quarta-feira, 16 de agosto de 2006

controlar PC com o pensamento


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Um homem paralítico usou um novo sensor cerebral e conseguiu mover um cursor, abrir e-mails no seu computador e controlar um dispositivo robotizado com a força do pensamento.



O sistema foi criado por um grupo de cientistas que acreditam que o sensor BrainGate, que funciona por meio de electródos implantados no cérebro, pode oferecer novas esperanças a pessoas paralisadas por motivo de doença ou acidentes.



«Trata-se do primeiro passo de um teste clínico em curso, e os primeiros resultados são encorajadores devido ao potencial de ajudar as pessoas que sofrem de paralisia», disse em entrevista o médico Leigh Hochberg, do Massachusetts General Hospital.



O homem, de 25 anos, que sofre de paralisia nos quatro membros desde há três anos, completou tarefas como movimentar um cursor no ecrã e controlar um braço robotizado. Ele é o primeiro de quatro pacientes com ferimentos na medula espinal, distrofia muscular, derrames ou distúrbios motoneurológicos a testar o sistema de controlo cerebral de movimentos desenvolvido pela Cyberkinetics Neurotechnology Systems, de Massachusetts, Estados Unidos.(...)




Fonte Exame Informática

Wikipedia instalada de origem nos portáteis para o Terceiro Mundo


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Os computadores baratos que no âmbito do projecto One Laptop Per Child (OLPC) vão ser distribuídos às crianças dos países mais desfavorecidos vão integrar de origem os artigos mais importantes da enciclopédia colaborativa Wikipedia.
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O fundador da Wikipedia, Jimmy Wales, congratulou-se com este acordo alegando que “a missão do OLPC se enquadra perfeitamente nos objectivos da Wikipedia e que é levar o conhecimento enciclopédico a todo o mundo e não apenas às pessoas que possuem ligações à web de banda larga”.
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Alinex


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A Universidade de Évora lançou a distribuição Alinex, uma versão baseada e adaptada à língua portuguesa do sistema operativo Linex. Esta distribuição foi desenvolvida na universidade com o intuito de disponibilizar às pessoas uma distribuição de Linux com uma instalação acessível e com todo o software necessário para o desenvolvimento de aplicações e programas na Universidade.
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A universidade indica que a difusão do sistema operativo livre Alinex, orientado para utilizadores portugueses, procura contribuir para o desenvolvimento da sociedade da informação através de um crescente impacto das tecnologias da informação com desenvolvimento nacional na administração pública, PME's e sistema educativo. Com este objectivo, foi assinado no dia 21 de Julho um protocolo de cooperação entre a Universidade de Évora e a empresa City Desk, que disponibilizará com os seus equipamentos o sistema operativo Alinex instalado de origem e certificado pela Universidade.
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Aceda ao website da ALINEX
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Fonte: NESI

Associação Deco preocupada com frequência de mensagens fraudulentas


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O secretário-geral da associação Deco mostrou-se preocupado com a frequência do envio de mensagens electrónicas fraudulentas a solicitar dados pessoais, num comentário a um email em nome da Caixa Geral de Depósitos (CGD) recebido por vários utilizadores de Internet. "Em pouco espaço de tempo já tivemos um esquema fraudulento do género com o BES e o Millennium, e agora a CGD. Deve ser um negócio rentável, senão não acontecia com tanta frequência", disse Jorge Morgado, secretário-geral da Deco.
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Consultar notícia completa em: Público.PT

quarta-feira, 9 de agosto de 2006

Espaços Internet registam grande afluência


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Cinco meses após ter sido lançado, foram já registados mais de 34 mil acessos nos Espaços Internet do Aveiro Digital (EIAD), tendo a grande maioria dos utilizadores idades compreendidas entre os 10 e os 18 anos.
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O projecto EIAD permite o acesso gratuito à Internet a todos os munícipes residentes na região de Aveiro para além de funcionar também como apoio a acções de formação básica em tecnologias de informação a cidadãos mais velhos, reformados e desempregados.
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A ajuda no preenchimento da declaração de IRS e entrega electrónica é uma das áreas que os Espaços Internet do Aveiro Digital ensinam, ajudando assim os cidadãos a relacionarem-se com a Administração Central através da Internet.
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Refira-se por ultimo que o programa Aveiro Digital é um dos programas inseridos na iniciativa de Cidades e Regiões Digitais que visam a modernização dos serviços e formação das pessoas na área das novas tecnologias.
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Fonte: Vector 21

