quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Ponte de Lima(PT): bibliotecas na era digital
0 Comentários quinta-feira, setembro 19, 2013
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: biblioteca pública, Ponte de Lima
Novo número: Revista Digital de Biblioteconomia
1 Comentários quinta-feira, setembro 19, 2013
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: Revista Digital de Biblioteconomia e Ciência da Informação
Acaba de ser publicado o v. 11,
n. 3, 2013, da Revista Digital de
Biblioteconomia e Ciência da Informação (BDBCI).
Sumário deste número:
Editorial
Artigos
·
Linguagem e representação: considerações no
universo da Ciência. Informação (1-14). Marilucy da Silva Ferreira.
·
Os benefícios das Tecnologias de Informação e
Comunicação (TIC) no processo de Educação a Distância (EAD) (15-29). Suelen
Conceição Farias.
·
Marketing aplicado em bibliotecas: análise de
conteúdo dos artigos publicados em periódicos da Ciência da Informação (30-45).
Adriana Stefani Cativelli.
·
Perfil tecnológico das bibliotecas no brasil e
na europa: estudo sobre a democratização do acesso à informação e ao
conhecimento em bibliotecas do Brasil, Espanha e Alemanha (46-71). Maria Cleide
Rodrigues Bernardino, Eduardo da Silva Alentejo.
·
A folksonomia como modelo emergente da
representação e organização da informação (72-92). Glessa Heryka Celestino de
Santana.
·
Central de informações em organizações públicas:
ferramenta de gestão informacional (93-119). Daniela do Amaral Oliveira Gardin,
Marlete Beatriz Maçaneiro.
Relato de Experiência
·
Boletim eletrônico: um estudo de caso na
biblioteca do instituto de física da universidade federal do rio de janeiro
(IF/UFRJ) (120-132). Robson da Silva Teixeira.
Detalhes no URL: www.sbu.unicamp.br/seer/ojs/index.php/rbci/issue/view/207
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Obituário: F. W. Lancaster
2 Comentários quinta-feira, setembro 12, 2013
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: Lancaster F. W., Obituário
Faleceu em 25 de agosto passado o Professor F.W. Lancaster,
docente emérito da Graduate School of Library and Information Science da
Universidade de Illinois . O Professor Lancaster deixou a sua esposa Cesaria,
cinco filhos e treze netos.
Ele era membro da British Library Association desde 1955;
em 1959 imigrou para os Estados Unidos onde iniciou um importante trabalho na
National Library of Medicine tendo inclusive feito um estudo de avaliação do
seu sistema de base de dados (MEDLARS)
Em 1970 ingressou como professor de Biblioteconomia na
Universidade de Illinois, tendo lecionado até 1992.
Durante a sua carreira lecionou disciplinas ligadas a
recuperação da informação, bibliometria, organização bibliografia e avaliação
de serviços bibliotecários e de informação. Foi editor da revista Library
Trends no período de 1986-2006.
Lancaster é reconhecido internacionalmente como um dos
lideres nas áreas de biblioteconomia e ciência da informação; escreveu 15
livros e mais de uma centena de artigos. Também realizou inúmeras consultorias
para a UNESCO e Nações Unidas.
No Brasil lecionou no IBICT, na UFMG e na UnB.
Dentre os seus livros publicados são destaques:
LANCASTER, F. Wilfrid. Avaliação de serviços de
bibliotecas. Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 1996. 356 p.
LANCASTER, F.
Wilfrid. Indexação e resumos: teoria e prática. Brasília: Briquet de
Lemos/Livros, 1991. 347 p. ISBN 8585637013
LANCASTER, F. Wilfrid. Information
retrieval systems: characteristics, testing and evaluation. 2. ed.
New York: John Wiley, 1968. 381 p
LANCASTER, F. Wilfrid. Libraries
and the future: essays on the library in the twenty-first century. New
York: Haworth Press, 1993. 195 p
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Novo número: Datagramazero
O DataGramaZero
de agosto de 2013 esta' disponível. Abaixo o sumário deste número:
Artigos:
1 A
Fenomenologia da Informação: reflexões essenciais sobre a matriz do conhecimento. Marcos
Aparecido Rodrigues do Prado
2 As
tecnologias e a comunicação na contemporaneidade: a trilogia Matrix. Tânia
Oliveira Pereira
3
Reflexões sobre os paradigmas de estudo da usabilidade na Ciência da Informação.
Eliane Cristina de Freitas Rocha e Adriana Bogliolo Sirihal Duarte
4
Comunicação cartográfica: semântica em ferramentas de mapeamento colaborativo
na web. Cárita da Silva Sampaio e Claudio Gottschalg Duque
5 O
panopticon de Bentham e a visibilidade da tecnologia da arquitetura no espaço
de informação. Manuela Eugênio Maia e Mirian de Albuquerque Aquino
6 A
engenharia do conhecimento auxiliando o processo de comunicação da informação
científica na contemporaneidade. Erik André de Nazaré Pires
7 Razão,
ciência e os sentidos da informação. Marivalde Moacir Francelin
Detalhes nos URL:
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Evento: Manuscritos jurídicos iluminados
0 Comentários sexta-feira, agosto 30, 2013
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: Biblioteca Nacional de Portugal, Direito, manuscrito
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Tendências do ambiente da informação
0 Comentários quarta-feira, agosto 21, 2013
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: IFLA, sociedade da informação
Relatório
da IFLA sobre as tendências do ambiente da informação identificou aquelas que
mudarão ou estão mudando esse ambiente. O link para o relatório completo, em
inglês, encontra-se no final desta mensagem.
