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sexta-feira, 16 de julho de 2010

Motor de busca Bing ganha quota de mercado


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O motor de busca da Microsoft, o Bing, que entrou em funções há pouco mais de um ano, está a ganhar quota de mercado, sendo actualmente utilizado por 12,7 por cento dos internautas. Apesar de tudo, continua em terceiro, depois do Google (62.6%) e do Yahoo (18,9%). Peritos da indústria sublinham, porém, o impressionante crescimento do motor de busca durante o primeiro ano de funcionamento.

Mal atingimos os dois dígitos, mas queremos que o Bing cresça até que se transforme num negócio significativo para a Microsoft. É um enorme mercado, no qual esta ferramenta se poderá tornar muito lucrativa”, indicou Satya Nadella, o responsável pela divisão online da Microsoft, citado pela BBC.

Definitivamente não estaríamos neste negócio se não fosse para ganharmos”, acrescentou.

A Microsoft lançou o Bing em Junho de 2009, querendo que o motor de busca fosse, antes de mais, um “motor de decisão”, concentrando-se em assuntos populares e que implicassem que os utilizadores fizessem algum “trabalho de casa” prévio, como viagens, entretenimento, compras, mapas, notícias e meteorologia.

A Microsoft anunciou ainda que este ano quer que o Bing se direccione ainda mais para o mercado dos smartphones. Há apenas seis meses lançou uma aplicação para o iPhone da qual já foram feitos 4,3 milhões de downloads nos EUA.

O vice-presidente do departamento da Microsoft responsável pelo sector dos telemóveis, Erik Jorgensen, revelou que o próximo passo será o de determinar a localização de um determinado utilizador, a fim de lhe devolver resultados mais ricos, e integrar gráficos sociais nos resultados da busca.

Fonte: Público

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Google não comenta notícia sobre plano para desindexar notícias


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Fonte: Valor Econômico. Data: 23/11/2009.
Autora: Paula Cleto.
O Google preferiu não comentar as notícias de que a Microsoft estaria incentivando a retirada do conteúdo da News Corp do buscador mais usado do mundo. Em nota, o Google repetiu a avaliação de que sistemas de busca são um "benefício real" para os jornais e que mantém políticas de "respeitar os desejos dos donos do conteúdo" .
A polêmica surgiu com reportagem do jornal britânico Financial Times, segundo a qual a Microsoft e a News Corp teriam conversado a respeito de um plano em que o conglomerado de Rupert Murdoch deveria ser pago para que o conteúdo produzido por seus veículos de mídia fosse retirado do sistema de buscas do Google. As informações foram atribuídas a uma fonte próxima, que frisou que as negociações estariam em estágio inicial.
A agência de notícias Reuters também ouviu uma fonte não identificada, segundo a qual as conversas com a News Corp realmente ocorreram. Entre os órgãos de imprensa da News Corp estão o The Wall Street Journal, a Fox News e o The Sun.
Segundo o Financial Times, a companhia de Murdoch não foi a única a ser abordada pela Microsoft, dona do mecanismo de busca Bing. Para o jornal, a iniciativa sinaliza uma tentativa da gigante de software de atingir as margens de lucro do rival, já que o Google teria de começar a pagar por conteúdo dos jornais se a ideia for para a frente. Os Murdoch já disseram que procuram fórmulas para cobrar pelo conteúdo na internet.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Yahoo, Microsoft e Amazon se unem contra biblioteca virtual do Google


