Mostrar mensagens com a etiqueta mecanismo de busca. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta mecanismo de busca. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

A busca avançada irá desaparecer?


0 Comentários


Greg Notess, um dos gurus da internet, publicou um artigo abordando a busca/pesquisa avançada disponível na maioria dos mecanismos/motores de busca.

A sua conclusão não foi nada animadora: “Os links para pesquisa avançada na página inicial dos mecanismos de busca estão em declínio, e o uso do termo pode também estar desaparecendo. (...) é provável que esse recurso seja apenas um menor foco de qualquer empresa de pesquisa na internet tendo em vista que os usuários usam muito pouco esses recursos avançados".

Referência: Notess, Greg R. Advanced Search in Retreat. Online, v. 36, n. 2, p. 43, March/April 2012.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Mecanismo de busca para partituras musicais


0 Comentários

O sítio Sheet Search disponibiliza para download legal cerca sete mil partituras de músicas. A maior parte do acervo, que compreende o período de 1700 a 2000, é composto por clássicos da música erudita, mas temas contemporâneos, folclóricos e regionais também podem ser encontrados.

Maiores informações no URL: http://www.sheetsearch.com/

segunda-feira, 5 de julho de 2010

O bibliotecário do futuro?


1 Comentários

É interessante o que pensam os autores sobre o futuro do bibliotecário. Sugiro que você veja o filme "A Máquina do Tempo" (The Time Machine, 2002). Nele há um momento em que o viajante conversa com um bibliotecário de referência.

O vídeo, hospedado no Youtube, apresenta uma entrevista de referência entre um usuário e essa máquina holográfica com aparência humana. Vale a pena dar uma olhada.
Murilo Cunha

sábado, 29 de maio de 2010

Deep Web Wiki


0 Comentários

Novo mecanismo de busca acaba de ser criado. É o Deep Web Wiki [URL: http://www.deepwebwiki.com/wiki/index.php/Main_Page]. Ele é um esforço voluntário para manter uma base de dados de sítios web que geralmente são ignorados pelos principais mecanismos de busca. Estima-se que cerca de 95/99% da chamada web invisível não é indexado pelos robôs convencionais dos mecanismos de busca.
Tal como a Wikipédia, o Deep Web Wiki depende da contribuição voluntária de seus usuários para o sucesso do projeto. Qualquer pessoa pode adicionar um sítio ao índice ou modificar o conteúdo da indexação.
Longa vida para o Deep Web Wiki!
Murilo Cunha

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Google: 'Nossa ambição é organizar toda a informação do mundo'


1 Comentários

Fonte: Le Monde. Data: 22/05/2010.
Com tradução do portal UOL, 23/05/2010.
Autores: Cécile Ducourtieux, Nathaniel Herzberg e Sylvie Kauffmann.

Cofundador do Google, presidente de produtos, Larry Page responde às perguntas sobre a estratégia do gigante americano da internet, suas difíceis relações com as editoras e a proteção dos dados pessoais.

Eis a entrevista.

O Google lançou, na quinta-feira (20), o Google TV, um sistema para conectar seu televisor à internet, com a Intel, a Sony e a Logitech. Com qual objetivo?

As pessoas ainda não acessam a internet pela televisão. A internet não foi concebida para isso, mas seria bom se o YouTube [propriedade do grupo] fosse acessível nessa tela, ou que pudéssemos olhar emails nela. As pessoas têm um monitor grande, que custou caro, e que ocupa espaço – elas gostariam que ele fizesse o máximo de coisas possível!

No fim dos anos 1990, o Google era somente uma ferramenta de busca. A empresa agora oferece uma série de outros serviços. Vocês comercializam até um telefone. Por que diversificar tanto?

É muito simples: queremos ganhar ainda mais dinheiro! Com nosso sistema de busca, conseguimos criar o equivalente a uma escova de dentes, uma ferramenta que assumiu um lugar importante em nossas vidas. O mesmo com o Gmail [serviço de mensagens do Google] para o email. Todos os produtos que lançamos deverão ser assim. Eis o nosso raciocínio: do que as pessoas realmente precisam, o que tem valor para elas? Há outro aspecto: quando as empresas crescem, muitas vezes ela não procuram mudar de ramo, e empregam milhares de funcionários para fazer a mesma coisa. Isso não é necessariamente muito lucrativo.

A plataforma de vídeos YouTube é muito popular. Mas vocês ainda não encontraram o modelo econômico...

Os jornalistas são um pouco duros: o YouTube acaba de comemorar seus cinco anos. Cinco anos após sua criação, o Google tinha um faturamento comparável. É preciso colocar as coisas em seu contexto. Nós queremos atrair para a plataforma conteúdos originais, de qualidade, se possível profissionais, pelos quais os autores possam ser remunerados [por uma divisão de receita publicitária] e para quem o YouTube represente a principal fonte de renda. Ainda não chegamos lá, mas não estou preocupado.

O YouTube dará lucro este ano?

Nós não damos essas informações. Mas isso não me surpreenderia.

Por que o grupo acaba de desistir da venda online de seu telefone, o Nexus One?

A equipe do Android [o sistema operacional para celular do Google], que desenvolveu o Nexus One, subestimou a quantidade de trabalho que representava a venda online. Ela não dispunha de sistemas de faturamento das operadoras de telecomunicação nem de suas ofertas promocionais. Mesmo assim o sistema Android é um sucesso: em abril, nos Estados Unidos, foram vendidos mais telefones com esse sistema do que iPhones.

