terça-feira, 29 de novembro de 2005

A inclusão das pessoas com deficiência na Sociedade de Informação


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Comunicação da Comissão Europeia ao Conselho, ao Parlamento Europeu, ao Comité Social e Económico e ao Comité das Regiões sobre a acessibilidade e a inclusão das pessoas com deficiência na Sociedade de Informação.
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Consultar a comunicação em:

segunda-feira, 28 de novembro de 2005

Centro de I&D no Taguspark


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PORTUGAL foi o país escolhido pela Microsoft para instalar o primeiro centro de investigação e desenvolvimento (I&D) no domínio da fala e linguagem natural fora dos EUA. Esta decisão representa uma vitória para a subsidiária portuguesa dirigida por João Paulo Girbal (que recentemente foi eleito o melhor «country manager» da companhia na Europa no último ano fiscal) face à concorrência de outros países, incluindo o Brasil.



A língua de Camões passa assim a estar na primeira linha no desenvolvimento de produtos que facilitam a comunicação natural entre o indivíduo e o computador. Até agora, a Microsoft concentrava esta área de investigação na sua sede em Redmond (EUA) e contemplava as línguas comercialmente mais relevantes, como o inglês, espanhol, francês, alemão e chinês.(...)

In Expresso

sexta-feira, 25 de novembro de 2005

Newsletter "A Informação"


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A informação, na sua essência, é um elemento intrínseco à condição humana e social. Sem ela, não haveria sociedade que resistisse! Sem a partilha de informação, não havia comunicação, sociedade, cultura, desenvolvimento, inovação… ou, tão só, um novo paradigma sociológico: a denominada “Sociedade da Informação”. E é neste contexto informacional, que nós, um agregado de profissionais da informação, nos associamos neste blog para apresentar notícias, análises ao contexto informacional, novos projectos, comentários, etc.
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Dado que o blog “A Informação” está quase a festejar os 6 meses de existência, achamos por bem, elaborar uma newsletter, onde serão abordadas diversas temáticas relacionadas com a informação. Em breve vai ser divulgada mais informação acerca desta iniciativa. Quem quiser, pode desde já, inscrever-se para receber a newsletter em primeira-mão, basta enviar um e-mail a solicitar a mesma.
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Um bom fim-de-semana para todos.




Paulo Sousa

Alexandria Manifesto on Libraries, the Information Society in Action


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A IFLA adoptou um novo manifesto, denominado "o manifesto de Alexandria sobre as bibliotecas: a Sociedade da Informação em acção". Visite e passe a conhecer este manifesto. Este aborda o papel das bibliotecas dentro do contexto dinâmico da Sociedade da Informação.
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Manifesto adoptado em Alexandria, Egipto, a 11 Novembro de 2005

quinta-feira, 24 de novembro de 2005

Biblioteca do Congresso dos EUA lança o projecto: "Biblioteca virtual mundial"


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A Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos lançou esta terça-feira uma ambiciosa campanha para criar uma base digital de dados, livros, manuscritos, imagens e outros elementos que ficarão a disposição dos utilizadores em todo o mundo através da Internet.
"Esta ideia dará a possibilidade de aproximar as pessoas celebrando a profundidade e a singularidade das diferentes culturas em um único projeto global"
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quarta-feira, 23 de novembro de 2005

Workshop: "i2010 - Trabalho preparatório da Agenda Portuguesa para iniciativas de e-Inclusão em 2007"


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Em resposta ao repto do Senhor Ministro Mariano Gago, a UTAD está a organizar o Workshop: “i2010 – Trabalho preparatório da Agenda Portuguesa para iniciativas de e-Inclusão em 2007” com o objectivo de preparar um contributo português para a iniciativa europeia i2010 durante a próxima Presidência Portuguesa da União Europeia (2º Semestre de 2007). O evento terá lugar em Vila Real, nas instalações da UTAD (Auditório do Edifício de Ciências Florestais), nos dias 28 e 29 de Novembro de 2005.
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Os temas centrais são os seguintes:
Dia 29 de Novembro (terça-feira): Gerontecnologia
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A organização do evento conta com a colaboração da Agência para a Sociedade do Conhecimento (UMIC), Gabinete do Programa Operacional Sociedade do Conhecimento (POSC), Instituto da Segurança Social e Associação VIDA - Valorização Intergeracional e Desenvolvimento Activo.
Nesta página pode aceder-se ao MECBraille - Marco Electrónico de Correio Braille - um serviço gratuito de conversão e envio de textos e cartas em Braille!

Web of Knowledge (ISI) vai passar a referenciar e indexar conteúdos em Acesso Livre


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Acaba de ser anunciado que a Thomson Scientific (ISI) vai disponibilizar uma ferramenta, designada Web Citation Index, que será integrada na plataforma Web of Knowledge, para pesquisar e aceder online a conteúdos disponíveis em acesso livre (Open Access).



O novo serviço, desenvolvido pela Thomson e a NEC (que tinha a experiência de desenvolver o CiteSeer) vai recolher documentos científicos e académicos de repositórios institucionais, revistas em acesso livre e outras fontes de informação, e disponibilizará o mesmo tipo de funcionalidades presentes nos produtos da Thomson ISI como a pesquisa genérica ou de citações, serviço de alertas, etc.



A notícia foi avançada hoje pela Information World Review:


Thomson corals open access into single index:
Web Citation Index creates a global listing of institutional repositories and open access articles

By Mark Chillingworth 23 Nov 2005

http://www.iwr.co.uk/2146510

terça-feira, 22 de novembro de 2005

RepositóriUM da Universidade do Minho comemora 2º Aniversário


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O RepositóriUM - repositório institucional da Universidade do Minho assinala o seu segundo aniversário presentando novas funcionalidades e divulgando alguns dados sobre a sua utilização.

Disponibilizando a partir de agora uma interface em língua inglesa, o RepositóriUM pretende assim reforçar a sua já significativa utilização internacional. De facto, ao longo dos seus dois anos de existência o RepositóriUM já registou mais de 250.000 visitas, de cerca de 160.000 visitantes, oriundos de mais de 140 países e territórios de todo o mundo, de que resultaram cerca de 2.800.000 pageviews. Para além de Portugal, com cerca de 56% dos acessos, os Estados Unidos (16%) e o Brasil (6%) são as principais origens dos acessos ao RepositóriUM.


O RepositóriuM conheceu um crescimento acentuado durante o ano de 2005, na sequência da definição pela Reitoria da Uminho de uma politica de auto-arquivo e disponibilização da sua produção intelectual, de acordo com os princípios do Acesso Livre ao Conhecimento, que
entrou em vigor no início do ano.


