quinta-feira, 28 de junho de 2012

CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO: CONTRIBUTOS PARA O SEU ESTUDO


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Ciência da Informação: contributos para o seu estudo é um
novo livro das edições da Universidade Fernando Pessoa, dirigido por Judite de Freitas com edição de Luís Borges Gouveia e António Regedor.

O livro visa sistematizar e consolidar conhecimentos em áreas disciplinares específicas da CI, dividindo-se em oito capítulos e um glossário dos termos mais usuais na disciplina, imbuído de uma perspetiva, intencionalmente, científico-pedagógica. Pretende-se dar a conhecer de forma despretensiosa o conjunto de temas e problemas da Ciência da Informação moderna, oferecendo, uma abordagem multidisciplinar, contígua e rigorosa, uma visão geral das problemáticas envolventes, conjugando-a com a apresentação das principais dimensões a ter em conta na organização das unidades de informação.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Japão: um milhão de artigos em acesso livre


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Bases científicas abertas no Japão ultrapassam 1 milhão de artigos
Fonte: FAPESP. Data: 21/06/2012.
URL: http://agencia.fapesp.br/15769
O número de artigos científicos e tecnológicos e outros registros em bases de acesso livre no Japão ultrapassaram a marca de um milhão.
O anúncio foi feito pela JAIRO (sigla para “Repositórios On-line Institucionais Japoneses”), um serviço do Instituto Nacional de Informática do país que reúne metadados de mais de 200 bases individuais japonesas de artigos científicos.
O milionésimo artigo foi publicado no dia 1º de junho, na base de dados de Kagoshima, intitulado “Studies on the Relationship between the Gear-types and the Fishing Efficiencies in the Trawl Nets II: Relationship between the Towing Force of the Trawler and the Catch of the Eastern Net”.
Mais informações sobre a JAIRO: http://jairo.nii.ac.jp/en

Sustentabilidade dos repositórios


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Erway, Ricky. Lasting Impact: Sustainability of Disciplinary Repositories. Dublin, OH: OCLC Research, 2012. Disponível em: http://www.oclc.org/research/publications/library/2012/2012-03.pdf.
Este relatório examina como os repositórios especializados são financiados e se eles são sustentáveis. Os repositórios avaliados foram: AgEcon Search: Research in Agricultural & Applied Economics, arXiv.org, EconomistsOnline, E-LIS: E-Prints in Library & Information Science, PubMed Central, RePEc: Research Papers in Economics; SSRN: Social Science Research Network. O documento aponta que as principais fontes de financiamentos foram: “apoio institucional”, “contribuições institucionais baseadas no uso”, “suporte via consórcios”, “rede distribuída de voluntários”, “recursos do governo federal”, “arranjos descentralizados” e “serviços comerciais”. O autor comenta que não existe um único caminho para o financiamento dos repositórios e que a maioria deles utiliza uma combinação de diversas abordagens.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Novo número: "Informação e Sociedade"


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“Informação & Sociedade: Estudos” acaba de publicar o  Vol. 22, No 1 (2012).
Sumário:
Editorial
  • A multiplicação dos espaços para comunicação científica. Gustavo Henrique de Araújo Freire, Isa Maria Freire.
Artigos de Revisão:
  • Impacto das Tecnologias de Informação e Comunicação: cultura digital e mudanças sócio-culturais. Maria José Vicentini Jorente.
  • Charles Peirce, Gilles Deleuze e a Ciência da Informação. Solange Puntel Mostafa.
  • Visualização de informação e alfabetismo gráfico: questões para a pesquisa. Ana Elisa Ribeiro.
Memórias Científicas Originais:
  • Inovação tecnológica e preferência de consumo: uma Análise Cross-Cultural na América Latina. Igor de Jesus Lobato Pompeu Gammarano, Emílio José Montero Arruda Filho, Milton Cordeiro Farias Filho.
  • Análise do contexto de emprego dos profissionais brasileiros da Informação-Documentação a partir de ofertas de trabalho na Web feitas por empresas e instituições. José Antonio Moreiro Gonzalez, Waldomiro de Castro Santos Vergueiro, Sánchez-Cuadrado Sonia.
  • Ciência da Informação no Brasil: o desenvolvimento da pesquisa e suas implicações na formação de mestres e doutores. Francisco das Chagas de Souza.
  • Relatos de Experiência”
  • Repositório institucional da saúde: a experiência da Fundação Oswaldo Cruz. Maria da Conceição Rodrigues de Carvalho, Cícera Henrique da Silva,  Maria Cristina Soares Guimarães.
Relatos de Pesquisa:
  • Identidade/diversidade cultural no ciberespaço: práticas informacionais e de inclusão digital nas comunidade indígenas no Brasil. Alejandra Aguilar.
  • Princípios metodológicos para a caracterização da dimensão pragmática de documentos no desenvolvimento de ontologias biomédicas. Mauricio Barcellos Almeida, Beatriz Valadares Cendon, Marta Macedo Kerr Pinheiro.
  • Contribuições da arquitetura da informação para o website “A Cor da Cultura”. Mirian de Albuquerque Aquino, Henry Pôncio Cruz de Oliveira.
  • Paradigma social nos estudos de usuários da informação: abordagem interacionista. Carlos Alberto Ávila Araújo.
Resenhas:
O campo da CI. Gustavo Henrique de Araújo Freire.
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terça-feira, 19 de junho de 2012

