Fonte: www.bn.br
A Biblioteca Nacional do Brasil comemora seus 200 anos. Considerada pela Unesco como uma das dez maiores bibliotecas nacionais do mundo, neste ano, a instituição comemora, também, o centenário de fundação do prédio, localizado na Cinelândia, no Rio de Janeiro. Sob sua guarda, somam-se mais de 9 milhões de obras. Centenas de pesquisadores, estudantes, turistas, passam diariamente pelo prédio. Para comemorar, vai inaugurar, no dia 3 de novembro, a exposição “Biblioteca Nacional 200 anos: Uma defesa do infinito”.
O início da trajetória da Biblioteca está ligado a um dos mais decisivos momentos da história do país: a transferência de toda a família real e da corte portuguesa para o Rio de Janeiro, quando da invasão de Portugal pelas forças de Napoleão Bonaparte, em 1808.
O acervo trazido para o Brasil, de 60 mil peças, entre livros, manuscritos, mapas, estampas, moedas e medalhas, foi inicialmente acomodado numa das salas do Hospital do Convento da Ordem Terceira do Carmo, na Rua Direita, hoje Rua Primeiro de Março. Em 29 de outubro de 1810, um decreto do Príncipe Regente determinou que o lugar acomodasse a Real Biblioteca e instrumentos de física e matemática. A data de 29 de outubro de 1810 é considerada oficialmente como a da fundação da Real Biblioteca que, no entanto, só foi franqueada ao público em 1814.
Quando, em 1821, a Família Real regressou a Portugal, D. João VI levou de volta grande parte dos manuscritos do acervo. Depois da Proclamação da Independência, a aquisição da Biblioteca Real pelo Brasil foi regulada, mediante a Convenção Adicional ao Tratado de Paz e Amizade celebrado entre o Brasil e Portugal, em 29 de agosto de 1825.
O prédio atual da FBN teve sua pedra fundamental lançada em 15 de agosto de 1905 e foi inaugurado cinco anos depois, em 29 de outubro de 1910. O prédio foi projetado pelo General Francisco Marcelino de Sousa Aguiar, e a construção foi dirigida pelos engenheiros Napoleão Muniz Freire e Alberto de Faria. As instalações do novo edifício correspondiam na época de sua inauguração a todas as exigências técnicas: pisos de vidro nos armazéns, armações e estantes de aço com capacidade para 400.000 volumes, amplos salões e tubos pneumáticos para transporte de livros dos armazéns para os salões de leitura. Essas instalações são eficientes e até hoje encontram-se em uso.
Exposição
A Biblioteca Nacional abre ao público, no dia 3 de novembro, a exposição Biblioteca Nacional 200 Anos: Uma Defesa do Infinito. Uma fantástica seleção de duzentas peças originais exibirá algumas das maiores preciosidades e curiosidades sob guarda da instituição. A curadoria é do escritor Marco Lucchesi.
A exposição exibe a história da Biblioteca, desde sua viagem para o Brasil, com a Corte Portuguesa, em 1808, até os dias de hoje, e faz um passeio sobre o acervo de livros, manuscritos, periódicos, pinturas, partituras musicais, entre outras peças ligadas ao acervo.
Em destaque, a Bíblia de Mogúncia (1462), impressa por ex-sócios de Gutemberg, criador da imprensa; um Livro de Horas (livro de orações) da Idade Média, com pinturas a ouro; a primeira edição de Os Lusíadas, de Luís de Camões; A menina do narizinho arrebitado, de 1920, de Monteiro Lobato; peças que integram a Coleção Teresa Cristina Maria, doada à instituição por D. Pedro II; edições de periódicos como a revista Tico Tico e O Pasquim; manuscritos de Clarice Lispector, Raul Pompéia, Castro Alves, Graciliano Ramos e Carlos Drummond de Andrade; a ópera O Guarani (1871), de Carlos Gomes; mapas, entre tantas outras peças do acervo.
No terceiro andar da Biblioteca, uma exposição especial conta a história do edifício, fundado em 1910.
"Biblioteca Nacional 200 anos: Uma defesa do infinito"
Biblioteca Naciona (Rua México, s/nº - Centro - Rio de Janeiro/RJ. Tel.: 21 3095-3879
Visitação: 03 de novembro a 25 de fevereiro
Segunda a Sexta, 10h às 17h
Sábado, 10h às 15h
Entrada gratuita
sábado, 30 de outubro de 2010
Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro: 200 anos!
0 Comentários sábado, outubro 30, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro
Censura Monteiro Lobato?
1 Comentários sábado, outubro 30, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: biblioteca escolar, censura, Monteiro Lobato
Duas notas sobre a possibilidade de censura à obra de Monteiro Lobato.
1) Conselho quer vetar livro de Monteiro Lobato em escolas
Fonte: Folha de S. Paulo. Data: 29/10/2010.
Autoras: Angela Pinho e Johanna Nublat.
Parecer sugere que obra não seja distribuída sob a alegação de que é racista. Racismo em "Caçadas de Pedrinho" estaria nas referências à Tia Nastácia e a animais como urubu e macaco.
Monteiro Lobato (1882-1948), um dos maiores autores de literatura infantil, está na mira do CNE (Conselho Nacional de Educação). Um parecer do colegiado publicado no "Diário Oficial da União" sugere que o livro "Caçadas de Pedrinho" não seja distribuído a escolas públicas, ou que isso seja feito com um alerta, sob a alegação de que é racista.
Para entrar em vigor, o parecer precisa ser homologado pelo ministro da Educação, Fernando Haddad. O texto será analisado pelo ministro e pela Secretaria de Educação Básica. O livro já foi distribuído pelo próprio MEC a colégios de ensino fundamental pelo PNBE (Programa Nacional de Biblioteca na Escola).
Em nota técnica citada pelo CNE, a Secretaria de Alfabetização e Diversidade do MEC diz que a obra só deve ser usada "quando o professor tiver a compreensão dos processos históricos que geram o racismo no Brasil".
Publicado em 1933, "Caçadas de Pedrinho" relata uma aventura da turma do Sítio do Picapau Amarelo na procura de uma onça-pintada. Conforme o parecer do CNE, o racismo estaria na abordagem da personagem Tia Nastácia e de animais como o urubu e o macaco.
"Estes fazem menção revestida de estereotipia ao negro e ao universo africano", diz a conselheira que redigiu o documento, Nilma Lino Gomes, professora da UFMG.
Entre os trechos que justificariam a conclusão, o texto cita alguns em que Tia Nastácia é chamada de "negra". Outra diz: "Tia Nastácia, esquecida dos seus numerosos reumatismos, trepou, que nem uma macaca de carvão".
Em relação aos animais, um exemplo mencionado é: "Não é à toa que os macacos se parecem tanto com os homens. Só dizem bobagens".
Por isso, Nilma sugere ao governo duas opções: 1) não selecionar para o PNBE obras que descumpram o preceito de "ausência de preconceitos e estereótipos"; 2) caso a obra seja adotada, tenha nota "sobre os estudos atuais e críticos que discutam a presença de estereótipos raciais na literatura".
À Folha Nilma disse que a obra pode afetar a educação das crianças. "Se temos outras que podemos indicar, por que não indicá-las?"
Seu parecer, aprovado por unanimidade pela Câmara de Educação Básica do CNE, foi feito a partir de denúncia da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, ligada à Presidência, que a recebeu de Antonio Gomes da Costa Neto, mestrando da UnB.
2) Não fariam isso se fosse Shakespeare, diz professora
Fonte: Folha de S. Paulo. Data: 29/10/2010.
