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quinta-feira, 30 de maio de 2013

British Library recebe canções dos Beatles


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Fonte: Portal Terra. Data: 23/05/2013.
URL: http://musica.terra.com.br/biografo-dos-beatles-doa-cancoes-de-lennon-a-biblioteca-britanica,298f8baa07cce310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html
O aclamado biógrafo dos Beatles Hunter Davies doou cartas e canções manuscritas por John Lennon para Biblioteca Britânica, que irá expor os escritos na galeria dos Tesouros, junto com as obras de Beethoven e Shakespeare.
Entre os documentos cedidos à nação figuram as letras de canções tão míticas do quarteto de Liverpool como "Strawberry Fields Forever", "She said she said" e "In My Life".
Davies, que conheceu os Beatles no anos 60, doou seu arquivo da popular banda através de um programa governamental que oferece vantagens fiscais para quem presenteie o Estado com patrimônio artístico.
"Enquanto trabalhava em um novo livro sobre os Beatles, decidi que a Biblioteca Britânica deveria ter a melhor coleção pública de seus manuscritos, e estou feliz que graças a este programa isso pôde se tornar realidade", declarou o escritor.
O diretor da Biblioteca Britânica, Roly Keating, se mostrou muito contente com o legado e afirmou que "a vitrine dedicada aos Beatles é uma das mais populares na galeria dos Tesouros".
"Os visitantes de todo o mundo se emocionam ao ver estas letras tão lendárias em suas minutas originais", acrescentou.
A coleção dos Beatles é exposta na mesma seção que o texto da Carta Magna britânica e de obras de Beethoven e William Shakespeare.
Davies, de 77 anos e autor em 1968 da única biografia autorizada do grupo, já tinha emprestado os documentos à Biblioteca, que agora os terá de forma permanente.

"Quero que minha coleção dos Beatles permaneça junta, em um lugar e exposta ao público, e a Biblioteca Britânica é o lugar perfeito", disse o escritor. 

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Ministério Público diz que copiar músicas e filmes na Net é legal


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Descarregar músicas e filmes na Internet através de redes de partilha de ficheiros é lícito, desde que não se destine a fins comerciais, considerou o Ministério Público.
 

Ministério Público diz que copiar músicas e filmes na Net é legal

 
De acordo com a "Exame Informática", o Ministério Público decidiu arquivar uma queixa apresentada em 2011 pela Associação do Comércio Audiovisual de Obras Culturais (ACAPOR) contra duas mil pessoas. Todas elas eram acusadas de descarregar cópias de produtos culturais em redes de partilha de ficheiros (P2P) no nosso país.

No despacho de arquivamento, a que a "Exame Informática" teve acesso, os responsáveis do Departamento de Investigação e Ação Penal do Ministério Público consideram que, "do ponto de vista legal", é lícita a realização pelos participantes na rede P2P para uso privado, ainda que se possa entender que efetuada a cópia, o utilizador não cessa a sua participação na partilha".

«Acresce que, do ponto de vista legal, ainda que colocando-se neste tipo de redes a questão do utilizador agir simultaneamente no ambiente digital em sede de upload e download dos ficheiros a partilhar, entendemos como lícita a realização pelos participantes na rede P2P para uso privado - artº 75º nº 2ª) e 81º b) do CDADC, - ainda que se possa entender que efetuada a cópia o utilizador não cessa a sua participação na partilha», refere o despacho.
A ACAPOR requereu a nulidade do inquérito que deu origem ao despacho.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Universidade do Minho cria "Wikipedia" para música


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O sistema gera automaticamente partituras e ficheiros áudio (D.R.)
A Universidade do Minho apresenta nesta sexta-feira uma ferramenta de trabalho colaborativo na Internet, chamada WikiScore, que permitirá a voluntários com conhecimentos musicais transcrever partituras, tornando-as acessíveis tanto sob a forma de notação musical, como em ficheiros áudio.

O objectivo é criar um repositório de música que, por ora, está dispersa em originais de difícil acesso e de leitura complicada.

A ideia surgiu na disciplina de Informática para a Musicologia, na qual foram lançados os projectos-piloto que já podem ser consultados, embora estejam ainda incompletos.

Entre estes, estão uma ópera e uma cantata do século XVIII, cujas partituras foram digitalizadas pela Biblioteca Nacional, que disponibiliza imagens que são réplicas do original – podem ser lidas por humanos treinados, mas dificilmente por computadores.

