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quarta-feira, 3 de março de 2010

Porto Editora disponibiliza resumos de obras literárias para telemóveis


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Versões resumidas de obras como “Memorial do Convento” ou “Felizmente Há Luar” estão agora disponíveis para telemóvel, numa iniciativa da Porto Editora, que procura “adaptar os conteúdos aos dias de hoje” sem substituir os antigos suportes.

“A disponibilização de conteúdos digitais para suportes móveis é um passo que andávamos a preparar há alguns meses e que agora damos, apostando numa área que nos é bastante querida: a educação”, revelou Paulo Gonçalves, do gabinete de comunicação e imagem da Porto Editora, à agência Lusa.

Os conteúdos da colecção Resumos Mobile foram organizados por professores especializados e desenvolvidos para iPhone e para telemóveis com sistema operativo Symbian S60 (por exemplo, Nokia N73, N78 e N95), sendo compatíveis com iPod Touch e iPad.

Segundo o responsável, estão disponíveis “resumos de estudo de obras em língua portuguesa de autores consagrados que são abordados no ensino secundário”, com vista a “apoiar o estudo dos alunos que, quando estão a preparar-se para os exames, podem agora aceder a conteúdos via telemóvel”, seja para leitura ou audição.

Às obras “Felizmente Há Luar”, de Luís de Sttau Monteiro, e “O Memorial do Convento”, de José Saramago, juntar-se-ão, em breve, “Os Maias”, de Eça de Queirós, “Frei Luís de Sousa”, de Almeida Garrett, “Mensagem”, de Fernando Pessoa, ou “Os Lusíadas”, de Luís de Camões.

“A partir de agora é possível vermos jovens estudantes na rua com os seus telemóveis e os seus auriculares a ouvir os resumos”, assim se preparando “para os exames ou para as provas”, declarou Paulo Gonçalves, salientando que as novas plataformas não pretendem substituir outras, mas sim oferecer “opções complementares”.

Nessa lógica, “esta forma de aceder aos conteúdos educativos não vai retirar a utilização dos livros auxiliares”, podendo até “estimular o acesso ou o interesse por esse tipo de edições”.

“A nossa experiência diz-nos que a disponibilização de novos formatos, novos suportes, aumenta o interesse nos conteúdos por parte dos utilizadores. E isso tem reflexo na procura de edições em papel”, acrescentou.

Os conteúdos podem ser adquiridos na Apple Store, no site da Porto Editora ou na sua versão mobile, alojada em m.portoeditora.pt, onde é também possível aceder a uma enciclopédia, a 13 dicionários e ao Vocabulário Ortográfico de Língua Portuguesa.

Aqui, além de uma versão para a generalidade dos telemóveis com acesso à Internet, existe uma outra, especialmente concebida para ambiente iPhone.

Fonte: Público

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Nova Biblioteca disponibiliza livros online para crianças


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Foi criada a Biblioteca de Livros Digitais (BLD), cujas obras reúnem diversas vertentes que tornam a leitura particularmente apelativa, convidando os leitores a transformarem-se em escritores ou ilustradores e a partilharem as suas produções com os cibernautas inscritos na Biblioteca dos Livros da Malta. Neste momento, a BLD disponibiliza nove obras para diversas faixas etárias, desde o pré-escolar até à idade adulta, e está previsto que sejam disponibilizadas mais 35 durante o próximo semestre.
Além da leitura, cada obra apresenta vários “extras”, nomeadamente: cinema de animação, vídeo e áudio; uma apresentação animada das personagens principais; comentários de autores e ilustradores; uma leitura dramatizada da história; e, no final do livro, há um espaço que pode ser utilizado para escrever ou ilustrar, criando uma versão personalizada. Através do registo na Biblioteca dos Livros da Malta, os leitores podem, ainda, enviar e-mails aos restantes membros da comunidade virtual, recomendando livros e divulgando os textos que escreveram.