O Google Docs [editor de documentos acessível gratuitamente a partir de um navegador] deveria ter afetado muito um dos produtos principais da Microsoft, o Office, mas ele não teve tanto sucesso. Por quê?

Estou satisfeito com esse produto. Nossa meta não era matar o Office da Microsoft, mas sim prover 80% das necessidades básicas dos usuários, com um produto mais rápido, mais simples. É exatamente o contrário da estratégia da Microsoft, que passa seu tempo acrescentando funcionalidades ao Office, mas que pouquíssimas pessoas realmente usam. Nós tivemos muito sucesso nas empresas, e quase 100% dos funcionários do Google usam o Google Docs internamente. Claro, existem ainda uns cinquenta funcionários na empresa que utilizam absolutamente todas as funcionalidades possíveis do programa Excel, da Microsoft. Eu não conseguiria convencê-los, e esse nem é meu objetivo!

O sr. não acha que o Chrome OS, seu sistema operacional para PC, chegará tarde demais ao mercado? Os fabricantes anunciam cada vez mais terminais equipados com o Android: sistemas embutidos em carros, tablets, etc.

Nós nos questionamos muito dentro da empresa. Mesmo assim acredito que os dois sistemas operacionais, Chrome OS e Android, se destinam a dois usos ou dois tipos de terminais diferentes. O Android foi idealizado para telefones com touch screen, que consomem pouca energia. As limitações materiais para um computador continuam sendo diferentes, e o Chrome OS continua sendo pertinente. Você tem máquinas dotadas de um processador para telefone, que consome relativamente pouca energia, e pode rodar com o Android, e outras, com um processador de PC, que precisarão do Chrome OS, que é otimizado para esse tipo de máquina. Gostaríamos que eles acabassem se fundindo, que qualquer sistema operacional pudesse funcionar em qualquer máquina, mas ainda não chegamos lá.

Alguns de seus concorrentes acabam de lançar tablets digitais. Que visão o sr. tem desse mercado?

Para mim, nesse estágio, os tablets são telefones grandes. Eles têm o mesmo tipo de processador, com touch screen. Mas acho que veremos o surgimento de uma série de terminais diferentes, sendo que muitos funcionarão com o Android, com telas de todos os tamanhos.

Vocês não têm uma rede social comparável ao Facebook. Não é uma desvantagem?

É algo em que estamos pensando. Nossa rede Orkut é muito popular no Brasil, mas não em outros países. Para ir mais longe, quando você se registra no Facebook, logo lhe é oferecido que sejam importados seus contatos do Gmail. Em compensação, o Facebook não autoriza a exportação de membros do Facebook para o Gmail. Ao contrário de nós, o Facebook não é realmente um sistema aberto.

Seu sucesso se baseia na relação de confiança com o usuário. O caso “Google Street View” não abalou essa confiança?

Nós cometemos um erro, coletamos dados que não queríamos coletar. Queremos cooperar da melhor forma possível com as autoridades para corrigir isso. Mas acredito que fomos diretos: relatamos nosso erro assim que o detectamos. Não estou certo de que muitas outras empresas se comportariam da mesma forma em um caso similar. A lição que aprendemos foi que devemos permanecer humildes e melhorar nossos processos.

Vocês armazenam uma quantidade enorme de dados em seus servidores. Isso é realmente necessário?

A maior parte desses dados são páginas da web, palavras-chave, endereços IP [que identifica um computador]. Mas você não é identificado: nós temos poucas informações pessoais, ao contrário das operadoras de cartões de crédito. Para que a ferramenta funcione, para melhorar a qualidade dos resultados de busca, precisamos de todas essas informações. Nossa ambição é organizar toda a informação do mundo, não somente parte dela. Mas me preocupo com o fato de que algumas pessoas não acham que conservar tantas informações seja bom. Nós oferecemos ferramentas para que os internautas possam ver e controlar o uso que fazemos de seus dados [serviço “dashboard”].

Qual a sua opinião sobre a proteção de dados privados?

As sociedades mudam, as pessoas estão se comunicando cada vez mais online. As fronteiras da vida privada estão se deslocando. Para nós, às vezes, é um pouco complicado. Presta-se muita atenção especialmente ao tempo pelo qual se guardam dados de conexão. Ao mesmo tempo, as pessoas colocam cada vez mais dados pessoais online: fotos de si embriagados, etc. Manter os dados pode ter um grande valor: veja o serviço de acompanhamento da gripe A que implantamos há alguns meses. Poupamos muito dinheiro às agências americanas, graças aos dados de conexão dos internautas.

Na França, onde vocês foram condenados por desrespeitar direitos autorais, há um projeto de tributação da publicidade na internet... Como reage a isso?

É uma das razões pelas quais vim a Paris. No ramo das editoras, colocar nossa tecnologia a serviço da cultura nos motiva muito. Quando eu era estudante em Stanford, uma inundação destruiu entre 50 e 100 mil livros insubstituíveis. Se eles tivessem sido digitalizados... Nosso projeto é simples: queremos fazer acordos [com bibliotecas], selecionar obras em domínio público e digitalizá-las por nossa conta. Mas esse projeto acabou se misturando com polêmicas sobre direitos autorais.

Elas são legítimas ou entravam a inovação?

