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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Clube de leitura, porque não?


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domingo, 23 de setembro de 2012

Há cada vez mais livros a viajar nos transportes públicos


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Numa sociedade cada vez mais apressada, a leitura nos transportes públicos é uma forma de se aproveitar o tempo gasto nas deslocações entre casa e o trabalho. E, pela comodidade, o comboio é onde mais se lê.

Falta pouco para chegar a S. Pedro do Estoril, mais duas páginas talvez. Nesta viagem, é Gabriel García Marquez — com Os Funerais da Mamã Grande — que atenua os solavancos do comboio da Linha de Cascais e faz Palmira de Almeida desligar-se da realidade.

Aos 67 anos, Palmira já perdeu a conta aos livros que leu. Começou com as histórias das princesas numa vila de Angola colonial, onde não era fácil comprar livros. Por influência dos irmãos, passou para a banda desenhada e, mais tarde, deixou-se encantar pelos romances em fascículos. Em 1974, veio para Portugal, onde trabalha como empregada doméstica, e trouxe o gosto da leitura para os comboios.

Vive em Almada e até chegar a S. Pedro apanha três comboios e dois metros. Com o cabelo curto, as hastes dos óculos vermelhas e uma camisola branca, vai olhando para as flores da capa do livro enquanto fala. “Leio em todas as viagens. O meu trabalho é muito manual — sempre a limpar, a limpar — também preciso de exercitar o cérebro”, conta. “Aproveito as viagens porque em casa não tenho tempo. Chego tarde e vou logo dormir e aos fins-de-semana tomo conta dos meus netos”, acrescenta.

Em 2009, o barómetro da opinião pública do Plano Nacional de Leitura realizou um inquérito a 1045 pessoas e encontrou 96% como Palmira de Almeida, que considera a leitura muito importante. Para os inquiridos, a leitura é especialmente importante no ensino e a formação (97%), na utilidade para a profissão (94%) e no exercício da cidadania (93%).

Com os olhos fixos numa das últimas páginas, Vera Brandão, de 29 anos, é uma campeã da leitura. “Leio, em média, nove livros por mês e também tenho um blogue de literatura”, conta a professora de uma sala de estudo em Carcavelos. Tira os óculos e acrescenta: “Gosto mesmo muito de ler e o comboio não me incomoda, é muito estável. É como estar sentada à secretária”. Põe os óculos e volta a mergulhar nas páginas de um livro já gasto, A Mutação, de Robin Cook.

Para o comissário do Plano Nacional de Leitura, Fernando Pinto do Amaral, o comboio — pela sua estabilidade — é um dos melhores meios de transportes a utilizar numa altura em que a leitura é cada vez mais fragmentária. “Actualmente, andamos sempre a saltitar de texto para texto. Mas [este tipo de leitura] não substitui uma leitura extensiva em que conseguimos mergulhar numa história”, refere Pinto do Amaral. “E isto pode ser feito nos transportes, sobretudo nos comboios, em que as viagens são mais estáveis”, defende.

Notícia completa no Público.PT

sábado, 19 de maio de 2012

9º encontro nacional | 7º internacional de investigação em leitura, literatura infantil & ilustração (Encontros Li)


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Os Encontros de Investigação em Leitura, Literatura Infantil e Ilustração decorreram de 1999 até 2002 com uma periodicidade anual passando, a partir desta data, a decorrer apenas de 2 em 2 anos, privilegiando-se, em cada ano, uma área temática. Em 2012 a área temática a privilegiar é a da Leitura (Avaliação, Ensino, Dificuldades).

Estes Encontros têm como objetivos dar a conhecer e divulgar a investigação que se produz nestas áreas, bem como refletir sobre as práticas docentes que se realizam nas instituições de ensino superior, e têm reunido na Universidade do Minho, em Braga, um grande número de investigadores do país e do estrangeiro, docentes que lecionam na formação de professores, bem como docentes de vários níveis de ensino.

Pretendemos que os Encontros Li – expressão abreviada que entrou já no vocabulário dos seus participantes – continuem a ser um amplo espaço de divulgação, debate e confronto de ideias, e alfobre de investigação interdisciplinar.

Para além de Conferências e Comunicações livres, haverá duas workshops e 4 sessões de pósteres.

                                   
9º encontro nacional | 7º internacional de investigação em leitura, literatura infantil & ilustração 22 + 23 Junho 2012 CESC / Instituto de Educação e Littera - Associação Portuguesa para a Literacia | Universidade do Minho | Campus de Gualtar | 4710-057 Braga Portugal encontrosli@iec.uminho.pt



Programa: http://encontrosli2012.files.wordpress.com/2012/05/programa-li-2012.pdf

Inscrições: http://encontrosli2012.wordpress.com/inscricoes/

Atas 2010: http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/17593

Facebook: https://www.facebook.com/Encontros.Leitura.Literatura.Ilustracao

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A leitura é cada vez mais importante para os jovens


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Avaliação do Plano Nacional de Leitura é hoje apresentada e o Público adianta que em 2007, entre os que tinham 15 a 24 anos, 30,6% consideraram-na "muito importante". Em Março passado, neste grupo etário, já eram 52,4% os que afirmaram o mesmo. Ler aqui a notícia.

