Mostrar mensagens com a etiqueta biblioteca publica. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta biblioteca publica. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Biblioteca municipal de Cabinda recebe equipamento diverso


0 Comentários

Fonte: Angola Press. Data: 27/10/2011.

URL: www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/sociedade/2011/9/43/Biblioteca-municipal-Cabinda-recebe-equipamento-diverso,6681d68c-0c4f-4521-8a48-12d68c704396.html

Um lote composto por três mil livros, sistema de segurança, mobiliário diverso, fotocopiadora, gerador e aparelhos de ar condicionado, bem como computadores foram doados nesta quinta-feira à biblioteca municipal da província de Cabinda.

De acordo com uma nota a que a Angop teve acesso, a iniciativa se insere no programa de responsabilidade social da Chevron-Cabinda Gulf Oil Company Limited e as suas associadas do Bloco 0, tendo em conta a abertura de um cyber café, visando a arrecadação de receitas para a auto-sustentabilidade da biblioteca.

O apoio avaliado em 350 mil dólares inclui também a reabilitação das infra-estruturas do edifício em que funciona a biblioteca e a ala de formação de bibliotecários.

A doação visa permitir à população cabindense, em especial os estudantes, acesso à bibliografia variada, dada a falta que se verifica localmente.

O município de Cabinda possui mais de 300 mil habitantes, entre os quais mais de 92 mil estudantes, 4 mil e 173 professores e 108 escolas locais.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Evento: Seminário Nacional de Bibliotecas Braille


0 Comentários

O VII Seminário Nacional de Bibliotecas Braille (SENABRAILLE) será realizado de 27 a 30 de novembro de 2011, em Campinas, no Centro de Convenções da UNICAMP, e terá como tema central: Bibliotecas: espaços acessíveis a múltiplos usuários.

Será organizado pela Unicamp – Coordenação Geral da Universidade (CGU) e Sistema de Bibliotecas (SBU) – e pela Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições (FEBAB).

O evento tem por objetivo discutir diversas temáticas, como políticas públicas, empregabilidade, tecnologias assistivas, artes e, principalmente, permitir o compartilhamento de experiências entre pessoas dispostas a redesenhar novos conceitos para a Biblioteca ao defini-la com uma organização acessível a múltiplos leitores, oferecendo uma oportunidade para debater, discutir e unir esforços para a construção de um ambiente mais acessível.

Maiores informações no URL: www.sbu.unicamp.br/senabraille/

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Projeto Ler para Crer


0 Comentários

As bibliotecas públicas têm papel importante para fomentar as práticas da leitura começam a se organizar pelo País afora. No Ceará, elas estão debatendo as boas experiências de voluntários e instituições no sentido de ampliar o acesso e promover a leitura em locais onde, muitas vezes, o Estado não consegue chegar. A realização é do Departamento de Ciências da Informação da Universidade Federal do Ceará [URL: http://projetolerparacrer.blogspot.com/].

O vídeo sobre as atividades do Projeto pode ser visto no Youtube [URL: http://www.youtube.com/watch?v=pvcL6HHE-HI&feature=player_embedded].

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Atenção colegas portugueses: assinem a petição!


0 Comentários

Chamamos a sua atenção para uma segunda petição on line – desta vez elaborada por um grupo de Bibliotecários ((http://www.petitiononline.com/DGLB/petition.html), contra a extinção da Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB), que consideramos também extremamente gravosa para o futuro desenvolvimento da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas.

Se concordar, agradecemos que a subscreva, assim como os seus colegas e amigos e sobretudo os Leitores, pois são os seus interesses que pretendemos ver defendidos.
Esta é uma boa causa e merece ser defendida por todos os bibliotecários e amigos da biblioteca pública. Caso o Ministério da Cultura de Portugal leve para frente essa decisão o crescimento da biblioteca pública e do acesso democrático à leitura ficarão enormente prejudicados.
Assinem!
Murilo Cunha

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Megabibliotecas em Bogotá


0 Comentários

Para gostar de ler.

Fonte: Folha de S. Paulo. Data: 13/11/2010. Autor: Roberto Kaz.

Em 2007, a cidade de Bogotá foi agraciada, pela UNESCO, com o título de Capital Mundial do Livro. O galardão não vinha ao acaso. Seis anos antes, a capital da Colômbia inaugurara três megabibliotecas públicas - fruto da Biblored, um programa municipal ao qual se incorporam, hoje, outras 17 casas de leitura. Em 2001, ano em que o programa foi instaurado, contabilizou-se 1,741 milhão de visitas às bibliotecas do Biblored. Em 2009, na última contagem, o montante havia pulado para 4,623 milhões. Yolanda Nieto, diretora da Biblored, aponta que, antes, a biblioteca Luís Angel Arango, principal centro de consultas do país, recebia 3 milhões de visitas ao ano. Em 2005, quatro anos após a implementação da rede, este número continuava igual. "Mas nós, da Biblored, registramos outras 3 milhões de visitas. Ou seja, criamos uma demanda", conclui. Segundo dados da Biblored, em quase uma década, a média de livros lidos por pessoa na capital pulou de 1,2 para 1,8 ao ano.

Unidades levam literatura popular a ambiente festivo

Fonte: Folha de S. Paulo. Data: 13/11/2010. Autor: Raul Juste Lores.

