sábado, 27 de agosto de 2011

Leis para a web: Governo envia Marco Civil da Internet à Câmara


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Fonte: Consultor Jurídico. Data: 25/08/2011.

URL: www.conjur.com.br/2011-ago-25/governo-finalmente-envia-marco-civil-internet-camara-deputados

O Marco Civil da Internet finalmente virou projeto de lei e chegou à Câmara dos Deputados. O texto, enviado à Casa na quarta-feira (24/8), tramita sob o número 2.126/11 e ainda não tem relatoria. Também não foram escolhidas comissões para cuidar do PL.

A proposta começou a ser elaborada em 2009, por meio de uma consulta pública feita na internet. Por esse processo, de iniciativa do Ministério da Justiça, o governo recebeu sugestões, propostas e ideia de internautas, empresas, ativistas e juristas para a elaboração de um anteprojeto de lei. Esse anteprojeto foi chamado de Marco Civil da Internet e ficou em discussão, dentro do próprio governo, por mais de um ano. Na Câmara, o PL 2.126 é assinado pelos ministros José Eduardo Cardozo (Justiça), Miriam Belchior (Casa Civil), Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) e Paulo Bernardo (Comunicações).

O Marco Civil chegou à Câmara no mesmo momento em que os parlamentares discutiam outro projeto de lei, o PL 84/99, ou Lei Azeredo. Este cria 11 tipos penais de alta tecnologia no Código Penal brasileiro e vem causando polêmica desde que saiu do Senado e foi para a Câmara, no fim de 2008.

Críticos afirmam que a Lei Azeredo pode restringir a liberdade de expressão na internet, e dá margem a muitas interpretações divergentes em relação à guarda de logs (dado de acesso de um internauta à rede). O PL foi pauta de um seminário realizado nesta quarta-feira (24/8) na Câmara, em que se discutiu a necessidade de leis para a web e os possíveis efeitos da Lei Azeredo.

A chegada do Marco Civil apenas reacendeu o debate. A deputada Luiza Erundina (PSB-SP), que é coordenadora da Frente Parlamentar pela Liberdade de Expressão e Direito à Comunicação, e umas das que sugeriu o seminário, entende que o PL 84 deve ser retirado da pauta. Segundo ela, a chegada do Marco Civil "é uma oportunidade de se retomar a discussão em outro patamar". A Lei Azeredo, para ela, "estabelece restrições muito profundas, o que pode comprometer o caráter democrático da internet".

Para o presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara, deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), a chegada do PL 2.126 não deve atrapalhar a Lei Azeredo. "Essa proposta já está em discussão há três anos. Não vamos suspender a votação, que deve acontecer em setembro. Não vamos trabalhar com a possibilidade de engavetar o projeto." Com informações da Agência Câmara.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Dicionário Oxford ganha 400 palavras


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Fonte: BBC. Data: 24/08/2011.

URL: http://www.bbc.co.uk/portuguese/ultimas_noticias/2011/08/110819_retweet_ji.shtml

Palavras inspiradas pela tecnologia estão entre as 400 novas entradas de um dos mais tradicionais dicionários de inglês do mundo, entre elas o termo "retweet" - que significa passar à frente uma mensagem publicada no site de microblogging Twitter.

O Concise Oxford English Dictionary acrescentou a seus verbetes também "textspeak", que significa digitar palavras e expressões abreviadas (como "kd vc", que significa "cadê você"). Outras palavras como "sexting", que significa enviar textos com conteúdo sexual, ou "cyberbullying" (assediar moralmente alguém por meios eletrônicos), também foram acrescentadas.

"Estes acréscimos levam à frente a tradição de um dicionário que sempre buscou ser progressista", disse o editor Angus Stevenson. "A mídia social criou uma linguagem real", afirmou ele, em um post em seu blog. Ele afirma ainda que palavras como "woot" or "w00t" - uma exclamação de sucesso - podem se originar no exterior, mas rapidamente passam a ser usadas fora do mundo anglófono.

Em evolução

Lançado em 1911, o Concise Oxford English Dictionary tinha como objetivo ser um catálogo moderno de palavras que deveria se manter em constante evolução, de acordo com seus editores. Sua primeira edição - que completa 100 anos este mês - incluía gírias. E a evolução da tecnologia sempre foi um grande motor por trás do surgimento de novos verbetes. A edição de 1911 incluia a palavra "biplano" - um avião com dois pares de asas.

Na mais recente edição do dicionário, por exemplo, o verbete "seguidor" foi reeditado, para incluir a acepção de "alguém que está acompanhando uma pessoa, grupo, etc., e um site de relacionamentos sociais".

