Mostrar mensagens com a etiqueta profissional da informação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta profissional da informação. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Fundada em 23 de novembro de 2012 a Associação Brasileira de Profissionais da Informação (ABRAINFO)


0 Comentários

"Dia 23 de novembro de 2012, na presença de mais de 80 participantes, foi fundada a Associação Brasileira de Profissionais da Informação (ABRAINFO). 
Consequência das discussões iniciadas no Facebook, em março deste ano."
- Anúncio enviado por Antonio Agenor Briquet de Lemos, via Facebook, dia 23/11/2012.

Grupo no FaceBook:
http://www.facebook.com/groups/126172034187521/
"Este Grupo discute, exclusivamente, a representatividade profissional: Para que servem as associações? O sentido de uma associação forte. A participação dos profissionais e os benefícios coletivos. Perspectivas futuras."

Website da ABRAINFO:
http://www.abrainfo.com.br


Reproduzo mensagem do Briquet de Lemos (de nov.2012):

Nos últimos meses pelas redes sociais foi possível constatar o interesse dos bibliotecários, arquivistas e museólogos pelo tema “representatividade profissional”. Essas discussões mostraram um quase e inesperado consenso: a necessidade de integração maior entre entre Arquivologia, Biblioteconomia e Museologia. As ferramentas digitais, incluindo a internet, foram determinantes para essa aproximação – já evidenciada no perfil dos cursos de formação de profissionais para essas áreas, bem como no perfil de nossas representações acadêmicas e políticas.

Dessa constatação surgiu a proposta de abertura de um novo espaço de diálogo e de convergência. Para chegar a essa meta, considerou-se a necessidade de existir uma associações que pudesse reunir, amplamente, os profissionais de Informação – sem as tradicionais divisões. Assim, com o trabalho incansável do nosso colega Luís Milanesi, está sendo proposta a criação da ABRAINFO – Associação Brasileira de Profissionais da Informação.
Essa entidade de caráter nacional deverá aproximar pessoas físicas que trabalhem na área da Informação, os bibliotecários, arquivistas e museólogos e, ainda, engenheiros, linguistas e outros que inclusive dão aulas nos cursos das três áreas. O objetivo maior que se busca é a convergência tanto do ponto de vista teórico e prático quanto da representatividade social.
No próximo dia 23 de novembro vamos realizar a assembleia para instituir a entidade. É importante que essa iniciativa seja do conhecimento de todos os profissionais brasileiros. Por isso peço a sua ajuda para divulgar o convite.
No próximo dia 23 de novembro, às 14 horas, na Biblioteca Municipal Mário de Andrade, rua da Consolação, 94, São Paulo, será realizada a Assembleia de Fundação da ABRAINFO –
Associação Brasileira de Profissionais da Informação. Em nome de todos que participaram das discussões preliminares convidamos você, na qualidade de sócio fundador, para comparecer e
compartilhar ideias e propostas, visando a criação da Entidade. Na ocasião será discutido e aprovado o seu Estatuto e eleitos os membros do Conselho Deliberativo provisório que terá a incumbência de organizar as bases da Associação e convocar eleições no prazo de seis meses.




terça-feira, 15 de maio de 2012

Cada vez mais atualizados: arquivistas e bibliotecários


1 Comentários

Por Janine Souza em 13 de maio de 2012 - Matéria Especial
Jornal Correio do Povo, Porto Alegre. Rio Grande do Sul, Brasil.


Arquivistas e bibliotecários aderem às novas tecnologias e renovam a profissão
Foi-se o tempo em que o arquivista era aquele profissional mergulhado em documentos empoeirados e que o bibliotecário era a senhora pedindo silêncio dentro da biblioteca. Quem acha que essas duas profissões estão em vias de desaparecer por conta da era digital, engana-se. Elas passaram por reformulações, com o advento das novas tecnologias, e estão superatualizadas. Ainda, geram boas oportunidades de emprego, principalmente em concursos públicos, que chegam a pagar mais de R$ 6 mil para ambos os cargos. Já na iniciativa privada, o salário médio fica aquém desse patamar, na faixa dos R$ 1,6 mil.

A bibliotecária e arquivista Isabela Siebra Alencar observa que as vagas para esses ramos estão concentradas em empresas de grande porte, como as universidades. “A diferença do serviço público para a iniciativa privada é que o primeiro já sabe do valor desses profissionais, já a segunda desperta aos poucos para a sua necessidade”, diz ela, que é assessora do Sindicato dos Bibliotecários do Rio de Janeiro.

Enquanto isso não acontece, as poucas empresas do ramo faturam alto. De acordo com a Associação Brasileira de Gestão de Documentos, em 2011, 70 organizações dedicadas a guardar documentos de outras companhias dividiram um faturamento de R$ 1,2 bilhão no país, 20% mais que em 2010. O grupo mantém 40 milhões de caixas de papelão de padrão arquivo lotadas de informações de diversos setores, como financeiro, hospitalar e jurídico.

A coordenadora do curso de Arquivologia da Ufrgs, Maria do Rocio Teixeira, diz que os cursos de Biblioteconomia e de Arquivologia estão vivendo um momento de redescoberta. “São profissões que gerenciam documentos e muitos municípios estão precisando deles, principalmente no interior do país”, revela a professora. No RS, além da Ufrgs, essas graduações são oferecidas na Universidade Federal do Rio Grande (Furg) e na UFSM (nesse caso, só tem Arquivologia).