Para serem inseridas na WikiScore, estas partituras foram transcritas recorrendo a uma notação que usa letras do alfabeto para as notas musicais.

Depois de inseridas, o sistema pode gerar automaticamente partituras e ficheiros áudio, tanto da obra completa, como apenas das partes ou dos instrumentos escolhidos pelo utilizador. Por exemplo, um praticante de um determinado instrumento pode optar por gerar um ficheiro áudio de uma ópera em que são tocados todos os instrumentos menos o seu e usar assim esse ficheiro quando pratica.

“Não podemos esperar que seja a tutela ou uma fundação como a Gulbenkian a digitalizar as obras”, considera um dos responsáveis pelo projecto, José Nuno Oliveira, professor na área da informática.

O conceito é inspirado na Wikipedia, mas o acesso é um pouco mais restrito. Contrariamente ao que acontece na enciclopédia online, é preciso pedir aos responsáveis pelo site uma conta de utilizador para começar a introduzir e editar conteúdos. Tirando o processo de inscrição, a WikiScore será “completamente aberta”, afirma José Nuno Oliveira.

Fonte: Público

quarta-feira, 23 de maio de 2012

UnB cataloga e digitaliza acervo de 6 mil discos de vinil


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Fonte: Portal G1. Data: 20/05/2012.
Autor: Felipe Néri.
URL: http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2012/05/unb-cataloga-e-digitaliza-acervo-de-6-mil-discos-de-vinil.html
Até o fim de 2013, informação de todos os álbuns estará na internet. Obras podem ser consultadas, mas não estão disponíveis para download.
A Biblioteca Central da Universidade de Brasília (UnB) começou a disponibilizar no último dia 10 a descrição do acervo de cerca de 6 mil vinis de obras lançadas a partir da década de 60. Desde setembro de 2011, mais de 1,6 mil álbuns foram catalogados, com informações sobre a obra, o artista e o nome de todas as faixas.
O material não pode ser tomado emprestado, mas é disponibilizado para ser escutado por qualquer usuário da biblioteca dentro de uma cabine. “Esse é o primeiro catálogo de vinis da cidade. 90% dos alunos da UnB nem sabe que essa coleção existe”, diz Fernando Silva, coordenador do projeto de catalogação dos discos.
O acervo da UnB é maior que o principal catálogo da Universidade de São Paulo, localizado na biblioteca da Escola de Comunicação e Artes – 5.071 discos, focados principalmente em música erudita –, mas menor que o da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro – 10.860 unidades.
Gêneros
Entre os vinis da UnB, divididos em 15 gêneros, há uma série de documentários alemães com trechos de marchas nazistas, hinos do período de Hitler e discursos do ditador. O acervo também conta com clássicos do rock, como uma versão distribuída na Argentina do álbum dos Abbey Road, dos Beatles, de 1969.
A maior parte dos discos é de música clássica. Na biblioteca, é possível escutar por exemplo uma gravação da Orquestra Sinfônica de Viena tocando “O lago dos cisnes”, de Tchaikoski. A próxima etapa da catalogação, que deverá concluída até o fim de 2013, segundo o coordenador do projeto, é concentrada principalmente em música orquestrada.
Música clássica
“Esta é a parte mais difícil, pois temos que diferenciar entre a música instrumental e a clássica”, disse Joanita Pereira, bibliotecária responsável pela supervisão dos estudantes de graduação que auxiliam no projeto. Segundo ela, um professor do Departamento de Música da UnB foi procurado para auxiliá-los nesta fase.
Cerca de 20 alunos da UnB, além de quatro profissionais da Biblioteca Central fixos no projeto e outros que contribuem eventualmente, se dividem nas tarefas de escutar os discos, buscar informações sobre cada álbum, e sistematizar as informações no software de pesquisa da biblioteca.
Para Joanita, uma das partes mais interessantes do trabalho é ver e tocar a capa dos discos, com imagens consagradas que hoje são raras de se ver no tamanho real dos encartes. “A geração atual perdeu a relação material de pegar o disco, olhar o encarte e ler a le tra da música”, afirmou Joanita.
A BCE não possui o registro da origem de cada disco. Segundo o coordenador do projeto de catalogação, os discos não aparecem nas listas de compras da universidade. "Acredito que eles tenham chegado aqui por meio de doações", disse Silva. "Todo este material estava subutilizado, com poucas consultas. Com este trabalho, queremos ajudar a preservar a história fonográfica", declarou.
Serviço
Os discos podem ser escutados de segunda a sexta-feira por qualquer usuário da biblioteca entre 7h e 19h no setor de Multimeios da biblioteca. Doações também podem ser feitas no mesmo local e horário. O acervo com informações digitalizadas pode ser acessado em connect.collectorz.com/users/gid/music/view ou em www.bce.unb.br.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Mecanismo de busca para partituras musicais


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O sítio Sheet Search disponibiliza para download legal cerca sete mil partituras de músicas. A maior parte do acervo, que compreende o período de 1700 a 2000, é composto por clássicos da música erudita, mas temas contemporâneos, folclóricos e regionais também podem ser encontrados.