É claro que o direito autoral é importante. E é claro que isso causa problemas. Veja as revistas: para colocá-las online, você deve pagar os direitos sobre imagens cujos autores ou detentores de direitos você não sabe quem são, etc. Se pudéssemos reescrever a lei, faríamos de outra forma. Queríamos encontrar uma maneira aceitável de identificar os detentores dos direitos, remunerá-los, abrir acesso às obras. Encontrar a solução perfeita levará tempo. Até lá, gostaria de encontrar um acordo satisfatório. Senão corre-se o risco de que conteúdos desapareçam para sempre.

O que vocês esperam da decisão da Justiça dos Estados Unidos, que deve se pronunciar sobre sua proposta de acordo com as editoras americanas [para pagar pela obras que digitalizaram]?

Nós esperamos conseguir uma decisão rapidamente e esperamos que reconheçam o benefício desse acordo para todo mundo. Acreditamos que nosso acordo é justo para todas as partes envolvidas: os detentores de direitos, os autores e as editoras.

Até há pouco tempo o Google tinha uma imagem simpática. Hoje, vocês são vistos como uma ameaça. Vocês têm ciência disso?

Sim, estamos muito cientes disso, e se você tiver soluções a propor, não hesite! Acredito que devemos ser mais presentes na França, ter mais pessoas aqui. Nós estamos crescendo, falam de nós o tempo todo. Nós temos um papel cada vez mais importante na vida das pessoas, e isso causa questionamentos, é normal. Mas se continuarmos a fazer o melhor que pudermos, superaremos essas dificuldades. Isso vai depender da maneira como os indivíduos poderão controlar nossos serviços. É também uma questão de produtos. E aí podemos melhorar.

Vocês estão satisfeitos com o nível de inovação no Ocidente? Não acha que ele foi afetado pela crise?

Constato que o nível de inovação em nossa indústria vem aumentando muito. Você pode ver quando quer comprar uma empresa nova: seus preços aumentaram três vezes. Até as empresas muito jovens se tornaram consideravelmente mais caras. E é porque a tecnologia é cada vez mais eficiente, e dá muitas oportunidades para as pessoas ganharem mais dinheiro. Os investidores entenderam bem isso, e foi por isso que aumentou tanto a valorização das empresas. A crise não chegou a afetar essa tendência. Em compensação, o que me preocupa mais é que não estão realmente valorizando as carreiras de engenheiros, especialistas em informática. A porcentagem de jovens que escolhem esse tipo de carreira está diminuindo, quase não há mulheres entrando nessa área.

Qual o principal desafio que vocês devem enfrentar hoje no Google?

Meu desafio não mudou nestes últimos anos, que é acompanhar o crescimento da empresa, fazer com que ela continue a funcionar bem, que continuemos organizados, que os funcionários permaneçam motivados. E mantê-la em crescimento: nós contratamos cerca de 800 pessoas em nível mundial no trimestre passado [1º semestre de 2010]. O Google tem hoje mais de 20 mil funcionários.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Novidades no Google


0 Comentários

Fonte: IDG Now. Data: 7/12/2009.
O Google anunciou nesta segunda-feira (7/12) um serviço de busca em tempo real, que atualiza automaticamente a página de resultados sem exigir que o usuário dê um comando Refresh no navegador.
O recurso, que será estendido gradualmente a todos os usuários, beneficia-se do acordo que o Google fez com o Twitter. A página de resultados terá um campo para receber as atualizações mais recentes de diversas fontes, e o Twitter é uma delas.
Em outubro, a Microsoft já havia fechado um acordo com o Twitter e o Facebook para exibir, em seu serviço de buscas Bing, resultados de pesquisa em tempo real das duas redes sociais.
Além do Twitter, o Google vai indexar e exibir em tempo real atualizações do Facebook e do MySpace, bem como de blogs , sites de notícias e páginas web que acabaram de ser criadas, explica a empresa.
Segundo o Google, foi necessário desenvolver mais de 12 tecnologias para oferecer a busca em tempo real, um serviço que exige que se monitore mais de 1 bilhão de páginas e documentos. Inicialmente a novidade estará disponível apenas na página em inglês.
Novas opções
Quando os resultados em tempo real estiverem disponíveis, os usuários verão na tela uma seção chamada "Latest results" (resultados recentes). Ele dará acesso a uma seção à direita da página de resultados, com itens relevantes que aparecerão à medida que se tornarem disponíveis.
Haverá também uma opção específica no menu, chamada Latest, para filtrar resultados das pesquisas em tempo real. Outra opção, chamada "Updates", vai limitar os resultados de tempo real àqueles provenientes de serviços de microblogs, como o Twitter.
A funcionalidade de tempo real também estará disponível também a usuários de smartphones iPhone e Android.
Google Goggles
Outro recurso apresentado pela empresa foi o Google Goggles, aplicação de realidade aumentada que ainda está em desenvolvimento pelo Google Labs. O Google Goggles vai permitir a donos de smartphones apontar a câmera para um objeto qualquer e tirar uma foto, que poderá ser enviada para o Google a fim de se obter mais informações sobre o objeto.
Apesar de não estar pronto, o Google Goggles já pode ser experimentado por usuários do sistema operacional móvel Android - uma versão gratuita do aplicativo que lhe dá suporte pode ser baixada da loja de aplicativos do Google.
Além desses, a empresa demonstrou uma aplicação para o sistema Android que mostra locais de interesse com base nas coordenadas de posição GPS, e um recurso que permite a usuários japoneses usar os serviços de busca por voz do Google.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Microblog passam a ser indexados


