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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Evento: Seminário Nacional de Bibliotecas Braille


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O VII Seminário Nacional de Bibliotecas Braille (SENABRAILLE) será realizado de 27 a 30 de novembro de 2011, em Campinas, no Centro de Convenções da UNICAMP, e terá como tema central: Bibliotecas: espaços acessíveis a múltiplos usuários.

Será organizado pela Unicamp – Coordenação Geral da Universidade (CGU) e Sistema de Bibliotecas (SBU) – e pela Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições (FEBAB).

O evento tem por objetivo discutir diversas temáticas, como políticas públicas, empregabilidade, tecnologias assistivas, artes e, principalmente, permitir o compartilhamento de experiências entre pessoas dispostas a redesenhar novos conceitos para a Biblioteca ao defini-la com uma organização acessível a múltiplos leitores, oferecendo uma oportunidade para debater, discutir e unir esforços para a construção de um ambiente mais acessível.

Maiores informações no URL: www.sbu.unicamp.br/senabraille/

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Sites '.gov.br' não adotam padrões de navegação e acessibilidade


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Autor: Celio Yano. Data: 17/08/2010.
Fonte: Exame Online.

Apenas 5% das páginas HTML disponíveis em domínios ".gov.br" estão completamente de acordo com os padrões internacionais de publicação na web W3C, e 98% delas não apresentam qualquer aderência aos padrões de acessibilidade WCAG. Os dados são do projeto "Censo da Web .br", cujos primeiros resultados foram apresentados nesta terça-feira (17) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

O W3C é um consórcio internacional formado por cerca de 500 entidades, entre empresas, órgãos governamentais e organizações independentes, que se propõem a criar padrões para a criação de interpretação de conteúdos para a web. Mais do que uma normatização técnica, as regras estabelecidas pelo W3C garantem que os conteúdos sejam compatíveis com novas tecnologias que possam surgir na internet. O padrão WCAG, sigla em inglês para "orientações de acessibilidade para conteúdo web", também é definido pelo mesmo consórcio.

"Quanto mais aderente aos padrões, melhor a página será acessada por qualquer usuário, independentemente do dispositivo e de seu ambiente operacional. Principalmente para conteúdos da Web governamental, a aderência aos padrões e a universalidade do acesso devem ser constantemente considerados e exigidos", afirmou Vagner Diniz, gerente do escritório W3C Brasil.

No levantamento, foram identificados 18.796 sites com a extensão ".gov.br", que representam órgãos públicos de todos os estados e também do governo federal. O estudo analisou 6,3 milhões de páginas HTML, que foram coletadas em duas etapas distintas, uma em outubro de 2009 e a segunda em fevereiro de 2010.

Outra conclusão da pesquisa diz que a maior parte dos sites governamentais (60%) é baseada em software de código aberto, enquanto plataformas proprietárias representam apenas 30% da fatia de servidores de conteúdo na web brasileira de governo. Entre as ferramentas utilizadas na publicação e distribuição de informação de maneira automatizada, foram encontradas basicamente duas tecnologias: PHP, de código aberto, e ASP, de licença proprietária. Também neste tipo de ferramenta, as de código aberto são mais adotadas (70%) pelas páginas de governo analisadas

quarta-feira, 10 de março de 2010

Portal para pessoas com deficiencia


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Acaba de ser lançado pela agência digital Espiral Interativa, em parceria com o Instituto Mara Gabrilli (IMG), o Vida Mais Livre – primeiro portal inclusivo do País que nasce com a proposta de contribuir para a inclusão digital e social de pessoas com deficiência.

O Vida Mais Livre chega para suprir a falta de sites voltados às pessoas com deficiência. Além de conteúdo direcionado, como reportagens especiais, dicas de lugares acessíveis, políticas públicas e entrevistas com especialistas, o portal favorecerá a troca de informações e experiências entre familiares, amigos e profissionais interessados em se aprofundar em temas pertinentes a este público.

O Vida Mais Livre permitirá, por exemplo, que as pessoas com deficiência visual ouçam as reportagens, com a ajuda de tecnologias assistivas como os leitores de tela, bem como os surdos leiam as transcrições dos conteúdos em áudio e vídeo. O portal incluirá ainda recursos de zoom de tipografia, navegação por meio do teclado e contraste de cores para daltônicos e pessoas com dificuldade de leitura.