A procura pelos cursos é baixa. No vestibular da Ufrgs de 2012, foram 3,57 candidatos por vaga na Arquivologia. Já na Biblioteconomia, foi menor ainda: 2,44 candidatos/vaga. No geral, os estudantes são recrutados quando ainda estão no meio do curso para estágio e, na maioria dos casos, efetivados ao término do contrato.

“Existe a procura por estagiários, mas não conseguimos dar conta de preencher as vagas. As instituições demandam pelos arquivistas e também aumentaram as suas remunerações, até para os estágios. Para o bacharel recém-formado, da mesma forma, temos cada vez mais oportunidades”, completa o coordenador do curso de Arquivologia da UFSM, Daniel Flores.

Além das bibliotecas

O bibliotecário tem hoje uma gama de possibilidades que vai além das unidades de informação, tornando-se requisitado no mercado

A arquivista Flávia diz que a profissão traz
sempre novidades e revelações guardadas
ao longo dos anos (Foto: Tarsila Pereira/CP)
No mercado de trabalho, a informação pode ser a arma do negócio. Nesse sentido, o aumento da competitividade fez com que o bibliotecário saísse das unidades de informação e de trás das mesas das bibliotecas e estendessem a sua área de atuação. “Empresas das mais diversas áreas o requisitam para buscar, reunir, organizar e facilitar o acesso à informação”, afirma Angélica Conceição Dias Miranda, presidente do Conselho Regional de Biblioteconomia da 10 Região (CRB 10) e coordenadora do curso de Biblioteconomia da Universidade Federal do Rio Grande (Furg).

Para quem atua na área, outra vantagem é a falta de concorrência. No CRB 10, por exemplo, são apenas 1,2 mil profissionais associados. Com os horizontes ampliados, muitos bibliotecários estão sendo contratados para organizarem tratados, estudos, documentos digitalizados. “Muitos escritórios de advocacia contratam esses profissionais para organizarem a jurisprudência. Ou mesmo hospitais e instituições de ensino médico, que reúnem grande acervo de especialidades e procedimentos, contratam os bibliotecários para pôr essa documentação em ordem”, afirma a professora Samile Vanz, coordenadora do curso de Biblioteconomia da Ufrgs.

O advento das mídias digitais contribuiu para a transformação do trabalho do bibliotecário. “Profissionais de qualquer área precisam ter conhecimentos de informática e de mídias em geral, não sendo diferente na área de Arquivo e Biblioteconomia. É cada vez mais frequente o uso das modernas Tecnologia da Informação e Comunicação no tratamento, guarda, recuperação da informação”, destaca o professor de Arquivologia, Marcelo Marques.

A lei 4.084/62, que reconhece o bibliotecário como profissional, completou 50 anos em março. O primeiro curso de Biblioteconomia no país surgiu em 1911, com a criação da Biblioteca Nacional.

Nenhum dia igual

A rotina não é a mesma. E a cada dia surge uma novidade. Pelo menos é o que garante a arquivista Flávia Conrado, de 29 anos. Natural de Cruz Alta, Flávia se formou na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), passou em concurso público e hoje trabalha na Ufrgs, onde é diretora da Divisão de Documentação da instituição. “Sempre gostei de organização. Queria fazer Biblioteconomia, mas a UFSM não tinha o curso. Fui para a Arquivologia e me apaixonei pela profissão. Quem imagina que seja estática, sem alternativas e enfadonha, se engana. Aqui, um dia não é igual ao outro. Sempre surgem novidades e coisas interessantes”, garante ela.

A arquivista conta que a maior parte da documentação é guardada em ambiente higienizado. Mas que as pilhas de papel e a poeira ainda fazem parte do cotidiano. “Quando isso acontece, usamos jaleco, máscara e luvas, os equipamentos de proteção individual”, esclarece Flávia.

Na Ufrgs, os documentos vão para o Arquivo Geral. E as pesquisas a essas informações são sempre reveladoras. “Apesar de administrativa, nossa documentação tem o aspecto cultural do patrimônio, pois guarda a vida escolar de grandes nomes do RS, como ex-alunos do quilate de Leonel Brizola, Paixão Côrtes, Mário Totta, Frederico Westphalen, entre outros”, relata Flávia.

Caminhos do conhecimento


A Internet ajuda Michelângelo a aprimorar
o seu trabalho (Foto: Mauro Schaefer/CP)
Para atuar com os livros, o bacharel em Biblioteconomia Michelângelo Viana, 37 anos, foi além dessa graduação. Coordenador de Sistemas da Biblioteca Central Irmão José Otão, da PUCRS, ele também tem formação em Análise de Sistemas e em Administração e ainda tem inglês fluente. “Sempre tive a preocupação em ter um nicho específico de trabalho, por isso busquei desenvolver conhecimentos de informática. Hoje, sou responsável pela integração da base de dados da biblioteca”, relata.