Nesta fase, a prioridade vai ser dada às obras destinadas às crianças entre os cinco e os sete anos e, de acordo com o Ministério da Educação, “o grande objectivo deste projecto, que envolve o Centro de Investigação para as Tecnologias Interactivas, o Plano Nacional de Leitura, a Rede de Bibliotecas Escolares e o Plano Nacional de Ensino do Português, é a criação de um instrumento que promova a leitura, tirando partido da natural apetência que os mais jovens têm pelas novas tecnologias”.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Psicólogo defende que relacionamentos que começam on-line duram mais


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O psicólogo e investigador Erich H. Witte deu a conhecer mais um resultado bem interessante sobre o impacto da tecnologia sobre o homem e dos seus hábitos.
Um psicólogo alemão, investigador da Universidade de Hamburgo, defende que quem começa um relacionamento amoroso através da Internet tem menos probabilidades de se divorciar.

Citado pela agência noticiosa argentina Telam Erich H. Witte, que tem dedicado o seu tempo a investigar as relações amorosas, defende que as relações que se iniciam on-line são as mais que mais duram, porque quem recorre a este tipo de serviços para encontrar o seu par pode escolher os parâmetros que pretende, logo terá mais probabilidade de ter uma «relação duradora e feliz».

O psicólogo vai mais longe ao afirmar que «a quantidade de divórcios podia ser menor do que no caso das uniões casuais» se mais pessoas procurassem companheiro na Internet.

Erich H. Witte prevê ainda que «em dez anos a Internet vai ser o meio principal» para procurar par amoroso. Fonte: SOL
As TIC vieram potenciar as rápidas transformações culturais e sociológicas a que temos assistido nas 2 últimas décadas. O comportamento informacional do homem é cada vez mais mutante e imprevisível!

Face a estas transformações do comportamento humano, coloco-vos a seguinte questão para reflectir um pouco...

Quais são os limites da ubiquidade existencial, da relação entre a vida física e a digital?

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Publicação eletrónica e a pobreza intelectual


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A internet facilitou demais o processo de pesquisa.

Artigo publicado no “O Estado de SP”, por Fernando Reinach (fernando@reinach.com), é biólogo.

“Fernando, me arranja um link legal sobre Amazônia? Luciene.” Recebo toda semana e-mails como esse. São estudantes tentando escrever um trabalho escolar. Enviar e-mail é mais fácil do que pesquisar no Google e, com sorte, basta copiar o conteúdo do “link legal” e entregar ao professor.

Até 1980 isso era impossível. Um estudante ou um cientista em busca de informação tinham de fuçar nas bibliotecas. Os catálogos, em papel, eram incompletos e mal-organizados. Logo, as mesas se entulhavam de volumes a serem vasculhados manualmente. Era necessário ler muito para localizar a informação desejada. Hoje os mecanismos de busca nos levam diretamente para a informação. Livros e revistas acadêmicas estão digitalizados e disponíveis na internet.

Não há dúvida de que a publicação eletrônica facilita a localização de dados, mas muitos afirmam que isso provoca certa pobreza intelectual. Para esses críticos, a obrigatoriedade de lidar com informações mal-organizadas forçava cientistas e estudantes a ler grande diversidade de conteúdos antes de encontrar o que buscavam.
Aceda ao texto completo no Jornal da Ciência. Notícia acedida via ExtraLibris

segunda-feira, 16 de junho de 2008

A internet emburrece?


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A Internet emburrece?`
Autor: Gilberto Dimenstein
Fonte: Folha de São Paulo Data: 15 de junho de 2008