0 Comentários

Google e Microsoft passam a fazer pesquisa no microblog
Fonte: Folha de S. Paulo. Data: 28/10/2009.
Aos poucos, o Twitter começa a firmar parcerias que podem torná-lo lucrativo. Apesar da popularidade crescente, o serviço de microblog ainda não rende dinheiro para seus criadores.
Na semana passada, a Microsoft e o Google anunciaram que tornarão acessíveis em tempo real as atualizações do Twitter em seus mecanismos de busca.
A Microsoft anunciou também uma parceria com o Facebook para mostrar os resultados da rede no Bing. "Levamos o melhor do tempo real diretamente para os resultados das buscas", disse Yusuf Mehdi, vice-presidente dos serviços de internet da Microsoft.
"Estamos empolgados em anunciar que chegamos a um acordo com o Twitter para incluir suas atualizações em nossos resultados de busca", disse o Google em seu blog oficial (googleblog.blogspot.com). "Nós acreditamos que nossos resultados de buscas e a experiência do usuário vão se beneficiar muito com a inclusão desses dados em tempo real."
Confira a versão do Bing com Twitter em www.bing.com/twitter. Para acessá-lo, é preciso modificar a localização para Estados Unidos.
Usuários do Bing Twitter poderão ver mensagens que combinam com suas buscas em ordem cronológica. Terão a opção de ver os resultados em um modelo chamado "best match", em que o Bing irá aplicar diversas técnicas de pesquisa e relevância para melhorar os resultados. Tweets populares e muito retwittados aparecerão primeiro; spam e resultados duplicados serão excluídos, disse o News.com.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Google domina 95% das buscas brasileiras


0 Comentários

Fonte: Info Online. Data: 23/10/2009.
Autor: Guilherme Pavarin.
Um estudo feito com 90 mil pessoas pela Serasa Experian Hitwise apontou que 95,37% das buscas online foram feitas pelo site de buscas do Google.
Para chegar ao resultado, a empresa analisou 60 mil sites no Brasil entre o mês de setembro e o início de outubro. Nas quatro semanas de medição, a ferramenta de pesquisa na internet que chegou mais próximo da líder foi o Yahoo!, com 1,88% das buscas brasileiras.
Em seguida veio o Bing, da Microsoft, com 1,65%, seguido pelo Ask.com que somou 0,23% durante o mês passado.
De acordo com os dados da própria Serasa Experian Hitwise, no período pesquisado, o brasileiro usou muito mais o Google que os americanos.
Nos Estados Unidos, o Google é usado por 71,08% dos usuários. Por lá, em segundo lugar, vem o Yahoo!, a exemplo do cenário brasileiro, mas com relevância bem maior: detém 16,38% do mercado. O Bing é o terceiro colocado com 8,96% e o Ask.com, o quarto, com 2,56%.
A área mais pesquisada pelos brasileiros pelos sites de busca foi a de “Saúde e Medicina”, segundo os dados analisados. Ainda sob efeito do alarde contra o vírus H1N1, 56,58% das visitações de sites do gênero provieram de ferramenta de pesquisas online no mês passado. Sozinho, o Google representou 53,76%.
Outro destaque da pesquisa é que os brasileiros, quando vão pesquisar, preferem, na maioria dos casos, utilizar apenas uma palavra-chave: 22,66% das buscas brasileiras são feitas deste modo.
O segundo jeito de busca online mais adotado pelos internautas é usando três palavras, com 21,44% do total.
Os resultados totais de Brasil e Estados Unidos estão abertos no site da Serasa Experian Hitwise [URL: http://www.serasa.com.br/empresa/noticias/2009/noticia_0793.htm].

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Buscas na web crescem 41% em um ano


0 Comentários

Fonte: IDG Now. Data: 31/08/2009.
A Europa foi a região responsável pela maior quantidade de pesquisas no mundo.
A quantidade de buscas na internet realizadas no mês de julho atingiu 113 bilhões no mundo, 41% a mais que no mesmo período de 2008, de acordo com estudo divulgado pela consultoria comScore nesta segunda-feira (31/8).
A Europa foi a região responsável pela maior quantidade de pesquisas - 32,1% do total -, seguida pela Ásia/Pacífico (30,8%) e América do Norte (22,1%). A América Latina aparece na quarta posição, com uma fatia de 9,3%.
Em busca per capita, no entanto, o mercado latino-americano lidera, com uma média de buscas de 130,4 pesquisas por internautas em julho de 2009, superior ao índice global, de 103,3. O segundo posto é ocupado pela Europa ( 116,9%). Na terceira posição está a América do Norte ( 110,6%) e em quarto, a Ásia/Pacífico (84,7%). Segundo a comScore, o Google permanece como líder nesse mercado, com 67,5% de participação, somando 76,7 bilhões de buscas feitas a partir de seu mecanismo em julho deste ano. Em um ano, o total de pesquisas no buscador cresceu 58%.
Já o Yahoo registrou 8,9 bilhões de buscas, o que lhe garantiu uma participação de 7,8% no mercado. Na sequência está o mecanismo chinês Baidu, com 8 bilhões de pesquisas, ou 7% do setor. A Microsoft veio em seguida, com 3,3 bilhões de buscas pelo mundo feitas no seu mecanismo Bing.
A comScore considerou internautas com 15 anos de idade ou mais, conectados de suas residências ou do trabalho. A avaliação inclui mais de 150 mecanismos de buscas em 37 países.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Bing+Yahoo versus Google!