A Biblioteca Central Irmão José Otão é considerada uma das unidades com mais recursos tecnológicos do Estado. “Quando entrei aqui, tínhamos 50 computadores em uma sala, Atualmente, são 350 espalhados pelo prédio, que tem quatorze andares. E, desde 2005, as pessoas podem acessar a biblioteca pela Internet, fazendo de casa ou do trabalho a renovação do empréstimo, acessando o acervo digital e fazendo reservas, por exemplo”, enumera Viana.

A tecnologia é algo que está aparente no trabalho do bibliotecário. “Estou o tempo todo ligado em tudo o que acontece no que diz respeito às bibliotecas. Participo de simpósios e de encontros internacionais mundo afora para me manter atualizado. Procuro na Internet assuntos relacionados e vejo como podemos aplicar aqui essas novidades”, diz.

Para aumentar a riqueza de material disponível na biblioteca, Viana divulga um dos novos empreendimentos. “Estamos desenvolvendo um projeto que reúne todas as publicações dos professores da PUCRS, o que chamamos de Repositório Institucional. E também assinamos várias revistas e livros digitais”, comenta.

Sobre a profissão, Viana diz que faz falta a existência de um sindicato para a categoria. “Isso é uma coisa que precisa acontecer ainda. Mas o bibliotecário tem que ter na mente que a nossa principal função é fornecer os caminhos para que as pessoas possam acessar o conhecimento”, completa.



Reportagem: Nildo Jr – nildo@correiodopovo.com.br
Edição: Janine Souza – janinesouza@correiodopovo.com.br

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Novo número da Prisma.Com - edição n.º 15 2011


0 Comentários

Já se encontra online o n.º 15 2011 da Revista de Ciências e Tecnologias de Informação e Comunicação do CETAC.MEDIA – Prisma.Com.

Neste número temos o prazer de anunciar seis artigos e uma recensão que cobrem o leque diversificado do campo científico das Ciências da Informação e Comunicação (CIC) e suas interseções mais fortes e comuns – os Sistemas de Informação, as Tecnologias da Informação e Comunicação e a Educação à distância.

Consulte: Editorial do n.º 15 da Prisma.Com

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Pacto pela Biblioteconomia Brasileira


0 Comentários

Durante o XXIV CBBD, na cidade de Maceió, ocorreu uma convocação feita pelas entidades de classe: associações, sindicatos e conselhos, pelo Sistema Conselho Federal de Biblioteconomia e Conselhos Regionais de Biblioteconomia - CFB/CRBs, para uma reunião com o objetivo de discutir e refletir sobre a Biblioteconomia no Brasil e a profissão de bibliotecário. Nesta reunião foi então lançado o Pacto pela Biblioteconomia Brasileira.

No dia 13 de setembro um grupo de bibliotecários, docentes e alunos de Biblioteconomia de Santa Catarina se reuniu no Auditório da Biblioteca Pública daquele Estado, para discutir este Pacto, e naquela plenária estadual foi produzido um importante documento que a FEBAB toma como ponto de partida para promover junto à classe Bibliotecária uma consulta pública, visando receber as contribuições de outros bibliotecários, estudantes e professores de Biblioteconomia.

As contribuições devem ser encaminhadas para febab@febab.org.br, adotando o formato apresentado no documento que está no link abaixo, indicando TÓPICOS, ESTRATÉGIAS e RESPONSABILIDADE. O prazo para enviar suas contribuições é 15 de outubro de 2011. Agradecemos a todas as pessoas que queiram participar deste movimento e contribuir para a construção coletiva desta proposta.



Acesso ao documento: http://www.febab.org.br/pacto_biblioteconomia_sc.pdf

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

3ª JORNADA DE REFLEXÃO - Qualificação dos Profissionais da Informação


0 Comentários

Como tem vindo a ser anunciado, a BAD vai realizar a 3ª Jornada de Reflexão, na sequência das que antes tiveram lugar na Nazaré e em Moura, com larga participação de associados e de outros profissionais interessados em debater as questões com que estão confrontados e em apoiar a Associação na consolidação de uma estratégia para defesa dos seus interesses profissionais.

Esta última Jornada foi prevista para a Biblioteca Municipal Rocha Peixoto, na Póvoa de Varzim - na intenção de facilitar uma maior aproximação sobretudo aos colegas do norte do país – para o próximo dia 10 de Setembro (sábado).

De manhã, pelas 10h30, será feita a entrega a Ana Lúcia Terra, do Prémio Raul Proença / 2009, patrocinado pela Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas.

Após o almoço, dar-se-á início aos trabalhos da Jornada, desta vez subordinada ao tema “Qualificação dos Profissionais da Informação” e no fim, proceder-se-á à análise do resultado dos contributos até agora conseguidos.

A participação de todos os eventuais interessados na Jornada é gratuita, mas sujeita a inscrição prévia, por exigências organizativas, através do preenchimento do formulário - que deverá ser-nos enviado logo que possível, mas impreterivelmente até 5 DE SETEMBRO.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Novo número da Prisma.Com: Edição n.º 14 2010 (Especial Videojogos2010)‏


0 Comentários

Já se encontra online o n.º 14 2010 (Especial Videojogos2010) da Revista de Ciência da Informação e da Comunicação do CETAC.Media – Prisma.Com.

