sábado, 28 de junho de 2008

Visuwords: dicionário gráfico em linha


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Sugiro que você faça uma consulta no Visuwords Online Graphical Dictionary [URL: http://www.visuwords.com/], um excelente e inovador dicionário gráfico em linha. Após ser digitado o termo de busca, o dicionário retorna com o termo e suas associações com outras palavras ou conceitos. Tudo isto numa forma gráfica, similar a uma rede neural, que facilita o entendimento da organização do assunto.
Ao se passar o mouse em cima dos nós é possível visualizar a definição daquele termo. Além disso, é possível, ao girar o botão central do mouse, fazer um zoom no gráfico, ampliando ou reduzindo o tamanho da rede.

Murilo Cunha

Espólio de Fernando Pessoa na Internet


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Prosseguindo a política de divulgação do património bibliográfico nacional e de enriquecimento dos conteúdos em Língua Portuguesa na Internet, a Biblioteca Nacional de Portugal acaba de colocar em linha a digitalização integral dos CADERNOS DE FERNANDO PESSOA (em número de 29) pondo, assim, à disposição de todos mais 1 500 páginas de manuscritos pessoanos que vêm juntar-se aos do heterónimo ALBERTO CAEIRO, já acessíveis na Biblioteca Nacional Digital desde 2006.

Consulte os cadernos de:

Fonte: Serviço de Alertas da Biblioteca Nacional Digital

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Brincar à web 2.0


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quinta-feira, 26 de junho de 2008

Instituto Ibérico do Património - formação


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Com base em parcerias com instituições de ensino superior e com instituições responsáveis pela gestão, promoção e salvaguarda do Património, o Instituto Ibérico do Património desenvolve um núcleo de formação que pretende qualificar os profissionais desta área, garantindo a atribuição de certificação e de créditos, de acordo com os modelos introduzidos pelos Decretos-lei 42/2005 e 74/2006, referentes à introdução no nosso sistema de ensino dos princípios orientadores da Declaração de Bolonha.


Conservação Preventiva
Duração: 18 Horas

Conservação e Restauro de Documentos Gráficos
Duração: 40 Horas

Conservação e Restauro de Cerâmica Arqueológica
Duração: 8 Horas

Leia toda a informação em www.iipatrimonio.org

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Circuito - são-joanino - proposta da Casa do Infante


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À Descoberta de S. João!

O Arquivo Histórico Municipal do Porto promove na véspera de S. João, segunda-feira, dia 23 de Junho, e pelo segundo ano consecutivo, um circuito são-joanino. Pretende-se com esta actividade, partir à descoberta de S. João Baptista.

Este percurso iniciará pelas 14h30, sendo o ponto de encontro a Praça General Humberto Delgado, em frente à Câmara Municipal do Porto, ao lado da “Cascata S. João”.

O circuito são-joanino será conduzido por Graça Lacerda, tendo como objectivo evocar representações de S. João Baptista em várias obras de arte existentes em edifícios civis, igrejas e espaços públicos do Porto.

Para participar gratuitamente apenas tem de fazer a sua inscrição prévia, através do e-mail: casadoinfante-serveducativo@cm-porto.pt, ou pelo telefone 222060415 ou através do fax 222060401.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Flapi, a criança virtual


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Flapi é um ser virtual que foi desenvolvido a partir da plataforma de realidade aumentada SimVideo, pela YDreams.

Flapi não é mais do que uma demonstração do que a YDreams já consegue criar no campo da realidade aumentada. Através de uma projecção ou de um ecrã da plataforma SimVideo consegue-se conjugar elementos digitais e reais num único cenário.

Mais informação sobre o tema:
Desenvolver uma biblioteca ou arquivo dentro deste conceito poderá tornar-se uma realidade a médio prazo. Será que é viável desenhar novos ambientes interactivos para os utilizadores acederem aos serviços e recursos de informação disponibilizados pelas bibliotecas e arquivos?

Pequenos conceitos sobre esta ideia:

segunda-feira, 16 de junho de 2008

A internet emburrece?