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Brasileiro está comprando mais livros


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Fonte: Sindicato Nacional do Editores de Livros (SNEL)

Data: 17/08/201.

O número de exemplares vendidos no País cresceu de 387.149.234, em 2009, para 437.945.286, em 2010, o que favoreceu um avanço de 8,12% no faturamento do setor editorial no ano passado, que ficou na casa dos R$ 4,5 bilhões, como mostra a pesquisa "Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro", realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE/USP) sob encomenda do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e Câmara Brasileira do Livro (CBL). O preço dos livros também continuou em queda, com recuo de 4,42%.

O documento completo pode ser lido no:

URL: http://anl.org.br/web/pdf/pesquisa_setor_livreiro/relatorio_FIPE_2011.pdf

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Mario Vargas Llosa - Más información, menos conocimiento


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Um fantástico texto para ler e meditar...

"PIEDRA DE TOQUE. La imparable robotización humana por Internet cambiará la vida cultural y hasta cómo opera nuestro cerebro. Cuanto más inteligente sea nuestro ordenador, más tontos seremos nosotros" Mario Vargas Llosa, 31/07/2011, El País.


Depois de lerem o artigo vejam esta entrevista com o Nicholas Carr...

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Catálogo dos livros brasileiros


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O Cadastro Nacional do Livro (CANAL) é uma plataforma Câmara Brasileira do Livro (CBL) baseada na internet que vai reunir os livros publicados no Brasil. Com um novo padrão de cadastramento, o CANAL vai permitir a criação e manutenção de um catálogo on-line, um verdadeiro sistema de informações sobre as obras publicadas pelas editoras brasileiras, o qual poderá ser consultado no URL: www.cbl.org.br/canal/

O programa utiliza a experiência espanhola, o DILVE, que está sendo traduzido para a língua portuguesa. Nele são destaques: o padrão dos metadados; os manuais para uso de editoras, distribuidoras, livrarias, bibliotecas, etc.; e a lista de cabeçalhos de assuntos.

O novo sistema estará disponível a partir de setembro de 2011. A Câmara Brasileira do Livro e a Fundação Biblioteca Nacional (BN), irão alimentar a base de dados do Cadastro Nacional do Livro (CANAL) com milhares de registros de livros.

A pergunta que se faz aqui é se a Biblioteca Nacional deixará de publicar a Bibliografia Brasileira (v. 1-, 1983- ; ISSN 0102-3144), parada desde 1994. O controle bibliográfico nacional ficou órfão nesses últimos 16 anos tendo em vista que a BN parece que abandonou a sua missão de divulgar oficialmente o que se publica em nosso país.

Murilo Cunha

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Google expande o serviço Books para a Europa


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O Google Books já está disponível nos Estados Unidos desde dezembro e, segundo o Público, a Google terá confirmado que, tal como prometido, irá proceder à expansão do serviço em território europeu. No entanto, ainda não se sabem quais os países incluídos em que será lançado, nem as condições em que isso irá acontecer.

Segundo o New York Times a versão francesa vai mesmo estrear este ano. A verificar-se, vai ser um acontecimento um pouco irónico, uma vez que nos Estados Unidos ainda decorre uma batalha legal sobre o Google Books enquanto na França, um dos países onde as editoras mais lutam pelos direitos de autor, a empresa consegue avançar sem grandes obstáculos.

A Google terá feito, segundo o Público, um acordo com a Hachette Livre sobre as condições do serviço, para obras de língua francesa que são controladas pelo grupo. A Hachette Livre é o segundo maior editor mundial de livros destinados ao grande público, com cerca de 15 mil novas publicações todos os anos. O acordo abrange também milhares de obras que não se encontram disponíveis comercialmente mas que estão ainda abrangidas por direitos de autor. Obras que segundo o Le Monde representam 70 por cento dos fundos do grupo e das editoras que o compõem.

Ainda segundo o Público, a Google terá firmado um acordo com a British Library para digitalizar cerca de 250 mil livros editados entre 1700 e 1870 que fazem parte das coleções e que não se encontram abrangidas por direitos de autor.

Ainda não existem informações sobre quando, e em que condições, o serviço vai ser disponibilizado em Portugal.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Datagramazero de agosto de 2011


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O DataGramaZero de AGOSTO 2011 traz os seguintes artigos:

1 - Redes sociais na pesquisa científica da área de ciência da informação

por Leilah Santiago Bufrem e Tidra Viana Sorribas
Resumo: Estudo sobre as redes sociais como tema das pesquisas na literatura periódica em Ciência da Informação do Brasil. A pesquisa sobre o tema redes sociais, enquanto objeto privilegiado deste estudo, volta-se ao processo evolutivo do conhecimento no domínio da CI, analisado principalmente em relação ao contexto tecnológico contemporâneo.