Este número especial da Revista Prisma agrega os melhores trabalhos apresentados na Videojogos 2010 – 3ª Conferência de Ciências e Artes dos Videojogos. O evento foi organizado pelo Instituto Superior Técnico e o INESC-ID, em colaboração com a Sociedade Portuguesa de Ciências dos Videojogos, e realizou-se nos dias 15, 16 e 17 de Setembro de 2010 no campus do Taguspark do Instituto Superior Técnico em Porto Salvo.

A Videojogos 2010 conseguiu juntar a comunidade académica ligada aos Videojogos e contou, pela primeira vez, com uma participação relevante da parte da Indústria, incluindo uma sessão de comunicações em que participaram empresas como a EA, a Miniclip, a RTS, a PDM&FC e a Biodroid. Neste período conturbado que vive Portugal é nas industrias inovadoras como a industria de Jogos que reside a solução para o futuro, e essa industria tenderá a ser mais inovadora quanto mais se reforçarem as ligações entre esta e uma academia aberta ao mundo e interessada em transferência de competências para a sociedade…

Para mais informação consulte o editorial desta edição.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Disponibilização do n.º 13 (Dez. de 2010) da revista Prisma.Com


0 Comentários

Acaba de ser disponibilizado o nº 13 (Dezembro de 2010) da Revista de Ciências e Tecnologias de Informação e Comunicação do CETAC.MEDIA - Prisma.Com.

Este n.º 13, tal como o n.º 12, é editado no sistema Open Journal System (OJS), instalado na Universidade de Aveiro.

Consulte este n.º da Prisma.Com em: http://portal.doc.ua.pt/journals/index.php/prismacom

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Qualificação da Função Pública


3 Comentários

Uma determinada Câmara Municipal quer admitir para o seu quadro de pessoal um Técnico Superior caracterizando o posto da seguinte forma:
Planear a gestão e direcção técnica da biblioteca; executar todas as rotinas inerentes às operações de tratamento do fundo documental tais como: registo, catalogação, indexação e cotação; gestão de catálogos, mantendo-os actualizados; assegurar serviços de atendimento ao público, apoiando e orientando o utilizador de serviços; executar pesquisas bibliográficas e rotinas de empréstimo, reservas e devoluções; supervisionar a arrumação dos fundos documentais; fazer a gestão das devoluções difíceis. Preparar instrumentos de difusão, aplicando normas de funcionamento de bibliotecas e serviços de documentação, de acordo com métodos e procedimentos previamente estabelecidos; organizar e promover estatísticas de leitura, consultas e utilização de recursos. Propor a realização de actividades de promoção da leitura, acompanhando a sua realização, após decisão superior; realizar mostras bibliográficas e outras exposições.
 Pela caracterização é óbvia a intenção da contratação, a Câmara Municipal precisa de um Bibliotecário / Profissional da Informação. Hoje, com a solidificação da Ciência da Informação, a proliferação e o aprofundamento da formação na área tornou-se uma realidade. De cursos profissionais, Licenciaturas, Pós-graduações, passando pelos Mestrados e Doutoramentos a oferta é muita e estruturada. Ora a dita Câmara Municipal ao invés de apostar na qualidade dos serviços que presta aos seu cidadãos contratando um profissional qualificado, prefere exigir como nível habilitacional uma Licenciatura na área da Sociologia e Licenciatura na área Animação Educativa e Sociocultural que em nada têm que ver com as funções descritas anteriormente. São casos como este que demonstram o quanto se tornou necessário rever o Decreto-Lei n.º 121/2008, de 11 de Julho, que reestrutura as carreiras da Administração Pública.

É no mínimo incongruente Portugal andar, neste caso, a par com a vanguarda internacional no que concerne à formação e, ao mesmo tempo, posicionar-se na cauda internacional quando toca à aplicação ao mercado de trabalho, nomeadamente da Administração Publica, dessa qualificação.

O que está em causa não é uma questão de classe profissional, é, acima de tudo, uma questão de qualidade nos serviços prestados pelos organismos públicos e essa qualidade deveria iniciar-se com a qualificação dos recursos humanos da função pública.

Petição para a Obrigatoriedade de Requisitos de Formação para a Carreira de Biblioteca e Arquivo - http://peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=CI2010

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A BAD junta-se à luta


0 Comentários

A BAD tornou público o seu apoio à petição para a Obrigatoriedade de requisitos de formação para a carreira de Biblioteca e Arquivo.

Independente do timing é de louvar este apoio da BAD bem como a capacidade de mobilização dos profissionais da informação.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Quo vadis profissionais da Ciência da Informação?


0 Comentários

A discussão parece ter vindo para durar e ainda bem. O interessante é que esta partiu dos profissionais, daqueles que se preocupam com a sua formação, que frequentam os cursos profissionais, licenciaturas, mestrados e até doutoramentos na área da Ciência da Informação.

E onde está a Associação Portuguesa de Bibliotecários Arquivistas e Documentalistas (BAD) no meio de tudo isto? Bem, a BAD aprovou uma moção na Assembleia Geral Extraordinária, realizada a 7 de Abril de 2010, em Guimarães, onde exige ao Governo e às entidades que tutelam serviços e programas de bibliotecas, arquivos e de informação que garantam a inclusão obrigatória da formação especializada nos requisitos dos concursos nestas áreas funcionais... O problema é que a BAD representa cada vez menos a "classe" e a sua expressão pública parece ter diminuído drasticamente.