Maiores informações no URL: http://www.sheetsearch.com/

terça-feira, 13 de setembro de 2011

UE aumenta para 70 anos os direitos de autor sobre as músicas


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Era uma antiga reivindicação dos músicos e produtores, aumentar de 50 para 70 anos a protecção dos direitos de autor sobre as músicas, como forma de garantir a reforma dos artistas com uma grande carreira. A medida foi aprovada esta segunda-feira pelo Conselho da União Europeia.

O novo articulado chama-se Lei de Cliff, como homenagem a Cliff Richards, que liderou a campanha para a mudança legislativa. Segundo o Conselho, que reúne os ministros de todos os Estados-membros, a alteração na lei pretende “aumentar o nível de protecção dos artistas, dando um maior reconhecimento à contribuição criativa e artística”. Apesar de ter sido aprovada por maioria, as delegações de Bélgica, República Checa, Holanda, Luxemburgo, Eslováquia, Roménia, Eslovénia e Suécia votaram contra a directiva e os representantes de Áustria e Estónia abstiveram-se, refere o comunicado da UE.

Apesar de aplaudida no meio musical, a mudança de lei está também a ser alvo de várias críticas, que garantem que muitos músicos não terão grandes benefícios com a medida, sendo o maior ganho para os grandes nomes da música e para as editoras. A mudança aplica-se apenas aos direitos de autor das músicas gravadas em estúdio, que normalmente são detidos pelas editoras. Ao contrário dos direitos de autor sobre as composições, que são detidos pelos compositores.

Com a lei dos 50 anos, os direitos de autor de músicas dos Beatles, Rolling Stones e The Who, por exemplo, expirariam já nos próximos anos. O que significa que qualquer pessoa poderia usar e vender as músicas de qualquer forma, sem que os músicos e as editoras pudessem fazer alguma coisa para os deter, nem ganhando nada com isso.

Numa petição assinada por mais de 40 mil pessoas, a indústria musical pedia o aumento da protecção para os 95 anos, como nos Estados Unidos, intenção que foi negada pela UE em 2006. Hoje, a indústria musical manifesta-se agradada com a mudança. Para Mick Jagger, a decisão da UE é uma grande vantagem para os artistas. “Obviamente o negócio da música já não é o que era, as pessoas já não ganham tanto como antigamente. Os direitos de autor podem prolongar as suas vidas e as vidas das suas famílias que herdam as músicas”, disse o líder dos Rolling Stones à BBC.

A estrela dos Abba, Bjorn Ulvaeus, sublinhou o facto de continuar a ter o controlo sobre como as suas composições são usadas no futuro. “Agora não tenho que ver as músicas dos Abba a serem usadas numa publicidade para televisão”, comentou à BBC.

No anúncio da alteração da lei, o Conselho Europeu destacou que “geralmente os artistas começam as suas carreiras quando são jovens” e, portanto, o período de 50 anos não protegia as suas obras durante toda a vida. “Muitos artistas enfrentam uma redução de rendimentos no final das suas vidas”, realça o comunicado.

Plácido Domingo, que assumiu em Julho a presidência da Federação Internacional de Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês), prometendo na altura promover as leis de protecção dos direitos autorais, mostrou-se satisfeito com a mudança. “Esta lei surge num momento especialmente importante, onde a música está amplamente disponível na Internet”, disse ao El País.

Aceda à notícia completa publicada no Público

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

O Toca-livros está de volta


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Fonte: PublishNews. Data: 08/10/2010,

O Toca-livros [URL: http://www.tocalivros.com.br/], projeto que apresenta a música do Brasil contada e tocada a partir dos livros volta a ser apresentado ao público carioca no Oi Futuro de Ipanema (Rua Visconde de Pirajá, 54 – 3º andar – Ipanema – Rio de Janeiro/RJ) e no Centro Cultural da Caixa (Av. Almirante Barroso, 25 – Centro – Rio de Janeiro/RJ) após passar por Salvador.