Criado no seio da iniciativa e-UM (Campus Virtual - Universidade do Minho) e ajustando-se perfeitamente à afirmação da U.M. – Universidade sem muros", o repositório institucional da Universidade do Minho reúne presentemente cerca de 2900 documentos (contra os cerca de 600 que reunia em Novembro de 2004), dos quais cerca de 40% são artigos de revistas, 29% comunicações a congressos e conferências e 13% teses e dissertações. A esmagadora maioria dos documentos no RepositóriUM estão disponíveis em Acesso Livre, e apenas menos de 10% estão com acesso restrito à Uminho, definitivamente, ou durante um período de embargo de 1 a 3 anos.


Como consequência do crescimento do número de documentos disponíveis em acesso livre, tem também crescido o número de consultas e downloads desses documentos (ver gráficos em anexo). Em 2 anos já se registaram mais de 240.000 downloads do RepositóriUM, dos quais cerca de 150.000 apenas em 2005. Os documentos com maior número de consultas e downloads são as teses e dissertações
defendidas na Universidade do Minho.

Para além da divulgação destes relevantes dados de utilização, e da disponibilização da interface em língua inglesa, o segundo aniversário do RepositóriUM fica também marcado pela entrada em funcionamento de um novo serviço de ajuda e esclarecimento sobre as questões relacionadas com os direitos de autor (copyright) e o auto-arquivo de documentos para os autores da Universidade do Minho.


Para fazer um balanço destes dois anos de actividade, mas sobretudo para perspectivar a sua evolução do no próximo ano, vai ainda realizar-se uma reunião aberta entre a equipa dos Serviços de Documentação que gere o RepositóriUM e as comunidades (departamentos e
centros de investigação da Uminho) que o utilizam.

Alguns números sobre o RepositóriUM:


- Mais de 250.000 visitas, de cerca de 160.000 visitantes
- Mais de 2.800.000 pageviews, 6.220.000 hits, 242 Gigabytes de tráfego gerado- 391.206 consultas de documentos
- 246.301 downloads de documentos
- O documento com maior número de downloads já foi descarregado 2073 vezes
- 10 documentos já registaram mais de 1000 downloads, e 320 mais de 100 downloads, 1763 documentos (cerca de 60% dos existentes no RepositóriUM) já registaram mais de 5 downloads

Acesso ao: RepositóriUM

Para mais informação consultar: UMinho
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Informação disponibilizada pelo Dr. Ricardo Saraiva

Universidade do Minho - Serviços de Documentação

1ª Conferência Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação


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1ª CISTI (Conferência Ibérica de Sistemas e Tecnologias de Informação) a realizar em Esposende entre 21 e 23 de Junho de 2006.


Datas Importantes:



  • Submissão de artigos: 30 de Janeiro de 2006
  • Notificação de aceitação: 12 de Março de 2006
  • Submissão da versão final dos artigos aceites: 12 de Abril de 2006
  • Pagamento da inscrição, para garantir a inclusão de artigo aceite no livro de actas: 15 de Abril de 2006




Formatação:



Os artigos deverão ser escritos em português, castelhano ou em inglês, com uma dimensão máxima de 15 páginas (incluindo imagens e tabelas) seguindo o formato disponibilizado nas orientações para a escrita de artigos.

Os artigos devem incluir uma página inicial com a identificação completa dos autores, afiliações, endereço completo e endereço electrónico (esta página não é contabilizada na dimensão artigo). Em nenhum outro ponto do documento deve ser dada indicação do(s) autor(es) do trabalho, devendo essa informação ser excluída das propriedades do documento.




Submissão:



Os artigos, obrigatoriamente formatados segundo o modelo disponibilizado (orientações para a escrita de artigos), devem ser submetidos electronicamente até ao dia 30 de Janeiro de 2006 .





Revisão:



Todos os artigos serão objecto de blind review por dois elementos da Comissão Científica da conferência.





Publicação:



Todos os artigos aceites serão publicados no livro de actas a publicar com ISBN, desde que pelo menos um dos autores se tenha inscrito na conferência e que o artigo respeite o formato sugerido e não exceda o número máximo de páginas previsto. Adicionalmente, os autores de trabalhos que recebam recomendações de alteração do artigo, deverão seguir as mesmas, antes do envio da versão final.



Os autores de artigos seleccionados serão convidados a estender o seu artigo para inclusão num número da revista TÉKHNE – Review of Polytechnical Studies e noutras do espaço ibérico.



Por cada inscrição, não serão publicados mais de dois trabalhos.





Temáticas



Os artigos a submeter deverão enquadrar-se numa das cinco grandes temáticas propostas (os tópicos propostos para cada temática são meramente indicativos para enquadrar os trabalhos, não se pretendendo restritivos):



Organizational Models and Information Systems
(Modelos Organizacionais e Sistemas de Informação)
  • Information Systems Planning and Management;
  • Information Society; Virtual Organizations;
  • Enterprise Information Systems;
  • Business Integration; Project Management;
  • e-Government;
  • e-Commerce;
  • e-Business;
  • e-Learning;
  • e-Portals;
  • Information Systems Architectures;
  • Communities of Practice;
  • Social Aspects of Information Systems.

Knowledge Management and Decision Support Systems
(Gestão de Conhecimento e Sistemas de Suporte à Decisão)
  • Fuzzy Systems and Fuzzy Logic;
  • Bayesian Networks and Evolutionary Programming;
  • Data Warehousing;
  • Data Mining: OLAP optimisation;
  • Case-Based Reasoning Systems;
  • Knowledge Management;
  • Soft Computing;
  • Data Quality;
  • Database Administration;
  • Databases Design.

Systems Specification, Integration and Computer Agents
(Integração de Sistemas e Agentes de Computação)
  • Mobile and Wireless Computing;
  • Agent-Orient Programming;
  • XML specification and integration;
  • Conflict Resolution;
  • Distributed Systems;
  • Parallel Programming Engineering;
  • Reverse Engineering;
  • Software Quality;
  • Software Reuse;
  • Formal Methods Specification;
  • Integrity, Security, and Fault Tolerance.



Human-Machine Interface
(Interface Homem-Máquina)
  • User Needs;
  • Applications Animation;
  • Functional and non-functional Requirements;
  • Geographical Information Systems;
  • Education and Training; Tutoring, Help, Documentation Systems.

HealthCare Information Systems
(Informática para a Saúde)
  • Electronic Health Record;
  • Clinical Decision Support Systems;
  • Medical Images Processing;
  • Telemedicine; Integration and Interoperability;
  • Health Portals;
  • Standards;
  • Ethic, Privacy and Security;
  • Legislation.



