Comité lança Consulta Sobre Digitalização do Património Cultural Online
Data: 25-08-2010
Um "Comité dos Sábios" criado pela Comissão Europeia (CE) sobre a digitalização lançou uma consulta sobre a melhor forma de promover a presença em linha do património cultural.
De acordo com o comunicado da CE, foi solicitado ao Grupo de Reflexão para procurar a melhor forma de acelerar a digitalização, acessibilidade em linha e preservação de obras culturais em toda a Europa. A CE acredita que as “soluções inovadoras são necessárias para acompanhar os avanços tecnológicos e colher seus benefícios.
As recomendações que o Grupo fará antes do final do ano terão em conta as contribuições recolhidas pela consulta pública, que estará aberta até 30 de Setembro. Podem participar na consulta todas as partes interessadas - cidadãos, instituições culturais, autoridades públicas, empresas privadas, ONGs, instituições académicas - para dar as suas opiniões sobre as principais questões da digitalização, nomeadamente sobre potenciais fontes de financiamento para a digitalização e para o desenvolvimento da Europeana, a biblioteca digital da Europa.
O Grupo de Reflexão deverá analisar as respostas a esta consulta, e as opiniões levantadas em outros fóruns. No final de 2010, o Grupo vai avançar com um conjunto de recomendações para a digitalização, acessibilidade em linha e preservação do património cultural da Europa na era digital.
O Grupo é composto por Maurice Lévy (CEO da Publicis), Elisabeth Niggemann (Director-Geral da Biblioteca Nacional da Alemanha) e Jacques De Decker (escritor) e reporta ao vice-presidente da Comissão para a Agenda Digital, Neelie Kroes, e ao Comissário para a Educação, Cultura, Multilinguismo e Juventude, Androulla Vassiliou.
Fonte: Portais do Cidadão e da Empresa com CE
URL: http://www.portaldocidadao.pt/PORTAL/pt/noticias/08_2010/NEWS_comite+lanca+consulta+sobre+digitalizacao+do+patrimonio+cultural+online.htm
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Digitalização do patrimônio cultural
0 Comentários segunda-feira, agosto 30, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: Digitalização, património
sábado, 28 de agosto de 2010
Justiça discute a natureza jurídica da internet
0 Comentários sábado, agosto 28, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: Direito Eleitoral, Internet
Autor: Rodrigo Haidar. Data: 24/08/2010.
Fonte: www.conjur.com.br/2010-ago-24/justica-eleitoral-discute-natureza-juridica-internet
Um dos terrenos mais pantanosos para políticos e suas campanhas eleitorais atualmente é a internet. A falta de balizas claras sobre o que é permitido e proibido fazer na rede mundial de computadores para divulgar candidaturas ou emitir opiniões sobre candidatos provoca uma enxurrada de recursos na Justiça Eleitoral.
O trabalho de ministros e juízes, contudo, poderá render bons resultados. As discussões travadas nos julgamentos em que se discutem os limites eleitorais na internet poderão, em última análise, ajudar a definir a natureza jurídica de provedores, portais, sites, blogs, sites de relacionamento, entre outras ferramentas da internet.
Recentes sessões do Tribunal Superior Eleitoral revelam isso. Nas últimas semanas, o tribunal dedicou parte de seu tempo ao julgamento de recursos contra propaganda eleitoral antecipada ou irregular na internet.
Apesar de divergências pontuais, o que se destaca nas discussões e nos placares de votação é uma tendência da Justiça Eleitoral de tentar não tutelar a expressão de vontade do eleitor pela internet. Até porque isso seria impossível.
“Tentar trazer as relações da internet para o controle jurisdicional eleitoral seria decretar a falência da Justiça Eleitoral. É impossível”, disse à revista Consultor Jurídico o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal e substituto do TSE. Para ele, a internet não pode receber o mesmo tratamento dos demais veículos de comunicação. Não deve ser igualada à TVs e rádios porque não se trata de concessão pública. Mas também é diferente de jornais e revistas.
“Primeiro é necessário consolidar a natureza jurídica dos sítios da internet. Depois, vamos analisar o que é um provedor, um blog, e assim por diante”, afirma o ministro. O tema será tratado nas reuniões da comissão de juristas do Senado que estuda a reforma da Lei Eleitoral, presidida por Toffoli. O próximo encontro está marcado para esta quarta-feira (25/8).
Eleições digitais
O ministro Dias Toffoli ressalta que a justificativa para tutelar os meios de comunicação nas eleições é a hipótese de que eles podem interferir no pleito. O controle é justificado com o argumento de que não se pode permitir que os veículos que prestam o serviço público de informar sirvam para a defesa de interesses privados. Mas, para o ministro, essa lógica não pode ser aplicada à internet.
“A internet é altamente democrática. Ela não é controlada pela família A, B ou C. O que controla a internet é a credibilidade. Se determinado jornalista tem um blog mais acessado do que outro é porque tem mais credibilidade. Há blogs, por exemplo, que mostram o número de acessos diários. Se um blog que foi acessado duas vezes em um dia estiver pedindo voto pra alguém, isso caracterizará propaganda?”, questiona o ministro.
Dois recentes julgamentos no TSE mostram que a Justiça começa a entender as características da rede. Em um dos casos, o Ministério Público Eleitoral pedia que fosse aplicada multa por propaganda antecipada ao atual candidato ao Senado Roberto Requião (PMDB-PR) e ao diretório municipal do PMDB de Curitiba. Motivo: em fevereiro passado o site do diretório divulgou campanha pela candidatura própria do PMDB à presidência da República, contra a aliança nacional com o PT. E apontou Requião como possível candidato do partido.
O recurso foi rejeitado por cinco votos a dois. Em seu voto, o ministro Toffoli ressaltou que a sociedade exigiu durante anos o debate político e, agora que é possível fazê-lo, não é legítimo cercear esse debate. O ministro considerou que a campanha no site do PMDB de Curitiba fortalece a democracia, sem qualquer característica de propaganda antecipada. “Temos participação na escolha dos candidatos que os partidos escolhem”?, questionou Toffoli, para justificar os motivos pelos quais considerou legítima a iniciativa do diretório municipal do partido.