Milena Ribeiro Martins, especialista em Monteiro Lobato e professora de literatura brasileira e teoria literária da Universidade Federal do Paraná, defende a utilização das obras do escritor nas escolas e remete ao mediador de leitura a discussão sobre o tratamento aos negros. “De fato, aparecem muitos ditos preconceituosos na obra de Monteiro Lobato. [Hoje] temos um linguajar politicamente correto que é tido como modelo, e tudo o que foge a ele é errado: preto é menos desejável que negro, melhor ainda é afrodescendente. Na época de Lobato, é bom que a figura do negro apareça com o destaque de uma pessoa afável como a Tia Nastácia. Antes, aparecia só como denúncia social ou não aparecia. Então, temos uma personagem negra que assume voz importante, mesmo que seja chamada de negra beiçuda”.
1) Conselho quer vetar livro de Monteiro Lobato em escolas
Fonte: Folha de S. Paulo. Data: 29/10/2010.
Autoras: Angela Pinho e Johanna Nublat.
Parecer sugere que obra não seja distribuída sob a alegação de que é racista. Racismo em "Caçadas de Pedrinho" estaria nas referências à Tia Nastácia e a animais como urubu e macaco.
Monteiro Lobato (1882-1948), um dos maiores autores de literatura infantil, está na mira do CNE (Conselho Nacional de Educação). Um parecer do colegiado publicado no "Diário Oficial da União" sugere que o livro "Caçadas de Pedrinho" não seja distribuído a escolas públicas, ou que isso seja feito com um alerta, sob a alegação de que é racista.
Para entrar em vigor, o parecer precisa ser homologado pelo ministro da Educação, Fernando Haddad. O texto será analisado pelo ministro e pela Secretaria de Educação Básica. O livro já foi distribuído pelo próprio MEC a colégios de ensino fundamental pelo PNBE (Programa Nacional de Biblioteca na Escola).
Em nota técnica citada pelo CNE, a Secretaria de Alfabetização e Diversidade do MEC diz que a obra só deve ser usada "quando o professor tiver a compreensão dos processos históricos que geram o racismo no Brasil".
Publicado em 1933, "Caçadas de Pedrinho" relata uma aventura da turma do Sítio do Picapau Amarelo na procura de uma onça-pintada. Conforme o parecer do CNE, o racismo estaria na abordagem da personagem Tia Nastácia e de animais como o urubu e o macaco.
"Estes fazem menção revestida de estereotipia ao negro e ao universo africano", diz a conselheira que redigiu o documento, Nilma Lino Gomes, professora da UFMG.
Entre os trechos que justificariam a conclusão, o texto cita alguns em que Tia Nastácia é chamada de "negra". Outra diz: "Tia Nastácia, esquecida dos seus numerosos reumatismos, trepou, que nem uma macaca de carvão".
Em relação aos animais, um exemplo mencionado é: "Não é à toa que os macacos se parecem tanto com os homens. Só dizem bobagens".
Por isso, Nilma sugere ao governo duas opções: 1) não selecionar para o PNBE obras que descumpram o preceito de "ausência de preconceitos e estereótipos"; 2) caso a obra seja adotada, tenha nota "sobre os estudos atuais e críticos que discutam a presença de estereótipos raciais na literatura".
À Folha Nilma disse que a obra pode afetar a educação das crianças. "Se temos outras que podemos indicar, por que não indicá-las?"
Seu parecer, aprovado por unanimidade pela Câmara de Educação Básica do CNE, foi feito a partir de denúncia da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, ligada à Presidência, que a recebeu de Antonio Gomes da Costa Neto, mestrando da UnB.
2) Não fariam isso se fosse Shakespeare, diz professora
Fonte: Folha de S. Paulo. Data: 29/10/2010.
Milena Ribeiro Martins, especialista em Monteiro Lobato e professora de literatura brasileira e teoria literária da Universidade Federal do Paraná, defende a utilização das obras do escritor nas escolas e remete ao mediador de leitura a discussão sobre o tratamento aos negros. “De fato, aparecem muitos ditos preconceituosos na obra de Monteiro Lobato. [Hoje] temos um linguajar politicamente correto que é tido como modelo, e tudo o que foge a ele é errado: preto é menos desejável que negro, melhor ainda é afrodescendente. Na época de Lobato, é bom que a figura do negro apareça com o destaque de uma pessoa afável como a Tia Nastácia. Antes, aparecia só como denúncia social ou não aparecia. Então, temos uma personagem negra que assume voz importante, mesmo que seja chamada de negra beiçuda”.
Senado francês vota a lei do preço fixo para e-books
Fonte: Publishing Perspectives. Data: 27/10/2010.
Autoria: Olivia Snaije.
A França está procurando formas de proteger suas pequenas livrarias e editoras de gigantes como a Amazon, a Apple e o Google, e na noite desta terça-feira (26), o Senado aprovou, por unanimidade, a proposta de lei que fixa os preços dos e-books. Até agora, os e-books não estavam incluídos na famosa Lei Lang, que proíbe a venda de livros com mais de 5% de desconto no preço de capa. O ministro da Cultura e da Comunicação, Fréderic Mitterrand, expressou sua satisfação com a votação, embora o Actualité, um blog sobre o mercado editorial, tenha chamado isso de “catástrofe”, citando protecionismo e também o fato de que bibliotecas não poderão oferecer e-books assim que eles forem lançados devido a um dos artigos da proposta de lei.
Autoria: Olivia Snaije.
A França está procurando formas de proteger suas pequenas livrarias e editoras de gigantes como a Amazon, a Apple e o Google, e na noite desta terça-feira (26), o Senado aprovou, por unanimidade, a proposta de lei que fixa os preços dos e-books. Até agora, os e-books não estavam incluídos na famosa Lei Lang, que proíbe a venda de livros com mais de 5% de desconto no preço de capa. O ministro da Cultura e da Comunicação, Fréderic Mitterrand, expressou sua satisfação com a votação, embora o Actualité, um blog sobre o mercado editorial, tenha chamado isso de “catástrofe”, citando protecionismo e também o fato de que bibliotecas não poderão oferecer e-books assim que eles forem lançados devido a um dos artigos da proposta de lei.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Google não é diretamente responsável por conteúdo
0 Comentários quinta-feira, outubro 28, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: conteúdo informacional, direito autoral, Google, orkut
Por Mayara Barreto
O Google não é diretamente responsável pelos conteúdos inseridos em seus domínios e sim mero prestador de serviços. Mas precisa retirar do ar o mais breve possível perfis falsos no Orkut — site de relacionamentos. O entendimento é do desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo, Francisco Loureiro, que reduziu a indenização imposta ao Google em ação movida pelo piloto de Fórmula 1, Rubinho Barrichello. A ação foi movida por causa da publicação de um perfil falso no piloto no Orkut.
Ele explicou que para fixar o valor do dano moral, devem-se levar em conta suas funções ressarcitória e punitiva. Na função ressarcitória, olha-se para a vítima e para a gravidade objetiva do dano. Na função punitiva, olha-se para quem causou o dano para que a indenização represente advertência. Com base nisso, ele diminuiu a indenização de R$ 850 mil para R$ 200 mil.
Em primeira instância, o Google foi condenado ao pagamento de R$ 850 mil por danos morais mais R$ 50 mil por novo perfil falso e comunidades criados. E, caso descumprisse a medida cautelar, sofreria multa diária de R$ 1 mil. Na época, o valor da indenização por dano moral, atualizado desde que a ação foi impetrada, poderia chegar a mais de R$ 1,2 milhão.
A empresa recorreu. Alegou no TJ-SP a inviabilidade técnica de fiscalização prévia e controle de conteúdo que iniba os usuários de inserirem remissão ao nome de Barrichello. Sustentou que é necessário que ele indique as páginas que deseja ver removidas do site. Isso porque considera inviável o atendimento da obrigação genérica. Argumentou, ainda, que não pode funcionar com o censor e repressor à ampla liberdade de manifestação do pensamento, constitucionalmente assegurada.
