sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Acesso a bibliotecas reduz evasão escolar


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Fonte: O Globo (Rio de Janeiro). Data: 15/10/2009.
Publicado originalmente por Rodney Eloy: http://pesquisamundi.blogspot.com
Estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com o Instituto Ecofuturo, em 2007, avaliou o impacto do Projeto Bibliotecas Comunitárias Ler é Preciso, mostrando que a implantação de 55 unidades levou à redução, nesses lugares, de 0,6% do índice de evasão escolar. - Ter menos de 0,6% é quase um ponto adicional de redução e estamos otimistas com relação à taxa de evasão escolar - salientou a pesquisadora do Ipea, Mirela Carvalho.
O estudo foi mencionado pela pesquisadora durante o seminário "Expansão do acesso à leitura: integração entre ações públicas e privadas", realizado nesta quarta-feira. De acordo com Mirela, a pesquisa avaliou como as bibliotecas poderiam influir, por exemplo, na aprovação e reprovação de alunos e no abandono da escola. Foram implantadas 80 bibliotecas em nove estados, pelo projeto realizado pelo Ecofuturo em parceria com a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ).
O estudo sugere premiar as melhores bibliotecas e criar um sistema de capacitação continuada de bibliotecários. Promover troca de experiências entre bibliotecas sobre planejamento, gestão e realização de atividades de apoio e incentivo à leitura também estão entre as sugestões levantadas pela pesquisa.

Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro: 199 anos


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São 199 anos de acervo, originado da coleção que pertenceu à Família Real, e quase um século de obras preservadas na Cinelândia (Av. Rio Branco, 219, RJ), no edifício inaugurado em 1910. A Fundação Biblioteca Nacional, instituição vinculada ao Ministério da Cultura, organizou uma semana especial de eventos, em celebração ao aniversário da FBN e ao Dia do Livro, ambos comemorados em 29 de outubro.
Ainda neste dia 29, a Biblioteca lançou, em parceria com a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, uma edição de “O Livro de Horas de Dom Fernando”, publicação fac-símile de um manuscrito datado de 1378. Nesta sexta, dia 30, a Biblioteca promove o lançamento da obra “Impresso no Brasil - 1808 a 1930″, da editora Verso Brasil, organizada pelo historiador da arte, Rafael Cardoso.
Além da programação especial, a agenda da BN abriga três exposições simultâneas, exibindo acervos sobre Euclides da Cunha, Carmen Miranda e Revolta da Chibata. Todos os eventos são gratuitos.
Maiores informações: URL: www.bn.br

Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias


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Eventos: II Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias e II Fórum Prazeres da Leitura
Data: 12/11/2009 à 14/11/2009.
Local: Teatro Tuca - Rua Ministro Godói, 969 - Perdizes - São Paulo, SP
Maiores informações: URL: www.bibviva.com.br
Temáticas principais: - Políticas públicas de incentivo à leitura e bibliotecas. - Desenvolvimento de serviços inovadores em bibliotecas públicas e comunitárias. - Acessibilidade em bibliotecas públicas e comunitárias. - Perfil das lideranças na gestão de bibliotecas e espaços de leitura. - Advocacy. Estrutura do evento Palestras, debates, mesas-redondas e painéis. Conversas sobre livros, bibliotecas e leitura com convidados especiais.
Presenças confirmadas
Especialistas nacionais:
Elisabeth Biondo - Diretora do Departamento de Bibliotecas da Secretaria de Cultura, Lazer e Criança de Barueri.
Fernando Moraes – Escritor. Guilherme Lira - OSCIP Acessibilidade Brasil.
José Castilho Marques Neto - Secretário Executivo do Plano Nacional do Livro e Leitura.
Lucia Santaella - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Linarama Rizzo Battistella - Secretária da Secretaria dos Direitos das Pessoas com Deficiência do Estado de São Paulo. Lucila Maria Calheiros Silvestre - Diretora da Biblioteca Pública Municipal de Piracicaba, SP.
Lucila Martinez - Consultora da ILTC – Brasil.
Maraléia Menezes de Lima - Diretora da Biblioteca Pública de Itanhaém, SP.
Maria Tereza Egler Mantoan - Universidade Estadual de Campinas - Unicamp.
Maria Zenita Monteiro - Coordenadora do Sistema Municipal de Bibliotecas de São Paulo, Capital.
Nêmora Rodrigues - Presidente do CFB.
Sigrid Karin Weiss Dutra - Presidente da FEBAB.
Especialistas internacionais:
Aldo Pirola - Diretor do Sistema Público de Bibliotecas da cidade de Milão, Itália.
Camila A. Alire - Presidente da American Library Association (ALA), Estados Unidos.
Ida A. Joiner - Biblioteca Pública Pittsburg, Estados Unidos.
Yicel Nayrobis Giraldo - Escola Interamericana de Biblioteconomia, Colômbia.

Lei do livro


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A Lei do Livro, proposta pelo senador José Sarney e assinada pelo Presidente Lula em 2003, está completando seis anos. Não resolveu, é certo, todos os problemas acumulados em anos de inexistência de uma política de Estado nessa área. Mas não há como deixar de reconhecer seu papel extraordinário e mobilizador até como primeiro marco regulatório dessas políticas no Brasil.

Geocities: a morte anunciada


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Fonte: Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Tecnologia/Interior.aspx?content_id=1401980
Lançado em 1994, o Geocities foi um dos mais importantes serviços de criação de sites antes do advento dos blogues. É o fim de uma era, dizem muitos. O Geocities, fundado em 1994 e comprado pela Yahoo em 1999, foi o primeiro serviço a permitir a uma grande parte dos internautas partilhar os seus interesses de forma simples, um pouco à semelhança do que acontece agora com os blogues e as redes sociais.
O percurso do serviço termina hoje, segunda-feira, após a perda de popularidade para sites como o Myspace ou o Facebook. Será lembrado por alguns como um democratizador da Internet e, por muitos outros, como um local povoado de páginas de animações rudimentares e muito pouca informação revelante. O certo é que o serviço Geocities tornou possível ao utilizador comum construir uma página simples e colocar online conteúdo, numa altura em que a Internet ainda não era, verdadeiramente, a "autoestrada da informação" que conhecemos e utilizamos hoje em dia.
Para além de não ser possível efectuar registo no serviço, também todos os dados armazenados nos milhões de páginas criadas ao longo dos anos será apagado permanentemente a partir de hoje,segunda-feira.
No entanto, segundo o Computer World, uma equipa de arquivistas digitais está a tentar salvar o máximo de informação possível, através do download do conteúdo colocado nas páginas criadas pelos utilizadores do Geocities. O volume de informação que o grupo estima conseguir acumular ronda os dez terabytes.
A decisão de "resgate" do conteúdo que agora irá desaparecer prende-se, explica Jason Scott, um dos arquivistas, com o facto de o Geocities ter sido "para milhares de pessoas, o seu primeiro website", tendo representado um papel crucial no desenvolvimento da Internet como a conhecemos agora.

Arquivos de Família em Portugal


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Na sequência das Jornadas sobre Arquivos de Família (Épocas medieval e Moderna), e em função do interesse despertado pelo tema, o Instituto de Estudos Medievais, o Centro de História de Além Mar, a Direcção-Geral de Arquivos e a «Pro Associação de Proprietários e amigos dos arquivos de família», irão levar a cabo um conjunto de actividades destinadas a promover a salvaguarda e o estudo dos arquivos de família.

Entre Outubro de 2009 e Setembro de 2010, com actividades agendadas para a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e na Torre do Tombo, irá desenvolver-se o Programa anual de actividades de sensibilização para a importância de um património em risco, na FCSH e na Torre do Tombo.

A primeira actividade teve lugar no dia 24 de Outubro, na Torre do Tombo. Da parte da manhã foram proferidas as Conferências inaugurais do Programa: Os arquivos de família e a política nacional de arquivos (por Silvestre Lacerda, Director-Geral da DGARQ), e Olhares diversos sobre um arquivo de família na posse dos proprietários e aberto aos estudiosos (por António Vasco de Mello, Pedro Urbano e Luís Espinha da Silveira. Da parte da tarde teve lugar um workshop sobre noções básicas de arquivística e sobre organização, conservação e difusão de acervos de família, destinado a proprietários de arquivos de família e outros interessados.

As actividades futuras podem ser consultadas em: Arquivos de Família

Fonte: Newsletter da APBAD

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Programa de telecentros no Brasil


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Decreto institui programa de telecentros comunitários
Fonte: Tele Sintese. Data: 28/10/2009.
O Programa Nacional de Apoio à Inclusão Digital nas Comunidades – Telecentros.BR foi instituído hoje por decreto presidencial como parte da política pública para esse setor do governo federal, e com coordenação de um colegiado formado por integrantes dos Ministérios do Planejamento, das Comunicações e da Ciência e Tecnologia. O objetivo central é a implantação e manutenção de telecentros públicos comunitários em todo o território nacional, unificando as ações nessa área dos três ministérios.
O decreto qualifica os telecentros como espaços que proporcionem acesso público e gratuito às tecnologias da informação e da comunicação, com computadores conectados à internet, disponíveis para múltiplos usos, incluindo navegação livre e assistida, cursos e outras atividades de promoção ao desenvolvimento local. As unidades poderá ser implantadas diretamente pela administração pública direta e indireta ou em parceria com organizações privadas sem fins lucrativos. Nesse último caso, a seleção das entidades se dará por meio de editais de seleção, amplamente divulgados.
O Ministério das Comunicações ficará responsável pela disponibilização dos equipamentos de informática e mobiliário novos e o serviço de conexão em banda larga à internet. O Ministério da Ciência e Tecnologia concederá bolsas para auxílio financeiro dos monitores de telecentros apoiados. E o Ministério do Planejamento disponibilizarão equipamentos de informática recondicionados e a constituição de rede de formação para monitores.
Os telecentros funcionarão com sistemas operacionais e aplicativos softwares livres e de código aberto. A coordenação do programa também deve observar as diretrizes adotadas pelo Comitê Gestor do Programa de Inclusão Digital do governo federal, coordenado pelo assessor especial da Presidência da República, César Alavarez.

LER+: Roteiro de Leituras


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O Roteiro de Leituras, nova funcionalidade do website do Plano Nacional de Leitura, apresenta-se como uma base de dados que congrega a partir de um mesmo ponto de acesso a divulgação de actividades no domínio da promoção da leitura, protagonizadas por Bibliotecas Públicas, Autarquias, Instituições de Ensino Superior, Editoras e Livrarias, Sociedade Civil e Instituições Culturais.

Um motor de pesquisa permite a identificação de actividades por tipologia de entidade promotora, por localização geográfica ou por data. Permite ainda a pesquisa por termos.