“A acessibilidade não é só fisica, mas também de informação. Com a internet cada vez mais presente em nossas vidas é importante proporcionar as mesmas ferramentas para que todos possam realizar sua própria inclusão digital. Nesta cidade em que o ir-e-vir ainda é dificil, nada mais oportuno que este novo canal de informação”, afirma Mara Gabrilli.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Programa que transforma textos em livros digitais falados


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MEC lança programa que transforma textos em livros digitais falados
Fonte: IDG Now. Data:24/06/2009.
Brasília - Software de código aberto permite transformar textos em livros digitais para deficientes auditivos e também imprime em braille.
O Ministério da Educação (MEC) lançou, nesta quarta-feira (24/6), o software Mecdaisy, que permite a produção de livros digitais falados, voltados a deficientes visuais.
O Mecdaisy foi criado em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e usa o padrão Digital Accessible Information System (DAISY), do consórcio homônimo, que transforma o texto escrito em áudio.
O software oferece também a opção de impressão do material em braille. O programa possui recursos de navegabilidade que permitem anotações e marcações de texto a partir de teclas de atalhos ou do mouse.
O investimento no programa foi de 680 mil reais, e ainda serão destinados 180 mil reais a cada um dos 55 centros de produção do Mecdaisy espalhados pelo Brasil.
A ideia é distribuir os livros didáticos às escolas. O material também vai integrar o Acervo Digital Acessível, espaço virtual criado pela Universidade de Brasília (UnB) para deficientes visuais.
Em 2008, a Microsoft lançou um plug-in para o editor de textos Word que auxilia na criação de audiobooks. A Universidade Estadual Paulista (Unesp) está desenvolvendo um console para que os deficientes visuais possam ler páginas da internet em braille

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Internet em braille


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Autor: Alex Sander Alcântara.
Data: 17/6/2009.
Fonte: Agência FAPESP
A leitura e escrita de pessoas com deficiência visual se dá principalmente por meio do sistema inventado pelo francês Louis Braille (1809-1852). Trata-se de um alfabeto cujos caracteres se indicam por pontos em relevo, distinguidos por meio do tato. A partir de seis pontos salientes é possível fazer 63 combinações para representar letras simples e acentuadas, pontuações, algarismos, sinais algébricos e notas musicais.
Um projeto de pesquisa, conduzido na Universidade Estadual Paulista (Unesp), em São José do Rio Preto, tem desenvolvido um console em braille para permitir o acesso de deficientes visuais ao conteúdo de páginas da internet.
O trabalho visa à construção de um dispositivo eletromecânico, reconfigurável em tempo real, capaz de exibir todos os diferentes sinais do alfabeto braille em uma matriz de pontos que se elevam e abaixam em uma superfície de referência.
A pesquisa tem apoio da FAPESP na modalidade Auxílio a Pesquisa – Regular, no projeto intitulado “Desenvolvimento de um dispositivo anagliptográfico para inclusão digital de deficientes visuais”, coordenado por José Márcio Machado, professor do Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas.
Segundo Machado, com o dispositivo um deficiente visual pode acessar textos comuns disponibilizados na internet sem necessidade de impressoras especiais, e no tempo real do acesso.
“Montados lado a lado em um teclado de leitura, os dispositivos se ligam a um processador capaz de ler um texto em uma tela comum de computador e o converter para os sinais braille”, disse à Agência FAPESP. “O dispositivo poderá contribuir para ampliar as possibilidades de trabalho de deficientes visuais em todas as atividades que empregam computadores pessoais.”
O projeto foi finalista regional do Prêmio Santander de Ciência e Inovação de 2008, na categoria Tecnologia da Informação e Comunicação. Além de Machado, participa da pesquisa Mário Luiz Tronco, especialista em robótica.
O projeto está em fase de construção do hardware. Machado ressalta que o dispositivo não converte arquivos de texto em áudio, uma vez que já existem outros equipamentos capazes de fazer isso. “Não é do nosso conhecimento que existam no Brasil pesquisas para o desenvolvimento desse tipo de equipamento, mas sabemos que existem resultados na área de conversão de texto em voz”, disse.
A tecnologia de computação tem tornado possível o rompimento das barreiras em relação aos portadores de deficiência visual. Antes, um texto extenso demorava horas para ser criado manualmente em braille. Hoje, o processo leva minutos com o uso de impressoras específicas para o sistema.
Por enquanto, o projeto envolve apenas a utilização de computadores de mesa (desktops). “A miniaturização para uso em unidades portáteis (como notebooks) dependerá de desenvolvimentos e investimentos futuros”, disse Machado.
“Em uma etapa posterior, finalizados os testes com o protótipo, será possível determinar custos de produção em maior escala, mas as tecnologias envolvidas são todas acessíveis ao parque industrial do país”, afirmou.
De acordo com o coordenador do projeto, o próximo passo será disponibilizar o dispositivo para testes com deficientes visuais. “Também pensamos em realizar uma generalização da ideia original para representar, por matrizes de pontos reconfiguráveis com maior dimensão, gráficos e figuras simples, que seriam reconhecidos pelo usuário também por via tátil. Isso seria muito importante, por exemplo, para o ensino de conceitos matemáticos avançados”, apontou.
Em relação às limitações, Machado aponta que a principal é falta de mão de obra especializada, “que acaba reduzindo a velocidade dos desenvolvimentos”. A possibilidade de registro de patente é uma questão a ser examinada quando a etapa de testes terminar.