0 Comentários

Concorrência beneficia usuários de internet
Fonte: New York Times. Data: 30/07/2009.
Autor: Paul Taylor
Tradução: Folha de S. Paulo.
Já que o nome do Google virou sinônimo de serviço de busca, poderia parecer uma ousadia tola, ou até mesmo uma futilidade, que um rival tente superá-lo -ainda que esse rival seja a Microsoft. Mesmo assim, é exatamente isso que a maior produtora mundial de software está tentando fazer com o Bing, seu novo serviço de busca.
O Bing foi projetado de maneira a superar as limitações de seu predecessor, o Live Search, e apresentar resultados de busca superiores aos dos concorrentes da Microsoft, entre os quais o Google. A maneira pela qual tenta realizar essa missão é a introdução de uma nova e elegante interface e de uma série de recursos, como o Explorer Pane, que ajudam a definir o Bing e a distingui-lo dos rivais. O Explorer Pane se baseia em tecnologia sensível a contexto.
Por exemplo, se eu escrevo "Canon Digital Rebel" no campo de busca, o Bing tenta prever a informação que estou realmente procurando e abre tabs separadas para compras, reparos e um manual do usuário. Como na mais recente versão do buscador Yahoo!, os criadores do Bing também tentaram se afastar da lista de links que caracteriza a busca do Google e pode não incluir a informação procurada. O Bing tenta melhorar esse aspecto do processo ao incluir um recurso de destaque que revela parte do texto do site localizado quando o usuário passa o cursor por sobre o link.
Ao longo de todo o projeto de busca, os criadores do Bing também tentaram colocar em destaque a informação pela qual o usuário mais provavelmente está procurando. Por exemplo, se a busca foi por "Fedex", o primeiro resultado incluirá um link para o serviço de rastreamento on-line de pacotes da FedEx. Um dos meus recursos favoritos é o sistema reforçado de buscas de vídeo e imagens. O modelo do Bing permite que os usuários procurem por conteúdo em vídeo de provedores específicos. Além disso, os resultados de buscas por vídeos exibem pequenas imagens de tela que se movimentam quando o cursor passa sobre elas.
O outro grande avanço do Bing, e talvez o mais atraente deles, é a introdução de categorias especializadas de buscas para compras e viagens, que podem ser utilizadas diretamente de sua home page. Se o usuário procura por um determinado produto eletrônico, por exemplo, os resultados incluirão comparações de preço, resenhas de usuários recolhidas de diversas fontes na web e outras informações úteis.
O recurso de buscas para viagens é especialmente impressionante, e inclui uma das melhores ferramentas on-line que já vi para comparar preços de passagens aéreas. Em termos gerais, considero que o Bing seja um considerável passo à frente com relação ao Live Search da Microsoft e aos produtos concorrentes do Google e Yahoo!.
O Bing talvez ainda não seja capaz de concorrer de igual para igual com o poderio do Google, mas adota uma abordagem nova que pode atrair os usuários gerais, que talvez não tenham experiência em buscas e encontrem dificuldades para procurar entre inúmeros links. Mesmo que o Bing não seja capaz de reduzir a imensa participação de mercado do Google -que no mês passado detinha 82% do mercado mundial e 65% do mercado norte-americano de buscas-, os usuários da internet devem sair beneficiados dessa batalha.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Bing, da Microsoft, ganha mercado na disputa entre buscadores


1 Comentários

Fonte: Reuters. Portal G1.
Data: 15/07/2009.
Participação da ferramenta da gigante do software chega a 8,4% em junho.
Google permanece na liderança com 65% do mercado; Yahoo recua.
A participação de mercado da Microsoft no segmento de busca na internet aumentou modestamente em junho, primeiro mês da nova ferramenta de busca Bing, segundo dados recentes da empresa de pesquisa ComScore.
A Microsoft ficou com 8,4% do segmento de buscadores dos Estados Unidos em junho, contra 8% no mês anterior, basicamente às custas do concorrente Yahoo, cuja fatia de mercado caiu para 19,6%, ante 20,1% em maio.
O Google manteve sua liderança no mercado inalterada em 65% em junho frente ao mês anterior.
"Dada toda a publicidade e propaganda em torno do Bing, nós estávamos esperando um aumento mensal", afirmou Mark Mahaney, analista do Citi, em uma nota emitida logo após a divulgação dos números.
"Mas nós achamos que é muito cedo - precisamos de três a quatro meses para determinar uma tendência - e o movimento de junho não foi importante o suficiente para fazermos qualquer comunicado sobre se o Bing mudará o jogo no mercado de buscas", disse Mahaney. "Continuamos vendo o Bing como um produto bastante sólido, mas que tem pela frente uma longa batalha até o topo."
A Microsoft vem despejando investimentos sobre seus negócios nada lucrativos de serviços on-line em um esforço para competir com o domínio do Google no mercado de buscas na internet.
Ainda há a possibilidade de a Microsoft fechar uma parceria com o Yahoo para juntar suas forças em publicidade on-line, após a desistência da tentativa da Microsoft de comprar o Yahoo no ano passado.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Bing versus Google


0 Comentários

Los usuarios prefieren el diseño de Bing al de Google
Autor: Alberto Payo. Data: 26 jun 09.
Fonte: Siliconnews.es
URL: http://www.siliconnews.es/es/news/2009/06/26/los_usuarios_prefieren_el_diseno_de_bing_al_de_google