Consulte em: Plano Nacional de Leitura

Fonte: Newsletter da APBAD

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Brevemente o Google Social Search


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Fonte: PC World/USA. Data: 27/10/2009.
Autor: J. R. Raphael
O usuário deve fornecer informações básicas para que o buscador construa a rede a partir da qual a pesquisa é realizada.
O Google está agregando dados personalizados de redes sociais dentro dos resultados de buscas com a nova ferramenta Google Social Search, lançada em modo experimental na segunda-feira (26/10). A ferramenta adiciona o conteúdo de seus contatos dentro de suas pesquisas no Google.
Ao contrário da pesquisa do Microsoft Bing baseada nas buscas do Twitter, o Google Social Search utiliza a lista de contatos do próprio usuário para acessar vários serviços sociais e assim construir uma rede com informações específicas de pessoas que o usuário conhece. A ferramenta do Google inclui o Twitter e ainda agrega dados do FriendFeed, histórias compartilhadas no Google Reader e outros conteúdos sociais na web.
Como usar o Google Social Search
Atualmente, o Google Social Search está restrito aos serviços do Google Labs. Portanto, ainda não está ativado para todos os usuários. Para utilizá-lo, acesse a página inicial do Google e clique em login (no canto superior direito).. Depis, visite a página do Google Experimental Labs e clique no botão “join the experiment” ao lado da ferramenta.
Feito isso, acesse novamente a página inicial do Google (de preferência a página em inglês) e faça uma busca por um de seus contatos. Imediatamente você verá as informações sociais desta pessoa no final da página dos resultados de busca.
Se preferir, clique na opção “Show Options” no canto superior esquerdo da página – ou clique no link “Results from people in your social circle” no final da página – para filtrar os resultados e ver apenas as informações sociais.
Por dentro do Google Social Search
Mas de onde o Google retira toda essa informação? A resposta não surpreende: do próprio Google. E a principal fonte para a montagem deste contexto social se dá a partir do Google Profile.
É uma página simples de criar, onde você insere informações sobre você e permite que o programa adicione links de outros perfis sociais seus como Twitter, Blog pessoal, FriendFeed, Facebook etc.
Deve-se criar este perfil e adicionar os links manualmente para que o Google possa construir sua própria “rede social”. Além disso, de acordo com o engenheiro do Google Matt Cutts, o usuário está autorizando o buscador a associar tais informações ao seu nome, dentro das buscas sociais de outros usuários.
“Uma vez que você criou um Google Profile e adicionou links a seus vários serviços de redes sociais, você confirma estar confortável em compartilhar com o mundo tais informações”, explica Cutts. “E baseando-se nessa autorização, o Google inicia a construção do seu círculo social.”
Além das conexões em seu Google Profile, o Google Social Search utiliza dados compartilhados pelos seus contatos no Google Chat e dentro de sua conta no Google Reader para construir os resultados.
A ferramenta também irá exibir informações sociais compartilhadas com os amigos de seus amigos, incluindo esses dados em seus resultados de busca. Todos os conteúdos indexados são compartilhados publicamente, e sempre que quiser você tem a opção de remover qualquer serviço de seu Google Profile.

Microblog passam a ser indexados


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Google e Microsoft passam a fazer pesquisa no microblog
Fonte: Folha de S. Paulo. Data: 28/10/2009.
Aos poucos, o Twitter começa a firmar parcerias que podem torná-lo lucrativo. Apesar da popularidade crescente, o serviço de microblog ainda não rende dinheiro para seus criadores.
Na semana passada, a Microsoft e o Google anunciaram que tornarão acessíveis em tempo real as atualizações do Twitter em seus mecanismos de busca.
A Microsoft anunciou também uma parceria com o Facebook para mostrar os resultados da rede no Bing. "Levamos o melhor do tempo real diretamente para os resultados das buscas", disse Yusuf Mehdi, vice-presidente dos serviços de internet da Microsoft.
"Estamos empolgados em anunciar que chegamos a um acordo com o Twitter para incluir suas atualizações em nossos resultados de busca", disse o Google em seu blog oficial (googleblog.blogspot.com). "Nós acreditamos que nossos resultados de buscas e a experiência do usuário vão se beneficiar muito com a inclusão desses dados em tempo real."
Confira a versão do Bing com Twitter em www.bing.com/twitter. Para acessá-lo, é preciso modificar a localização para Estados Unidos.
Usuários do Bing Twitter poderão ver mensagens que combinam com suas buscas em ordem cronológica. Terão a opção de ver os resultados em um modelo chamado "best match", em que o Bing irá aplicar diversas técnicas de pesquisa e relevância para melhorar os resultados. Tweets populares e muito retwittados aparecerão primeiro; spam e resultados duplicados serão excluídos, disse o News.com.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Atingimos os 100 seguidores!


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Hoje, 26 de Outubro, este blogue atingiu a bonita marca de 100 seguidores. Por sua vez, também é de referir que no mês de Setembro o blogue teve um total de 6.927 visitantes únicos.Estes pequenos indicadores contribuem imenso para a nossa vontade em melhorar continuamente o blogue. Muito obrigado a todos pela vossa fidelidade e proximidade!

Um abraço amigo,
Paulo Sousa

Tuites viram livro


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Fonte: Info Online. Data: 23/10/2009.
Decifrar as peças de William Shakespeare em ensaios escolares aparentemente não foi o bastante para dois universitários.
Eles escreveram um livro com frases do Twitter que resumem e satirizam obras da literatura.
O "Twitterature: The World´s Greatest Books Retold Through Twitter" (algo como Twitteratura: Os Maiores Livros do Mundo Recontados Através do Twitter), que será lançado pela Penguin no próximo mês na Grã-Bretanha, é uma coletânea de 20 comentários irreverentes, profanos e algumas vezes brilhantes sobre ideias e temas sobre cerca de 60 clássicos da literatura.
Os "tuites" de Emmett Rensin e de Alexander Aciman combinam o conhecimento da língua inglesa com as abreviações de textos de mensagens escritas por adolescentes.
"É engraçado se você tiver lido os livros", disse Rensin, que leu todos os romances descritos até os 19 anos. Rensin é estudante de Inglês e Filosofia na Universidade de Chicago, e o outro autor do livro, Aciman, é formado em Literatura.
Os autores deixam bem claro que o livro não pretende ajudar estudantes a compreender "Paraíso Perdido", de Milton, ou "A Metamorfose", de Kafka, mas provocar risadas.
Tome como exemplo o "Inferno", de Dante, - que os autores resumiram em entradas no Twitter de até 140 caracteres: "Estou tendo uma crise de meia-idade. Perdido na floresta. Deveria ter trazido meu iPhone".
Ou "Édipo Rei", de Sófocles: "FESTA EM TEBAS!!! Ninguém se importa que eu matei aquele velho, e a mulher dele está dando em cima de mim".
Mas o livro recebeu críticas mistas.
"Algumas pessoas o acharam engraçado e algumas pessoas acharam que era desrespeitoso", disse Aciman.
O objetivo era fazer as pessoas rirem, não ofender os defensores da grande literatura, dizem os autores

Na África, respostas por telefone 'substituem' uso da internet


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Fonte: Folha de S. Paulo. Data: 26/10/2009.
Autor: Ronald Nixon.
O autor do telefonema estava frustrado. Uma nova peste estava corroendo seu recém-plantado cafezal, e ele queria saber o que fazer. Tyssa Muhima tomou notas e prometeu ligar de volta em dez minutos com a resposta. Todos os dias, Muhima e duas outras jovens num pequeno call center dos arredores da capital ugandense, Campala, respondem a cerca de 40 perguntas desse tipo. Elas são as telefonistas do Question Box ("caixa de perguntas"), um serviço telefônico gratuito e sem fins lucrativos destinado a levar informação a moradores de áreas remotas, sem acesso a computadores.
A premissa é de que muitas barreiras impedem a maior parte do mundo em desenvolvimento de se beneficiar da riqueza de conhecimento disponível através de mecanismos de busca da internet, disse Rose Shuman, criadora do serviço. Isso pode ser um entrave ao desenvolvimento econômico. "Então, pensei: por que não levar a informação a eles de uma forma que seja mais conveniente e útil?", disse Shuman, que vive em Santa Monica, na Califórnia.
Em duas comunidades rurais de Uganda, as pessoas podem recorrer a 40 agentes do Question Box que têm celulares. Esses agentes ligam para o call center e fazem as perguntas ou põem a ligação no viva-voz para que o próprio morador pergunte. As telefonistas então procuram a resposta num banco de dados e passam ao agente, que a transmite ao morador. Os agentes são recompensados com créditos de celular. O serviço é um esforço conjunto da ONG Open Mind, fundada por Shuman, e da Fundação Grameen, mais conhecida por seu trabalho com microcrédito.
Ele recebeu apoio financeiro da Fundação Bill e Melinda Gates. O serviço Question Box foi introduzido inicialmente há dois anos, em aldeias remotas da Índia, e chegou em abril a Uganda. A versão ugandense se beneficia da explosiva popularidade dos celulares na África. O uso dos celulares mais do que triplicou nos últimos anos, e hoje quase 300 milhões de africanos têm esses aparelhos. Se antes as aldeias rurais eram isoladas dos centros urbanos, hoje os celulares representam uma linha vital, oferecendo acesso a bancos, notícias e oportunidades de negócios. Esse é um grande avanço tecnológico, mas, para a maioria dos africanos, a internet ainda é custosa e lenta demais.
O Question Box foi concebido como uma forma de superar o gasto e a escassez das conexões à internet. No futuro, o Question Box permitirá que agricultores e outros usem o serviço por seus próprios celulares ou por mensagem de texto. Em junho, o Google lançou um esforço semelhante em Uganda, também envolvendo a Fundação Grameen, que permite às pessoas encontrarem informações em temas como saúde e agricultura via mensagem de texto.
Nathan Eagle, pesquisador do Instituto Santa Fe, do Novo México (EUA), que tem estudado os celulares e o desenvolvimento na África, disse que, embora serviços como esses possam ser úteis, eles precisam responder às necessidades dos usuários. "Não podemos nos sentar nos nossos escritórios nos EUA e decidir o que é útil para as pessoas e o que é significativo nas suas vidas", disse Eagle, que também dirige uma empresa ligada à telefonia celular no Quênia. "Os serviços só agregam valor se forem abertos."
Shuman disse que o Question Box é principalmente uma ferramenta para o desenvolvimento econômico. O setor agrícola de Uganda emprega mais de 80% da mão de obra do país, e receber informação rápida sobre os preços dos produtos ou as técnicas de plantio mais atuais é crucial. "Dessa maneira, estamos ajudando os agricultores a tomarem decisões sobre o que vender, o que plantar e como melhor cuidar das suas lavouras", disse Shuman. "Trata-se de dar às comunidades a capacidade de se ajudarem." Nem todas as questões que aparecem são voltadas para os negócios. Algumas são sobre esportes -"Qual time de futebol é melhor, Manchester United ou Barcelona?"- ou dados históricos. Na Índia, os moradores podem usar o Question Box por meio de uma caixa de verdade -metálica, com microfone acionado por um botão. Eles fazem a pergunta, e o telefonista em uma cidade distante procura a resposta imediatamente na internet ou então pede alguns minutos antes de ligar de volta. "Muita dessa informação nem está disponível na internet", disse Jon Gosier, executivo-chefe de tecnologia da Question Box.
"O verdadeiro valor desse banco de dados é que ele contém uma riqueza de informações que só diz respeito às áreas locais." Gosier disse que a maior parte das comunidades rurais de Uganda é tão remota que não compensa para os provedores oferecer-lhes serviços de internet. "Mesmo nos próximos dez anos, não acho que você verá áreas como essas sendo conectadas. Por isso o Question Box continuará sendo uma ferramenta importante para levar às pessoas dessas áreas a informação de que elas precisam."