Evento promove interação entre editores de revistas eletrônicas


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Foi realizado em Brasília, no período de 13 a 15 de junho de 2012, o II EUSEER – Encontro de Usuários do Sistema de Editoração de Revistas Eletrônicas, promovido pelo IBICT que reuniu centenas de editores e redatores de periódicos científicos.
O evento teve por objetivo de divulgar o desenvolvimento e gestão de revistas eletrônicas das mais diversas áreas do conhecimento.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Homem é preso, na Grande São Paulo, com mais de 30 livros raros roubados de uma biblioteca na Bahia


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Fonte: Portal R7. Data: 16/06/2012.
URL: http://noticias.r7.com/sao-paulo/noticias/homem-e-preso-na-grande-sao-paulo-com-mais-de-30-livros-raros-roubados-de-uma-biblioteca-na-bahia-20120616.html
Um homem foi preso com 30 exemplares de obras raras, na Grande São Paulo. Os livros estavam dentro de um carro. As obras datadas dos anos de 1600 a 1800 tem o carimbo da biblioteca do Instituto Histórico e Geográfico da Bahia.
O instituto confirmou que as obras foram furtadas há dois anos. Uma das obras foi dada de presente ao imperador Dom Pedro II. As obras são raras e possuem alto valor.
Outro caso
Em fevereiro deste ano, livros raros de botânica também foram roubados do Instituto de Botânica da USP (Universidade de São Paulo). As obras foram recuperadas no mês de abril pelos policiais do DEIC (Departamento de Investigação sobre o Crime Organizado).

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Universidade do Minho cria "Wikipedia" para música


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O sistema gera automaticamente partituras e ficheiros áudio (D.R.)
A Universidade do Minho apresenta nesta sexta-feira uma ferramenta de trabalho colaborativo na Internet, chamada WikiScore, que permitirá a voluntários com conhecimentos musicais transcrever partituras, tornando-as acessíveis tanto sob a forma de notação musical, como em ficheiros áudio.

O objectivo é criar um repositório de música que, por ora, está dispersa em originais de difícil acesso e de leitura complicada.

A ideia surgiu na disciplina de Informática para a Musicologia, na qual foram lançados os projectos-piloto que já podem ser consultados, embora estejam ainda incompletos.

Entre estes, estão uma ópera e uma cantata do século XVIII, cujas partituras foram digitalizadas pela Biblioteca Nacional, que disponibiliza imagens que são réplicas do original – podem ser lidas por humanos treinados, mas dificilmente por computadores.

Para serem inseridas na WikiScore, estas partituras foram transcritas recorrendo a uma notação que usa letras do alfabeto para as notas musicais.

Depois de inseridas, o sistema pode gerar automaticamente partituras e ficheiros áudio, tanto da obra completa, como apenas das partes ou dos instrumentos escolhidos pelo utilizador. Por exemplo, um praticante de um determinado instrumento pode optar por gerar um ficheiro áudio de uma ópera em que são tocados todos os instrumentos menos o seu e usar assim esse ficheiro quando pratica.

“Não podemos esperar que seja a tutela ou uma fundação como a Gulbenkian a digitalizar as obras”, considera um dos responsáveis pelo projecto, José Nuno Oliveira, professor na área da informática.

O conceito é inspirado na Wikipedia, mas o acesso é um pouco mais restrito. Contrariamente ao que acontece na enciclopédia online, é preciso pedir aos responsáveis pelo site uma conta de utilizador para começar a introduzir e editar conteúdos. Tirando o processo de inscrição, a WikiScore será “completamente aberta”, afirma José Nuno Oliveira.

Fonte: Público

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Biblioteca de SP abre edital para resenhadores


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Até o dia 20 de julho a Biblioteca Monteiro Lobato, na capital paulista, recebe inscrições para o credenciamento de interessados em prestar serviços profissionais de leitura de obras de literatura infantojuvenil e produção de resenhas para atualização da publicação Bibliografia brasileira de literatura infantil e juvenil. Para saber mais sobre as regras das inscrições, acesse o site da prefeitura neste link. Em caso de dúvidas, entre em contato com a biblioteca pelos telefones XX11 3256 4438 e XX11 3256 4122 ou pelo e-mail bcsp.mlobato@prefeitura.sp.gov.br.

sábado, 9 de junho de 2012

Conferência ‘Os Arquivos Públicos como elemento estruturante e dinamizador da Modernização Administrativa’


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Assinala-se hoje, dia 9 de junho, o Dia Internacional dos Arquivos! Este  foi instituído pela Assembleia Geral do Conselho Internacional de Arquivos (CIA), realizada no Québec, em Novembro de 2007. Esta data foi escolhida por ter sido precisamente a 9 de Junho de 1948, que a UNESCO criou o CIA – Conselho Internacional de Arquivos. O objetivo da criação de um Dia Internacional de Arquivos visa proporcionar condições para que, em todo o Mundo, se desenvolvam ações de promoção e divulgação da causa dos arquivos.

