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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Biblioteca com padrão FIFA


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No início de junho de 2013 começaram na capital gaúcha e depois, paulatinamente foi expandida para outras capitais, uma série de manifestações contra reajustes das tarifas dos transportes urbanos. Essas ações configuraram um movimento reivindicatório de abrangência nacional, que contempla uma pauta que passou a incluir inúmeras reivindicações. As principais delas são:
a)                   Melhoria no sistema de saúde, pois é comum nos hospitais públicos a existência de longas filas para o atendimento do cidadão e à falta de leitos hospitalares, ocorrendo casos de pacientes ficarem nos corredores dos hospitais, sendo que muitos deles no chão.
b)                 Melhoria na educação, com melhor estrutura física das escolas, melhores salários para os professores, acesso à internet, existência de bibliotecas.
c)                   Melhoria na segurança; nos últimos tempos têm ocorrido muitas mortes cometidas por jovens que ficam impunes e estão abrigados por uma legislação que dá liberdade a esses infratores quando atingem a maioridade, no caso 18 anos.
d)                  Gastos nababescos com estádios de futebol para a Copa do Mundo – no caso de Brasília os custos finais devem atingir um bilhão de dólares (sim, de dólares);
e)                   Fim da corrupção -- agora uma praga quase que generalizada nos três níveis de governos. Em quase todos os lugares devem existir processos contra a corrupção inconclusos ou que se arrastam por muito tempo.
f)                   A prisão dos envolvidos com o escândalo do grupo dos “Mensaleiros”, integrado por mais de trinta pessoas, entre elas ex-ministro e parlamentares. Esse processo vem se arrastando por mais de sete anos no Supremo Tribunal Federal e alguns dos envolvidos voltaram a ocupar cargos importantes devido a brechas na legislação.
g)                  A não aprovação da Proposta de Emenda Constitucional 37 (PEC 37) que reduz os poderes de investigação do Ministério Público, ficando a Polícia Federal – supervisionada pelo Poder Executivo – como única responsável por esse tipo de investigação.
O movimento está crescendo e ontem, 20 de junho, aconteceram passeatas em mais de 120 cidades brasileiras, trazendo às ruas quase dois milhões de pessoas. Em algumas dessas manifestações ocorreram violência – sempre existe uma minoria que procura provocar incêndios, roubar lojas, destruir placas de trânsito, entre outras coisas. O certo é que não se sabe como isto tudo irá terminar.
Os manifestantes são em sua maioria jovens estudantes que defende redução de tarifas ou mesmo eliminação delas do transporte público das cidades. A eles se somaram integrantes de outros movimentos sociais e pessoas comuns; quase todos usam as redes sociais como ferramentas de mobilização e divulgação.
É comum ver na imprensa que o “o Brasil agora acordou” e que os manifestantes desejam mudá-lo – vale lembrar que o Hino Nacional tem uma estrofe que diz que o país está “deitado eternamente em berço esplêndido”. Será que o gigante está acordando, meio zonzo com o cheiro do gás lacrimogêneo?
Neste contexto de demandas sociais creio que os bibliotecários, arquivistas, museólogos e outros profissionais da informação poderiam engrossar as passeatas, levando cartazes contendo dizeres como: “Queremos bibliotecas com o padrão FIFA”, “O Brasil quer arquivos com o padrão FIFA”, ou mesmo, “Agora é hora de museus com padrão FIFA”.
Gostemos ou não este parece ser um momento histórico.


Murilo Cunha

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

São Tomé e Príncipe: 15 computadores roubados da Biblioteca Nacional


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Fonte: Jornal ST. Data: 14/12/2011.

URL: http://www.jornal.st/noticias.php?noticia=100034972

São Tomé – Assaltantes roubaram 15 computadores, instalados com o apoio de Taiwan, da Biblioteca Nacional, no passado fim-de-semana.

Este assalto está a prejudicar muito a formação dos funcionários públicos, no sector das tecnologias de informação.

Nazaré Ceita, Directora da instituição sediada no centro da cidade de São Tomé, revelou que a referida acção de formação está suspensa e mostrou-se indignada, uma vez que, segundo diz, a aquisição do equipamento foi resultado de muitos anos de trabalho.

Os autores ainda não foram identificados, mas o caso está a ser investigado pela Polícia de Investigação Criminal.