Programa da Conferência e Programa Social:

  • Recepção dos participantes e cocktail: 21 de Junho às 18 horas
  • Conferência: 22 e 23 de Junho das 9h30m às 18h30m, almoço incluído.
  • Jantar da Conferência: 23 de Junho às 20h30m.





segunda-feira, 21 de novembro de 2005

Cadernos BAD de 2004 (1 e 2) disponíveis em texto integral


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A BAD (Associação Portuguesa de Bibliotecários Arquivistas e Documentalistas) disponibiliza no seu site, os volumes 1 e 2 dos Cadernos BAD (Cadernos de Biblioteconomia Arquivística e Documentação), do ano 2004.
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N.º 1 ANO 2004

Redes de Informação e de trabalho em bibliotecas e arquivos


Editorial



Ensaios, estudos e projectos

Leituras

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N.º 2 - ANO 2004

Qualidade em serviços de documentação e informação

Ensaios, estudos e projectos

Leituras

domingo, 20 de novembro de 2005

Cientistas criam chip biológico


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Trata-se do primeiro componente eletrônico da história com um microorganismo vivo em seu interior.

São Paulo - Cientistas da Universidade de Nebraska-Lincoln, nos Estados Unidos, conseguiram criar com êxito aquele que parece ser o primeiro chip biológico. Ravi Saraf, um dos responsáveis pela equipa, explicou à revista "Nature" como todo o processo se desenrolou.

No processo de criação do inédito dispositivo, foi usado um chip de silicone de eletrodos de ouro. A este, foi adicionada uma ´cobertura´ formada por um tipo de bactéria, com o nome científico Bacillus cereus , comum em alguns alimentos,como grãos, cereais e vegetais.

“O mais incrível é que a bactéria mostrou ser bastante resistente e é capaz de sobreviver por largos períodos de tempo, mesmo em condições adversas. Sem nutrientes, consegue manter-se viva no interior do chip durante mais de um mês”, explicou Ravi Saraf, da equpe da Nebraska-Lincoln, à revista "Nature”.

Segundo Saraf, em futuro próximo será possível utilizar organismos vivos como fonte de energia para alimentar sistemas eletrônicos, como os sensores de umidade.

Biblioteca online: Read Print


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Biblioteca online, onde pode aceder gratuitamente a milhares de obras clássicas, como 1984, Animal Farm de George Orwell ou as peças de William Shakespeare.

sexta-feira, 18 de novembro de 2005

Concorrência ao Google


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Yahoo! lança-se na pesquisa de livros



O Google que se cuide. A Open Content Alliance tem o apoio da Adobe, HP e das Universidades de Toronto e Califórnia. O projecto é liderado pelo portal Yahoo! e tem em vista criar um arquivo que permite a aceder a livros e textos através da Internet.
Segundo os responsáveis do Yahoo! esta biblioteca virtual será disponibilizada livremente tanto para indivíduos como para empresas.

O projecto deverá entrar em concorrência directa com o Google que, no último ano, tem trabalhado num sistema que permite pesquisar livros das cinco maiores bibliotecas mundiais.






Microsoft lança livraria virtual em parceria com Biblioteca Britânica



A empresa de Bill Gates prepara-se para digitalizar 100 mil livros do acervo da maior biblioteca do Reino Unido com a intenção de abrir, já no próximo ano, a sua própria livraria virtual assumindo assim uma competição directa com o projecto do Google.

Na sequência deste acordo, serão digitalizadas 25 milhões de páginas num investimento avaliado em mais de um milhão de Libras.

Para além das obras literárias, a Microsoft pretende também passar para formato digital vários diários, mapas e manuscritos que serão depois acessíveis ao público através de um site que a Microsoft irá criar especificamente para o efeito.


In Exame Informática

Kevin Mitnick em Portugal


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O “mais famoso dos hackers” estará em Lisboa, no Hotel Sheraton, dia 21 de Novembro de 2005, pelas 20 Horas, numa conferência sobre segurança informática

Saiba mais

Preservação digital a longo prazo - parte II


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A questão da preservação digital deve ser amplamente assumida por entidades estatais, organismos com responsabilidades especiais no que concerne à preservação da memória, produtores de informação, fornecedores de tecnologia, profissionais da informação, etc. Há uma necessidade premente na definição de políticas e estratégias concertadas a um maior investimento na investigação e na formação dos profissionais. Deve de haver uma mudança de atitude nos profissionais da informação, nomeadamente, no sentido de identificar e analisar esta questão dentro das organizações onde estão inseridos, integrando equipas de trabalho pluridisciplinares, partilhando o conhecimento e as experiências auferidas no decorrer dos mesmos processos de trabalho. Só assim, é que é possível evitar alguns erros de estratégia, e adequar melhor os planos de preservação a implementar a longo prazo dentro das organizações.
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Na actualidade, a preservação digital só é verdadeiramente assumida por entidades com relativo poder económico. Metaforicamente pode-se dizer que a preservação digital é como um conjunto de ilhas dessincronizadas, que operam individualmente, pelo menos os grandes projectos, sem que haja uma entidade que assuma o verdadeiro papel de liderança para promover as conferências, trocas de experiências, fóruns, centros de pesquisa, estabelecimento de normas e padrões universais, etc. Pois só com a cooperação à escala mundial é que a preservação digital poderá ser uma realidade mais concreta, envolvendo tanto os produtores como os utilizadores dos objectos digitais.
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Portugal está agora a dar os primeiros passos nesta matéria, levando já, um relativo atraso em termos de investigação e de aplicação de estratégias. Resta-nos agora, aproveitar o resultado das diversas experiências que foram sendo desenvolvidas um pouco por todo o mundo, tomando-se as melhores opções de uma forma racional e adequada à realidade de cada projecto.
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A Biblioteca Nacional em associação com outras entidades com responsabilidade nesta matéria, devia apostar numa verdadeira estratégia de preservação a ser aplicada aos conteúdos de interesse nacional. Resta decidir onde recolher os conteúdos. O ponto de partida poderá ser o domínio “.PT”, pois este corresponde a sensivelmente 75% dos conteúdos nacionais que se encontram na Web. Mesmo a um nível concelhio, as Câmaras Municipais deviam tomar medidas como forma de preservar conteúdos digitais produzidos regionalmente, pois estes, podem ser de grande importância para a preservação da memória de uma comunidade inserida num espaço geográfico, num determinado contexto e, numa determinada fracção temporal.
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Finalizando esta análise, pode dizer-se que ainda há muito a fazer neste âmbito ou, melhor dizendo, ainda está quase tudo por fazer, pois nesta área são poucos os factos que já são, impreterivelmente, certezas supremas. Já existe algum trabalho feito, mas ainda não existe uma avaliação rigorosa sobre a situação actual à escala mundial. A UNESCO apresentou uma carta para a preservação do património digital, mas agora, só falta saber se essas mesmas indicações estão a ser seguidas pelas organizações, ou se, ela é em si mesma, uma proposta autotélica.
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Os votos de um bom fim-de-semana para todos,
Paulo Sousa

quinta-feira, 17 de novembro de 2005

Universo Google


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A cada dia que passa, o mero projecto académico desenvolvido por Larry Page e Sergey Brin, que se constituiu como empresa em 1998, está a tornar-se numa empresa cada vez mais poderosa, aumentando o número de serviços, aglutinando novas empresas, enfim, está a monopolizar a WWW. Qual é o impacto que este (inicialmente) motor de busca tem na rede? Será bom para o desenvolvimento da WWW ou não? Eis uma questão que aqui fica para quem quiser comentar…
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Paralelamente, este blog também vai passar a disponibilizar uma secção com alguns dos serviços disponibilizados pela empresa Google. Se alguém tiver conhecimento de mais alguma ferramenta específica de pesquisa, disponibilizada pelo Google, pode deixar a dica em comentário, pois desta forma, esta secção estará sempre actualizada.
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Curiosidade:

O Significado de “Google”

A evolução do Google Print


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O Google Print mudou para Google Book Search.