Google domina 95% das buscas brasileiras


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Fonte: Info Online. Data: 23/10/2009.
Autor: Guilherme Pavarin.
Um estudo feito com 90 mil pessoas pela Serasa Experian Hitwise apontou que 95,37% das buscas online foram feitas pelo site de buscas do Google.
Para chegar ao resultado, a empresa analisou 60 mil sites no Brasil entre o mês de setembro e o início de outubro. Nas quatro semanas de medição, a ferramenta de pesquisa na internet que chegou mais próximo da líder foi o Yahoo!, com 1,88% das buscas brasileiras.
Em seguida veio o Bing, da Microsoft, com 1,65%, seguido pelo Ask.com que somou 0,23% durante o mês passado.
De acordo com os dados da própria Serasa Experian Hitwise, no período pesquisado, o brasileiro usou muito mais o Google que os americanos.
Nos Estados Unidos, o Google é usado por 71,08% dos usuários. Por lá, em segundo lugar, vem o Yahoo!, a exemplo do cenário brasileiro, mas com relevância bem maior: detém 16,38% do mercado. O Bing é o terceiro colocado com 8,96% e o Ask.com, o quarto, com 2,56%.
A área mais pesquisada pelos brasileiros pelos sites de busca foi a de “Saúde e Medicina”, segundo os dados analisados. Ainda sob efeito do alarde contra o vírus H1N1, 56,58% das visitações de sites do gênero provieram de ferramenta de pesquisas online no mês passado. Sozinho, o Google representou 53,76%.
Outro destaque da pesquisa é que os brasileiros, quando vão pesquisar, preferem, na maioria dos casos, utilizar apenas uma palavra-chave: 22,66% das buscas brasileiras são feitas deste modo.
O segundo jeito de busca online mais adotado pelos internautas é usando três palavras, com 21,44% do total.
Os resultados totais de Brasil e Estados Unidos estão abertos no site da Serasa Experian Hitwise [URL: http://www.serasa.com.br/empresa/noticias/2009/noticia_0793.htm].

Google Wave - Google reforça o mail


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Esta nueva aplicación, todavía en fase de pruebas, es el intento de Google de revolucionar el mundo de las comunicaciones, integrando en una misma cuenta mensajes, chat, vídeo, imágenes, mapas y un sinfín de servicios más.

Notícia EL PAÍS
Google Wave

Google Wave is an online tool for real-time communication and collaboration. A wave can be both a conversation and a document where people can discuss and work together using richly formatted text, photos, videos, maps, and more.


sábado, 24 de outubro de 2009

Encontro Nacional do Sistema de Bibliotecas Públicas


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No período de 1 a 3 de dezembro de 2009 será realizado no Auditório Machado de Assis da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro o IV Simpósio Latino-Americano de Bibliotecas Públicas e o XVI Encontro Nacional do Sistema de Bibliotecas Públicas, com o tema: Desafios das novas tecnologias em bibliotecas públicas. As inscrições estarão abertas de 9 a 18 de novembro de 2009.
Maiores informações no URL: http://www.bn.br/portal/index.jsp?nu_padrao_apresentacao=25&nu_item_conteudo=783&nu_pagina=1

Livro e leitura no Brasil


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Fonte: Blog do Galeno Amorim. Data: 22/10/2009.
URL: http://blogdogaleno.blog.uol.com.br/
Já se sabe que a década atual não entrará para a história como aquela em que os problemas da baixa leitura foram sanados ou que o Brasil se aproximou dos índices dos países desenvolvidos. Porém, ela pode ficar conhecida no futuro como a mais importante da história das políticas públicas do livro e da leitura por ter representado o início da virada. Após uma derrapagem inicial (em 2003, o governo extinguiu, inexplicavelmente, a Secretaria Nacional do Livro e da Leitura), não houve, depois, um só ano sem que alguma medida importante tenha sido anunciada.
A primeira foi a Lei do Livro, um marco regulatório, assinada naquele mesmo ano pelo presidente Lula. No ano seguinte, houve a desoneração fiscal do livro. Em 2005, uma ampla parceria público-privada celebrou o Ano Ibero-Americano da Leitura com 100 mil ações, projetos e programas, numa mobilização sem precedentes. Em seguida, viriam o BNDES ProLivro e o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL). Antes, a Câmara Setorial - outra novidade - aprovara as diretrizes dessa política até 2020. As editoras então criaram o Instituto Pró-Livro e o Prêmio Vivaleitura, do governo, catalogou 10 mil ações de fomento à leitura. O Ministério da Cultura, de sua parte, correu para eliminar a chaga social representada por 1.300 municípios sem bibliotecas - o que ocorrerá até o fim do ano.
Outro ganho notável foi a ampliação e consolidação dos programas sociais do livro, que chegam a 30 milhões de alunos pobres. O resultado de tudo isso é que o índice de leitura subiu para 4,7 livros por habitante/ano (entre os brasileiros acima de 15 anos e pelo menos três anos de escolaridade, era 1,8 livro/ano em 2000 e dobrou em 2008, segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil). Embora o rumo pareça certo, o país está aquém de suas necessidades. É preciso, agora, pôr o pé no acelerador e intensificar as ações. O primeiro passo é acabar de cumprir a agenda feita pelo governo e a sociedade entre 2004 e 2006 e legitimada por 40 mil lideranças. Entre pontos que restam, estão o financiamento público dessas políticas e uma estrutura de gestão, que pode ser o Instituto Nacional do Livro e Leitura.
O Congresso votará, este ano, o Fundo Pró-Leitura (0,33% da receita), oferecido em troca da desoneração. Bem que os parlamentares poderiam aproveitar e destinar parte do fundo social do pré-sal para reforçar esse caixa. E o governo passar a destinar orçamentos dignos e instituir um amplo programa de revitalização da atual e precária rede nacional de bibliotecas. Com isso, teremos muito a comemorar.

Twitter atinge 5 bilhões de mensagens


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O Twitter mal alcançou um bilhão de mensagens em cerca de um ano, já chegou aos cinco bilhões. De acordo com o GigaTweet [URL: http://popacular.com/gigatweet/], que mostra em tempo real, o número de textos publicados por hora e por dia da semana.
A mensagem do quinto bilhão foi publicada às 18 horas desta segunda-feira, 19 de outubro de 2009.
Vale a pena conferir outras estatísticas no Gigatweet e verificar o surpreendente crescimento dessa ferramenta.
Murilo Cunha

27 de outubro: Dia Mundial da Preservação Audiovisual


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O "Dia Mundial da Preservação da Herança Audiovisual" é uma iniciativa da UNESCO, apoiada pela FIAF (Federação Internacional de Arquivos de Filmes), que pretende enfatizar a importância da documentação audiovisual e a necessidade da tomada de medidas urgentes para a sua preservação.
O Arquivo Nacional (Brasil), propõe para o dia 27 de outubro de 2009 uma homenagem a um dos pioneiros do cinema brasileiro, o cineasta Humberto Mauro (1897-1983), e ao diretor e produtor de cinema Jurandyr Noronha, o pesquisador brasileiro com mais tempo de atuação nessa área.
Fonte: www.enara.org.br/modules.php?name=News&file=article&sid=913

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

2º Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas Comunitárias


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O 2º Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias e o 2º Fórum Prazeres da Leitura serão realizados de 12 a 14 de novembro de 2009, em São Paulo.

Entre as temáticas dos eventos estão “Políticas públicas de incentivo a leitura e bibliotecas”, “Desenvolvimento de seviços inovadores em bibliotecas públicas e comunitárias” e “Perfil das lideranças na gestão de bibliotecas e espaços de leitura”.

A mesa-redonda “Acessibilidade em bibliotecas” terá a participação de Maria Tereza Egler Mantoan, professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas, Linamara Rizzo Battistella, secretária dos Direitos das Pessoas com Deficiência do Estado de São Paulo, e de Guilherme Lira, da Acessibilidade Brasil.

“Programas de incentivo à leitura nas bibliotecas de Medelín”, com Yicel Nayrobis Giraldo Giraldo, da Escola Interamericana de Biblioteconomia, na Colômbia, “Sistema de Bibliotecas Públicas de Milão”, com Aldo Pirola, diretor do Sistema de Bibliotecas Públicas de Milão, na Itália, e “Mediação cultural das bibliotecas frente ao perfil dos novos leitores”, com Lucia Santaella, professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, são algumas das palestras programadas.

Os eventos ocorrerão no Teatro da Universidade Católica (Tuca), na rua Monte Alegre 1024, Perdizes, São Paulo, SP.

Mais informações: www.acquaviva.com.br/sisconev e bibviva2009@acquaviva.com.br

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Apresentação pública da Unidade Integrada de Gestão de Processos Documentais do Hospital de São João


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No dia em que passam exactamente quatro anos desde a assinatura, em Faro, da Convenção Quadro do Conselho da Europa relativa ao Valor do Património Cultural para a Sociedade, e cerca de um ano depois da transposição dos seus preceitos para a Ordem Jurídica nacional, o Hospital São João vai contribuir para a materialização, em Portugal, deste desígnio europeu.

Enquanto segunda maior instituição de saúde do país e na sua condição de entidade de referência em múltiplas áreas do Sector da Saúde, o São João compilou um acervo e espólio documental ímpar e de valor inestimável a todos os títulos para a comunidade mundial.

Assim sendo, o Hospital São João decidiu criar a sua UIG PD (Unidade Integrada de Gestão de Processos Documentais) para garantir o cumprimento destes propósitos e vai assinalar esta sua iniciativa com a organização de uma sessão de apresentação pública que terá início às 10 horas do dia 27 de Outubro, na Aula Magna da FMUP.


Informação disponibilizada pela colega Dr.ª Fernanda Gonçalves e website do Hospital São João.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Banda larga na Finlândia é um direito do cidadão


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Fonte: Correio Braziliense (Brasilia). Data: 21/10/2009.
O acesso à banda larga de qualidade virou um direito constitucional. Pelo menos para os moradores da Finlândia, que viram o governo do país promulgar uma lei que torna o acesso à internet com conexão de 1 Mbps um direito fundamental de todo cidadão. “Conexões de dados não são apenas entretenimento, mas uma necessidade”, defendeu o secretário do Ministério dos Transportes e Comunicação, Harri Pursiainen. Segundo o governo finlandês, 83% da população (de 5,3 milhões de habitantes) entre 16 e 74 anos utilizavam a web diariamente. A intenção é que, em 2015, nenhum cidadão finlandês viva a mais de 2 km de um ponto de conexão capaz de trafegar dados a 100 Mbps.