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A Internet emburrece?`
Autor: Gilberto Dimenstein
Fonte: Folha de São Paulo Data: 15 de junho de 2008

As redes facilitaram o acesso à informação, mas também facilitaram a apropriação de reflexões dos outros
Imagine 687 mil universitários ou recém-formados disputando 2.500 vagas de estágio e de programas de trainee. Isso equivale a aproximadamente 2.800 candidatos por vaga. Só para dar uma medida de comparação: é uma proporção 25 vezes maior do que a dos vestibulares das mais disputadas faculdades brasileiras.
O que você acha que ocorreu com tanta gente disputando tão poucos empregos? Pergunte a algumas das 57 empresas, entre as quais a Microsoft, a Natura, a Unilever, a Braskem e o ABN-Amro, que participaram da seleção. Não ocorreu o óbvio.
Responsável pela aplicação dos testes em 2007, a psicóloga Sofia Esteves constatou que algumas das empresas não preencheram vagas ou tiveram de se contentar com a repescagem, obrigadas a diminuir o nível de exigência. "Há uma distância crescente entre o perfil desejado pelas empresas e a qualidade dos universitários", afirma.
Além das óbvias questões educacionais, relembradas na semana passada, com a divulgação de um índice de qualidade do ensino (Ideb), a psicóloga levanta mais uma hipótese: excesso de internet. Seria essa mais uma das retrógradas reações típicas de quem tem fobia tecnológica?
Sofia conta que alguns exames foram abrandados ou até eliminados. Numa prova de língua portuguesa, apenas um entre 1.800 candidatos foi aprovado. Decidiu-se então abolir esse requisito -o candidato passou a ser eliminado apenas quando comete, na redação, um erro do tipo escrever experiência com "ç".
Na seleção, porém, a dificuldade tem sido menos a de escrever segundo as normas gramaticais (o que já é grave) do que a de expor criativamente uma idéia -um critério relevante porque as empresas querem funcionários capazes de enfrentar desafios com autonomia. E aí, na visão da psicóloga, entraria a ação nociva da internet.
É verdade que as redes digitais facilitaram, como nunca, o acesso a qualquer tipo de informação, mas também é fato que facilitaram a apropriação de reflexões dos outros. É sabido que muitos alunos, na hora de fazer as lições, montam uma colagem de textos encontrados na internet. "Estão perdendo o hábito de ler um livro inteiro e fazer um resumo."
Pula-se velozmente de galho em galho digital, numa interatividade hiperativa. A hipótese é que, por isso, sairia prejudicada a busca de profundidade.
A combinação de excesso de informação com hiperatividade foi um dos fatores que motivaram Mark Bauerlein, professor da Universidade Emory, em Atlanta (EUA), a escrever um livro intitulado "A Mais Burra das Gerações: Como a Era Digital Está Emburrecendo os Jovens Americanos e Ameaçando Nosso Futuro". Burrice seria, na sua visão, 52% dos adolescentes americanos terem respondido em uma prova que a Alemanha foi aliada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial.
Sua tese central é a de que as tecnologias digitais permitiram que os jovens passassem ainda mais horas do dia trocando informações com seus pares, mas, ao mesmo tempo, diminuiu o tempo de intermediação dos adultos nos processos de aprendizado.
Diante daquela avalanche de dados em tempo real, ficaria então mais difícil para os jovens aprender a selecionar e expor o que é relevante no conhecimento tudo isso acaba prejudicando a liderança e a capacidade de trabalhar em grupo.
A avalanche digital não teria maiores problemas se o jovem não fosse obrigado a buscar um emprego que exigisse criatividade e autonomia para solucionar desafios o que requer necessariamente a capacidade de síntese e a habilidade de selecionar uma informação relevante. Justamente uma das razões, entre várias, para que aqueles 687 mil universitários brasileiros não conseguissem preencher 2.500 vagas.
PS- Como trabalho simultaneamente com comunicação e educação, tenho observado que, embora adore a abundância de informação, reverencie a possibilidade de escolhas e aprecie ainda mais a possibilidade de interagir, coisas que vieram mesmo para ficar (e é bom que fiquem), o jovem se sente confuso e demanda cada vez mais a intermediação de gente em quem possa confiar para ajudar na seleção das informações.
Ele vê com desconfiança os meios de comunicação tradicionais como a escola, por suspeitar que eles não conseguem traduzir o que é relevante para sua vida. Por esse ângulo, nós é que somos emburrecidos. Tanto a escola como o jornal do futuro vão estar assentados na solução desse desafio ou vão ficar estacionados no passado.

Download Day - Firefox 3


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Prezados,

para os entusiastas do software livre, o dia 17 de junho, terça-feira próxima, será um dia muito importante.

O movimento do software livre, mesmo aos que não são interessados como usuários, figura como um tema relevante para o contexto político e econômico informacional na contemporaneidade.

Deste modo, segue abaixo o anúncio do Download Day do novo Firefox (3), um dos navegadores Web que mais tem alcançado notoriedade e abrangência no cenário mundial.

Estabeleça um Recorde Mundial no Livro dos Recordes Guinness
Ganhe uma Web melhor

Parece um bom negócio, não acha? Tudo o que você precisa fazer é baixar o Firefox 3 durante o Download Day - é fácil assim. Não estamos pedindo que você engula uma espada ou equilibre 30 colheres no rosto ao mesmo tempo - apesar de que isso seria incrível.