sábado, 23 de abril de 2011

Um "Cadáver Esquisito" sobre livros


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Para comemorar o Dia Mundial do Livro, que se assinala este sábado, o JN desafiou cinco escritores a criarem uma pequena narrativa sobre o tema "livros", seguindo a técnica surrealista do "cadavre-exquis". Inês Pedrosa deu o mote e Rui Zink, Afonso Cruz, João Tordo e Patrícia Reis apenas tiveram acesso à última frase do autor anterior para seguir com esta história colectiva. O que resulta do uso desta técnica é sempre uma surpresa.
Fonte: JN

sábado, 9 de abril de 2011

LeV - Literatura Em Viagem


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Pela sexta vez em Matosinhos que se abre em festiva primavera, para nela ver nidificar, sob o pretexto da Literatura, da literatura de viagens, um espaço único de intervenção cultural multifacetado, interactivo, generoso, criativo e eivado de sentimento e emoção.
Artes nobres e sublimes aguardam aqui o viajante. A fotografia, o desenho, a música, e a literatura, convergem dos quatro cantos do Mundo. E os seus autores e intérpretes também.
Com o LEV, milhares de viajantes leitores vão selar o seu encontro com os seus artistas e autores predilectos, reflectir viagens e experiências, interagir com a arte e a cultura. E Matosinhos, que é Mar, Movimento e Cultura, é simultaneamente actor e testemunha singular desses (re)encontros.
Angola, Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Cuba, Espanha, Estados Unidos da América, França, Holanda, Itália, Marrocos, Tunísia, Uruguai, são, além de Portugal, os países de origem dos escritores e personalidades que estarão em Matosinhos.

Como disse Jorge Luís Borges, “a literatura não é outra coisa além de um sonho dirigido”. A pretexto deste sonho, convidamo-lo a embarcar no LEV e a viajar connosco!

A entrada é livre e gratuita.

Para mais informações:


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Direito autoral e a cultura da leitura e dos livros


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Em dezembro de 2010 a IFLA co-organizou um simpósio internacional sobre “Enhancing the Culture of Reading and Books in the Digital Age: Copyright as a Means to Foster Creativity and Access”, na Biblioteca Nacional da Dieta, em Toquio (Japão). O simpósio foi realizado durante dois dias e teve debates entre os participantes de várias instituições (International Federation of Reproduction Rights Organisations (IFRRO), the International Publishers Association (IPA) e a World Intellectual Property Organisation (WIPO) e a National Diet Library). Detalhes sobre esse evento podem ser encontrados no URL abaixo.

http://www.ifla.org/en/news/proceedings-of-the-international-symposium-on-enhancing-the-culture-of-reading-and-books-in-the

terça-feira, 26 de outubro de 2010

1001 livros para ler antes de morrer


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Fonte: Editora Sextante. Data: 26/10/2010.

URL: http://www.esextante.com.br/

“1001 livros para ler antes de morrer” (Sextante, 960 pp., R$ 59,90 – Tradução de Ivo Korytowski, Marcelo Mendes e Paulo Polzonoff Jr.), de Peter Boxall, reúne resenhas elaboradas por uma equipe de escritores, críticos literários e jornalistas internacionais das obras de ficção de maior impacto da história. Neste guia, o leitor encontra de clássicos como Dom Quixote, de Cervantes, e Os Lusíadas, de Camões, até os mais recentes e inovadores, como Almoço nu, de William Burroughs, e Tudo se ilumina, de Jonathan Safran Foer. Autores de língua portuguesa também estão presentes. Entre eles, Aluísio de Azevedo, Guimarães Rosa, Lima Barreto, Lygia Fagundes Telles e Mia Couto. Dividido por séculos, o guia é uma obra ricamente ilustrada.

Leitura no Metrô


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Fonte: PublishNews. Data: 26/10/2010.

Desde ontem (25) - e até o dia 29 de outubro, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) está distribuindo oito mil livros nas estações. Nesses dias, os passageiros vão encontrá-los nas catracas ou nas lanchonetes, por exemplo. É só pegar, ler, e deixar em algum lugar público para que outra pessoa também possa encontrá-lo e fazer o mesmo. A organização é da Biblioteca CPTM - Mário Covas, que conta com o apoio da Biblioteca Pública Monteiro Lobato de Osasco e ainda de 22 instituições, entre editoras e órgãos estaduais. Além disso, durante toda a semana haverá bate-papo com escritores, sessões de autógrafos, apresentação de dança e de música e muito mais.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Lupa eletrônica ajuda deficiente a ler


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Fonte: Agência FAPESP.

Data: 26/09/2010.

O Brasil tem cerca de 4 milhões de deficientes visuais, segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Estima-se que três em cada quatro apresentem visão subnormal – acuidade visual corrigida entre 0,05 e 0,3 no melhor olho, ou seja, enxergam em um campo de visão entre 5% e 30% do normal.

Pessoas com baixa visão ou visão subnormal apresentam sérias dificuldades para os afazeres habituais, mesmo após tratamento ou correção dos erros refrativos comuns com uso de óculos, lentes de contato ou implante de lentes intraoculares.

Pesquisadores da Bonavision Auxílios Ópticos, empresa instalada no Centro de Inovação, Empreededorismo e Tecnologia (Cietec) da Universidade de São Paulo (USP), acabam de lançar uma lupa eletrônica para leitura destinada a pessoas com deficiências visuais graves, com acuidade inferior a 5%.

O produto é o terceiro lançado pela empresa. O primeiro, em 2008, foi uma lupa especial para leitura, que amplia textos em cinco vezes e diminui as distorções, permitindo a visualização das palavras. Em 2009, os pesquisadores lançaram uma prancha de leitura acoplada à lupa. Os dois são vendidos pela empresa.