Visando a comemoração desta efeméride, o Município de Barcelos vai comemorar o “Dia Internacional dos Arquivos” com a realização de uma conferência subordinada ao tema “Os Arquivos Públicos como elemento estruturante e dinamizador da Modernização Administrativa”, proferida pelo Dr. Pedro Penteado, Director de Serviços de Arquivística e Apoio Técnico da Direcção-Geral de Arquivos.

A conferência, que tem entrada livre, realiza-se no auditório da Biblioteca Municipal de Barcelos, pelas 18h00 horas.

Segundo nota de imprensa do Município, através deste evento pretende-se abordar a “importância da modernização da Administração Pública no contexto atual da crise económica e financeira do país, bem como a necessidade de reforçar as soluções de administração eletrónica que possibilitem a prestação de melhores produtos e serviços aos cidadãos. Salienta-se também a importância de boas práticas na gestão da informação de arquivo para a construção da memória organizacional e da memória coletiva. Destaca-se o papel dos arquivos municipais neste contexto e a sua participação em redes de informação a nível nacional e internacional“.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Novo número: “Datagramazero” de junho de 2012


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O DataGramaZero de JUNHO 2012 traz os seguintes artigos:

1 - A mão invisível que controla o sujeito contemporâneo. Patrícia Fernanda Dorow e Maurílio Tiago Brüning Schmitt e Gertrudes Aparecida Dandolini. Resumo: Esse trabalho traz algumas considerações acerca das análises dos discursos segundo o pensamento de Foucault e Deleuze.

2 - Procedimento para Avaliação Global do Desempenho Organizacional. Maria Cristina Fogliatti de Sinay e Laura Sinay e Isolina Cruz. Resumo: O objetivo do presente trabalho é apresentar um procedimento para avaliar o desempenho global de uma organização qualquer segundo a ótica dos diversos agentes envolvidos.

3 - Interatividade e Usabilidade nas Bibliotecas Digitais no Processo Ensino-Aprendizagem. Izabel França de Lima e Renato Rocha Souza e Guilherme Ataíde Dias. Resumo: Este estudo de revisão de literatura sobre interatividade e usabilidade nas bibliotecas digitais objetiva apresentá-las como ferramentas que podem auxiliar na construção do conhecimento numa concepção de educação mediada pelas TICs.

4 - Algumas contribuições da perspectiva filosófico-semiótica de Peirce para a análise de assunto. Franciele Marques Redigolo e Carlos Cândido de Almeida. Resumo: Objetivou-se, com este trabalho, apresentar uma reflexão teórica acerca da análise de assunto resgatando, para tanto, uma abordagem da Filosofia e da Semiótica de Peirce.

5 - Compromissos Ontológicos e Pragmáticos em Ontologias Informacionais:Convergências e Divergências. Marcello Peixoto Bax e Eduardo de Mattos Pinto Coelho. Resumo: Este artigo parte da noção do compromisso ontológico, tal como proposta por Quine, para discutir alguns aspectos controversos dos pressupostos teóricos utilizados na construção de ontologias informacionais.

6 - A memória e o conceito de bit quântico. Álvaro Caetano Pimentel Sobrinho. Resumo: A proposta, do artigo, é apresentar uma análise sobre a preservação da memória com a utilização dos dispositivos tecnológicos e com a introdução do conceito do bit quântico.

Outros conteúdos:

Ainda, no DZG de JUNHO 2012 temos a recensão de Secreto, lenguaje y memoria en la sociedad de la informacion por Rafael Capurro e Raquel Capurro. Em Colunas Aldo de albuquerque Barreto A leitura e a escrita: na terra e no mundo dos textos infinitos.

O DataGramaZero de JUNHO 2012 está disponível em:

http://http://www.datagramazero.org.br/

http://www.dgz.org.br

Novo número do: “PontodeAcesso”


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Acaba de ser publicado o n. 1 do v. 6 do Ponto de Acesso, a revista eletrônica do Instituto de Ciência da Informação, da Universidade Federal da Bahia.

Sumário:

Editorial

Em pauta a informação, imagens e arquivos. Alzira Gondim Tude de Sá.

Artigos

• Contribuições de Marteleto e González de Gómez ao Entendimento do Informacional: diálogos com três aportes da informação. Geni Chaves Fernandes, Gustavo Silva Saldanha.

• Metadados para a Recuperação de Imagens na WEB: utilizando o software ADOBE BRIDGE. Cláudio Diniz Alves.

• A era da gestão eletrônica de documentos: o uso de hipertexto na recuperação da informação em arquivos. Carlos Eugênio Silva Neto, João Wandemberg Gonçalves Maciel.

• Espaços de Significação. Marivalde Moacir Francelin.