Semana da Ciência da Informação em Ribeirão Preto


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A VI Semana de Estudos em Ciência da Informação, organizada pelos alunos do Curso de Ciências da Informação e da Documentação, da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto – USP pretende estabelecer o diálogo entre a Ciência da Informação e as questões relacionadas à tecnologia, sociedade e mercado de trabalho.
O intuito é o de servir como subsidio à complementação do curso e abrir espaço para discussão entre profissionais que atuam na área e para o publico em geral.
Vinculada à VI Semana de Estudos será realizada I Mostra Científica do Curso de Ciência da Informação e da Documentação, que pretende divulgar os trabalhos científicos elaborados pelos graduandos interessados em divulgar os seus projetos.
Será realizada no período de 9 a 11 de Novembro de 2009, nas dependências da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto, contando com o apoio da própria Faculdade, da Comissão de Cultura e Extensão da FFCLRP, do Departamento de Física e Matemática.
Maiores informações em: http://semanasecid.blogspot.com/

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Europa tem 700 serviços de video-on-demand


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Fonte: Pay-TV. Data: 17/10/2009.

Segundo novo estudo publicado pelo European Audiovisual Observatory e pela Direction du développement des médias (França), existem na Europa cerca de 700 serviços de video-on-demand (VOD) ativos, oferecidos por 366 provedores. Os dados referem-se a dezembro de 2008.

O estudo "Video on Demand and Catch-Up Television in Europe" seguiu os critérios para a definição de serviços de VOD adotados pela Diretiva Europeia de Serviços de Mídias Audiovisuais, assinada em 2007. O critério define serviço de VOD como aquele que tem controle editorial sobre os conteúdos oferecidos, em oposição às plataformas que apenas agregam conteúdos de diferentes fontes (como o YouTube, por exemplo).

Internet à frente

O país com o maior número de serviços é o Reino Unido, com 145, seguido da França (106) e Itália (93). Quanto às plataformas, mais da metade dos serviços de VOD é servida via Internet, contra 30% em IPTV (ADSL), 7% via cabo e menos de 3% por satélite. O único serviço de VOD por TV digital terrestre detectado foi o da Top Up TV, na Inglaterra. O estudo não leva em conta serviços oferecidos nas plataformas celulares ou sites dedicados apenas a trailers e material adulto.

Kindle no Brasil


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Kindle junta-se ao eBook Reader no mercado de leitores digitais do Brasil
Fonte: Folha de S. Paulo Online. Data: 19/10/2009.
Autor: Maurício Kanno.
O Kindle, da Amazon, que começa a ser enviado nesta segunda-feira (19) ao Brasil, acrescenta uma opção melhorada aos interessados brasileiros em leitores de e-books, os livros digitais.
A opção mais famosa encontrada pelos consumidores brasileiros até agora no país era o eBook Reader, lançado no início de 2007 aqui pela eBook Cult, que distribui livros eletrônicos gratuitos e resolveu importar o equipamento. O responsável pela iniciativa, Ednei Procópio, também é diretor da pequena editora Giz Editorial.
Fabricado na China, o produto é vendido no Brasil por R$ 849,90. Assim, o valor não difere muito do Kindle, que começa a sair por quase R$ 1.000.
O tamanho também é parecido: a diagonal da tela do eBook Reader é de 5,5 polegadas (14 centímetros); já a tela do Kindle vendido ao Brasil é de 6 polegadas; o comprimento é similar também: 20,32 cm para o Kindle e 19,12 cm para o eBook. Com 500 gramas, é bem mais pesado que o Kindle, de 306 gramas.
Para guardar os livros eletrônicos no aparelho, seja em formatos doc, txt ou rtf, por exemplo, é preciso convertê-los para o formato do aparelho, usando o próprio site da empresa ou software pago à parte.
Com 8 megabytes para memória de armazenamento, o eBook pode armazenar em média cerca de 30 livros eletrônicos de cada vez (ao considerar cada livro com cerca de 333 páginas) ou 10 mil páginas. A memória pode ser expandida.
Um eBookCard de 128 Mb, por exemplo, pode guardar até 500 livros digitais (150.000 páginas). O Kindle afirma que pode guardar cerca de 1.500 livros digitais, mas não especifica o número de páginas. O mesmo produto nos EUA é chamado de eBookWise.

Braview
A fabricante brasileira de produtos de informática Braview causou expectativa em junho, quando anunciou na feira de eletroeletrônicos e eletrodomésticos Eletrolar Show 2009 o que seria o primeiro leitor de e-books fabricado no Brasil --na verdade, importado e somente finalizado por aqui.
O nome do produto seria praticamente igual ao do comercializado pela eBook Cult: e-Book Reader. Seu grande diferencial é o preço, de apenas cerca de R$ 340 --o valor foi anunciado na verdade em dólar, a US$ 200. Seria menos da metade do preço dos concorrentes. No entanto, apesar de a empresa primeiro anunciar que começaria a vender seu produto em setembro, conforme a mídia noticiou na época, até agora seu site sequer apresenta informações sobre o suposto pioneiro e-Book Reader brasileiro.
No máximo, há uma referência no site da Braview de que a empresa já apresentaria em setembro de 2008, na feira Escolar PaperBrasil, o seu "e-Book Reader (Livro Eletrônico), dispositivo que possibilitará ao usuário a leitura de mídias digitais equivalentes a um livro impresso com a grande vantagem da portabilidade".

Sony
O concorrente principal do Kindle no mercado internacional são os e-readers da Sony, que conquistaram 35% do mercado de leitores eletrônicos nos EUA em 2009. Outros 60% ficaram com o Kindle.
A Sony anunciou que em agosto começaria a vender nos EUA uma outra versão de seu leitor, mais barato, a US$ 199: o Reader Pocket Edition, de 5 polegadas. A versão similar do Kindle, de 6 polegadas, agora está em US$ 259 no país.
No entanto, nenhum dos modelos da empresa, incluindo também o Reader Touch Edition e o Reader Daily Edition, ainda são oficialmente vendidos ao Brasil.
No Mercado Livre, no entanto, alguns deles podem ser encontrados, com preços variando entre R$ 1.590 e R$ 1.390. O Reader Touch tem 284 gramas e 17,5 cm de comprimento. Já o Pocket, menor, é apresentado com 220 gramas e 15,5 cm de comprimento.

Google preocupa livreiros


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Biblioteca Mundial da Google causa indignação na Feira de Frankfurt
Fonte: France Presse, G1. Data: 18/10/2009.

O projeto da Google, site de buscas mais poderoso da internet, de transformar milhões de livros em literatura eletrônica para serem consultados on-line, foi recebido com descontentamento na 61ª Feira Internacional do Livro de Frankfurt.

Roland Reuss, professor de Literatura da Universidade de Heidelberg (sudoeste da Alemanha), é um dos que denunciam o plano da Google de digitalizar vários livros esgotados ou difíceis de ser encontrados para oferecê-los na internet e obter lucros por meio da publicidade.

"Isso não tem sentido de A a Z, é lixo e propaganda histérica", afirmou Reuss em um debate realizado sobre este assunto em Frankfurt, advertindo para o risco do aniquilamento da indústria editorial tradicional.

"Vocês revolucionam o mercado (do livro), mas o custo será a destruição daqueles que produzem livros", declarou.

Um executivo da Google na Grã-Bretanha, Santiago de la Mora, respondeu: "Resolvemos um dos grandes problemas mundiais: o fato de um livro que não se pode encontrar ser quase um livro morto".

O projeto da biblioteca digital Google Books deparou-se nos Estados Unidos e na Europa com vários críticos, que temem uma violação dos direitos autorais.

No final de 2008, os autores e os editores norte-americanos concluíram com a Google um acordo sobre a exploração desses títulos disponibilizados on-line e sobre o pagamento pelos respectivos espaços publicitários. No entanto, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, em nome dos direitos autorais, ordenou a revisão do projeto. A discussão continua na justiça em Nova York, onde se espera um veredicto para novembro.

O acordo de 2008 também é contestado pelos governos de França e Alemanha. As editoras europeias e os poderes públicos consideram que a Google violou as leis vigentes na União Europeia ao escanear sem autorização prévia 10 milhões de obras, algumas provenientes da Europa.

"Antes de qualquer utilização comercial de uma obra, é preciso pedir permissão", afirmou Christian Sprang, advogado da Associação de Editoras e Livrarias Alemãs.

Ao ser consultado pela AFP sobre este debate, o comissário europeu encarregado do multilinguismo, Leonard Orban, disse que "é preciso garantir o acesso do público aos livros, se possível, gratuitamente, e também é preciso proteger os autores".

Em Frankfurt, a Google confirmou o lançamento em 2010 na Europa de seu serviço Edições Google, que permitirá baixar livros inteiros pelo telefone celular ou em qualquer leitor digital.

Desde que a Amazon.com lançou o serviço Kindle, a perspectiva de um novo concorrente causa apreensão nas editoras, que temem uma forte queda das vendas de livros "clássicos". Segundo as previsões do setor, os libros eletrônicos estarão entre os principais presentes de Natal.

Para as editoras, o Edições Google é mais ameaçador do que a Amazon. Qualquer aparelho eletrônico dotado de um navegador para a web --dos smartphones aos livros eletrônicos, passando pelos computadores, portáteis ou de mesa-- poderá ter acesso ao catálogo do Edições Google.

Já a compra de obras que podem ser lidas nos livros eletrônicos Kindle só pode ser feita através do Kindle.

Segundo a Google, cerca de 500.000 obras estarão disponíveis a partir do primeiro semestre de 2010 na Europa.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Livreiros testam ''dia do download''


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Fonte: Folha de S. Paulo Online. Data: 14/10/2009.
Em meio à insegurança por causa da crise econômica e à revolução digital, a Feira do Livro de Frankfurt abriu nesta quarta-feira (14) ao público. Apesar do momento, os primeiros dados oficiais sobre o número de expositores não refletem uma queda dramática.
No ano passado, 3.337 expositores participaram do evento, uma ligeira baixa em comparação aos 3.312 inscritos nesta edição. Para os especialistas, o pequeno recuo representa a consolidação do setor por meio das fusões.
No entanto, a menor participação de visitantes na feira fica evidente em uma caminhada pelos pavilhões, na comparação com as edições anteriores.
"É incrível poder caminhar sem ser empurrado", comentou um editor após a abertura da feira.
Os editores alemães não sofreram muito com a crise --o setor cresceu 2,8% neste ano-- mas em outros países, especialmente no mundo anglo-saxão, houve queda nas vendas, como disse o diretor da feira, Jürgen Boos.
Há tempos Boos vem insistindo que a pergunta-chave do momento é como o setor editorial pode fechar negócios com conteúdos digitais e ressaltou que a busca de uma resposta pode tornar esta edição da feira uma das mais importantes da história.
Dia do download
Os livreiros alemães lançaram nesta quarta uma iniciativa que pode ser vista como uma tentativa de responder a pergunta. Trata-se de "Download-days", uma atividade que será realizada durante a feira com a participação de Herta Müller, ganhadora do último Prêmio Nobel de Literatura, com sua obra "Atemschaukel".
Em cada um dos dias da feira, os editoriais darão acesso livre a um título que estará pendurado em plataforma digital libreka.de, da Associação de Livreiros Alemães.
Com a abertura limitada, espera-se que os leitores fiquem tentados a comprar os livros, seja no formato digital ou no tradicional. No entanto, há quem duvide da estratégia e considere difícil manter o interesse de compra de um produto que no primeiro momento foi oferecido gratuitamente.
A iniciativa abriu com "Couch Surfing" de Brian Thacker, e segue amanhã com "Atemschaukel". Depois será a vez de "Welt aus Glas", de Ernst-Wilhelm Handler, "Glücklicher Hund", de Nadja Kneissler, e "Adam und Evelyn", de Ingo Schulze.
Após a feira, a plataforma terá continuidade, mas não será diária. Um título ficará à disposição dos leitores todas as terças. As obras digitais oferecidas na feira são romances, com exceção de "Glücklicher Hund", um manual de psicologia canina. Libreka.de está sendo considerada pelos livreiros como uma alternativa ao programa de digitalização do Google, com a vantagem de ser controlado pelas editoras.
Embora os leitores eletrônicos não tenham aderido na Europa com a velocidade estimada há um ano, quando foram apresentados na Feira de Frankfurt, um especialista dos livreiros alemães, Roland Schil, demonstrou convicção que chegará o dia em que essas ferramentas se tornarão parte do cotidiano. Para isso, Schil é imprescindível que os leitores eletrônicos incluam além de livros, outros conteúdos, como jornais.