O Google também defendeu a inaplicabilidade da teoria do risco, de modo que a responsabilidade é subjetiva. Insistiu na inexistência de ilícito e na ausência de dano causado ao autor. Disse também que a responsabilidade é exclusiva de terceiros, que inseriram os perfis falsos e criaram as comunidades de conteúdo ofensivo. Por isso, pediu a redução do valor da indenização arbitrada e dos honorários advocatícios.
O desembargador ressaltou que é de conhecimento de todos que as comunidades são grupos temáticos formados por internautas previamente cadastrados no Orkut, sob um título e interesse comum. “Os perfis, por seu turno, são os dados de identificação — reais ou fictícios — pelos quais o internauta se cadastra e se faz conhecer no Orkut, instruído eventualmente com fotografias e preferências pessoais. Os perfis em exame são apenas aqueles que se identificam falsamente como da pessoa notória Rubens Barrichello, que nunca se cadastrou no Orkut”.
Loureiro lembrou que a polêmica sobre o tema é persistente, inclusive pela falta de legislação, e “a tendência mundial, é a da não responsabilização dos intermediários pelo conteúdo dos dados transmitidos e armazenados, salvo quando produzirem, selecionarem ou modificarem as informações”, comentou.
Ele disse que o Google não é diretamente responsável pelos conteúdos que são inseridos em seus domínios, caracterizando-se no serviço mencionado, como mera prestadora de serviços de hospedagem. “Mas, sem dúvida a empresa deveria divulgar a identidade dos usuários que utilizam seus serviços para que, na hipótese de prática ilícita, terceiros possam reprimir os responsáveis diretos pela prática do ato ilícito”.
O relator disse que a redução levou em conta que os perfis falsos, embora não retirados do site imediatamente, como seria exigível, o foram 40 dias depois, antes do ajuizamento da Ação Cautelar. As comunidades ofensivas, por seu turno, perduraram por mais alguns dias, até a concessão da liminar.
Ele considerou excessivo o valor fixado da indenização e, por isso, a reduziu. Além disso, excluiu da condenação a indenização de R$ 50 mil em virtude da criação de novos perfis falsos e comunidades no domínio.
Para ler a decisão: http://s.conjur.com.br/dl/reducao-indenizacao-google-pagar-rubens.pdf
FONTE/ORIGEM => http://www.conjur.com.br/2010-out-26/google-nao-diretamente-responsavel-conteudos-dominios
Fonte: Lista Infolegis, 27/10/2010.
O Google não é diretamente responsável pelos conteúdos inseridos em seus domínios e sim mero prestador de serviços. Mas precisa retirar do ar o mais breve possível perfis falsos no Orkut — site de relacionamentos. O entendimento é do desembargador do Tribunal de Justiça de São Paulo, Francisco Loureiro, que reduziu a indenização imposta ao Google em ação movida pelo piloto de Fórmula 1, Rubinho Barrichello. A ação foi movida por causa da publicação de um perfil falso no piloto no Orkut.
Ele explicou que para fixar o valor do dano moral, devem-se levar em conta suas funções ressarcitória e punitiva. Na função ressarcitória, olha-se para a vítima e para a gravidade objetiva do dano. Na função punitiva, olha-se para quem causou o dano para que a indenização represente advertência. Com base nisso, ele diminuiu a indenização de R$ 850 mil para R$ 200 mil.
Em primeira instância, o Google foi condenado ao pagamento de R$ 850 mil por danos morais mais R$ 50 mil por novo perfil falso e comunidades criados. E, caso descumprisse a medida cautelar, sofreria multa diária de R$ 1 mil. Na época, o valor da indenização por dano moral, atualizado desde que a ação foi impetrada, poderia chegar a mais de R$ 1,2 milhão.
A empresa recorreu. Alegou no TJ-SP a inviabilidade técnica de fiscalização prévia e controle de conteúdo que iniba os usuários de inserirem remissão ao nome de Barrichello. Sustentou que é necessário que ele indique as páginas que deseja ver removidas do site. Isso porque considera inviável o atendimento da obrigação genérica. Argumentou, ainda, que não pode funcionar com o censor e repressor à ampla liberdade de manifestação do pensamento, constitucionalmente assegurada.
O Google também defendeu a inaplicabilidade da teoria do risco, de modo que a responsabilidade é subjetiva. Insistiu na inexistência de ilícito e na ausência de dano causado ao autor. Disse também que a responsabilidade é exclusiva de terceiros, que inseriram os perfis falsos e criaram as comunidades de conteúdo ofensivo. Por isso, pediu a redução do valor da indenização arbitrada e dos honorários advocatícios.
O desembargador ressaltou que é de conhecimento de todos que as comunidades são grupos temáticos formados por internautas previamente cadastrados no Orkut, sob um título e interesse comum. “Os perfis, por seu turno, são os dados de identificação — reais ou fictícios — pelos quais o internauta se cadastra e se faz conhecer no Orkut, instruído eventualmente com fotografias e preferências pessoais. Os perfis em exame são apenas aqueles que se identificam falsamente como da pessoa notória Rubens Barrichello, que nunca se cadastrou no Orkut”.
Loureiro lembrou que a polêmica sobre o tema é persistente, inclusive pela falta de legislação, e “a tendência mundial, é a da não responsabilização dos intermediários pelo conteúdo dos dados transmitidos e armazenados, salvo quando produzirem, selecionarem ou modificarem as informações”, comentou.
Ele disse que o Google não é diretamente responsável pelos conteúdos que são inseridos em seus domínios, caracterizando-se no serviço mencionado, como mera prestadora de serviços de hospedagem. “Mas, sem dúvida a empresa deveria divulgar a identidade dos usuários que utilizam seus serviços para que, na hipótese de prática ilícita, terceiros possam reprimir os responsáveis diretos pela prática do ato ilícito”.
O relator disse que a redução levou em conta que os perfis falsos, embora não retirados do site imediatamente, como seria exigível, o foram 40 dias depois, antes do ajuizamento da Ação Cautelar. As comunidades ofensivas, por seu turno, perduraram por mais alguns dias, até a concessão da liminar.
Ele considerou excessivo o valor fixado da indenização e, por isso, a reduziu. Além disso, excluiu da condenação a indenização de R$ 50 mil em virtude da criação de novos perfis falsos e comunidades no domínio.
Para ler a decisão: http://s.conjur.com.br/dl/reducao-indenizacao-google-pagar-rubens.pdf
FONTE/ORIGEM => http://www.conjur.com.br/2010-out-26/google-nao-diretamente-responsavel-conteudos-dominios
Fonte: Lista Infolegis, 27/10/2010.
Graciliano Ramos no cinema
0 Comentários quinta-feira, outubro 28, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: Graciliano Ramos, literatura brasileira
Fonte: O Globo. Data: 27/10/2010.
Autor: Joaquim Ferreira dos Santos
Sylvio Back começa a filmar em novembro, no Rio e em Alagoas, um documentário sobre o universo de Graciliano Ramos, conta a coluna Gente Boa. A base é “Angústia”, o único dos grandes livros do escritor jamais filmado.
Para ler:
Ramos, Graciliano. Angústia. 56ª Rio de Janeiro: Record, 2003. 336 p. ISBN 9788501067128
Autor: Joaquim Ferreira dos Santos
Sylvio Back começa a filmar em novembro, no Rio e em Alagoas, um documentário sobre o universo de Graciliano Ramos, conta a coluna Gente Boa. A base é “Angústia”, o único dos grandes livros do escritor jamais filmado.
Para ler:
Ramos, Graciliano. Angústia. 56ª Rio de Janeiro: Record, 2003. 336 p. ISBN 9788501067128
Para 25% dos alunos do Ensino Fundamental, ler é sacrifício
0 Comentários quinta-feira, outubro 28, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: biblioteca escolar, ensino fundamental, hábito de leitura
Fonte: PublishNews. Data: 27/10/2010.