• Leitores, Leitura e Círculos: uma perspectiva metodológica. Rodrigo Matos de Souza.A Semiose da Imagem: análise semiótica de capas de livros. Jéssica Câmara Siqueira.Arquivos especiais: caracterização e identificação dos suportes, das formas e dos formatos. Luciana Souza de Brito.Evolução Legal dos Arquivos Audiovisuais e Sonoros em Portugal. Fontes Ferreira Nuno.

http://www.pontodeacesso.ici.ufba.br/

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Novo número: Informação & Informação


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O v. 16, n. 3, de 2011 da revista Informação & Informação está disponível em http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao.
Sumário:
Editorial
Maria Inês Tomaél
Artigos
  • Indicadores Científicos e as Universidades Brasileiras. p. 1-18. Adilson Luiz Pinto, Márcio Matias.
  • A Elite Acadêmica da Sociologia no Brasil e sua Produção Científica. p. 19-39. Anderson Café, Kátia Carvalho, Vinicios Menezes, Nanci Oddone.
  • Indexação Social e Pensamento Dialógico: reflexões teóricas. p. 40-59. Roger De Miranda Guedes, Maria Aparecida Moura, Eduardo José Wense Dias.
  • Tecnologias Semânticas: Novas Perspectivas para a Representação de Recursos Informacionais. p. 60-75. Rogério Aparecido Sá Ramalho, Marcos Teruo Ouchi.
  • Ação de Mediação para Inclusão Social de Comunidades. p. 76-95. Maria Giovanna Guedes Farias, Isa Maria Freire.
  • A Qualidade da Informação na Web: uma abordagem semiótica. p. 96-117. Juliana de Assis, Maria Aparecida Moura.
  • Desafio aos Gestores de Unidades de Informação para Implementar o
    Intraempreendedorismo e o Empowerment. p. 118-141. Antonio Costa Gomes Filho, Astrid Honesko, Vera Lucia Braga da Silva, Roberta Moraes de Bem.
  • Mediação da Informação em Websites de Bibliotecas Universitárias
    Brasileiras: Referencial Teórico. p. 142-165. Valéria Aparecida Moreira Novelli, Wanda Aparecida Machado Hoffmann, Luciana de Souza Gracioso.
  • Formação e Competências do Bacharel em Biblioteconomia da UDESC:
    Análise Seguindo a Classificação Brasileira de Ocupações. p. 166-190. Elaine de Oliveira Lucas, Aline Andrade Ouriques.
Teses e Dissertações
  • Resumos: Dissertações. p. 191-213. Brígida Maria Nogueira Cervantes.
Resenhas de livros/mídia
  • Comunicação Científica. p. 214-216. Geraldina Porto Witter.

WORKSHOP EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO 2012 - UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA


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DATA: 15 DE JUNHO DE 2012

Objetivos:
A realização do Workshop de CI da UFP 2012 enquadra-se no âmbito das atividades desenvolvidas ao nível do 2º ciclo (Mestrado) em Ciências da Informação e da Documentação da Universidade Fernando Pessoa. Constituem objetivos principais deste encontro a divulgação e discussão de temáticas recentemente investigadas em áreas que se consideram de grande importância como sejam a literacia, a visibilidade e o impacto da biblioteca na comunidade, ou ainda o acesso à atividade de professor-bibliotecário. 
Visa-se igualmente a divulgação junto dos técnicos da informação e do conhecimento de estudos recentes nos domínios das bibliotecas escolares, públicas e universitárias. Como objetivos complementares o presente encontro pretende discutir o trabalho produzido por alguns dos mestrandos em CID e fomentar o diálogo entre docentes, estudantes e profissionais que trabalham na área, debatendo problemas levantados no decurso das investigações realizadas e concluídas com êxito, comparando experiências de trabalho.
O Workshop de Ciência da Informação 2012 reúne docentes e estudantes que frequentam ou frequentaram o 2º ciclo de CID da UFP. O encontro destina-se também a todos os interessados e estudiosos dos mais diversos temas e problemas da Ciência da Informação.

Programa


Abertura  
15:00 -15:15
Diretora da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da UFP – Prof.ª Doutora Inês Gomes 
Coordenador do Departamento de Ciências da Comunicação e Empresariais - Prof. Doutor Rui Estrada
Coordenadora de CID - Prof.ª Doutora Judite Gonçalves de Freitas

1º tema - O perfil das novas bibliotecas escolares, universitárias e públicas
15:20-15:40 - Ana Maria de Sousa Rebelo - A Biblioteca Universitária: desafios e oportunidades para o profissional da informação 
15:40-16:00 - Raquel Maria Gonçalves Vieira Cascaes - A profissionalização do professor-bibliotecário. As Bibliotecas Escolares do concelho de Matosinhos. Estudo de caso 
16:00-16:20 - Olga Mafalda da Cruz Nunes - A Biblioteca Municipal João Brandão. Análise das representações sociais dos utilizadores e impacto social. Estudo de caso. 
16.20-17:00 - Discussão
17:00 -17:15 - Pausa para café

2º tema - Literacia da Informação e uso de novas tecnologias: algumas respostas
para um «velho» problema
17:15-17:35 - Ricardo Manuel Capela Martins - Literacia da Informação ou literacias da informação? Do ideal ao real. Estudo de caso. 
17:35-17:55 - Teresa Maria Borges Cardoso - As Bibliotecas e as redes socais no digital - Quem usa e como usa no Distrito de Aveiro.
17:55-18:15 - Discussão
18:10-18:30 - Encerramento

A participação é gratuita mas sujeita a inscrição prévia. Para a formalizar aceda a:
Comissão Organizadora:
Prof.ª Doutora Judite A. Gonçalves de Freitas
Prof. Doutor Luís Borges Gouveia
Dr. António Regedor
Divulgação:
Gabinete de Comunicação e Imagem da UFP

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Bibliotecas devem ter livros eróticos?