“A partir da prancha, incorporamos uma nova tecnologia, que foi a câmera de vídeo, colocada no local em que estava uma lente óptica. Conectada a uma televisão de 20 polegadas, a câmara possibilita um aumento da imagem de seis vezes (com a lente) para 40 vezes”, disse José Américo Bonatti, pesquisador da Clínica Oftalmológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e um dos diretores da Bonavision, à Agência FAPESP .

O projeto anterior (“Prancha de leitura acoplada à lupa”) contou com apoio da FAPESP por meio do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE). O pedido de patente nacional e internacional tem auxílio do Programa de Apoio à Propriedade Intelectual (PAPI).

Além de permitir a leitura da palavra inteira na linha, uma das vantagens da Lupa Eletrônica é o conforto. “É o dispositivo disponível no mercado que permite ao usuário ler sentado no sofá ou na cama, sem adaptações, não precisando de cadeira e mesa”, explicou Bonatti.

“A luz ambiente necessária é mínima. A câmara é de alta sensibilidade e tem controle automático de iluminação, mantendo a imagem na tela da TV uniforme e confortável”, disse sobre outras vantagens do produto.

Outro aspecto de destaque é a portabilidade. “Por não ter tela própria, o usuário pode levar para qualquer lugar onde seja possível acoplar o equipamento a uma televisão”, disse.

A câmara desliza em um trilho de uma prancha de leitura. Para mudar de linha, é só movimentar o trilho para baixo ou para cima. “Por isso, a lupa pode ser manipulada também por pessoas com problemas motores, portadores de doenças como Parkinson, uma vez que os tremores não afetam a movimentação da câmara no trilho metálico”, afirmou.

Existem atualmente no mercado, segundo o pesquisador, dois tipos de lupas eletrônicas: as do tipo “câmara-mouse” e “bandeja móvel”, que apresentam algumas limitações.

“A câmara-mouse, que pode ter tela própria portátil ou não, apresenta estabilidade dificultada, caso o usuário tenha problemas motores. Já a bandeja-móvel, que também pode ter tela própria ou não, exige grande treinamento e coordenação motora, pois a bandeja se move facilmente ao menor movimento das mãos”, disse.

Segundo Bonatti, a Lupa Eletrônica se diferencia dos equipamentos do mercado porque pode ser utilizado com um treinamento mínimo, além de trazer mais conforto e ergonomia. “O preço desse novo produto é de R$ 1,8 mil, ao passo que um modelo importado está na faixa de R$ 5 mil”, disse.

Além do uso para deficiente visual, o novo produto já está sendo testado para outras aplicações, tanto técnica quanto didática. “A Lupa Eletrônica pode ser utilizada para ver detalhes de um lote de produção em circuito eletrônico e também na área de geologia, por exemplo”, disse.

O produto poderia também ser utilizado no ensino, indica Bonatti. “Com a ajuda de uma tela grande, muitos detalhes captados poderiam ser vistos em sala de aula. Caso não haja laboratórios na escola, a Lupa Eletrônica pode ser um recurso pedagógico importante”, disse.

sábado, 14 de agosto de 2010

Índice de leitura no Brasil cresce mais de 150% em dez anos


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Autor: Alex Rodrigues.
Fonte: Agência Brasil. Data: 10/08/2010.

O índice de leitura no Brasil aumentou 150% nos últimos dez anos. Passou de 1,8 livro por ano em média, para 4,7. Apesar do aumento, a presidente do Snel (Sindicato Nacional dos Editores de Livros), Sônia Machado Jardim, disse que o índice de leitura anual no Brasil ainda é pequeno comparado ao de países mais desenvolvidos.

“É baixo não só por estar muito aquém dos de países desenvolvidos ou até mesmo de alguns países em desenvolvimento, mas também porque inclui os livros didáticos, de leitura obrigatória.

A presidente fez a declaração durante a divulgação da Pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial, realizada pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), a pedido da CBL (Câmara Brasileira do Livro) e do Snel, que constatou aumento de 13,5% de obras publicadas no ano passado em relação a 2008.

"Nosso grande desafio é a formação de leitores, mas o que a pesquisa demonstra é que podemos ter uma esperança já que 15% do mercado corresponde aos livros infantojuvenis", declarou Sônia, que disse estar preocupada pelo fato de as compras governamentais de livros técnico-científicos – mais voltadas à formação profissional e ao público universitário – não acompanharem o aumento do interesse pelo setor.

Dos 28,7 milhões de exemplares de livros técnico-científicos vendidos em 2009 (18,3% a mais que em 2008), os governos adquiriram apenas 182,8 mil. O que, apesar de pouco, significou um aumento de 142% em relação às compras de 2008, quando foram adquiridos apenas 75,4 mil exemplares.

"A compra governamental nesta área é baixíssima e se dá, principalmente, por meio do próprio aluno universitário e das universidades, o que demonstra a necessidade de o brasileiro se qualificar e que, hoje, somente o ensino médio não basta para garantir o ingresso no mercado de trabalho", concluiu Sônia.

Perguntada sobre o fato de o livro ainda ser um artigo pouco acessível para grande parte da população, Sônia defendeu que, com a produção em maior escala e as várias alternativas adotadas pelas editoras vem ajudando a popularizar o produto. "Até 2004 não havia os livros de bolso, por exemplo. Há as edições especiais, mais baratas, as vendas porta a porta. Há um novo mercado já que a classe C está ingressando no mercado e há preços para todo tamanho de bolso".

domingo, 2 de maio de 2010

Formar leitores


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Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/leitura/
A revista Nova Escola de abril de 2010 apresenta vários artigos relacionados com a formação de leitores. Segundo a revista "formar leitores é uma tarefa que começa antes mesmo da alfabetização e se estende por toda a vida escolar. Pensando nisso, preparamos um especial com tudo o que você precisa saber sobre leitura! Confira reportagens, vídeos e planos de aula desenvolvidos especialmente para ajudar você a despertar em seus alunos o gosto pelos livros e garantir que eles consigam ler e entender os mais diversos tipos de texto".
1. A importância da leitura
REPORTAGENS VÍDEOS Veja abaixo uma série de reportagens sobre a importância da leitura e alternativas para fazer com que ler se torne hábito na vida dos alunos.