As redes facilitaram o acesso à informação, mas também facilitaram a apropriação de reflexões dos outros
Imagine 687 mil universitários ou recém-formados disputando 2.500 vagas de estágio e de programas de trainee. Isso equivale a aproximadamente 2.800 candidatos por vaga. Só para dar uma medida de comparação: é uma proporção 25 vezes maior do que a dos vestibulares das mais disputadas faculdades brasileiras.
O que você acha que ocorreu com tanta gente disputando tão poucos empregos? Pergunte a algumas das 57 empresas, entre as quais a Microsoft, a Natura, a Unilever, a Braskem e o ABN-Amro, que participaram da seleção. Não ocorreu o óbvio.
Responsável pela aplicação dos testes em 2007, a psicóloga Sofia Esteves constatou que algumas das empresas não preencheram vagas ou tiveram de se contentar com a repescagem, obrigadas a diminuir o nível de exigência. "Há uma distância crescente entre o perfil desejado pelas empresas e a qualidade dos universitários", afirma.
Além das óbvias questões educacionais, relembradas na semana passada, com a divulgação de um índice de qualidade do ensino (Ideb), a psicóloga levanta mais uma hipótese: excesso de internet. Seria essa mais uma das retrógradas reações típicas de quem tem fobia tecnológica?
Sofia conta que alguns exames foram abrandados ou até eliminados. Numa prova de língua portuguesa, apenas um entre 1.800 candidatos foi aprovado. Decidiu-se então abolir esse requisito -o candidato passou a ser eliminado apenas quando comete, na redação, um erro do tipo escrever experiência com "ç".
Na seleção, porém, a dificuldade tem sido menos a de escrever segundo as normas gramaticais (o que já é grave) do que a de expor criativamente uma idéia -um critério relevante porque as empresas querem funcionários capazes de enfrentar desafios com autonomia. E aí, na visão da psicóloga, entraria a ação nociva da internet.
É verdade que as redes digitais facilitaram, como nunca, o acesso a qualquer tipo de informação, mas também é fato que facilitaram a apropriação de reflexões dos outros. É sabido que muitos alunos, na hora de fazer as lições, montam uma colagem de textos encontrados na internet. "Estão perdendo o hábito de ler um livro inteiro e fazer um resumo."
Pula-se velozmente de galho em galho digital, numa interatividade hiperativa. A hipótese é que, por isso, sairia prejudicada a busca de profundidade.
A combinação de excesso de informação com hiperatividade foi um dos fatores que motivaram Mark Bauerlein, professor da Universidade Emory, em Atlanta (EUA), a escrever um livro intitulado "A Mais Burra das Gerações: Como a Era Digital Está Emburrecendo os Jovens Americanos e Ameaçando Nosso Futuro". Burrice seria, na sua visão, 52% dos adolescentes americanos terem respondido em uma prova que a Alemanha foi aliada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial.
Sua tese central é a de que as tecnologias digitais permitiram que os jovens passassem ainda mais horas do dia trocando informações com seus pares, mas, ao mesmo tempo, diminuiu o tempo de intermediação dos adultos nos processos de aprendizado.
Diante daquela avalanche de dados em tempo real, ficaria então mais difícil para os jovens aprender a selecionar e expor o que é relevante no conhecimento tudo isso acaba prejudicando a liderança e a capacidade de trabalhar em grupo.
A avalanche digital não teria maiores problemas se o jovem não fosse obrigado a buscar um emprego que exigisse criatividade e autonomia para solucionar desafios o que requer necessariamente a capacidade de síntese e a habilidade de selecionar uma informação relevante. Justamente uma das razões, entre várias, para que aqueles 687 mil universitários brasileiros não conseguissem preencher 2.500 vagas.
PS- Como trabalho simultaneamente com comunicação e educação, tenho observado que, embora adore a abundância de informação, reverencie a possibilidade de escolhas e aprecie ainda mais a possibilidade de interagir, coisas que vieram mesmo para ficar (e é bom que fiquem), o jovem se sente confuso e demanda cada vez mais a intermediação de gente em quem possa confiar para ajudar na seleção das informações.
Ele vê com desconfiança os meios de comunicação tradicionais como a escola, por suspeitar que eles não conseguem traduzir o que é relevante para sua vida. Por esse ângulo, nós é que somos emburrecidos. Tanto a escola como o jornal do futuro vão estar assentados na solução desse desafio ou vão ficar estacionados no passado.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Jornadas UNESCO de Formação de Formadores em Alfabetização Informacional


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27 -30 Outubro de 2008, Biblioteca da Andaluzia, Granada, Espanha

As “Jornadas UNESCO sobre Formação de Formadores em ALFIN” organizado pela Biblioteca da Andaluzia da Consejería de Cultura da Junta da Andaluzia com o patrocínio da Universidade de Granada, o Ministério de Cultura e a Fundação Três Culturas, terá lugar durante os dias 27 e 30 de Outubro de 2008 na Biblioteca da Andaluzia, em Granada, e na Fundação Três Culturas, em Sevilha.