Este factor, sin embargo, no influye para fidelizar al público cuando se compite con una marca consolidada como Google.
Publicidad
En el negocio de las búsquedas la marca sigue siendo el factor fundamental. La batalla entre Google y Bing se encuentra aún en sus primeros envites, sin embargo, será difícil que el motor de Microsoft acabe elevándose sobre la herramienta de la empresa de Mountain View, fuertemente establecida en el imaginario colectivo. Esta es la principal conclusión de un estudio elaborado por la firma de investigación y diseño Catalyst Group. Para realizar dicho trabajo se usó a un grupo de enfoque (formado al completo por usuarios habituales de Google), en el que se controlaron las tendencias de búsquedas de los usuarios a través de una cámara de seguimiento en los ojos. Posteriormente los sujetos analizados fueron entrevistados y rellenaron unas encuestas.Así, la mayoría de los individuos sondeados (66%) señalaron su preferencia por Google, mientras un tercio del total se decantó por el nuevo vecino de Internet, Bing. La razón de esta elección tuvo que ver, principalmente, con la cotidianeidad, con la familiarización que ya se dispone al manejar el buscador de la gran G. Además, los usuarios se refirieron como causas a su uso de otros productos de Google o a que ls mejoras de Bing no eran lo suficientemente buenas para cambiarse a la competencia.A la hora de la evaluación por aspectos específicos Bing obtiene una victoria sobre Google, según recoge TechCrunch. El buscador de la firma de Redmond, por ejemplo, obtiene una nota mucho más alta en su diseño y también en el apartado de relevancia, sin embargo, como ya se ha explicado, estos factores no parecen ser decisivos completamente a la hora de decantarse por un buscador u otro.“Microsoft ha creado algo tan bueno como Google y aún así no es lo suficientemente bueno. Las novedades no se aceptan fácilmente. No es de extrañar que Microsoft se esté gastando más de 100 millones de dólares en marketing para publicitarlo”, señala el CEO de Catalyst, Nick Gould.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Google para crianças


4 Comentários

Google lança motor de busca para crianças
Fonte: IOL - Portugal
De forma a descansar os pais com filhos já capazes de fazer pesquisas no Google sozinhos, a empresa lançou um novo motor de busca: o Kid Rex [URL: http://www.kidrex.org/]

Segundo o site, esta é «um forma divertida e segura» das crianças realizarem as pesquisas que precisam. Com a pesquisa feita através do Google Custom Search, saltam à vista todas as páginas de Internet relacionadas com o tema procurado. Através do Google Safe Search, os resultados com «conteúdo sexual explícito» são eliminados.
Esta iniciativa deve-se ao facto de as crianças não saberem filtrar a informação que lhes chega e que não lhes convém.
Através de um filtro que verifica palavras-chave, frase e url, o Google pretende eliminar «a maior parte do material inadequado».

O KidRex possui base de dados de websites e palavras-chave impróprias. De forma a manter o site o mais actualizado possível, o novo motor de busca infantil pede a colaboração dos pais caso encontrem algum site malicioso através da pesquisa no KidRex. Os pais podem assim denunciar o site em questão através da ferramenta de solicitação de remoção.

«Apesar do KidRex não ser 100 por cento eficaz na forma de manter as crianças afastadas destes sites maliciosos, pensamos que é um bom começo», pode ler-se na página que explica tudo aos pais.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Conheça as funções do Bing


0 Comentários

Conheça as funções do Bing, serviço de buscas da Microsoft
Fonte: Portal G1. Data:09/06/2009
Autor: Fernando Panissi*