O plano de infoliteracia da Biblioteca da FEUP


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A Biblioteca da FEUP possui um plano de infoliteracia que foi apresentado aos Directores de Curso no passado mês de Junho, com o objectivo de dar a conhecer uma proposta para o desenvolvimento de competências de infoliteracia dos estudantes de forma articulada e integrada com os cursos.


Infoliteracia: o que é?
O conceito de infoliteracia, de entre as várias definições existentes, pode ser entendido como um conjunto de competências associadas à localização, avaliação e uso eficaz da informação (American Library Association). Para designar esse conjunto de competências, a Biblioteca adoptou o termo infoliteracia.
A infoliteracia dá às pessoas, ao longo da vida, o poder para procurar, avaliar, usar e criar informação de uma forma que efectivamente lhes permita atingir os seus objectivos pessoais, sociais, educacionais e ocupacionais. É um direito humano básico num mundo digital e promove a inclusão social das nações.” (Alexandria Proclamation 2005)


Plano de infoliteracia na FEUP: para quê?
Plano de infoliteracia: para quê? No contexto do ensino superior, de entre as várias “literacias académicas” requeridas no novo modelo de ensino e aprendizagem por projecto, preconizado por Bolonha, a infoliteracia assume‐se como uma componente essencial. Potencia um entendimento crítico dos conteúdos e a expansão da investigação, tornando as pessoas mais autónomas, assumindo um maior controlo sobre a sua aprendizagem. É um sinónimo de "saber como aprender", ou “aprender a aprender”. (Bundy 2004)

Partindo deste conceito, considerado como uma linha de acção estratégica da Biblioteca da FEUP, a Equipa de Apoio e Descoberta elaborou um Plano de Infoliteracia, que tem por objectivo sensibilizar a comunidade para a importância de uma componente essencial ao processo de aprendizagem ao longo da vida, indicando estratégias e apontando caminhos para dotar a comunidade de estudantes com as competências de pesquisa de informação necessárias, que contribuam para o sucesso do seu percurso académico.

Inspirado num modelo de referência internacional, este plano elenca sete competências básicas associadas à infoliteracia (Fig. 1). Apresenta um mapeamento dessas competências para os 3 ciclos de estudo e identifica as actividades e serviços prestados pela Biblioteca que contribuem para a aquisição dessas competências.

Fig. 1 - Seven Pilars of information Literacy Model

Fig. 1 - Seven Pilars of information Literacy Model Society of College, National and University Libraries, UK


Implementar a infoliteracia na comunidade da FEUP: caminhos possíveis
De entre os modelos e abordagens possíveis à infoliteracia e mais comummente utilizados no contexto universitário, destacam-se 3 níveis de ligação das actividades aos cursos ou unidades curriculares: extracurricular (sem ligação aos cursos ou u.c.); intercurricular (com ligação/integração parcial aos cursos ou u.c.); intracurricular (integração com os cursos ou u.c.).
No plano é apresentada uma proposta quanto ao nível de implementação que cada umas das actividades desenvolvidas pela Biblioteca neste domínio, poderá vir a ter com os cursos, unidades curriculares e currículos, a ser analisada e discutida pela comunidade académica.
Definidos os objectivos de aprendizagem para cada uma das actividades incluídas no plano de infoliteracia, o documento termina com possíveis instrumentos de avaliação que lhe poderão estar associadas, consoante o nível de aproximação/integração aos currículos dos cursos que vier a ser decidido em conjunto com a comunidade.
Fonte: Website da Biblioteca da FEUP

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Certidões Digitais: novo serviço ao cidadão


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A Direcção Geral de Arquivos iniciou um novo serviço que estará disponível em todos os arquivos dependentes.

A certificação de documentos passou a poder ser feita digitalmente através da aplicação de uma assinatura digital qualificada sobre um ficheiro pdf. Esta assinatura é emitida pela Entidade Certificadora Comum do Estado que é a Entidade Certificadora Raíz do Estado, dentro do Sistema de Certificação Electrónica do Estado (SCEE).

Este processo permite acelerar substancialmente e emissão e entrega de documentos certificados, particularmente para clientes que habitem fora das áeras de intervenção dos arquivos dependentes ou no estrangeiro.

As certidões digitais têm o mesmo valor probatório das suas congéneres em papel, ao abrigo do Decreto-Lei 62/2003, de 3 de Abril e não podem ser repudiadas por instituições nacionais sejam públicas ou privadas.

As certidões digitais portadoras de assinatura digital qualificada são igualmente válidas em países membros ao abrigo da Directiva Comunitária n.º 1999/93/CE:.

As certidões digitais poderão não ser aceites em países terceiros, pelo que se recomenda que qualquer pessoa que habite nesses países, diligencie junto das instituições e autoridades locais para averiguar da possível aceitação de documentos electrónicos certificados com assinatura digital emitida pela ECCE.

Para mais informações sobre a prestação deste novo serviço contacte os arquivos da rede DGARQ.

Fonte: DGARQ

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

UNICAMP: 100% das teses digitalizadas


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Unicamp 100% digita
Fonte: Agência FAPESP.
URL: www.agencia.fapesp.br/materia/11213/unicamp-100-digital.htm
Com o total de 30.871 teses e dissertações em sua Biblioteca Digital, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)[URL:http://libdigi.unicamp.br] se tornou a primeira universidade brasileira a ter 100% dessa produção em formato eletrônico e com acesso livre pela internet.
Desde 2004, quem quiser baixar uma cópia dos trabalhos precisa se cadastrar, o que tem permitido um controle detalhado dos acessos.“Até o momento foram 4,3 milhões de downloads. A maior média é da área de humanidades e artes, com 1,6 milhão de downloads e 7.705 teses, média de 217 cópias por pesquisa. A média geral, considerando todas as áreas, é de 143 downloads por tese”, disse Luiz Atílio Vicentini, coordenador da Biblioteca Central Cesar Lattes e do Sistema de Bibliotecas da Unicamp.
A Biblioteca Digital da Unicamp passou dos 20 milhões de visitas, com um grande salto ocorrido a partir de 2005, quando o acervo foi indexado ao Google. “De 1 milhão naquele ano, a quantidade de visitas foi para mais de 3 milhões em 2006; em 2008 foram 6,5 milhões de acessos e, este ano, já temos mais de 5 milhões. Registramos picos de 30 mil visitas por dia”, disse Vicentini ao portal da universidade.
De acordo com o coordenador, há mais de 800 mil usuários cadastrados. O último levantamento apontou quase 24 mil downloads por usuários de 73 países, com destaque para Espanha e Portugal.O estudo mais acessado, intitulado O conhecimento matemático e o uso de jogos na sala de aula, foi apresentado por Regina Célia Grando na Faculdade de Educação e teve até o dia 13 de outubro 8.485 downloads e 43.784 visitas.

Escrevem no corpo em troca de comentários


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Mais uma notícia interessante sobre a mutação do comportamento informacional, concretamente dos mais jovens. Será que estamos a passar por uma reengenharia do processo de comunicação, mormente através do canal digital?

Os adolescentes em França inventaram uma nova moda: escrever dedicatórias no peito ou nas nádegas em troca de comentários nos blogues.

O mecanismo é simples: alguém que queira ver o seu nome desenhado no corpo do autor de um blogue, oferece-lhe um número determinado de comentários. Se o autor ou autora aceitar a "troca", publica a fotografia e é "recompensado" com os comentários prometidos.

Segundo números do El País, a promessa de comentários pode ir até aos 300, se a foto for mais ousada.

O fenómeno denominado "dedipix" (expressão que junta as palavras "dedicatória" e "pixel") alastrou entre os mais jovens, essencialmente na faixa etária dos 15 aos 25 anos.

A moda chegou recentemente ao conhecimento dos meios de comunicação franceses, provocando alvoroço e acusações ao site Skyblogs, muito utilizado pelos adolescentes e apontado como o originador da moda. Teme-se que o "dedipix" seja utilizado por predadores sexuais, que utilizam a Internet para entrar em contacto com novos "alvos".

O desejo de popularidade é a principal razão que leva a este tipo de exibicionismo. Essa busca por notoriedade online, aliada ao facto de, segundo uma psiquiatra citada pelo Le Nouvel Observateur, os jovens terem uma relação "descomplexada" com o seu corpo, explica o crescimento do fenómeno.

"Podemos considerar o facto inquietante, mas os adolescentes apenas estão a reproduzir os comportamentos voyeuristas e exibicionistas da nossa sociedade", refere.


Fonte: JN

4.ª CONFERÊNCIA SOBRE O ACESSO LIVRE AO CONHECIMENTO


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4.ª CONFERÊNCIA SOBRE O ACESSO LIVRE AO CONHECIMENTO

Universidade do Minho - Braga


Data:
26 e 27 de Novembro de 2009
Local:
Anfiteatro B1, CPII - Campus Gualtar

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Nova rede de banda larga no Brasil


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Plano de inclusão digital atingirá 4.245 municípios
Foonte: Valor Econômico. Data: 13/10/2009.
Autor: Cristiano Romero.
Os estudos para a rede, que terá conexão considerada rápida - 1 megabyte (1 Mbps) -, estão em estágio avançado
O plano nacional de inclusão digital poderá ser executado em 14 meses para implantar 31,448 mil quilômetros de fibras óticas. O último grande projeto de obras do governo Luiz Inácio Lula da Silva vai interligar 4.245 municípios (76% do território nacional) e beneficiar com o acesso à banda larga 162 milhões de pessoas (87% do total). A apresentação da proposta definitiva está prevista para 9 de novembro.
O projeto está orçado em R$ 1,1 bilhão, segundo o secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rogério Santanna. Os estudos para a rede, que terá conexão considerada rápida - 1 megabyte (1 Mbps) -, estão em estágio avançado. Hoje, 90% das conexões de internet no país têm velocidade inferior a 1 Mbps.
Apesar de ser o país mais rico da América Latina, o Brasil tem baixo índice de disseminação da banca larga - ela atinge 5,2 habitantes em cada 100. Os índices são maiores no Chile (8,5%), Argentina (7,8%) e Uruguai (6,5%).
O presidente Lula terá de decidir qual entidade administrará a rede nacional de banda larga. Há quatro possibilidades em análise. A primeira é usar a antiga holding do Sistema Telebrás, que foi mantida após a privatização das empresas de telefonia em 1998. Outra opção é criar uma nova empresa. Uma terceira é usar estatais do setor de tecnologia da informação, como Serpro e Dataprev, para incorporar as novas atividades. A quarta seria encampar a Eletronet, empresa do grupo AES que está em processo de falência e na qual a LightPar, braço de participações acionárias da Eletrobrás, detém 49% do capital. Para evitar atrasos, o governo pretende colocar em execução o plano sem contar com os 12 mil quilômetros de fibras óticas da Eletronet.
Dessas alternativas, a que mais tem ganhado força no governo é ressuscitar a Telebrás. "Para usá-la, basta uma portaria do Ministério das Comunicações, porque a Lei Geral de Telecomunicações já atribui ao ministro o poder de dar uma nova função à estatal", disse Santanna. A Telebrás é uma empresa de capital aberto com ação cotada em bolsa e R$ 283 milhões em caixa. O governo detém 91% das ações. Se ela voltar a operar, acredita Santanna, poderá promover uma oferta inicial de ações para captar recursos e destiná-los a futuros investimentos.