De 12 de outubro a 15 de dezembro, sempre às terças e quartas-feiras, às 19h30, o projeto apresenta a vida e a obra de doze artistas, a partir do relato ao vivo de autores e da participação do público, com entrada franca. Em outubro, a programação se concentra no Oi Futuro Ipanema e será aberta no dia 12 por Nelson Motta, que vai falar sobre Tim Maia. As senhas são distribuídas uma hora antes.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Música invade as redes


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Fonte: Correio Braziliense. Data: 28/09/2010.

Com a tendência de serviços web e de sites virarem verbos quando se tornam hits (já googleou ou tuitou hoje?), tudo que a Apple mais quer é que você pingue um pouquinho.

A gigante da maçã entrou na briga contra Twitter e Facebook, anunciando um novo serviço focado em música na sua rede social: o Ping. Integrado ao iTunes (o programa/loja de conteúdo multimídia da maçã), a ferramenta já está disponível para 160 milhões de pessoas em 23 países. No Brasil, a assessoria da empresa diz não haver nem previsão para que a loja virtual (e em consequência o Ping) comece a funcionar. O iTunes 10 já pode ser baixado, mas o botão que conduz à rede social simplesmente não aparece na versão instalada por aqui.

Quando se fala em rede social focada em música, não há como não citar o MySpace, serviço criado em 2003. Antes mesmo do Facebook, ou o Orkut, quando surgiu, reinou soberano e viu, com o tempo, o pessoal se interessando mais por socialização e menos por música.

O lançamento do Ping é golpe rasteiro: já totalmente integrado ao player de música, com perfis para artistas e um esquema de seguidores parecido com o do Twitter. Há quem não duvide de que esta pode ser a pá de cal do MySpace. Mas, para Lorena Tárcia, coordenadora do laboratório de convergência de mídias do Centro Universitário de Belo Horizonte (Uni-BH), é difícil dizer. Ela acredita não ser possível transformar os usuários do iTunes em usuários da nova rede social. “A Apple disponibiliza a ferramenta e, de forma inteligente, promove a adesão instantânea dos 160 milhões de usuários do iTunes. Mas isso não significa que todos serão ativos nessa nova rede. É preciso aguardar e analisar a reação das pessoas à novidade, principalmente porque a Apple é pródiga em impor restrições de uso em suas ferramentas”, explica.

Socialização na escuta

Seria claramente uma estratégia para que o usuário comprasse a música inteira, no próprio ambiente da loja do iTunes. Esse é outro aspecto que fez os críticos torcerem o nariz: a Apple segue na contramão dos serviços em plataformas abertas na internet. O Ping funciona apenas no iTunes (e não simplesmente em um navegador, como qualquer outra rede social), no iPod ou no iPhone. É como se a Apple ignorasse por completo quem usa telefones Blackberry ou Android.

O modelo fechadão da empresa já é um clássico em seus lançamentos cheios de particularidades mercadológicas (iPad não tem USB, só para lembrar). Por isso, especialistas preferem a cautela à certeza de que o lançamento da Apple será um sucesso. “As redes sociais se movem numa velocidade tão grande e com estratégias competitivas tão agressivas, que será preciso aguardar a reação das empresas e, principalmente, dos usuários. Os primeiros movimentos apontam para um certo desconforto do Facebook em relação à Apple e ao Ping. Por outro lado, vínhamos acompanhando uma aproximação maior entre Facebook e MySpace na última semana, antes do Ping. E há quem aponte um redirecionamento do MySpace com enfoque dedicado mais ao conteúdo do que à socialização”, explica Tárcia.

No lançamento da novidade, Steve Jobs deixou claro quem são os inimigos que a Apple deve atacar com o Ping. “É como uma mistura de Twitter e Facebook”, disse Jobs. A inclinação da gigante da maçã em direção às redes sociais é indício de fenômeno curioso. “É uma movimentação de gigantes nem estamos ainda falando de Google, ameaça com uma todos. A questão está na importância da sociabilidade na rede. Não dá para ficar de fora”, aponta Tárcia. Ela lembra, contudo, que tamanho não é documento na web. “A lógica da internet é fascinante neste sentido. Novas empresas sem grandes investimentos iniciais surgem e agregam as pessoas com velocidade, como o Twitter. Ao mesmo tempo em que projetos com grande aporte de investimento e marketing como o Google Wave definham frente ao desprezo dos usuários. A palavra-chave é engajamento e, nesse aspecto, a Apple já saí em vantagem. Mas, na rede, não basta ser grande, é preciso um charme especial que, felizmente ou infelizmente, não está acompanhado de manual”, defende.