“Quanto mais amplo e público for o debate dos partidos políticos sobre seus pré-candidatos, entendo que mais oportunidade terá a sociedade de ter participação, inclusive, na escolha dos partidos políticos. O que vai evitar que aqueles candidatos lançados às eleições tenham sido escolhidos por uma pessoa ou por um grupo — como certa vez disse Carlos Heitor Cony — nas mesas do Piantella ou nas mesas do Massimo, em São Paulo”, frisou o ministro em seu voto.
Acesso voluntário
No segundo caso discutido pelo TSE, o Ministério Público contestou a divulgação de notícias jornalísticas em um blog intitulado “Os Amigos do Presidente Lula”. De novo, a ação do MP foi rejeitada, desta vez por seis votos a um. Os ministros entenderam que as manifestações em blogs são protegidas pelo princípio da livre manifestação do pensamento. Assim, não há como caracterizar propaganda eleitoral nestes casos.
O ministro Dias Toffoli, que também participou do julgamento, disse que sente dificuldades de enquadrar as manifestações de qualquer blog como propaganda eleitoral. “Muito embora a Lei 12.034/09 tenha disposto que é permitida a propaganda eleitoral em blogs, entendo que o blog é como a casa da pessoa, é o endereço dela no mundo virtual.” Desta forma, o usuário da internet não recebe as mensagens, mas vai buscá-las, o que descaracterizaria propaganda de qualquer espécie.
“É necessário que a pessoa digite o endereço. Faço analogia com a casa física de alguém, com a sede de um diretório político, com um escritório. Se alguém quer ir até lá, é necessário pegar um carro, um ônibus, ir a pé, ir andando até aquele endereço, entrar no local e ver o que está dentro dos cômodos daquele local”, afirmou o ministro.
Da mesma forma, para ter acesso ao que está publicado em um site ou blog na internet, é necessário que a pessoa ligue o computador, acesse a rede mundial e digite o endereço do site ou do blog. “O blog é a casa, o escritório de alguém. No mundo virtual, as pessoas se endereçam até lá por livre e espontânea vontade. Por isso, é incompatível com a ideia de propaganda”, anotou Toffoli.
O ministro ressalta que crimes ou direitos de resposta por calúnia ou difamação não se encaixam nesse conceito. “O Estado tipifica aquilo que é crime. Por exemplo, a pedofilia pela internet. Nestes casos, se investiga, identifica e processa as pessoas acusadas. Mas as demais relações na internet têm de ser regidas por outra lógica”, opina.
Dias Toffoli deu o exemplo de redes de relacionamento como o Twitter ou o Facebook: “Só se cadastra como seguidor da pessoa quem quer. Por exemplo, só acessa a ConJur, o site do Claudio Humberto, o blog do Noblat ou do Josias de Souza quem quer. Quem não quer, não vai até lá. Assim, os blogs não levam propaganda até as pessoas. Se um dos blogs pedir voto para alguém, está fazendo propaganda? Não! Ele está expressando uma opinião”.
Para a advogada eleitoral Maria Claudia Bucchianeri Pinheiro, o raciocínio do ministro está correto. “É necessário diferenciar o acesso voluntário do acesso involuntário”, afirma. Ela dá um exemplo: “Eu sou obrigada a entrar no site de provedores para acessar meus e-mails. Neste caso, meu acesso pode ser involuntário e a limitação de propaganda é correta. Mas essa regra não vale para os demais sites ou blogs, porque eu tenho de ir até eles para receber a informação. Acesso voluntariamente aqueles endereços”.
O advogado Péricles d’Avila, do escritório Pinheiro Neto, que atua nos tribunais superiores, concorda. “É a teoria da busca. É preciso distinguir propaganda de busca da informação. A comparação da internet com qualquer outro veículo é infeliz porque a busca e a difusão da informação da rede têm características muito próprias”, diz d’Avila.
O ministro Dias Toffoli é taxativo. “Não sendo atividade tipificada como crime, a internet tem de ser considerada como território livre. Essa é uma das coisas que nós vamos discutir na comissão de reforma eleitoral.”
Controle impossível
Há dois anos, o TSE tentou discutir a regulamentação do uso da internet em sessão plenária, mas diante dos fatos, os ministros reconheceram ser inviável estabelecer regras gerais para a propaganda na web. Por quatro votos a dois, na ocasião, decidiu-se não conhecer da Consulta do deputado federal José Fernando Aparecido de Oliveira (PV-MG) sobre propaganda por e-mail, em banner, blog, link patrocinado, comunidades de relacionamento com o Orkut e outras ferramentas da internet.
Na ocasião, o TSE decidiu analisar os limites da exposição de candidatos na internet no julgamento dos casos concretos. A maioria acompanhou o voto do ministro Joaquim Barbosa, para quem a Justiça poderá decidir se permite ou não formas de propaganda “no varejo, nos processos que surgem a cada eleição”. Para Barbosa, responder a Consulta e tentar regular os limites de propaganda na internet poderia causar mais dúvidas do que aplacá-las. “Essa consulta é uma armadilha”, disse.
O presidente do TSE, Carlos Britto, defendeu a liberação do uso da internet pelos candidatos. Para o ministro, seria impossível regulamentar as diversas possibilidades oferecidas pela tecnologia e restringir a manifestação de candidaturas poderia inclusive ferir o princípio da liberdade de expressão. De acordo com Britto, o Direito não é capaz de regular todas as novas formas de comunicação da internet.
Fonte: www.conjur.com.br/2010-ago-24/justica-eleitoral-discute-natureza-juridica-internet
Um dos terrenos mais pantanosos para políticos e suas campanhas eleitorais atualmente é a internet. A falta de balizas claras sobre o que é permitido e proibido fazer na rede mundial de computadores para divulgar candidaturas ou emitir opiniões sobre candidatos provoca uma enxurrada de recursos na Justiça Eleitoral.
O trabalho de ministros e juízes, contudo, poderá render bons resultados. As discussões travadas nos julgamentos em que se discutem os limites eleitorais na internet poderão, em última análise, ajudar a definir a natureza jurídica de provedores, portais, sites, blogs, sites de relacionamento, entre outras ferramentas da internet.
Recentes sessões do Tribunal Superior Eleitoral revelam isso. Nas últimas semanas, o tribunal dedicou parte de seu tempo ao julgamento de recursos contra propaganda eleitoral antecipada ou irregular na internet.
