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quarta-feira, 6 de abril de 2011

Opinião: Browsers, o que se espera hoje da navegação web


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A opinião interessante de Sérgio Martinho, que trabalha na Microsoft, sobre os Browsers:

Quando assisto a uma peça de teatro, gosto obviamente de estar num edifício que aprecio, gosto que a peça seja apresentada num palco imponente, mas no fundo, são os actores o centro das atenções, são eles o motivo de eu lá estar. Obviamente que o palco deverá proporcionar todas as condições. Deve ser um sítio seguro, que garanta aos artistas um meio para expressarem a sua arte. Assim deverá ser o browser. Deverá ser o elo de interligação entre o utilizador e as miríades de sites existentes. Estes sim, quais artistas do teatro, devem estar preparados para envolverem o utilizador numa experiência enriquecedora.

O browser canaliza em si a forma de melhor partido tirar da Internet, qual caravela utilizada há 500 anos pelos navegadores portugueses que trouxeram novos mundos ao mundo.

Nos últimos anos, foram exponenciais as mudanças nesta área. A Web já deixou de ser um utilitário para ser uma ferramenta centralizada no utilizador. Os novos sistemas operativos proporcionam um elevar de novas experiências de utilização assentes nas riquíssimas capacidades gráficas e elevados níveis de interactividade. Aquilo que eu gostaria de ver era um nível indiferenciado de experiência verdadeiramente absorvente independentemente de estar a utilizar uma aplicação instalada no PC ou uma aplicação via browser. Neste ponto, há ainda muito a evoluir. Consigo obter muito mais da aplicação instalada do que da aplicação na Web. Há muito conteúdo que é apresentado de forma lenta, simplista, muitas das vezes nada intuitivo. Algo tem mesmo de mudar, algo está a mudar porque não é admissível que em média um browser apenas utilize 10% do poder computacional que um computador moderno tem ao seu dispor. Eu quero que os meus sites favoritos sejam o centro da minha experiência, quero que esses sites estejam verdadeiramente integrados com o sistema operativo de modo a se comportarem como uma aplicação nativa; quando esta interligação acontece, capacita o tão desejado libertar do verdadeiro potencial da Web.

Revejo-me a 100% nos dados compilados pelo estudo que a equipa msn.pt fez em Fevereiro passado sobre a utilização Web. Este estudo apontou 3 áreas que são de especial atenção: A Segurança, a Privacidade e a Experiência de Navegação.

Segurança: As motivações mais importantes para a escolha do browser em Portugal são em primeiro lugar a segurança (64%), logo seguida da rapidez (61%) e da facilidade de utilização (59%).

Privacidade: A privacidade é uma das maiores preocupações dos utilizadores em Portugal. 57% está preocupado com a possibilidade de alguém ver os sites que visitou.

Experiência de navegação: Os consumidores não estão impressionados com a qualidade dos websites: 95% dos inquiridos considera que os sites podem ser melhores. Para o futuro, de uma maneira geral, os utilizadores querem ver filmes em alta definição online (57%), e navegar em 3D (51%).

A melhor experiência de navegação é conseguida se o browser me permite navegar de uma forma rápida, em segurança e que seja fácil de usar.
Fonte: Exame Informática

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Rivais crescem e ameaçam Internet Explorer


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Fonte: Folha de S. Paulo Online. Data: 14/02/2009.
Autor: Gustavo Villas Boas

Nunca os adversários do Internet Explorer tiveram uma fatia tão grande do mercado de navegadores -um terço- desde que o software conseguiu a hegemonia, em 2002.
Hoje, o Explorer conta com 67,55% do mercado, de acordo com a Net Applications. É muito, mas a fatia da Microsoft só caiu desde janeiro do ano passado (75,74%), enquanto as dos maiores concorrentes praticamente só cresceram.
O Firefox, da Fundação Mozilla, tinha 16,98% há um ano. Hoje tem 21,53%. O Safari, da Apple, tinha 5,82%. Hoje tem 8,29%. E existe um concorrente que, apesar de ter apenas 1,12% do mercado, não pode ser ignorado: o Chrome, que não tem nem um ano e é patrocinado pelo Google.
Para deter os competidores, a Microsoft conta com o Internet Explorer 8, a ser lançado neste ano. "O IE vai voltar a crescer. Ele é o mais seguro e com melhor performance. Não falo de ser o mais rápido para ler uma página, mas para realizar toda uma tarefa, como chegar ao resultado de um jogo", diz Osvaldo Barbosa de Oliveira, diretor-geral para mercado de consumo e on-line da Microsoft Brasil.
Barbosa também elogia a competição, "boa para o usuário, pois incentiva a inovação".
Mark Surman, diretor-executivo da Fundação Mozilla, concorda: "Não há dúvidas de que a competição no campo dos browsers é boa."
Surnam até elogia o Chrome, por ser de código aberto. "Quanto mais atores incentivando essa agenda, melhor para a web."
Já o diretor de comunicação do Google Brasil, Felix Ximenes, diz que a competição não é importante à empresa, apesar de "ser lógico que exista". "Tanto é que continuamos apoiando financeiramente a Fundação Mozilla", diz. "Nós observamos que as pessoas usam mais de um navegador", e foi nesse contexto que o Chrome foi desenvolvido. Segundo Ximenes, o software contempla recursos que faltavam em outros produtos. "Não é só um navegador. É uma plataforma para uma nova geração de aplicativos on-line."

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Novo browser: Google Chrome


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O Google acaba de anunciar a divulgação do seu novo produto, o browser Google Chrome. Este vai concorrer directamente com o IE e com o Firefox. A versão beta do browser foi lançada hoje em mais de 100 países. Numa primeira fase é disponibilizada a versão para Windows, no entanto, em breve também estará disponível para Mac e Linux.

Algumas das características apresentadas:
  1. Como aconteceu noutros projectos, no Google Talk Labs Edition por exemplo, o Google Chrome irá utilizar o Webkit, motor do Safari;
  2. Uma equipa dinamarquesa especializada construiu Virtual Machine de JavaScript mais rápida à face da terra, capaz de correr aplicações Web que não seriam possíveis nos browsers actuais;
  3. Além da disposição original dos separadores, no Google Chrome cada separador trabalha de forma independente, de modo a evitar que os problemas ocorridos nunca afectem toda a aplicação;
  4. A função nasceu no Opera e não podia faltar no Google Chrome: Speed Dial!;
  5. Tal como o Internet Explorer 8 inclui o modo InPrivate, o Google Chrome também vem equipado com o conhecido modo porn, que não deixará qualquer rasto no seu computador;
  6. Actualizações automáticas contra novas ameaças de malware e phishing.
Fonte: Peopleware
Para a apresentação deste produto, a pedido da Google, Scott McCloud desenhou um pequeno livro em banda desenhada, com vários tipos de features ilustradas e descritas, inclusive de usabilidade.

Não perca tempo, comece já a testar:

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Protótipo interessante da Mozilla Labs que promove a ubiquidade da informação digital


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Instale o protótipo e consulte o tutorial para começar a usar. Esta é a versão 0.1 e, como tal, poderá apresentar alguma instabilidade.

Penso que este não vai ser um mero plugin, mas um novo rumo no uso dos browsers e da própria web. Este conceito inspira-se um pouco na aplicação da empresa Humanized, o Enso, (consulte a versão demo :: e faça o download) o qual assenta numa experiência de interacção diferente com o seu computador.


Fontes de informação:

Arquivo

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