CINCO PRINCIPAIS TENDÊNCIAS QUE MUDARÃO NOSSO AMBIENTE INFORMACIONAL
TENDÊNCIA 1
AS NOVAS TECNOLOGIAS TANTO AMPLIARÃO QUANTO LIMITARÃO AQUELES QUE TÊM ACESSO À INFORMAÇÃO
Um universo digital em permanente expansão dará mais valor às capacidades ligadas à competência informacional, tais como leitura básica e proficiência com as ferramentas digitais. As pessoas que não possuírem essas capacidades enfrentarão barreiras à inclusão numa variedade crescente de áreas. A natureza de novos modelos de negócios eletrônicos em linha terá uma forte influência sobre quem poderá possuir, auferir benefício, compartilhar ou acessar informações no futuro.
TENDÊNCIA 2
A EDUCAÇÃO PELA INTERNET DEMOCRATIZARÁ E ROMPERÁ COM O ENSINO EM ESCALA GLOBAL
A rápida expansão, em escala planetária, dos recursos de educação pela internet fará com que as oportunidades de aprendizagem se tornem mais abundantes, mais baratas e mais acessíveis. Ganhará importância o aprendizado por toda a vida e se dará mais reconhecimento ao ensino não formal e informal.
TENDÊNCIA 3
OS LIMITES DA PRIVACIDADE E DA PROTEÇÃO DE DADOS SERÃO REDEFINIDOS
Os arquivos de dados em expansão, mantidos por governos e empresas, poderão comportar perfis minuciosos das pessoas, ao mesmo tempo em que métodos sofisticados de monitoramento e filtragem de dados de comunicações tornarão mais barato e mais fácil o rastreamento dessas pessoas. Isso poderá trazer sérias consequências para a privacidade individual e para a confiança no mundo da internet.
TENDÊNCIA 4
AS SOCIEDADES HIPERCONECTADAS OUVIRÃO E EMPODERARÃO NOVAS VOZES E NOVOS GRUPOS
Nas sociedades hiperconectadas ocorrem mais oportunidades de ação coletiva, permitindo o aparecimento de vozes novas e promovendo o desenvolvimento de movimentos centrados num único problema, em detrimento dos partidos políticos tradicionais. Iniciativas de governo aberto e acesso a dados do setor público levarão a mais transparência e a serviços públicos focados no cidadão.
TENDÊNCIA 5
A ECONOMIA GLOBAL DA INFORMAÇÃO SERÁ TRANSFORMADA PELAS NOVAS TECNOLOGIAS
A proliferação de dispositivos móveis hiperconectados, de sensores em rede em aparelhos e na infraestrutura, de impressão 3D e tecnologias de tradução de línguas transformarão a economia global da informação. Os atuais modelos de negócios em inúmeras indústrias sofrerão uma destruição criativa desencadeada por dispositivos inovadores que permitirão às pessoas continuarem economicamente ativas durante mais tempo em sua vida e a partir de qualquer local.
CINCO PRINCIPAIS TENDÊNCIAS QUE MUDARÃO NOSSO AMBIENTE INFORMACIONAL
TENDÊNCIA 1
AS NOVAS TECNOLOGIAS TANTO AMPLIARÃO QUANTO LIMITARÃO AQUELES QUE TÊM ACESSO À INFORMAÇÃO
Um universo digital em permanente expansão dará mais valor às capacidades ligadas à competência informacional, tais como leitura básica e proficiência com as ferramentas digitais. As pessoas que não possuírem essas capacidades enfrentarão barreiras à inclusão numa variedade crescente de áreas. A natureza de novos modelos de negócios eletrônicos em linha terá uma forte influência sobre quem poderá possuir, auferir benefício, compartilhar ou acessar informações no futuro.
TENDÊNCIA 2
A EDUCAÇÃO PELA INTERNET DEMOCRATIZARÁ E ROMPERÁ COM O ENSINO EM ESCALA GLOBAL
A rápida expansão, em escala planetária, dos recursos de educação pela internet fará com que as oportunidades de aprendizagem se tornem mais abundantes, mais baratas e mais acessíveis. Ganhará importância o aprendizado por toda a vida e se dará mais reconhecimento ao ensino não formal e informal.
TENDÊNCIA 3
OS LIMITES DA PRIVACIDADE E DA PROTEÇÃO DE DADOS SERÃO REDEFINIDOS
Os arquivos de dados em expansão, mantidos por governos e empresas, poderão comportar perfis minuciosos das pessoas, ao mesmo tempo em que métodos sofisticados de monitoramento e filtragem de dados de comunicações tornarão mais barato e mais fácil o rastreamento dessas pessoas. Isso poderá trazer sérias consequências para a privacidade individual e para a confiança no mundo da internet.