Apesar de divergências pontuais, o que se destaca nas discussões e nos placares de votação é uma tendência da Justiça Eleitoral de tentar não tutelar a expressão de vontade do eleitor pela internet. Até porque isso seria impossível.
“Tentar trazer as relações da internet para o controle jurisdicional eleitoral seria decretar a falência da Justiça Eleitoral. É impossível”, disse à revista Consultor Jurídico o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal e substituto do TSE. Para ele, a internet não pode receber o mesmo tratamento dos demais veículos de comunicação. Não deve ser igualada à TVs e rádios porque não se trata de concessão pública. Mas também é diferente de jornais e revistas.
“Primeiro é necessário consolidar a natureza jurídica dos sítios da internet. Depois, vamos analisar o que é um provedor, um blog, e assim por diante”, afirma o ministro. O tema será tratado nas reuniões da comissão de juristas do Senado que estuda a reforma da Lei Eleitoral, presidida por Toffoli. O próximo encontro está marcado para esta quarta-feira (25/8).
Eleições digitais
O ministro Dias Toffoli ressalta que a justificativa para tutelar os meios de comunicação nas eleições é a hipótese de que eles podem interferir no pleito. O controle é justificado com o argumento de que não se pode permitir que os veículos que prestam o serviço público de informar sirvam para a defesa de interesses privados. Mas, para o ministro, essa lógica não pode ser aplicada à internet.
“A internet é altamente democrática. Ela não é controlada pela família A, B ou C. O que controla a internet é a credibilidade. Se determinado jornalista tem um blog mais acessado do que outro é porque tem mais credibilidade. Há blogs, por exemplo, que mostram o número de acessos diários. Se um blog que foi acessado duas vezes em um dia estiver pedindo voto pra alguém, isso caracterizará propaganda?”, questiona o ministro.
Dois recentes julgamentos no TSE mostram que a Justiça começa a entender as características da rede. Em um dos casos, o Ministério Público Eleitoral pedia que fosse aplicada multa por propaganda antecipada ao atual candidato ao Senado Roberto Requião (PMDB-PR) e ao diretório municipal do PMDB de Curitiba. Motivo: em fevereiro passado o site do diretório divulgou campanha pela candidatura própria do PMDB à presidência da República, contra a aliança nacional com o PT. E apontou Requião como possível candidato do partido.
O recurso foi rejeitado por cinco votos a dois. Em seu voto, o ministro Toffoli ressaltou que a sociedade exigiu durante anos o debate político e, agora que é possível fazê-lo, não é legítimo cercear esse debate. O ministro considerou que a campanha no site do PMDB de Curitiba fortalece a democracia, sem qualquer característica de propaganda antecipada. “Temos participação na escolha dos candidatos que os partidos escolhem”?, questionou Toffoli, para justificar os motivos pelos quais considerou legítima a iniciativa do diretório municipal do partido.
“Quanto mais amplo e público for o debate dos partidos políticos sobre seus pré-candidatos, entendo que mais oportunidade terá a sociedade de ter participação, inclusive, na escolha dos partidos políticos. O que vai evitar que aqueles candidatos lançados às eleições tenham sido escolhidos por uma pessoa ou por um grupo — como certa vez disse Carlos Heitor Cony — nas mesas do Piantella ou nas mesas do Massimo, em São Paulo”, frisou o ministro em seu voto.
Acesso voluntário
No segundo caso discutido pelo TSE, o Ministério Público contestou a divulgação de notícias jornalísticas em um blog intitulado “Os Amigos do Presidente Lula”. De novo, a ação do MP foi rejeitada, desta vez por seis votos a um. Os ministros entenderam que as manifestações em blogs são protegidas pelo princípio da livre manifestação do pensamento. Assim, não há como caracterizar propaganda eleitoral nestes casos.
O ministro Dias Toffoli, que também participou do julgamento, disse que sente dificuldades de enquadrar as manifestações de qualquer blog como propaganda eleitoral. “Muito embora a Lei 12.034/09 tenha disposto que é permitida a propaganda eleitoral em blogs, entendo que o blog é como a casa da pessoa, é o endereço dela no mundo virtual.” Desta forma, o usuário da internet não recebe as mensagens, mas vai buscá-las, o que descaracterizaria propaganda de qualquer espécie.
“É necessário que a pessoa digite o endereço. Faço analogia com a casa física de alguém, com a sede de um diretório político, com um escritório. Se alguém quer ir até lá, é necessário pegar um carro, um ônibus, ir a pé, ir andando até aquele endereço, entrar no local e ver o que está dentro dos cômodos daquele local”, afirmou o ministro.
Da mesma forma, para ter acesso ao que está publicado em um site ou blog na internet, é necessário que a pessoa ligue o computador, acesse a rede mundial e digite o endereço do site ou do blog. “O blog é a casa, o escritório de alguém. No mundo virtual, as pessoas se endereçam até lá por livre e espontânea vontade. Por isso, é incompatível com a ideia de propaganda”, anotou Toffoli.
O ministro ressalta que crimes ou direitos de resposta por calúnia ou difamação não se encaixam nesse conceito. “O Estado tipifica aquilo que é crime. Por exemplo, a pedofilia pela internet. Nestes casos, se investiga, identifica e processa as pessoas acusadas. Mas as demais relações na internet têm de ser regidas por outra lógica”, opina.
Dias Toffoli deu o exemplo de redes de relacionamento como o Twitter ou o Facebook: “Só se cadastra como seguidor da pessoa quem quer. Por exemplo, só acessa a ConJur, o site do Claudio Humberto, o blog do Noblat ou do Josias de Souza quem quer. Quem não quer, não vai até lá. Assim, os blogs não levam propaganda até as pessoas. Se um dos blogs pedir voto para alguém, está fazendo propaganda? Não! Ele está expressando uma opinião”.
Para a advogada eleitoral Maria Claudia Bucchianeri Pinheiro, o raciocínio do ministro está correto. “É necessário diferenciar o acesso voluntário do acesso involuntário”, afirma. Ela dá um exemplo: “Eu sou obrigada a entrar no site de provedores para acessar meus e-mails. Neste caso, meu acesso pode ser involuntário e a limitação de propaganda é correta. Mas essa regra não vale para os demais sites ou blogs, porque eu tenho de ir até eles para receber a informação. Acesso voluntariamente aqueles endereços”.