Agora tudo via celular!


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Livros, programas de rádio e seriados são pensados para começar primeiro na web, no smartphone ou celular
Fonte: O Globo Online. Data: 12/10/2009.
Autora: Marina Gonçalves.
Foi a música que primeiro viu a internet como aliada: a banda inglesa Radiohead foi a precursora, quando lançou digitalmente, em outubro de 2007, o disco "In rainbows". Agora a coisa começa a esquentar: tem seriado, livro, programa de rádio, tudo pensado para começar primeiro na web - ou no smartphone, no celular...
"Os buchas", seriado da Oi TV lançado no mês passado, por exemplo, foi totalmente criado para ser multiplataforma. Além dos capítulos inteiros disponíveis no site do canal, há vídeos teasers no Youtube, página no Twitter, blog. E até subtrama para celular.
- Criamos um programa para ser trabalhado em multiplataforma, com conteúdos convergentes em todas as mídias a nosso alcance. A ideia era que eles se completassem - explica o diretor da série, Pedro Antonio.
Além da participação na web, o seriado tem uma trama para celular, com conteúdo completamente independente sobre um dos protagonistas. E o blog "Volta Ju" (http://9ht6v.tk), de outro personagem, criado para agir como um viral, misturando ficção e realidade.
- O celular é uma maneira de interagir ainda mais com o público. Nossa estrutura na internet foi criada para que atendesse ao espectador da TV, com piadas, dicas e subprodutos que se comunicam com o programa. É um conteúdo de formato vertical, dentro do universo que o jovem está inserido hoje. Tentamos nos aproximar deles em vários níveis, com conteúdo específico para cada um - diz.
Na seara dos livros, a novidade, que deve ser lançada ainda este mês, vem da editora Gol Mobile, em processo final de acordo com a Record, para três lançamentos até o Natal. A Gol Readers vai além de aplicativos como o Kindle - recém chegado no Brasil. A ideia é que, a longo prazo, a parceria seja feita com todas as editores do país.
- O primeiro dos três livros será uma degustação free para testar sua audiência , com apenas dois capítulos e a capa de um romance póstumo de Sidney Sheldon, "Senhora do Jogo". É um mercado novo, que certamente vai crescer brutalmente, mas ninguém tem uma fórmula pronta ainda de como vai funcionar - explica Aumary Mello, coordenador do projeto.
Os outros dois títulos serão vendidos pela Apple Store: "Diários do Vampiro", best seller na última bienal, e o interativo "Grau 26" (em inglês, "Level 26"). A grande novidade é o terceiro livro: a cada 20 páginas, por exemplo, o leitor ganha uma senha para assistir a uma ação que dialoga com o enredo do livro. Os leitores poderão ainda conversar com o assassino e o autor, numa espécie de novela digital. Multiplataforma, depois de lançado, ele vai virar uma série de TV a cabo, em 2010 e 2011, com colaboração e crítica dos blogueiros.
- Não queremos só migrar o conteúdo do livro para celular, mas também gerar outros tipos de conhecimento - diz Mello.

Youtube: um bilhão de vídeos vistos diariamente


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YouTube alcança marca de 1 bilhão de vídeos reproduzidos por dia
Fonte: IDG Now. Data: 9/10/2009.
Três anos depois de ser comprado pelo Google, comunidade de vídeos online adiciona nota ao logotipo para comemorar feito.
O YouTube alcançou a marca de 1 bilhão de visualizações por dia, segundo nota divulgada no blog do serviço de vídeos online do Google.
Para comemorar o feito, os criadores modificaram o logotipo do site, adicionando um “1 billion views per day!” (1 bilhão de visualizações por dia, em inglês).
Há três anos o Google comprou o YouTube por 1,65 bilhão de dólares.
Na última terça-feira (6/10), o presidente da empresa de buscas, Eric Schmidt, admitiu que pagou 1 bilhão a mais do que o site de vídeos valia na época.

Mercado de trabalho para bibliotecário no Paraná


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Empresas abrem vagas para bibliotecários
Mas maior oferta de vagas para profissional continua sendo em universidades e escolas
Fonte: Jornal de Londrina. Data: 21/09/2009.
Autora: Thays Puzzi.
URL: http://portal.rpc.com.br/jl/online/conteudo.phtml?tl=1&id=926176&tit=Empresas-abrem-vagas-para-bibliotecarios
Há quem ainda pense que um bibliotecário é aquele profissional pacato, que se atém a apenas organizar e emprestar livros de um acervo moroso e cheio de poeira. Engana-se. A profissão, uma das mais antigas do mundo, acompanha o ritmo acelerado das novas tecnologias e exige, além de senso crítico apurado, espírito investigativo, boa comunicação e muito dinamismo.
Conforme a chefe do departamento de Ciência da Informação da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Ivone Guerrido Di Chiara, com a chegada de novas ferramentas, principalmente a internet, houve uma quebra de paradigmas vigentes na profissão. “Foi um divisor de águas. Antes o bibliotecário tinha a posse do acervo. Agora diferentes tecnologias viabilizaram e começaram a promover o acesso a informações que não estão disponíveis só fisicamente.”
Habilitado basicamente para coletar, organizar e distribuir informação utilizando diferentes técnicas e ferramentas, o bibliotecário encontra no mercado grandes oportunidades de atuação. No Paraná, as universidades são as maiores empregadoras. Mesmo com um piso salarial estadual de R$ 1.200, o profissional pode chegar a ganhar R$ 8 mil. “Um bibliotecário com mestrado em início de carreira chega a ganhar mais do que um professor da área”, afirma Ivone.
Atuação em empresas
Mas atuar em bibliotecas universitárias e escolares não é a única opção. Segundo a coordenadora acadêmica do curso de biblioteconomia da UEL, Maria Júlia Giannasi Kaimer, cada vez mais as organizações buscam pessoas habilitadas para gerenciar suas informações.
“Se uma empresa não organiza as informações que produz, acaba perdendo espaço no cenário da competitividade”, ressalta Maria Júlia. Segundo ela, não há mais a possibilidade de se contratar um profissional para lidar com a informação que não domine as técnicas de um bibliotecário. “Esse acaba sendo o diferencial para uma empresa.”
Espaço no mercado
A coordenadora também destaca que os alunos da última turma que se formou na UEL, a única instituição paranaense com graduação em biblioteconomia, estão em sua maioria empregados. “Aqueles que se preocupam com a educação continuada conseguem se inserir no mercado com facilidade.” É o caso de Richele Grenge Vignoli, graduada em 2008 pela UEL. Há seis meses atuando no gerenciamento de informações de uma transportadora de produtos químicos de Londrina, Richele garante que esse novo nicho necessita de profissionais qualificados. A bibliotecária também presta consultoria para outra empresa do ramo. “Vale a pena investir. Além de ser uma atuação bastante interessante, dá um retorno melhor do que se estivesse trabalhando em uma biblioteca”, salienta.
“Nós fazemos o controle do conhecimento humano”
Basicamente existem quatro tipos de bibliotecas: as universitárias, as escolares e infantis, as públicas e as especializadas. Esta última, direcionada a algum tema ou abordagem, está cada vez mais presente no cotidiano de grandes corporações.
É o que ocorre na Embrapa Soja de Londrina. Com um acervo que chega à casa dos 30 mil livros, a empresa disponibiliza para a sociedade uma biblioteca que concentra todo tipo de informação sobre soja.
Além de manter, atualizar e disseminar essas informações aos usuários, a biblioteca ainda realiza a editoração de tudo que é produzido pelos pesquisadores da instituição. “Fazemos a normatização bibliográfica de pesquisas, artigos que serão publicados”, explica o coordenador bibliotecário da Embrapa Soja, Ademir Benedito Alves de Lima. Ele atua nesse cargo desde a década de 1980.
Ele, que disse ter encontrado realização profissional na área, afirmou que esse é um campo que está em alta. “Nós fazemos o controle do conhecimento humano. Olhamos o que já existe para possibilitar o surgimento de novas informações, ou seja, o cuidado para que não se reinvente a roda”, observou.
A estudante de Biblioteconomia da UEL e estagiária da Embrapa, Clotilde da Luz, não esconde a satisfação. “É uma profissão instigante, que aguça o senso investigativo. Muitos pesquisadores me entregam listas com referências bibliográficas e tenho que organizar e passar essas informações da melhor maneira”, afirma.
Biblioteca municipal também busca atualização
Com 75 mil livros no acervo, sem contar os periódicos, a Biblioteca Pública de Londrina está com um projeto de reestruturação que prevê a readequação do espaço físico, além da informatização do atendimento aos usuários.
De acordo com diretor das bibliotecas municipais de Londrina, Rovilson José da Silva, o projeto será desenvolvido em três etapas e tem início neste ano: serão melhorias na estrutura física da Biblioteca Pública, como os sistemas de iluminação, ventilação, elétrico e hidráulico.
Conforme Rovilson, a proposta ainda é chegar em 2012 com parte do sistema informatizado. “Como já ocorre em grandes centros, a idéia é que aqui funcione o sistema de bibliotecas do Município. Junto a todo esse processo também serão realizadas formações continuadas dos profissionais. Eles precisam estar em contato direto com as novas tendências”, explica.

