de aula (59% contra 50% no teste de desempenho).
Alguns dos responsáveis pelos maiores centros de aprendizagem com recurso à Internet estimam que possa haver um aumento no número de alunos e que o próprio modelo de ensino se altere. Se, há uns anos, ter aulas pela Internet era basicamente um curso por correspondência, agora há tutoriais em vídeo, utilização de redes sociais ou mesmo a aplicação dos ensinamentos em problemas reais.
Fonte: Exame Informática
quarta-feira, 3 de junho de 2009
How One Teacher Uses Twitter in the Classroom
0 Comentários quarta-feira, junho 03, 2009
Publicado por Nuno de Matos
Assunto: educação, redes sociais, Twitter
Um artigo interessante que pode ser lido aqui
Veja o vídeo da notícia:Teachers are always trying to combat student apathy and University of Texas at Dallas History Professor, Monica Rankin, has found an interesting way to do it using Twitter in the classroom.
Via @vanessaquiterio
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Encontro sobre Web 2.0
3 Comentários segunda-feira, outubro 06, 2008
Publicado por Paulo Barreiro de Sousa
Assunto: educação, redes sociais, Universidade do Minho, Web 2.0
Realiza-se, no próximo dia 10 de Outubro, o Encontro sobre Web 2.0, a ter lugar no Campus de Gualtar, da Universidade do Minho.
O Encontro Web 2.0 tem por objectivo sensibilizar docentes e educadores para a necessidade que a escola tem de se abrir a novos cenários de educação formal e não formal e ser um agente activo nesta nova geração da Internet social que se focaliza nas interacções, nos grupos e na construção social do conhecimento. Pretende-se que seja um ponto de encontro de investigação e de boas práticas.
Os participantes assistem a conferências e comunicações que reportam a utilização de ferramentas da Web 2.0, como blogues, wikis, podcasts, Second Life, entre outros, bem como podem escolher um workshop dos 9 disponíveis:
O Encontro Web 2.0 tem por objectivo sensibilizar docentes e educadores para a necessidade que a escola tem de se abrir a novos cenários de educação formal e não formal e ser um agente activo nesta nova geração da Internet social que se focaliza nas interacções, nos grupos e na construção social do conhecimento. Pretende-se que seja um ponto de encontro de investigação e de boas práticas.
Os participantes assistem a conferências e comunicações que reportam a utilização de ferramentas da Web 2.0, como blogues, wikis, podcasts, Second Life, entre outros, bem como podem escolher um workshop dos 9 disponíveis:
- 1. Blogue, YouTube, Flickr e Delicious - Sónia Cruz
- 2. Podcast e utilização do software Audacity - Adão Sousa e Fátima Bessa
- 3. Dandelife, Wiki e Goowy - Hugo Martins
- 4. Ferramentas Google: Page Creator, Docs e Calendar - Célio Gonçalo Marques
- 5. PopFly - como editor de mashups - Pedro Ferreira e Ricardo Pinto
- 6. A Web 2.0 e as Tecnologias Móveis - Adelina Moura
- 7. Ambientes Virtuais e Second Life - Nelson Zagalo e Luís Pereira
- 8. Do Movie Maker ao YouTube - Joana Carvalho
- 9. Mapas Conceptuais Online - Graça Magalhães e Filomena del Rio
Manual de Ferramentas da Web 2.0
Com o aparecimento das funcionalidades da Web 2.0, a facilidade de publicação online e a facilidade de interacção entre os cibernautas torna-se uma realidade. A Web passa a ser encarada como uma plataforma, na qual tudo está facilmente acessível e em que publicar online deixa de exigir a criação de páginas Web e de saber alojá-las num servidor. Postar e comentar passaram a ser duas realidades complementares, que muito têm contribuído para desenvolver o espírito crítico e para aumentar o nível de interacção social online. O Hi5, o MySpace, o Linkedin, o Facebook, o Ning entre outros, facilitam e, de certo modo, estimulam o processo de interacção social e de aprendizagem.
Nos nove capítulos deste livro várias ferramentas da Web 2.0 são apresentadas, tendo como objectivo facilitar aos professores e educadores a sua inserção em contexto educativo. Assim, em cada capítulo é feita a contextualização de cada ferramenta, explica-se como criar um espaço online e aborda-se a sua utilização nas práticas educativas.
Mais informação disponível em: http://www.iep.uminho.pt/encontro.web2
Informação disponibilizada pelo Dr. Miguel Ferreira, investigador da Universidade do Minho.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
A internet emburrece?