A data oficial do lançamento do Firefox 3 é 17 de Junho de 2008. Junte-se à nossa comunidade e à esta iniciativa inscrevendo-se hoje para baixar o Firefox 3.

Confirme sua participação neste link.

Grande abraço a todos,

André Ricardo Luz
Linux user 369770
Editor da revista Arquivistica.net
http://www.arquivistica.net/

Visite:
Blog A Informação - http://a-informacao.blogspot.com/
Blog Arquivística.info - http://arquivistica.blogspot.com/

domingo, 15 de junho de 2008

Proquest compra o banco de dados Dialog


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A empresa Proquest, localizada em Ann Arbor (Michigan, EUA), anunciou, em 12 de junho de 2008, a aquisição do banco de dados Dialog [URL: www.dialog.com], até então vinculado ao conglomerado de mídia Thomson Reuters. A Proquest pertence ao grupo Cambridge Information, ela tem tido sucesso na comercialização de artigos de periódicos e também na provisão de acesso a periódicos eletrônicos.
Fundado em 1972, por Roger Summit, o Dialog foi o primeiro sistema de recuperação da informação a ser utilizado globalmente, tendo liderado o mercado nas áreas de recuperação da informação em linha por meio de bases de dados da informação científica e tecnológica. O seu serviço em linha teve início com três bases de dados: ERIC (Educação), NTIS (documentos e relatórios técnicos do governo norte-americano) e PANDEX (índice de citações, similar ao Science Citation Index). Em 2002 o Dialog oferecia acesso a 531 bases de dados, tornando-se um dos maiores; em 2008 o seu enorme acervo continha mais de 15 terabytes de conteúdo informacional.
Ele teve enorme importância até o aparecimento da World Wide Web (WWW) em meados dos anos 1990. Com o advento da web diversos produtores de bases de dados passaram a oferecer os seus produtos diretamente na web às bibliotecas e usuários finais, sem a necessidade de utilizar os grandes bancos de dados – no caso, o Dialog e o Orbit (que anos atrás havia sido adquirido pelo Questel, o grande banco de dados francês). A partir daí teve início as dificuldades para esses bancos de dados. Aqui vale a pena indagar se a época desses grandes bancos de dados não atingiu o seu ciclo máximo de vida? A empresa Proquest tem pela frente um enorme desafio em demonstrar perante os seus clientes, atuais e futuros, que os grandes bancos de dados ainda podem ocupar lugar de destaque no contexto do ciberespaço.

Murilo Cunha

Notas:
Maiores informações no URL:
www.dialog.com/pressroom/2008/061208_proquest.shtml

sábado, 14 de junho de 2008

Novo número do "Datagramazero"


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O DataGramaZero de Junho está disponível.

Traz seu posicionamento em alguns pontos:
"Os intelectuais não são mais, os únicos proprietários do conhecimento; a publicidade da informação, seu acesso e uso atingiram um novo degrau na história da distribuição do saber e aqueles que os detêm tem uma intenção de ensinar, de aprender e trocar. A ciência não pode mais entender-se universal e produzida por pesquisa do resultados solitários; em tempos da Internet ela será cada vez mais colaborativa." [editorial]".
A atualidade vivencia uma mudança estrutural no ato de lidar com a informação, tanto no imaginário privado do gerador, na sua escrita e no imaginário do receptor. Convivemos, cada vez mais intensamente, com uma escrita digital aberta.O interesse na leitura digital e suas possibilidades vem da sedução da viagem por espaços entrelaçados; aescritura digital traz um paradigma novo para o formato da escrita e leitura]. [ Colunas ]

O DataGramazero de JUNHO traz os seguintes artigos:
1 - Rede de Textos Científicos na Ciência da Informação: análise cienciométrica da institucionalização de um campo científico por Murilo Artur Araújo da Silveira e Rogério Eduardo Rodrigues Bazi.
Resumo: Analisa a rede de textos científicos na Ciência da Informação,através das perspectivas institucionais da ciência. Discute a importância das citações para a construção do conhecimento na rede.Apresenta resultados através de representações cartográficas usando o método cienciométrico. A dispersão temática e a concentração das citações em livros e artigos e forte incidência de citações a periódicos estrangeiros são alguns dos resultados.

2 - Portais corporativos no apoio à criação de conhecimento organizacional: uma abordagem teórica por Cláudio Henrique Schons e Marilia Damiani Costa.
Resumo: Este artigo apresenta a importância da informação e do conhecimento como recursos essenciais para competitividade das organizações. Seu objetivo é analisar a participação dos portais corporativos como plataforma favorável ao processo de criação do conhecimento organizacional. Avalia a contribuição dos serviços disponíveis nos portais corporativos frente à operacionalização dos modos de conversão do conhecimento.