Why the change? Well, one factor was all the comments we got about how excited people were that Google Print would help them print out their documents, or web pages they visit -- which of course it won't.

More important, the change reflects our product's evolution. When we launched Google Print, our goal was to make it easier for users to discover books. Now that we're starting to achieve that, we think a more descriptive name will help clarify what our users can do with it: namely, search the full text of books to find ones that interest them and learn where to buy or borrow them.

Apresentações do seminário avançado Porbase - TEL


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No dia 10 Fevereiro 2005, realizou-se o seminário avançado Porbase - TEL.
"A PORBASE - Base Nacional de Dados Bibliográficos é a base de dados colectiva de mais de 150 bibliotecas Portuguesas. Esta base está disponível para pesquisa livre na Internet, contando mais de um milhão de registos bibliográficos e de três milhões de registos de itens. A entidade coordenadora deste serviço é a Biblioteca Nacional.

A iniciativa TEL - The European Library tem como objectivo o desenvolvimento de um portal agregando todas as bibliotecas nacionais dos países membros do Conselho da Europa. Neste portal será possível vir a pesquisar as bases bibliográficas dos participantes, e aceder ainda à suas colecções digitais ou digitalizadas. A primeira fase do serviço, em desenvolvimento, conta com a participação das bibliotecas nacionais de Portugal, França, Inglaterra, Itália, Alemanha, Finlândia, Holanda, Eslovénia e Suiça.

O portal TEL poderá vir a ser ainda utilizado por outros serviços, como a B-on, Google, etc., como um ponto consolidado de acesso aos recursos dos seus participantes."

Ao aceder ao site de apresentação do seminário pode encontrar as apresentações elaboradas por alguns dos seus membros ou de serviços nacionais que estejam asssociados a esta iniciativa.

Informação cedida pelo prof. da informação: André Rodrigues Viana
Funcionário da Biblioteca Municipal Florbela Espanca, Matosinhos

GNUTECA : Sistema Brasileiro


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Por Alexsandro Cardoso Carvalho

O GNUTECA - Sistema em software livre para a gestão de acervo, empréstimo, comunicação e colaboração para Bibliotecas, visa a elaboração de um sistema que conjugue funcionalidades para gerir acervos bibliográficos, controlar empréstimos, pesquisar em bases bibliográficas e administrar o sistema de forma local e remota. Promover maior agilidade e qualidade aos serviços prestados por bibliotecas através da criação um sistema integrado de administração de bibliotecas, totalmente desenvolvido com Software Livre.

Este sistema tem como paradigmas prover o fácil intercâmbio de informações com outros sistemas de Bibliotecas, mantendo-se dentro de normas internacionais ISO e também manter-se dentro do padrão internacional de catalogação MARC 21. Vislumbra ser um sistema abrangente e genérico para que molde-se a diferentes realidades, de difrentes bibliotecas, e sendo livre permite quaisquer tipos de adaptações sempre que necessárias.

A proposta do projeto GNUTECA é a criação de um novo sistema integrado de administração de Bibliotecas, totalmente desenvolvido com Software Livre, e que será distribuído também como Software Livre para toda e qualquer Instituição ou indivíduo que possa dele beneficiar-se. Além de atender todas as necessidades de administração de uma biblioteca, o GNUTECA deve ser construído dentro de padrões internacionais definidos para a catalogação de títulos, garantindo sua interoperabilidade com outros sistemas através de interfaces abertas e documentadas.

O projeto parte da concepção que todas as Bibliotecas que adotarem o sistema podem estar interligadas de alguma maneira (especialmente via Internet) e que o mesmo deve criar uma infra-estrutura de colaboração entre bibliotecários e demais funcionários das bibliotecas, evitando retrabalhos desnecessários. Por exemplo, uma vez feita a catalogação de um título em uma Biblioteca, tal catálogo pode ser "importado" para o sistema de outra biblioteca que adquira o mesmo título.

Assim, pretende-se com o desenvolvimento e implantação deste projeto promover benefícios não apenas à Biblioteca da UNIVATES, mas também às de outras Instituições.

Visite o website do Projeto

Fonte: Biblioteca livre

Google Base (beta)


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O Google liberou a versão de testes (beta) de mais um serviço. Batizado de Google Base, trata-se de um enorme banco de dados online para o usuário cadastrar o que quiser para que outras pessoas acessem a informação.

A empresa explica que os usuários podem classificar qualquer tipo de informação –online ou off line- em categorias pré-definidas ou criar as suas próprias. "Na verdade, baseado na relevância dos itens, eles podem também ser incluídos no índice principal do buscador do Google ou de outros produtos, como Froogle ou Google Local", anuncia a primeira página do produto.

"Se você tem informação que quer compartilhar com os outros, mas não está certo com obter audiência, o Google Base é para você", acrescenta o site, que cita, como exemplo de conteúdo publicável, anúncios de festas e eventos, receitas, anúncios de carro ou o genoma do vírus da epidemia de gripe de 1918.

A fase de testes do Google Base ainda não tem data para dar lugar à versão definitiva.

quarta-feira, 16 de novembro de 2005

Google News Brasil


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Já está no ar o formato beta, em fase de testes, da central de informações do Google, o Google News Brasil .
Segundo sua autodefinição:
"O Google Noticias coleta artigos de mais de 200 fontes internacionais de noticias em portugues e os organiza automaticamente para apresentar as noticias mais relevantes primeiro. Os topicos sao atualizados a cada 15 minutos, portanto, voce provavelmente vera novas noticias a cada vez que visitar a pagina. Voce escolhe o artigo que lhe interessa e vai diretamente
para o site que publicou a noticia que deseja ler.

O Google Noticias e um servico de noticias altamente inovador, pois nossos resultados sao compilados unicamente por algoritmos de computador, sem intervencao humana. As fontes de noticias sao selecionadas independentemente da linha editorial ou ideologia politica, permitindo que voce cheque como diferentes fontes tratam os mesmos fatos. Essa variedade de perspectivas e
abordagens e exclusiva em sites de noticias on-line e a consideramos essencial para ajudar voce a manter-se informado sobre as questoes que mais
lhe importam."