TENDÊNCIA 4
AS SOCIEDADES HIPERCONECTADAS OUVIRÃO E EMPODERARÃO NOVAS VOZES E NOVOS GRUPOS
Nas sociedades hiperconectadas ocorrem mais oportunidades de ação coletiva, permitindo o aparecimento de vozes novas e promovendo o desenvolvimento de movimentos centrados num único problema, em detrimento dos partidos políticos tradicionais. Iniciativas de governo aberto e acesso a dados do setor público levarão a mais transparência e a serviços públicos focados no cidadão.
TENDÊNCIA 5
A ECONOMIA GLOBAL DA INFORMAÇÃO SERÁ TRANSFORMADA PELAS NOVAS TECNOLOGIAS
A proliferação de dispositivos móveis hiperconectados, de sensores em rede em aparelhos e na infraestrutura, de impressão 3D e tecnologias de tradução de línguas transformarão a economia global da informação. Os atuais modelos de negócios em inúmeras indústrias sofrerão uma destruição criativa desencadeada por dispositivos inovadores que permitirão às pessoas continuarem economicamente ativas durante mais tempo em sua vida e a partir de qualquer local.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
Novo número: Ciência da Informação
0 Comentários sexta-feira, julho 26, 2013
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: Revista Ciência da Informação
Acaba de
sair o v. 40, n. 3, 2011, da revista Ciência
da Informação.
Sumário
Artigos originais
Red
social de co-autoria de los servicios bibliotecarios en la WOS. Floriselda
Cuesta Rodríguez, Idalmis Cabrera Morales, Anisley Cano Inclán.
A
interoperação com repositórios digitais: protocolos e exemplos. Alessandra
Pereira Rodrigues, Liane Margarida Rockenbach Tarouco, Marcelo Augusto Rauh
Schmitt, Sílvio César Cazella.
Desarrollo
de competencias en información: otra modalidad para fortalecer las competencias
lectoras. María Gladys Ceretta, Miguel Ángel Marzal.
Cambio y
permanencia en las estrategias de difusión del conocimiento: estudio
comparativo de los investigadores de ciencias del hombre. Susana Romanos de
Tiratel, Graciela María Giunti, Silvia Contardi.
Estudo
dos elementos de pesquisa das teses de doutorado em ciência da informação do
convênio Ibict/UFRJ-ECO. Ercilia Severina Mendonça.
Mediação da
informação para agentes sociodigitais: o salto. Bárbara Coelho Neves.
Revisão
realista: uma abordagem de síntese de pesquisas para fundamentar a teorização e
a prática baseada em evidências. Leonel Tractenberg, Miriam Struchiner.
Relato de Experiência
Las
políticas de información europeas como acción clave para el desarrollo de la
ciencia de la información. Mercedes Caridad-Sebastián, Ana María Morales
Garcia, Fátima García López.
Controle
de protocolo georreferenciado. Vitor Vieira Vasconcelos.
Revisões de Literatura
Mediação
do conhecimento para o acesso à informação: reflexão baseada em uma perspectiva
sociológica da ciência da informação. Camila Monteiro de Barros, Lígia
Maria Arruda Café, Edna Lucia Silva.
Pressupostos
para um programa nacional de competências informacionais. Ivan Claudio
Pereira Siqueira.
Fundamentos,
desafios e alternativas para a salvaguarda e difusão de patrimônio documental
fotográfico, audiovisual e sonoro. Rubens Ribeiro Gonçalves da Silva.
Detalhes no URL: www.ibict.br/publicacoes-e-institucionais/revista-ciencia-da-informacao/sumario-da-edicao-atual
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Evento: Gestão do Conhecimento
0 Comentários quinta-feira, julho 25, 2013
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: Evento, gestão do conhecimento
O I Congresso ISKO Espanha e Portugal, sob o tema Informação
e/ou Conhecimento: duas faces de Jano, organizado pelo centro de
investigação CETAC.MEDIA, terá lugar nos dias 7 a 9 de novembro de 2013 na
Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
Detalhes no URL:
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Venda de livros caem em Portugal
Fonte: Correio da Manhã. Data:
11/07/2013.
O mercado livreiro continua a sofrer as consequências da crise e no primeiro semestre de 2013 foram vendidos menos 300 mil exemplares (excluindo manuais escolares), uma diminuição de 5% face aos mesmos meses do ano transato. Ou seja, os portugueses compraram menos 50 mil livros por mês.
No total, foram vendidos 5,8 milhões de unidades, revelam os números da GfK Portugal, que refletem uma cobertura estimada entre os 75% e os 80% das vendas do mercado nacional de livros não escolares. Neste período, as editoras faturaram 62 milhões de euros, uma diminuição de aproximadamente dois milhões.