Como não há fórmula pronta, resta às gigantes correr atrás. Por isso, a rede da Apple tem tantas semelhanças com os dois mais bem-sucedidos exemplos no cenário atual: é possível seguir o seu artista favorito, como no Twitter. E também dá para colecionar amigos de forma mais direta que no microblog, à maneira do Facebook. Além de permitir a interação com os artistas, o Ping facilita para que você fique por dentro das atualizações desses amigos, veja fotos e vídeos, leia comentários, etc. Uma outra ferramenta é centrada em agenda de shows — e aqui mistura conceitos do MySpace e do Facebook, já que é permitido confirmar presença nas apresentações e contar a seus amigos a respeito.

Pequenas e importantes

Há várias maneiras de se socializar o que se escuta na internet. Pulverizado por meio de redes menores, o hábito de compartilhar gostos musicais se espalha por vários sites sem grandes pretensões. “Este público sustenta pequenas redes focadas na qualidade e não no volume de adesões”, diz Tárcia. São serviços gratuitos, como Last.FM, o Blip.FM ou o Rate your music, que permitem que se defina um perfil musical e troque informações com amigos de gostos parecidos.

Sites como o Myspace e o Oi Novo Som acabam caindo nas graças de músicos em busca de visibilidade. Qualquer um deles é bacana para quem quer descobrir novos sons. “Em termos de tendências, pelas próprias características da internet, penso que cada vez mais teremos mídias sociais com foco específico para que o usuário possa optar por aquela que mais lhe interesse. Assim, como uma conexão entre elas, para que não seja necessário acessar sites distintos para interligar essas diversas redes de relacionamento”, acredita Tárcia.

O Blip.FM, por exemplo, permite integração com outras redes, como o Twitter e o Facebook, o que é apontado como um dos principais pontos positivos da plataforma. Como o som chega a você Scrobble Processo usado em redes sociais para atrelar as informações do seu player (que pode ser Winamp, Windows Media Player ou iTunes) à rede. Assim, o site sabe, automaticamente, o que você está ouvindo naquele momento e traça seu perfil musical.

Streaming

Em serviços baseados em streaming, música ou vídeo são transmitidos diretamente da internet e não ficam arquivados no computador. Enquanto se ouve ou assiste ao arquivo, ele vai sendo carregado, em fluxo. É como funciona o YouTube. Download Quando a música é baixada para o computador, por meio de sites de compartilhamento ou lojas virtuais de CDs, o arquivo fica armazenado e o dono pode, por exemplo, transferi-lo para um tocador portátil, como um MP3 Player. iTunes X iTunes Store É o nome do programa para ouvir músicas e ver vídeos da Apple. Mas também é o nome da loja de conteúdo da empresa. O programa já é usado no Brasil, tanto por usuários de Mac quanto por quem usa PC, mas a loja ainda não funciona por aqui.

Preciosidades do acervo da Funarte agora disponíveis na internet


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Autora: Juliana Nepomuceno. Data: 27/09/2010.

Fonte: Ministério da Cultura

Se o diálogo de Nelson Rodrigues se desencontrou em algum momento nos palcos, hoje, com grande parte do acervo fotográfico das peças do autor já digitalizada pelo Estúdio Foto Carlos, qualquer pessoa pode ver e rever grandes momentos, por meio da rede mundial de computadores.

E este acervo já digitalizado vai longe: ele ainda inclui Augusto Boal, Walter Pinto, o Projeto Pixinguinha, entre outras fotos da Coleção Foto Carlos. O universo digital, idealizado no ano de 2000 pela Fundação Nacional de Artes (Funarte), instituição vinculada ao Ministério da Cultura, possibilitou que em 2009 fosse lançado um projeto inovador, o Portal das Artes, viabilizado pelo projeto Brasil Memória das Artes, patrocinado pela Petrobras, Itaú Cultural e CSN.