(c) PNN Portuguese News Network

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

A Biblioteca Nacional de Portugal acaba de lançar a sua livraria online


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A Biblioteca Nacional de Portugal acaba de lançar um novo serviço que será uma mais valia para os profissionais da informação, trata-se da sua livraria online! Podem aceder à mesma no seguinte url: http://livrariaonline.bnportugal.pt

terça-feira, 28 de abril de 2009

Programa de Formação BNP 2009‏


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Encontra-se disponível o Programa de Formação da Biblioteca Nacional de Portugal 2009. O Programa e o respectivo Boletim de Inscrição podem ser acedidos no website da BNP.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Tesouros da Astronomia na Biblioteca Nacional


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Está em exibição, de 29 de Abril a 31 de Julho, na Biblioteca Nacional de Portugal (BNP), em Lisboa, a exposição «Estrelas de Papel: Livros de Astronomia dos séculos XIV a XVIII».
Pela primeira vez, a BNP reúne um conjunto fundamental das obras mais emblemáticas da história da Astronomia. Integrada nas celebrações do Ano Internacional da Astronomia (AIA 2009), a exposição «Estrelas de Papel» é uma oportunidade rara para conhecer a evolução da mais antiga das ciências exactas e perceber o fascínio que despertou em todos os povos e culturas.

São os melhores de todos os tempos e estão reunidos na Biblioteca Nacional de Portugal. De manuscritos de Alcobaça a códices árabes, de Ptolomeu ao avô de D. Dinis, as maiores estrelas da Astronomia são cabeças-de-cartaz de uma exposição inédita sobre as obras que redesenharam o Universo.

Era uma vez o homem que pôs a Terra no centro do Universo e o homem que a expulsou. E era uma vez o avô castelhano de D. Dinis, que posicionou os planetas. De Ptolomeu a Copérnico, de Afonso X a Newton, os nomes maiores da Astronomia dão o mote a uma mostra rara sobre as obras que desenharam e redesenharam o Universo.

Aceda ao texto completo da notícia em Ciência Hoje.
A entrada é livre.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Lançamento da Biblioteca Digital Europeia - EUROPEANA


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Bruxelas, Biblioteca Nacional da Bélgica | 20 Novembro 2008

Sob o lema Pensar Cultura, o protótipo da Biblioteca Digital Europeia - Europeana.eu – é hoje, 20 de Novembro de 2008, colocado em linha, oferecendo acesso a mais de 2 milhões de objectos digitais de 27 países europeus – imagens, textos, registos de som e vídeo - entre os quais se conta o acervo digital da Biblioteca Nacional de Portugal, parceiro do Projecto.

A cerimónia de lançamento, a decorrer na Biblioteca Nacional da Bélgica, conta com a presença do Presidente da Comissão Europeia, da Comissária Europeia para a Sociedade de Informação e Meios de Comunicação, Vivianne Reding, e dos ministros da cultura europeus.

  • O Projecto

O protótipo de Europeana é o resultado de um projecto de dois anos que teve início em Julho de 2007, consistindo numa Rede Temática financiada pela Comissão Europeia no âmbito do Programa eContentplus. Originalmente conhecida por European Digital Library network – EDLnet, consiste numa parceria de 100 representantes de organizações patrimoniais e científicas, e especialistas de tecnologias de informação, de toda a Europa, que contribuem para os módulos de trabalho em que estão a ser resolvidos os aspectos técnicos e de usabilidade. O Projecto é gerido por uma equipa central que opera na Biblioteca Nacional dos Países Baixos, a Koninklijke Bibliothek, desenvolvendo-se a partir da experiência de gestão e técnica da European Library (TEL) que é, por sua vez, um serviço da Conference of European National Libraries (CENL).

O Projecto é supervisionado pela EDL Foundation, que compreende as principais associações europeias do âmbito do património cultural, dos quatro domínios: bibliotecas, arquivos, museus e audiovisual.


  • Antecedentes

A ideia inicial da Europeana surgiu com uma carta à Presidência do Conselho e à Comissão, em 28 de Abril de 2005, em que seis Chefes de Estado e de Governo sugeriram a criação de uma biblioteca virtual europeia, com o objectivo de tornar os recursos culturais e científicos da Europa acessíveis a todos. A 30 de Setembro de 2005, a Comissão Europeia publicou a Comunicação i2010 – Bibliotecas Digitais, em que anunciou a sua estratégia para promover e apoiar a criação de uma Biblioteca Digital Europeia, como um dos objectivos estratégicos no âmbito da Information Society i2010 Initiative, orientada para impulsionar o crescimento e o emprego na sociedade da informação e indústrias de meios de comunicação.


  • Mais informação

O percurso de desenvolvimento, a arquitectura e as especificações técnicas do serviço estão publicados nos relatórios de resultados do projecto. Após o lançamento do protótipo da Europeana, a tarefa final do projecto consiste em recomendar um modelo de negócio que assegure a sua sustentabilidade futura, assim como serão reportados os desenvolvimentos de investigação e implementação necessários para tornar o património europeu cabalmente interoperável e acessível através de um verdadeiro serviço multilingue.