Reportagens

Incentivar a leitura é fundamental
Num país castigado pelo analfabetismo, projetos de incentivo à leitura são muito mais que bem-vindos: são fundamentais

Leitura para toda a escola
Ler todos os dias foi a chave para alfabetizar e formar uma comunidade "louca por livros"

O ato de ler evolui
Para a psicolinguista argentina, o que se espera de um leitor muda com o tempo. Na era da internet, seletividade e rapidez são características essenciais

Ler para escrever
Bons leitores são bons escritores? Nem sempre. Para enfrentar o desafio da escrita, é preciso investigar as soluções de autores reconhecidos

Histórias de leitura sem fim
O melhor jeito de formar leitores é deixar as crianças livres para investigar, folhear e escolher o que quiserem

Compreender, eis a questão!
Ensine a estabelecer inferência e previsão, estratégias que ajudam a entender melhor um texto

Oba, hoje é dia de leitura!
Uma escola faz o acervo circular pelas classes em um carrinho. Outra leva a turma à livraria. Tem também aquela em que todo mundo pára o que está fazendo para ler. Em todas, os alunos estão descobrindo como isso é gostoso. E estão lendo muito melhor!

Roger Chatier - O especialista em história da leitura
Pesquisador francês estuda os significados sociais dados aos textos pelo autor e pelo leitor

Leitura, um objeto de conhecimento
Livro de Isabel Solé apresenta estratégias de leitura

Biblioteca não é depósito de livros
Idealizador de redes de leitura em escolas diz que é função do educador ajudar os estudantes a processar as informações do acervo

Recanto do saber
Para que a biblioteca cumpra a função de expandir o conhecimento, é preciso diversificar o acervo e torná-la um ambiente de descobertas

Vídeos

Delia Lerner fala sobre a leitura e a escrita em contexto de estudo
Pesquisadora argentina analisa a leitura e a escrita como objetos de ensino e também como ferramentas de aprendizagem de conteúdos de outras áreas

Como organizar uma biblioteca
Educadores e voluntários participam de oficina de incentivo à leitura que traz dicas e sugestões sobre como organizar uma biblioteca

Projeto Entorno 2008 - Em busca de novos leitores
Conheça as três frentes de atuação do projeto: formação de professores, coordenadores pedagógicos e diretores; rodas de leitura promovidas por voluntários; e doação de acervo

Projeto Entorno 2008 - Ciranda de leitura
Saiba mais sobre a Ciranda Literária, atividade em que alunos trocam indicações de livros com colegas da mesma faixa etária que estudam em outra escola

Projeto Entorno 2009 - Incentivo à leitura
Vídeo institucional revela que, em 2009, o número de escolas atendidas pelo projeto dobrou em relação ao ano anterior

Projeto Entorno 2009 - Sessões simultâneas de leitura
Iniciativa conta com a realização de sessões simultâneas de leitura, envolvendo toda a equipe da escola

2. Diferentes gêneros nas aulas de Língua Portuguesa
Trabalhar diferentes gêneros é fundamental para formar leitores. Veja como ensinar cada gênero em sala de aula.

Reportagens

Como usar os gêneros para melhorar a leitura e a escrita
Eles invadiram a escola - e isso é bom. Mas é preciso parar de ficar só ensinando suas características

Leitura atenta: um raio X na notícia
Saber ler para estudar e dominar procedimentos como sublinhar e resumir é o caminho para a autoria de textos informativos

Usar a poesia para desenvolver a oralidade
Conheça um jeito lúdico e eficiente de expandir o universo de comunicação dos pequenos

Do livro ao recital: projetos estimulam a leitura
Ouvir histórias, para depois escrevê-las e declamá-las, é um ótimo jeito de melhorar a leitura e a oralidade

Vídeos

A importância dos clássicos da literatura
Entenda a importância da leitura dos clássicos, desde os universais até os exemplares que têm um significado importante para uma determinada comunidade

Leitura de textos informativos
A professora Ana Lúcia Torres, de São Paulo, realiza uma atividade de leitura de textos científicos com crianças ainda não alfabetizadas.

Leitura de poesia
A atriz Vera Barbosa traz sugestões de como fazer uma boa leitura de poesia para seus alunos.

Oficinas de incentivo à leitura
Acompanhe as atividades da primeira oficina do projeto Letras de Luz, programa de incentivo à leitura mantido pela Fundação Victor Civita e pela Energias do Brasil.