3 - Práticas Pedagógicas utilizando um Ambiente Virtual de Aprendizagem para Construção Colaborativa do Conhecimento por Terezinha Froes e Antônio Cardoso.
Resumo: Educação a Distância é um processo de ensino-aprendizagem,mediado preferencialmente pelas Tecnologias de Informação e Comunicação no qual professores e alunos estão separados espacial ou temporalmente. Este artigo descreve um Ambiente Virtual de Aprendizagem, chamado Hospital Educacional, no qual foi implementado um conjunto de recursos de Processamento de Linguagem Natural. Comeste Ambiente Virtual de Aprendizagem, é possível estabelecer práticas pedagógicas diferenciadas, além de criar uma Base de Conhecimentossobre diferentes temas em especial sobre Tecnologia da Informação.

4 - Estruturas significantes da Ciência da Informação: Aplicação social da informação por Martinho de Souza-Leite e Lidia M. B. Brandão Toutain.
Resumo: O termo informação é a base de muitos discursos acadêmicos. É também objeto específico da Ciência da Informação, área do conhecimento socialmente aplicada. No meio acadêmico, os equívocos de interpretação ocorrem por vezes pelo altruísmo científico para definir o termo informação. Neste artigo se faz uma reflexão sobre o termo pelo prisma do uso nos meios que buscam em suas pesquisas conceitos utilizados no seio social.

5 - Inovação e Gerenciamento de Processos: Uma análise baseada na Gestão do Conhecimentopor Guillermo Antonio Dávila e Leonardo Leocádio e Gregório Varvakis.
Resumo: O trabalho objetiva analisar e apresentar as relações entre inovação e gerenciamento de processos, considerando a geração de valor percebida e os elementos comuns entre eles o conhecimento. A pesquisa permitiu constatar que as inovações são criadas a partir das iterações sociais. A inovação quando aplicada nos processos criacondições para reduzir custos, tempos e melhorar a qualidade com vantagem competitiva nas organizações.

Ainda, no DZG de JUNHO temos a recensão do livro "O Império dos Signos" de Roland Barthes e do Guia "Guia de softwares para tratamento da informação" preparado por professoras da Escola de Ciência da Informação da UFMG e apresentado pelo professor Murilo Bastos da Cunha da Universidade de Brasília. Nossos links se relacionam com os artigos deste número.

O DataGramaZero de JUNHO 2008 está disponível em: http://www.dgzero.org
O DataGramaZero é um periódico de acesso aberto e tem o ISSN1517-3801.
É indexado no Brasil e no exterior e esta' disponível na Internet, livre para leitura e cópias. No mesmo site é livre o acesso aos nove anos do Datagramazero com cerca de 40 números da Revista e200 artigos, algo como 300 autores e 4 mil referências vinculadas a estes artigos.
O periódico é unicamente virtual e tem por objetivo induzir econstruir elementos novos e facilitadores de um melhor acesso àinformação, apresentar uma nova escrita e indicar a possibilidade deuma nova leitura. Tem um leitorado médio estimado em 3.500 usuários aomês e tem conceito A no Qualis da Capes em mais de uma área doconhecimento.

Disponibilização das apresentações das IX Jornadas APDIS


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A Associação Portuguesa de Documentação e Informação de Saúde (APDIS), organizou nos dias 13 a 14 de Março, de 2008, as IX Jornadas APDIS, subordinadas ao tema: Bibliotecas da Saúde em Portugal: velhos trilhos, novos rumos.

Quem não teve oportunidade de assistir às jornadas pode aceder às apresentações de alguns dos oradores em Jornadas APDIS (as apresentações disponíveis encontram-se com o título destacado).

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Is Sensory Information Navigation (SIN) - The Next Stage of Web Evolution = Web 3.0?


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Para quem anda preocupado com a revolução da "onda" web 2.0, tenho mais uma notícia:
  • Já temos "surfistas digitais" na web 3.0!

Fontes de informação para acompanhar esta discussão:

segunda-feira, 9 de junho de 2008

O pai da cibernética


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A revista Galileu publicou um interessante artigo intitulado Gênio indecifrável dedicado a Norbert Wiener.
Para saber mais sobre o "pai" da cibernética veja aqui.