terça-feira, 8 de agosto de 2006

PRESS RELEASE - Magna Editora


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"Reconhecendo claramente a importância dos blogues enquanto meio de comunicação global, a Magna Editora vem, numa atitude pioneira, apresentar-se à blogosfera.
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A apresentação pública de uma editora recém-criada, parece pedir um motivo que justifique essa criação. Existe apenas um forte motivo para a criação da Magna Editora: o gosto pela literatura.
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A aposta em novos autores ocupa um espaço privilegiado na nossa actividade. No entanto, concentramo-nos também na edição de obras ímpares da literatura universal, assim como na edição de autores estrangeiros não traduzidos para a língua portuguesa. Assim, queremos destacar-nos no panorama literário nacional pela irreverência, ousadia e qualidade das nossas edições.
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Convidamo-lo a descobrir-nos no nosso site ou numa qualquer livraria. Queremos que cada um dos nossos livros seja um desafio para si. O nosso desafio, é merecer que os nossos livros façam parte da sua vida."
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Informação disponibilizada pelo editor da Magna Editora: Emanuel Vitorino

segunda-feira, 7 de agosto de 2006

CE realiza consulta pública sobre conteúdos online


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A Comissão Europeia encontra-se a realizar uma consulta pública que tem como objectivo incentivar o crescimento de um mercado único para conteúdos digitais online, como filmes, música e jogos.
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De acordo com a comissária responsável pela pasta da Sociedade da Informação, a disponibilização de conteúdos na Internet para além de ajudar a difundir a cultura europeia, representa uma boa oportunidade para toda a indústria de conteúdos poder expandir a sua actividade.
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Os estudos mais recentes apontam para um crescimento do mercado de conteúdos na ordem dos 200% até 2008, num segmento que representa já 8% do PIB comunitário.
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A consulta estará aberta até ao dia 13 de Outubro, sendo que no final do ano as conclusões serão utilizadas na comunicação da Comissão sobre Conteúdos Online.
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Fonte: Vector 21

terça-feira, 1 de agosto de 2006

II Encontros de Alcobaça/Sociedade da Informação


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Dos Testemunhos Orais à Memória Digital


20, 21 e 22 de Setembro de 2006

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Os Encontros de Alcobaça/Sociedade da Informação resultam do Protocolo assinado em Alcobaça, a 12 de Abril 2003, entre a Fundação Mário Soares e o Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra, a que se associou a Câmara Municipal de Alcobaça.

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Os I Encontros de Alcobaça/Sociedade da Informação, dedicados aos "Arquivos Políticos", tiveram lugar no Centro de Estudos de Alcobaça da Universidade de Coimbra, de 16 a 20 de Setembro de 2003.

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Os II Encontros de Alcobaça/Sociedade da Informação, desta feita dedicados aos Testemunhos Orais e à preservação da Memória Digital, realizam-se no Centro de Estudos de Alcobaça da Universidade de Coimbra, de 20 a 22 de Setembro de 2006.