0 Comentários segunda-feira, junho 16, 2008
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: educação, Internet, literacia digital
A Internet emburrece?`
Autor: Gilberto Dimenstein
Fonte: Folha de São Paulo Data: 15 de junho de 2008
As redes facilitaram o acesso à informação, mas também facilitaram a apropriação de reflexões dos outros
Imagine 687 mil universitários ou recém-formados disputando 2.500 vagas de estágio e de programas de trainee. Isso equivale a aproximadamente 2.800 candidatos por vaga. Só para dar uma medida de comparação: é uma proporção 25 vezes maior do que a dos vestibulares das mais disputadas faculdades brasileiras.
O que você acha que ocorreu com tanta gente disputando tão poucos empregos? Pergunte a algumas das 57 empresas, entre as quais a Microsoft, a Natura, a Unilever, a Braskem e o ABN-Amro, que participaram da seleção. Não ocorreu o óbvio.
Responsável pela aplicação dos testes em 2007, a psicóloga Sofia Esteves constatou que algumas das empresas não preencheram vagas ou tiveram de se contentar com a repescagem, obrigadas a diminuir o nível de exigência. "Há uma distância crescente entre o perfil desejado pelas empresas e a qualidade dos universitários", afirma.
Além das óbvias questões educacionais, relembradas na semana passada, com a divulgação de um índice de qualidade do ensino (Ideb), a psicóloga levanta mais uma hipótese: excesso de internet. Seria essa mais uma das retrógradas reações típicas de quem tem fobia tecnológica?
Sofia conta que alguns exames foram abrandados ou até eliminados. Numa prova de língua portuguesa, apenas um entre 1.800 candidatos foi aprovado. Decidiu-se então abolir esse requisito -o candidato passou a ser eliminado apenas quando comete, na redação, um erro do tipo escrever experiência com "ç".
Na seleção, porém, a dificuldade tem sido menos a de escrever segundo as normas gramaticais (o que já é grave) do que a de expor criativamente uma idéia -um critério relevante porque as empresas querem funcionários capazes de enfrentar desafios com autonomia. E aí, na visão da psicóloga, entraria a ação nociva da internet.
É verdade que as redes digitais facilitaram, como nunca, o acesso a qualquer tipo de informação, mas também é fato que facilitaram a apropriação de reflexões dos outros. É sabido que muitos alunos, na hora de fazer as lições, montam uma colagem de textos encontrados na internet. "Estão perdendo o hábito de ler um livro inteiro e fazer um resumo."
Pula-se velozmente de galho em galho digital, numa interatividade hiperativa. A hipótese é que, por isso, sairia prejudicada a busca de profundidade.
A combinação de excesso de informação com hiperatividade foi um dos fatores que motivaram Mark Bauerlein, professor da Universidade Emory, em Atlanta (EUA), a escrever um livro intitulado "A Mais Burra das Gerações: Como a Era Digital Está Emburrecendo os Jovens Americanos e Ameaçando Nosso Futuro". Burrice seria, na sua visão, 52% dos adolescentes americanos terem respondido em uma prova que a Alemanha foi aliada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial.
Sua tese central é a de que as tecnologias digitais permitiram que os jovens passassem ainda mais horas do dia trocando informações com seus pares, mas, ao mesmo tempo, diminuiu o tempo de intermediação dos adultos nos processos de aprendizado.
Diante daquela avalanche de dados em tempo real, ficaria então mais difícil para os jovens aprender a selecionar e expor o que é relevante no conhecimento tudo isso acaba prejudicando a liderança e a capacidade de trabalhar em grupo.
A avalanche digital não teria maiores problemas se o jovem não fosse obrigado a buscar um emprego que exigisse criatividade e autonomia para solucionar desafios o que requer necessariamente a capacidade de síntese e a habilidade de selecionar uma informação relevante. Justamente uma das razões, entre várias, para que aqueles 687 mil universitários brasileiros não conseguissem preencher 2.500 vagas.
PS- Como trabalho simultaneamente com comunicação e educação, tenho observado que, embora adore a abundância de informação, reverencie a possibilidade de escolhas e aprecie ainda mais a possibilidade de interagir, coisas que vieram mesmo para ficar (e é bom que fiquem), o jovem se sente confuso e demanda cada vez mais a intermediação de gente em quem possa confiar para ajudar na seleção das informações.
Ele vê com desconfiança os meios de comunicação tradicionais como a escola, por suspeitar que eles não conseguem traduzir o que é relevante para sua vida. Por esse ângulo, nós é que somos emburrecidos. Tanto a escola como o jornal do futuro vão estar assentados na solução desse desafio ou vão ficar estacionados no passado.