Novidades na Família ISIS


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ISIS-NBP propõe inovação e ampliação do uso da plataforma
Fonte: http://espacio.bvsalud.org/boletim.php?articleId=06160511200811&newsLang=pt
O desenvolvimento do ISIS-NBP nasceu de uma proposta apresentada em reunião na sede da Unesco em Paris, em maio de 2006, pelo diretor da BIREME/OPAS/OMS, Abel Packer.
Desde então, o projeto tem sido desenvolvido como proposta para inovar, ao mesmo tempo permitir agilidade em uma nova arquitetura, oferecer novos serviços, melhor performance, manutenção reduzida para, assim ser adotada de forma ainda mais ampla.
O projeto é desenvolvido seguindo o estado da arte em desenvolvimento de software e gestão de bases de dados. O ISIS NBP está sendo desenvolvido em linguagem Python, em modalidade de software aberto. A opção pelo Python busca combinar o uso de linguagem orientada a objetos, de fácil aprendizado e desenvolvimento rápido de aplicações. Ele manterá a compatibilidade com a base instalada de modo que a transição para a nova plataforma seja possível sem grandes dificuldades. Ao mesmo tempo, o ISIS NBP continuará operando as estruturas de dados clássicas do ISIS, permitirá a mais ampla operação em rede na Internet e especialmente com a possibilidade de uso de estruturas de dados em formato XML (eXtensible Markup Language) e operação em rede utilizando o protocolo Rest (Representational State Transfer)."O aspecto de maior renovação da plataforma ISIS está no próprio modelo de tecnologia usado.
Este é desenvolvido para suplantar a capacidade de gerenciar dados, projetando a arquitetura e visando escalabilidade", explica Rodrigo Senra. Ele e a equipe da BIREME vêm implantando o projeto segundo o plano de desenvolvimento e a expectativa é que uma primeira versão do sistema seja lançada durante o próximo Congresso Mundial ISIS, que se realizará no âmbito do 8º Congresso Regional de Informação em Ciências da Saúde, entre 14 e 19 de setembro no Rio de Janeiro.Outro desafio que o ISIS NBP visa superar é maximizar as possibilidade de interação com os usuários para a gestão e operação das fontes de informação e particularmente para a operação das redes de conteúdos da BVS.O ISIS-NBP inova também com relação às iniciativas similares da família ISIS com a proposta de promover no futuro próximo o seu desenvolvimento por meio de rede de profissionais de informação, analista de sistemas e programadores, fazendo uso da Rede de Desenvolvedores da BVS, SciELO e Rede Internacional de Fontes de Informação e Conhecimento para a Gestão de Ciência, Tecnologia e Inovação. Essa etapa se dará quando o núcleo básico do ISIS-NBP tiver seu desenvolvimento concluído. Além disso, tem papel de continuidade da promoção internacional da plataforma ISIS já que a Unesco, apoiadora do projeto ISIS-NBP, é a organização que historicamente promoveu o desenvolvimento do CDS/ISIS como núcleo da família ISIS de softwares.De acordo com o responsável pela coordenação de Sistemas da BIREME, "o desenvolvimento do ISIS-NBP promove uma remodelagem tecnológica orientada a objetos, sobre uma plataforma robusta que permite alto nível de escalabilidade e interoperabilidade. Isso permitirá oferecer um leque de ferramentas e interfaces de programação para arquitetos, analistas e desenvolvedores de sistemas que proporcionará maior facilidade e flexibilidade no desenvolvimento de aplicações. O desafio será desenvolver uma interface transparente de integração com a atual tecnologia ISIS, garantindo compatibilidade com sistemas existentes e criação de mecanismos de migração."Todas as ferramentas da BIREME foram feitas a partir do ISIS. Nas redes BVS e SciELO, a plataforma ISIS é usada para a operação de mais de 15 milhões de registros online com picos de até 500 mil acessos diários. Com o ISIS-NBP também é uma preocupação dar conta da operação desta demanda e para isso, estão contempladas no projeto atividades que simulem situações extremas de leitura, escrita e indexação. Assim será possível comparar a performance entre a tecnologia utilizada no ISIS-NBP com a atual, possibilitando atividades de melhoria.A próxima apresentação do projeto ISIS-NBP acontecerá entre 14 e 17 de setembro de 2008, na 5ª Reunião de Coordenação Regional da Biblioteca Virtual em Saúde, como parte do CRICS8. O projeto é um dos temas da BVS5 e a previsão é de que no evento já se inicie o chamado para a comunidade ISIS para participar do desenvolvimento do projeto em rede.

