Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lisboa. Mostrar todas as mensagens

sábado, 7 de dezembro de 2013

Bibliotecas de Lisboa lançam cartão digital


0 Comentários

Fonte: Diário Digital. Data: 4/12/2013.
URL: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=672359
No próximo dia 10 de Dezembro (terça-feira) será apresentado o primeiro cartão digital de um serviço público em Portugal. Trata-se do Cartão BLX, uma app desenvolvida pelas Bibliotecas Municipais de Lisboa (BLX) e pela Innovagency, disponível para smartphones e tablets.
Através desta aplicação será possível aos utilizadores da rede de bibliotecas da Câmara de Lisboa requisitar livros e conhecer o estado do seu pedido, saber quais os dias e locais de paragem da Biblioteca Itinerante ou aceder a informação básica como os contactos e localização das bibliotecas.

Criada com o propósito de tornar mais acessível o serviço prestado pelas BLX, esta aplicação coexistirá com o cartão em plástico disponibilizado actualmente aos seus utilizadores.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Quatro milhões de euros para bibliotecas de Lisboa até finais 2013


0 Comentários


Fonte: Público. Data: 9/05/2012.

URL: http://www.publico.pt/Local/quatro-milhoes-de-euros-para-bibliotecas-de-lisboa-ate-finais-2013-1545379

A Câmara de Lisboa vai recuperar as bibliotecas do Palácio Galveias, deslocar a de Alvalade e a Hemeroteca e construir uma nova em Marvila até finais de 2013, num investimento de quatro milhões de euros.

Estas obras estão inseridas no programa estratégico Bibliotecas XXI, aprovado hoje em reunião de câmara com as abstenções do PSD e do CDS e os votos favoráveis dos eleitos do PS, independentes e PCP e prevê até 2024 dotar a cidade de oito ‘bibliotecas âncora’ e 18 de bairro, disse a vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto.

O objectivo do programa é “um novo reordenamento das bibliotecas de Lisboa por todo o território”, disse a autarca socialista, recordando que estes equipamentos na cidade “não acompanharam movimento de modernização que se verificou no país”, motivado pelas regras do Plano Nacional de Leitura Pública e da Federação Internacional de Associações de Bibliotecas (ILFA, na sigla em inglês), da UNESCO, principalmente no que diz respeito à dimensão do espaço.

Por isso, resumiu a vereadora o objectivo é “trazer as bibliotecas ao século XXI”, transformando-as em “centros culturais de proximidade” dotados de, “além das valências tradicionais, de políticas activas de combate à literacia e à exclusão”, e de espaços como “pequenos auditórios e áreas expositivas” e colocá-las em rede “numa perspectiva local de bairro.

Nesse sentido, e “neste mandato”, a autarquia vai “requalificar e ampliar a biblioteca do Palácio Galveias, recuperando o edifício e alargando a biblioteca ao primeiro piso, onde vai haver também um espaço expositivo com biblioteca”, descreveu Catarina Vaz Pinto, acrescentando que a empreitada para esta obra já está em concurso.

Já no que diz respeito à Biblioteca de Alvalade, fechada por motivos de segurança desde 2009, o programa prevê instalá-la no Palácio dos Coruchéus, que se passará a chamar Biblioteca dos Coruchéus.

“O palácio está em boas condições e não precisa de muitas obras. E tem a vantagem de interagir com os espaços de artes, como ateliês e a Galeria Quadro, que o rodeiam”, disse a vereadora.

Quanto à Hemeroteca, que “está pendente há vários anos”, Catarina Vaz Pinto disse que foi “encontrada uma solução no complexo desportivo da Lapa, que passará a ser um Complexo Desportivo e Cultural”, aproveitando já a biblioteca de desporto existente no espaço.

A autarca socialista adiantou o acervo da Hemeroteca será reduzido apenas aos jornais da cidade e a alguns nacionais e que para o actual edifício onde a Hemeroteca está instalada, em frente à Igreja de São Roque, não está ainda previsto nenhum uso.

Por fim, a câmara prevê construir uma nova biblioteca-âncora em Marvila.