O professor da Unesp conta que o grupo está elaborando um artigo para apresentação na Conference on Ecological Modelling, que será realizada em Xian, na China, em setembro.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Invisuais “conseguem” ler na Biblioteca Municipal


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Uma notícia bem interessante sobre o investimento na acessibilidade à informação:
Jornais em braille são uma raridade em Portugal mas os invisuais já podem “ler”, diariamente, notícias frescas na Biblioteca Municipal de Viana do Castelo, graças a um inovador “scanner” com voz.

“É só pegar no jornal, digitalizá-lo e esperar que o ‘scanner’ nos leia as notícias. Quem diz um jornal, fala num livro, numa revista ou num outro documento qualquer, obviamente”, explicou, a responsável pela sala de leitura especial daquela biblioteca.

Ana Paula Pereira, 39 anos, invisual, garante que com as facilidades que a Biblioteca Municipal de Viana do Castelo proporciona, ninguém tem desculpas para não ler.

“Aqui, só não lê quem não quer”, afirma.

Aceda à notícia completa no jornal Falcão do Minho

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Padrão para acessibilidade


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W3C anuncia novo padrão para facilitar navegação de usuários deficientes
Fonte: IDG Now. Data: 15/12/2008

Content Accessibility Guidelines 2.0 sugere diretrizes para que web designers adaptem sites para usuários com dificuldades de acesso.
O World Wide Web Consortium (W3C) anunciou nesta quinta-feira (11/12) um novo padrão de acessibilidade que ajuda a navegação de usuários velhos ou com deficiências.
O Web Content Accessibility Guidelines (WCAG) 2.0 tenta resolver problemas de acessibilidade oferecendo diretrizes para que web designers adaptem seus sites para tais usuários.
O texto do padrão adverte, por exemplo, web designers a providenciarem legendas para vídeos, alternativas em texto para imagens, funções para contraste de cores ou opções para outros gadgets de entrada de dados, além de teclados.

sábado, 24 de maio de 2008

Relatório final da Petição pela Acessibilidade Electrónica Portuguesa


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Dada a importância da questão da Acessibilidade para todos os profissionais da informação, recomendo-vos a leitura e o acompanhamento do Relatório Final da Comissão de Ética, Sociedade e Cultura, referente à Petição pela Acessibilidade Electrónica Portuguesa.

A petição foi subscrita por 7 431 pessoas e deu entrada, por via electrónica, na Assembleia da República estando endereçada ao Presidente da Assembleia da República que, em 14 de Novembro de 2007, a remeteu à Comissão de Ética, Sociedade e Cultura para apreciação.

O relatório final aborda, entre outros aspectos, algumas medidas adoptadas e em curso que visam a promoção da acessibilidade electrónica, nomeadamente no que respeita ao domínio da “Acessibilidade na WEB”, “Acesso à Informação” e o “Acesso a Equipamentos e Serviços Electrónicos”.

Em nota final, convém salientar a opinião da relatora, a Dr.ª Paula Nobre de Deus, sobre àquela que deve ser a posição a adoptar pela Assembleia da República na fase seguinte (discussão em plenário), sobre a referida petição:

No sentido da melhor compreensão importa sublinhar que entendem os peticionários ser de absoluta urgência a resolução da situação em apreço conforme é seu propósito com esta Petição e não obstante a bondade das medidas de promoção da acessibilidade electrónica entretanto desenvolvidas.

No âmbito da apreciação da Petição n.º 312/X/2ª, subscrita por 7.431 cidadãos, o facto de vir a ser produzida legislação que defina as regras de acessibilidade electrónica e as sanções pelo seu incumprimento, será um importante contributo para a promoção e efectivação da igualdade de oportunidades para todas e para todos e para a plena participação social e económica das pessoas com necessidades especiais.