2 - Web colaborativa: inovação na criação, proteção e uso legal de informação
por Elizabeth Roxana Mass Araya e Silvana Aparecida Borsetti Gregorio Vidotti
Resumo: No mundo contemporâneo, a Internet propicia o desenvolvimento de uma Web Colaborativa em que a descentralização e compartilhamento da informação e do conhecimento geram novas configurações culturais de representatividade crescente nos fluxos informacionais.

3 - A construção de bibliotecas comunitárias e o desejo de acessar: sentidos em movimento por Gustavo Grandini Bastos e Lucília Maria Sousa Romão
Resumo: O trabalho quer refletir sobre o tema bibliotecas comunitárias, destacando especialmente três eixos de abordagem: seu surgimento como indício de ruptura com as práticas oficiais de implantação de unidades informacionais e de distribuição de livros; sua inscrição no Brasil e nos países africanos como efeito de acesso de sujeitos da comunidade que passam a ter um espaço de expressão de sua voz; e sua constituição como aposta de uma nova forma de produção e circulação de discursividades.

4 - Trabalho comunitário: uma leitura dos fatores restritores e propulsores
por Sady Vaz da Silveira Filho
Resumo: O estudo busca uma leitura dos elementos da gestão, presentes na concepção, instalação, desenvolvimento e consolidação do trabalho comunitário, seus pontos fortes, pontos fracos, ameaças e oportunidades de melhoria na execução dos mesmos.

5 - Marketing informacional em unidades de informação
por Edna da Silva Angelo e Fabricio Ziviani
Resumo: É mostrada a aplicação da teoria do Marketing Informacional como recurso gerencial para Unidades de Informação . Foi realizado um diagnóstico do ambiente externo e interno à Biblioteca. Com os conceitos e o cenário situacional devidamente compreendido, a verificou-se uma gestão orientada por estratégias do Marketing Informacional.

6 - A Memória Organizacional no Contexto da Engenharia do Conhecimento
por Héctor Andrés Melgar Sasieta e Fabiano Duarte Beppler e Roberto Carlos dos Santos Pacheco
Resumo: A memória organizacional pode ser definida como um sistema que armazena as experiências vividas da organização. É o conhecimento de como fazer as coisas, a forma de abordar os problemas e questões. A engenharia do conhecimento fornece um conjunto de ferramentas que podem ser usadas para a aquisição, organização e recuperação do conhecimento .

7 - Informação, ação política e desenvolvimento humano
por Lúcia Maciel Barbosa de Oliveira
Resumo: Discute-se o papel fundamental da informação para a ação política, em contextos democráticos que visam o desenvolvimento humano. Desenvolvimento humano compreendido,como o processo de expansão das liberdades reais que as pessoas desfrutam para escolher o tipo de vida que desejam levar.
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Ainda, no DZG de AGOSTO 2011 temos a recensão dos livros “Redes sociais e colaborativas em informação cientifica e Atores em rede olhares luzo-brasileiros. Os LINKS remetem a sites relacionadas com os artigos deste número. Em Colunas o texto: O todo e a parte por Aldo de Albuquerque Barreto.
O DataGramaZero de AGOSTO de 2011 está disponível em:
http://www.datagramazero.org.br/
http://www.dgz.org.br/

terça-feira, 9 de agosto de 2011

PowerPoint: culpado ou inocente?


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Por Alfredo Passos (07 de agosto de 2011)

Recentemente Lucy Kellaway, colunista do "Financial Times", cuja coluna é publicada às segundas-feiras no jornal Valor Econômico no Brasil, escreveu um texto com título "O mundo todo deveria se unir contra o PowerPoint".
Você concorda ou discorda?

Recentemente Lucy Kellaway, colunista do "Financial Times", cuja coluna é publicada às segundas-feiras no jornal Valor Econômico no Brasil, escreveu um texto com título "O mundo todo deveria se unir contra o PowerPoint".

Logo no início de sua coluna a autora afirma que recebeu um convite de um novo partido político na Suiça, o "AntiPowerPoint Party".

E ainda completa "na verdade, venho silenciosamente fazendo isso há anos: recuso-me a aprender como usar esse programa onipresente. Como apresentadora, sou virgem no PowerPoint, mas como membro de uma plateia já fui estuprada por slides mais vezes do que consigo contar".