O advogado Péricles d’Avila, do escritório Pinheiro Neto, que atua nos tribunais superiores, concorda. “É a teoria da busca. É preciso distinguir propaganda de busca da informação. A comparação da internet com qualquer outro veículo é infeliz porque a busca e a difusão da informação da rede têm características muito próprias”, diz d’Avila.
O ministro Dias Toffoli é taxativo. “Não sendo atividade tipificada como crime, a internet tem de ser considerada como território livre. Essa é uma das coisas que nós vamos discutir na comissão de reforma eleitoral.”
Controle impossível
Há dois anos, o TSE tentou discutir a regulamentação do uso da internet em sessão plenária, mas diante dos fatos, os ministros reconheceram ser inviável estabelecer regras gerais para a propaganda na web. Por quatro votos a dois, na ocasião, decidiu-se não conhecer da Consulta do deputado federal José Fernando Aparecido de Oliveira (PV-MG) sobre propaganda por e-mail, em banner, blog, link patrocinado, comunidades de relacionamento com o Orkut e outras ferramentas da internet.
Na ocasião, o TSE decidiu analisar os limites da exposição de candidatos na internet no julgamento dos casos concretos. A maioria acompanhou o voto do ministro Joaquim Barbosa, para quem a Justiça poderá decidir se permite ou não formas de propaganda “no varejo, nos processos que surgem a cada eleição”. Para Barbosa, responder a Consulta e tentar regular os limites de propaganda na internet poderia causar mais dúvidas do que aplacá-las. “Essa consulta é uma armadilha”, disse.
O presidente do TSE, Carlos Britto, defendeu a liberação do uso da internet pelos candidatos. Para o ministro, seria impossível regulamentar as diversas possibilidades oferecidas pela tecnologia e restringir a manifestação de candidaturas poderia inclusive ferir o princípio da liberdade de expressão. De acordo com Britto, o Direito não é capaz de regular todas as novas formas de comunicação da internet.
Doação de livro infantil vira pena alternativa
Autor: Sandro Villar.
Fonte: O Estado de S. Paulo. Data: 26/08/2010.
Quem se envolver em crimes leves em Presidente Venceslau [SP], no extremo oeste paulista, terá a chance de optar pelo pagamento de uma pena alternativa inédita no País: a doação de livros infantis para os cerca de 4 mil alunos das 16 escolas municipais. O autor da ideia é o juiz Silas Silva Santos, de 33 anos, titular da 1.ª Vara Judicial do Fórum de Presidente Venceslau.
A doação de livros substitui outras penas alternativas, como doação de cestas básicas, prestação de serviços comunitários e pagamento de multas. Para escapar de processos, 24 interessados aderiram à proposta do magistrado desde março.
Até agora, 14 acusados doaram 648 livros infantis à Secretaria Municipal de Educação.
"Não há condenação, não há confissão de culpa quando o sujeito adere a essa transação. Há um ajuste entre o autor da infração e o Ministério Público, justamente para evitar o processo e uma eventual pena criminal mais grave", explica o juiz, lembrando que os envolvidos têm interesse em aderir ao programa porque ficam sem antecedentes criminais. "Quando o sujeito adere não fica registrado antecedente."
Crimes leves. Serão beneficiados os acusados de crimes leves, como calúnia, desacato e lesões corporais leves, condenados a até 2 anos de prisão.
Além dessas exigências, a medida beneficia réus primários com bons antecedentes.
"Eu entrego uma lista de livros e ele (acusado) próprio entrega na secretaria. Nós optamos por transformar essa prestação de serviço no que eu chamaria de cesta de livros. O objetivo é formar bibliotecas municipais", diz Silva Santos.
Até agora, nenhum dos acusados doou menos de dez livros. "Um doou 18", conta Aldora Maia Veríssimo, de 58 anos, secretária de Educação. "Ele gastou R$ 117", diz, acrescentando que outro comprou 48 livros por R$ 409, uma das maiores doações até o momento. A maior, porém, foi a de um acusado que gastou mais de R$ 1 mil. O volume da compra leva em conta o poder aquisitivo e o delito cometido.
Quem adere ao programa compra coleções de livros de vários autores na única livraria da cidade. Entre as obras estão A Nuvem e a Duna, de Cristina Oiticica, Os Tais Esdrúxulos, de Tatiana Belinky, e os clássicos contos infantis de Hans Christian Andersen. "A lista é ampla", resume a secretária.
Audiência
A Corregedoria da Polícia Civil vai ouvir, pela primeira vez, a população em uma audiência pública, hoje, em Assis. Se for constatada irregularidade, será instaurado procedimento de apuração.
Fonte: O Estado de S. Paulo. Data: 26/08/2010.
Quem se envolver em crimes leves em Presidente Venceslau [SP], no extremo oeste paulista, terá a chance de optar pelo pagamento de uma pena alternativa inédita no País: a doação de livros infantis para os cerca de 4 mil alunos das 16 escolas municipais. O autor da ideia é o juiz Silas Silva Santos, de 33 anos, titular da 1.ª Vara Judicial do Fórum de Presidente Venceslau.
A doação de livros substitui outras penas alternativas, como doação de cestas básicas, prestação de serviços comunitários e pagamento de multas. Para escapar de processos, 24 interessados aderiram à proposta do magistrado desde março.
Até agora, 14 acusados doaram 648 livros infantis à Secretaria Municipal de Educação.
"Não há condenação, não há confissão de culpa quando o sujeito adere a essa transação. Há um ajuste entre o autor da infração e o Ministério Público, justamente para evitar o processo e uma eventual pena criminal mais grave", explica o juiz, lembrando que os envolvidos têm interesse em aderir ao programa porque ficam sem antecedentes criminais. "Quando o sujeito adere não fica registrado antecedente."
Crimes leves. Serão beneficiados os acusados de crimes leves, como calúnia, desacato e lesões corporais leves, condenados a até 2 anos de prisão.
Além dessas exigências, a medida beneficia réus primários com bons antecedentes.
"Eu entrego uma lista de livros e ele (acusado) próprio entrega na secretaria. Nós optamos por transformar essa prestação de serviço no que eu chamaria de cesta de livros. O objetivo é formar bibliotecas municipais", diz Silva Santos.