Um em cada quatro alunos do Ensino Fundamental acha que ler é "um sacrifício", alerta a pesquisa “Leitura e qualidade de ensino”, encomendada pela Fundação SM e realizada por Mara Kotscho Pesquisas de Mercado. Os resultados parciais desse estudo, que investiga os hábitos de leitura de crianças e professores de escolas públicas e privadas de São Paulo, foram apresentados na última sexta-feira (22), durante o Fórum de Leitura promovido pela entidade. A análise das informações obtidas está a cargo das professoras Marisa Lajolo, da Unicamp e do Mackenzie, e Regina Zilberman, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Segundo Marisa, a pesquisa evidencia a necessidade de se repensar a formação do professor: se este não gostar de ler, dificilmente será capaz de despertar o interesse dos alunos pela leitura.
Para incentivar o desenvolvimento de uma geração de leitores no Brasil, a Fundação SM reuniu, no fórum, representantes do Ministério da Educação, do Ministério da Cultura e da Fundação para o Desenvolvimento da Educação de São Paulo, bem como professores que desenvolvem projetos inovadores em sala de aula. Se, por um lado, políticas públicas como o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) e o projeto Ler é Viver estão colocando mais livros de literatura ao alcance dos alunos, de outro lado é o empenho de professores em aulas, saraus de leitura e festivais literários que está rompendo com o desinteresse de crianças e jovens.
A identificação com as histórias e a autonomia dos alunos na escolha do que querem ler são essenciais, concordaram os professores convidados, pois motivam o interesse pela leitura. Mas “para formar um leitor, é importante criarmos uma comunidade leitora, um ambiente em que aquela criança possa conversar sobre o que está lendo com outras pessoas”, destaca a professora Marisa Lajolo. Afinal, ainda que a leitura seja uma atividade solitária, ela promove um repensar sobre si e se reflete na formação e na ação social de cada cidadão.
Os resultados completos da pesquisa serão divulgados ainda neste ano.
Um em cada quatro alunos do Ensino Fundamental acha que ler é "um sacrifício", alerta a pesquisa “Leitura e qualidade de ensino”, encomendada pela Fundação SM e realizada por Mara Kotscho Pesquisas de Mercado. Os resultados parciais desse estudo, que investiga os hábitos de leitura de crianças e professores de escolas públicas e privadas de São Paulo, foram apresentados na última sexta-feira (22), durante o Fórum de Leitura promovido pela entidade. A análise das informações obtidas está a cargo das professoras Marisa Lajolo, da Unicamp e do Mackenzie, e Regina Zilberman, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Segundo Marisa, a pesquisa evidencia a necessidade de se repensar a formação do professor: se este não gostar de ler, dificilmente será capaz de despertar o interesse dos alunos pela leitura.
Para incentivar o desenvolvimento de uma geração de leitores no Brasil, a Fundação SM reuniu, no fórum, representantes do Ministério da Educação, do Ministério da Cultura e da Fundação para o Desenvolvimento da Educação de São Paulo, bem como professores que desenvolvem projetos inovadores em sala de aula. Se, por um lado, políticas públicas como o Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) e o projeto Ler é Viver estão colocando mais livros de literatura ao alcance dos alunos, de outro lado é o empenho de professores em aulas, saraus de leitura e festivais literários que está rompendo com o desinteresse de crianças e jovens.
A identificação com as histórias e a autonomia dos alunos na escolha do que querem ler são essenciais, concordaram os professores convidados, pois motivam o interesse pela leitura. Mas “para formar um leitor, é importante criarmos uma comunidade leitora, um ambiente em que aquela criança possa conversar sobre o que está lendo com outras pessoas”, destaca a professora Marisa Lajolo. Afinal, ainda que a leitura seja uma atividade solitária, ela promove um repensar sobre si e se reflete na formação e na ação social de cada cidadão.
Os resultados completos da pesquisa serão divulgados ainda neste ano.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Novidades no Catálogo On-line das Bibliotecas da PUCRS (Aleph500)
1 Comentários quarta-feira, outubro 27, 2010
Publicado por Michelangelo Viana
Assunto: Aleph, Arquitectura de Informação, biblioteca universitária, Catálogo Bibliográfico, recuperação da informação
A Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Brasil, recentemente disponibilizou melhorias no Catálogo On-line das Bibliotecas, com a implantação da versão 20 do sistema Aleph500.
A interface gráfica foi aprimorada, com novo design e novas funções:
* INTERFACE NO IDIOMA INGLÊS
Em razão do crescente número de estudantes estrangeiros na Universidade e como iniciativa para internacionalizar o acesso às informações do acervo da Biblioteca, foi disponibilizada a interface do Catálogo On-line no idioma Inglês.
Para alternar os idiomas de qualquer página, basta clicar na bandeira que fica no menu superior do Catálogo.
Na interface em Inglês é possível ainda traduzir automaticamente o resumo de teses, dissertações e artigos de periódicos para diversos idiomas, através do serviço Google Translator. Para isso, o usuário precisa somente clicar no link "Click here to translate this abstract via Google".
Acesso à interface em Inglês:
http://verum.pucrs.br/ALEPH?func=find-b-0&con_lng=eng
* OBRAS RELACIONADAS
Recurso especial, criado para o Catálogo On-line do sistema Aleph500, por Matthew Phillips da University of Dundee (Escócia).
Através desse recurso é possível visualizar, a partir do registro completo de cada material recuperado em buscas, uma relação com links para outros materiais do catálogo que possuem relacionamento com o mesmo:
1. Quem retirou esta obra também retirou:
Lista obras retiradas em comum por dois ou mais usuários. Funciona como nos sites de livrarias (quem comprou esse livro... também comprou esses...);
2. Algumas obras que tratam dos mesmos assuntos:
Lista obras que possuem dois ou mais assuntos em comum com a obra recuperada;
3. Algumas obras com mesmo título:
Lista obras que possuem o mesmo título principal da obra recuperada:
* do mesmo autor (outras edições);
* de autores diferentes.
Para acessar esse recurso, basta clicar no botão "Ver Obras Relacionadas" a partir da tela do registro completo.
Esses relacionamentos são continuamente re-verificados, com freqüência diária, para incluir os títulos novos no catálogo e para re-avaliar os cruzamentos do histórico de empréstimos e de assuntos.
Alguns exemplos:
http://verum.pucrs.br/F/?func=find-b&find_code=SYS&request=000061123
http://verum.pucrs.br/F/?func=find-b&find_code=SYS&request=000057944
http://verum.pucrs.br/F/?func=find-b&find_code=SYS&request=000059658
http://verum.pucrs.br/F/?func=find-b&find_code=SYS&request=000072927
http://verum.pucrs.br/F/?func=find-b&find_code=SYS&request=000082927
http://verum.pucrs.br/F/?func=find-b&find_code=SYS&request=000062527
http://verum.pucrs.br/F/?func=find-b&find_code=SYS&request=000162527
* NOVA TELA PARA FILTRAR RESULTADOS
A tela "Filtrar Resultados" do Catálogo On-line permite reduzir a quantidade de registros obtidos na última pesquisa realizada, através da aplicação de diversos filtros.
A novidade está na reunião das opções de filtragem de resultados em uma única página.
Os filtros disponíveis são: Palavra-chave, Ano de Publicação, Biblioteca, Novos Registros, Idioma, Tipo de Material, Intervalo de Texto e Texto em um campo.
Para saber mais sobre a filtragem de resultados, acesse a página de ajuda do Catálogo das Bibliotecas da PUCRS: http://verum.pucrs.br/ajuda/a.html?article=short-filter
A interface gráfica foi aprimorada, com novo design e novas funções:
* INTERFACE NO IDIOMA INGLÊS
Em razão do crescente número de estudantes estrangeiros na Universidade e como iniciativa para internacionalizar o acesso às informações do acervo da Biblioteca, foi disponibilizada a interface do Catálogo On-line no idioma Inglês.
Para alternar os idiomas de qualquer página, basta clicar na bandeira que fica no menu superior do Catálogo.