3. Leitura na Creche
Reportagem

Fraldas e livros
Acredite: não é perda de tempo ler para quem ainda nem aprendeu a falar. Conheça seis projetos voltados à primeira infância

Planos de aula

Descobrindo o livro e o prazer em ouvir histórias

Bebeteca: lugar de pequenos leitores


4. Leitura na Pré-escola
Reportagens

Pequenos a bordo
Projetos que trabalham com crianças da pré-escola despertam o prazer da leitura ainda na fase da alfabetização

Flexibilização para incluir alunos com deficiência na roda de leitura
Conheça as adaptações que permitiram à aluna Glenda, de 5 anos, que tem deficiência física, participar das atividades de leitura e escrita realizadas por sua turma

Autores mirins
Educadora Nota 10 desenvolve projeto de leitura e escrita com crianças de pré-escola que não sabem ler e escrever convencionalmente

Planos de aula

Comparando diferentes versões de Chapeuzinho Vermelho

Livros sobre os dinossauros

Linguagem oral e escrita

5. Leitura no Ensino Fundamental I
1º a 3º ano 4º e 5º anos Reportagens

A idade das letras
Enquanto avança o processo de alfabetização, aproximar os pequenos dos livros pode fazer toda a diferença

Desde o começo
É preciso oferecer textos à criança já nas primeiras atividades de alfabetização porque conhecer seus usos e suas funções favorece a reflexão sobre o sistema de escrita

A leitura feita pelo professor tem que ser constante na alfabetização
Ouvir permite às crianças ampliar o repertório cultural, aumentar a familiaridade com a língua, desenvolver o comportamento leitor e iniciar o processo formal de alfabetização

Livro precisa ser um vício
O segredo com crianças de 7 a 9 anos, segundo a escritora, é não forçar a barra

Pesquisa revela aumento no índice de leitura entre crianças
Pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil”, divulgada pelo Instituto Pró-Livro em 2008, mostra que o índice de leitura entre crianças acima de 5 anos cresceu.

Vídeo

Leitura pelo professor
A professora Mariluci Kamisaka, que alfabetiza todos os seus alunos de 1ª série até o final do ano letivo, mostra os resultados de seu diagnóstico inicial da turma e realiza uma leitura pelo professor, atividade permanente ao longo de todo o ano.

Planos de aula

Prática de leitura

Comparando diferentes versões de Pinóquio

Leitura de títulos

Leituras simultâneas de contos

Poesia

Leitura compartilhada e debate

Indicação literária

Coletânea de textos poéticos memorizados

Reportagens

Passagem só de ida
Na transição da infância para a adolescência, a garotada tem vontade de descobrir o mundo. E a leitura é, certamente, o melhor passaporte

Ruth Rocha: "Leitura não pode ser só folia"
A autora acredita que o livro também deve cumprir o papel de enriquecer o vocabulário

Prova Brasil 5º ano: Procedimentos de Leitura
As questões exigem familiaridade com fábulas, notícias, contos etc. Nesse sentido, Beatriz Gouveia, coordenadora do programa Além das Letras, do Instituto Avisa Lá, e Kátia Brakling, professora do Instituto Superior de Educação Vera Cruz, ambos em São Paulo, que analisaram a prova, indicam como organizar atividades em sala de aula com textos diversos

Orientações didáticas sobre leitura
Para que os estudantes de 4ª série (5º ano) dominem habilidades essenciais de leitura cobradas na Prova Brasil, o professor deve trabalhar algumas atividades sistematicamente

Leitura de textos de complexidades diferentes
A prova pede a compreensão de textos de diferentes complexidades – dadas pela coerência, pela organização, pelo vocabulário etc. –, ainda que com gênero e enredo iguais

Leitura de textos de gêneros diferentes
As questões exigem a compreensão de textos variados - quadrinhos, fábulas, notícias, verbetes etc. - e a familiaridade com a leitura deles. A definição de qualquer um dos tipos nunca é pedida


Planos de aula

Leitura para refletir sobre a escrita

Leitura e escrita de textos informativos

Do poeta ao aluno


6. Leitura em todas as disciplinas do Ensino Fundamental II
Ensinar os alunos a ler e compreender o que lêem é tarefa de todos os professores. Confira abaixo reportagens sobre leitura em cada uma das disciplinas do Ensino Fundamental II e planos de aula exclusivos

O desafio de ler e compreender em todas as disciplinas
Levar os alunos a entender tudo o que lêem exige explorar diferentes gêneros e procedimentos de estudo

A língua em todas as disciplinas
Por serem essenciais na formação escolar, a leitura e a escrita merecem atenção específica dos professores das diversas áreas

LÍNGUA PORTUGUESA

Reportagens

Explorar a diversidade, priorizando gêneros literários e opinativos
Por ter maior familiaridade no trabalho com a leitura, o docente da área tem de abrir caminho para os colegas e abordar os gêneros de que as outras disciplinas não tratam

Semeando o futuro
Ao encurtar a distância entre adolescentes e livros, projetos de incentivo à leitura abrem caminhos para jovens em todo o país

Prova Brasil 9º ano: Procedimentos de Leitura
Esta prova exige repertório para ler e entender textos dos mais simples aos mais complexos, dependendo do vocabulário, da organização e das pistas linguísticas, entre outros aspectos

Plano de aula

Leitura de poema e análise semântica

Uma rádio ecológica: o meio ambiente e o gênero discursivo

Literatura e podcast

ARTE

Reportagem

Em Arte, é preciso ensinar a ler textos sem palavras
É preciso saber a gramática própria que rege a linguagem visual e contextualizar as condições de produção de cada obra estudada.

Plano de aula

Leitura de quadro e produção de comentário



CIÊNCIAS

Reportagem

Conhecer textos expositivos e instrucionais para questionar
Mergulhar nos textos expositivos e instrucionais é o caminho para que a garotada compreenda a linguagem da ciência

Plano de aula

Leitura de reportagens e produção de resumo sobre a Amazônia



EDUCAÇÃO FÍSICA

Reportagem

Ler o que o corpo produz
Ao interpretar esportes, jogos, lutas e danças, a turma consegue entender como essas manifestações se inserem na cultura

Plano de aula

Leitura da linguagem corporal e produção de esquemas gráficos sobre jogos



GEOGRAFIA

Reportagem

Leitura de mapas e paisagens
Refletir sobre a organização do espaço em que vivemos é a principal missão da Geografia.