Até agora, nenhum dos acusados doou menos de dez livros. "Um doou 18", conta Aldora Maia Veríssimo, de 58 anos, secretária de Educação. "Ele gastou R$ 117", diz, acrescentando que outro comprou 48 livros por R$ 409, uma das maiores doações até o momento. A maior, porém, foi a de um acusado que gastou mais de R$ 1 mil. O volume da compra leva em conta o poder aquisitivo e o delito cometido.
Quem adere ao programa compra coleções de livros de vários autores na única livraria da cidade. Entre as obras estão A Nuvem e a Duna, de Cristina Oiticica, Os Tais Esdrúxulos, de Tatiana Belinky, e os clássicos contos infantis de Hans Christian Andersen. "A lista é ampla", resume a secretária.
Audiência
A Corregedoria da Polícia Civil vai ouvir, pela primeira vez, a população em uma audiência pública, hoje, em Assis. Se for constatada irregularidade, será instaurado procedimento de apuração.
Venda porta a porta de livros supera comércio via internet
0 Comentários sábado, agosto 28, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: comércio livreiro, Enciclopédia Barsa
Autora: Gleyma Lima.
Fonte: Jornal DCI. Data: 19/08/2010.
A venda porta a porta chama a atenção do mercado editorial, ao superar as vendas do comércio eletrônico (e-commerce) e ficar abaixo apenas das vendas em livrarias físicas. A perspectiva para o segmento para este ano é que este nicho de venda direta tenha aumento de 10% a 15%, segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que contabilizou mais de 28,8 milhões de livros vendidos na modalidade porta a porta (venda direta) no Brasil, em 2009.
De acordo com a diretora de Marketing da Barsa Planeta Internacional Sandra Cabral, a demanda das classes C e D fez locais como Manaus, Belém e Rondônia hoje serem a grande aposta da empresa. "Acabamos de abrir uma filial em Rondônia devido a alta demanda de lá. Não compensava mais mandar vendedores daqui para a região", explicou.
Para o presidente da Associação Brasileira de Difusão do Livro (ABDL), Luís Antônio Torelli, a bola da vez deste segmento é a venda porta a porta por meio do cartão crédito. "Em março deste ano fizemos uma parceria com a Redecard em que vendedores de algumas distribuidoras credenciadas têm um chip instalado no celular e realizam as vendas com os dados do cartão do cliente, pelo aparelho móvel. A transação é chamada de foneshop", disse Torelli.
Segundo o porta-voz da ABDL, a nova opção de pagamento deve gerar um aumento entre 15% as vendas. "Antes dessa parceria perdíamos esta porcentagem em vendas devido aos populares hoje não utilizarem tanto cheque, e o carnê ter perdido a voz ativa", alertou.
Quem concorda com ele é a diretora de Marketing da Barsa. "As vendas de cartão de crédito hoje correspondem a mais de 50% das vendas da Barsa", explicou. No Brasil há 70 anos, a empresa começa a pensar em abrir capital na Bolsa de Valores. "Estamos analisando a possibilidade de abrir capital. Nosso presidente inclusive viaja no próximo mês para a Espanha para ver isso de perto", disse a executiva.
A Barsa Planeta Internacional possui ao total 18 obras em seu portfólio e vendeu 350 mil obras no ano passado, sendo o carro-chefe da empresa a enciclopédia Barsa, com 72 mil obras vendidas em 2009. Atualmente a empresa tem dois mil vendedores e está presente em 14 estados no País. A pretensão é crescer 15%, por isso parcela em até 25 vezes, com parcelas a R$ 120 e acessível para a classe C e D.
Segundo a ABDL com a construção de tantos prédios nas capitais do Brasil, o segmento hoje mira para atingir o público-alvo as escolas, tanto públicas como particulares. "Hoje as instituições de ensino representam 60% das vendas diretas", disse.
Livrarias
Apesar do segmento estar forte ainda no País, a expansão das lojas físicas no segmento de livrarias ainda é forte e o investimento para se manter no ranking também. A Livraria SBS, por exemplo, que hoje atua no Brasil, Argentina e Peru e envolve 60 livrarias, no primeiro semestre deste ano abriu uma loja na unidade da PUC de Brasília, e para o próximo deve inaugurar mais dois pontos de vendas na PUC de Recife e FGV em Brasília.
"Queremos crescer organicamente e continuar com o foco em vendas de livros de idiomas", comentou a diretora da SBS, Susana Fioressi. Para ela, com a nova Classe C este ano, a rede pretende passar o ticket médio de R$ 45 para R$ 50. A SBS atua com e-commerce, porém considera ainda as vendas insignificantes.
Já a distribuidora Disal, de livros didáticos e línguas, com 14 lojas próprias no do País, e ticket médio de R$ 80, deve abrir sua 15° loja em Belo Horizonte (MG) e também aposta na nova classe emergente, porém com uma estratégia diferente. "Vamos apostar em mais opções de compras neste semestre. Neste mês teremos mais de 15 lançamentos para este público", explicou a supervisora da Disal, Juliana Camargo.
Entre as maiores do segmento, ainda há forte crescimento na área de vendas on-line. No recente balanço da Livraria Saraiva, a companhia, com 91 unidades instaladas, atingiu um faturamento 21,7% maior no primeiro semestre deste ano, ante o mesmo período do ano anterior, sendo que a participação do total de receita bruta das operações do site Saraiva.com em relação ao total das operações varejistas do grupo atingiu 36,2% no primeiro semestre de 2010. A receita bruta do grupo atingiu R$ 742,3 milhões neste período no primeiro semestre. A livraria Saraiva afirmou que daqui até o final do ano vai dar maior ênfase aos segmentos de livros didáticos e universitários.
A venda de livros porta a porta é maior que as realizadas via comércio eletrônico (e-commerce) e fica abaixo apenas da comercialização nas livrarias físicas. A perspectiva para o segmento para este ano é que o nicho de venda direta tenha aumento de 10% a 15%, segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que contabilizou mais de 28,8 milhões de livros vendidos na modalidade porta a porta no Brasil, em 2009.
Fonte: Jornal DCI. Data: 19/08/2010.