Como tinha escrito anteriormente é dos profissionais que nasce esta iniciativa, mas seria ainda mais interessante se a ela se juntasse a BAD. É necessário desenvolver uma dinâmica de discussão de forma a trespassar os "muros" da dita "classe". É preciso sensibilizar as pessoas ,em geral, e os políticos, em particular. Afinal e como escreveu o colega António Regedor no bibvirtual...

Actualmente existem licenciados, pós-graduados e Mestres na área de Ciências da Informação e Documentação. E é no momento em que a formação aumentou, que o governo extinguiu as carreiras profissionais específicas. É o contra-senso, o desnorte, a ignorância governamental. Alguém anda a aconselhar mal os nossos governantes.

Qualquer pessoa de bom senso verifica a aberração que a actual lei significa inclusive para a qualidade e transparência dos serviços do Estado. Já agora, a petição está a decorrer aqui.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Apresentação do livro ‘PRESERVMAP – Um Roteiro da preservação na Era Digital’


0 Comentários

No próximo dia 26 de Outubro, pelas 17h30, vai ter lugar a sessão de apresentação do livro PRESERVMAP – Um roteiro da preservação na Era Digital, fruto do trabalho de investigação de doutoramento da Dra. Maria Manuela Pinto, uma das minhas professoras de referência durante a Licenciatura em Ciência de Informação, FLUP/FEUP.

A sessão terá lugar na Sala de Reuniões da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (2º Piso). A obra será apresentada pelo Professor Doutor Óscar Mealha, da Universidade de Aveiro.
 
Estou certo de que esta será mais uma obra de referência para os profissionais de informação e para a própria fundamentação epistemológica da Ciência da Informação.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

A Biblioteca Nacional de Portugal acaba de lançar a sua livraria online


0 Comentários

A Biblioteca Nacional de Portugal acaba de lançar um novo serviço que será uma mais valia para os profissionais da informação, trata-se da sua livraria online! Podem aceder à mesma no seguinte url: http://livrariaonline.bnportugal.pt

sexta-feira, 11 de junho de 2010

O que é a Ciência da Informação, por estudantes e profissionais de CI...


0 Comentários

Opiniões interessantes e muitas dúvidas...

terça-feira, 18 de maio de 2010

Quem se "porta mal" é bom bibliotecário


2 Comentários

Já repararam que mesmo após vários anos de “ciência da informação”, da proliferação das pós-graduações, das licenciaturas e mestrados na área continuamos a ser vistos como sempre o fomos… Não acreditam então vejam aqui.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Oferta de trabalho no ‘Laboratorio de Estudios Métricos de Información (LEMI)’, em Madrid


0 Comentários

Para quem estiver interessado, aqui vai uma excelente oportunidade para trabalhar/investigar em Ciência da Informação:
Necesitamos un licenciado con conocimientos de Bibliometría y de las bases de datos de la /Web of Science, /además de inglés (al menos a nivel intermedio).
Se ofrece contrato de trabajo por un año en el Laboratorio de Estudios Métricos de la Información (LEMI) (Campus de Getafe de la Universidad Carlos III de Madrid).
Los interesados pueden enviar su Curriculum a la siguiente dirección de correo: mlascura@bib.uc3m.es