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Estes II Encontros de Alcobaça/Sociedade da Informação pretendem abordar, de modo sistemático e com base na análise de casos concretos, os seguintes temas principais:

  • Recolha de testemunhos vivos como fontes para a compreensão do passado
  • Conservação, descrição e classificação de registos sonoros de testemunhos
  • Preservação e recuperação da informação digital

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Para mais informação, consulte: II Encontro de Alcobaça/Sociedade da Informação

sexta-feira, 28 de julho de 2006

O Problema da Info-exclusão


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Actualmente, a sociedade divide-se entre aqueles que têm acesso à Internet e os que não têm (os chamados info-excluídos). Dentro da população online, existe ainda uma grande linha de separação entre aqueles que têm ligações de banda larga e os que têm ligações de banda estreita (mais lentas). Uma das grandes razões para esta separação é o custo das conexões de alta velocidade.
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Os consumidores que ainda utilizam as chamadas conexões dial-up são diferentes daqueles que já utilizam a banda larga, ficando aquém destes últimos no que se refere à adopção de tecnologia e às actividades online. Para trazer a população da banda estreita para a banda larga, os fornecedores de acessos terão que disponibilizar serviços mais baratos, rentabilizando o seu negócio com a aposta em novos utilizadores.
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Fonte: SINFIC

quinta-feira, 27 de julho de 2006

Portais colaborativos ganham terreno


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Os benefícios desta ferramenta de trabalho são vários. Ganhos de eficiência, simplificação dos processos de informação ou maior rapidez na tomada de decisão são alguns dos exemplos que começam a cativar as PME.
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A contínua desmaterialização de processos de negócio e de documentos e a evolução das comunicações obriga os decisores das empresas a repensar estratégias e métodos de partilha de informação, trabalho e relacionamento dentro e fora da organização. Os portais colaborativos são uma resposta válida para as companhias portuguesas, uma vez que possibilitam aumentar a eficácia dos fluxos de informação e a tomada de decisões.
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As grandes empresas trabalham já com este tipo de ferramentas mas, como é habitual, esta é uma oferta que começa a orientar-se para as médias e pequenas empresas.
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Aceda à notícia completa em Semana Informática

terça-feira, 25 de julho de 2006

Recepção de Propostas de Estágio - Licenciatura em Ciência da Informação


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Licenciatura em Ciência da Informação - ano lectivo 2006/2007
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Encontra-se aberto o período de recepção de propostas de estágio para o ano lectivo de 2006/2007 o qual terminará em 31 de Outubro de 2006.
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As entidades interessadas deverão contactar a Coordenação de Estágios através dos seguintes endereços:
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Endereço postal:
Directora de Curso da Licenciatura em Ciência da Informação
Departamento de Ciências e Técnicas do Património
Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Via Panorâmica, s/n 4150-564 Porto
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O processo de selecção de candidatos inicia-se em 04 de Dezembro de 2006 e os estágios em 01 de Março de 2007.
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sexta-feira, 21 de julho de 2006

European University Association cria grupo de trabalho sobre o Open Access


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A European University Association (EUA) criou um grupo de trabalho Ad Hoc sobre o Open Access, na sequência de uma reunião realizada no dia 29 de Junho, convocada devido ao crescente interesse sobre o tema do Acesso Livre à literatura científica. O anúncio da constituição do grupo de trabalho, refere que ele deverá ser composto por representantes dos Conselhos/Conferências Nacionais de Reitores, e que a sua composição e programa de trabalho deverão ser conhecidos na próxima reunião do Conselho da EUA em Outubro.





Se as universidades europeias fizerem o que está ao seu alcance - requerer que as publicações dos seus membros sejam depositadas nos seus repositórios - e não se perderem em discussões (sem consequências práticas) sobre as questões gerais do sistema, mercado e modelos económicos da publicação científica, isso será um ponto de viragem histórico para o Open Access.





Apontador para o anúncio oficial da EUA.


O pior inimigo da burocracia


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Este é o título de um interessante artigo sobre gestão documental da revista Exame Informática de Agosto.