Abraços,


Cimeira Mundial sobre a Sociedade da Informação


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Começa hoje em Tunes, sob o apoio da ONU, a Cimeira Mundial sobre a Sociedade da Informação, a qual, tem por objectivos "Definir formas de massificar a utilização da Internet e ajudar os países menos desenvolvidos através das tecnologias da informação e comunicação...".
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A Cimeira de Tunes é a primeira das Nações Unidas projectada em duas fases, uma concretizada em Genebra, em Dezembro de 2003, que produziu declarações de princípios e um plano de acção, e a que começou a decorrer hoje, dia 16 até ao dia 18 de Novembro, para a monitorização da evolução de progressos e definição de agenda futura.
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Consultar: WSIS 2005

Biblioteca virtual Latindex


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Biblioteca virtual reúne grandes revistas científicas
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As melhores revistas científicas editadas nos países ibero-americanos foram compiladas na valiosa biblioteca virtual Latindex. Actualmente, já estão disponibilizados 14 mil títulos, tornando-se esta plataforma, um excelente recurso para a divulgação da produção científica dos países aderentes ao projecto.
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Os autores desta biblioteca digital são membros de universidades, fundações e centros de documentação de países da América Latina, do Caribe, mais Portugal e Espanha, encontado-se reunidos durante esta semana em La Paz para avaliar este projecto.
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Acesso à Biblioteca: Latindex

terça-feira, 15 de novembro de 2005

Duas concepções de informação: Shannon e Weaver e Wiener


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Para Shannon e Weaver (e nunca é mais lembrá-lo) a informação é medida da liberdade de escolha de um sinal ou de uma mensagem. Porém, eu penso que podemos não apenas utilizar o conceito de informação não apenas para a aplicarmos a uma situação em geral, como defende Weaver na citação feita imediatamente antes. O conceito também pode servir para falar do valor informativo de uma mensagem em particular, porque quanto maior for a liberdade de escolha da fonte maior será o valor informativo da mensagem ou do sinal. Quanto mais inesperado o sinal maior valor informativo ele tem. Porém, uma vez seleccionado um dos sinais ou mensagens numa situação improvável, o próximo sinal ou mensagem seleccionado terá um valor informativo menor. A redundância aumentará e a entropia diminuirá.
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Se tomarmos a situação como um todo, como explicitamente exige Weaver, a informação está na razão directa da entropia. Se porém, tivermos em conta o valor informativo de cada mensagem, podemos concebê-la, como adiante veremos, como neg-entropia. O problema de saber se a informação está na razão directa ou inversa da entropia é abordado de uma forma subtil por Simondon no seu livro sobre os objectos técnicos onde explica bem o carácter ambíguo deste fenómeno: “O amplificador mais fiel é aquela que tem um rendimento mais “uniforme e independente das escalas das frequências; ele não favorece não impõe nenhuma ressonância, nenhum estereótipo, nenhuma regularidade pré-estabelecida à série aberta de sinais variados que deve transmissor.
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Porém, a informação, noutro sentido, é aquilo que, para ser transmitido, deve estar aquém do nível de fenómeno de acaso puro, como o barulho da agitação térmica; a informação é o que possui uma regularidade, uma localização, um domínio definido, um estereótipo determinado pelo qual a informação se distingue do acaso puro. (Quando o nível do barulho de fundo é elevado, ainda é possível salvar o sinal de informação se ele possuir uma certa lei, isto é se ele oferecer uma certa previsibilidade no desenvolvimento da série temporal de estados sucessivos que a constituem (…) Há assim dois aspectos da informação que se distinguem tecnicamente pelas condições opostas que necessitam na transmissão. A informação é, num sentido, aquilo que importa uma série de estados imprevisíveis, novos, não fazendo parte de nenhuma série definível à partida; ela é portanto aquela que exige do canal de informação uma disponibilidade absoluta em relação aos aspectos da modulação que ela encaminha; o canal de informação não deve acrescentar por si mesmo, nenhuma forma determinada não ser selectivo. Um amplificador perfeitamente fiel deve poder transmitir todos as frequências e todas as amplitudes. (…) Porém, o barulho não têm significação enquanto a informação têm. No sentido oposto, a informação distingue-se do ruído porque é possível indicar-lhe um certo código, uma relativa uniformização (…) Quanto mais cresce a previsibilidade do sinal, mais o sinal parece poder distinguir-se do fenómeno aleatório que é o barulho de fundo. (…)
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Esta posição representa uma antinomia técnica que coloca um problema filosófico: a informação não é um acontecimento do acaso porque se distingue dele. Uma estereotopia absoluta ao excluir toda a novidade, exclui toda a informação. Porém, para se distinguir informação de ruído, é necessária a redução dos limites da indeterminação” (Simondon, 1989: 134-136). Eco, em 1976, compreendeu o problema que aqui tenho vindo a abordar de uma forma mais esclarecida e que sintetiza este percurso: “O termo informação possui dois sentidos fundamentais: a) significa uma propriedade estatística da fonte, ou seja designa a quantidade de informação que pode ser transmitida; b) significa uma quantidade de informação seleccionada que foi de facto transmitida e recebida “ (1991: 33). Ora, uma teoria matemática da informação como uma teoria estrutural das propriedades estatísticas da fonte só pode ter interesse introdutório a uma semiótica.
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Como comenta Eco, “a informação como propriedade estatística da fonte “é apenas a medida da probabilidade de um evento num sistema equiprovável . A probabilidade é a relação entre o número de casos que se concretizam e que se puderam concretizar. (…) Assim, dado um evento que pode realizar-se entre n diferentes casos e a quantidade de informação acumulada com a ocorrência daquele evento é fornecida por log n=x.” (Eco, 1991: 35). Assim, para identificar o evento são necessárias x escolhas binárias, como vimos na escolha que fizemos dos 16 quadrados. O valor da informação, diz Eco, “não pode ser identificado com o conteúdo do evento usado como artifício comunicativo. O importante é o número de alternativas necessárias para definir o evento sem ambiguidade” (Idem, Ibidem).A informação no sentido de medida da probabilidade “não é tanto aquilo que é dito como aquilo que pode ser dito. Representa a liberdade de escolha disponível para a possível selecção de um evento, constituindo, pois, uma propriedade estatística da fonte.
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A informação é o valor da equiprobabilidade que se realiza entre muitas possibilidades combinatórias, valor que cresce com o número de escolhas possíveis. Um sistema em que estejam co-envoltos, não dois ou dezasseis mas milhões de eventos equiprováveis, é altamente informativo” (Idem Ibidem). Porém, quem houvesse determinado um evento numa fonte desse tipo teria recebido muitos bits de informação. “Obviamente, a informação recebida representaria uma redução daquela exaurível riqueza de escolhas possíveis existentes na fonte, antes de o evento ser determinado. Enquanto mede a equiprobabilidade de uma distribuição estatística uniforme na fonte, a informação, segundo os seus teóricos, é directamente proporcional à entropia do sistema (Shannon e Weaver, 1949), uma vez que a entropia é o estado de equiprobabilidade para o qual tendem os elementos do sistema. Porém, se a informação é às vezes definida como, ou como entropia, ou como neg-entropia (e destarte inversamente proporcional à entropia, como faz Wiener) isso depende de ela ser entendida como medida da liberdade da escolha da fonte ou como informação já seleccionada, transmitida e recebida” (Idem Ibidem).
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O que me parece interessante introduzir é a consequência desta reflexão ao nível do estudo das relações entre informação e significado. Com efeito, se a informação for entendida como já seleccionada, transmitida e recebida, ela implica a imposição de uma ordem e de um significado: logo, a entropia será a medida negativa do significado de uma mensagem. Neste caso, a informação não será desligada do significado. A quantidade de informação, neste caso, segundo a proposta de Wiener, pela sua relação directa com a negação da entropia, passará a ser o inverso do logaritmo binário da probabilidade (Wiener, 1996: 64).
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Informação cedida pelo Dr. João Carlos Ferreira Correia