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Fonte: Época. Data: 29/05/2012.

Autora: Margarida Telles

URL: http://colunas.revistaepoca.globo.com/mulher7por7/2012/05/29/bibliotecas-devem-ter-livros-eroticos/

Você já ouviu falar de “Fifty Shades of Grey”, o primeiro livro da trilogia escrita por E.L. James? Graças ao seu teor “caliente”, ele ganhou o apelido de “Crepúsculo para adultos”. A história do envolvimento de uma estudante com um empresário adepto do sadomasoquismo conquistou mulheres de todas as idades e fez a obra liderar a lista de livros digitais mais vendidos. Mas a maior polêmica sobre “Fifty Shades of Grey” foi a sua expulsão do catálogo de algumas bibliotecas.
m Brevard County , na Flórida, as bibliotecas públicas decidiram retirar os exemplares do livro de circulação. Os responsáveis afirmaram que não aceitavam pornografia em suas prateleiras. Quando questionados sobre terem obras como o “Kama Sutra” e “Trópico de Câncer”, justificaram que estes são “clássicos”.
A proibição gerou protestos, tanto dos fãs do livro como dos defensores da liberdade de expressão. Uma petição pública pedia a volta do livro, alegando que banir obras é inconstitucional, independente de seu conteúdo. “Não há espaço nas prateleiras das bibliotecas para a censura”, disse a Fundação Americana pela defesa das liberdades civis. Ontem, as manifestações surtiram efeito. As autoridades de Brevard County voltaram atrás, e decidiram colocar novamente “Fifty Shades of Grey” em seu catálogo.
Ainda não li o best seller, embora tenha bastante curiosidade. Dizem que o livro é ruim, em termos de escrita. Linguagem pobre, chavões, o pacote completo. Mas quando ele for editado no Brasil, espero que vá para as nossas bibliotecas. Me lembro do dia em que aluguei o “Trópico de Câncer”, de Henry Miller, na biblioteca da minha antiga faculdade – uma instituição católica.  Não gostei do livro, mas adorei ter constatado isso por conta própria, ao explorar as suas páginas.
Na minha opinião, censura é algo extremamente perigoso. Remete à ditadura, massificação, falta de autonomia civil e prepotência por parte do censurador. O livro é uma porcaria? Então deixe as pessoas decidirem. Como leitores, temos o direito de escolher se queremos ou não ler coisas ruins. Li a saga Crepúsculo inteirinha, achei péssimo em termos de literatura e mesmo assim adorei. Não vejo a hora de fazer o mesmo com “Fifty Shades of Grey”.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Giron versus biblioteca pública


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Abaixo consta um artigo sobre o atendimento feito a um leitor numa biblioteca pública na cidade do Rio de Janeiro. Ele foi escrito pelo jornalista Luis Antonio Giron e publicado na revista Época, de 15 de maio de 2012. Esse texto causou enorme celeuma nos últimos dias; o próprio Conselho Federal de Biblioteconomia acaba de distribuir uma nota abordando esse imboglio. Os dois textos foram incluídos nesta mensagem.

Murilo Cunha

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Dê adeus às bibliotecas

Autor: Luis Antonio Giron. Data: 15/05/2012.

Fonte: Revista Época.

URL: http://revistaepoca.globo.com/cultura/luis-antonio-giron/noticia/2012/05/de-adeus-bibliotecas.html

Luís Antônio Giron Editor da seção Mente Aberta de ÉPOCA, escreve sobre os principais fatos do universo da literatura, do cinema e da TV (Foto: ÉPOCA)