Universidade do Minho lança mestrado em Ciência da Informação


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Inscrições abertas até 11 de Setembro
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A Universidade do Minho passa a oferecer, a partir do próximo ano lectivo, um inovador mestrado em Ciência da Informação, resultado da parceria criada entre a Escola de Engenharia, e o Instituto de Ciências Sociais.
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As candidaturas já se encontram abertas, podendo inscrever-se - até 11 de Setembro próximo - titulares de licenciatura designadamente em Ciência da Informação ou equivalente ou com curso de especialização em Ciências Documentais ou equivalente.
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Este curso de mestrado foi criado com a noção clara de que a chamada "sociedade da informação" é muito mais do que um slogan a que frequentemente se recorre. Em particular as actividades profissionais mais directamente relacionadas com o processamento da informação debatem-se, cada vez mais, com a necessidade de lidar com novos instrumentos de trabalho e com a complexidade acrescida nas tarefas de organização e gestão da informação. Tais necessidades exigem novos métodos de trabalho, e competências relacionadas com a conversão da informação existente para novos suportes, e com a garantia da perenidade dos suportes digitais, sem esquecer as questões legais.
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A formação pós-graduada em "ciência da informação" que a UM passa agora a proporcionar procura constituir-se como um espaço de reflexão e de contributo naquelas temáticas. O curso contempla, entre outros aspectos, a natureza da informação, o seu tratamento e gestão, as suas fontes e respectivos âmbitos, os suportes e veículos, as tecnologias, as instituições e serviços constituídos em torno da informação, a problemática dos usos sociais e dos utilizadores/consumidores, a informação nas organizações e subsistemas sociais, as políticas de informação de âmbito nacional, europeu e internacional.
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O Curso de Mestrado tem a duração de dois anos, funcionando a parte lectiva em horário pós-laboral, nas instalações do Campus de Azurém, em Guimarães.
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Os interessados poderão obter informação mais desenvolvida através do site http://mci.dsi.uminho.pt, do mail mci@dsi.uminho.pt, ou do telef. 253 510 319 (Departamento de Sistemas de Informação).
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Informação disponibilizada pela colega Susana Cunha (BMAG - Biblioteca Municipal Almeida Garrett - Porto). Desde já agradeço pela sua colaboração.

quinta-feira, 20 de julho de 2006

Rumo às sociedades do conhecimento


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Estaremos no limiar de uma nova era - das sociedades do conhecimento?
Koïchiro Matsuura
Director-geral da UNESCO
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Os desenvolvimentos científicos do séc. XX praticamente trouxeram uma terceira revolução industrial, a das novas tecnologias, as quais são essencialmente tecnologias intelectuais. Esta revolução, que foi acompanhada por um maior avanço da globalização, lançou os alicerces da economia do conhecimento, colocando o conhecimento no centro da actividade humana, do desenvolvimento e mudança social. A informação não é conhecimento; e a incipiente sociedade de informação mundial só cumprirá o potencial se facilitar a emergência de sociedades de conhecimento pluralista e participativo que incluam em vez de excluírem.
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Significa isto que o século XXI irá assistir ao desenvolvimento de sociedades de conhecimento partilhado? Como é sublinhado na Relatório Mundial da UNESCO Rumo às Sociedades do Conhecimento, não deve haver indivíduos excluídos nas sociedades do saber: pois o conhecimento é um bem público que deve ser acessível a todos. O conhecimento tem duas qualidades notáveis: a não rivalidade e, uma vez passado o período de protecção dado pelos direitos de propriedade intelectual, a sua não exclusividade.
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Há, actualmente, um claro consenso de que o desenvolvimento das sociedades preconizado na partilha do conhecimento é a melhor forma de travar a guerra contra a pobreza e fazer a prevenção de grandes riscos para a saúde tais como pandemias, de reduzir a terrível perda de vidas causada por tsunamis e tempestades tropicais e de promover o desenvolvimento humano sustentado. Pois há, hoje em dia, novos métodos de desenvolvimento ao nosso alcance: já não estão alicerçados, como no passado, em "sangue, suor e lágrimas", mas na inteligência, capacidade científica e tecnológica de lidar com os problemas, no valor acrescentado intelectual e na expansão de serviços em todos os sectores da economia, que devem conduzir ao desenvolvimento cívico e ao crescimento de uma democracia de longo alcance.
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Consulte o artigo completo em: Rumo às sociedades do conhecimento
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Fonte: Diário de Notícias