Plano de aula

Leitura de mapas e produção de croquis sobre desmatamento da mata Atlântica



HISTÓRIA

Reportagens

A leitura crítica de fontes históricas
Navegar pela diversidade de fontes, confrontar opiniões divergentes e situar a época de cada texto são estratégias certeiras em História

Leitura do passado
A aprendizagem das principais noções do pensamento histórico, como temporalidade e sucessão dos acontecimentos, está no centro do ensino

Plano de aula

Leitura de documentos e produção de relatos



LÍNGUA ESTRANGEIRA

Reportagem

A importância do contexto
Para compreender de fato um texto em outro idioma, é preciso evitar a muleta da tradução palavra por palavra.

Plano de aula

Leitura e escrita de biografias



MATEMÁTICA

Reportagem

Problemas matemáticos sem problemas
Entender o que dizem os enunciados é o primeiro passo para decifrar enigmas matemáticos.

Plano de aula

Leitura de problemas com frações e anotações


7. Leitura na Educação de Jovens e Adultos
Reportagens

Prática adequada aos adultos
Para que os estudantes de EJA aprendam a ler e a escrever, é preciso respeitar algumas especificidades e acionar quatro situações didáticas

Timothy Ireland: "A EJA tem agora objetivos maiores que a alfabetização"
Para o especialista inglês, é desafio da modalidade de ensino preparar para o mercado de trabalho e um mundo em transformação

Uma lenta caminhada para vencer o analfabetismo funcional
O analfabetismo funcional persiste entre os jovens brasileiros: 15% deles não têm habilidades de leitura e escrita compatíveis com sua escolaridade

A influência do ensino na vida das pessoas
Por trás das estatísticas do nível de alfabetismo, gente que frequentou a escola e não aprendeu

Vídeo

Leitura de textos informativos na alfabetização de jovens e adultos
Trecho do vídeo do Programa de Formação de Professores Alfabetizadores (Profa), do MEC, no qual os alunos da turma da EJA discutem sobre um tema da atualidade e depois se informam sobre ele por meio da leitura de jornais.

Planos de aula

Prática de leitura na EJA

Leitura pelo aluno para aprender a ler na EJA


8. Formação de professores leitores

terça-feira, 13 de abril de 2010

Projecto “Tásse a Ler”


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O projecto “Tásse a Ler”, promovido pela Redes de Bibliotecas do Vale do Minho levará a cabo, dia 14 de Abril, uma actividade intitulada “Um Rio de Contos” que decorrerá em duas sessões: às 15h00 no Bar da EPRAMI - Escola Profissional do Alto Minho Interior e às 21h30 no Café com Broa. Esta iniciativa, dinamizada pelo mediador cultural do Projecto Miguel Horta e pelo actor, dramaturgo e contador de histórias Thomas Bakk destina-se ao público em geral e tem como objectivo aproximar o livro da população através da leitura em locais inesperados.

Dia 15, no âmbito também do Projecto “Tásse” a Ler realizar-se-á mais uma oficina de leitura “Escrita mal comportada” com alunos do 7º ano na Biblioteca Municipal e “Eu sou tu” com alunos do cursos CEF no Centro Cultural de Paredes de Coura.

Estas actividades, também dinamizadas por Miguel Horta, pretendem despertar nos jovens o gosto pela leitura e pela escrita através de meios criativos e pouco habituais.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Livros e carnaval dão samba!


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Fonte: Blog do Galeno. Data: 12/02/2010.
URL: http://www.blogdogaleno.com.br/

De novo o Brasil mostra que carnaval e livros podem dar samba. Em diversas cidades brasileiras, a literatura e seus personagens fantásticos vestem a fantasia e vão para a avenida. No Rio, onde se faz o melhor e mais badalado carnaval do mundo, nada menos do que três bibliotecas vão desfilar na Sapucaí. Salgueiro, Ilha do Governador e Tijuca escolheram o tema para desenvolver seus enredos. Nada mais natural e apropriado, e com todas as condições de ampliar a presença dos livros e da leitura no imaginário nacional.
Um Dom Quixote gigante na Ilha
O desfile das escolas de samba do Grupo Especial do Rio será aberto por um dos maiores personagens da literatura universal de todos os tempos: Dom Quixote de La Mancha, com sua história clássica do cavaleiro sonhador. É assim que a União da Ilha do Governador, escola que está de volta à divisão principal do carnaval carioca, dará o pontapé inicial na maior festa popular do País. Afinal, mais de 400 anos depois de criado, o cavaleiro inventado pelo escritor Miguel de Cervantes está mais vivo do que nunca no imaginário daqueles que cultivam os sonhos.
Tijuca revive a lendária biblioteca de Alexandria
A Unidos da Tijuca preparou algumas surpresas grandiosas para seu carnaval 2010. Seu carro alegórico mais brilhante será A Biblioteca de Alexandria, que trará os segredos da humanidade alimentados pela literatura. Para isso, vai recontar a história da biblioteca famosa que, construída há 2.300 anos no Egito (e destruída por um incêndio que acabou com a "casa dos livros de todos os povos"), continua, até hoje, cercada de mistérios.
Salgueiro e a história sem ponto final
O enredo do Salgueiro, uma das escolas de samba mais famosas do carnaval carioca, é sobre literatura: "Uma História de Amor sem Ponto Final". Um dos carros alegóricos fala de um dos livros do bruxinho Harry Potter, um dos mais vendidos no mundo. Outro simboliza a Bíblia, o mais lido e que mais influenciou o mundo Ocidental. E um outro ainda reproduzirá nada menos do que uma biblioteca gigante na passarela da Sapucaí. A escola quer dar vida aos personagens dos livros.
Um sarau de carnaval!
E vem do Acre a boa tirada da semana para não perder a oportunidade de tudo virar leitura. A Casa de Leitura da Gameleira resolveu promover em Rio Branco o seu Sarau de Carnaval. Foi buscar nos versos do cantor, compositor e escritor Chico Buarque a inspiração: "se aliste meu camarada/a gente vai salvar/ o nosso carnaval". Era uma opção para quem não curte as festas de Momo, sempre muito movimentadas e tumultuadas, mas se ligam em manifestações poéticas e artísticas em torno da celebração mais popular do Brasil. O sarau foi baseado principalmente nas composições dos mestres da MPB, como Chico, Vinicius e Cartola. Quem topou ir ao palco declamar uma poesia ou outra obra literária já se credenciou para sair de lá escolhido rei ou rainha da festa.
O prêmio era um... livro. Para ser lido no feriadão.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Amazon vende mais e-books do que livros em papel no dia de Natal