Catarina Vaz Pinto sublinhou que estas intervenções, num investimento proveniente do Programa de Intervenção Prioritária em Acções de Reabilitação Urbana (PIPARU) de cerca de quatro milhões de euros, estão concluídas até ao final do mandato, ou seja, até finais de 2013.

Nos próximos 12 anos, ou seja, até 2024, a câmara prevê dotar a cidade de oito bibliotecas âncora, considerando a de Alta de Lisboa, a de Marvila e a de Benfica (na antiga Fábrica Simões) “prioritárias”, e de 18 bibliotecas de bairro, ou seja, mais que duplicar estes equipamentos, que hoje são apenas 12.

Catarina Vaz Pinto disse que os locais específicos e os orçamentos envolvidos terão de ser definidos “à medida que quer as condições orçamentais e de espaço vão surgindo na cidade”.

O programa concluiu ainda que no ano passado cerca de 700 mil utentes visitaram as bibliotecas lisboetas.

domingo, 28 de junho de 2009

Saramago ambiciona que a sua fundação se torne num pólo cultural de Lisboa


0 Comentários

Escritor visitou hoje Casa dos Bicos
Fonte: Jornal Publico. Data: 27.06.2009.
URL: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1389016&idCanal=14
O escritor José Saramago pretende que a fundação com o seu nome se torne um pólo cultural da cidade de Lisboa quando se instalar na Casa dos Bicos, cedida pela Câmara Municipal há um ano para esse efeito.
Durante uma visita guiada ao edifício de cinco pisos situado "no coração de Lisboa, frente ao Tejo", cuja remodelação ainda não tem ainda fim à vista, Saramago, de 86 anos, manifestou o desejo de aí instalar os serviços administrativos da fundação "ainda este ano". "
Ao contrário do que algumas pessoas mal-intencionadas quiseram fazer acreditar, a Casa dos Bicos, que vamos ocupar, não está aqui simplesmente para glorificar a vida ou a obra do senhor Saramago, está aqui para ser útil", frisou.
A Fundação José Saramago quer, segundo o Prémio Nobel da Literatura 1998, "ir muito mais além de uma responsabilidade que está nos estatutos, que é a de defender e preservar a obra da pessoa que lhe deu o nome". " Quer ir mais além na medida do possível: diversificar as actividades da fundação, de modo a que a Casa dos Bicos se transforme num pólo cultural da cidade. Queremos que seja a casa de todos", sublinhou. "Aqui vão realizar-se conferências, exibir-se filmes, fazer-se exposições. Tudo aquilo que se deve esperar de uma instituição de carácter cultural, vamos fazê-lo com certeza", asseverou.
Actualmente em Lanzarote, a biblioteca do autor de "O Ano da Morte de Ricardo Reis" - ou pelo menos parte dela - será trazida para a Casa dos Bicos, revelou Saramago, acrescentando que não gostaria que os livros "ficassem numa espécie de mausoléu", mas que fossem lidos e consultados. "Vamos pôr esta fundação ao serviço da cidade", garantiu o escritor, no final da visita guiada pelo arquitecto João Santa Rita, um dos responsáveis pelo projecto.
O arquitecto é filho de José Santa Rita que, juntamente com o arquitecto Manuel Vicente, foi o autor do projecto original de remodelação, desenvolvido em 1983 para a XVII Exposição Europeia de Artes, Ciência e Cultura.Datada de 1523 e também conhecida como Casa de Brás de Albuquerque, a Casa dos Bicos albergará "uma biblioteca, um espaço de estar e de auditório, os serviços da fundação e ainda um núcleo expositivo", disse João Santa Rita. Para além disso "haverá ainda um piso da entrada [da responsabilidade da Câmara Municipal de Lisboa] de utilização mais pública, de explicação desta área onde se insere a Casa dos Bicos e dos seus achados arqueológicos".
"Espero que com mais uns quantos meses de obras, que estão a decorrer a bom ritmo e com muita imaginação, aproveitando espaços e inventando espaços novos, possamos finalmente, não sei em que dia entrar aqui, com a chave na mão, e usar a Casa dos Bicos, repito, para o bem da Cultura", observou Saramago.

Arquivo

Categorias