terça-feira, 18 de julho de 2006

O Futuro da Captura de Informação


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A captura de informação - digitalização de documentos, garantia da qualidade e indexação - tem vindo a ganhar uma grande popularidade junto das empresas, à medida que os avanços na tecnologia de reconhecimento óptico de caracteres (OCR/ICR) facilita a indexação de documentos e a conversão de imagens digitalizadas em texto. Consequentemente, muitos vêem a captura de documentos como um mercado maduro e estagnado em termos tecnológicos. Nada poderia estar mais longe da verdade.
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A emergência de aplicações centradas nos conteúdos, o aumento da complexidade dos tipos de documentos, a necessidade de simplificar os processos de compatibilidade, e a necessidade de extrair informação de forma mais inteligente dos documentos capturados, coloca às organizações mais critérios de decisão para as soluções de captura de documentos. Desta forma, as organizações deverão escolher aplicações centradas nos conteúdos, e procurar soluções que sejam nativas, ou que mantenham uma estreita integração com os sistemas de gestão de conteúdos existentes internamente.
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Fonte: SINFIC

sábado, 15 de julho de 2006

As dificuldades da biblioteca pública no Brasil


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Abaixo consta um artigo publicado hoje em jornal da capital brasileira comentando, de forma crítica e lúcida, as dificuldades enfrentadas pelas bibliotecas públicas no Brasil.
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Amor egoísta dos príncipes pelo livro
Autor: Felipe LindosoAntropólogo, especialista em políticas públicas de cultura, é autor do livro O Brasil pode ser um país de leitores?
Fonte: Correio Braziliense (Brasília), 15/07/2006.


Ao terminar de ler as 682 páginas (fora o índice) do livro do professor Fernando Henrique Cardoso A arte da política - A história que vivi, fui assaltado por uma tremenda angústia: não há uma única linha de reflexão sobre políticas públicas de cultura em todo o calhamaço. O professor é um intelectual portentoso. O livro está pontilhado de citações de pensadores da mais variada estirpe, substanciando a teoria política que o professor procurou aplicar no exercício da Presidência da República. Max Weber, Karl Marx, Antonio Gramsci estão lá, junto com Erasmo de Roterdã, Raymundo Faoro, Florestan Fernandes (que foi professor de FHC e aparece mais nessa condição), Habermas, Hegel, Kant, Keynes, Maquiavel (com destaque), Montesquieu, Pascal e os diletos amigos do autor, Alain Touraine e Manuel Castells. Além de punhados de autores brasileiros, citados aqui e ali, sempre reforçando algum ponto da análise do eminente sociólogo.Certamente parte considerável do livro é dedicada à análise dos problemas da economia e da política institucional, como é de se esperar e certamente deve ser. Mas, se o professor cita tanto e é tão amigo dos livros e do saber, como explicar a ausência de qualquer reflexão sobre política pública de cultura? Na página 259 ele diz que "na Cultura, Weffort realizaria um excelente trabalho e acabou permanecendo os oito anos à frente do ministério", e que a escolha do titular tinha sido "pessoal". Mais nada disse sobre o assunto.Acontece uma coisa interessante na relação entre os políticos e os livros. Uma boa parte deles é leitor assíduo. São intelectuais de peso, como FHC e seu ministro da Cultura. Mas sua paixão pelos livros se esgota... nas respectivas bibliotecas domésticas. No máximo se estende às bibliotecas das eminentes instituições universitárias nas quais ensinaram e estudaram. Não conheço nenhum, nenhum mesmo, que expresse o raciocínio de que, sendo os livros tão bons, tão importantes, deveriam estar acessíveis ao conjunto da população.
Não, a sensação é a de ver Pombais redivivos esclarecendo D. José I: "Enterremos os mortos e cuidemos dos vivos". Porque eles sabem o que fazer, como fazer e para onde ir. A autonomia de pensamento que obtiveram com a leitura não é algo que, no fundo, queiram ampliar para o povo, já que seu diálogo é com os demais intelectuais. Frederico II da Prússia buscava os conselhos de Voltaire e dos demais iluministas. O círculo do saber girava entre os ilustrados, que certamente queriam o melhor "para a humanidade".A administração FHC é retrato dessa mentalidade. As iniciativas em termos de bibliotecas foram espasmódicas. A mobilização em torno da Câmara Setorial do Livro produziu um anteprojeto de lei que repousou na gaveta do encarregado da área por seis anos, até ser ressuscitada - amputada - pelo senador José Sarney. O programa de bibliotecas nos municípios foi pífio e irregular. Mas foi criada a Ordem do Mérito Cultural, que distribui medalhas para medalhões. Na prática, essa mentalidade deixa as verbas e a execução de uma política pública para o livro e a leitura relegada à última das prioridades.Constata-se que, na posição dos políticos em relação à cultura, faltou a simples passagem para o utilitarismo. Uma filosofia que talvez não tivesse tanto charme quanto a francesa, mas que fez surgir na Inglaterra do século 19 o movimento das bibliotecas públicas, impulsionado pelo cartismo mas, no final das contas, ancorado na compreensão de que, nas bibliotecas, o valor social do livro para a sociedade se incrementa à medida que mais pessoas a ele têm acesso. Como bem assinala Matthew Battles no seu A conturbada história das bibliotecas, citando John Stuart Mill, "estas ofereciam um bem ainda maior que a razão: também ofereciam a felicidade".Parece que nossos políticos, em vez do utilitarismo inglês, se afeiçoam à matriz filosófica do personagem do Outono do patriarca, de Gabriel Garcia Márquez, que era erudito e tinha lido tudo... no original francês. E como sabia de tudo, exercia o poder ditatorial sem remorsos. É o despotismo esclarecido que continua na moda.