O acervo do Centro de Documentação da Funarte preserva, por meio de fotos, vídeos e textos, momentos marcantes e históricos da trajetória das mais diversas expressões artísticas brasileiras, como teatro, dança, música, artes visuais, fotografia. Grande parte já está digitalizada e disponível na internet. “Inicialmente, o projeto enfrentou algumas dificuldades, já que as mídias digitais estão em constante atualização. Hoje, além do Portal, estamos no YouTube e no Twitter, e nossa intenção é trabalhar cada vez mais com outras mídias”, esclarece a coordenadora do Portal, a jornalista Ana Claudia Souza. Segundo ela, o projeto representa a manutenção da memória cultural brasileira, que, ao articular-se com o presente, busca melhorar a comunicação da Funarte com o seu público, possibilitando o acesso de todos à arte.

O esforço em aproximar o acervo do público inclui destacar algumas peças importantes e propor uma abordagem específica. Ao comemorar 30 anos de morte do celebrado dramaturgo brasileiro Nelson Rodrigues, a equipe do projeto trouxe textos, como uma pequena biografia do autor, fotos, além de vídeos produzidos pela própria Funarte. Entre as fotos, cenas de “Vestido de Noiva” (1965), um marco do moderno teatro brasileiro, uma carta-homenagem de Nelson Rodrigues para a atriz Thelma Reston, que estreou na peça “A Falecida”, em 1980, além de uma rara participação do dramaturgo, jornalista e ator na tragédia carioca por ele escrita, “Perdoa-me por traíres” (1957), ao lado Léa Garcia.

A coordenadora do Portal explica que “o projeto tenta olhar o acervo, criar conteúdos e reconhecer seu valor histórico”. A arte de Pixinguinha também está lá, com músicas que marcaram a história do flautista, saxofonista, compositor e mestre do choro. Composições preciosas da Música Popular Brasileira (MPB) apresentadas no Projeto Pixinguinha em shows de cantores como Djavan, Ivan Lins, Nara Leão, Marina Lima e muitos outros, também tiveram seus áudios registrados e estão no portal. No acervo do Projeto Pixinguinha, documentos e fotos importantes veiculadas em diversos jornais do país, que marcaram a luta democrática e o intercâmbio das diversas manifestações culturais nas várias regiões brasileiras.

“O que fazemos é uma abordagem editorial do acervo, na medida em que selecionamos momentos marcantes da vida dos artistas e recriamos o conteúdo por meio de uma abordagem contextualizada com o presente”, enfatiza Ana Claudia. O acervo Foto Carlos é um dos mais importantes documentos do portal, já que representa a memória teatral do país dos anos 40 aos 70. Entre as peças registradas pelo fotógrafo Carlos Moskovics há, por exemplo, imagens do acervo pessoal de Maria Pompeu. A atriz, que completou 55 anos de carreira em 2010, também preserva uma memória riquíssima do teatro brasileiro. “Ela nos revelou que pretende doar todo seu acervo pessoal para a Funarte. Acredito que esta também é uma forma de preservar a memória cultural do país”, diz a coordenadora do portal.

No acervo digital há também a Série Depoimentos, com registros sonoros de Walter Pinto, que fala de sua trajetória como produtor e autor do teatro brasileiro. De contador profissional tornou-se administrador da Companhia Walter Pinto e revelou artistas como Dercy Gonçalves e Carmem Miranda.

No mesmo acervo existem, ainda, entrevistas com Tônia Carrero e Paulo Autran, que revelam suas histórias no teatro e na televisão e contam cenas importantes que marcaram a vida dos artistas. No acervo há revelações de Tônia sobre sua inimizade e disputa com Cacilda Becker, colega de profissão e ícone do teatro brasileiro.

Digitalização

O trabalho de digitalização iniciou-se sob a coordenação do Centro de Programas Integrados (CEPIN) da Funarte a partir de 2000. A coleção Foto Carlos foi uma das primeiras a ser digitalizada. O projeto ocorreu em duas fases. Na primeira, foram digitalizadas cerca de 20 mil fotos feitas por Carlos Moskovics. Em 2010, foi concluída a digitalização do acervo, que totaliza a impressionante marca de 40 mil registros do fotógrafo.

Já a digitalização do acervo sonoro começou por meio do Projeto Brasil Memória das Artes, com recursos da Petrobrás, em 2004. Várias temporadas do Projeto Pixinguinha, que marcou a música popular brasileira nos anos 70 e 80, serviram para a construção do acervo digital da Funarte. “Infelizmente, nem todo o acervo pode ser digitalizado, por questões administrativas e de gestão, ou devido às limitações da falta de autorização”, explica Ana Claudia. No entanto, a coordenadora revela que no início do projeto o acervo possuía apenas 36 áudios digitalizados e hoje já são 900, o que representa o entendimento dos intérpretes sobre a importância desse registro histórico. Segundo ela, em breve deverão entrar no ar mais documentos e registros do Acervo Walter Pinto.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Rdio: nova ede social de música


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Fonte: IDG Now. Data: 4/06/2010.
Com o nome de Rdio [URL: http://www.rdio.com/#], sistema permite que usuários ouçam canções que ficam armazenadas na "nuvem".