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O ano que foi de viragem no mundo dos livros electrónicos está a acabar bem para a empresa que mais trabalhou para promover esta tecnologia: no dia de Natal, pela primeira vez, os clientes da Amazon compraram mais livros electrónicos do que em papel.
Num comunicado, a Amazon adianta ainda que o Kindle (o mais conhecido leitor de e-books no mercado) foi o produto mais vendido durante a quadra festiva, um fenómeno que terá sido impulsionado, em parte, pelo facto de a empresa ter avançado recentemente com a possibilidade de se encomendar o Kindle a partir de praticamente qualquer país do mundo, incluindo Portugal.

Como já é tradição no que diz respeito às vendas do aparelho, a empresa não adianta números concretos.

O único número disponibilizado pela Amazon indica que no dia de maior volume de encomendas, 14 de Dezembro, foram feitas, ao todo, 9,5 milhões de encomendas dos vários produtos que a empresa tem disponíveis (embora seja conhecida como uma livraria online, a Amazon vende muitos outros tipos de produtos, desde leitores de música a artigos de mercearia).

O enorme volume das vendas da Amazon não permite, porém, fazer qualquer estimativa sobre as vendas do Kindle. A empresa já admitiu que funciona num modelo de vendas de “cauda longa”. Trata-se de um modelo, popularizado pelo director da revista Wired, Chris Anderson, que consiste em vender quantidades relativamente pequenas de muitos produtos diferentes, normalmente a par de um número muito restrito de produtos que têm muita procura.

A "cauda longa" significa que um best-seller na Amazon vende tipicamente menos unidades do que o conjunto dos livros que são menos vendidos – e o mesmo se aplica aos artigos de qualquer outro género.

Ao todo, a Amazon tem 390 mil livros electrónicos disponíveis, muitos dos quais best-sellers. Para comprar estes livros não é necessário ter um Kindle. Os e-books podem ser lidos num iPhone ou iPod Touch ou simplesmente num computador. Em ambos os casos, é necessária uma aplicação da Amazon – os e-books não são disponibilizados num formato aberto e não podem ser lidos em aparelhos da concorrência, como o Sony Reader.

O dia de Natal não é um dia de pico de vendas. A acompanhar a normal quebra das vendas de edições impressas no dia 25 esteve o facto de, provavelmente, muitos clientes estarem no dia 25 a experimentar os Kindle que lhes foram oferecidos, o que contribuiu para o avolumar das vendas dos e-books.

O Kindle é o leitor de e-books mais mediático, mas, como a Amazon não divulga números de vendas, não é possível estabelecer com precisão a quota de mercado. Os analistas especializados apresentam-no frequentemente como o líder do sector, seguido pelo Sony Reader.

Na sequência do comunicado da Amazon, as acções da empresa subiram 2,53 dólares, para os 141 dólares.

Fonte: Público.pt

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Hacker quebrou protecção do Kindle


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Um hacker israelita desenvolveu uma forma de ultrapassar as restrições do popular leitor de livros electrónicos da Amazon e de fazer com que os ficheiros possam ser transferidos para outros dispositivos.

O Kindle usa um formato proprietário para os e-books – o awz – que faz com que estes não sejam legíveis noutros aparelhos. A Amazon, porém, disponibiliza uma aplicação, chamada Kindle for PC, que permite a leitura num computador dos livros comprados e a sincronização entre PC e Kindle.

Também os termos de utilização do Kindle proíbem a transferência de livros comprados na Amazon, tanto entre utilizadores, como entre aparelhos.

O hacker isrealeita quebrou o sistema de Digital Rights Management (DRM) do Kindle como resposta a um desafio lançado num fórum online. A tarefa demorou apenas oito dias.

Este tipo de sistemas de protecção é muito usado na distribuição de conteúdo digital, como filmes ou música, e visa prevenir a partilha ilegal. Alguns utilizadores, porém, criticam o facto de o DRM os impedir de fazerem cópias legítimas das obras que compraram.

Para contornar o DRM do Kindle, o hacker desenvolveu um script. É, basicamente, um ficheiro de texto, que pode ser copiado da Web, e que contém as instruções necessárias para o próprio Kindle for PC converter os ficheiros num formato não proprietário chamado Mobipocket. Este é um formato aberto e legível por concorrentes do Kindle, como o Sony Reader.