E o partido já conta até com dados econômicos segundo a colunista "o AntiPowerPoint Party (APPP) tentou calcular os danos econômicos da pasmaceira provocada por todos esses slides e chegou à conclusão que a Europa desperdiça € 110 bilhões por ano fazendo as pessoas ficarem sentadas assistindo essas apresentações chatas. Suspeito que o número real seja ainda pior, uma vez que esses ignoram os efeitos secundários".

O problema não é o PowerPoint, mas os seus usuários

Bem e na semana seguinte, Tim Harford, outro colunista do Financial Times, também publicado no Valor Econômico, apresenta seu ponto de vista.

"Vou fazer uma coisa temerária, que é discordar de Lucy Kellaway. Mas na semana passada, a destemida observadora dos desatinos do mundo dos negócios foi longe demais e disse que o PowerPoint deveria ser banido. O argumento é simples: muitas apresentações em PowerPoint são ruins demais. Isso é verdade, mas de maneira nenhuma é motivo para sua proibição.

Ferramentas úteis podem produzir resultados terríveis em mãos erradas, como qualquer pessoa que já me viu montar uma prateleira pode atestar. Proibir a chave de fenda não é a solução".

E eis a questão. É preciso que os usuários voltem a entender qual a finalidade do software e não proibir o software. Não é mesmo?

Pois se for assim, aqueles que não gostam de matemática, vão querer proibir o Excel, porque apresentações financeiras com gráficos, muitos números, especialmente de resultados financeiros não muito favoráveis são muito tediosas.

Infelizmente estamos em um mundo corporativo, onde a palavra escrita e em sua manifestação também oral, vem sendo cada vez mais sendo desaprendida. Por vezes as empresas pagam mais pela apresentação, do que o salário de quem vai apresentar.

Por isso ao se preparar uma apresentação com apoio visual, onde o PowerPoint pode ser de grande ajuda temos que pensar como no polêmico capítulo do livro do MEC que tanto deu o que falar por este Brasil, "Escrever é diferente de falar". Ao escrever vou utilizar a norma culta e ao falar posso me utilizar de regionalismos, de expressões da minha cidade, da minha profissão, do meu cotidiano.

E com tudo isso, o problema não será do PowerPoint, mas, sim dos seus usuários.

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/powerpoint-culpado-ou-inocente/57290/ (07/08/2011)

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Curso de Especialização Pós-Graduada em Informação Empresarial


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Até ao dia 5 de Setembro, está aberta a 1ª fase de candidaturas ao Curso de Especialização Pós-Graduada em Informação Empresarial, da Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão (ESEIG) do Instituto Politécnico do Porto (IPP).


O plano de estudos inclui três componentes nucleares: a Gestão da Informação e do Conhecimento, a Inovação e o Empreendedorismo bem como as Tecnologias da Informação e da Comunicação. A abordagem integradora e transversal destes três campos oferece a oportunidade de desenvolver competências na área da informação aplicáveis em organizações e contextos empresariais muito diversificados.

Algumas das actividades desenvolvidas durante a 1ª edição da Especialização Pós-Graduada em Informação Empresarial podem ser consultadas no blog do curso http://informacaoempresarial.wordpress.com/

A Especialização Pós-Graduada em Informação Empresarial destina-se a actuais ou a futuros profissionais das áreas da Assessoria, da Ciência da Informação, do Comércio, da Economia, da Gestão, da Informática de Gestão, do Marketing, dos Recursos Humanos e do Secretariado, entre outros.

Podem candidatar-se detentores do grau de bacharel ou de licenciado de qualquer área científica. São também encorajados a candidatarem-se os interessados que não sejam portadores de grau académico mas que apresentem curriculum e/ou experiência profissional relevante.

O curso irá funcionar, a partir de finais de Outubro de 2011 até Julho de 2012, em princípio, à Sexta-feira (18h30-22h30) e ao Sábado (9h30-13h30).

O plano curricular está organizado em dez módulos de 30 horas lectivas cada um. Para informações mais detalhadas consultar a página Web http://www.eseig.ipp.pt/posgraduacoes

Para qualquer esclarecimento adicional, por favor, enviar e-mail para anaterra@eu.ipp.pt ou sec.posgraduacao@eseig.ipp.pt ou servicos.academicos.eseig@eu.ipp.pt







quarta-feira, 3 de agosto de 2011

3ª JORNADA DE REFLEXÃO - Qualificação dos Profissionais da Informação


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Como tem vindo a ser anunciado, a BAD vai realizar a 3ª Jornada de Reflexão, na sequência das que antes tiveram lugar na Nazaré e em Moura, com larga participação de associados e de outros profissionais interessados em debater as questões com que estão confrontados e em apoiar a Associação na consolidação de uma estratégia para defesa dos seus interesses profissionais.