O objectivo principal destas jornadas é o de oferecer a profissionais da formação em competências informacionais, ou Alfabetização Informacional, uma oportunidade de alargamento e aprofundamento dos seus conhecimentos e de suas práticas de formação em Alfabetização Informacional, assim como de partilhar informação, experiências e melhores práticas sobre as questões mais actuais, as teorias e conceitos sobre o processo de ensino/aprendizagem em Alfabetização Informacional, com especial ênfase na utilização de ferramentas da Web 2.0 em actividades de formação em Alfabetização Informacional e elaboração de materiais de formação em Alfabetização Informacional para segmentos de população específica.

A Alfabetização/Literacia Informacional é um conjunto de habilidades e sub-competências que abrangem o ciclo completo de saber articular as necessidades de informação para poder encontrar, localizar, avaliar e utilizar a informação pertinente de forma eficaz e responsável. Uma pessoa alfabetizada em informação é alguém que sabe aproveitar os recursos de informação disponíveis na sociedade actual nos ambientes mais diversos para manter-se informado no dia a dia e para continuar a aprender ao longo da vida.

Convocatória: O prazo de apresentação de candidaturas dura até 31 de Maio de 2008

Inscrição: Enviando o Formulário de Candidatura por correio electrónico para ilit@incite.pt

O número máximo de participantes estabeleceu-se em 40 pessoas, prevendo-se 10 participações portuguesas.


Fonte: INCITE

Informação disponibilizada pelo Júlio Anjos, do blogue Bibliotecário 2.0

sábado, 19 de abril de 2008

Portugueses afirmam que os hábitos de leitura estão a crescer


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A maioria dos portugueses considera que a leitura é útil, que tem vindo a crescer nos últimos dez anos e que é importante para as sociedades actuais. Estes são algumas das conclusões hoje apresentadas pelo Relatório de Avaliação do Plano Nacional de Leitura (PNL), estudo liderado pelo sociólogo António Firmino da Costa, do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE). O PNL completa um ano este mês.

Numa das partes do relatório, intitulada “Barómetro de opinião pública - atitudes dos portugueses perante Leitura e o Plano Nacional de Leitura”, a amostra foi inquirida sobre a importância social da leitura e os seus hábitos pessoais. Apesar de concordar que os hábitos de leitura aumentaram, 68 por cento dos portugueses considera que no país se lê menos do que no conjunto da União Europeia. “Comparando com a Europa, os portugueses ainda lêem pouco mas a tendência é positiva”, disse ao PÚBLICO Isabel Alçada, comissária do PNL.

A maior parte dos inquiridos, 79 por cento, reconhece a utilidade da leitura, enquanto menos da metade, 44 por cento, afirma ter hábitos de leitura. O gosto de ler está presente em 58 por cento da amostra e 61 por cento vê a leitura como um prazer. No que toca às capacidades de leitura, 63 por cento dos inquiridos avaliam-nas como sendo boas ou mesmo muito boas.

O aumento dos hábitos está relacionado com a leitura através das novas tecnologias: mensagens no telemóvel, computador e acesso à Internet. Embora menos acentuado, há também o consenso no crescimento da leitura em outros suportes, como livros, jornais e revistas. “O livro é o instrumento essencial para se ler melhor mas temos de estar abertos a todas as formas de leitura”, referiu a comissária do PNL.

A importância da leitura para enriquecimento pessoal decresce consoante o grau de escolaridade, uma vez que 98 por cento dos inquiridos com ensino superior considera a leitura importante ou mesmo muito importante na sua vida. Em contraponto, esta opinião está presente em 50 por cento dos que não completaram qualquer grau de ensino. O gosto pela leitura está presente em 98 por cento dos inquiridos com ensino superior e em 29 por cento daqueles que não têm nenhuma formação.