sábado, 7 de junho de 2008

Dicionário de 1712 agora na internet


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O famoso dicionário Vocabulario portuguez e latino, (Coimbra: Collegio das Artes da Companhia de Jesu, 1712-1728. 10 v.), de autoria do padre Raphael Bluteau (1638-1734), é considerado como uma das obras pioneiras da lexicografia da língua portuguesa.
No final de abril de 2008, o Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo passou a disponibilizar o acesso ao texto integral desse importante título na internet [URL: http://www.ieb.usp.br/online/index.asp]. A consulta pode ser feita na grafia original da obra ou atualizada, como por exemplo: bibliotheca ou biblioteca. O resultado da busca mostra a página onde consta o termo solicitado. O sistema permite ampliar o tamanho da imagem para facilitar a leitura do texto. Além dos oito volumes iniciais também foram escaneados e disponibilizados os dois suplementos; na busca é indicado se o resultado foi extraído do corpo da obra ou dos suplementos.
É interessante notar que em 2000 foi feita uma edição eletrônica dessa obra pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Bluteau, Raphael. Vocabulario portuguez e latino. Rio de Janeiro: UERJ, 2000. 1 CD-ROM). Esta edição, entretanto, teve pouca divulgação.
Portanto, é inegável a importância da ação do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo em disponibilizar para o acesso público esse dicionário básico para o conhecimento das raízes da nossa língua.
Murilo Cunha

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Enciclopédia Larousse na web


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Desde 15 de maio de 2008 que a editora Larousse passou a oferecer o acesso à sua Enciclopédia Larousse na versão em linha [URL: http://www.larousse.fr/#]. Esta versão, lançada com certo atraso em relação às congêneres norte-americanas, pretende concorrer com a Wikipédia em francês [URL: http://fr.wikipedia.org/wiki/Accueil], que, em seis de junho de 2008, contava com 667.967 verbetes na língua francesa.
Similar ao trabalho cooperativo da Wikipédia, construída e alimentada por milhares de usuários colaboradores, a nova Larousse pretende oferecer algo inovador: passou a disponibilizar, de forma gratuita e em linha, o conteúdo da enciclopédia da antiga edição impressa. Isto, de fato, é uma novidade, pois disponibiliza conteúdos já “testados e verificados” pelos inúmeros colaboradores da edição tradicional. Na Wikipédia as colaborações são anônimas, podendo levar a possíveis erros e/ou omissões nos verbetes. Ao passo que, na nova Larousse os colaboradores terão que fazer inscrição para poderem enviar as suas contribuições que serão avaliadas por um comitê editorial composto por especialistas antes de serem publicadas em linha. Assim, a editora francesa passou a utilizar uma metodologia híbrida de aproveitar os cerca de 170 mil verbetes antigos e possibilitar a colaboração voluntária dos internautas.
Com essa ação pioneira da Larousse cabe aqui uma indagação: será que este será o caminho a ser seguido pelas enciclopédias tradicionais geralmente publicadas no formato impresso? É sabido que no formato impresso as edições de enciclopédias, geralmente com 20 ou mais volumes, tinham um ciclo de vida em torno de 10 anos. É claro que, em pouco tempo, elas ficavam com muitos verbetes obsoletos – mesmo com as atualizações por meio dos “Livros do Ano”.
Parece que uma nova página está sendo virada na longa história das enciclopédias. Espera-se que ela possa trazer para o leitor (agora, no ciberespaço, um internauta), amplas facilidades de acesso e conteúdos de qualidade e maior atualidade.
Murilo Cunha

Vendas de livros atingem 17% do comércio eletrônico


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Vendas de livros representam 17% do e-commerce
Fonte: Jornal do Brasil. Data: 05/06/2008

Rio - O comércio eletrônico no ano passado teve 17% de sua participação das vendas de livros, de acordo com dados da consultoria e-Bit. Seguindo essa tendência, o grupo editorial Ediouro, que tem 10 selos, acompanha a migração dos leitores e cria atrações para os internautas apaixonados por literatura. O diálogo com blogueiros e comunidades em sites de relacionamento fazem parte do projeto.

O produto está no alto das listas de mais vendidos pela Internet no Brasil.

- O segmento de livros é muito suscetível ao boca a boca, já que as pessoas decidem a compra após uma boa indicação. Se estão todos online, o poder de viralização e a influência de um leitor sobre o outro são potencializados - afirma Daniel Deivisson, diretor da agência especializada em marketing digital.

O comércio eletrônico está crescendo na esteira da ampliação de internautas. Em 2007, o aumento chegou a 43% e o número de consumidores que experimentaram a compra online chegou a 9,5 milhões. Em 2006, eram 7 milhões. Para 2008, a previsão é de 12 milhões de compradores e alta de 45%. Os números são da Consultoria E-Bit que também prevê, já para o primeiro semestre de 2008, que o número de consumidores online chegue a 10,5 milhões.

O perfil de consumidores online também está mudando. As classes C e D aproveitam o aumento da renda real e a isenção de impostos do Governo para reforçar os números de internautas. O preço da banda larga em queda também contribui para a transformação. A confiança nos mecanismos de segurança do comércio virtual e as facilidades de crédito são apontadas como fatores decisivos nesta alta.