A quebra surge apesar de um balanço positivo da Feira do Livro de Lisboa, que recebeu mais de 500 mil visitantes, mais 10% do que em 2012, e um novo recorde, revelou a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL). A responsável pela organização do evento referiu ainda que também as vendas "aumentaram face ao ano passado", com alguns "editores a afirmarem, a uma semana da feira terminar, ter superado as vendas da última edição". Contudo, a não realização da Feira no Porto poderá explicar parte da quebra.
A tendência de perda já tinha sido verificada em 2012, quando o mercado livreiro vendeu menos um milhão de unidades. No total, no ano passado foram comprados 13,65 milhões de livros, com um volume de negócios superior a 149 milhões de euros. Um montante que representa uma quebra de 9% (mais de 15 milhões) face a 2011.
O mercado livreiro continua a sofrer as consequências da crise e no primeiro semestre de 2013 foram vendidos menos 300 mil exemplares (excluindo manuais escolares), uma diminuição de 5% face aos mesmos meses do ano transato. Ou seja, os portugueses compraram menos 50 mil livros por mês.
No total, foram vendidos 5,8 milhões de unidades, revelam os números da GfK Portugal, que refletem uma cobertura estimada entre os 75% e os 80% das vendas do mercado nacional de livros não escolares. Neste período, as editoras faturaram 62 milhões de euros, uma diminuição de aproximadamente dois milhões.
A quebra surge apesar de um balanço positivo da Feira do Livro de Lisboa, que recebeu mais de 500 mil visitantes, mais 10% do que em 2012, e um novo recorde, revelou a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL). A responsável pela organização do evento referiu ainda que também as vendas "aumentaram face ao ano passado", com alguns "editores a afirmarem, a uma semana da feira terminar, ter superado as vendas da última edição". Contudo, a não realização da Feira no Porto poderá explicar parte da quebra.
A tendência de perda já tinha sido verificada em 2012, quando o mercado livreiro vendeu menos um milhão de unidades. No total, no ano passado foram comprados 13,65 milhões de livros, com um volume de negócios superior a 149 milhões de euros. Um montante que representa uma quebra de 9% (mais de 15 milhões) face a 2011.
quinta-feira, 18 de julho de 2013
Cartilha sobre o Digital Object Identifier
0 Comentários quinta-feira, julho 18, 2013
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: Digital Object Identifier
O IBICT publicou em seu repositório Livro Aberto esta
cartilha sobre DOI, que foi revisada por Claudiane Weber.
Detalhes no URL:
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Eu amo biblioteca, eu quero
Eu Amo
Biblioteca, Eu Quero
O movimento “Eu Amo Biblioteca, Eu Quero” foi
criado para mobilizar a sociedade e mostrar que as bibliotecas não são apenas
um espaço para guardar livros. As bibliotecas devem ser espaços convidativos e,
além de incentivar a leitura, precisam oferecer uma agenda cultural variada com
música, cinema, dança, arte, cursos, palestras, oficinas. Elas devem possuir
acervos atualizados, acesso à internet, jogos, brinquedos e também contar com
uma equipe especializada para atender a comunidade. Além disso, as bibliotecas
devem prestar serviços diversos que promovam a inclusão e contribuam com a
formação cidadã, como, por exemplo, auxiliar na elaboração de currículo,
prestar informações sobre programas sociais que sua cidade e seu estado
dispõem, ensinar a navegar na internet e muito mais. Há vários tipos de
bibliotecas: públicas, escolares, acadêmicas, especializadas. Todas oferecem
inúmeras formas de conhecimento, cultura, arte e lazer. Exija bibliotecas de
qualidade. Você tem direito!
Participe!
Detalhes no URL: www.febab.org.br/euamobiblioteca/
sábado, 6 de julho de 2013
Biblioteca Nacional Digital de Portugal
2 Comentários sábado, julho 06, 2013
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: biblioteca digital, Biblioteca Nacional de Portugal
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Biblioteconomia a distância em Caxias do Sul (RS)
1 Comentários quarta-feira, julho 03, 2013
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: Biblioteconomia, ensino a distância
A Universidade Caxias do Sul, entidade jurídica do Direito
Privado, abriu o curso de graduação em Biblioteconomia a distância (GRA000905 – Biblioteconomia).
Local: Caxias do Sul (Rio Grande do Sul).
Coordenador: Marcos Leandro Freitas Hubner - mlfhubne@ucs.br
Duração: 4 anos
Créditos: 158
Detalhes no URL: http://www.ucs.br/portais/curso218/locais/
sábado, 29 de junho de 2013
Termina a obra da Biblioteca Nacional de Portugal
0 Comentários sábado, junho 29, 2013
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: Biblioteca Nacional de Portugal
Fonte: Jornal de
Negócios. Data: 28/06/2013.
URL: www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/biblioteca_nacional_ampliada_e_remodelada_por_13_milhoes_de_euros.html
A obra
de ampliação e remodelação da Torre dos Depósitos da Biblioteca Nacional de
Portugal (BNP), iniciada em 2007, que implicou um investimento global de cerca
de 13 milhões de euros, está já concluída.