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Fonte: BBC Brasil. Data 24/8/2009.
Amazon, Microsoft e Yahoo estariam prestes a unir forças para se opor a um acordo que pode transformar o Google na principal fonte online para muitos trabalhos literários, criando a maior biblioteca virtual do mundo.
As três gigantes do setor de tecnologia devem se unir à coalizão Open Book Alliance, liderada pela organização sem fins lucrativos Internet Archive.
A Internet Archive tem se oposto publicamente ao acordo firmado em 2008 entre o Google e editoras e autores e já digitalizou mais de 1,5 milhão de livros, tornando todos disponíveis de graça.
"O Google está tentando monopolizar o sistema de bibliotecas. Se o acordo for fechado, eles realmente serão 'a' biblioteca e a única biblioteca", afirmou Brewster Kahle, fundador da Internet Archive.
Microsoft e Yahoo já confirmaram a participação na Open Book Alliance. A Amazon até o momento não fez comentários, pois a aliança ainda não foi formalmente lançada.
Acordo
O acordo assinado no ano passado foi para encerrar dois processos contra o Google por desrespeito aos direitos autorais, abertos após a empresa ter escaneado livros sem autorização.
O Google concordou em pagar US$ 125 milhões (cerca de R$ 230 milhões) para a criação do Registro de Direitos de Livros, no qual autores e editores poderiam registrar trabalhos online e receber remuneração. Autores e editores receberiam 70% da venda destes livros e o Google ficaria com os 30% restantes.
O Google também ganharia o direito de digitalizar trabalhos cujos donos dos direitos autorais são desconhecidos. Acredita-se que estes trabalhos compreendam até 70% dos livros publicados depois de 1923.
Os comentários a respeito deste acordo deverão ser registrados na Justiça americana até o dia 4 de setembro. No começo de outubro, um juiz de Nova York vai analisar se aprova a abertura de uma ação coletiva contra o acordo.
Paralelamente, o governo americano está investigando o impacto do acordo no mercado.
Enquanto o prazo de 4 de setembro se aproxima, o número de grupos e organizações que são contra o acordo aumenta. Mas, com os três gigantes do setor de tecnologia se juntando ao grupo, a Open Book Alliance poderá ganhar destaque mundial.
Os que criticam o acordo do Google afirmam que ele irá transformar o futuro da indústria de livros e o acesso público ao patrimônio cultural da humanidade que está concentrado em livros.
"Acreditamos que, se (o acordo) for aprovado, o Google conseguirá um monopólio sancionado pela Justiça e a exploração de uma coleção ampla de livros do século 20", afirmou Peter Brantley, diretor de acesso da Internet Archive.
Privacidade
Além do temor de monopólio, o acordo do Google também levanta a questão da privacidade.
A Fundação Electronic Frontier e a organização americana de defesa dos direitos do consumidor Consumer Watchdog, entre outros, enviaram uma carta ao Google para pedir que a companhia garanta aos americanos que “vai manter a segurança e liberdade que frequentadores de biblioteca tem há tempos: para ler e aprender sobre qualquer coisa (...) sem se preocupar se há alguém observando ou se seus passos poderão ser seguidos".
O Google se defende e afirma que o acordo traz muitos benefícios aos autores e vai disponibilizar milhões de livros não impressos na internet e em bibliotecas.
"O acordo do Google Books está injetando mais competição no espaço dos livros digitais, então é compreensível que nossos competidores lutem para evitar mais competição", afirmou a companhia em uma declaração.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Yahoo e Microsoft chegam a acordo para enfrentar Google


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A Yahoo e a Microsoft vão unir esforços na luta pelo rentável mercado dos anúncios publicitários associados às pesquisas na Internet. O acordo entre as duas empresas põe fim a um período de mais de um ano, ao longo do qual executivos das duas empresas estiveram várias vezes em conversações.

Ao abrigo do novo acordo, a tecnologia de pesquisa da Microsoft (que recentemente lançou o motor de busca Bing) vai passar a ser usada nos sites do Yahoo. Por seu lado, o portal passará a ter a responsabilidade de angariar anúncios publicitários associados à pesquisa das duas empresas (os restantes anúncios nos sites das empresas vão continuar a ser geridos separadamente).

A Microsoft poderá também integrar a tecnologia de pesquisa do Yahoo no seu próprio motor de busca.

As duas companhias acordaram num modelo de partilha de receitas, em vez de a Microsoft avançar com um pagamento inicial. Um pagamento inicial por parte da Microsoft seria, em princípio, mais favorável ao Yahoo, que precisa de liquidez e terá sido, segundo as notícias que foram avançadas ao longo da última semana, um dos pontos debatidos durante as negociações.

Para os utilizadores, as alterações não serão abruptas. A utilização de tecnologia da Microsoft vai influenciar as páginas de resultados das pesquisas e os anúncios que as acompanham, mas as principais mudanças ocorrem nos “bastidores” dos sites.

A Microsoft e o Yahoo lançaram ainda o site Choicevalueinnovation.com, com o slogan "Verdadeira escolha. Mais valor. Mais inovação".

Aceda à notícia completa no jornal Público.PT

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Novo motor de busca


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A Microsoft vai lançar um novo motor de busca chamado Bing. Leia o que o New York Times escreveu sobre este novo motor de busca...
(...) Bing also extracts information from Web pages and presents it an easy-to-digest format. A search for U.P.S. will deliver a search box to track parcels, as well as a phone number for customer service. A search for “Terminator Salvation” will display movie times at nearby theaters. (...)