Bogotá apostou em obras com bons materiais e linhas contemporâneas
"As bibliotecas precisam competir com os shoppings." A frase de Enrique Peñalosa, ex-prefeito de Bogotá, revela a importância dada à arquitetura e ao ambiente propostos para a rede de megabibliotecas. Em vez de prédios feiosos, sem personalidade, Bogotá apostou em obras com bons materiais e linhas contemporâneas. A prefeitura promoveu concursos de arquitetura com a Sociedade Colombiana de Arquitetos para escolher os autores das quatro grandes bibliotecas construídas na última década. Rogelio Salmona (1929-2007) desenhou a maior delas, de 36 mil m², com os onipresentes tijolinhos avermelhados e um espelho d'água, traços da obra do maior arquiteto colombiano. Mas arquitetos jovens também tiveram oportunidade de dar sua contribuição, algo ainda raro no Brasil quando se fala em grandes obras públicas

É melhor que shopping Center


0 Comentários

Autora: Maria Luisa Barros.
Fonte: O Dia (Rio de Janeiro). Data: 10/10/2010.

À frente da primeira biblioteca-parque do Brasil, em Manguinhos, Zona Norte, a produtora de eventos Ivete Miloski, 58 anos, tem o desafio de promover inclusão social em região com 17 comunidades e 100 mil moradores. Inspirada na experiência da cidade colombiana de Medellín, que investe em equipamentos culturais para reduzir a criminalidade, a biblioteca carioca ocupa 3.300 m² de antigo depósito do Exército. Tem em seu acervo 25 mil livros, 800 filmes e 3 milhões de músicas e em breve oferecerá um cine teatro. Tudo gratuito. Em um ano de funcionamento, coleciona também boas histórias, como de traficante que retirou romance e devolveu o livro no prazo e em perfeito estado.

O DIA: É a primeira vez que um complexo de favelas ganha uma biblioteca multimídia no padrão dos melhores centros culturais da cidade. Como os moradores receberam esse espaço?
IVETE: No início, liberamos todo tipo de acesso aos computadores para observar o que eles buscavam na rede. Em uma semana, os usuários, a maioria formada por adolescentes, danificaram todos os aparelhos. Eles baixaram programas piratas e conteúdos pornográficos. A rede não suportou.

E o que vocês fizeram?
Passamos a controlar o acesso, filtrando as páginas. Ficamos uns dias sem computadores, que foram para o conserto. Os garotos iam de mesa em mesa, tentando ligá-los, sem sucesso. E a gente na torcida para que eles se aproximassem dos livros. Aos poucos, eles pararam nas estantes e descobriram os exemplares. Eles são curiosos. Se você amplia o cardápio, eles se interessam. Dizer que pobre não gosta de cultura é puro preconceito. Eles têm muita fome de conhecimento. Alguns gostam tanto das obras que nem devolvem. Tem pessoas que chegam de manhã e só saem quando fecha. Teve uma menina que gostou tanto do livro ‘Mururu no Amazonas’, que transcreveu à mão as 82 páginas do exemplar para tê-lo em casa.

Quais são os títulos preferidos pelos usuários?
Os jovens gostam muito de filmes de comédia, de ação e de séries brasileiras. Eles levam vídeos do ‘Tropa de Elite’ e ‘Cidade de Deus’, que retratam a realidade deles. As mulheres preferem romance e filmes de época. No acervo de livros, os mais emprestados são ‘Harry Potter’, Sidney Sheldon, Stephen King e Nora Roberts. Os meninos levam a coleção do ‘Senhor dos Anéis’, ‘Crepúsculo’, e as meninas pegam todos os livros da Thalita Rebouças. Em apenas cinco meses, já temos 2.356 cadastrados e 10 mil livros emprestados desde a abertura, em abril.

As pessoas conservam as obras e respeitam os prazos de devolução?
Na primeira semana, os DVDs vinham danificados, com capas rasgadas. Chamamos as pessoas para conversar e pedimos que comprassem outro original para o acervo. O mais difícil é manter os banheiros limpos. Tem crianças que não sabiam o que era descarga porque moram em casas sem luz ou água encanada. Coisas básicas para nós são novas para eles. Agora estão mais conscientes. Já incorporaram que isso tudo aqui é deles. Os próprios usuários pedem que se fale mais baixo.

As famílias também frequentam a biblioteca?
Crianças e jovens atraem os pais e avós. As mães gostam muito de livros de receitas, que é uma fonte de renda para as famílias. Os universitários têm laptops à disposição para estudos. E os pequenos têm uma brinquedoteca com computadores só para eles. Aos sábados, há cursos de alfabetização digital. Eles têm aqui como a segunda casa.

A senhora sentiu redução na criminalidade, como aconteceu na Colômbia depois da implantação das bibliotecas?
Quando a comunidade ocupa o seu espaço, a violência diminui. Não vemos ninguém armado, mendigos, usuários de crack ou pichações na porta da biblioteca. Estamos fazendo uma revolução que vai atingir todas as famílias. Aqui é um lugar seguro, onde as pessoas se sentem bem. É muito melhor do que ir ao shopping center.

A senhora soube de algum jovem de Manguinhos que largou o tráfico atraído pelos livros?
Ainda não. Mas outro dia, um funcionário me contou que um traficante veio no turno da noite. Não aparentava estar armado. Deu boa-noite e pediu sugestão de livros de suspense. Depois pediu outro título de romance para a esposa. Agradeceu e foi embora. Quando terminaram os 15 dias de prazo, trouxe o livro. É um começo.

Arquivo

Categorias