Para
celebrar o término dos trabalhos, a Biblioteca Nacional e o secretário de
Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, estarão amanhã presentes num evento onde
poderão ser escutadas obras de compositores portugueses. Com um concerto pela
Orquestra Metropolitana de Lisboa, será assim marcada a estreia moderna de duas
obras dos compositores portugueses Marcos Portugal e João Domingos Bomtempo.
“A ampliação e remodelação da Torre dos
Depósitos da BNP reveste-se de um grande significado na melhoria das condições
técnicas de segurança e conservação das colecções à guarda da BNP, património
fundamental para identidade portuguesa e para a investigação e difusão da
cultura portuguesa”, refere o gabinete do secretário de Estado da Cultura, em
comunicado.
Sublinhe-se
que o mais importante acervo de música do país encontra-se na BNP, que adquiriu
recentemente em leilão, proveniente de uma colecção particular, a obra Missa e
Tantum Ergo, de 1842, que foi a derradeira composição de João Domingos
Bomtempo, acrescenta o comunicado. O paradeiro desta obra era desconhecido há,
pelo menos, um século. O Coro de Câmara Lisboa Cantat e a Orquestra
Metropolitana de Lisboa, sob a direcção musical de Cesário Costa, interpretam
no sábado a obra, no que se julga mesmo ser a sua primeira audição absoluta, já
que João Domingos Bomtempo terá morrido poucos dias depois de a ter composto.
Já
Marcos Portugal compôs a ópera Artaserse, em 1806, seis anos depois de ter
regressado de Itália. Estreou a 18 de Outubro desse ano. A abertura desta ópera
existe em três fontes – a partitura da ópera inteira, que está em Londres, uma
partitura só da abertura, que está em Madrid, e diferentes partes cavas que
pertencem aos depósitos da BNP.
O
concerto de amanhã será idêntico a um segundo concerto, de acesso livre, com o
mesmo programa, no dia 5 de Julho, também na Biblioteca Nacional, pelas 21h30.
A BNP
apresentará ainda, no sábado, a exposição “Dez Séculos de Património”, com uma
colecção de peças raras e únicas de um acervo que contém documentos com cerca
de mil anos, bem como o livro “A Torre”, do fotógrafo Duarte Belo.
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Novo número: Informação e Sociedade
0 Comentários quarta-feira, junho 26, 2013
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: Revista Informação e Sociedade: Estudos
“Informação & Sociedade: Estudos” acaba de publicar seu
último número [v. 23, n. 1, 2013] seguintes artigos:
Editorial
- Sobre os Portais de Periódicos na web. Gustavo Henrique de Araújo Freire,Isa Maria Freire
Artigos de Revisão
- Elementos tecnológicos de edição, manipulação e uso dos livros digitais. Wagner Junqueira Araújo, Robéria de Lourdes de Vasconcelos Andrade, Fabíola Mota de Moraes, Janiele Lopes dos Santos
- Gestão da informação em ambientes globais: computação bio-inspirada em repositórios de documentos econômicos multilíngues. Angel Cobo, Rocio Rocha, Adolfo Alberto Vanti.
- Disseminação seletiva da informação: análise da literatura publicada no período de 1958-2012. Thiago Gomes Eirão, Murilo Bastos da Cunha.
- Acessando dados para visualização de afinidades nas votações entre parlamentares do Senado. Ricardo César Gonçalves Santana, Fernando de Assis Rodrigues.
- Estilos gerenciais da tecnologia da informação: algumas proposições críticas. Luciano Augusto Toledo
Relatos de
Experiência
- Governo Eletrônico: um estudo na Secretaria Estadual de Tributação do Rio Grande do Norte sobre as possibilidades de participação do cidadão. Richard Medeiros de Araújo, Maria Arlete Duarte Araújo, Jomária Mata Lima Alloufa, Alba Oliveira Barbosa Lopes.
Relatos de Pesquisa
- Gestão do conhecimento em empresa internacional de energia. Lydia Maria Pinto Brito, Alcêdo Pinheiro Galvão, Patrícia Whebber Souza de Oliveira.
- O protagonismo da
informação-documentação na cooperação ao desenvolvimento: os recursos
educativos abertos nos processos de e-learning. Carmen Bolaños Mejías, Gema Bueno de la
Fuente, Fernanda Melo Alves.
- Suas histórias me ajudam a
crescer. Relações entre biblioteca pública, a leitura e a primeira
infância. Doris Liliana Henao, Sandra Inés Zuluaga Sánchez, Margarita
María
Corrales Urrea, Yicel Nayrobis Giraldo Giraldo. - A Cúpula Mundial sobre a sociedade da informação - CMSI: foco nas políticas de informação. Lilian Emanueli Marques, Marta Macedo Kerr Pinheiro.
- Cartadas do jogo informacional: a perspectiva dual da informação como matriz do mundo sistêmico e do mundo vivido. Jose Washington de Morais Medeiros, Marli Batista Fidelis.