Docente na área da Ciência da Comunicação

Portugueses aderem ao envio de formulários públicos via Web


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Portugal é dos países da União Europeia onde os cidadãos e as empresas mais utilizam a Internet para enviar formulários totalmente preenchidos às entidades públicas, segundo revela um estudo do Eurostat.



O trabalho, que analisa a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação na Europa dos 25 no primeiro quarter de 2004, dá conta que, quanto à utilização individual, os níveis mais elevados de envio de documentos públicos preenchidos via Internet foi registado no Luxemburgo, com 32 por cento, seguido de Portugal e da Estónia, ambos com 26%. Neste caso, a média europeia não vai além dos 12%. Por seu lado, no que diz respeito ao acesso a websites públicos para obtenção de informação, os níveis mais altos registam-se na Finlândia, na Dinamarca e no Luxemburgo com 62%, 56% e 55%, respectivamente. Seguem-se-lhe a Espanha e a Hungria com 44% e a Alemanha com 51%. No que diz respeito ao download de formulários, o ranking é liderado pelo Luxemburgo (44%) seguido, mais abaixo, da Espanha, com apenas 29%. Refira-se que, neste campo, a média relativa à Europa dos 25 não vai além dos 20%. Mas Portugal regista igualmente bons resultados ao nível de empresas com acesso à Internet. Neste caso, o País situa-se na segunda posição relativamente ao envio de formulários públicos via Net, com 65%, atrás da Polónia (79%) e à frente da Finlândia (63%). Por seu turno, a Suécia, com 94%, a Finlândia, com 90%, a Estónia com 87%, a Lituânia com 78% e a República Checa com 75% lideram quando se trata de procurar informação em páginas Internet de instituições públicas. Na lista, seguem-se países como o Luxemburgo e a Grécia, com 71 e 70%, respectivamente. Ainda no sector empresarial, são também a Suécia, a Finlândia e a Estónia que lideram no download de formulários com valores que variam entre os 91 e os 81%.(...)







In Semana Informática On-line

segunda-feira, 14 de novembro de 2005

Novo Blog sobre o Open Access


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Foi anunciado na passada semana um novo Blog sobre o Acesso Livre (Open Access), baptizado como OA Librarian - Open access resources for librarians.

De acordo com o anúncio divulgado no dia 9 de Novembro no OA Librarian,
"Postings are on topics relating to open access that are particularly relevant for libraries and librarians: comments on open access activities from our perspectives, thoughts about what librarians will be doing in an open access world, celebrations of OA library accomplishments and stories about OA advocate librarians....".

O OA Librarian vem assim juntar-se a inúmeros outros blogs sobre a temática do Open Acesss dos quais aproveitamos para destacar:
Open Access News, de Peter Suber
Open Access Archivangelism, de Stevan Harnad

Os conteúdos do OA Librarian podem ser acedidos através de uma Feed RSS.

Revista College & Research Libraries disponível em acesso livre após período de embargo


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A Association of College & Research Libraries anunciou que os novos números desta importante revista sobre as bibliotecas universitárias e científicas passarão a estar disponíveis livremente após um período de embargo de 6 meses. Ao mesmo tempo a ACRL anunciou também que os números retrospectivos da College & Research Libraries, a partir do volume 58 (1997), estão desde já disponíveis. Para mais informação consultar o Press Release.

sábado, 12 de novembro de 2005

Novo colaborador: Eloy Rodrigues


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Bom dia,
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A partir de hoje, este blogue vai passar a contar com a cooperação de Eloy Rodrigues. Este Bibliotecário, é Director dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho. Tem dedicado especial atenção aos aspectos relacionados com o impacto e utilização das TIC, em particular da Internet, nas bibliotecas, o desenvolvimento de bibliotecas digitais, as fontes de informação e serviços de referência, o sistema de comunicação da ciência e o acesso livre à literatura científica. Autor de diversos livros e artigos sobre estas temáticas, tem também participado, em alguns casos como membro das comissões científicas ou de programa, em inúmeras conferências e congressos nacionais e internacionais nesta área. Membro de diversas associações científicas e profissionais, já integrou por duas vezes o Conselho Directivo Nacional da BAD, a última das quais como vogal da Comissão de Formação.
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Algumas das suas publicações disponíveis na Web:
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Com esta colaboração, este blogue passa a contar com um especialista na área do Acesso Livre ao Conhecimento. O seu contributo torna-se uma mais valia, na medida em que este movimento está a ter um grande impacto dentro da comunidade académica e científica. E, por conseguinte, todos os profissionais da informação, ao exercerem a sua actividade, devem de estar preparados para dar uma resposta adequada às necessidades informacionais nos diversos contextos e sistemas de informação (Bibliotecas, Arquivos, Centros de Documentação, Empresas, outros serviços da Administração Pública, etc.), tendo sempre em atenção estas mudanças paradigmáticas no acesso à informação científico-tecnológica. Perante este contexto, devo dizer que ficamos todos à espera de novidades no que concerne à evolução desta temática (e de outras) dentro da sociedade da informação.

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Paralelamente à entrada deste novo colaborador, e com o apoio do mesmo, também foi concebida uma nova secção sobre o “Acesso Livre”, onde se pode aceder a alguns factos importantes que estiveram na génese deste movimento, assim como, a projectos, artigos, blogues, fóruns, etc.


Com a entrada deste colaborador, a partilha de informação que se está a operar neste blogue, nomeadamente, com a participação de profissionais da informação do Brasil e de Portugal, torna-se mais abrangente, enriquecendo-nos cada vez mais, tanto a colaboradores como a todos os visitantes deste blogue.
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Desde já agradeço a sua colaboração.
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Com os melhores cumprimentos,

Paulo Sousa

sexta-feira, 11 de novembro de 2005

Em Espanha


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Segundo o artigo de Luiz Carvalho no jornal Expresso



"O Governo socialista espanhol abriu esta semana a possibilidade de cada cidadão se inscrever gratuitamente num domínio na internet. Isto em termos de futuro, e numa perspectiva de desenvolvimento da sociedade tecnológica, representa tanto como abrir gratuitamente uma grande auto-estrada que possa pôr em rede eficaz toda a Espanha e o mundo.