A venda porta a porta chama a atenção do mercado editorial, ao superar as vendas do comércio eletrônico (e-commerce) e ficar abaixo apenas das vendas em livrarias físicas. A perspectiva para o segmento para este ano é que este nicho de venda direta tenha aumento de 10% a 15%, segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que contabilizou mais de 28,8 milhões de livros vendidos na modalidade porta a porta (venda direta) no Brasil, em 2009.
De acordo com a diretora de Marketing da Barsa Planeta Internacional Sandra Cabral, a demanda das classes C e D fez locais como Manaus, Belém e Rondônia hoje serem a grande aposta da empresa. "Acabamos de abrir uma filial em Rondônia devido a alta demanda de lá. Não compensava mais mandar vendedores daqui para a região", explicou.
Para o presidente da Associação Brasileira de Difusão do Livro (ABDL), Luís Antônio Torelli, a bola da vez deste segmento é a venda porta a porta por meio do cartão crédito. "Em março deste ano fizemos uma parceria com a Redecard em que vendedores de algumas distribuidoras credenciadas têm um chip instalado no celular e realizam as vendas com os dados do cartão do cliente, pelo aparelho móvel. A transação é chamada de foneshop", disse Torelli.
Segundo o porta-voz da ABDL, a nova opção de pagamento deve gerar um aumento entre 15% as vendas. "Antes dessa parceria perdíamos esta porcentagem em vendas devido aos populares hoje não utilizarem tanto cheque, e o carnê ter perdido a voz ativa", alertou.
Quem concorda com ele é a diretora de Marketing da Barsa. "As vendas de cartão de crédito hoje correspondem a mais de 50% das vendas da Barsa", explicou. No Brasil há 70 anos, a empresa começa a pensar em abrir capital na Bolsa de Valores. "Estamos analisando a possibilidade de abrir capital. Nosso presidente inclusive viaja no próximo mês para a Espanha para ver isso de perto", disse a executiva.
A Barsa Planeta Internacional possui ao total 18 obras em seu portfólio e vendeu 350 mil obras no ano passado, sendo o carro-chefe da empresa a enciclopédia Barsa, com 72 mil obras vendidas em 2009. Atualmente a empresa tem dois mil vendedores e está presente em 14 estados no País. A pretensão é crescer 15%, por isso parcela em até 25 vezes, com parcelas a R$ 120 e acessível para a classe C e D.
Segundo a ABDL com a construção de tantos prédios nas capitais do Brasil, o segmento hoje mira para atingir o público-alvo as escolas, tanto públicas como particulares. "Hoje as instituições de ensino representam 60% das vendas diretas", disse.
Livrarias
Apesar do segmento estar forte ainda no País, a expansão das lojas físicas no segmento de livrarias ainda é forte e o investimento para se manter no ranking também. A Livraria SBS, por exemplo, que hoje atua no Brasil, Argentina e Peru e envolve 60 livrarias, no primeiro semestre deste ano abriu uma loja na unidade da PUC de Brasília, e para o próximo deve inaugurar mais dois pontos de vendas na PUC de Recife e FGV em Brasília.
"Queremos crescer organicamente e continuar com o foco em vendas de livros de idiomas", comentou a diretora da SBS, Susana Fioressi. Para ela, com a nova Classe C este ano, a rede pretende passar o ticket médio de R$ 45 para R$ 50. A SBS atua com e-commerce, porém considera ainda as vendas insignificantes.
Já a distribuidora Disal, de livros didáticos e línguas, com 14 lojas próprias no do País, e ticket médio de R$ 80, deve abrir sua 15° loja em Belo Horizonte (MG) e também aposta na nova classe emergente, porém com uma estratégia diferente. "Vamos apostar em mais opções de compras neste semestre. Neste mês teremos mais de 15 lançamentos para este público", explicou a supervisora da Disal, Juliana Camargo.
Entre as maiores do segmento, ainda há forte crescimento na área de vendas on-line. No recente balanço da Livraria Saraiva, a companhia, com 91 unidades instaladas, atingiu um faturamento 21,7% maior no primeiro semestre deste ano, ante o mesmo período do ano anterior, sendo que a participação do total de receita bruta das operações do site Saraiva.com em relação ao total das operações varejistas do grupo atingiu 36,2% no primeiro semestre de 2010. A receita bruta do grupo atingiu R$ 742,3 milhões neste período no primeiro semestre. A livraria Saraiva afirmou que daqui até o final do ano vai dar maior ênfase aos segmentos de livros didáticos e universitários.
A venda de livros porta a porta é maior que as realizadas via comércio eletrônico (e-commerce) e fica abaixo apenas da comercialização nas livrarias físicas. A perspectiva para o segmento para este ano é que o nicho de venda direta tenha aumento de 10% a 15%, segundo a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que contabilizou mais de 28,8 milhões de livros vendidos na modalidade porta a porta no Brasil, em 2009.
Livro digital é desconhecido por 67% dos brasileiros
Fonte: Agência Estado. Data: 18/08/2010 .
O e-book - aparelho para leitura de livros em formato digital - ainda é desconhecido por 67% dos brasileiros, segundo pesquisa divulgada hoje pela GfK, empresa de pesquisa de mercado. O levantamento, realizado em maio com 1 mil pessoas maiores de 18 anos em 12 regiões metropolitanas, mostrou que o e-book é menos conhecido por pessoas das classes C e D (76%), habitantes da Região Nordeste (74%), mulheres (72%) e indivíduos com idades entre 45 e 55 anos (72%). Entre a parcela que conhece ou já ouviu falar dos livros digitais, 36% são jovens entre 18 e 24 anos, e 41% são entrevistados das regiões Norte e Centro-Oeste. A maior parte dos participantes da pesquisa, 71%, não acredita que sua chegada ao mercado seja uma ameaça ao livro tradicional.
"Ainda não está claro para as pessoas o que é o e-book, principalmente para aquelas que não têm acesso aos meios de comunicação como revistas e jornais", disse David Rodrigues, diretor de Desenvolvimento de Negócios da GfK. "Essa pesquisa indica que, do ponto de vista do marketing, as campanhas precisam atuar no primeiro passo: tornar conhecidos os leitores eletrônicos", avaliou. Segundo Rodrigues, porém, a pesquisa da GfK não foi encomendada por nenhum cliente específico. "Ela é destinada ao mercado e a quem trabalha com inovação", disse.