sábado, 12 de dezembro de 2009

Ortega y Gasset e a missão do bibliotecário


0 Comentários

Autor: Murilo Cunha
Fonte: Infohome. URL: www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=435
Pierce Butler, em sua obra An introduction to library science, originalmente publicada em 1933 e tendo uma tradução brasileira, lançada em abril de 1971 [Introdução à ciência da biblioteconomia. Rio de Janeiro: Lidador, 1971. 86 p.], ao comentar o comportamento do bibliotecário, cunhou a expressão “simplicidade do seu pragmatismo” para relacioná-la com o exercício da sua profissão. A razão dessa expressão foi ocasionada pelo fato de que “ao contrário de seus colegas em outros campos da atividade social, o bibliotecário, por estranho que pareça, desinteressa-se pelos aspectos teóricos de sua profissão. Parece possuir uma imunidade peculiar a esse tipo de curiosidade (...) O bibliotecário aparentemente permanece isolado na simplicidade do seu pragmatismo: uma racionalização de cada processo técnico imediato, tomado isoladamente, parece satisfazer seu interesse intelectual. Na verdade, qualquer esforço para generalizar tais racionalizações na tentativa de compor uma filosofia profissional parece-lhe não apenas inútil, mas definitivamente perigoso” (BUTLER, p. ix-x).
Mas, por que estou falando dessa simplicidade do pragmatismo existente na maioria dos bibliotecários? É para assinalar a importância da tradução para a nossa língua, do ensaio de José Ortega y Gasset, intitulado Missão do bibliotecário [Brasília: Briquet de Lemos Livros, 2006. 82 p.]. Tendo sido originalmente publicada em 1935, estranhamente, a obra só apareceu em português setenta anos depois! Mesmo assim, ela veio dar uma grande contribuição para a escassa bibliografia brasileira na área de filosofia da biblioteconomia.
Seu conteúdo faz parte do discurso inaugural proferido pelo filósofo espanhol – na época, ministro da educação – em 20 de maio de 1935, por ocasião da abertura do Segundo Congresso Internacional de Bibliotecas e Bibliografia, realizado em Madri. Complementa e enriquece a tradução brasileira o posfácio, elaborado por Antonio Agenor Briquet de Lemos, intitulado “Circunstância e recepção de Missão do bibliotecário” (p. 57-82).
Nessa obra, Ortega y Gasset começa comentando que “missão significa, antes de tudo, aquilo que um homem deve fazer em sua vida. Pelo visto, a missão é algo exclusivo do homem” (p. 3). Mais adiante, reforça esse conceito ao afirmar que “eis que toda vida humana tem uma missão. Missão é isto: a consciência que cada homem tem de seu mais autêntico ser, daquilo que está chamado a realizar” (p. 7). A seguir, analisa a missão profissional, pois “a vida é, sobretudo, trabalho. Não nos damos a vida, mas é ela que nos é dada. (...) para viver devemos estar sempre fazendo algo, sob pena de sucumbir. Sim, a vida é trabalho. Sim, a vida dá trabalho, e, o maior de todos, acertar fazer o que é preciso fazer. (p. 7-8).
O intelectual espanhol aponta que “as profissões são tipos de atividade humana de que, pelo visto, a sociedade necessita. E um deles, há cerca de dois séculos, é o do bibliotecário” (p. 11). Adiante, o autor aponta para a existência de uma dualidade: “a missão do homem, o que cada homem deve fazer para ser o que é, e a missão profissional, em nosso caso a missão do bibliotecário, o que o bibliotecário deve fazer para ser um bibliotecário” (p. 12). Ele também pondera que o bibliotecário “ao exercer uma profissão, compromete-se a fazer o que a sociedade necessita. (...) para determinar a missão do bibliotecário, é preciso partir (...) da necessidade social a que serve vossa profissão. E esta necessidade, como tudo que é propriamente humano, não consiste em uma magnitude fixa, mas é, essencialmente, variável, migratória, evolutiva; em suma histórica” (p. 13, 16).
Portanto, como vemos, essa necessidade social é mutável ao longo do tempo e “o trabalho do bibliotecário variou sempre em função, rigorosamente, do que o livro significava como necessidade social” (p. 16). Como é sabido, historicamente o livro cumpriu diversas necessidades sociais ao longo dos séculos, assim “durante a Idade Média, a ocupação com os livros ainda é infra-social, não aparece para o público: está latente, secreta, pode-se dizer, intestina, confinada no recinto secreto dos mosteiros. (...) Ser guardião dos livros não era algo especial. Somente no alvorecer do Renascimento é que começa a delinear-se na área pública, a diferençar-se dos outros tipos genéricos de vida, a figura do bibliotecário. (...) é precisamente a época em que, também pela primeira vez, o livro é sentido socialmente como necessidade. (...) Neste sentido, digo que até o Renascimento a necessidade do livro não foi vigência social. E como foi então que se tornou vigência social aí vemos surgir imediatamente o bibliotecário como profissão” (p.18-20).
Nessa fase do Renascimento “a catalogação não é ainda urgente. A aquisição e a produção de livros, em compensação, adquirem traços de heroísmo. Estamos no século XV” (p. 21). Passaram-se três séculos e o autor argutamente indaga: “o que aconteceu entrementes com os livros? Publicaram-se muitos e a impressão tornou-se mais barata. São tantos os que existem que se sente a necessidade de catalogá-los. (...) Agora se sente a necessidade não de buscar livros – isso deixou de ser um problema real – mas de promover a leitura e buscar leitores. E, de fato, nessa etapa as bibliotecas se multiplicam e com elas os bibliotecários. Já é uma profissão que ocupa muitas pessoas” (p. 21-22).