Os espanhóis correram de imediato para os computadores para poderem inscrever-se a tempo nesta iniciativa do Governo, aliás numa atitude premonitória do que acontecerá em breve na União Europeia. Na manhã de quarta-feira, 300 mil cibernautas tinham-se já registado. Um sucesso e um sintoma de que os cidadãos e as empresas em Espanha há muito assumiram que não se vai a nenhum lado desenvolvido sem as ferramentas que hoje permitem negócios directos, difusão de cultura e saber, comunicação.(...)" (Ler totalidade do artigo)

ISBN - 13


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Os primeiros livros com ISBN’s de 13 dígitos já começaram a aparecer. Esta é uma situação que pode fomentar algumas dúvidas. Para as colmatar deixamos dois link’s retirados da International ISBN Agency, o do Manual e Conversor do ISBN-13.

  1. Manual
  2. Conversor

Preservação digital a longo prazo - parte I


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A grande mutação tecnológica ocorrida nestas últimas décadas deixou a descoberto um grande problema que só agora é que está ser levado mais a sério. Trata-se do acesso a médio-longo prazo aos objectos digitais que são produzidos constantemente pelo ser humano. Este problema ocorre, porque o homem não consegue preservar da mesma forma um livro na estante ou este trabalho num computador. Se o livro estiver bem acondicionado e o espaço cumprir as necessidades básicas de preservação, é provável que daqui a 10 anos, o mesmo livro ainda esteja intacto e em bom estado para ser novamente consultado. Ao invés disso, este trabalho ao ser guardado num ambiente digital por 10 anos sem qualquer estratégia de preservação a longo prazo, torna o seu acesso muito mais improvável, pois o mais certo é que tanto o formato do objecto como o sistema em que o mesmo está inserido já esteja obsoleto e inacessível, perdendo-se assim, o acesso ao conteúdo do mesmo.
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Que estratégia implementar? Qual é a melhor opção a ter em conta dentro das várias estratégias de preservação a longo prazo?
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Supondo que estamos a desenvolver uma estratégia para um repositório digital, o seu desempenho só terá sucesso se forem seguidas boas práticas, assim como o uso de metadados de preservação ao longo de todas as fases do ciclo de vida do recurso digital. Uma das estratégias de preservação utilizada nos dias de hoje, é o recurso à migração de suporte, no entanto, o repositório não tem como saber o que deixa em legado, tornando-se assim impossível de prognosticar quantas vezes vai ser necessário migrar, dado que os standards também podem ter uma vida curta no ambiente digital. Este processo requer o uso de boas práticas no decorrer da criação dos objectos digitais a preservar, assim como, uma grande atenção às técnicas de reparação usadas e aos metadados que documentam todo este processo, com o objectivo de minimizar o nível de corrupção dos mesmos. Esta estratégia de preservação pode ter como pontos críticos a quantidade de trabalho, o alto custo, a quantidade de tempo que pode levar a realizar o processo, a falta de progressão e a corrupção do look-and-feel.
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A emulação é outra estratégia utilizada, contudo, este processo tem suscitado alguma polémica e tem sido motivo de discussão científica, envolvendo vários peritos da área. Na opinião de alguns, os emuladores ao ficarem obsoletos tornam-se tão problemáticos como manter os objectos digitais em formatos obsoletos.
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Mesmo que a integridade do objecto digital seja corrompida durante o processo de preservação, este facto, pode não ser relevante atendendo às necessidades dos utilizadores pois, segundo alguns estudos, o que tem mais importância é o acesso aos mesmos.
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A melhor estratégia de preservação está assim dependente de vários factores, como o custo, a investigação aplicada ao caso concreto onde se deseja aplicar a estratégia de preservação, o estabelecimento de consórcios entre entidades com objectivos similares, a coragem de arriscar na estratégia que melhor satisfaz e mais garantias dá ao caso concreto, etc. Como tal, cada instituição deve atender à natureza dos recursos e às necessidades das comunidades de utilizadores do nosso tempo, para assim, poder projectá-las para as comunidades futuras.
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Este é o exemplo de um projecto que visa o estudo da preservação digital a longo prazo:
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Projecto: ECPA (European Commission on Preservation and Access)
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Data de início: 1994
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Objectivos: Promover actividades ligadas à salvaguarda das colecções em arquivos e bibliotecas europeias e ao acesso das mesmas colecções, quer em suporte tradicional quer em suporte digital.
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Características: A ECPA é uma fundação independente cujos membros procuram, antes de mais, promover um movimento europeu concertado entre bibliotecas, arquivos e outras instituições patrimoniais para a divulgar informação sobre questões de preservação e acesso e ajudar na coordenação de actividades regionais e nacionais, nesse âmbito.
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Notas: A missão da ECPA é desenvolver a consciencialização do público, sobretudo o académico, para as necessidades de preservação e para as estratégias de acessibilidade que bibliotecas e arquivos devem de prosseguir, constituindo-se como plataforma para a discussão e a cooperação entre organizações patrimoniais, promovendo, desse modo, a troca de conhecimentos e de experiências.
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quinta-feira, 10 de novembro de 2005

Cadernos BAD 2004 disponíveis em linha


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A REDALYC disponibiliza em texto integral o volume número 2 da revista Cadernos BAD (Cadernos de Biblioteconomia Arquivística e Documentação), do ano 2004, subordinada ao tema: Qualidade em serviços de documentação e informação. Esta edição é bastante interessante e oportuna, pois desdenha algumas achegas ou perspectivas para o desenvolvimento da ciência da informação em Portugal, nomeadamente, através das disciplinas da biblioteconomia e da arquivística. Esta edição contém entre outros, os seguintes temas: A Rede Nacional de Arquivos: um desafio no século XXI; Rede Nacional de Bibliotecas Públicas: actualizar para responder a novos desafios; Acesso livre ao conhecimento: a mudança do sistema de comunicação da ciência e os profissionais de informação, etc.

eGovernment: Europeus cada vez mais ligados


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Praticamente metade dos utilizadores de Internet na União Europeia (UE) acede a serviços de Governo Electrónico. Os dados constam de um estudo levado a cabo pela Eurostat, relativo ao primeiro trimestre de 2004. No conjunto de serviços on-line disponibilizados pelos respectivos Estados-membros da Europa dos 25, os portugueses destacam-se nos serviços transaccionais (download de formulários e o seu preenchimento via Internet), com uma taxa de utilização de 26 por cento, contra os 20 e os 12 por cento da média nos restantes países. Já no que diz respeito ao acesso à informação entre utilizadores individuais, os cibernautas nacionais estão menos bem posicionados, situando-se nos 35 por cento, contra os 45 da média europeia. A Finlândia lidera a tabela com 62 por cento de utilizadores, seguida da Dinamarca (56%) e do Luxemburgo (55%).
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Fonte: Interface
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O estudo está disponível [AQUI]

quarta-feira, 9 de novembro de 2005

Nova colaboradora: Wilmara Rodrigues Calderon


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Bom dia,

A partir de hoje este blogue vai passar a contar com a colaboração de Wilmara Rodrigues Calderon. Esta possui graduação no Curso de Biblioteconomia pela Universidade Estadual de Londrina (1992) e mestrado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (2003).