Nostalgia é o oitavo pecado capital destes tempos. Você pode ser retrô e reciclar informações do passado com o glamour e a retina exata do presente. Ser nostálgico e sentir saudade é pecar. Por que sentir falta de um passado que era mais atrasado, mais ridículo e mais sujo do que o presente? Como sei que o presente é o futuro passado e que os brilhos atuais vão parecer foscos aos olhos judiciosos do amanhã, continuo a gostar da nostalgia. Recaio sempre nela, e sinto o olhar reprovador de quem está por perto e nota a infração. Para horror de minha mulher, guardo uma edição da Encyclopedia Britannica, edição de 1962. Pior, vivo consultando seus verbetes absoluta e encantadoramente desatualizados. Agora que a Britannica deixou de ser publicada em papel e migrou inteirinha para a internet, só me resta o prazer táctil de folhear a minha velha prensagem da obra. Não posso evitar ser um ser pré-internético, pré-google, pré-instagram e o diabo a quatro.
Em um desses meus acessos incuráveis de nostalgia, cometi o crime de visitar a biblioteca pública do meu bairro. Cheguei de mansinho, talvez pensando em reencontrar nas prateleiras os livros que mais me influenciaram e emocionaram. Topei com prateleiras de metal com volumes empoeirados à espera de um leitor que nunca mais apareceu. O lugar estava oco. A bibliotecária me atendeu com aquela suave descortesia típica dessa categoria profissional, como se o visitante fosse um intruso a ser tolerado, mas não absolvido. Eu sei que as bibliotecárias, entre suas muitas funções hoje em dia, sentem-se na obrigação de ocultar os volumes mais raros de suas respectivas bibliotecas. Bibliotecas mais escondem do que mostram. Há depósitos ou estantes secretas vedadas aos visitantes. São as melhores – e, graças às bibliotecárias, você jamais chegará a elas. 
Na recepção daquela pequenina biblioteca municipal, eu me senti uma assombração do passado a importunar a ordem do agora. 
 “Procuro uma coletânea de contos fantásticos de Aluísio Azevedo”, disse à senhora. “O senhor trouxe a referência?” Não. “Por que não consultou o catálogo pela internet?” Sei lá por quê, eu só queria parar por aqui e ler uns livros difíceis de encontrar e talvez levar emprestados... “Os empréstimos são limitados a quatro volumes e a devolução acontece em 15 dias”, ela metralhou, com os olhos pregados no monitor velho e encardido do computador. Por fim, depois de dar um pequeno passeio pelo interior da biblioteca, voltou para informar que não tinha o livro que eu buscava. Virei as costas, imaginando o alívio da funcionária em me ver ir embora. Agora ela podia regressar a sua preguiçosa solidão.
Em tempos idos, eu encontrava nas bibliotecas públicas um abrigo para meditar, planejar e fugir do mundo. Passeava pelas estantes como quem viajasse por outros planetas, tempos e realidades, memórias, histórias, uma lição de vida aqui, uma descoberta da crueldade humana ali, fantasias inúteis acolá. Devo às bibliotecas a minha formação. Fiz mestrado e doutorado passando tardes enfurnado na Mário de Andrade, no Arquivo do Estado e na Biblioteca Nacional. E sempre frequentei bibliotecas de bairro. Anos atrás, elas costumavam ser lotadas de leitores ávidos. Os usuários se interessavam por cultura, e não apenas como uma ferramenta para subir na vida e destruir os concorrentes. Havia oficinas e debates. Os livros de poesia e os romances não paravam nas prateleiras. Agora os ácaros, os carunchos e toda sorte de inseto venceram os leitores. Para não falar da umidade – que, recentemente, quase acabou com os periódicos da Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.
Saí da minha biblioteca do bairro e me dirigi a uma lan house próxima, repleta de meninos e adultos, absortos em pesquisar, mandar emails e jogar. Pela internet, encontrei O touro negro, de Aluísio Azevedo, disponível em arquivo digital no site do domíniopublico.br. Agora tudo quanto é livro pode ser encontrado em sites abertos, como archive.org, openlibrary.org e gutenberg.org. E pensei: perto de uma lan house imunda como aquela, as poeirentas bibliotecas públicas lembram santuários abandonados. Não espanta que as prefeituras de quase todas as cidades do Brasil queiram fechá-las. Daqui a pouco a venerável Biblioteca Nacional vai migrar inteira para o mundo on line, e proibir a entrada de leitores de livros em papel, os antigos livros reais. Será vetado o ingresso no recinto de leitores em carne e osso, gente atrasada que vive em busca de livros de papel. Tudo estará apenas “disponibilizado” (que verbo ridículo) pelas bases de dados via internet. 
Sou obrigado a dar razão a esses baluartes do conhecimento que são os prefeitos de todas as cidades do Brasil. As bibliotecas não servem mais para nada nem a ninguém. Nem mesmo a mim, que sempre as amei. Ainda assim, toda vez que passo diante do prédio da biblioteca do meu bairro com a intenção de dizer adeus, não consigo.

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Nota do Conselho Federal de Biblioteconomia ao artigo "Dê adeus às bibliotecas"

Fonte: Revista Época. Data: 24/05/2012.

URL: http://revistaepoca.globo.com/cultura/luis-antonio-giron/noticia/2012/05/resposta-do-conselho-federal-de-biblioteconomia-ao-artigo-de-adeus-bibliotecas.html

NÊMORA A. RODRIGUES, BIBLIOTECÁRIA, PRESIDENTE DO CONSELHO FEDERAL DE BIBLIOTECONOMIA
O artigo do jornalista Luís Antônio Giron, publicado no site de ÉPOCA, sob o título “Dê adeus às bibliotecas”, retrata uma experiência vivenciada no âmbito da biblioteca pública de seu bairro e, a partir disso, generaliza e atinge negativamente a atuação dos bibliotecários no exercício de sua atividade. Cabe destacar, entretanto, que o Primeiro Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais, proposto pelo Ministério da Cultura e executado pela Fundação Getúlio Vargas, apontou que no âmbito das 4.905 Bibliotecas Públicas pesquisadas há somente 75 bibliotecários atuando. Conclui-se, então, que a maioria dos usuários são atendidos por pessoal não habilitado e não por bibliotecários devidamente graduados. A responsabilidade da gestão dessas bibliotecas é do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas, vinculado à Fundação Biblioteca Nacional (FBN).
E o Sistema CFB/CRB, ciente dessa realidade, enfatiza permanentemente a necessidade do investimento em pessoal qualificado para suprir tais lacunas, ante a premissa de que apenas acervos, espaço físico e equipamentos não atendem às necessidades de cidadãos brasileiros que merecem ter sua cidadania assegurada por meio de bons serviços públicos em todas as áreas. Ante o exposto, lamenta-se que o jornalista tenha atingido um profissional imprescindível para trabalhar com a informação e, dessa forma, contribuir para o desenvolvimento do país nos mais diversos segmentos sociais em que o bibliotecário atua. Afinal, toda a generalização corre o risco de afundar no abismo do descrédito e da intolerância. Assim como se espera que o jornalismo seja exercido baseado no compromisso com a verdade dos fatos, independente do ponto de vista pessoal e pontual, mas a partir da análise do todo o conjunto que compõe o cenário.