Esta última Jornada foi prevista para a Biblioteca Municipal Rocha Peixoto, na Póvoa de Varzim - na intenção de facilitar uma maior aproximação sobretudo aos colegas do norte do país – para o próximo dia 10 de Setembro (sábado).

De manhã, pelas 10h30, será feita a entrega a Ana Lúcia Terra, do Prémio Raul Proença / 2009, patrocinado pela Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas.

Após o almoço, dar-se-á início aos trabalhos da Jornada, desta vez subordinada ao tema “Qualificação dos Profissionais da Informação” e no fim, proceder-se-á à análise do resultado dos contributos até agora conseguidos.

A participação de todos os eventuais interessados na Jornada é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia, por exigências organizativas, através do preenchimento do formulário - que deverá ser-nos enviado logo que possível, mas impreterivelmente até 5 DE SETEMBRO.

Novo número da Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação


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A Revista Digital de Biblioteconomia e Ciencia da Informação acaba de publicar mais um número. Abaixo consta o sumário desse número (v. 9, n. 1, 2011). O texto completo dos artigos pode ser consultado no:

http://143.106.108.14/seer/ojsnovo/index.php/sbu_rci

Editorial (Gildenir Carolino Santos, Danielle Thiago Ferreira)

Artigos

• A informação artística (Ana Claudia Inácio da Silva Pirolo)

• Normas técnicas e comunicação científica: enfoque no meio acadêmico (Isabel Merlo Crespo, Ana Vera Finardi Rodrigues)

• O monitoramento de notícias como ferramenta para a inteligência competitiva (Ariane Barbosa Lemos, Ricardo Rodrigues Barbosa, Mônica Erichsen Nassif Borges)

• A importância da implantação de uma administração voltada para aquisição de periódicos em bibliotecas em sistemas de rede (Janaina Leal)

• Informação na twitosfera (Cláudio Diniz Alves)

• No movimento da leitura das histórias em quadrinhos: uma proposta discursiva para a ciência da informação (Angela Ferraz, Daiana Ellen Canato, Nádea Regina Gaspar)

• Análise lexicográfica de dicionários da ciência da informação (Jessica Camara Siqueira)

• A interferência da biblioteconomia clínica para o desenvolvimento da saúde (Antonio Guilherme Rocha Guimarães, Mirtysiula Cadengue)

Pesquisa

• Em busca da pedagogia da emancipação na educação para a competência em informação sustentável (Elisabeth Adriana Dudziak)

• Arquitetura de conhecimentos sobre sistemas aquíferos (Vitor Vasconcelos, Paulo Martins Júnior, Douglas R Jano)

Comunicações

• A inovação como dimensão socioeconômica do conhecimento (Kilma Gonçalves Cezar, Cristiane Barreto Gomes)

• A universidade e a "sociedade da informação" (Maria Nélida González de Gómez)

Relatos de experiência

• A experiência da utilização de blogs na disciplina teoria e prática da leitura: construindo o portfólio eletrônico (Débora Adriano Sampaio)

sábado, 30 de julho de 2011

Os problemas e os mitos dos livros digitais no Brasil


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Fonte: Gizmodo. Data: 28/07/2011.

Autora: Marina Val.

URL: http://www.gizmodo.com.br/conteudo/os-problemas-e-os-mitos-dos-livros-digitais-no-brasil/



Essa semana aconteceu em São Paulo o 2º Congresso Internacional do Livro Digital para falar sobre as transformações do mercado editorial. Nele foram discutidas maneiras para que o acesso aos e-books cresça no Brasil e no mundo e os desafios a serem enfrentados.

Karine Pansa, Presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL) – entidade que promoveu o evento–, ao discutir o tema tentou tirar o peso da mudança dos ombros das editoras e afirmou que as conexões de internet precisam se tornar mais rápidas e eficientes antes que as editoras e consumidores abracem os livros em formato digital. Segundo ela, “Se eu não tenho internet adequada, não consigo fazer com que o consumidor obtenha um livro de maneira fácil e fique satisfeito”.

Internet ruim? Vamos separar as coisas: A banda larga no Brasil tem sérios problemas, porém, não é um fator que faça tanta diferença no download de e-books. Os livros digitais, na maioria das vezes, têm menos do que um MB. São menores do que qualquer Angry Birds ou Talking Tom Cat da vida que você baixou enquanto estava preso em um engarrafamento. Um Megabyte mal chegava a assustar quem queria baixar algo – tipo músicas – na época de internet discada (talvez apenas pelo tamanho dos HDs na época), que dirá agora.