Nos primórdios da internet, o principal mecanismo de buscas era o Altavista - no Brasil, usávamos o Cadê?, que foi vendido para o Yahoo. Então surgiu o Google e revolucionou o mercado.
Quando o grande desafio rede era indexar os milhões de sites que já existiam, acompanhando o crescimento exponencial da internet, o Google trouxe a solução. Indexou o que existia e ganhou grande relevância no mercado.
Hoje as empresas e portais se dedicam a aparecer bem no Google, pois estar na primeira página significa estar mais próximo do usuário. Surgiram técnicas de otimização para resultados de busca, e até mesmo uma área profissional dedicada a deixar o conteúdo dos sites mais "encontráveis" (ou "indexáveis").
Desde então, o Google é líder no mercado de buscas, e vem seguido de Yahoo e Microsoft. A gigante dos softwares lançou recentemente um novo sistema de indexação e busca chamado Bing. A coluna de hoje mostra as funções mais interessantes do Bing, e mostra o que ele oferece de diferente em relação ao Google.
Visual
Visualmente, o Bing é mais bonito que o Google. O fato de usar uma imagem aleatória como pano de fundo do buscador dá charme à ferramenta. A foto recebe links com informações sobre o local fotografado. A imagem acima mostra a praia onde ocorreu a batalha do dia “D”, evento crucial na invasão aliada na 2ª Guerra Mundial. Existem links para fotos da época, para o mapa da região e notícias relacionadas.
Resultados simples
Nos últimos dias realizei buscas tanto no Google quanto no Bing, para comparar seus resultados. Valorizei a relevância dos resultados, e não a quantidade. Em ambos os buscadores os resultados me direcionaram para páginas com conteúdo relevante à minha busca.
Fazer esta experiência é muito importante para saber se o mecanismo funciona corretamente e, por isso, sugiro que, ao realizarem pesquisas, utilizem os dois sites, para comparar os resultados.
Meus testes não seguiram nenhum critério científico, apenas comparei resultados de busca usando o mesmo jogo de palavras para conteúdos que eu efetivamente estava procurando.
Ao passar o cursor do mouse sobre os resultados no Bing, um destaque à direita – indicado através de um traço e uma bolinha laranja – traz mais detalhes sobre o site, incluindo links relacionados. Esse recurso, porém, não é intuitivo, e poderia ser mais bem trabalhado visualmente.
À esquerda da tela são memorizadas as últimas buscas realizadas, facilitando a navegação. Elas podem ser excluídas e também desativadas através de botões que aparecem logo abaixo dos itens buscados.
O Bing permite ao usuário filtrar o resultado de busca em opções que podem ser selecionadas sob o tópico de “busca avançada”. É possível filtrar por idioma da página, restringir a busca a um único site e também restringir a páginas hospedadas em um único país.
É importante destacar que a busca avançada do Google é bem mais completa que a encontrada no Bing.
Outros tipos de busca
O Google oferece busca por imagens, mapas e notícias. O Bing tem uma gama mais completa de opções, envolvendo: imagens, vídeos, shopping (lojas e estabelecimentos comerciais), notícias, mapas e roteiros de viagem.
Busca por imagens
Por padrão, o site coloca um filtro de segurança moderado que evita a exibição de conteúdo sexual e explícito no resultado de busca.
Um diferencial do Bing é a possibilidade de personalizar a página com o resultado de busca. Esta funcionalidade está à direita da tela. Assim, é possível reduzir e aumentar o tamanho das imagens no resultado, melhorando a visualização em diferentes resoluções de monitores.
Outro recurso interessante são os detalhes que aparecem ao passar o cursor do mouse sobre a imagem, com a opção de exibir imagens similares.
À direita da tela existem palavras-chave relacionadas à busca. No caso, como procurei por “Felipe Massa”, são elencados outros pilotos de Fórmula 1.
Também nesta área ficam as opções avançadas de busca, que são bem diretas:
Tamanho – permite filtrar as imagens por tamanho: grande, médio e pequeno. Destaco a opção “papel de parede” que procura imagens com formatos padrões para serem usados como papel de parede do sistema operacional.
Layout – filtra as imagens por dimensão: quadradas, largas e altas.
Coloridas – Permite selecionar fotos coloridas e em preto e branco.
Estilo – Separa o resultado entre fotografias e ilustrações.
Pessoas – Permite filtrar apenas as faces das pessoas, fotos com cabeça e ombros e variadas.
O Bing apenas restringe entre coloridas e preto e branco. O Google, entretanto, não tem opções de layout e de busca por pessoas.
O Google é dono do mais importante portal de vídeos da internet, o Youtube, mas não tem em seu site um mecanismo de busca de vídeos, o que é um fato, no mínimo, curioso. Se o usuário quiser buscar vídeos, precisa entrar no Youtube e fazer a busca.
O Bing tem uma ferramenta bem completa para busca de vídeos, com opção de classificação entre os mais recentes e os de melhor correspondência (ou seja, os que mais se adequam ao termo buscado).
Assim como em imagens, existem diferentes opções de como o resultado de busca pode ser visto. As opções de filtro envolvem:
Duração - tempo de duração do vídeo, dividido em curto (menos de 5 minutos), médio (de 5 a 20 minutos) e longo (mais de 20 minutos).
Tamanho da tela - normal ou widescreeen.
Resolução - filtra pela qualidade do vídeo, baixa, média ou alta.
Fonte - existem alguns sites de vídeos, como o Youtube, MSN, ESPN (esportes), Metacafe, entre outros. É possível filtrar para a busca ser feita em apenas um destes sites.
Buscas em Shopping
Esta busca permite encontrar produtos em diversos estabelecimentos comerciais. Hoje os resultados de busca são restritos a lojas presentes nos Estados Unidos, mas esta ferramenta será muito importante aqui no Brasil quando incluir lojas nacionais.
Os filtros são bem completos, permitem listar os produtos de uma marca em específico, filtrar categorias e, também, faixas de preço. Para cada produto existem avaliações feitas pelos consumidores, além de uma lista de lojas onde existe o produto, permitindo realizar um comparativo de preços.
Um serviço chamado Cashback, associado a uma conta no Windows Live, permite ao consumidor usufruir de descontos nas lojas conveniadas. Esse recurso também está disponível apenas para usuários dos Estados Unidos.
Busca por notícias Outro recurso que está disponível apenas para usuários dos Estados Unidos. A ferramenta permite buscar por palavras-chave nos principais veículos de comunicação. O Google tem esse mesmo recurso e já faz buscas em publicações brasileiras.
Os filtros, mais uma vez, merecem destaque. No caso de buscas no EUA, é possível selecionar o Estado de origem da notícia bem como filtrar pelo veículo de comunicação e por categoria.
Quando essa busca contemplar veículos brasileiros será muito interessante, mas, por enquanto, serve apenas para conhecer o recurso.
Busca por mapas O Google Maps hoje é a melhor ferramenta – gratuita – de busca por endereços aqui no Brasil. O Bing tem um bom sistema de busca em mapas, porém, ainda muito restrito ao público norte-americano. Ele não consegue, por exemplo, encontrar a avenida Paulista em São Paulo. Mas o sistema parece ser bem eficiente. A busca por estabelecimentos comerciais é bem interessante: colocando “wall street, NY pizza”, por exemplo, ele mostra as pizzarias na região de Wall Street em Nova Iorque.
Busca por viagens Este é o recurso que mais me chamou a atenção, tanto pela funcionalidade quanto pela complexidade.
A busca permite procurar passagens aéreas e, associado ao local destino, procurar por hospedagens. O resultado mostra inclusive a distância entre o hotel e pontos da cidade. No caso, coloquei como destino: Nova York, partindo de São Paulo. O resultado mostra diversos hotéis, com fotos do local e também características como acesso à internet, sala de ginástica entre outras. É possível filtrar os hotéis pelo número de estrelas, serviços disponíveis e também pela vizinhança.
Testando o fluxo inverso, ou seja, saindo de Nova York e vindo para São Paulo, as opções de filtro são menores, porém, é possível observar uma boa gama de hotéis e suas distâncias para o centro da cidade.
Conclusões O Bing se mostrou um mecanismo de buscas eficiente e bem trabalhado. Claro que temos de descontar o fato de ainda não atender integralmente ao público brasileiro. Entretanto, acredito ser questão de tempo para ter todos os serviços adaptados ao nosso contexto.
Ele é tão rápido quanto o Google. Não senti diferença ao usá-lo e, também, não percebi grandes discrepâncias nos resultados de busca.
Dizer que ele vai superar o Google seria negligência minha. Mas posso dizer que é uma ferramenta com potência de disputa. Se irá conquistar o publico, só o tempo dirá. Eu julgo saudável para o mercado termos outra opção de mecanismo de busca.
* Fernando Panissi é especialista em tecnologia e internet, formado em Sistemas de Informação com extensão em gestão. É professor universitário e ministra cursos de extensão em desenvolvimento de sistemas. Vive a internet e suas excentricidades desde 1995 e, nesta coluna, irá compartilhar suas experiências e conhecimentos sobre os mais variados temas ligados à internet, computação e tecnologia. Também tira as dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Rivais crescem e ameaçam Internet Explorer


