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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Manuscritos do Mar Morto estão na Internet


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Documentos foram digitalizados e podem ser consultados online. 

Cinco rolos dos Manuscritos do Mar Morto, que incluem alguns dos textos bíblicos mais antigos, estão desde ontem disponíveis na Internet, depois de terem sido digitalizados no âmbito de projecto do Museu de Israel, em Jerusalém, e do Google, e podem ser consultados em http://dss.collections.imj.org.il/.

O Livro de Isaías, o Manuscrito da Guerra, o do Templo, o da Regras da Comunidade e o Comentário de Habacuque, o profeta, são os cinco manuscritos desde ontem online, 64 anos depois de os primeiros destes documentos terem sido descobertos em Qumran, a noroeste do Mar Morto, por um grupo de pastores que procurava uma cabra tresmalhada. 
Fonte: DN

sábado, 23 de outubro de 2010

Manuscritos do Mar Morto vão para a web


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Autora: Paula Rothman.

Fonte: Info Online. Data: 20/10/2010.

Fundação israelense responsável pela manutenção dos Manuscritos do Mar Morto faz parceria com Google para disponibilizá-los na web.

A coleção de 972 documentos é um dos grandes achados arqueológicos do século 20. Eles foram descobertos ao sul de Jerusalém em 1964, ao fundo de uma caverna às margens do Mar Morto e possuem mais de dois mil anos.

Ao todos, são mais de 30 mil fragmentos que contém as cópias mais antigas da Bíblia Hebraica, além de outras passagens de importância histórica e religiosa. Devido á sua fragilidade, eles são mantidos em ambientes com luz e temperatura controladas. Um pesquisador que queira ter acesso a eles só pode removê-los por algumas horas, para evitar a deterioração do material.

O objetivo da Israel Antiquities Authority é justamente tornar mais acessível esse conteúdo. Para isso, lançará Biblioteca Digital Leon Levy dos Manuscritos do Mar Morto, um projeto de custo estimado em US$3,5 milhões e que teve início há três anos.

Desde 2008, a IAA vem estudando a melhor maneira de digitalizar essas imagens em alta resolução. O método escolhido foi desenvolvido pela NASA e permite uma qualidade igual à visualização real – ou melhor: graças à luz infravermelha utilizada, será possível visualizar também coisas que já foram apagadas pelo tempo.

O equipamento deve ser instalado no início do ano que vem e, assim que as imagens começarem a ficar prontas, entra em cena a equipe do Google. Sua missão é não só colocar as imagens online, mas traduzir os textos originais em Hebraico, Aramaico e Grego para o Inglês. Além disso, a biblioteca contará com um mecanismo avançado de buscas. O melhor: todas as imagens estarão disponíveis de graça

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Bíblia mais antiga é publicada online


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Fonte: Reuters. Data: 6/7/2009.
URL: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/biblia-mais-antiga-e-publicada-online-06072009-14.shl?2
LONDRES - O Codex Sinaiticus [URL: http://www.codexsinaiticus.org/en/] foi manuscrito por quatro escribas gregos em couro animal, um material conhecido como velino, na metade do século 4, mais ou menos no período em que o imperador romano Constantino, o Grande, adotou o cristianismo como religião oficial do Estado.
Nem todo o documento sobreviveu aos estragos do tempo, mas as páginas que ainda existem incluem todo o Novo Testamento e a cópia sobrevivente mais antiga dos Evangelhos escritos em diferentes momentos depois da morte de Cristo pelos quatro evangelistas: Mateus, Marcos, Lucas e João.
As 800 páginas e fragmentos que restam da Bíblia - que originalmente tinha 1.400 páginas - contêm igualmente uma cópia do Velho Testamento. A outra metade se perdeu.
"O Codex Sinaiticus é um dos mais antigos tesouros escritos do mundo", disse Scot McKendrick, diretor de manuscritos ocidentais na British Library.
"Esse manuscrito de 1.600 anos de idade oferece um vislumbre sobre o desenvolvimento do cristianismo em seus primeiros anos e provas em primeira mão de como o texto da Bíblia foi transmitido de geração em geração", disse.
Os textos incluem numerosas revisões, acréscimos e correções realizados ao longo de sua evolução.
"O Codex é provavelmente o maior livro encadernado a ter sobrevivido", afirmou McKendrick, informando que cada página tem 40 centímetros de altura por 35 de largura.
"Em termos críticos, ele marca o claro triunfo dos códices encadernados sobre os rolos de papiro - um importante marco para determinar a maneira como a Bíblia cristã se transformou em texto sagrado", acrescentou.
Os textos são uma compilação de seções guardadas pela British Library, de Londres; pelo mosteiro de Santa Catarina do Sinai, no Egito; pela Biblioteca Nacional da Rússia e pela biblioteca da Universidade de Leipzig, na Alemanha.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Manuscritos do Mar Morto na internet