Autor: Gilberto Dimenstein
Fonte: Folha de São Paulo Data: 15 de junho de 2008
As redes facilitaram o acesso à informação, mas também facilitaram a apropriação de reflexões dos outros
Imagine 687 mil universitários ou recém-formados disputando 2.500 vagas de estágio e de programas de trainee. Isso equivale a aproximadamente 2.800 candidatos por vaga. Só para dar uma medida de comparação: é uma proporção 25 vezes maior do que a dos vestibulares das mais disputadas faculdades brasileiras.
O que você acha que ocorreu com tanta gente disputando tão poucos empregos? Pergunte a algumas das 57 empresas, entre as quais a Microsoft, a Natura, a Unilever, a Braskem e o ABN-Amro, que participaram da seleção. Não ocorreu o óbvio.
Responsável pela aplicação dos testes em 2007, a psicóloga Sofia Esteves constatou que algumas das empresas não preencheram vagas ou tiveram de se contentar com a repescagem, obrigadas a diminuir o nível de exigência. "Há uma distância crescente entre o perfil desejado pelas empresas e a qualidade dos universitários", afirma.
Além das óbvias questões educacionais, relembradas na semana passada, com a divulgação de um índice de qualidade do ensino (Ideb), a psicóloga levanta mais uma hipótese: excesso de internet. Seria essa mais uma das retrógradas reações típicas de quem tem fobia tecnológica?
Sofia conta que alguns exames foram abrandados ou até eliminados. Numa prova de língua portuguesa, apenas um entre 1.800 candidatos foi aprovado. Decidiu-se então abolir esse requisito -o candidato passou a ser eliminado apenas quando comete, na redação, um erro do tipo escrever experiência com "ç".
Na seleção, porém, a dificuldade tem sido menos a de escrever segundo as normas gramaticais (o que já é grave) do que a de expor criativamente uma idéia -um critério relevante porque as empresas querem funcionários capazes de enfrentar desafios com autonomia. E aí, na visão da psicóloga, entraria a ação nociva da internet.
É verdade que as redes digitais facilitaram, como nunca, o acesso a qualquer tipo de informação, mas também é fato que facilitaram a apropriação de reflexões dos outros. É sabido que muitos alunos, na hora de fazer as lições, montam uma colagem de textos encontrados na internet. "Estão perdendo o hábito de ler um livro inteiro e fazer um resumo."
Pula-se velozmente de galho em galho digital, numa interatividade hiperativa. A hipótese é que, por isso, sairia prejudicada a busca de profundidade.
A combinação de excesso de informação com hiperatividade foi um dos fatores que motivaram Mark Bauerlein, professor da Universidade Emory, em Atlanta (EUA), a escrever um livro intitulado "A Mais Burra das Gerações: Como a Era Digital Está Emburrecendo os Jovens Americanos e Ameaçando Nosso Futuro". Burrice seria, na sua visão, 52% dos adolescentes americanos terem respondido em uma prova que a Alemanha foi aliada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial.
Sua tese central é a de que as tecnologias digitais permitiram que os jovens passassem ainda mais horas do dia trocando informações com seus pares, mas, ao mesmo tempo, diminuiu o tempo de intermediação dos adultos nos processos de aprendizado.
Diante daquela avalanche de dados em tempo real, ficaria então mais difícil para os jovens aprender a selecionar e expor o que é relevante no conhecimento tudo isso acaba prejudicando a liderança e a capacidade de trabalhar em grupo.
A avalanche digital não teria maiores problemas se o jovem não fosse obrigado a buscar um emprego que exigisse criatividade e autonomia para solucionar desafios o que requer necessariamente a capacidade de síntese e a habilidade de selecionar uma informação relevante. Justamente uma das razões, entre várias, para que aqueles 687 mil universitários brasileiros não conseguissem preencher 2.500 vagas.
PS- Como trabalho simultaneamente com comunicação e educação, tenho observado que, embora adore a abundância de informação, reverencie a possibilidade de escolhas e aprecie ainda mais a possibilidade de interagir, coisas que vieram mesmo para ficar (e é bom que fiquem), o jovem se sente confuso e demanda cada vez mais a intermediação de gente em quem possa confiar para ajudar na seleção das informações.
Ele vê com desconfiança os meios de comunicação tradicionais como a escola, por suspeitar que eles não conseguem traduzir o que é relevante para sua vida. Por esse ângulo, nós é que somos emburrecidos. Tanto a escola como o jornal do futuro vão estar assentados na solução desse desafio ou vão ficar estacionados no passado.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Quando o sol da cultura está baixo, até os mais ínfimos seres emitem luz
4 Comentários quarta-feira, dezembro 12, 2007
Publicado por André Ricardo Luz
Assunto: educação, ENEM, ética, hábito de leitura, leitura, Proust
Prezados,
segue abaixo redação cuja autoria não foi divulgada e que recebeu nota máxima no ENEM, Exame Nacional do Ensino Médio (Brasil). Num país onde o índice de ignorantes (Latu Sensu) e anti-éticos (estes o grande câncer da sociedade...) é altíssimo, este texto prova que nem tudo está perdido...