0 Comentários

Fonte: Folha de S. Paulo Online. Data: 14/02/2009.
Autor: Gustavo Villas Boas

Nunca os adversários do Internet Explorer tiveram uma fatia tão grande do mercado de navegadores -um terço- desde que o software conseguiu a hegemonia, em 2002.
Hoje, o Explorer conta com 67,55% do mercado, de acordo com a Net Applications. É muito, mas a fatia da Microsoft só caiu desde janeiro do ano passado (75,74%), enquanto as dos maiores concorrentes praticamente só cresceram.
O Firefox, da Fundação Mozilla, tinha 16,98% há um ano. Hoje tem 21,53%. O Safari, da Apple, tinha 5,82%. Hoje tem 8,29%. E existe um concorrente que, apesar de ter apenas 1,12% do mercado, não pode ser ignorado: o Chrome, que não tem nem um ano e é patrocinado pelo Google.
Para deter os competidores, a Microsoft conta com o Internet Explorer 8, a ser lançado neste ano. "O IE vai voltar a crescer. Ele é o mais seguro e com melhor performance. Não falo de ser o mais rápido para ler uma página, mas para realizar toda uma tarefa, como chegar ao resultado de um jogo", diz Osvaldo Barbosa de Oliveira, diretor-geral para mercado de consumo e on-line da Microsoft Brasil.
Barbosa também elogia a competição, "boa para o usuário, pois incentiva a inovação".
Mark Surman, diretor-executivo da Fundação Mozilla, concorda: "Não há dúvidas de que a competição no campo dos browsers é boa."
Surnam até elogia o Chrome, por ser de código aberto. "Quanto mais atores incentivando essa agenda, melhor para a web."
Já o diretor de comunicação do Google Brasil, Felix Ximenes, diz que a competição não é importante à empresa, apesar de "ser lógico que exista". "Tanto é que continuamos apoiando financeiramente a Fundação Mozilla", diz. "Nós observamos que as pessoas usam mais de um navegador", e foi nesse contexto que o Chrome foi desenvolvido. Segundo Ximenes, o software contempla recursos que faltavam em outros produtos. "Não é só um navegador. É uma plataforma para uma nova geração de aplicativos on-line."

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Wikia Search


0 Comentários

Wikia Search estréia em janeiro, diz Wales
Fonte: Info Online. Data: 26 de dezembro de 2007.
SÃO PAULO - O fundador da Wikipedia afirmou, em e-mail, que o buscador Wikia Search estréia em janeiro.
Jimmy Wales, um dos fundadores da enciclopédia livre, está desenvolvendo um novo serviço de buscas que, diz ele, é mais transparente e orientado às necessidades dos usuários do que os buscadores tradicionais, como Google e Yahoo!.
Segundo Wales, sua ferramenta está pronta com algoritmos e ferramentas para indexar conteúdo finalizadas.
A principal diferença da Wikia Search para os demais serviços de busca é que os resultados levarão em conta contribuições da comunidade de usuários, que poderá classificar links, aprovar ou reprovar um resultado.
Para Wales este método deverá superar o uso simples de algoritmos porque permite uma interação humana com a formação dos rankings de sites.
Wales argumenta que, na atualidade, os buscadores já são vítimas de estratégias de SEO (search engine optimization), tendência que deve ser agravar no futuro e, de certa forma, gera resultados viciados.

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Mecanismo de busca para periódicos de acesso livre


0 Comentários

O BioText Search Engine [URL: http://biosearch.berkeley.edu/] é um mecanismo de busca que provê a possibilidade de pesquisa em 150 periódicos de acesso livre. Ele permite a busca por palavras-chave do resumo, legendas das figuras, títulos e autores. O resultado é arranjado por data e relevância.

Arquivo

Categorias