Fazer cópia de CD ou livro para uso próprio pode deixar de ser crime


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Comissão que discute mudanças no Código Penal aprovou proposta que permite reprodução


A comissão de juristas que discute mudanças ao Código Penal aprovou nesta quinta-feira uma proposta que descriminaliza o ato de uma pessoa fazer uma cópia integral de uma obra para uso pessoal, desde que não tenha objetivo de lucro. Com a decisão, quem realizar a cópia deixa de ser enquadrado pelo crime, previsto no atual código, de "violação do direito autoral".

Dessa forma, a cópia de um CD de música ou de um livro didático para uso próprio deixaria de ser crime. Atualmente, a pena para os condenados pela conduta pode chegar a até quatro anos. 

O texto aprovado pela comissão ficou com a seguinte redação: "não há crime quando se tratar de cópia integral de obra intelectual ou fonograma ou videofonograma, em um só exemplar, para uso privado e exclusivo do copista, sem intuito de lucros direto ou indireto".

O colegiado tinha prazo até o final do mês para entregar o anteprojeto do novo código ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Mas os trabalhos foram prorrogados até o dia 25 de junho. As sugestões dos juristas poderão compor um único projeto ou serem incorporadas a propostas já em tramitação no Congresso.



Fonte: Agência Estado (Zero Hora - 25/05/2012)





BRASÍLIA - A comissão de juristas formada pelo Senado para reformar o Código Penal aprovou nesta quinta-feira propostas que endurecem as penas para quem desrespeita os direitos autorais. Mas pelo menos em um ponto a mudança ocorreu em sentido inverso. A proposta aprovada permite que uma pessoa tire cópia integral de uma obra intelectual, como um livro, desde que seja para uso pessoal. A legislação atual permite apenas cópia parcial.
- Houve um endurecimento, mas só nesse ponto (cópia para uso pessoal) ocorreu amolecimento - afirmou o relator da comissão, o procurador Luiz Carlos Gonçalves.
- É uma tentativa de que se tenha uma exclusão de criminalidade em função da realidade brasileira - disse o presidente da comissão, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson Dipp, citando o exemplo de estudantes que não podem adquirir livros para seus estudos e recorrem a cópias.
Em toda a legislação sobre direitos autorais, a pena mais alta hoje é de quatro anos de prisão. A proposta aprovada pela comissão aumenta para cinco anos.
- A principal modificação é que o direito autoral estará melhor protegido com esses novos tipos penais e essa nova redação do que está hoje na lei do direito autoral ou mesmo no tipo penal constante do código. Essa é uma grita da sociedade. A propriedade intelectual hoje está sendo desprezada no Brasil de forma acintosa quando nós temos uma alta tecnologia que permite essa fraude ao direito intelectual - afirmou Dipp.
Outra proposta aprovada pela comissão aumenta o rigor com quem desrespeita a lei de licitações. A sugestão dos juristas é que a pena máxima para o gestor que deixar de exigir licitação suba de cinco para seis anos. A mínima continua em três anos. Os juristas ainda estudam se agravam a pena quando essas licitações dizem respeito à saúde, educação e segurança pública.
A comissão também aprovou propostas que tipificam alguns crimes cometidos contra povos indígenas, entre eles o escárnio contra práticas culturais e religiosas tradicionais. Outra prática criminalizada é o fornecimento indevido de substâncias - como o álcool - a comunidades indígenas não preparadas para lidar com elas.
- É de extrema gravidade e colabora às vezes para essa quase dizimação de comunidades indígenas, que é o fornecimento indevido de substâncias alcoólicas ou assemelhadas para uma comunidade que não está preparada para lidar com isso e tem efeitos deletérios que eu quero aqui realçar - disse Gonçalves.
Fonte: Agência O Globo (Por André de Souza (andre.renato@bsb.oglobo.com.br)

quinta-feira, 24 de maio de 2012

X Jornadas Ciência da Informação 2012‏


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À semelhança dos anos anteriores, irão realizar-se as Jornadas de Ciência da Informação, agora na sua décima edição. Este evento é, atualmente, uma organização conjunta dos alunos da Licenciatura em Ciência da Informação (LCI) e do Mestrado de Ciência da Informação (MCI) da Universidade do Porto.