- Redes de conhecimento em artigos de comunicação científica: estudo baseado em citações bibliográficas de artigos de periódicos na área de Ciência da Informação no Brasil. Edna Lúcia da Silva, Liliane Vieira Pinheiro, Frederico Maragno Reinheimer
Resenhas
A natureza da Ciência da
Informação: mudança de modelos. Adriana Carla S. Oliveira, Hamilton Rodrigues
Tabosa, Gustavo Henrique de Araújo Freire.
Acesso ao texto completo no URL:
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Biblioteca com padrão FIFA
1 Comentários sexta-feira, junho 21, 2013
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: biblioteca escolar, Biblioteca Nacional, biblioteca pública, biblioteca universitária, politica cultural
No
início de junho de 2013 começaram na capital gaúcha e depois, paulatinamente foi
expandida para outras capitais, uma série de manifestações contra reajustes das
tarifas dos transportes urbanos. Essas ações configuraram um movimento
reivindicatório de abrangência nacional, que contempla uma pauta que passou a
incluir inúmeras reivindicações. As principais delas são:
a)
Melhoria no
sistema de saúde, pois é comum nos hospitais públicos a existência de longas
filas para o atendimento do cidadão e à falta de leitos hospitalares, ocorrendo
casos de pacientes ficarem nos corredores dos hospitais, sendo que muitos deles
no chão.
b)
Melhoria na educação, com melhor estrutura física das
escolas, melhores salários para os professores, acesso à internet, existência
de bibliotecas.
c)
Melhoria na
segurança; nos últimos tempos têm ocorrido muitas mortes cometidas por jovens
que ficam impunes e estão abrigados por uma legislação que dá liberdade a esses
infratores quando atingem a maioridade, no caso 18 anos.
d)
Gastos
nababescos com estádios de futebol para a Copa do Mundo – no caso de Brasília
os custos finais devem atingir um bilhão de dólares (sim, de dólares);
e)
Fim da corrupção
-- agora uma praga quase que generalizada nos três níveis de governos. Em quase
todos os lugares devem existir processos contra a corrupção inconclusos ou que
se arrastam por muito tempo.
f)
A prisão dos
envolvidos com o escândalo do grupo dos “Mensaleiros”, integrado por mais de
trinta pessoas, entre elas ex-ministro e parlamentares. Esse processo vem se
arrastando por mais de sete anos no Supremo Tribunal Federal e alguns dos
envolvidos voltaram a ocupar cargos importantes devido a brechas na legislação.
g)
A não aprovação
da Proposta de Emenda Constitucional 37 (PEC 37) que reduz os poderes de
investigação do Ministério Público, ficando a Polícia Federal – supervisionada pelo
Poder Executivo – como única responsável por esse tipo de investigação.
O
movimento está crescendo e ontem, 20 de junho, aconteceram passeatas em mais de
120 cidades brasileiras, trazendo às ruas quase dois milhões de pessoas. Em
algumas dessas manifestações ocorreram violência – sempre existe uma minoria
que procura provocar incêndios, roubar lojas, destruir placas de trânsito,
entre outras coisas. O certo é que não se sabe como isto tudo irá terminar.
Os
manifestantes são em sua maioria jovens estudantes que defende redução de
tarifas ou mesmo eliminação delas do transporte público das cidades. A eles se
somaram integrantes de outros movimentos sociais e pessoas comuns; quase todos usam
as redes sociais como ferramentas de mobilização e divulgação.
É
comum ver na imprensa que o “o Brasil agora acordou” e que os manifestantes
desejam mudá-lo – vale lembrar que o Hino Nacional tem uma estrofe que diz que
o país está “deitado eternamente em berço esplêndido”. Será que o gigante está
acordando, meio zonzo com o cheiro do gás lacrimogêneo?
Neste
contexto de demandas sociais creio que os bibliotecários, arquivistas,
museólogos e outros profissionais da informação poderiam engrossar as
passeatas, levando cartazes contendo dizeres como: “Queremos bibliotecas com o
padrão FIFA”, “O Brasil quer arquivos com o padrão FIFA”, ou mesmo, “Agora é
hora de museus com padrão FIFA”.
Gostemos
ou não este parece ser um momento histórico.
Murilo Cunha
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Declaração para o Direito das Bibliotecas
BIBLIOTECAS MUDAM VIDAS
Declaração para o Direito das
Bibliotecas
Conferência Anual da ALA, Chicago, dois
de Julho de 2013.
No espírito da
Declaração de Independência dos
Estados Unidos e da Declaração Universal
dos Direitos Humanos, acreditamos que as
bibliotecas são essenciais para uma
sociedade democrática. Todos os dias, em inúmeras comunidades em todo o nosso país e do mundo, milhões de
crianças, estudantes e adultos utilizam as
bibliotecas para aprender, crescer
e alcançar os seus sonhos. Além
de uma vasta gama de livros,
computadores e outros recursos, os
usuários da biblioteca se beneficiam do ensino especializado e orientação provida por bibliotecários e funcionários da biblioteca para ajudar a expandir as suas mentes e abrir novos mundos.