O facto de os livros electrónicos não poderem ser emprestados – como acontece com as versões impressas – tem sido apontado como um dos defeitos desta tecnologia.

Para responder a este problema, o Nook, um leitor lançado apenas nos EUA pela gigante livreira Barnes&Noble, integra uma funcionalidade que permite aos utilizadores deste aparelho emprestarem livros electrónicos entre si.

Fonte: Público

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

LER+: Roteiro de Leituras


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O Roteiro de Leituras, nova funcionalidade do website do Plano Nacional de Leitura, apresenta-se como uma base de dados que congrega a partir de um mesmo ponto de acesso a divulgação de actividades no domínio da promoção da leitura, protagonizadas por Bibliotecas Públicas, Autarquias, Instituições de Ensino Superior, Editoras e Livrarias, Sociedade Civil e Instituições Culturais.

Um motor de pesquisa permite a identificação de actividades por tipologia de entidade promotora, por localização geográfica ou por data. Permite ainda a pesquisa por termos.


Consulte em: Plano Nacional de Leitura

Fonte: Newsletter da APBAD

sábado, 24 de outubro de 2009

Livro e leitura no Brasil


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Fonte: Blog do Galeno Amorim. Data: 22/10/2009.
URL: http://blogdogaleno.blog.uol.com.br/
Já se sabe que a década atual não entrará para a história como aquela em que os problemas da baixa leitura foram sanados ou que o Brasil se aproximou dos índices dos países desenvolvidos. Porém, ela pode ficar conhecida no futuro como a mais importante da história das políticas públicas do livro e da leitura por ter representado o início da virada. Após uma derrapagem inicial (em 2003, o governo extinguiu, inexplicavelmente, a Secretaria Nacional do Livro e da Leitura), não houve, depois, um só ano sem que alguma medida importante tenha sido anunciada.
A primeira foi a Lei do Livro, um marco regulatório, assinada naquele mesmo ano pelo presidente Lula. No ano seguinte, houve a desoneração fiscal do livro. Em 2005, uma ampla parceria público-privada celebrou o Ano Ibero-Americano da Leitura com 100 mil ações, projetos e programas, numa mobilização sem precedentes. Em seguida, viriam o BNDES ProLivro e o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL). Antes, a Câmara Setorial - outra novidade - aprovara as diretrizes dessa política até 2020. As editoras então criaram o Instituto Pró-Livro e o Prêmio Vivaleitura, do governo, catalogou 10 mil ações de fomento à leitura. O Ministério da Cultura, de sua parte, correu para eliminar a chaga social representada por 1.300 municípios sem bibliotecas - o que ocorrerá até o fim do ano.
Outro ganho notável foi a ampliação e consolidação dos programas sociais do livro, que chegam a 30 milhões de alunos pobres. O resultado de tudo isso é que o índice de leitura subiu para 4,7 livros por habitante/ano (entre os brasileiros acima de 15 anos e pelo menos três anos de escolaridade, era 1,8 livro/ano em 2000 e dobrou em 2008, segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil). Embora o rumo pareça certo, o país está aquém de suas necessidades. É preciso, agora, pôr o pé no acelerador e intensificar as ações. O primeiro passo é acabar de cumprir a agenda feita pelo governo e a sociedade entre 2004 e 2006 e legitimada por 40 mil lideranças. Entre pontos que restam, estão o financiamento público dessas políticas e uma estrutura de gestão, que pode ser o Instituto Nacional do Livro e Leitura.
O Congresso votará, este ano, o Fundo Pró-Leitura (0,33% da receita), oferecido em troca da desoneração. Bem que os parlamentares poderiam aproveitar e destinar parte do fundo social do pré-sal para reforçar esse caixa. E o governo passar a destinar orçamentos dignos e instituir um amplo programa de revitalização da atual e precária rede nacional de bibliotecas. Com isso, teremos muito a comemorar.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

2º Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas Comunitárias


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O 2º Seminário Internacional de Bibliotecas Públicas e Comunitárias e o 2º Fórum Prazeres da Leitura serão realizados de 12 a 14 de novembro de 2009, em São Paulo.

Entre as temáticas dos eventos estão “Políticas públicas de incentivo a leitura e bibliotecas”, “Desenvolvimento de seviços inovadores em bibliotecas públicas e comunitárias” e “Perfil das lideranças na gestão de bibliotecas e espaços de leitura”.

A mesa-redonda “Acessibilidade em bibliotecas” terá a participação de Maria Tereza Egler Mantoan, professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas, Linamara Rizzo Battistella, secretária dos Direitos das Pessoas com Deficiência do Estado de São Paulo, e de Guilherme Lira, da Acessibilidade Brasil.

“Programas de incentivo à leitura nas bibliotecas de Medelín”, com Yicel Nayrobis Giraldo Giraldo, da Escola Interamericana de Biblioteconomia, na Colômbia, “Sistema de Bibliotecas Públicas de Milão”, com Aldo Pirola, diretor do Sistema de Bibliotecas Públicas de Milão, na Itália, e “Mediação cultural das bibliotecas frente ao perfil dos novos leitores”, com Lucia Santaella, professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, são algumas das palestras programadas.

Os eventos ocorrerão no Teatro da Universidade Católica (Tuca), na rua Monte Alegre 1024, Perdizes, São Paulo, SP.

Mais informações: www.acquaviva.com.br/sisconev e bibviva2009@acquaviva.com.br

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Estado actual do universo dos e-books...


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Um representação interessante do estado actual em que se encontra o mercado dos e-books... via (Pedro Príncipe on Facebook)Aceda à notícia completa em TechFlash

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