Sds,
André Ricardo Luz
Linux user 369770
Editor da revista Arquivistica.net
http://www.arquivistica.net/
visite: http://a-informacao.blogspot.com/
Marcel Proust, grande escritor e exemplo máximo de uma vida dedicada unicamente à leitura e à literatura, disse em seus escritos “cada leitor, quando lê, é um leitor de si mesmo”. O que Proust evidencia nessa frase deixa em aberto uma série de interpretações que podem ser realizadas a partir do hábito entusiástico e não visto como uma obrigação, pela leitura.
Estar em contato com o universo das palavras e nele encontrar uma atividade prazerosa, ao mesmo tempo que nos leva a absorver todo o conhecimento exterior, também nos conduz a uma busca de tudo que representa algo de nós mesmos nesse conhecimento que chega até nós. Em cada nova leitura, ocorre algo semelhante a uma lapidação de nossos desejos e predileções.
Os livros constituem um tipo de transporte de conhecimento diferente da televisão por exemplo, onde as informações são transmitidas a todo o momento, e para tal, só precisa de nossa permissão para a passagem de suas imagens através de nosso córtex. O nível de saber que podemos extrair de um livro possui o mesmo limite de nossa vontade de fazê-lo. E, ao contrário das informações “prontas” da televisão, temos a total liberdade de interpretação, o que confere o aperfeiçoamento de nosso senso crítico e o melhoramento de como nos posicionamos diante do mundo.
O hábito da leitura não possui caráter elitista e nem está associado ao poder aquisitivo. Em qualquer cidade, por menor que seja, há uma biblioteca, basta que tenhamos interesse em desvendar todo o mistério contido nela. Ao ler, nos tornamos mais cultos, mais seguros de nossas convicções, nos expressamos e escrevemos melhor. Medidas públicas devem ser realizadas para garantir essa acessibilidade e assim, seus respectivos países possam brilhar, iluminados pelo sol da cultura.
Fonte: http://www.enem.inep.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=65&Itemid=100
segue abaixo redação cuja autoria não foi divulgada e que recebeu nota máxima no ENEM, Exame Nacional do Ensino Médio (Brasil). Num país onde o índice de ignorantes (Latu Sensu) e anti-éticos (estes o grande câncer da sociedade...) é altíssimo, este texto prova que nem tudo está perdido...
Sds,
André Ricardo Luz
Linux user 369770
Editor da revista Arquivistica.net
http://www.arquivistica.net/
visite: http://a-informacao.blogspot.com/
Quando o sol da cultura está baixo, até os mais ínfimos seres emitem luz
Marcel Proust, grande escritor e exemplo máximo de uma vida dedicada unicamente à leitura e à literatura, disse em seus escritos “cada leitor, quando lê, é um leitor de si mesmo”. O que Proust evidencia nessa frase deixa em aberto uma série de interpretações que podem ser realizadas a partir do hábito entusiástico e não visto como uma obrigação, pela leitura.
Estar em contato com o universo das palavras e nele encontrar uma atividade prazerosa, ao mesmo tempo que nos leva a absorver todo o conhecimento exterior, também nos conduz a uma busca de tudo que representa algo de nós mesmos nesse conhecimento que chega até nós. Em cada nova leitura, ocorre algo semelhante a uma lapidação de nossos desejos e predileções.
Os livros constituem um tipo de transporte de conhecimento diferente da televisão por exemplo, onde as informações são transmitidas a todo o momento, e para tal, só precisa de nossa permissão para a passagem de suas imagens através de nosso córtex. O nível de saber que podemos extrair de um livro possui o mesmo limite de nossa vontade de fazê-lo. E, ao contrário das informações “prontas” da televisão, temos a total liberdade de interpretação, o que confere o aperfeiçoamento de nosso senso crítico e o melhoramento de como nos posicionamos diante do mundo.
O hábito da leitura não possui caráter elitista e nem está associado ao poder aquisitivo. Em qualquer cidade, por menor que seja, há uma biblioteca, basta que tenhamos interesse em desvendar todo o mistério contido nela. Ao ler, nos tornamos mais cultos, mais seguros de nossas convicções, nos expressamos e escrevemos melhor. Medidas públicas devem ser realizadas para garantir essa acessibilidade e assim, seus respectivos países possam brilhar, iluminados pelo sol da cultura.
Fonte: http://www.enem.inep.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=65&Itemid=100
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