Nós declaramos e afirmamos
nosso direito à qualidade nas bibliotecas públicas, escolares, universitárias e em especial,
exortá-lo para mostrar com urgência o seu
apoio ao assinar seu nome nesta Declaração
pelo Direito das Bibliotecas.
1)
Bibliotecas capacitam o individuo
Se o desenvolvimento de habilidades para ter sucesso na escola, na procura de emprego, explorando possíveis
carreiras, ter um bebê, ou planejando a aposentadoria, as
pessoas de todas as idades se voltam
para as bibliotecas para obter
instrução, apoio e acesso a computadores
e outros recursos para ajudá-los a
levar uma vida melhor.
2)
Bibliotecas apoiam a alfabetização e aprendizagem ao longo da vida.
Muitas crianças e adultos
aprendem a ler na escola e nas bibliotecas públicas por meio da hora do conto, projetos de pesquisa, leitura de verão, aulas e outras oportunidades.
Outras pessoas vão à biblioteca para aprender
as habilidades da tecnologia e
das informações que poderão ajudá-los a
responderem às suas dúvidas, descobrirem novos interesses, e compartilharem as suas ideias
com outros indivíduos.
3)
Bibliotecas fortalecem as famílias
As famílias encontram
um ambiente confortável, espaço
acolhedor e uma riqueza de recursos
para ajudá-las a aprender,
crescer e brincar juntas.
4)
Bibliotecas é o grande equalizador
As bibliotecas servem pessoas
de qualquer idade, nível de escolaridade, nível de
renda, etnia e capacidade física. Para
muitas pessoas, as bibliotecas oferecem recursos que de outra forma, não poderiam
ter condições de obtê-los – recursos que
eles precisam para viver, aprender,
trabalhar e governar.
5)
Bibliotecas constroem comunidades
As bibliotecas unem as pessoas,
tanto pessoalmente como online, para conversas e
para aprender e ajudar uns aos outros.
As bibliotecas fornecem apoio para idosos, imigrantes e outras pessoas com necessidades especiais.
6)
Bibliotecas protegem nosso direito de conhecer
O nosso direito de ler,
buscar informações, e falar livremente
não deve ser tomado como garantido.
As bibliotecas e os bibliotecários
defendem ativamente esta liberdade mais básica garantida
pela Primeira Emenda.
7)
Bibliotecas fortalecem nossa nação
O bem estar econômico e a boa administração da nossa nação dependem
de pessoas que são alfabetizadas
e bem informadas. As bibliotecas escolares, públicas,
universitárias e especializadas apoiam esse direito básico.
8)
Bibliotecas promovem o avanço da pesquisa e da erudição
O conhecimento cresce do
conhecimento. Seja para fazer um trabalho escolar, buscando uma cura para o
câncer, buscando um grau acadêmico, ou o desenvolvimento de um motor com combustível mais eficiente, os acadêmicos e pesquisadores de todas as idades dependem do conhecimento e da experiência
que as bibliotecas e os bibliotecários
oferecem.
9)
Bibliotecas nos ajudam a entender os outros
As pessoas de todas as esferas
da vida se reúnem em bibliotecas para discutir questões de interesse comum. As bibliotecas oferecem programas, acervos e espaços de reunião para nos ajudar a compartilhar e aprender com as nossas diferenças.
10)
Bibliotecas preservam a herança cultural da nação
O passado é a chave para
o nosso futuro. As bibliotecas coletam, digitalizam e
preservam documentos históricos originais
e únicos que nos ajudam a entender
melhor o nosso passado, presente
e futuro.
---------
Nota:
documento a ser divulgado pela American Library Association (ALA), em 2 de
julho de 2013, por ocasião da sua Conferência Anual a ser realizada em Chicago
(Illinois, US).
Murilo Cunha
Murilo Cunha
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Nova Geração de Sistemas para Bibliotecas (2013)
1 Comentários quinta-feira, junho 13, 2013
Publicado por Michelangelo Viana
Assunto: Acesso à Informação, automação de bibliotecas, descoberta, nova geração de sistemas, nuvem computacional, Serviços Online, software como serviço
Colega e amigos,
Desde 1993 até agora (e lá se vão 20 anos...) tenho acompanhado a evolução dos sistemas de automação para bibliotecas no Brasil (detalho esse tema no capítulo do livro Robots in Academic Libraries, IGI Global, 2013).
Quando ingressei na UFRGS (Porto Alegre, Brasil) para realizar meu bacharelado em Biblioteconomia já tive contato com sistemas de automação, tanto aqueles criados pelas próprias instituições, como com os estrangeiros que começavam a entrar no mercado - de terceira geração (ainda em terminal-server).
Então no final da década de 1999 surgiu a quarta geração (gráfica, MARC, cliente-servidor, banco de dados relacional, Internet...) e agora vislumbramos um novo avanço:
Uma nova geração de sistemas para uma nova geração de bibliotecas, fortemente apoiados no conceito "de software com serviço".