Na sociedade da comunicação e em particular, num país como o nosso que também nesta área está a fazer um esforço de modernização, será incontornável dar este passo em frente. Se for publicado um instrumento legislativo desse género, Portugal estará cada vez mais próximo da concretização da Iniciativa Europeia i2010 sobre Info-Inclusão “Participar na Sociedade da Informação”.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Web 2.0 e acessibilidade


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A cidade de Londres vai receber no próximo dia 25 de Abril uma conferência sobre acessibilidade e Web 2.0.
O objectivo do evento é debater os desafios ligados ao crescente mundo das tecnologias Web 2.0 e da acessibilidade. Nesta conferência serão analisadas várias aplicações on-line por pessoas com necessidades especiais e também aplicações para outro tipo de equipamentos, como dispositivos electrónicos.
Um evento que serve também para colocar a acessibilidade no topo da agenda na Web 2.0.

Veja mais aqui.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Governo define Requisitos de Acessibilidade para webites da Administração Pública


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Foi aprovada, em reunião de Conselho de Ministros, a Resolução que estabelece as orientações relativas à acessibilidade pelos cidadãos com necessidades especiais aos sites do Governo e dos serviços e organismos públicos da Administração Central.

A resolução estabelece requisitos mínimos de acessibilidade, de modo a assegurar que a informação disponibilizada nesses sites seja compreendida e “pesquisável” pelos cidadãos com necessidades especiais.

O documento define os requisitos técnicos de acessibilidade a cumprir, adoptando os níveis de conformidade das directrizes sobre a acessibilidade do conteúdo da Internet desenvolvidas pelo World Wide Web Consortium (W3C).

Impõe-se, relativamente aos sites de conteúdo meramente informativo, o respeito pelo nível de conformidade “A”, que obriga à remoção das barreiras digitais que possam existir nos sítios e que impeçam totalmente os cidadãos com necessidades especiais de os utilizar, fixando-se um prazo de três meses para a concretização de tal objectivo.

Estabelece-se ainda , para os sites que impliquem a prestação de serviços transaccionais aos cidadãos, como a entrega de declarações de rendimentos, pedido de certidões, constituição de empresas, realização de registos, etc., o respeito pelo nível de conformidade “AA”, de modo a garantir que os cidadãos com necessidades especiais conseguem utilizar directamente os sítios e ter acessos aos conteúdos neles constantes sem que para tal tenham de contornar quaisquer obstáculos. Os sites do Estado com serviços transaccionais terão um prazo de seis meses para cumprir este requisito.

O acompanhamento e a coordenação da implementação do conjunto de medidas foi atribuído à Secretaria-Geral da Presidência do Conselho de Ministros, sendo ainda criado um grupo de trabalho, envolvendo a Agência para a Modernização Administrativa (AMA), que coordena, a Agência para a Sociedade do Conhecimento (UMIC), o Instituto Nacional para a Reabilitação e o Ceger, Centro de Gestão da Rede Informática do Governo, com funções de consultadoria técnica na implementação das medidas fixadas.

Esta medida insere-se no Plano de Acção para a Integração das Pessoas com Deficiências ou Incapacidade para os anos de 2006 a 2009, dando igualmente execução ao Plano Nacional de Promoção da Acessibilidade (PNPA).

Fonte: AMA (Agência para a Modernização Administrativa)

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Seminário internacional: Conhecer e preservar para uma nova dimensão da cultura europeia no panorama digital


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| Direcção-Geral de Arquivos | Auditório | Setembro de 2007 |


A digitalização, a acessibilidade e a preservação a longo-prazo são três elementos fundamentais para a construção do futuro da herança cultural e científica da Europa no ambiente digital. Converter materiais analógicos e torná-los disponíveis em rede, bem como publicar, coleccionar e preservar conteúdos nascidos sob forma digital, são actividades que representam grandes oportunidades quer para aumentar a presença digital de conteúdos culturais da Europa quer para fortalecer a cidadania europeia.

No entanto, tais oportunidades significam também enormes desafios à gestão, partilha e reutilização desses conteúdos, em termos de enquadramentos legais, estratégias organizacionais, modelos económicos e soluções técnicas.

| Objectivo
Com vista à promoção e desenvolvimento da disponibilidade em linha de conteúdos digitais europeus, o Seminário proporcionará uma actualização e discussão dos tópicos mais relevantes na matéria. A necessidade de harmonização, cooperação e coordenação entre os diferentes tipos de intervenientes, instituições e estados-membro, será especialmente enfatizada.