Depois de criarem o site de compartilhamento de arquivos Kazaa e o programa de telefonia VoIP Skype, a dupla Niklas Zennström e Janus Friis agora vai investir no mundo das redes sociais. A nova empreitada leva o nome de Rdio e permitirá que seus usuários ouçam músicas que ficam armazenadas na "nuvem", ou cloud computing, para os que preferem um nome mais técnico.

A empresa ficará sediada em São Francisco e terá um acervo com cinco milhões de canções - aproximadamente a metade do que o iTunes oferece. Entre os diferenciais oferecidos pelo serviço, está o fato do usuário poder escutar as músicas de qualquer dispositivo, ao contrário do que acontece com seu rival da Apple, onde você só tem acesso aos arquivos em um número limitado de gadgets. Além disso, as faixas podem ser acessadas de um navegador na web.

O Rdio cobrará cinco dólares por mês, sendo que o usuário poderá ouvir todas as músicas do acervo, quantas vezes quiser. Há também um plano de dez dólares que permite que ele acesse as canções também do seu celular, incluindo aí iPhones, Blackberry e modelos que tenham o Android como sistema operacional. Para cada um destes, o serviço liberará um app específico.

O lado social do Rdio é que ele permite que você ouça também a música obtidas pelos seus amigos, além das que você adquiriu, o que ajuda na descoberta de novas faixas. Também será possível compartilhar as canções pelo Facebook, Twitter e e-mail. O serviço tem parcerias com gravadoras como a Sony Music, a EMI, Warner Music, Universal, além de agregadores de música digital.

O Rdio estava em fase de testes, permitindo que os usuários da versão beta convidassem outros amigos. Agora, ele está disponível em um preview pago, obtido por meio de convites.

sábado, 7 de novembro de 2009

Músicas dos Beatles no pen drive


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Fonte: Info Online. Data: 4/11/2009.
A Apple Corp., empresa que gerencia os direitos sobre a obra dos Beatles, fechou um acordo com a gravadora EMI para vender uma edição limitada de canções da banda num pen drive.
O dispositivo com 16 GB de memória flash vai conter músicas de 14 títulos do grupo de Liverpool, 13 vídeos com pequenos documentários sobre a banda e fotos raras em alta resolução. O pen drive dos Beatles terá edição limitada a 30 mil cópias e será vendido pela internet.
A venda oficial de música dos Beatles em formato MP3 pode ser considerado um avanço, já que os administradores dos direitos da banda sempre se recusaram a comercializar as canções do grupo inglês de forma digital, em lojas online como o iTunes, por exemplo.
As vendas devem começar no dia 7 de dezembro e a expectativa da Apple Corp. é tornar o pen drive dos Beatles uma espécie de objeto para colecionadores.
O pen drive, em formato de maçã, é compatível com PCs e Macs.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Faleceu Michael Jackson


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O músico norte-americano Michael Jackson morreu hoje, adiantou a Associated Press. O músico foi encontrado em casa sem respirar por paramédicos e foi levado para um hospital em Los Angeles.

Sabe-se que Jackson, 50 anos, estava em sua casa quando chamou os paramédicos, cerca do meio-dia (hora local). Segundo o capitão Steve Ruda, o cantor já não respirava quando a ajuda chegou. Jackson recebeu então uma reanimação cardiopulmonar e foi levado numa ambulância para o centro médico da Universidade de Los Angeles, Califórnia (UCLA). Segundo o jornal norte-americano, o músico chegou ao hospital já num coma profundo e terá morrido depois. [...]

Jackson sofreu várias metamorfoses ao longo das décadas. Do mais novo dos Jackson five - o adorável miúdo de 11 anos -, ao adolescente borbulhento, até ao autor dos passos de dança como o “moonwalk”. Isto para além de ter marcado a diferença também no vídeo, com "Thriller" a ser o mais longo, e “Bad” a contar com a realização de Martin Scorcese.