No Brasil, os leitores de livros digitais disponíveis no mercado são o Kindle, o iRiver, o Cool-er e o Alfa, vendidos por preços a partir de R$ 800. O iPad, da Apple, tem previsão de chegar até o final do ano. Segundo estimativa da Distribuidora de Livros Digitais (DLD), grupo que reúne sete editoras brasileiras, cerca de 6,3 milhões de livros devem estar disponíveis em formato digital no Brasil nos próximos anos.
Intenção de compra
Entre as pessoas que afirmam conhecer o livro digital, 56% pretendem adquirir o aparelho se o preço for acessível. Segundo o levantamento, a intenção de compra do livro eletrônico é praticamente igual entre homens e mulheres, com 56% e 55% respectivamente, e é grande também para os entrevistados entre 25 e 34 anos, 67%.
A Região Nordeste é a mais receptiva à compra do e-book (70%), diferente da Região Sul, que aparece na pesquisa como a menos propensa à aquisição da ferramenta de leitura eletrônica (61%). Já a análise socioeconômica mostra que as classes C e D têm intenção de compra superior a das classes A e B, com 58% contra 54%. "Nessas classes, há carência de informação. As pessoas estão buscando conhecimento e educação. Elas estão ansiosas para entrar nas universidades, no mercado e romper a barreira tradicional", afirma Rodrigues.
O e-book - aparelho para leitura de livros em formato digital - ainda é desconhecido por 67% dos brasileiros, segundo pesquisa divulgada hoje pela GfK, empresa de pesquisa de mercado. O levantamento, realizado em maio com 1 mil pessoas maiores de 18 anos em 12 regiões metropolitanas, mostrou que o e-book é menos conhecido por pessoas das classes C e D (76%), habitantes da Região Nordeste (74%), mulheres (72%) e indivíduos com idades entre 45 e 55 anos (72%). Entre a parcela que conhece ou já ouviu falar dos livros digitais, 36% são jovens entre 18 e 24 anos, e 41% são entrevistados das regiões Norte e Centro-Oeste. A maior parte dos participantes da pesquisa, 71%, não acredita que sua chegada ao mercado seja uma ameaça ao livro tradicional.
"Ainda não está claro para as pessoas o que é o e-book, principalmente para aquelas que não têm acesso aos meios de comunicação como revistas e jornais", disse David Rodrigues, diretor de Desenvolvimento de Negócios da GfK. "Essa pesquisa indica que, do ponto de vista do marketing, as campanhas precisam atuar no primeiro passo: tornar conhecidos os leitores eletrônicos", avaliou. Segundo Rodrigues, porém, a pesquisa da GfK não foi encomendada por nenhum cliente específico. "Ela é destinada ao mercado e a quem trabalha com inovação", disse.
No Brasil, os leitores de livros digitais disponíveis no mercado são o Kindle, o iRiver, o Cool-er e o Alfa, vendidos por preços a partir de R$ 800. O iPad, da Apple, tem previsão de chegar até o final do ano. Segundo estimativa da Distribuidora de Livros Digitais (DLD), grupo que reúne sete editoras brasileiras, cerca de 6,3 milhões de livros devem estar disponíveis em formato digital no Brasil nos próximos anos.
Intenção de compra
Entre as pessoas que afirmam conhecer o livro digital, 56% pretendem adquirir o aparelho se o preço for acessível. Segundo o levantamento, a intenção de compra do livro eletrônico é praticamente igual entre homens e mulheres, com 56% e 55% respectivamente, e é grande também para os entrevistados entre 25 e 34 anos, 67%.
A Região Nordeste é a mais receptiva à compra do e-book (70%), diferente da Região Sul, que aparece na pesquisa como a menos propensa à aquisição da ferramenta de leitura eletrônica (61%). Já a análise socioeconômica mostra que as classes C e D têm intenção de compra superior a das classes A e B, com 58% contra 54%. "Nessas classes, há carência de informação. As pessoas estão buscando conhecimento e educação. Elas estão ansiosas para entrar nas universidades, no mercado e romper a barreira tradicional", afirma Rodrigues.
Evento: Colóquio sobre Biblioteca escolar
0 Comentários sábado, agosto 28, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: biblioteca escolar, Evento
Local: Rua Maracaju, 58. Bairro da Vila Mariana São Paulo, SP.
Data: 11/09/2010. Horário: 9h às 12h30.
Mais informações: http://crb8sp.blogspot.com/
A lei que impõe a criação de bibliotecas escolares em todas as escolas brasileiras afeta e desafia a nossa profissão e o nosso fazer. Além de zelar pela qualidade da sua implantação, é necessário promover estudo, baseado em experiências, do papel do bibliotecário como educador e referência para administradores, professores e orientadores pedagógicos.
Nesta perspectiva a Comissão de Educação do CRB8 inicia a realização de uma série de encontros com vistas a abordar a questão da biblioteca escolar para além do livro e da leitura e introduzir por intermédio de uma visão global, a questão da "Biblioteconomia Escolar”. Este primeiro encontro tem por objetivo debater o papel do profissional da biblioteca como um participante ativo e inovador na educação brasileira além de apresentar um perfil deste bibliotecário, baseado em experiências e exemplos internacionais.
Programa:
Introdução: nossas experiências
• 3 Mitos: livro; leitura; literatura
• Informação na escola
• Colaboração inter, multi e transdisciplinar
• Padrões
• O currículo.
Palestrante: Katharina B.L. Berg.
É graduada em biblioteconomia pela Universidade de São Paulo, Brasil, hoje e consultora para bibliotecas escolares. É diretora para América Latina e Caribe da IASL ( International Association of School Librarianship) promovendo a divulgação de pesquisas, publicações e atividades na área de biblioteconomia escolar. Presta consultoria para escolas para a implantação e adequação de midiatecas, além de oferecer e organizar cursos, seminários e workshops.
Data: 11/09/2010. Horário: 9h às 12h30.
Mais informações: http://crb8sp.blogspot.com/
A lei que impõe a criação de bibliotecas escolares em todas as escolas brasileiras afeta e desafia a nossa profissão e o nosso fazer. Além de zelar pela qualidade da sua implantação, é necessário promover estudo, baseado em experiências, do papel do bibliotecário como educador e referência para administradores, professores e orientadores pedagógicos.