A Vingança da Bibliotecária


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segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Telecentros em bibliotecas públicas


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BIBLIOTECAS PÚBLICAS RECEBEM TELECENTROS COMUNITÁRIOS
Fonte: Portal da Inclusão Digital.
Data: 8/10/2009.
Meta do governo é equipar, com conexão gratuita à internet e terminais de computadores, 410 bibliotecas até o final de outubro.Os usuários de 403 bibliotecas públicas de todo o país já podem utilizar os kits telecentros doados pelo Ministério das Comunicações como forma de incrementar estudos e pesquisas. Os pontos já estão montados e, até o final de outubro, estudantes e professores terão acesso gratuito à Internet de alta velocidade.
Ao todo, 410 bibliotecas públicas serão beneficiadas com a instalação de 4.100 computadores ligados à Internet.A ação é possível graças a uma parceria do Ministério da Cultura, que repassou ao Ministério das Comunicações cerca de R$ 9 milhões por meio de um Termo de Descentralização de Crédito.
O Ministério das Comunicações fez um aditivo ao contrato de licitação dos 6,2 mil kits para a primeira etapa do Programa Telecentros Comunitários, em 2007, e adquiriu mais 410 kits para o programa Mais Cultura.Cada kit telecentro custou aproximadamente R$ 21.400 com equipamentos. São 11 computadores conectados em rede e com acesso à Internet banda larga, um projetor multimídia, uma impressora e todo o mobiliário necessário para o funcionamento.
A seleção dos municípios que receberam os kits foi feita pelo Ministério da Cultura. Por meio de um termo de doação, o Ministério das Comunicações entregou os kits às prefeituras, que os encaminhou às bibliotecas pública municipais.
A intenção do governo federal é aumentar as visitas às bibliotecas e diversificar as fontes de consulta, além de possibilitar aos visitantes acesso gratuito às novas tecnologias. “A tecnologia colocada pelo Ministério das Comunicações à disposição nas bibliotecas dá condições de um leitor tradicional vir a ser também um leitor digital”, afirma o coordenador de Projetos Especiais do Ministério das Comunicações, Carlos Paiva.
Segundo o Ministério da Cultura, a meta do programa Bibliotecas Mais Cultura é zerar o número de municípios sem bibliotecas ainda este ano e modernizar as já existentes. De acordo com o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas, 661 municípios ainda não têm esses espaços.

Novo número do Datagramazero


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O DataGramaZero de outubro de 2009 esta' disponível e inclui os seguintes artigos:
1 - Bibliografia sobre o fluxo do documento na biblioteca digital Murilo Bastos da CunhaResumo: Bibliografia internacional seletiva e anotada sobre as principais fontes de informação relacionadas com o fluxo do documento na biblioteca digital. Os tópicos cobertos são: definições da biblioteca digital, projeto e arquitetura da biblioteca digital, normas e padrões, digitalização, desenvolvimento de coleções, controle bibliográfico, preservação digital, acesso à informação, referência digital, aspectos jurídicos, aspectos econômicos, usuários e avaliação.
2 - Experiencia inovadora do CanalCiência;instrumento pedagógico para aproximar ciência e sociedade, conhecimento e informação Lena Vania Ribeiro Pinheiro e Márcia Rocha da Silva e Sonia Burnier de Souza e Flávia Rubenia da Silva Barros e Claudia Bucceroni GuerraResumo: Origem, concepção e análise de um dos instrumentos pedagógicos do CanalCiência, portal de divulgação científica do IBICT, criado em 2002. O Guia apresenta o objetivo: de divulgação científica e de competência em informação (information literacy). As pesquisas indexadas no CanalCiência têm seus textos reescritos em linguagem não-especializada para seu fácil entendimento pelo público em geral.Outro objetivo corresponde às novas habilidades necessárias para o acesso e uso correto de informações na Internet, bem como à capacidade de reconhecer aquelas que são consistentes e legítimas.
3 - Uma Visão Geral de Metodologias para Desenvolvimento de Sistemas Baseados em Conhecimento Maria Madalena Dias e Roberto Carlos dos Santos PachecoResumo: O desenvolvimento de qualquer sistema computacional exige o uso de uma metodologia que guie todo o processo e provê o desenvolvedor de modelos e outras formas de representação que sirvam tanto para a documentação quanto para facilitar a manutenção do sistema. Aliado a esse fato, deve-se considerar a complexidade de sistemas baseados em conhecimento e a alta dependência de especialistas de domínio. A complexidade vai desde a aquisição ou elucidação do conhecimento até a sua representação e distribuição.
4 - Movimentos sociais, informação e mediação: uma visão dialética das negociações de sentido e poder Alcenir Soares dos Reis e Ana Amélia Lage MartinsResumo: Os movimentos sociais que emergem nas sociedades complexas são protagonizados por um ator coletivo descentralizado que, a partir de novas práticas, tem tematizado, na cena pública, conflitos decorrentes de diferentes esferas da vida individual e coletiva. Partindo de uma perspectiva social das dinâmicas informacionais, discute-se o papel da informação e da mediação como baluartes das práticas de mobilização social, destacando que estas dinâmicas são caracterizadas, sobretudo, pelas tensões, contradições e relações de poder.
5 - Ontologias e Unified Modeling Language: uma abordagem para representação de domínios de conhecimento Eliana Antonia Demarques e Renato Rocha Souza e Gercina A. B. de Oliveira LimaResumo Destaca o uso da Unified Modeling Language, UML na especificação de modelos baseados em ontologias na representação de domínios de conhecimento, enfatizando a importância da semântica e do tratamento da linguagem padronizada para que o conhecimento do domínio possa ser organizado e compartilhado. Finalmente, este artigo tem como objetivo estabelecer uma conexão entre as temáticas: modelagem orientada a objetos e ontologias.
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Ainda, no DZG temos a recensão:
O show do eu - a intimidade como espetáculo é o resultado de pesquisa que nos mostra de que maneira cresceu o interesse da sociedade do espetáculo pela privacidade de pessoas comuns. Os LINKS remetem a sites relacionadas com os artigos deste número.
Em Colunas o artigo de opinião Para que o pensamento não fique preso á palavra escrita: há no viver das cenas virtuais uma ditadura do eu espetáculo em que além de convencer queremos encantar nossas testemunhas.
O DataGramaZero de outubro de 2009 está disponível em:
http://www.datagramazero.org.br
http://www.dgz.org.br

E-book alimentado a energia solar


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A LG apresentou um e-book reader equipado com painel solar para fornecimento de energia.

O painel solar do Solar Cell e-Book tem apenas 0,7 mm de espessura e adiciona 20 gramas de peso ao aparelho. Segundo a LG, cinco horas de luz solar são suficientes para alimentar o ecrã com seis polegadas de diagonal (cerca de 15 cm) durante um dia.

A notícia publicada no TG Daily indica que o novo painel solar é produzido pela LG Display, utilizando um processo de fabrico muito semelhante ao utilizado para produzir os ecrãs LCD.

Fonte: Exame Informática

domingo, 11 de outubro de 2009

Bibliografia sobre biblioteca digital


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Tenho o prazer de informar que acaba de ser publicada a:
Bibliografia sobre o fluxo do documento na biblioteca digital [Bibliography of the digital document flow in the digital library]
por Murilo Bastos da Cunha
URL: http://www.datagramazero.org.br/out09/F_I_art.htm
Resumo: Bibliografia internacional seletiva e anotada sobre as principais fontes de informação relacionadas com o fluxo do documento na biblioteca digital. Os tópicos cobertos são: definições da biblioteca digital, projeto e arquitetura da biblioteca digital, normas e padrões, digitalização, desenvolvimento de coleções, controle bibliográfico, preservação digital, acesso à informação, referência digital, aspectos jurídicos, aspectos econômicos, usuários e avaliação.
Palavras-chave: Biblioteca digital; Arquitetura da biblioteca digital; Projeto da biblioteca digital; Normalização; Arquitetura da informação; XML; Z39.50; Digitalização; Desenvolvimento de coleções; Controle bibliográfico; Catalogação, Classificação; Metadados; Ontologia; Preservação digital; Acesso, interface, interoperabilidade; Referência digital; Direitos autorais; Sustentabilidade; Usuários de biblioteca, Avaliação de biblioteca.
Espero que esse artigo seja útil para você.
Murilo Cunha

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Biblioteca Municipal de Espinho inaugurada sem livros


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O edifício da nova Biblioteca Municipal de Espinho vai ser inaugurado hoje, mas o espaço continuará fechado. É que falta o essencial para o seu funcionamento, ou seja, livros, periódicos e todo o restante fundo documental.

A data de abertura ao público está, por isso, ainda em suspenso, continuando a funcionar a biblioteca provisoriamente instalada no salão nobre da Piscina Solário Atlântico.

Apesar disso, todas as atenções se virarão hoje para o Parque João de Deus, também requalificado, onde foi construída de raiz aquela que, em 2004 e segundo um estudo citado pelo vice-presidente da Câmara, Rolando de Sousa, era a obra mais ambicionada pela população.

A biblioteca, cujo projecto de arquitectura ficou a cargo de Rui Lacerda, foi concebida tendo por base a forma dos antigos quarteirões de Espinho, cujo centro ficava sempre livre. Neste caso, o interior da biblioteca é marcado por um espaço aberto, dispensando assim a existência de corredores.

Curioso é o facto de o edifício ser atravessado por uma rua que liga a Avenida 24 ao interior do Parque João de Deus. O objectivo passou por levar as pessoas que habitualmente já por ali entravam a caminho do jardim a continuar a fazê-lo de forma a convidá-las a entrar na biblioteca.

Um espaço bem diferente do inicialmente previsto, com três pisos, e que foi considerado demasiado grande e dispendioso.

Recorde-se que o projecto teve de ser reformulado de forma a cumprir as regras das Bibliotecas Municipais do tipo 2, ou seja, para concelhos com população entre os 20 mil e os 50 mil habitantes. Além das secções diferenciadas para adultos e crianças, a biblioteca integra também espaços polivalentes para actividades de animação, colóquios e exposições. Tratou-se de um investimento na ordem dos 2,5 milhões de euros.

Fonte: JN

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Twitter em português chega até o início de 2010


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Fonte: Valor Economico. Data: 05/10/2009.
Autora: Raquel Balarin.
A primeira reação do americano Evan Williams é a de um certo desapontamento ao saber que o Rio de Janeiro acabara de ser escolhido para ser a sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Mas, logo em seguida, o fundador do serviço de microblogging e rede social Twitter abre um largo sorriso. " Você sabia que eu já estive uma vez no Brasil, quando ainda estava à frente do Blogger? "
O Blogger, para quem não sabe, foi uma das primeiras ferramentas de publicação de blogs, lançada em 1999 por Williams e vendida em 2003 para o Google. Assim como o Twitter, fez um tremendo sucesso e ajudou a popularizar os blogs.
O sorriso escancarado de Williams ao falar de Brasil tem uma razão. O país está entre os cinco primeiros na lista dos maiores usuários do Twitter.
A expansão do negócio tem sido tão forte no país que o Twitter decidiu traduzir seu serviço para o português, a começar pela tradicional pergunta " What are you doing? " (O que você está fazendo?).
Hoje, o serviço - originalmente em inglês - está traduzido para apenas uma língua, o japonês, embora 60% dos usuários estejam fora dos Estados Unidos.
A tradução para o português deverá estar pronta até o início do ano que vem, adiantou Williams ao Valor na sexta-feira, logo após uma apresentação para um público de cerca de 700 pessoas (a maioria, jornalistas) no congresso da Online News Association (ONA), em São Francisco, nos Estados Unidos.
No palco do congresso, Williams surpreendeu a plateia ao anunciar que o Twitter irá lançar em breve uma nova ferramenta: a possibilidade de os usuários criarem listas com nomes de outras pessoas que " twitam " (têm páginas no Twitter).
Um usuário poderá criar várias listas: uma com celebridades, amigos, colegas de trabalho etc. Por default, essas listas serão públicas (embora haja a opção de se tornarem privadas) e os seguidores de um usuário poderão ver as listas criadas por ele. O objetivo é aumentar ainda mais a interatividade e organizar melhor o conteúdo do Twitter.
Na platéia, enquanto Williams apresentava a novidade, o " tap tap tap " dos laptops não parava um segundo. Boa parte das pessoas estava justamente " twitando " ou colocando mensagens em sua página no Twitter.
O acesso à internet durante a apresentação de Williams foi tão grande que a rede sem fio do Hilton Hotel não deu conta do recado. E mesmo a página do Twitter, em alguns momentos, ficou sobrecarregada.
Mas a frase mais comentada de Williams no Twitter não foi a de seu anúncio do lançamento das listas. Foi a de que o Twitter " is even making less money than newspapers " - o Twitter está fazendo ainda menos dinheiro do que os jornais, em uma tradução livre. Ele se referia a uma provocação feita pela apresentadora, no congresso da Online News Association (ONA), de que o valor alcançado pelo Twitter e o interesse dos investidores no negócio deixavam os jornalistas " com inveja " .
O Twitter está em fase de captação de recursos, que deverá elevar o valor da empresa a US$ 1 bilhão, embora ele não dê um único centavo de lucro hoje.
Em fevereiro, a companhia valia US$ 250 milhões. Williams diz que vê várias alternativas de tornar o Twitter lucrativo, especialmente quando se observa que muitas empresas estão aumentando sua produtividade e ganhando dinheiro com o serviço. " Mas, por enquanto, nosso foco é desenvolver todo o potencial do Twitter, agregar valor à companhia e aos serviços e só depois definir como cobrar por isso " , diz Williams (no Twitter, @ev), acrescentando que para a construção de um negócio seria necessária a duplicação do número de funcionários. Hoje, ele emprega 80 pessoas.