| Audiência
O seminário destina-se a gestores e outros profissionais relacionados com a produção e distribuição de conteúdos digitais, tanto institucionais como da indústria, em especial os que trabalham em organizações da cultura tais como gestores de colecções, arquivistas, conservadores, bibliotecários e profissionais das tecnologias de informação envolvidos em projectos de digitalização ou produção de serviços de acesso a conteúdos em linha.

| Data e Local
7- 8 Setembro 2007 | Direcção-Geral de Arquivos | Auditório | Lisboa | Portugal

| Organização
Biblioteca Nacional de Portugal
Direcção-Geral de Arquivos
Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações internacionais

Consulte: Programa | Contactos e Informações úteis

Fonte: BN

terça-feira, 31 de julho de 2007

Recomendações W3C sobre acessibilidade na Web


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Recomendações W3C sobre acessibilidade na Web
Fonte: http://www.acessobrasil.org.br/
O texto abaixo é a transcrição de parte do documento que adapta a versão para o português, de Web Content Accessibility Guidelines 1.0, do W3C, para a língua portuguesa usada no Brasil, e pode conter erros de tradução.
As recomendações contidas nesse documento explicam como tornar o conteúdo web acessível a pessoas com deficiências. Destinam-se a todos os criadores de conteúdo web (autores de páginas e projetistas de sites) e aos programadores de ferramentas para criação de conteúdo.
A versão normativa, em inglês, encontra-se no endereço:
http://www.w3.org/TR/WAI-WEBCONTENT
Esta tradução da versão inglesa encontra-se no endereço:
http://www.geocities.com/claudiaad/ acessibilidade_web.html.
Responsabilidades:
A tradução, manutenção e revisão deste documento são de responsabilidade de Cláudia Dias claudiaad@yahoo.com , auditora da tecnologia da informação do Tribunal de Contas da União (TCU).
A reprodução e distribuição são livres, desde que cumpram os requisitos do documento do W3C sobre direitos de autor e copyright.
Para conhecer na íntegra o documento com as recomendações do W3C em português, baixe em http://www.acessobrasil.org.br/media/2/20030828-w3crevisto3.doc o documento em formato Word.

quarta-feira, 6 de junho de 2007

Cego põe à prova info-inclusão


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Fernando Santos, é cego, e vai tentar viver através da Internet, passando 11 dias fechado num quarto de hotel.

Começa hoje a Integra21 ( http://www.integra21.com/ ), uma iniciativa que visa apontar quais as principais dificuldades com que invisuais e pessoas com problemas de visão se deparam em websites portugueses.

Fernando Santos foi o homem escolhido pela Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO) e pela Vector21, empresa organizadora para estar 11 dias fechado num quarto, a tentar viver exclusivamente pela Internet.

“Poderá um cego fazer a sua vida diária, através da utilização dos Sítios on-line portugueses?”. Esta é a questão que o projecto Integra21 pretende responder, numa iniciativa arrancou ontem, dia 5 de Junho, e decorrerá ao longo dos próximos 10 dias.

segunda-feira, 14 de maio de 2007

UTAD propõe medidas para deficientes


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A Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) propôs, esta quarta-feira, a criação de medidas para a acessibilidade dos cidadãos deficientes, que representam 22% da população, no âmbito da televisão digital terrestre.

Segundo Francisco Godinho, coordenador do Centro de Engenharias e Reabilitação em Tecnologias de Informação e Comunicação (CERTIC), da UTAD, foi enviado à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) um contributo sobre a matéria de acessibilidade para cidadãos com necessidades especiais.

Conforme refere a agência Lusa, o objectivo é que a ERC inclua estas medidas no parecer que terá que dar ao Governo até 14 de Maio sobre a regulamentação da televisão digital terrestre em Portugal.

Nesse sentido, o responsável na UTAD sugere que, em matéria de «reserva de capacidade e obrigação de transporte e difusão», seja atribuída maior largura de banda à RTP, SIC e TVI a fim de poderem fornecer serviços de acessibilidade adequados à tecnologia digital.

Francisco Godinho adiantou que para cada rede solicita-se capacidade equivalente a um canal de TV Digital, que permitirá transmitir serviços especificamente concebidos para acesso adequado por parte dos utilizadores com deficiência e idosos.

Segundo refere o site da RTP, estes serviços consistem na difusão de três sinais complementares à emissão normal, tais como um sinal de vídeo para interpretação e Língua Gestual Portuguesa (LGP), um sinal de áudio para a dobragem em português de programas estrangeiros ou para fornecer áudio-descrição para pessoas com deficiência visual e um terceiro sinal de dados com legendas para surdos.

[...]


Consulte o texto completo em: Portugalmail:Notícias

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