- Os leitores se tornaram formadores reais de opinião e influenciam uns aos outros continuamente em redes de relacionamento e blogs. Isso pode se tornar uma grande ameaça ou uma oportunidade para empresas com suas marcas e produtos - defende Deivisson.

Os dados também apontam que 25 a 40% dos consumidores pesquisam na Internet antes de comprar em lojas reais ou virtuais. Eles buscam informações mais aprofundadas sobre produtos, lojas e fazem comparações de preços. Para atender a esse público, as páginas criadas pela Frog terão informações extras sobre os autores, sinopses dos livros e ainda capítulos gratuitos para baixar.

3º Aniversário do blogue “A Informação”


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Mais um momento relevante na vida do blogue! Num momento em que o contexto informacional é tão dinâmico, o tempo de vida dos blogues tende a ser cada vez mais curto!
Assim sendo, é com muita alegria que vamos mantendo este projecto colaborativo vivo, cheio de saúde e dinâmica por podermos partilhar com todos vocês um pouco das nossas reflexões, leituras e fontes de informação.

Quero deixar uma saudação muito especial a todos os colaboradores, pois sem o esforço deles, estou certo que o blogue seria muito mais pobre, quer na experiência partilhada, quer no volume informacional difundido.

Esperamos que continuem a visitar, a colaborar e a comentar no blogue.

Um grande abraço a todos,
Paulo Sousa

Conferência Internacional DSI - Horizonte 2012 Information Systems Governance


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Nas instalações do INA em Oeiras, vai ter lugar, no próximo dia 27 de Junho, uma conferência internacional sobre tendências, boas práticas e next practices na Direcção de Sistemas de Informação nas Organização.

No evento participam 7 especialistas dos EUA, Canadá, França, Bélgica, Suíça e Portugal, que debaterão os desafios que se colocam à gestão das organizações públicas e privadas em consequência da modernização dos Sistemas e das Tecnologias de Informação.

A conferência é realizada, com o apoio do INA, pela MIS - Consultores, em parceria com a ACADYS (França, Suíça e Portugal).

Aceda ao programa da conferência .

Condições de inscrição

- Inscrição para o email info@mis-consultores.ptEste endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar
- Preço: 600,00 Euros + IVA;
- Pagamento: cheque à ordem de MIS - Consultores de Gestão, Lda ou, transferência bancária para NIB 0035 0160 0007 0693 1300 9

Dado o nº limitado de inscrições, será emitida, até 16 de Junho, confirmação/não confirmação da inscrição.

Mais informações em http://www.mis-consultores.pt/destaque3.html.

In INA

Especificações OAI-ORE


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Foi divulgada a primeira versão (beta) das especificações e documentos de implementação do OAI-ORE.

Estes são os primeiros documentos que resultam do projecto da Open Archives Initiative (OAI), designado Object Reuse and Exchange (OAI-ORE), cujo objectivo é o desenvolvimento de normas para a identificação e descrição dos designados objectos digitais compostos - agregações de recursos informativos distribuídos combinando diferentes tipos/formatos como texto, imagens e dados.

O estabelecimento desta normalização é indispensável para permitir o desenvolvimento de aplicações que permitam a manipulação e gestão desses objectos digitais compostos. E tal como sucedeu com a definição do protocolo OAI-PMH, se a motivação principal e a primeira área de aplicação será provavelmente a académica e científica (nomeadamente o sistema de comunicação científica), o potencial de aplicação do OAI-ORE é muito mais amplo.

(Excerto do Post Rumo ao Futuro do Cibertecário 0.2)

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Rede Portuguesa de Arquivos (RPA): fundamentos para o seu desenvolvimento e gestão


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A Direcção Geral de Arquivos (DGARQ) disponibilizou o Módulo 1 - Modelo Conceptual, o primeiro de quatro documentos, que visam "operacionalizar a construção de uma efectiva rede portuguesa de arquivos".
"O objectivo deste trabalho [...] é o de levar a cabo uma reflexão sistemática, apoiada em casos práticos, nacionais e internacionais, teoricamente sustentada, de forma a pro-por a constituição efectiva de uma rede portuguesa de arquivos e a construção da sua interface visível: o portal de arquivos portugueses.
O contexto internacional é particularmente propício ao desenvolvimento deste trabalho. Nesta era de globalização, considere-se ainda que o cliente alvo não é apenas o cidadão português ou europeu, mas o cidadão do mundo, com particular destaque para os países da CPLP.
[...]
O trabalho desenrola-se em diferentes fases, que compreendem a elaboração do modelo conceptual (agora publicado), do modelo lógico, do modelo físico e do documento de requisitos para a elaboração do portal, instrumentos teóricos e práticos necessários para operacionalizar a construção de uma efectiva rede portuguesa de arquivos.
Rede e portal devem ser encaradas como duas realidades indissociáveis. O portal de arquivos, estrutura essencialmente tecnológica, constitui o corolário ou interface da rede, sendo indispensável para a sua visibilidade.
Neste contexto, a disseminação dos recursos arquivísticos portugueses implica a criação de um ponto de acesso agregador."
IN. Módulo 1: Modelo Conceptual | Rede Portuguesa de Arquivos (RPA): fundamentos para o seu desenvolvimento e gestão.