Fonte: Biblioteca Nacional

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

China inaugura biblioteca monumental


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Uma longo retângulo suspenso de 120 metros de comprimento em aço escovado e vidro é a marca do novo prédio da Biblioteca Nacional da China. Inaugurado nesta semana, o anexo que custou o equivalente a R$ 350 milhões demonstra que obras de impacto continuam a mudar a paisagem mesmo após a Olimpíada.
A Biblioteca virou a terceira maior do mundo com a nova construção. O antigo prédio, que não pode sofrer reformas por ser patrimônio nacional, guarda os tesouros da instituição e só pode receber visitas de acadêmicos e pesquisadores.O anexo é para o público geral --e feito para impressionar. Com 80 mil metros quadrados, tem 2.900 assentos, 460 computadores e oferece acesso à internet sem fio (wi-fi).
Os usuários podem usar leitores de livros digitais em palmtops para acessar os mais de 200 mil gigabytes de arquivo digital da instituição.O teto do retângulo que abriga a Biblioteca Digital é de vidro, o que permite o uso de luz natural na maior parte do tempo. A base do prédio é em pedra -mas o revestimento interno da principal sala de leitura, de três andares, é de madeira, como nas antigas bibliotecas.
O escritório de arquitetura alemão Engel e Zimmermann, que desenhou a obra após vencer um concurso internacional, projetou um prédio para 12 milhões de livros, ainda que a biblioteca tenha sido aberta com 600 mil. "A obra tem a capacidade para o crescimento da biblioteca nas próximas três décadas", diz o bibliotecário-chefe, Zhan Furui.Literatura controlada.
No último andar, que possui centenas de jornais e revistas para consulta, não há uma única publicação estrangeira. Também não há nenhum livro em inglês na nova biblioteca."Os livros em inglês ficam no velho prédio, onde o acesso é restrito. Aqui, só em chinês", diz o bibliotecário Li Bin. Apesar da modernidade, a nova biblioteca mantém a política de controle de informação cara ao Partido Comunista. São raros os locais de Pequim onde se encontram revistas estrangeiras. Quando há alguma reportagem crítica à China, os exemplares são recolhidos. Encomendas feitas à Amazon podem levar meses. Os pacotes são abertos pelo correio, que apreende livros sensíveis. A censura proíbe livros que falem sobre a repressão na Praça da Paz Celestial ou no Tibete, sobre a seita Falun Gong ou sobre direitos humanos.
Livros que tratem de sexo e erotismo são proibidos e chamados de "poluição espiritual". São os casos de obras que narram as aventuras sexuais de jovens chinesas, como "Shanghai Baby", "Beijing Doll" ou "Candy", e que viraram best-sellers no exterior.
No ano passado, a autora Zhang Yihe liderou uma campanha pela internet, sem sucesso, pelo fim à censura. Seus três livros, que contam o drama dos chineses durante a Revolução Cultural, são proibidos no país.O Escritório Geral de Imprensa e Publicações é responsável pela censura. A saída é a produção e distribuição clandestina de livros --estima-se que 60% dos livros que circulam na China sejam piratas. Calcula-se que haja cerca de 4.000 editoras clandestinas.
Fonte: Folha de S. Paulo
URL: www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u444941.shtml
Veja a foto: http://diversao.uol.com.br/album/ap_apm_20080913_album.jhtm

sábado, 28 de junho de 2008

Espólio de Fernando Pessoa na Internet


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Prosseguindo a política de divulgação do património bibliográfico nacional e de enriquecimento dos conteúdos em Língua Portuguesa na Internet, a Biblioteca Nacional de Portugal acaba de colocar em linha a digitalização integral dos CADERNOS DE FERNANDO PESSOA (em número de 29) pondo, assim, à disposição de todos mais 1 500 páginas de manuscritos pessoanos que vêm juntar-se aos do heterónimo ALBERTO CAEIRO, já acessíveis na Biblioteca Nacional Digital desde 2006.

Consulte os cadernos de:

Fonte: Serviço de Alertas da Biblioteca Nacional Digital

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Nova interface do Catálogo da Biblioteca Nacional de Portugal


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Já se encontra disponível a nova interface do Catálogo da Biblioteca Nacional de Portugal. Este oferece as suas funcionalidades numa estrutura mais ajustada às colecções da BNP.

Paralelamente, mantém-se em funcionamento o Catálogo da PORBASE e, transitoriamente, o do sistema Sirius.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Biblioteca Digital Europeia permitirá acesso a livros portugueses que não existem no país


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Em 2011 deverá ter seis milhões de livros

A Biblioteca Digital Europeia, que em 2011 deverá ter reunido seis milhões de livros, documentos e outros bens culturais de todos os países da União Europeia, poderá facilitar a consulta, em Portugal, de obras de autores portugueses que não existem no país, nem mesmo no depósito da Biblioteca Nacional.

Através do projecto de Biblioteca Digital Europeia, "visa-se o alargamento das colecções digitais disponíveis para consulta", assinalou Helena Patrício, responsável pela Biblioteca Nacional Digital (BND).