Vamos pegar o exemplo de um livro que é familiar para a maioria dos leitores do Giz: O Guia do Mochileiro das galáxias, o primeiro livro da série homônima de Douglas Adams. Tamanho? 208 páginas, 595KB na sua versão Kindle. Parece algo que mesmo na banda larga mais capenga irá “dificultar o acesso”?

Livros digitais de modo geral são pequenos, bem menores do que uma MP3 ou um app. Não dá para colocar isso como um fator que pese contra os tablets ou e-readers.

O que pesa realmente é o preço dos dispositivos para ler e-books, a falta de editoras brasileiras aderindo aos livros digitais, a pequena oferta de livros em PT-BR – ou a oferta com preços acima dos de papel – e um pouco de preconceito das pessoas acharem que não vão saber usar um tablet ou e-reader sem um manual de 500 páginas (em papel) ou um sobrinho-que-entende-desse-negócio-de-computador sempre ao lado.

Claro, existe ainda o apego aos livros de papel, o cheiro das folhas, o passar de página, os dedos cortados pela celulose, mas isso é apenas um argumento para a coexistência dos dois formatos, não necessariamente contra os e-books, porque esses também têm suas vantagens.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Holy writ


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Porque há histórias que merecem ser lidas fica aqui a história de um pequeno livro que foi escrito vai para 1300 anos...
What is remarkable is not the price; though a record for a religious book, it is still considered a bargain (the Rothschild "Book of Hours", an illuminated work dating from 1505, fetched £8.6m at auction in 1999). Nor is it a shock that the funds have all come from philanthropic sources, given Britain's newly whetted appetite for private giving (see chart below). The real story is the object itself.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

O ativista que exagerou nos downloads


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Autor: Scott Jaschik.

Fonte: Inside Higher Ed. Data: 20/07/2011.

URL: http://www.insidehighered.com/layout/set/print/news/2011/07/20/unusual_indictment_for_alleged_theft_of_jstor_journal_articles



Um júri federal condenou Aaron Swartz – um ativista e inovador tecnológico – pelo roubo de milhões de artigos de revistas por meio da conta assinada pelo Massachusetts Institute of Technology no banco de dados JSTOR.

O veredicto

O veredicto descreveu esforço de Swartz para utilizar uma conta de convidado do MIT para fazer o download dos artigos, mesmo que ele não tivesse o direito legal de fazê-lo. Nesse tempo ele era afiliado à Harvard University, podendo então ler os artigos. Ele pode ter uma pena na prisão por 35 anos e uma multa de até um milhão de dólares.

Swartz tem sido envolvido em inúmeros esforços para tornar a informação disponível com acesso livre à população. Mas a sentença que ele foi penalizado não faz distinção entre os seus objetivos filosóficos daqueles relacionados com roubo. “O roubo é roubo se você usa o comando do seu computador ou se você tira documentos, dados ou dólares. É igualmente prejudicial para a vitima se você vender o que tem roubado ou dá-lo”, disse a Procuradora Federal Carmen M. Ortiz.

Enquanto Swartz não pôde ser contatado para comentar, os seus inúmeros fãs mobilizados dão um suporte online, cobrando que o governo erra ao tratá-lo como um criminoso por violar os termos de prestação de serviços de bases de dados no MIT, bem como os membros da JSTOR. Mais de 15.000 pessoas já assinaram petições em seu nome em poucas horas após a divulgação das acusações enfrentadas por ele.

O blog Demand Progress - um grupo que Swartz anteriormente trabalhou como diretor executivo -- publicou uma nota dizendo que "ele está sendo acusado de supostamente executar downloads de muitos artigos de periódicos acadêmicos da Web O governo alega que o download dos referidos artigos é realmente crime informático e deve ser deve ser punido com pena de prisão.”

David Segal, atualmente diretor executivo do grupo, disse: "É como tentar colocar alguém na prisão por supostamente ter emprestado muitos livros da biblioteca." Segal também disse que Swartz resolveu as suas disputas com o JSTOR, tornando inapropriada essa ação legal.

O JSTOR é um serviço amplamente utilizado e por meio dele as bibliotecas obtém acesso digital a numerosos periódicos. O JSTOR divulgou um comunicado indicando que não poderia comentar o indiciamento, mas esclarecendo o que sabia sobre o caso:

"No último outono e inverno, o JSTOR experimentou um significativo mal uso de nossa base de dados. Uma parte substancial do conteúdo dos nossos parceiros foi baixada de forma não autorizada utilizando-se a rede no Massachusetts Institute of Technology, uma das nossas instituições participantes. O conteúdo foi “baixado” de forma sistemática usando uma abordagem destinada a evitar a detecção por nossos sistemas de monitoramento”, disse o comunicado. "O conteúdo “baixado” incluiu mais de quatro milhões de artigos, resenhas de livros e outros itens de revistas nossos parceiros acadêmicos e outras publicações, mas não incluem qualquer informação de identificação pessoal sobre os usuários JSTOR."