Fonte: Público.pt

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

The labyrinth ( O Labirinto )


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Na sequência do meu último post sobre o mundo virtual, apresento-vos um momento musical interessante, que nos leva a conhecer novos horizontes digitais, de introspecção cognitiva e sensorial...

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Dia Mundial da Música


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Dada a importância da efeméride, achei por bem apresentar-vos um vídeo como um pequeno tributo a um grande tenor dos nossos tempos, trata-se de Luciano Pavarotti. O vídeo respeita ao tema "Ave Maria", interpretado por Pavarotti e Bono dos U2.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Prolongamento da duração da protecção dos direitos de autor para os músicos


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Nova proposta da Comissão procura garantir que os intérpretes continuem a beneficiar das suas primeiras gravações, muito depois de terem sido lançadas no mercado.

Alguns dos cantores mais populares da Europa entretêm‑nos há várias décadas. Cliff Richard, Charles Aznavour, Nana Mouskouri e Julio Iglesias, por exemplo, têm uma carreira que dura há perto de meio século. Porém, a legislação actual em matéria de direitos de autor só assegura a remuneração dos artistas durante 50 anos, de modo que um cantor deixa de receber direitos de utilização (royalties) pelas suas mais antigas gravações precisamente numa altura em que poderia necessitar mais desta fonte de rendimento.

A nova proposta da Comissão asseguraria aos artistas um rendimento suplementar que oscilaria entre 150 e 2000 euros por ano. É certo que são montantes pouco importantes para artistas já consagrados como os atrás referidos, mas farão uma enorme diferença para os músicos que trabalham à tarefa, nomeadamente aqueles que vivem de encomendas e remunerações pontuais.

Segundo a proposta da Comissão, a duração da protecção das gravações e dos seus suportes deveria passar de 50 para 95 anos. Além dos intérpretes, também as editoras beneficiariam da nova legislação. Ambos teriam direito a uma remuneração cada vez que uma gravação fosse transmitida na rádio ou em lugares públicos, como bares ou centros comerciais.

Uma duração de protecção de 95 anos resolveria os problemas financeiros de alguns artistas mais idosos e harmonizaria os direitos de autor dos músicos e dos escritores. Uma maior segurança financeira incentivaria os músicos a ficar na Europa, em vez de se mudarem para países onde existe uma legislação mais estrita em matéria de direitos de autor.

Seriam também protegidas por um período mais longo as composições de vários autores, ou seja, a prática mais corrente no domínio da música. Neste caso, os direitos de autor só expirariam 70 anos após o falecimento do último autor sobrevivo.

A proposta é acompanhada por uma consulta sobre os direitos de autor na economia do conhecimento , que tem por fim encontrar a melhor forma de assegurar a difusão dos conhecimentos em benefício da economia, num mundo cada vez mais digitalizado. Trata‑se de saber se a actual legislação sobre os direitos de autor protege suficientemente os “produtos do conhecimento”, como por exemplo os resultados da investigação científica, e se os autores e as editoras são incentivados a partilhar este conhecimento.

Fonte: UE

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

O disco compacto completa 25 anos


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O CD completa 25 anos.
Fonte: La Nación, Buenos Aires
Data: 17 de agosto de 2007.
URL: http://www.lanacion.com.ar/tecnologia/nota.asp?nota_id=935418
Em 17 de agosto de 1982, um fábrica da empresa Phillips produziu o primeiro disco compacto (CD) e começou uma revolução global na indústria da música. Desde então já foram vendidos mais de 2 bilhões de CDs em todo o mundo e o seu formato seque dominando o crescimento das mídias digitais.
O CD é um produto de uma pesquisa feita em conjunto da Phillips com a Sony, as quais começaram a trabalhar no formato desde 1979 e queriam fazer um disco que pudesse conter uma hora de áudio, porém essa capacidade se ampliou para 74 para acomodar a Nona Sinfonia de Beethoven.
Os primeiros discos começaram a ser vendidos em novembro de 1982 e em sua maioria tinham gravações de música clássica. Os primeiros reprodutores de CD custavam o equivalente a dois mil dólares.
Porém, nos últimos anos as vendas de CDs estao se reduzindo em todo o mundo ao passo que a cópia de dados digitais se ampliou bastante. Segundo a Federação Internacioal da Indústria Fonográfica os downloads de música digital constituíram 25% das vendas da industria fonográfica em todo o mundo. No Reino Unido, por exemplo, as vendas de CDs tiveram uma redução de 10% na primeira metade do ano e as compras de música via internet aumentaram em 50%.

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