...bem como a entrevista sobre o Bing que o chief executive da Microsoft, Steven A. Ballmer, deu ao mesmo jornal
Q. Is there any type of search where you think that the new service really hits it out of the park?

A. There are some verticals where you can see it very vividly. You go search for anything that has to do with travel, particularly air travel. But I’m not trying to just point to one area. Because the real issue is, is there a way to do things remarkably different and remarkably better, for us, for Google, for anybody? Or are we just going to grind the relevance-o-meter up slightly? That’s why we still have so many queries that take well over 30 minutes to be satisfied.

I’m optimistic that we’re taking a big first step, and yet I want to be realistic, we’ve got to take a lot more steps, because this is not something where all the science and all the work happens overnight.


segunda-feira, 16 de março de 2009

O futuro da internet


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Conheça as previsões de especialistas para o futuro da internet
Fonte: Folha de S. Paulo. Data: 13/03/2009.
Autora: Daniela Arrais

O Google vai perder espaço no mercado de buscas. A Apple deixará de vender tantos computadores e tocadores de música. O Twitter continuará crescendo vertiginosamente. O Facebook fará algo completamente chocante e imprevisível.
Empresas vão investir em tecnologia de telepresença --em tempos de crise econômica, nada mais natural do que evitar gastos com reuniões cara-a-cara entre funcionários de uma empresa que conta com escritórios espalhados pelo mundo.
Essas são apenas algumas das inúmeras previsões que analistas, especialistas e consultorias que trabalham com internet fazem sobre o futuro da rede e da tecnologia.
John Battelle, jornalista, um dos fundadores da revista "Wired" e presidente da Federated Media Publishing, afirma que, em 2009, a mídia on-line será bastante afetada pela crise econômica no primeiro semestre, mas até o fim do ano será possível ter ganhos moderados. "A web é onde as pessoas estão passando seu tempo, a web será onde os marqueteiros gastarão seu dinheiro", escreveu em seu site (battellemedia.com).
O expert diz ainda que o Google verá seu poder de busca declinar significativamente pela primeira vez, enquanto a Microsoft ganhará espaço nesse setor. Outro gigante, a Apple, também terá sua fortuna reduzida: "Uma marca baseada em "ser mais legal" que a outra simplesmente não escala depois de um certo ponto. Sinto que a Apple atingiu esse ponto."
Chris Brogan, estrategista em mídias sociais, afirma que o OpenID, identidade única para acessar diversas redes sociais, ganhará espaço. "Teremos um perfil fatiado que carregará as informações e a habilidade de segmentá-las para sites específicos. Posso não compartilhar minha paixão por cerveja na rede da minha igreja e posso não querer levar religião para a rede do trabalho."
Para a Gartner, que analisa tendências no setor de tecnologia, a virtualização será uma das grandes apostas para 2009 --até 2013, as mudanças em infraestrutura e operações devem dominar o mercado. "Empresas estão procurando maneiras de cortar custos, utilizar melhor os ativos e reduzir implementação/gerenciamento de tempo e complexidade", afirma relatório.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Esfera da Microsoft aparece na Internet


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A evolução do Surface da Microsoft pode ser o Sphere, um computador esférico que suporta multitoque e é uma ferramenta de trabalho colaborativo.

Hrvoje Benko, da Microsoft Research, mostra-nos as inovações do Sphere no vídeo apresentado em seguida.



A ideia da Microsoft é que o Sphere seja utilizado por várias pessoas em simultâneo no mesmo projecto. Um globo, um vídeo filmado a 360 graus e uma reedição do Pong são algumas das inovações apresentadas neste novo dispositivo.

Fonte: Exame Informática

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Microsoft abandona projecto de criar biblioteca digital


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Os serviços Live Search Books e Live Search Academic vão ser descontinuados pela Microsoft, revelou um blogue da empresa num texto assinado por Satya Nadella, responsável pelos portais e publicidade da empresa.

De acordo como agora revelado, a Microsoft decidiu abandonar o projecto para a criação de uma biblioteca digital porque pretende centrar-se em objectivos mais comerciais.

Com o final destas plataformas, terminam também os trabalhos locais nas universidades e bibliotecas, onde eram efectuadas as digitalizações das obras literárias.

Enquanto manteve activos os serviços Live Search Books e o Live Search Academic, a Microsoft digitalizou 750 mil livros e indexou 80 milhões de artigos que agora deverão transitar para o portal central da marca.

Fonte: Exame Informática

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