A BND é uma secção da Biblioteca Nacional que funciona desde 2002, disponibilizando actualmente mais de 9500 obras digitalizadas, incluindo livros na área da Arte, da História/Geografia, das Ciências Sociais, das Ciências Aplicadas e da Literatura/Linguística e onde se incluem títulos de Camilo Castelo Branco, António Feliciano de Castilho, Almeida Garrett, Alexandre Herculano ou Eça de Queirós.

Segundo Helena Patrício, a Biblioteca Nacional integra a rede temática da Biblioteca Digital Europeia, estando prevista, para o final de 2008, "a apresentação de um protótipo de portal para pesquisa e consulta de mais de dois milhões de objectos digitais provenientes de bibliotecas, arquivos, museus e arquivos audiovisuais".

A Biblioteca Nacional de Portugal participa igualmente no "The European Library" ("A Biblioteca Europeia"), um serviço a funcionar desde 2005 que propicia, actualmente, o acesso a recursos - bibliográficos ou digitais - de 47 bibliotecas nacionais de países europeus e que constitui um dos pilares da futura Biblioteca Digital Europeia.
[...]

Aceda ao texto integral do artigo em Público.pt

Websites interessantes relacionados com o tema:

domingo, 16 de dezembro de 2007

Biblioteca Nacional digitaliza jornais do século XIX


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Jornais do século XIX e enciclopédias e dicionários de XVI a XIX vão ser disponibilizados pela Biblioteca Nacional Digital em 2008. A Biblioteca Nacional Digital (BND) pretende disponibilizar ao grande público um acervo de obras desde o século XVI ao século XIX. Segundo Luísa Helena Patrício, directora dos serviços de informação da BND, vão ser digitalizadas «37 obras ou 33 mil páginas», uma vez que as publicações estão catalogadas página a página. A mesma responsável, lê-se no Público, adianta que vão ser disponibilizadas «300 mil páginas de jornais portugueses do século XIX». As obras digitalizadas pela BND, departamento da Biblioteca Nacional que já digitalizou 9563 obras desde 2002, pertencem ao fundo documental da Biblioteca Nacional, salvo casos pontuais.
Fonte: Exame Informática

sábado, 10 de novembro de 2007

Biblioteca Nacional mostra objectos e livros alusivos às Invasões Francesas


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A Biblioteca Nacional inaugurou esta semana uma exposição alusiva às Invasões Francesas (1807/1811) constituída por vários materiais de época, como caricaturas, fardas, editais e até livros escritos naquele período.

Consulte o website dedicado à exposição

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Biblioteca Nacional


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A Biblioteca Nacional está a desenvolver um projecto denominado RNOD – Registo Nacional de Obras Digitalizadas para, não só divulgar conteúdos digitais, mas também promover a difusão de recomendações e boas práticas ligadas à digitalização dos acervos documentais.


sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Seminário internacional: Conhecer e preservar para uma nova dimensão da cultura europeia no panorama digital


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| Direcção-Geral de Arquivos | Auditório | Setembro de 2007 |


A digitalização, a acessibilidade e a preservação a longo-prazo são três elementos fundamentais para a construção do futuro da herança cultural e científica da Europa no ambiente digital. Converter materiais analógicos e torná-los disponíveis em rede, bem como publicar, coleccionar e preservar conteúdos nascidos sob forma digital, são actividades que representam grandes oportunidades quer para aumentar a presença digital de conteúdos culturais da Europa quer para fortalecer a cidadania europeia.

No entanto, tais oportunidades significam também enormes desafios à gestão, partilha e reutilização desses conteúdos, em termos de enquadramentos legais, estratégias organizacionais, modelos económicos e soluções técnicas.

| Objectivo
Com vista à promoção e desenvolvimento da disponibilidade em linha de conteúdos digitais europeus, o Seminário proporcionará uma actualização e discussão dos tópicos mais relevantes na matéria. A necessidade de harmonização, cooperação e coordenação entre os diferentes tipos de intervenientes, instituições e estados-membro, será especialmente enfatizada.

| Audiência
O seminário destina-se a gestores e outros profissionais relacionados com a produção e distribuição de conteúdos digitais, tanto institucionais como da indústria, em especial os que trabalham em organizações da cultura tais como gestores de colecções, arquivistas, conservadores, bibliotecários e profissionais das tecnologias de informação envolvidos em projectos de digitalização ou produção de serviços de acesso a conteúdos em linha.

| Data e Local
7- 8 Setembro 2007 | Direcção-Geral de Arquivos | Auditório | Lisboa | Portugal

| Organização
Biblioteca Nacional de Portugal
Direcção-Geral de Arquivos
Gabinete de Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações internacionais

Consulte: Programa | Contactos e Informações úteis

Fonte: BN

Arquivo

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