What is remarkable is not the price; though a record for a religious book, it is still considered a bargain (the Rothschild "Book of Hours", an illuminated work dating from 1505, fetched £8.6m at auction in 1999). Nor is it a shock that the funds have all come from philanthropic sources, given Britain's newly whetted appetite for private giving (see chart below). The real story is the object itself.
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sexta-feira, 22 de julho de 2011
Holy writ
0 Comentários sexta-feira, julho 22, 2011
Publicado por Nuno de Matos
Assunto: história do livro, Livros
Porque há histórias que merecem ser lidas fica aqui a história de um pequeno livro que foi escrito vai para 1300 anos...
sexta-feira, 8 de abril de 2011
A evolução do livro
0 Comentários sexta-feira, abril 08, 2011
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: história do livro, livro eletrônico
Interessante vídeo elaborado pela editora francesa Hachette para mostrar que ao mesmo tempo em que o formato do livro está mudando, as coisas que dele retiramos permanecem constantes. A evolução deste meio é mostrada, desde a antiguidade até aos livros eletrônicos (e-books).
URL: http://youtu.be/PF9Q3LcOAQ8
URL: http://youtu.be/PF9Q3LcOAQ8
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
A história da destruição dos livros
0 Comentários sexta-feira, novembro 30, 2007
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: história do livro, livro
Bárbara Dal Fabbro
Fonte: http://www.cotidiano.ufsc.br
Neste momento, enquanto você lê essas linhas, pelo menos, um livro está desaparecendo para sempre. A morte de uma obra literária é uma regressão, um retrocesso, já que com ela se vão ideais, pensamentos, sentimentos, conhecimento e até sonhos.
O que faz uma pessoa destruir um livro? Queimá-lo, rasgá-lo ou mesmo rasurar suas páginas? Essas perguntas, com certeza, permearam os pensamentos do escritor venezuelano Fernando Báez. O interesse pelos volumes destruídos ou perdidos remonta de sua infância, desde os cinco anos de idade os livros eram seus únicos amigos. Báez freqüentava a biblioteca pública de sua cidade, São Félix, que infelizmente foi destruída numa inundação do Rio Caroni. O garoto perdeu seu porto seguro, seus amigos.
Para escrever a História universal da destruição dos livros, o autor realizou uma extensa pesquisa bibliográfica. Foram doze anos estudando os casos mais célebres de destruição de bibliotecas por causas naturais ou humanas. Desde a maior biblioteca do mundo, a impressionante Alexandria, passando pela censura dos inquisidores católicos, para a grande queima de 1933, na Alemanha pelos nazistas, até a recente tragédia que atingiu o Iraque, o primeiro memoricídio do século XXI.
Baéz nos convida a viajar com ele através dos séculos e eras ao encontro das catástrofes naturais e humanas que dizimaram não só milhões de pessoas, mas também milhões ou, talvez, bilhões de livros. São mais de sete mil anos de histórias e números que assombram por sua magnitude e concretude.
A queima de exemplares é o modo mais comum da destruição de milhares de bibliotecas em todo o mundo ao longo dos tempos. Para os guerreiros antigos, queimar a biblioteca do inimigo era a consagração de sua vitória. Para as mitologias antigas, períodos de destruição e criação eram as únicas alternativas do universo: destruir o passado para assim renovar o presente. Parece que a antigüidade está mais presente hoje do que antes.
A destruição voluntária causou o desaparecimento de 60% dos volumes. Fora aqueles que foram destruídos por não serem publicados. O número de livros perdidos e destruídos é incalculável, já que existem registros apenas das grandes destruições relacionadas a bibliotecas que possuíam catálogo de tomos. Quanto à perda relacionada a coleções particulares ou que não possuíam catalogação não é possível mensurar, mas o número tende a ser desalentador.
A leitura, ou anagnoosis, era restrita aos sacerdotes e representantes de Deus. É apenas nas cidades gregas que ler e escrever passa a ser comum. O século V A.C. é um marco para a difusão do conhecimento, já que é através da Revolução Cultural que a escrita se impõe sobre a fala, sobre a informação pautada na oralidade.
A destruição começa na Suméria, onde os livros surgem há aproximadamente 5.300 anos. Não só as escritas evoluíram com os séculos, mas também os suportes em que os livros eram impressos. No começo, eram as tablitas de argila, depois os egípcios inventaram o papiro, em seguida, o pergaminho era o material mais utilizado e, finalmente, a invenção chinesa do papel, em que são impressos até hoje.
História Universas traz dados que nos fazem querer entender o porquê de os homens serem tão destrutivos e o quanto da cultura e conhecimento de todos os povos foi extinta para sempre. É aflitivo pensarmos que, apesar de todos os exemplares gregos a que temos acesso, 75% de toda a literatura, filosofia e ciência se perdeu.