Continuando, Ortega y Gasset, como se fosse numa aula de história, comenta que a Revolução Francesa transformou a sociedade européia. Para ele “esta sociedade foi consequência última daquela fé no livro sentida pelo Renascimento. A sociedade democrática é filha do livro, é o triunfo do livro escrito pelo homem escritor sobre o livro revelado por Deus e sobre os livros das leis ditadas pela autocracia. (...) O livro tornou-se socialmente imprescindível. É a época, por isso, em que surge o fenômeno das enormes tiragens. (...) O Estado oficializa as ciências e as letras. Reconhece no livro uma função pública e o considera um organismo político fundamental. Em virtude disso, a profissão de bibliotecário se converte em burocracia, por uma razão de Estado. Chegamos, pois, (...) à fase em que o livro se tornou uma necessidade imprescindível” (p. 24-26).
Em seguida, o filósofo espanhol aponta que, no Ocidente, até os meados do século XIX, o livro era uma necessidade social e também um instrumento benéfico por minorar as dificuldades de conservar todas as idéias. Porém, já no século seguinte, com o aumento das tiragens e de novos títulos, em toda a Europa existia a impressão de que havia “demasiados livros, ao contrário do que acontecia no Renascimento. O livro deixou de ser um desejo e é sentido como um peso. O próprio homem de ciência adverte que uma das grandes dificuldades de seu trabalho está em orientar-se na bibliografia do seu tema” (p. 34). Aqui, Ortega y Gasset aponta para o fenômeno que, tempos depois, seria denominado “explosão documental”.
Assinala-se aqui que, foi no século XX, que ocorreu o enorme incremento no volume de informação registrada e também das pessoas alfabetizadas, potencialmente produtoras de novos documentos. Daí a aceitação do uso da metáfora “explosão” para qualificar esse contexto como explosivo. Para domar essa “explosão” é sugerida uma nova missão para o bibliotecário, pois, até aquele momento, esse profissional tinha “se ocupado principalmente do livro como coisa, como objeto material. A partir de hoje terá que cuidar do livro como função viva: terá de exercer a polícia do livro e tornar-se domador do livro enfurecido” (p. 39).
Agora é preciso ver o livro como conflito. Nesse ponto o autor espanhol analisa três tópicos relacionados com essa situação conflituosa. O primeiro tópico se refere ao volume de livros, pois “mesmo reduzindo bastante o número de temas a que cada homem dedica sua atenção, a quantidade de livros que ele precisa absorver é tão gigantesca que supera os limites de seu tempo e sua capacidade de assimilação” (p.40). Assim, para penetrar nessa “selva de livros” serão necessários novos instrumentos. Neste ponto, de forma interessante, Ortega y Gasset propõe uma “estatística de idéias” – conceito anteriormente denominado bibliometria, em 1934, por Paulo Otlet, em seu clássico Traité de documentation – para determinar “com rigor o instante cronológico quando nasce uma idéia, o processo de sua difusão, o período exato durante o qual perdura como vigência coletiva e, por fim, a hora do seu declínio” (p. 42).
Nesse mesmo tópico o autor, dez anos antes do surgimento do primeiro computador, sugere a criação de “uma nova técnica bibliográfica de um automatismo rigoroso” (p.43). É possível que aqui esteja a semente da idéia de utilização dos enormes potenciais do que hoje conhecemos por tecnologia da informação em prol da modernização do fluxo informacional. Foi acertada, portanto, a intuição do filósofo espanhol de uma ordenação rigorosa e rápida da bibliografia, felizmente conseguida com a utilização, cada vez mais crescente, do computador e da internet.
No segundo tópico, o autor ao comentar essa explosão documental sugere que a profissão do bibliotecário “será incumbida pela sociedade de regular a produção do livro, a fim de evitar que se publiquem os que forem desnecessários e, que, em compensação, não faltem aqueles que são exigidos” (p. 43-44). É sugerido que o bibliotecário tenha um novo papel profissional, quase similar ao de censor. Essa ideia, conforme comentada no posfácio provocou enormes discussões em diversos países.
No último tópico, é apontada a importância do futuro bibliotecário “orientar o leitor não especializado na selva selvaggia dos livros, e ser o médico, o higienista de suas leituras” (p. 45). Aqui Ortega y Gasset está propondo ações relacionadas com o treinamento e educação do usuário. É possível que também esteja sugerindo uma seleção criteriosa dos volumes contidos nos acervos e nas indicações de leituras. Ao final deste tópico, o filósofo mencionou uma frase muito conhecida em nosso contexto: “nesta dimensão de seu ofício imagino o futuro bibliotecário como um filtro que se interpõe entre a torrente de livros e o homem” (p. 46). Propôs, portanto, que o bibliotecário seja o mediador/avaliador entre o documento e o usuário – um conceito que perdura até hoje.
Nota-se, assim, que veio em boa hora o lançamento da Missão do bibliotecário. Esse ensaio tem sido reeditado com frequência, traduzido para vários idiomas e objeto de inúmeras discussões e debates em artigos de periódicos, cursos e teses acadêmicas. Esse lançamento veio facilitar o acesso por parte do aluno de biblioteconomia à fonte original e, para o bibliotecário, a chance de sair um pouco do seu pragmatismo exacerbado, parando um pouco para refletir sobre uma filosofia da profissão sugerida sete décadas atrás pelo grande Ortega y Gasset. Suas idéias ainda são válidas e precisam ser conhecidas, discutidas e divulgadas na nossa área.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Para onde caminha a carreira do Profissional da Informação?