Na interface em Inglês é possível ainda traduzir automaticamente o resumo de teses, dissertações e artigos de periódicos para diversos idiomas, através do serviço Google Translator. Para isso, o usuário precisa somente clicar no link "Click here to translate this abstract via Google".
Acesso à interface em Inglês:
http://verum.pucrs.br/ALEPH?func=find-b-0&con_lng=eng
* OBRAS RELACIONADAS
Recurso especial, criado para o Catálogo On-line do sistema Aleph500, por Matthew Phillips da University of Dundee (Escócia).
Através desse recurso é possível visualizar, a partir do registro completo de cada material recuperado em buscas, uma relação com links para outros materiais do catálogo que possuem relacionamento com o mesmo:
1. Quem retirou esta obra também retirou:
Lista obras retiradas em comum por dois ou mais usuários. Funciona como nos sites de livrarias (quem comprou esse livro... também comprou esses...);
2. Algumas obras que tratam dos mesmos assuntos:
Lista obras que possuem dois ou mais assuntos em comum com a obra recuperada;
3. Algumas obras com mesmo título:
Lista obras que possuem o mesmo título principal da obra recuperada:
* do mesmo autor (outras edições);
* de autores diferentes.
Para acessar esse recurso, basta clicar no botão "Ver Obras Relacionadas" a partir da tela do registro completo.
Esses relacionamentos são continuamente re-verificados, com freqüência diária, para incluir os títulos novos no catálogo e para re-avaliar os cruzamentos do histórico de empréstimos e de assuntos.
Alguns exemplos:
http://verum.pucrs.br/F/?func=find-b&find_code=SYS&request=000061123
http://verum.pucrs.br/F/?func=find-b&find_code=SYS&request=000057944
http://verum.pucrs.br/F/?func=find-b&find_code=SYS&request=000059658
http://verum.pucrs.br/F/?func=find-b&find_code=SYS&request=000072927
http://verum.pucrs.br/F/?func=find-b&find_code=SYS&request=000082927
http://verum.pucrs.br/F/?func=find-b&find_code=SYS&request=000062527
http://verum.pucrs.br/F/?func=find-b&find_code=SYS&request=000162527
* NOVA TELA PARA FILTRAR RESULTADOS
A tela "Filtrar Resultados" do Catálogo On-line permite reduzir a quantidade de registros obtidos na última pesquisa realizada, através da aplicação de diversos filtros.
A novidade está na reunião das opções de filtragem de resultados em uma única página.
Os filtros disponíveis são: Palavra-chave, Ano de Publicação, Biblioteca, Novos Registros, Idioma, Tipo de Material, Intervalo de Texto e Texto em um campo.
Para saber mais sobre a filtragem de resultados, acesse a página de ajuda do Catálogo das Bibliotecas da PUCRS: http://verum.pucrs.br/ajuda/a.html?article=short-filter
terça-feira, 26 de outubro de 2010
1001 livros para ler antes de morrer
0 Comentários terça-feira, outubro 26, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: leitura, livros clássicos
Fonte: Editora Sextante. Data: 26/10/2010.
URL: http://www.esextante.com.br/
“1001 livros para ler antes de morrer” (Sextante, 960 pp., R$ 59,90 – Tradução de Ivo Korytowski, Marcelo Mendes e Paulo Polzonoff Jr.), de Peter Boxall, reúne resenhas elaboradas por uma equipe de escritores, críticos literários e jornalistas internacionais das obras de ficção de maior impacto da história. Neste guia, o leitor encontra de clássicos como Dom Quixote, de Cervantes, e Os Lusíadas, de Camões, até os mais recentes e inovadores, como Almoço nu, de William Burroughs, e Tudo se ilumina, de Jonathan Safran Foer. Autores de língua portuguesa também estão presentes. Entre eles, Aluísio de Azevedo, Guimarães Rosa, Lima Barreto, Lygia Fagundes Telles e Mia Couto. Dividido por séculos, o guia é uma obra ricamente ilustrada.
URL: http://www.esextante.com.br/
“1001 livros para ler antes de morrer” (Sextante, 960 pp., R$ 59,90 – Tradução de Ivo Korytowski, Marcelo Mendes e Paulo Polzonoff Jr.), de Peter Boxall, reúne resenhas elaboradas por uma equipe de escritores, críticos literários e jornalistas internacionais das obras de ficção de maior impacto da história. Neste guia, o leitor encontra de clássicos como Dom Quixote, de Cervantes, e Os Lusíadas, de Camões, até os mais recentes e inovadores, como Almoço nu, de William Burroughs, e Tudo se ilumina, de Jonathan Safran Foer. Autores de língua portuguesa também estão presentes. Entre eles, Aluísio de Azevedo, Guimarães Rosa, Lima Barreto, Lygia Fagundes Telles e Mia Couto. Dividido por séculos, o guia é uma obra ricamente ilustrada.
Leitura no Metrô
0 Comentários terça-feira, outubro 26, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: bookcrossing, leitura, São Paulo (cidade)
Fonte: PublishNews. Data: 26/10/2010.
Desde ontem (25) - e até o dia 29 de outubro, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) está distribuindo oito mil livros nas estações. Nesses dias, os passageiros vão encontrá-los nas catracas ou nas lanchonetes, por exemplo. É só pegar, ler, e deixar em algum lugar público para que outra pessoa também possa encontrá-lo e fazer o mesmo. A organização é da Biblioteca CPTM - Mário Covas, que conta com o apoio da Biblioteca Pública Monteiro Lobato de Osasco e ainda de 22 instituições, entre editoras e órgãos estaduais. Além disso, durante toda a semana haverá bate-papo com escritores, sessões de autógrafos, apresentação de dança e de música e muito mais.
Desde ontem (25) - e até o dia 29 de outubro, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) está distribuindo oito mil livros nas estações. Nesses dias, os passageiros vão encontrá-los nas catracas ou nas lanchonetes, por exemplo. É só pegar, ler, e deixar em algum lugar público para que outra pessoa também possa encontrá-lo e fazer o mesmo. A organização é da Biblioteca CPTM - Mário Covas, que conta com o apoio da Biblioteca Pública Monteiro Lobato de Osasco e ainda de 22 instituições, entre editoras e órgãos estaduais. Além disso, durante toda a semana haverá bate-papo com escritores, sessões de autógrafos, apresentação de dança e de música e muito mais.
Leituras de Fernando Pessoa chegam à internet
0 Comentários terça-feira, outubro 26, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: biblioteca digital, Fernando Pessoa
URL: http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/
Conhecer o que lia Fernando Pessoa, as anotações que fazia nos seus livros, como ideias para poemas surgiam durante suas leituras. Agora, isso vai ser possível a qualquer pessoa: já está disponível na internet a biblioteca digital do poeta português, no sitio da casa-museu dedicada a ele. Os livros são os que acompanharam o poeta desde a adolescência - na época em que ele ainda morava na África do Sul. "O livro mais antigo é do século 19, quando Pessoa tinha 12 a 14 anos. São livros que vão desde essa época até sua morte, com 47 anos", conta o professor Jerônimo Pizarro, responsável pelo trabalho. O último livro foi parar na biblioteca do escritor em outubro de 1935, um mês antes de sua morte. No total, o espólio de Fernando Pessoa que está na casa-museu reúne 1.312 títulos. No entanto, apenas pouco mais de 1.100 estarão disponíveis para consulta.
Conhecer o que lia Fernando Pessoa, as anotações que fazia nos seus livros, como ideias para poemas surgiam durante suas leituras. Agora, isso vai ser possível a qualquer pessoa: já está disponível na internet a biblioteca digital do poeta português, no sitio da casa-museu dedicada a ele. Os livros são os que acompanharam o poeta desde a adolescência - na época em que ele ainda morava na África do Sul. "O livro mais antigo é do século 19, quando Pessoa tinha 12 a 14 anos. São livros que vão desde essa época até sua morte, com 47 anos", conta o professor Jerônimo Pizarro, responsável pelo trabalho. O último livro foi parar na biblioteca do escritor em outubro de 1935, um mês antes de sua morte. No total, o espólio de Fernando Pessoa que está na casa-museu reúne 1.312 títulos. No entanto, apenas pouco mais de 1.100 estarão disponíveis para consulta.