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Fonte: O Globo, Rio de Janeiro. Data: 28/8/2008

Polêmica deve aumentar depois que documentos de 2 mil anos chegarem à internet. Cientistas israelenses estão tirando fotografias digitais dos Manuscritos do Mar Morto com o propósito de que os documentos, de cerca de dois mil anos de idade, estejam disponíveis na internet. A Autoridade Israelense de Antigüidades, que tem sob custódia os textos que lançam luz sobre a vida dos judeus e dos primeiros cristãos, disse que serão necessários mais de dois anos para completar o projeto.
Os documentos — considerados alguns dos mais estudados e, ainda assim, controvertidos da História — foram encontrados em cavernas próximas ao Mar Morto, em 1947, por pastores beduínos e durante muitos anos só um reduzido número de estudiosos pôde vê-los. O acesso, entretanto, foi ampliado depois e os textos foram publicados na íntegra há sete anos. A chegada dos textos à internet poderá aumentar a polêmica, pois permitirá novas interpretações para pontos que hoje já são debatidos.
Usando câmaras de precisão e focos que não emitem calor, os cientistas israelenses puderam decifrar capítulos e caracteres invisíveis ao olho humano.
Os manuscritos são as cópias mais antigas da Bíblia em hebraico e incluem textos apócrifos que remontam do século III a.C. até o primeiro século da era cristã. Os especialistas fotografaram cerca de nove mil fragmentos.
No total há 900 rolos, com 15 mil fragmentos. Como estão partidos, os textos permitem mais de uma interpretação.
Parte dos manuscritos está em exposição permanente no Museu de Israel. A coleção completa só havia sido fotografada uma vez, nos anos 50, com a ajuda de infravermelho. As imagens reveladas estão acomodadas em salas com temperatura controlada porque mostram detalhes que foram perdidos dos originais. Essas antigas fotos também serão escaneadas dentro do novo projeto. Os cientistas esperam que a tecnologia ajude também a preservar os manuscritos ao detectar qualquer dano causado por umidade e calor.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Património documental


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O Tratado de Tordesilhas e o Corpo Cronológico são dois dos 38 bens do património documental inscritos este ano no registo Memória do Mundo da Unesco.

De entre os 50 dossiers apresentados pelos vários Estados, os peritos escolheram 38 bens.

O Tratado de Tordesilhas — assinado em 1494 entre as coroas de Portugal e de Castela e que definia a partilha do Novo Mundo entre os dois reinos — foi um dos documentos inscritos no registo Memória do Mundo da Unesco, representando Portugal e Espanha. O original português está no Arquivo Geral das Índias, em Sevilha, e o castelhano encontra-se na Torre do Tombo, em Lisboa.

Portugal fica também representado com o Corpo Cronológico — uma colecção que reúne mais de 80 mil documentos em papel e pergaminho datados dos séculos XV e XVI, guardada na Torre do Tombo.

Notícia completa no jornal Público

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