19 Comentários

Desculpem a minha ignorância, mas alguém me sabe dizer com alguma certeza quais são as projecções da representatividade do Profissional da Informação no mercado de trabalho daqui a 5 ou 10 anos?

Para quem sai agora dos cursos de Licenciatura, Pós-Graduação ou Mestrado, quais são os projectos que estes jovens profissionais da informação estão abraçar?

Será que estão a ter algum acompanhamento por parte das associações de profissionais?


Era interessante se pudéssemos reflectir um pouco sobre estes pontos...

terça-feira, 22 de setembro de 2009

IFLA: 10 maneiras de fazer funcionar uma Biblioteca Pública


0 Comentários

A Secção de Bibliotecas Públicas da IFLA publicou recentemente recomendações que vêm complementar o Manifesto da UNESCO sobre Bibliotecas Públicas de 1994. Com o título 10 ways to make a public library work / Update your libraries são apontados caminhos para colocar os serviços da biblioteca pública no século XXI, através do recurso às novas tecnologias.

As recomendações assinalam o importante papel da biblioteca no universo digital em constante mudança.

Sublinham a necessidade de criar uma sabedoria global – World Wide Wisdom –, conhecimento e entendimento capazes de transpor barreiras ao diálogo entre diferentes culturas. Defendem que o bibliotecário deve actuar enquanto educador e formador da comunidade, e não apenas como guardião do conhecimento.

É sustentada a necessidade de fazer da biblioteca pública um espaço de encontro da comunidade, no qual coexistam os papéis de biblioteca, arquivo, museu e centro de cultura, criando a “biblioteca combinada”.

Fonte: Newsletter da BAD

sexta-feira, 4 de abril de 2008

1ª Jornada de Gestão da Carreira 2008 ESEIG - IPP - 9 a 11 de Abril


0 Comentários

A "1ª Jornada de Gestão da Carreira" realizar-se-á nas instalações da ESEIG – Escola Superior de Estudos Industriais e de Gestão do IPP - Instituto Politécnico do Porto nas cidades de Póvoa do Varzim / Vila do Conde, no período de 9 a 11 de Abril de 2008, com actividades divididas em Palestras e Secções Técnicas, além de diversas actividades Sociais e de Recreação para os participantes e acompanhantes.

Na 1ª Jornada de Gestão da Carreira, cada área científica da ESEIG - Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação, Contabilidade e Administração, Design, Ensino, Engenharia, Gestão e Administração Hoteleira, Recursos Humanos – pretende contribuir, de forma diversa, para um objectivo comum, seja com a presença de especialistas em gestão da carreira, seja com a presença de profissionais nas respectivas áreas.

A ESEIG espera que esta iniciativa constitua um momento privilegiado para pontuar as carreiras objectivas e subjectivas dos participantes nesta 1ª Jornada de Gestão da Carreira com a oportunidade de enriquecimento do conhecimento acerca de si próprio e do mundo do trabalho, promovendo assim, uma gestão da carreira mais efectiva.

Conheça o Programa da 1ª Jornada de Gestão da Carreira e obtenha mais informações em: www.eseig.ipp.pt/gestaodacarreira2008

Informação disponibilizada pelo caro amigo António Castro, aluno de Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

As dez melhores suposições sobre o futuro das Bibliotecas Académicas e dos Bibliotecários


1 Comentários

Dada a pertinência do tema, replico neste espaço uma notícia publicada no blogue do Fabiano Caruso. Estas suposições foram compiladas a partir do Stephen Lighthouse, com base no relatório da “Association of College and Research Libraries”, de Janeiro de 2008:
  • 1. Haverá uma maior ênfase na digitalização de coleções, conservação de arquivos digitais, e melhoria dos métodos do armazenamento de dados, recuperação, curação, e serviços.
  • 2. As competências dos bibliotecários continuará a desenvolver-se em resposta às mudanças das necessidades e as expectativas das populações às que eles servem, e o contexto profissional da equipe de suporte da biblioteca ficará cada vez mais diversificado em apoio a novos programas de serviços e necessidades administrativas.
  • 3. Os estudantes e o corpo docente da faculdade continuarão exigindo o acesso crescente a recursos de biblioteca e serviços, e esperar encontrar uma presença de biblioteca digital rica tanto no emprego de sistemas acadêmicos com as funcionalidades de computação social.
  • 4. Os debates sobre a propriedade intelectual ficarão cada vez mais comuns no ensino superior, e os recursos e a programação educativa relacionada à gerência de propriedade intelectual serão uma parte importante dos serviços da biblioteca à comunidade acadêmica.
  • 5. A evolução da tecnologia de informação formará tanto a prática da pesquisa escolar como a rotina diária de estudantes e corpo docente, e as exigências por serviços relacionados à tecnologia e ambientes de usuário ricos em tecnologia continuarão crescendo e necessitarão investimento adicional.
  • 6. A educação superior será cada vez mais abordada como um negócio, e serão cobradas mais responsabilidade e medidas quantitativas relativas as contribuições da biblioteca para a pesquisa, ensino, e as estratégias de serviços da instituição criarão programas de avaliação de biblioteca aproximando-os da alocação de recursos de recursos institucionais.
  • 7. Como a parte “do negócio do ensino superior,” os estudantes se enxergarão cada vez mais como “os clientes” da biblioteca acadêmica e exigirão facilidades de alta qualidade, recursos, e serviços afinados para as suas necessidades e preocupações.
  • 8. A aprendizagem online continuará expandir-se como uma opção de estudantes e corpo docente - tanto no ambiente universitário e fora dele - e as bibliotecas investirão em recursos e serviços para uma comunidade acadêmica distribuída.
  • 9. A demanda por acesso livre, acesso público a dados, e aos resultados de pesquisa, como parte de programas de pesquisa com financiamento públicos continuará crescendo.
  • 10. A proteção da privacidade e o suporte a liberdade intelectual continuará crescendo e definindo questões relativas as bibliotecas acadêmicas e os bibliotecários.
Aceda ao relatório Envrironmental Scan 2007 da ACRL (PDF | 248 Kb | 29 pág.)

Fonte: Blogue de Fabiano Caruso

Arquivo

Categorias