Conferência luso-brasileira sobre Acesso Livre
0 Comentários terça-feira, outubro 26, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: Acesso Livre, Conferência luso-brasileira sobre Acesso Livre
1ª Conferência luso-brasileira sobre Acesso Livre, Universidade do Minho, 25 e 26 de Novembro de 2010.
No Website da Conferência (http://confoa2010.acessolivre.ptconfoa2010.acessolivre.pt) já está disponível informação (ainda provisória) sobre comunicações e posters aceites para integrar o programa científico da 1ª Conferência Luso-Brasileira sobre Acesso Livre.
Como o número de participantes que serão aceites está limitado à capacidade da sala, e para aproveitar eventuais preços especiais oferecidos por alguns hotéis de Braga, aconselhamos que efectuem a inscrição na conferência (http://bit.ly/bFnDND) e a reserva de alojamento (caso necessário) tão depressa quanto possível. Foram disponibilizadas informações sobre alojamento em: http://bit.ly/9Fk1iy .
Convidámos-vos ainda, para além de se inscreverem na conferência, a registarem-se e usarem as redes sociais associadas à conferência como o Facebook e o Twitter. São uma excelente forma para informar outros colegas que irão participar na conferência, agendar encontros e reuniões durante o evento, mas também para dialogar e interagir com outros participantes mesmo ANTES da conferência começar.
Esperamos-vos nas redes sociais desde já e em Braga no final de Novembro!
Ricardo Saraiva
Universidade do Minho - Serviços de Documentação
RepositóriUM: https://repositorium.sdum.uminho.pt
Campus de Gualtar, 4710-057 Braga - Portugal
Telefone: +351 253 604 150 Ext.: 605153
Fax: +351 253 604 159
No Website da Conferência (http://confoa2010.acessolivre.ptconfoa2010.acessolivre.pt) já está disponível informação (ainda provisória) sobre comunicações e posters aceites para integrar o programa científico da 1ª Conferência Luso-Brasileira sobre Acesso Livre.
Como o número de participantes que serão aceites está limitado à capacidade da sala, e para aproveitar eventuais preços especiais oferecidos por alguns hotéis de Braga, aconselhamos que efectuem a inscrição na conferência (http://bit.ly/bFnDND) e a reserva de alojamento (caso necessário) tão depressa quanto possível. Foram disponibilizadas informações sobre alojamento em: http://bit.ly/9Fk1iy .
Convidámos-vos ainda, para além de se inscreverem na conferência, a registarem-se e usarem as redes sociais associadas à conferência como o Facebook e o Twitter. São uma excelente forma para informar outros colegas que irão participar na conferência, agendar encontros e reuniões durante o evento, mas também para dialogar e interagir com outros participantes mesmo ANTES da conferência começar.
Esperamos-vos nas redes sociais desde já e em Braga no final de Novembro!
Ricardo Saraiva
Universidade do Minho - Serviços de Documentação
RepositóriUM: https://repositorium.sdum.uminho.pt
Campus de Gualtar, 4710-057 Braga - Portugal
Telefone: +351 253 604 150 Ext.: 605153
Fax: +351 253 604 159
Resgate de acervos documentais danificados por água
0 Comentários terça-feira, outubro 26, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: preservação da informação
Objeto da Consulta Pública: *RECOMENDAÇÃO PARA O RESGATE DE ACERVOS
DOCUMENTAIS DANIFICADOS POR ÁGUA*
*Período:*
*Início: 24 de setembro de 2010
Final: 31 de outubro de 2010*
Esta Consulta Pública tem por finalidade promover a participação da sociedade no processo de tomada de decisões do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ.
A consulta é dirigida principalmente aos setores envolvidos com a *preservação documental, arquivos, bibliotecas, museus, centros de documentação e a todos que se interessam pelo tema.*
Essa versão para Consulta Pública de *RECOMENDAÇÃO PARA O RESGATE DE ACERVOS DOCUMENTAIS DANIFICADOS POR ÁGUA*, foi elaborada por especialistas da Câmara Técnica de Preservação de Documentos do CONARQ e aprovada na 58ª reunião plenária do CONARQ, realizada no dia 19 de agosto de 2010.
Nesse processo, serão recebidas e analisadas as contribuições para a Consulta Pública, e será divulgado o resultado após a publicação da versão final do documento colocado em discussão.
Contamos com a sua participação, enviando suas contribuições. As contribuições devem ser encaminhadas para:
conarq@arquivonacional.gov.br,
antonio@arquivonacional.gov.br
*Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ* Arquivo Nacional
Praça da República, 173 - Centro
Rio de Janeiro RJ - 20211-350
[Link para o texto da recomendação]
http://http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/media/recomendaes_da_ctpd_para_o_resgate_de_acervos.doc
DOCUMENTAIS DANIFICADOS POR ÁGUA*
*Período:*
*Início: 24 de setembro de 2010
Final: 31 de outubro de 2010*
Esta Consulta Pública tem por finalidade promover a participação da sociedade no processo de tomada de decisões do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ.
A consulta é dirigida principalmente aos setores envolvidos com a *preservação documental, arquivos, bibliotecas, museus, centros de documentação e a todos que se interessam pelo tema.*
Essa versão para Consulta Pública de *RECOMENDAÇÃO PARA O RESGATE DE ACERVOS DOCUMENTAIS DANIFICADOS POR ÁGUA*, foi elaborada por especialistas da Câmara Técnica de Preservação de Documentos do CONARQ e aprovada na 58ª reunião plenária do CONARQ, realizada no dia 19 de agosto de 2010.
Nesse processo, serão recebidas e analisadas as contribuições para a Consulta Pública, e será divulgado o resultado após a publicação da versão final do documento colocado em discussão.
Contamos com a sua participação, enviando suas contribuições. As contribuições devem ser encaminhadas para:
conarq@arquivonacional.gov.br
antonio@arquivonacional.gov.br
*Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ* Arquivo Nacional
Praça da República, 173 - Centro
Rio de Janeiro RJ - 20211-350
[Link para o texto da recomendação]
http://http://www.conarq.arquivonacional.gov.br/media/recomendaes_da_ctpd_para_o_resgate_de_acervos.doc
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Internet próxima de atingir 2 bilhões de usuários em 2010
Autora: Veronica C. Silva.
Fonte: IDG Now. Data: 25/10/2010.
Dos 226 milhões de novos internautas previstos até o fim de 2010, 162 milhões estarão em países em desenvolvimento como Brasil, Rússia e Índia.
Até ao final deste ano, o número mundial de internautas deve atingir a marca de dois bilhões, sendo os países em desenvolvimento os principais responsáveis por esse índice, de acordo com o último relatório da International Telecommunication Union (ITU) - em português, União Internacional das Telecomunicações.
Segundo o estudo, intitulado "The World in 2010: ICT facts and figures", (em português, "O Mundo em 2010: fatos e números das Tecnologias da Informação e Comunicação"), ao todo, 1,2 bilhão de pessoas estarão localizadas em países em desenvolvimento. Dos 226 milhões de novos usuários previstos até o final de 2010, 162 milhões estarão em nações como Brasil, Rússia e Índia.
A estimativa é que a China contine sendo o maior mercado de Internet no mundo, com mais de 420 milhões de pessoas.
No entanto 71% de toda a população dos chamados países de primeiro mundo conseguem acessar a web, enquanto esse número cai para 21% em países em desenvolvimento.