Portal Influenza A


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O portal Influenza A (H1N1) na BVS [URL: http://h1n1.influenza.bvsalud.org/php/index.php?lang=pt] publica de forma atualizada uma coleção de fontes de informação da literatura científica, planos e orientações técnicas de organismos internacionais e nacionais, diretórios e multimídia.
O portal complementa as ações de comunicação da OPAS e OMS, com prioridade para informação de qualidade e atualizada, orientada a pesquisadores, profissionais e público em geral. Entre as fontes de informação, destaca-se o Blog Influenza A (H1N1) que aborda tópicos críticos relacionados com virologia, diagnóstico e tratamento.

BIREME irá lançar sistema de automação de bibliotecas


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Sistema ABCD / ISIS é avaliado por especialistas em Buenos Aires
Fonte: Newsletter BVC Outubro 2009.
URL: http://espacio.bvsalud.org/boletim.php?newsletter=20091005&newsLang=pt&newsName=Newsletter BVS 093 05/outubro/2009&articleId=09142849200932

O desenvolvimento cooperativo do sistema ABCD (Administração de Bibliotecas e Centros de Documentação) da família ISIS de software teve um impulso notável com a realização da segunda oficina de avaliação técnica que ocorreu em Buenos Aires, Argentina, entre os dias 1º e 4 de setembro de 2009. O evento contou com a participação de especialistas da América Latina e Europa. A primeira oficina foi realizada em Bruxelas, Bélgica entre os dias 17 a 27 de março de 2009.
O ABCD é um sistema orientado à automação online na Web dos processos, fluxos de trabalho, funções, produtos e serviços de informação de bibliotecas, centros de documentação e informação. O ABCD pertence à família ISIS de software para o armazenamento e recuperação de informação textual e estruturada, com foco em fontes de informação bibliográficas e serviços associados. É multilíngue, generalizado e configurável, com capacidade de atender a automação de todo tipo de biblioteca e centros de documentação.O desenvolvimento, manutenção e distribuição do ABCD seguirão a modalidade de software livre e aberto, sob a coordenação do Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (BIREME/OPAS/OMS), apoiado pelo Consórcio de Universidades de Flandres (VLIR/UOS - Flemish University Development Co-Operation), no contexto do projeto Docbiblas (Development of and Capacity Building in ISIS Based Library Automation Systems) e da comunidade ISIS de usuários e desenvolvedores. O projeto conta com a colaboração voluntária de mais de 40 profissionais de 18 países, usuários do software ISIS, que foi originalmente desenvolvido e mantido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) nos anos 60 e posteriormente pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO). Na década de 80 a BIREME passou a cooperar estreitamente com a UNESCO no desenvolvimento da versão ISIS para microcomputadores, com destaque para o desenvolvimento da biblioteca CISIS e dos sistemas ISIS para a Web. O sistema ABCD integra aplicações para a automação online de funções de criação e gestão de bases de dados com protocolos abertos de interoperabilidade na web, catalogação de documentos de uma coleção, importação e exportação de registros, aquisições, módulos básico e avançado de empréstimos, estatísticas, controle de publicações seriadas, criação, configuração e gestão de sites online, catálogo público online com sistema de busca avançado.O projeto ABCD foi apresentado publicamente pela primeira vez por ocasião do 8º Congresso Regional de Informação em Ciências da Saúde (CRICS8), no Rio de Janeiro, em setembro de 2008. A proposta da versão 0.1 foi aprovada pelos mais de 150 participantes presentes, representando 31 países de quatro continentes. O passo seguinte foi a publicação pela BIREME, no mês de agosto de 2009, da versão 0.8.5.Para análise do estado do sistema a partir da versão de agosto, a BIREME promoveu a oficina de especialistas na Argentina, cuja organização foi liderada pela Comissão Nacional de Energia Atômica (CNEA) da Argentina, instituição onde foi realizado o primeiro lançamento mundial de Micro Isis 1.0 em 1985, com a cooperação de outras instituições nacionais e internacionais.A oficina concluiu com recomendações sobre as linhas de ação e prioridades de desenvolvimento, com o objetivo de chegar à versão 1.0 (beta) no final de outubro. A expectativa é que a versão completa 1.0 seja lançada em dezembro 2009.

Depois do furacão Parma


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Foi neste estado que o tufão Parma deixou os livros de uma escola de Marikina, nos arredores de Manila, nas Filipinas.

Fotografia: Cheryl Ravelo/Reuters | Fonte: Público

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Uma forma interessante de contar uma história...


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Para todos aqueles que desenvolvem actividades de animação e de artes performativas nas bibliotecas, eis uma excelente sugestão para contar histórias às crianças. Aqui fica um bom exemplo de inovação e interactividade:

Fico aguardar por algum exemplo semelhante desenvolvido pela nossas bibliotecas!

Nota: Kseniya Simonova é uma jovem muito talentosa, de origem ucraniana, que 2009 venceu o "Ukraine's Got Talent".

domingo, 4 de outubro de 2009

Gabinete de leitura


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Gabinetes de leitura ainda resistem
Fonte: O Estado de S. Paulo. Data: 4/10/2009.
Autor: Vitor Hugo Brandalise.
URL: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091004/not_imp445510,0.php
Sorocaba e Jundiaí têm os últimos precursores das bibliotecas municipais, que funcionam como clubes literários
Em duas cidades do interior do Estado resistem os últimos remanescentes de estrutura típica do Império: os gabinetes de leitura, precursores das bibliotecas municipais, existentes em São Paulo, hoje, apenas em Sorocaba e Jundiaí. Fundados pelas comunidades locais num tempo de pouco incentivo oficial à educação e leitura, os gabinetes funcionam exatamente como clubes sociais - com a diferença de que, em vez de salão de baile, piscina e restaurante, os sócios têm direito a livros, jornais e documentos históricos, cujos primeiros exemplares datam de até dois séculos atrás. Na eterna luta entre tradição e mudança, ao menos nesses locais, a primeira leva a melhor.
Desconhecidos até de moradores das cidades onde estão localizados, os centenários gabinetes - o de Sorocaba foi fundado em 1866 e o de Jundiaí, em 1908 - são últimos representantes da primeira "política cultural" do Estado, implementada em cidades ao longo do eixo ferroviário. "Servem como faróis, a indicar pontos luminosos no mapa do fim do Império. Aparecem em cidades recém-desenvolvidas", explica a historiadora Ana Luiza Martins, autora de pesquisa sobre o tema, que deve virar livro no ano que vem. "Como educação não era prioridade, os gabinetes tiveram também função de escola. A sociedade supria lacunas do governo da época." Entre 1840 e 1889, 17 gabinetes de leitura existiram no Estado, mas desapareceram à medida que o governo republicano investia em educação e construía bibliotecas públicas.
O funcionamento dos atuais gabinetes é o mesmo de clubes sociais: com pagamento de mensalidade (R$ 14, em Sorocaba; R$ 30, em Jundiaí), os sócios têm acesso a assinaturas de revistas (mais de 40 em cada gabinete) e jornais, internet, CDs e DVDs, além de acervo literário em constante renovação (hoje, são 35 mil livros em Sorocaba e 70 mil em Jundiaí). Os sócios também têm direito - eis o ponto-chave - a pedir a compra dos livros que querem. "Os mais pedidos são comprados, para valer a vontade dos sócios", diz o presidente do Gabinete de Leitura Sorocabano, Jardel Pegorete. Entre 20 e 40 títulos são comprados por mês.
Uma pasta no balcão da biblioteca do gabinete sorocabano mostra as indicações dos sócios - o primeiro da lista, a ser comprado no mês que vem, é O Jogo da Amarelinha, de Julio Cortázar. "Esse livro deve custar o quê? R$ 60? Pago R$ 14 por mês e pego quantos quiser", diz a técnica em saúde Aline Moraes, de 23 anos. A mescla de obras antigas - livros do século 18, acervo de jornais locais a partir do século 19, além de documentos com assinatura de personalidades como d. Pedro II e Santos Dumont - com livros recentes é marca dos gabinetes. No espaço infantil do Gabinete de Leitura Ruy Barbosa, em Jundiaí, se encontram a série atual Goosebumps e quadrinhos de Flash Gordon e Tarzan, originais da década de 1930. "A criança aprende a valorizar e comparar as edições", diz o diretor do gabinete, João Antônio Biron.
Nos dois casos, a maior parte dos sócios (entre 70% e 80%) é de pessoas com mais de 60 anos - o restante é formado por pesquisadores e jovens, interessados nas assinaturas dos periódicos. Em Sorocaba, há 750 sócios e, em Jundiaí, 560. Na década de 1970, nos dois gabinetes, o número de sócios chegava a 2 mil. Em Sorocaba, para atrair sócios mais jovens, regras antigas foram flexibilizadas (desde 2005, é possível entrar de bermuda e chinelos) e houve aquisições de computadores. Em Jundiaí, a diretoria aposta na compra de livros.
"Somos um gabinete de leitura. Vamos investir no que temos de melhor", afirma o presidente do gabinete, Flávio Buzaneli Júnior.Outro gabinete de leitura sobrevivente no Estado, mas mantido pela prefeitura, é o de Rio Claro - sua direção defende a municipalização para "democratizar o acesso a obras raras".
Gabinete de Leitura Sorocabano: Praça Cel. Fernando Prestes, 21, Sorocaba; (15) 3232-0768 Gabinete de Leitura Ruy Barbosa: Rua Candido Rodrigues, 301, Jundiaí; (11) 4521-6204

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