O JSTOR "parou essa atividade de download, e o indivíduo responsável, Sr. Swartz, foi identificado. Obtivemos do Sr. Swartz a confirmação de que o conteúdo que foi “baixado”, e ele recebeu a confirmação de que esse conteúdo não foi e não poderia ser usado, copiado, transferido ou distribuído".

A nota do JSTOR afirma que era "importante notar que apóia e incentiva o uso legítimo de grandes conjuntos de conteúdos do JSTOR para fins de pesquisa. Nós fornecemos regularmente aos estudiosos o acesso a conteúdos para este fim." No entanto, o comunicado acrescenta: "Mesmo quando trabalhamos para aumentar o acesso, uso e impacto da pesquisa, também devemos ser administradores responsáveis por esse conteúdo informacional. Nós monitoramos o uso para proteção contra o uso não autorizado do material hospedado no banco de dados do JSTOR, que é quando tomamos conhecimento deste incidente em particular.



Comentário:

É sabido que a maioria dos sistemas de bancos de dados e bibliotecas digitais possui instrumentos para coibir a cópia exagerada por parte dos seus consulentes.

Esse tipo de controle, também denominado de gestão de direitos autorais (Digital Rights Management, DRM, em inglês) é essencial notadamente quando o usuário-final possui acesso a esses sistemas por meio de contratos ou autorizações legais que geralmente envolvem pagamentos pelo acesso à informação. A função básica do DRM é monitorar o acesso a conteúdos digitais e, ao mesmo tempo, assegurar e administrar os direitos autorais sobre esses conteúdos pelo ângulo do detentor desses direitos.

Já sob o ponto de vista de inúmeros consumidores, especialmente da Free Software Foundation, o termo DRM deveria ser Digital Restrictions Management (Gestão de restrições digitais)! Optando por uma das acepções, é pacifico que ambas permitem definir parâmetros e controlar conteúdos informacionais digitais com níveis de restrições.

Assim, os nossos usuários devem ser informados desse detalhes legais e as possíveis implicações decorrentes do uso inadequado (ou ilegal) desses acessos.

Murilo Cunha



URL importantes:

Blog Demand Progress: http://blog.demandprogress.org/2011/07/update-more-than-15000-people-sign-petition-in-support-of-aaron-swartz/

Free Software Foundation: www.fsfla.org/svnwiki/texto/drm-deliberdefect.pt.html

JSTOR: http://about.jstor.org/news-events/news/jstor-statement-misuse-incident-and-criminal-case

terça-feira, 19 de julho de 2011

O que é uma Biblioteca?


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A revista Time pergunta Is Bookless Library Still a Library? Mas afinal o que define uma biblioteca, será o suporte do seu acervo bibliográfico? Lembram-se do paradigma pós-custodial? Não? Então é tempo de relerem isto.

Outros artigos interessantes sobre o mesmo assunto:

segunda-feira, 18 de julho de 2011

O "efeito Google" está a mudar a forma como memorizamos informação


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Há quatro anos, Betsy Sparrow, psicóloga e professora assistente da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, estava a ver um filme a preto e branco, dos anos 40. Sabia que conhecia uma das actrizes, a cara era-lhe familiar, mas... não se lembrava do nome dela. Não perdeu muito tempo. Agarrou no smartphone, entrou na Internet e teve a resposta em segundos. "Como é que se fazia antigamente para memorizar coisas destas?", recorda-se de perguntar, em conversa com o marido, nessa mesma noite.

Algum tempo depois, decidiu estudar a questão, com dois colegas. A equipa acaba de publicar um artigo na revista Science que resulta de uma série de experiências com estudantes da Universidade de Harvard. Chama-se O Efeito Google na Memória: Consequências cognitivas de ter a informação na ponta dos dedos. Uma das experiências consistiu, no essencial, no seguinte: pediu-se a um grupo de estudantes que escrevessem no computador um conjunto de informações; antes de começarem, os investigadores disseram a metade dos alunos que o que iriam escrever ficaria guardado no computador; à outra metade foi dito que a informação se perderia. De seguida, pediu-se-lhes que reproduzissem as frases, de cabeça. Resultado: os que achavam que a informação tinha desaparecido revelaram, de longe, melhor memória, "como se os seus cérebros tivessem feito um backup". Os que acreditavam que poderiam consultar a informação, porque ela estava guardada, saíram-se pior.