Acesso privado x público
Outro detalhe apontado pelo estudo são as diferenças no modo como as pessoas ao redor do mundo acessam e utilizam tal tecnologia. De acordo com a ITU, até o final de 2010, o número de usuários que podem acessar a web de casa chegará a 1,6 bilhão contra 1,4 bilhão no ano passado. Esta é uma realidade comum, principalmente na Europa e em alguns países na América onde a banda larga é a tecnologia mais utilizada.
Já nos países sub-desenvolvidos, a Internet é acessada por meio de escolas, escritórios e locais públicos, como cafés, por exemplo.
Por região, o relatório observou que também há uma diferença considerável na utilização da web entre as populações.
A cada 100 habitantes, o número de internautas na região da Ásia-Pacífico deve chegar a 21,9; na região árabe será de 24,9; enquanto na Europa, a previsão é que esse índice seja bastante superior, atingindo 65; na América 55 e na África de apenas 9,6 pessoas.
Telefonia Móvel
No entanto, quando se fala em telefonia móvel, são os países desenvolvidos que comandam o crescimento.
"Nestes países, a taxa de penetração móvel chegará a 68% no final de 2010, impulsionado principalmente pela região Ásia-Pacífico", indica o relatório. As Filipinas e a China também foram citadas por contribuir significativamente para as receitas das operadoras de telefonia móvel devido às receitas geradas com SMS no ano passado.
Juntos, Estados Unidos e Filipinas foram responsáveis por 35% de todos os SMS enviados em 2009. Já a receita de SMS representou 12% da receita total da maior operadora móvel da China, observou a ITU.
Fonte: IDG Now. Data: 25/10/2010.
Dos 226 milhões de novos internautas previstos até o fim de 2010, 162 milhões estarão em países em desenvolvimento como Brasil, Rússia e Índia.
Até ao final deste ano, o número mundial de internautas deve atingir a marca de dois bilhões, sendo os países em desenvolvimento os principais responsáveis por esse índice, de acordo com o último relatório da International Telecommunication Union (ITU) - em português, União Internacional das Telecomunicações.
Segundo o estudo, intitulado "The World in 2010: ICT facts and figures", (em português, "O Mundo em 2010: fatos e números das Tecnologias da Informação e Comunicação"), ao todo, 1,2 bilhão de pessoas estarão localizadas em países em desenvolvimento. Dos 226 milhões de novos usuários previstos até o final de 2010, 162 milhões estarão em nações como Brasil, Rússia e Índia.
A estimativa é que a China contine sendo o maior mercado de Internet no mundo, com mais de 420 milhões de pessoas.
No entanto 71% de toda a população dos chamados países de primeiro mundo conseguem acessar a web, enquanto esse número cai para 21% em países em desenvolvimento.
Acesso privado x público
Outro detalhe apontado pelo estudo são as diferenças no modo como as pessoas ao redor do mundo acessam e utilizam tal tecnologia. De acordo com a ITU, até o final de 2010, o número de usuários que podem acessar a web de casa chegará a 1,6 bilhão contra 1,4 bilhão no ano passado. Esta é uma realidade comum, principalmente na Europa e em alguns países na América onde a banda larga é a tecnologia mais utilizada.
Já nos países sub-desenvolvidos, a Internet é acessada por meio de escolas, escritórios e locais públicos, como cafés, por exemplo.
Por região, o relatório observou que também há uma diferença considerável na utilização da web entre as populações.
A cada 100 habitantes, o número de internautas na região da Ásia-Pacífico deve chegar a 21,9; na região árabe será de 24,9; enquanto na Europa, a previsão é que esse índice seja bastante superior, atingindo 65; na América 55 e na África de apenas 9,6 pessoas.
Telefonia Móvel
No entanto, quando se fala em telefonia móvel, são os países desenvolvidos que comandam o crescimento.
"Nestes países, a taxa de penetração móvel chegará a 68% no final de 2010, impulsionado principalmente pela região Ásia-Pacífico", indica o relatório. As Filipinas e a China também foram citadas por contribuir significativamente para as receitas das operadoras de telefonia móvel devido às receitas geradas com SMS no ano passado.
Juntos, Estados Unidos e Filipinas foram responsáveis por 35% de todos os SMS enviados em 2009. Já a receita de SMS representou 12% da receita total da maior operadora móvel da China, observou a ITU.
Novo número: Encontros Bibli
Acaba de ser publicado o novo número dos "Encontros Bibli: Revista Eletrônica de Biblioteconomia e
Ciência da Informação", v. 15, n. 30, 2010 [URL: http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/issue/view/1412].
Sumário:
Editorial
--------
Recursos tecnológicos e informacionais ativos na Encontros Bibli
Ursula Blattmann, Rosângela Schwarz Rodrigues, Araci Isaltina de Andrade Hillesheim
Artigos
--------
Uma outra face dos metadados: informações para a gestão da preservação
Luís Fernando Sayão
Estudo exploratório sobre ontologias aplicadas a modelos de sistemas de informação: perspectivas de pesquisa em Ciência da Informação
Maurício Barcellos Almeida, Viviane Nogueira Pinto Oliveira, Kátia Cardoso Coelho
Novas perspectivas dos estudos de satisfação de usuários
Luciana Ferreira da Costa, Francisca Arruda Ramalho
Aprendizagem profissional: a docência na biblioteconomia
Edileuda Soares Diniz, Ademar de Lima Carvalho
O contexto profissional do indexador no ensino de indexação
Mariângela Spotti Lopes Fujita
O profissional bibliotecário e o domínio da língua inglesa: necessidade ou formalidade do mercado de trabalho?
Elizabeth Andrade Duarte, Rogério Manoel de Oliveira Braga
Ciência da Informação", v. 15, n. 30, 2010 [URL: http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/issue/view/1412].
Sumário:
Editorial
--------
Recursos tecnológicos e informacionais ativos na Encontros Bibli
Ursula Blattmann, Rosângela Schwarz Rodrigues, Araci Isaltina de Andrade Hillesheim
Artigos
--------
Uma outra face dos metadados: informações para a gestão da preservação
Luís Fernando Sayão
Estudo exploratório sobre ontologias aplicadas a modelos de sistemas de informação: perspectivas de pesquisa em Ciência da Informação
Maurício Barcellos Almeida, Viviane Nogueira Pinto Oliveira, Kátia Cardoso Coelho
Novas perspectivas dos estudos de satisfação de usuários
Luciana Ferreira da Costa, Francisca Arruda Ramalho
Aprendizagem profissional: a docência na biblioteconomia
Edileuda Soares Diniz, Ademar de Lima Carvalho
O contexto profissional do indexador no ensino de indexação
Mariângela Spotti Lopes Fujita
O profissional bibliotecário e o domínio da língua inglesa: necessidade ou formalidade do mercado de trabalho?
Elizabeth Andrade Duarte, Rogério Manoel de Oliveira Braga
sábado, 23 de outubro de 2010
Manuscritos do Mar Morto vão para a web
Autora: Paula Rothman.
Fonte: Info Online. Data: 20/10/2010.
Fundação israelense responsável pela manutenção dos Manuscritos do Mar Morto faz parceria com Google para disponibilizá-los na web.
A coleção de 972 documentos é um dos grandes achados arqueológicos do século 20. Eles foram descobertos ao sul de Jerusalém em 1964, ao fundo de uma caverna às margens do Mar Morto e possuem mais de dois mil anos.
Ao todos, são mais de 30 mil fragmentos que contém as cópias mais antigas da Bíblia Hebraica, além de outras passagens de importância histórica e religiosa. Devido á sua fragilidade, eles são mantidos em ambientes com luz e temperatura controladas. Um pesquisador que queira ter acesso a eles só pode removê-los por algumas horas, para evitar a deterioração do material.
O objetivo da Israel Antiquities Authority é justamente tornar mais acessível esse conteúdo. Para isso, lançará Biblioteca Digital Leon Levy dos Manuscritos do Mar Morto, um projeto de custo estimado em US$3,5 milhões e que teve início há três anos.