Acesso à informação legislativa no Brasil


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Câmara lança serviço de acesso a informação legislativa Brasil
Fonte: Agência Câmara, 10/07/2006.
URL: http://www.camara.gov.br/internet/agencia/materias.asp?pk=91128
O presidente da Câmara, Aldo Rebelo, lança amanhã o Serviço de Integração Tecnológica (SIT-Câmara), para facilitar o acesso às informações legislativas pelas organizações que acompanham diariamente a tramitação de projetos na Casa. Órgãos públicos, associações de classe, organizações não governamentais e outras entidades poderão acessar gratuitamente, com mais facilidade, as informações legislativas. O novo serviço permitirá a importação de dados diretamente do sistema de informações da Câmara para os sistemas das entidades interessadas.

Como pesquisar no Google


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Livro ensina a pesquisar no Google e indica outros serviços
Fonte: Diário Digital / Lusa, 12/07/2006.
URL: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=18&id_news=235783
As técnicas de pesquisa no Google e os principais serviços e software deste mecanismo/motor de busca são o tema da obra «Google», lançada esta semana pelo Centro Atlântico como vigésimo volume da coleção Software Obrigatório. O livro, escrito pela equipe editorial do Centro Atlântico e repleto de exemplos práticos, afirma que, apesar de o Google ser o motor de busca mais usado do mundo, os utilizadores ainda desconhecem muitas das suas potencialidades.

Dicionário acessível via telefônica


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Dicionário de português acessível nos telemóveis Portugal,
Fonte: Público Data: 13/07/2006 URL: http://www.publico.clix.pt/shownews.asp?id=1264011

Um dicionário da língua portuguesa com cerca de cem mil vocábulos vai estar em breve, literalmente, à mão de qualquer pessoa que tenha um telemóvel com acesso à Internet. O novo dicionário tem também um corrector ortográfico e permite pesquisar tempos verbais. O novo serviço é um desenvolvimento do “Dicionário da Língua Portuguesa On-line”, lançado há dez anos pela Priberam e a Texto Editores, cujo número de utilizadores ronda hoje os 48 mil por dia.

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