O conhecimento sempre causou encantamento e temor nos homens, principalmente nos governantes. Foi nos livros, seu meio de difusão, que toda a admiração e ira foram concentrados, originando ações pró, como a bibliofilia de Aristóteles e dos bizantinos, e contra, na biblioclastia do imperador chinês Shi Huandi (O Destruidor) e do primeiro líder hebreu, Moisés.
O interesse em relatar essa relação dúbia que os homens possuem com os livros - tal como fizeram Richard de Bury e Terêncio Varrão - e o desejo de vingar a biblioteca de sua cidade natal fizeram com que Fernando Báez publicasse esse exemplar que foi traduzido para 12 idiomas e é hoje considerado uma referência no tema. Leitura obrigatória para os amantes de livros.
Fonte: http://www.cotidiano.ufsc.br
Neste momento, enquanto você lê essas linhas, pelo menos, um livro está desaparecendo para sempre. A morte de uma obra literária é uma regressão, um retrocesso, já que com ela se vão ideais, pensamentos, sentimentos, conhecimento e até sonhos.
O que faz uma pessoa destruir um livro? Queimá-lo, rasgá-lo ou mesmo rasurar suas páginas? Essas perguntas, com certeza, permearam os pensamentos do escritor venezuelano Fernando Báez. O interesse pelos volumes destruídos ou perdidos remonta de sua infância, desde os cinco anos de idade os livros eram seus únicos amigos. Báez freqüentava a biblioteca pública de sua cidade, São Félix, que infelizmente foi destruída numa inundação do Rio Caroni. O garoto perdeu seu porto seguro, seus amigos.
Para escrever a História universal da destruição dos livros, o autor realizou uma extensa pesquisa bibliográfica. Foram doze anos estudando os casos mais célebres de destruição de bibliotecas por causas naturais ou humanas. Desde a maior biblioteca do mundo, a impressionante Alexandria, passando pela censura dos inquisidores católicos, para a grande queima de 1933, na Alemanha pelos nazistas, até a recente tragédia que atingiu o Iraque, o primeiro memoricídio do século XXI.
Baéz nos convida a viajar com ele através dos séculos e eras ao encontro das catástrofes naturais e humanas que dizimaram não só milhões de pessoas, mas também milhões ou, talvez, bilhões de livros. São mais de sete mil anos de histórias e números que assombram por sua magnitude e concretude.
A queima de exemplares é o modo mais comum da destruição de milhares de bibliotecas em todo o mundo ao longo dos tempos. Para os guerreiros antigos, queimar a biblioteca do inimigo era a consagração de sua vitória. Para as mitologias antigas, períodos de destruição e criação eram as únicas alternativas do universo: destruir o passado para assim renovar o presente. Parece que a antigüidade está mais presente hoje do que antes.
A destruição voluntária causou o desaparecimento de 60% dos volumes. Fora aqueles que foram destruídos por não serem publicados. O número de livros perdidos e destruídos é incalculável, já que existem registros apenas das grandes destruições relacionadas a bibliotecas que possuíam catálogo de tomos. Quanto à perda relacionada a coleções particulares ou que não possuíam catalogação não é possível mensurar, mas o número tende a ser desalentador.
A leitura, ou anagnoosis, era restrita aos sacerdotes e representantes de Deus. É apenas nas cidades gregas que ler e escrever passa a ser comum. O século V A.C. é um marco para a difusão do conhecimento, já que é através da Revolução Cultural que a escrita se impõe sobre a fala, sobre a informação pautada na oralidade.
A destruição começa na Suméria, onde os livros surgem há aproximadamente 5.300 anos. Não só as escritas evoluíram com os séculos, mas também os suportes em que os livros eram impressos. No começo, eram as tablitas de argila, depois os egípcios inventaram o papiro, em seguida, o pergaminho era o material mais utilizado e, finalmente, a invenção chinesa do papel, em que são impressos até hoje.
História Universas traz dados que nos fazem querer entender o porquê de os homens serem tão destrutivos e o quanto da cultura e conhecimento de todos os povos foi extinta para sempre. É aflitivo pensarmos que, apesar de todos os exemplares gregos a que temos acesso, 75% de toda a literatura, filosofia e ciência se perdeu.
O conhecimento sempre causou encantamento e temor nos homens, principalmente nos governantes. Foi nos livros, seu meio de difusão, que toda a admiração e ira foram concentrados, originando ações pró, como a bibliofilia de Aristóteles e dos bizantinos, e contra, na biblioclastia do imperador chinês Shi Huandi (O Destruidor) e do primeiro líder hebreu, Moisés.
O interesse em relatar essa relação dúbia que os homens possuem com os livros - tal como fizeram Richard de Bury e Terêncio Varrão - e o desejo de vingar a biblioteca de sua cidade natal fizeram com que Fernando Báez publicasse esse exemplar que foi traduzido para 12 idiomas e é hoje considerado uma referência no tema. Leitura obrigatória para os amantes de livros.
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