Desde 2008, a IAA vem estudando a melhor maneira de digitalizar essas imagens em alta resolução. O método escolhido foi desenvolvido pela NASA e permite uma qualidade igual à visualização real – ou melhor: graças à luz infravermelha utilizada, será possível visualizar também coisas que já foram apagadas pelo tempo.
O equipamento deve ser instalado no início do ano que vem e, assim que as imagens começarem a ficar prontas, entra em cena a equipe do Google. Sua missão é não só colocar as imagens online, mas traduzir os textos originais em Hebraico, Aramaico e Grego para o Inglês. Além disso, a biblioteca contará com um mecanismo avançado de buscas. O melhor: todas as imagens estarão disponíveis de graça
Fonte: Info Online. Data: 20/10/2010.
Fundação israelense responsável pela manutenção dos Manuscritos do Mar Morto faz parceria com Google para disponibilizá-los na web.
A coleção de 972 documentos é um dos grandes achados arqueológicos do século 20. Eles foram descobertos ao sul de Jerusalém em 1964, ao fundo de uma caverna às margens do Mar Morto e possuem mais de dois mil anos.
Ao todos, são mais de 30 mil fragmentos que contém as cópias mais antigas da Bíblia Hebraica, além de outras passagens de importância histórica e religiosa. Devido á sua fragilidade, eles são mantidos em ambientes com luz e temperatura controladas. Um pesquisador que queira ter acesso a eles só pode removê-los por algumas horas, para evitar a deterioração do material.
O objetivo da Israel Antiquities Authority é justamente tornar mais acessível esse conteúdo. Para isso, lançará Biblioteca Digital Leon Levy dos Manuscritos do Mar Morto, um projeto de custo estimado em US$3,5 milhões e que teve início há três anos.
Desde 2008, a IAA vem estudando a melhor maneira de digitalizar essas imagens em alta resolução. O método escolhido foi desenvolvido pela NASA e permite uma qualidade igual à visualização real – ou melhor: graças à luz infravermelha utilizada, será possível visualizar também coisas que já foram apagadas pelo tempo.
O equipamento deve ser instalado no início do ano que vem e, assim que as imagens começarem a ficar prontas, entra em cena a equipe do Google. Sua missão é não só colocar as imagens online, mas traduzir os textos originais em Hebraico, Aramaico e Grego para o Inglês. Além disso, a biblioteca contará com um mecanismo avançado de buscas. O melhor: todas as imagens estarão disponíveis de graça
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Apresentação do livro ‘PRESERVMAP – Um Roteiro da preservação na Era Digital’
0 Comentários quinta-feira, outubro 21, 2010
Publicado por Paulo Barreiro de Sousa
Assunto: Ciência da Informação, Internet, preservação digital, profissional da informação, recursos de informação, sociedade da informação
No próximo dia 26 de Outubro, pelas 17h30, vai ter lugar a sessão de apresentação do livro PRESERVMAP – Um roteiro da preservação na Era Digital, fruto do trabalho de investigação de doutoramento da Dra. Maria Manuela Pinto, uma das minhas professoras de referência durante a Licenciatura em Ciência de Informação, FLUP/FEUP.
A sessão terá lugar na Sala de Reuniões da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (2º Piso). A obra será apresentada pelo Professor Doutor Óscar Mealha, da Universidade de Aveiro.
Estou certo de que esta será mais uma obra de referência para os profissionais de informação e para a própria fundamentação epistemológica da Ciência da Informação.
Lula não cumpriu promessa de investimentos em Cultura
Fonte: Veja. Data: 20/10/2010.
Quando nomeou Gilberto Gil ministro da Cultura, em 2003, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu elevar a verba da pasta para o equivalente a 1% do Orçamento. Sete anos depois, a promessa ainda não foi cumprida. Na festa de apoio promovida por artistas para a candidata do governo à Presidência, Dilma Rousseff, ninguém se lembrou de avaliar os gastos do Planalto com Cultura, que chegaram a 2,23 bilhões de reais em 2010 - o equivalente a 0,23% do total do Orçamento.
De acordo com reportagem desta quarta-feira do jornal O Globo, no ano da promessa, o investimento na pasta era de 0,08% do total do Orçamento. Para 2011, o Ministério da Cultura deverá receber 2,23 bilhões de reais, ou 0,23% dos 974,8 bilhões de reais previstos no Orçamento. Os gastos do setor, porém, devem ser maiores, graças a emendas de deputados e senadores.
O orçamento da Cultura em 2010 foi o quinto menor da Esplanada, à frente apenas dos ministérios da Pesca, Esporte, Indústria e Comércio e Relações Exteriores. No ano que vem. A pasta deve registrar a terceira pior posição, superando somente os ministérios da Pesca e do Esporte.
Quando nomeou Gilberto Gil ministro da Cultura, em 2003, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu elevar a verba da pasta para o equivalente a 1% do Orçamento. Sete anos depois, a promessa ainda não foi cumprida. Na festa de apoio promovida por artistas para a candidata do governo à Presidência, Dilma Rousseff, ninguém se lembrou de avaliar os gastos do Planalto com Cultura, que chegaram a 2,23 bilhões de reais em 2010 - o equivalente a 0,23% do total do Orçamento.
De acordo com reportagem desta quarta-feira do jornal O Globo, no ano da promessa, o investimento na pasta era de 0,08% do total do Orçamento. Para 2011, o Ministério da Cultura deverá receber 2,23 bilhões de reais, ou 0,23% dos 974,8 bilhões de reais previstos no Orçamento. Os gastos do setor, porém, devem ser maiores, graças a emendas de deputados e senadores.
O orçamento da Cultura em 2010 foi o quinto menor da Esplanada, à frente apenas dos ministérios da Pesca, Esporte, Indústria e Comércio e Relações Exteriores. No ano que vem. A pasta deve registrar a terceira pior posição, superando somente os ministérios da Pesca e do Esporte.
Divulgado texto do tratado secreto sobre direitos de autor (ACTA)
0 Comentários quinta-feira, outubro 21, 2010
Publicado por Paulo Barreiro de Sousa
Assunto: direito autoral, Direitos de Autor, Internet
A versão final do acordo internacional “Anti-Counterfeiting Trade Agreement” (ACTA) deixa a porta aberta para os países introduzirem a chamada regra dos três avisos, que pretende permitir o corte do acesso à Internet aos utilizadores que fizerem o download de material protegido por copyright.
O ponto polémico do texto permite que os signatários do acordo possam requerer aos ISPs a divulgação de informações pessoais sobre os clientes. No entanto, o texto foi aligeirado relativamente ao documento original, que dizia que as partes “devem” legislar para exigir informações aos ISP. Fontes próximas das negociações dizem que o documento actual pode ser visto como sugerindo “o que é considerado a melhor prática”, o que pode ser interpretado como um incentivo aos países para introduzir essas medidas draconianas.
Os membros do Parlamento Europeu que tinham ficado preocupados com o sigilo em torno das negociações receberam o texto ao mesmo tempo que os jornalistas e não serão informados sobre as negociações até quinta-feira. Alguns parlamentares já ameaçaram bloquear o acordo se não lhes for dado tempo suficiente para analisar as suas ramificações.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Direção-Geral do Livro e das Bibliotecas será extinta
0 Comentários quarta-feira, outubro 20, 2010
Publicado por Nuno de Matos
Assunto: Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas
Segundo a proposta do Orçamento de Estado para 2011 a Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas será extinta e as suas atribuições serão integradas na Biblioteca Nacional.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Restam 5 anos de vida para o livro em suporte papel...
CNN - As e-book readers and tablets become more common, author Nicholas Negroponte says [VIDEO] that the physical book will be gone in five years.
Está de acordo? Será que conseguimos deixar o papel no que concerne aos livros?
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