Quanto ao conhecimento do PNL, 31 por cento já ouviram falar dele, principalmente pela televisão. À medida que aumenta o nível de escolaridade cresce o número de pessoas que já conhecem o plano. O Barómetro ouviu 1037 pessoas das principais regiões do país, dos 15 aos 65 anos, passando por todos os níveis de escolaridade.

O PNL tem posto o país a ler mais, com diversas iniciativas que vão desde a escola primária aos centros de saúde. Um dos objectivos é tentar fazer com que a “próxima geração leia mais e melhor”. Isabel Alçada faz um “balanço muito positivo” do primeiro ano.
Fonte: Publico.pt

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

A UNESCO e a IFLA convidam a propor um logótipo Internacional sobre a literacia informativa


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A UNESCO e a IFLA convidam a propor um logótipo Internacional para identificar o trabalho de desenvolvimento das habilidades informativas, igualmente denominado literacia informativa.

O objectivo deste logótipo é facilitar a comunicação entre aqueles que levam a cabo projectos de litareacia informativa, a sua comunidade e a sociedade en geral. O logo será promovido como um símbolo internacional da literacia informacional en todo o mundo.

Website: Information Literacy Resources Directory

Fonte: APBAD


sábado, 24 de novembro de 2007

Estudo "O Papel da Sociedade da Informação no aproximar das Regiões"


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A APDSI - Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação apresentou, no dia 25 de Setembro, o estudo "O Papel da Sociedade da Informação no aproximar das Regiões".
Neste analisam-se as possibilidades de exploração das novas tecnologias da informação e comunicação na fixação das populações e no desenvolvimento das regiões mais periféricas e desfavorecidas.


Aceda ao estudo "O Papel da Sociedade da Informação no aproximar das Regiões" (PDF | 946 kb)

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Dia Internacional da Biblioteca Escolar


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22 de Outubro de 2007


quarta-feira, 18 de julho de 2007

Literacia Digital


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O Curriculum Microsoft Literacia Digital foi desenvolvido para todo o mundo e pretende apoiar o objectivo definido pelas Nações Unidas de formação de 250 milhões de cidadãos em todo o mundo. O objectivo é validar ou obter competências em tecnologias de Informação e Comunicação.

O programa é um dos resultados do acordo de parceria assinado entre o Estado português e a Microsoft e tem como objectivo facilitar a obtenção de certificados de competências.


Consultar: Curriculum Microsoft Literacia Digital
Fonte: Nesi

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Portugal cai um ponto num "ranking" de literacia digital


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Alemanha e Irlanda registam as maiores quedas, no universo das oportunidades para novas tecnologias, face a 2006.

Portugal desceu um lugar na escala de literacia digital ("e-readiness") do "Economist Intelligence Unit" (EUI) de 2007, liderada pela Dinamarca. O estudo revela que Portugal está no 27º posto, a seguir a países como Itália e França.

A literacia digital é uma forma de equacionar a receptividade de um mercado em relação a eventuais oportunidades proporcionadas por novas tecnologias. Desta forma é também possível estudar a forma como as empresas e os utilizadores individuais aproveitam os bens e serviços electrónicos. A análise contempla apenas os países da Zona Euro, excepto o Luxemburgo, que não faz parte da pesquisa.

Só a Itália manteve o mesmo lugar do ano transacto (o 25º posto), tendo os restantes sofrido oscilações na classificação. Portugal e a Eslovénia caíram um posto, tendo as maiores quebras sido para a Alemanha, que desceu sete lugares, e Irlanda, que caiu cinco posições.

Na classificação geral, que conta com 69 países, a Holanda está em oitavo lugar este ano, tendo descido dois lugares face a 2006 e a Finlândia encontra-se em 10º, já que recuou três posições. Segue-se a Áustria, que registou uma descida de três lugares para 11º.

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Notícia completa em JornalismoPortoNet

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