Actualmente é Professora Assistente da Universidade Estadual de Londrina. Tem experiência na área da Ciência da Informação, com ênfase em Organização de Arquivos, actuando principalmente nos seguintes temas: Ciência da Informação, Arquivologia, Arquivos Públicos, Comunicação e Instrumentos de pesquisa. Publicou 2 artigos em periódicos especializados e 5 trabalhos em anais de eventos. Possui 2 capítulos de livros publicados. Possui 14 itens de produção técnica. Entre 2000 e 2003 participou de 1 projecto de pesquisa. Actualmente coordena 1 projecto de pesquisa.
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Artigo disponível na revista Ciência da Informação:

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Wilmara Rodrigues Calderon, et. al.


Resumo:

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Os estudos desenvolvidos no país acerca do processo de gestão documental/informacional demonstram a disposição teórica de diferentes especialistas em melhor compreender a questão documental. O projecto que está sendo desenvolvido por professores e alunos do curso de arquivologia da Universidade Estadual de Londrina tem a pretensão de contribuir de algum modo com essa discussão. Para isso, propõe estudar diferentes aspectos que envolvem a gestão documental/informacional em instituições e organizações no âmbito público. Para o desenvolvimento da pesquisa, elegeu-se a entrevista estruturada e a observação directa como técnicas para a colecta de dados visando à elaboração de um diagnóstico de arquivo. O desenvolvimento de um estudo dessa natureza traz experiências importantes para a equipe que busca o suporte da literatura especializada e faz reflexões a respeito da aplicabilidade dos conhecimentos obtidos em uma realidade concreta.”Palavras-chave: Gestão documental e informacional; Informação arquivística; Diagnóstico em arquivos."
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Desde já agradeço a sua colaboração.
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Com os melhores cumprimentos,

Paulo Sousa

terça-feira, 8 de novembro de 2005

O IPoder da moda


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Num sector de actividade onde a cadência de lançamentos de novos produtos é muito rápida, o factor "trend" é algo cada vez mais levado a sério. Estar na moda, fazer produtos que estão na moda ou, acima de tudo, criar uma moda tornou-se um caso de sucesso e por vezes um factor de sobrevivência.
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Entre os casos mais mediáticos do ano de 2004, destacamos quatro pelas repercussões que têm em diversas áreas. Em primeiro lugar, distinguimos a tão badalada banda larga, que basicamente se poderia descrever como uma qualquer ligação à Internet capaz de disponibilizar o visionamento de fontes multimédia, como som ou imagem de alta qualidade, com a mesma facilidade com que se acede a uma página Web ou a um correio electrónico.
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Enquanto os governos anunciam com pompa e circunstância a disponibilização destes serviços aos portugueses, no estrangeiro verifica-se que o sector privado, funcionando em perfeita concorrência, propõe acessos mais rápidos e curiosamente mais baratos do que os disponíveis em Portugal.
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Neste aspecto, e mais uma vez, continuamos muito fora de moda. Enquanto a disponibilização da Powerline e outras tecnologias via rádio não forem uma realidade, teremos de nos contentar com o que as empresas do grupo Portugal Telecom têm para nos oferecer, visto os concorrentes preferirem apostar unicamente no sector empresarial onde o factor volume é mais atractivo para compensar os avultados investimentos. A Cabovisão e a Bragatel são alternativas, mas, infelizmente, com muito pouca implantação nacional.
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Artigo completo:

Humor...


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segunda-feira, 7 de novembro de 2005

MORE - Mecanismo On-line para Referências


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MORE - Mecanismo On-line para Referências "Desenvolvido por Maria Bernardete Martins Alves (bibliotecária) e Leandro Luis Mendes (aluno de graduação em Sistemas de Informação), numa parceria entre a BU (Biblioteca Universitária) e o RExLab (Laboratório de Experimentação Remota), sob a coordenação de João Bosco da Mota Alves (professor titular e coordenador do RExLab), todos da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), no âmbito do Projeto ALFA II-0465-A - RExNet–Yippee (Remote Experimentation Network – Yielding an Inter-university peer-to-peer e-service). MORE é uma ferramenta gratuita para auxiliar alunos, professores e demais usuários a referenciar as obras usadas no decorrer de seus trabalhos de pesquisa. Baseada na NBR 6023/2002 a norma para elaboração de referências, publicada pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), não objetiva substituí-la mas, tão somente, ser um instrumento auxiliar para elaboração de referências."




Primeiro Relatório Mundial da UNESCO: “Rumo às Sociedades do Conhecimento”


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O surgimento das “sociedades do conhecimento” é a matéria do Relatório Mundial que foi lançado no dia 3 de Novembro, pelo Diretor-Geral Koichiro Matsuura numa conferência de imprensa na Sede da Organização com a presença do ex-Secretário-Geral da ONU e ex-Secretário-Geral da Organização Internacional da Francofonia, Boutros Boutros-Ghali. O trabalho é o primeiro de uma nova série de relatórios da UNESCO a serem publicados a cada dois anos, com foco em matérias presentes no cerne da missão da Organização, como diversidade cultural e desenvolvimento sustentável. Rumo às Sociedades do Conhecimento traça a distinção clara entre sociedades do conhecimento e a sociedade da informação.
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Enquanto a última fundamenta-se nos avanços tecnológicos, as sociedades do conhecimento “abrangem uma maior dimensão social, ética e política”. O relatório concentra-se particularmente nos fundamentos sobre os quais as sociedades do conhecimento são construídas, optimizando o desenvolvimento humano sustentável.
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O Relatório analisa a importância crescente do papel do conhecimento no crescimento económico e adianta que ele pode agir como mola mestra para impulsionar o desenvolvimento nos países do Sul. Ele também apresenta uma análise detalhada dos factores que impedem o acesso de muitos países às oportunidades oferecidas pelas tecnologias de informação e comunicação, especialmente o aumento do hiato digital e as restrições à liberdade de expressão.
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Finalmente, o relatório traça diversas recomendações para melhorar a situação. O Relatório é publicado duas semanas antes da segunda fase da Cúpula Mundial sobre Sociedade da Informação, a ser realizada em Tunis de 16 a 18 de Novembro.
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Autor: UNESCOPRESS
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O relatório (em inglês) está disponível [AQUI]

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