Espero que este projecto tenha "pernas" para andar e se concretize. Face ao contexto actual, só peca pelo grande atraso. Espero que os vários
stakeholders intervenham dinâmica e proficuamente para disponibilizar uma rede de arquivos aberta, acessível, usável e centrada nos utilizadores finais.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Será a hora dos livros electrónicos?


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Leiam este interessante artigo do NY Times sobre e-books onde se dá uma panorâmica do sentido que este seguiu e por onde poderá seguir...

(...) Electronic books have been available since 1968 and have gained broader attention at least since 2000, when Stephen King sold 600,000 copies of “Riding the Bullet,” an electronic-only thriller, in two days. Now, however, “we’re finally at the tipping point,” Ms. Reidy said.(...)

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Três em cada quatro brasileiros não freqüentam bibliotecas


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Três em cada quatro brasileiros não freqüentam bibliotecas
Fonte: Agência Brasil Data: 1 de junho de 2008.
BRASÍLIA - A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, lançada na última semana pelo Instituto Pró-livro, mostrou que a biblioteca ainda é vista como um lugar desinteressante para a população. A maioria dos entrevistados - 67% - afirmou que sabe da existência de uma biblioteca pública em sua cidade, mas 73% declararam que não costumam usar o serviço. A estimativa indica que três a cada quatro brasileiros não vão a bibliotecas.
No lançamento da pesquisa, o ministro interino da Cultura, Juca Ferreira, afirmou que as bibliotecas precisam deixar de ser “depósitos de livro”. Para a presidente do Conselho Federal de Biblioteconomia, Nêmora Rodrigues , espaços defasados e com poucos recursos são uma das causas do desinteresse do brasileiro.
- Elas [bibliotecas] passam por uma série de dificuldades, falta acervo atualizado e equipamentos para se tornarem mais atrativas. Hoje, com a multimídia e todas as oportunidades de interação, o computador poderia ser um atrativo para a pessoa freqüentar a biblioteca e, a partir disso, ler também o livro em papel.
Jeferson Assunção, coordenador do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) do Ministério da Cultura, explica que a melhoria das bibliotecas já está previstasno programa Mais Cultura. A modernização de cerca de 400 bibliotecas deve ocorrer ainda em 2008.
- Isso será feito a partir de uma perspectiva da biblioteca como centro cultural. O livro é o principal elemento, mas estará articulado com outros suportes de leitura.
A pesquisa mostra ainda que 8% dos brasileiros, cerca de 15 milhões de pessoas, não têm nenhum livro em casa. Para Assunção, o dado reforça a importância do fortalecimento das bibliotecas públicas para garantir o acesso à leitura.
De acordo com o Ministério da Cultura, 90% dos municípios contam com pelo menos uma biblioteca pública, mas, segundo Nêmora, esse número não expressa a realidade.
- Dizer que existe uma sala, um local em que se colocam livros ali dentro não significa dizer que é uma biblioteca. A biblioteca é um organismo dinâmico, ela não vive de um amontoado de livros.
Nêmora critica ainda o fato de que muitas bibliotecas escolares não contam com profissionais adequados.
- Muitas vezes, os locais são administrados por professores em desvio de função e não bibliotecários - afirma.
Para cativar aqueles que não vão à biblioteca, a Secretaria de Cultura do Distrito Federal desenvolve o projeto Mala do Livro. Uma caixa de madeira com acervo variado é deixada em pontos de grande circulação.
O público leva o livro para casa e devolve quando quiser. Não precisa de cadastro ou termo de compromisso, basta preencher uma ficha com o próprio nome e o título da obra que vai levar. Na última sexta-feira (30), uma mala foi deixada na estação do metrô de Taguatinga.
- Biblioteca é lugar de livro, metrô não. Essa é a diferença, é uma antítese que chama a atenção de pessoas que têm o hábito de ler e outras que estão pegando um livro pela primeira vez - conta Israel Ângelo, agente do projeto.
Em duas horas, dez exemplares foram emprestados, entre eles Hamlet, de Shakespeare, escolhido por Luan de Santos, de 12 anos, que pegava o metrô para voltar para casa depois da escola.

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