Numa outra experiência, os estudantes tiveram que escrever perguntas e respostas, sendo a informação guardada em diferentes "pastas". No final, os alunos revelaram ser mais capazes de recordar as "pastas" onde podiam encontrar as respostas do que as respostas propriamente ditas.

Se dantes as pessoas confiavam nos livros, nos colegas e nos familiares para as ajudarem a encontrar determinadas informações - é um clássico, por exemplo, que os homens confiem que as mulheres não deixarão escapar uma data importante e que elas confiem nos maridos para se lembrar do nome de um amigo distante - hoje confiamos cada vez mais que a Net cumpre essa função. A Net tornou-se uma espécie de banco pessoal de memória. 

Fonte: Público

À procura de fundos para comprar o livro mais antigo da Europa


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Fonte: Público (Portugal). Data: 16/07/2011.

Autora: Ana Gerschenfeld.

A British Library precisa de 2,75 milhões de libras para conseguir comprar "o livro intacto mais antigo da Europa" - conhecido como Evangelho de São Cuthbert. Por isso, a biblioteca nacional britânica anunciou oficialmente o lançamento de uma campanha de angariação de fundos. O Evangelho de São Cuthbert custa mais de dez milhões de euros. O livro é uma cópia manuscrita, em latim, do Evangelho de São João, data de finais do século VII e teve uma história atribulada. Foi enterrado em Lindisfarne, por volta do ano 698, juntamente com o corpo de São Cuthbert. Em 875, quando os vikings invadiram Lindisfarne, o caixão e o seu conteúdo foram levados por um grupo de monges em fuga. Após sete anos de andanças, os monges enterraram o santo naquilo que viria a ser a catedral de Durham. O livro, que foi descoberto em 1104 quando o caixão de São Cuthbert foi reaberto, foi depois colocado numa capela atrás do altar da catedral.

sábado, 9 de julho de 2011

Caça em Portugal a tesouro furtado da catedral de Santiago


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Equipas mistas de polícias portugueses e espanhóis estavam, esta sexta-feira, envolvidas numa caça aos ladrões que levaram um livro que vale milhões da catedral de Santiago de Compostela, Galiza. Acreditam que o "Códice" estará em Portugal a caminho do estrangeiro.

As autoridades eclesiásticas da Galiza explicaram, esta sexta-feira, que o Códice - primeiro livro sobre os Caminhos de Santiago -, foi furtado de uma sala com dupla porta de segurança, onde havia outros manuscritos.

Fonte: JN

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Biblioteca Municipal da Chibia estimula gosto pela leitura


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Fonte: Agencia Angola Press. Data: 8/0/07/2011.

URL: http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/lazer-e-cultura/2011/6/27/Biblioteca-Municipal-Chibia-estimula-gosto-pela-leitura,48358a9e-26e9-4d17-9cf8-6dc0d2b60b03.html

A existência da Biblioteca Municipal da Chibia, a 45 quilómetros a Sul do Lubango, Huíla, está a estimular o gosto pela leitura aos munícipes, fundamentalmente a juventude local, informou o director da instituição, Salvador Moçambique.

Em declarações à Angop, o responsável fez saber que a biblioteca tem registado um número significante de visitantes em busca de livros de teor académico, mas nos últimos meses, os jovens locais, também têm procurado por obras literárias de diferentes autores aí existentes.

Salvador Moçambique afirmou que, em média, 25 jovens se deslocam, diariamente, a mesma para consulta de livros, romances, policiais e outros géneros, além de revistas e jornais aí disponíveis.

Considerou positiva a atitude da franja juvenil local, tendo dito que "isto é um sinal de que a biblioteca está a contribuir para impulsionar o gosto pela literatura à população local".

Disse que a biblioteca ainda carece de livros, tanto do género académico como literário, assim como um sistema de internet, no sentido de melhor servir à população local e não só.

Inaugurada em 2010, a única biblioteca existente no município possui um acervo de 404 livros entre académicos e literários, além de jornais e revistas.

Biblioteca Nacional de Portugal tem cópia do Códice Calixtino


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Fonte: A Bola (Portugal). Data: 8/07/2011.

URL: http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=274270

Existe uma cópia do Códice Calixtino, obra desaparecida da Catedral de Santiago de Compostela, em Espanha, na Biblioteca Nacional de Portugal.

A cópia em questão é datada de 1175, sendo contemporânea do Códice Calixtino, embora não seja tão rica a nível iconográfico.

Recorde-se que a obra do século XII foi dada como desaparecida da caixa-forte onde estava guardada, sendo já encarada em Espanha como um dos maiores roubos de obras artísticas e históricas.

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