Com base em recentíssimos trabalhos de Marshal Breeding (Library Technology Guides, EUA), Carl Grant (CARE Affiliates LLC, EUA) e Filipe Bento (Universidade de Aveiro, Portugal), preparei uma apresentação com conceitos e visões sobre as mudanças que esses sistemas de nova geração trarão para as bibliotecas, bibliotecários e usuários.
Assim como o CCAA2 está dando lugar ao RDA; e os OPACs dando lugar à Descoberta; a automação está dando lugar à Nova Geração de sistemas. E tudo somado com o objetivo de melhorar cada vez mais os serviços internos, o gerenciamento e entrega da informação e o atendimento das necessidades dos nossos usuários.
A apresentação contém os seguintes tópicos:
Desde 1993 até agora (e lá se vão 20 anos...) tenho acompanhado a evolução dos sistemas de automação para bibliotecas no Brasil (detalho esse tema no capítulo do livro Robots in Academic Libraries, IGI Global, 2013).
Quando ingressei na UFRGS (Porto Alegre, Brasil) para realizar meu bacharelado em Biblioteconomia já tive contato com sistemas de automação, tanto aqueles criados pelas próprias instituições, como com os estrangeiros que começavam a entrar no mercado - de terceira geração (ainda em terminal-server).
Então no final da década de 1999 surgiu a quarta geração (gráfica, MARC, cliente-servidor, banco de dados relacional, Internet...) e agora vislumbramos um novo avanço:
Uma nova geração de sistemas para uma nova geração de bibliotecas, fortemente apoiados no conceito "de software com serviço".
Com base em recentíssimos trabalhos de Marshal Breeding (Library Technology Guides, EUA), Carl Grant (CARE Affiliates LLC, EUA) e Filipe Bento (Universidade de Aveiro, Portugal), preparei uma apresentação com conceitos e visões sobre as mudanças que esses sistemas de nova geração trarão para as bibliotecas, bibliotecários e usuários.
Assim como o CCAA2 está dando lugar ao RDA; e os OPACs dando lugar à Descoberta; a automação está dando lugar à Nova Geração de sistemas. E tudo somado com o objetivo de melhorar cada vez mais os serviços internos, o gerenciamento e entrega da informação e o atendimento das necessidades dos nossos usuários.
A apresentação contém os seguintes tópicos:
- Motivos para mudar de sistema;
- O que a Nova Geração de sistemas oferece;
- Por que é uma Nova Geração (o que traz de novo);
- Uma breve descrição de cada uma das plataformas de Nova Geração;
- Uma comparação da Automação com a Nova Geração;
- Um Breve comparativo das plataformas de serviços para bibliotecas (jun/2012);
- Benefícios da adoção da nova geração;
- Impactos da adoção da Nova Geração;
- Bibliografia recomendada sobre Descoberta e sobre Nova Geração.
terça-feira, 11 de junho de 2013
Curso na Universidade de Coimbra
0 Comentários terça-feira, junho 11, 2013
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: Ciência da Informação, Universidade de Coimbra
Está prestes a ter início mais uma fase de candidaturas ao 2º ciclo em
Ciência da Informação, da Faculdade de Letras da Universidade de
Coimbra.
Tem início a 15 de junho e decorre até 15 de julho de 2013 a 2ª fase de candidaturas, havendo ainda uma 3ª fase em agosto.
As informações sobre o curso estão disponíveis em http://www.uc.pt/fluc/dfci/seccao_informacao/ensino/2_ciclo_CI
o Calendário das Candidaturas: http://www.uc.pt/candidatos/escola/fluc/calendario_fluc
Aviso de abertura do curso (com indicação da documentação necessária): http://www.uc.pt/candidatos/escola/fluc/docs_2013_2014/2C_ciencia_informacao
Mais informações sobre as candidaturas: http://www.uc.pt/candidatos/online
Tem início a 15 de junho e decorre até 15 de julho de 2013 a 2ª fase de candidaturas, havendo ainda uma 3ª fase em agosto.
As informações sobre o curso estão disponíveis em http://www.uc.pt/fluc/dfci/seccao_informacao/ensino/2_ciclo_CI
o Calendário das Candidaturas: http://www.uc.pt/candidatos/escola/fluc/calendario_fluc
Aviso de abertura do curso (com indicação da documentação necessária): http://www.uc.pt/candidatos/escola/fluc/docs_2013_2014/2C_ciencia_informacao
Mais informações sobre as candidaturas: http://www.uc.pt/candidatos/online
Manuela Santos
Secretária do Departamento de Filosofia,
Comunicação e Informação
Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra
239410087 (ext.interna 4319)
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Evento: Acesso aberto
Data: 6 a 9 de outubro de 2013.
Local: Universidade de São Paulo, Sistema de Bibliotecas,
Auditório.
Objetivo: promover o compartilhamento, a discussão, a
geração e a divulgação de conhecimentos, práticas e pesquisas sobre o acesso
aberto em todas as suas dimensões e perspectivas, servindo de catalisador à
disseminação de políticas, pesquisa e desenvolvimento na área.
Detalhes no
URL: www.acessoaberto.pt/c/index.php/confoa2013/2013
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