As Jornadas têm dois objetivos primordiais: promover uma discussão aberta ao exterior de temas da atualidade, com a participação de convidados, e a disseminação pública da licenciatura e do mestrado, bem como das competências dos seus licenciados e mestres, junto das diferentes organizações, sejam elas públicas ou privadas.

Homenageando em 2012 o Professor Doutor Tom Wilson, cuja presença está confirmada, o debate não poderia deixar de incidir na temática da gestão da informação sob o título The Present and the Future of Information Management: “… so little useless information”.

As Jornadas decorrerão no próximo dia 28 de maio, no Auditório da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, com início previsto para as 9h00, terminando às 18h00.

A participação é gratuita mas sujeita a inscrição prévia. Para a formalizar aceda a http://xjci.pt.vu.

Em caso de dúvida não hesite em contactar através do email: jornadas.ci@gmail.com.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Digital Object Identifier (DOI) agora é norma da ISO


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Data: 10/05/2012.
O Digital Object Identifier (DOI) é aprovado como norma internacional pela ISO. O DOI (ISO 26324:2012) provê um sistema de atribuição de um código de identificação internacional de objetos para uso em redes digitais. Ele deverá trazer enormes benefícios para os editores, gestores de informação, bibliotecas, arquivos e órgãos ligados ao patrimônio cultural.
Maiores detalhes nos URLs:

UnB cataloga e digitaliza acervo de 6 mil discos de vinil


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Fonte: Portal G1. Data: 20/05/2012.
Autor: Felipe Néri.
URL: http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2012/05/unb-cataloga-e-digitaliza-acervo-de-6-mil-discos-de-vinil.html
Até o fim de 2013, informação de todos os álbuns estará na internet. Obras podem ser consultadas, mas não estão disponíveis para download.
A Biblioteca Central da Universidade de Brasília (UnB) começou a disponibilizar no último dia 10 a descrição do acervo de cerca de 6 mil vinis de obras lançadas a partir da década de 60. Desde setembro de 2011, mais de 1,6 mil álbuns foram catalogados, com informações sobre a obra, o artista e o nome de todas as faixas.
O material não pode ser tomado emprestado, mas é disponibilizado para ser escutado por qualquer usuário da biblioteca dentro de uma cabine. “Esse é o primeiro catálogo de vinis da cidade. 90% dos alunos da UnB nem sabe que essa coleção existe”, diz Fernando Silva, coordenador do projeto de catalogação dos discos.
O acervo da UnB é maior que o principal catálogo da Universidade de São Paulo, localizado na biblioteca da Escola de Comunicação e Artes – 5.071 discos, focados principalmente em música erudita –, mas menor que o da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro – 10.860 unidades.
Gêneros
Entre os vinis da UnB, divididos em 15 gêneros, há uma série de documentários alemães com trechos de marchas nazistas, hinos do período de Hitler e discursos do ditador. O acervo também conta com clássicos do rock, como uma versão distribuída na Argentina do álbum dos Abbey Road, dos Beatles, de 1969.
A maior parte dos discos é de música clássica. Na biblioteca, é possível escutar por exemplo uma gravação da Orquestra Sinfônica de Viena tocando “O lago dos cisnes”, de Tchaikoski. A próxima etapa da catalogação, que deverá concluída até o fim de 2013, segundo o coordenador do projeto, é concentrada principalmente em música orquestrada.
Música clássica
“Esta é a parte mais difícil, pois temos que diferenciar entre a música instrumental e a clássica”, disse Joanita Pereira, bibliotecária responsável pela supervisão dos estudantes de graduação que auxiliam no projeto. Segundo ela, um professor do Departamento de Música da UnB foi procurado para auxiliá-los nesta fase.
Cerca de 20 alunos da UnB, além de quatro profissionais da Biblioteca Central fixos no projeto e outros que contribuem eventualmente, se dividem nas tarefas de escutar os discos, buscar informações sobre cada álbum, e sistematizar as informações no software de pesquisa da biblioteca.
Para Joanita, uma das partes mais interessantes do trabalho é ver e tocar a capa dos discos, com imagens consagradas que hoje são raras de se ver no tamanho real dos encartes. “A geração atual perdeu a relação material de pegar o disco, olhar o encarte e ler a le tra da música”, afirmou Joanita.
A BCE não possui o registro da origem de cada disco. Segundo o coordenador do projeto de catalogação, os discos não aparecem nas listas de compras da universidade. "Acredito que eles tenham chegado aqui por meio de doações", disse Silva. "Todo este material estava subutilizado, com poucas consultas. Com este trabalho, queremos ajudar a preservar a história fonográfica", declarou.
Serviço
Os discos podem ser escutados de segunda a sexta-feira por qualquer usuário da biblioteca entre 7h e 19h no setor de Multimeios da biblioteca. Doações também podem ser feitas no mesmo local e horário. O acervo com informações digitalizadas pode ser acessado em connect.collectorz.com/users/gid/music/view ou em www.bce.unb.br.

Domínio público: centenas de livros digitais gratuitos


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Na biblioteca digital Domínio Público podem ser acessadas, entre outras coisas:
·         as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ;
·         músicas em MP3 de alta qualidade;
·         as obras de Machado de Assis;
·         vídeos da TV Escola.
O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso, basta acessar o sítio:

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