Nesta perspectiva a Comissão de Educação do CRB8 inicia a realização de uma série de encontros com vistas a abordar a questão da biblioteca escolar para além do livro e da leitura e introduzir por intermédio de uma visão global, a questão da "Biblioteconomia Escolar”. Este primeiro encontro tem por objetivo debater o papel do profissional da biblioteca como um participante ativo e inovador na educação brasileira além de apresentar um perfil deste bibliotecário, baseado em experiências e exemplos internacionais.
Programa:
Introdução: nossas experiências
• 3 Mitos: livro; leitura; literatura
• Informação na escola
• Colaboração inter, multi e transdisciplinar
• Padrões
• O currículo.
Palestrante: Katharina B.L. Berg.
É graduada em biblioteconomia pela Universidade de São Paulo, Brasil, hoje e consultora para bibliotecas escolares. É diretora para América Latina e Caribe da IASL ( International Association of School Librarianship) promovendo a divulgação de pesquisas, publicações e atividades na área de biblioteconomia escolar. Presta consultoria para escolas para a implantação e adequação de midiatecas, além de oferecer e organizar cursos, seminários e workshops.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
A British Library oferece acesso gratuito aos registros bibliográficos
0 Comentários sexta-feira, agosto 27, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: British Library, catalogação, MARC 21, registro bibliográfico
A British Library [URL: www.bl.uk] passou a oferecer o seu vasto acervo de registros bibliográficos disponíveis gratuitamente para pesquisadores e bibliotecas [acesso no URL: www.bl.uk/bibliographic/datafree.html]. A BL é uma das maiores bibliotecas do mundo e conta com mais de 14 milhões de registros em seu catálogo. Esta iniciativa irá facilitar o trabalho dos investigadores de todas as áreas e também as bibliotecas. O acesso gratuito é permitido para o uso não comercial dos dados.
Murilo Cunha
Murilo Cunha
O novo Dialog está ressurgindo
0 Comentários sexta-feira, agosto 27, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: banco de dados, Proquest Dialog
Fonte: www.dialog.com/proquestdialog
Depois de ter sido adquirido dois anos atrás pelo Proquest, foi lançada uma nova versão do banco de dados Dialog. Intitulada Proquest Dialog, essa versão contará inicialmente com 14 bases de dados, em sua maioria nas áreas biomédica e farmacêutica. Esse pioneiro da busca bibliográfica em linha parece que pretende reconquistar o antigo espaço ocupado como um dos maiores bancos de dados de informação científica e tecnológica. A antiga interface ainda continua sendo comercializada.
Criado em 1967, por Roger Summit, o Dialog foi o primeiro sistema de recuperação da informação online. Esse sistema passou por inúmeras mudanças: em 1972, passou a oferecer serviços comerciais para buscas bibliográficas; em 1981, se transformou numa subsidiária da Lockheed Corporation; em 1988, foi adquirido pelo grupo de mídia Knight-Ridder; em 1993, passou para banco de dados suíço Radio Suisse; em 1995, voltou a fazer parte do grupo Knight-Ridder; em 2000, foi comprado pela Thomson Corporation, onde permanece até hoje.
O banco de dados Dialog foi pioneiro na busca online, bem antes do antes do advento da internet. Com a web o seu poder foi reduzido, mas parece que agora pretende retomar a sua antiga pujança.
Murilo Cunha
Depois de ter sido adquirido dois anos atrás pelo Proquest, foi lançada uma nova versão do banco de dados Dialog. Intitulada Proquest Dialog, essa versão contará inicialmente com 14 bases de dados, em sua maioria nas áreas biomédica e farmacêutica. Esse pioneiro da busca bibliográfica em linha parece que pretende reconquistar o antigo espaço ocupado como um dos maiores bancos de dados de informação científica e tecnológica. A antiga interface ainda continua sendo comercializada.
Criado em 1967, por Roger Summit, o Dialog foi o primeiro sistema de recuperação da informação online. Esse sistema passou por inúmeras mudanças: em 1972, passou a oferecer serviços comerciais para buscas bibliográficas; em 1981, se transformou numa subsidiária da Lockheed Corporation; em 1988, foi adquirido pelo grupo de mídia Knight-Ridder; em 1993, passou para banco de dados suíço Radio Suisse; em 1995, voltou a fazer parte do grupo Knight-Ridder; em 2000, foi comprado pela Thomson Corporation, onde permanece até hoje.
O banco de dados Dialog foi pioneiro na busca online, bem antes do antes do advento da internet. Com a web o seu poder foi reduzido, mas parece que agora pretende retomar a sua antiga pujança.
Murilo Cunha
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Evento: Informação Jurídica
0 Comentários quarta-feira, agosto 25, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: Direito, documentação jurídica, informação jurídica
Seminário Nacional de Informação e Documentação Jurídicas
Local: Brasilia, DF. Data: 13-15 setembro de 2010.
URL: http://www.abdf.org.br/sndij/
Os campos da Biblioteconomia Jurídica e do Direito estão entrelaçados. A Biblioteconomia jurídica oferece ao Direito as formas de organização e recuperação da informação jurídica.
As fontes de informação eram inicialmente impressas: índices de livros, catálogos de bibliotecas, catálogos de legislação ou jurisprudência, coletânea de leis, coletânea de atos internacionais, entre outros tantos. Na década de 70 do século XX, iniciou-se o controle informatizado da informação jurídica com a criação, pelo Senado Federal, da então base de dados NJUR que compilava a legislação federal, indicando os relacionamentos entre as normas, ou seja, suas alterações e revogações.
Mais tarde, com a internet, e com o avanço da informática jurídica foram surgindo novas formas de controlar e divulgar a informação jurídica: sítios na internet, blogs, twitter, lista de discussão, chats. Essas novas formas de comunicação da informação jurídica precisam ser estudadas.
Atualmente, os advogados e os escritórios de advocacia não precisam mais desenvolver seus próprios sistemas de gerenciamento da informação jurídica. O mercado está repleto de produtos para controle de processos, pesquisa (doutrina, legislação e jurisprudência) e automatização de rotinas do escritório (acesso aos tribunais, seleção de processos em jornais oficiais). A administração pública também oferece uma vasta gama de bases de dados com livre acesso na Internet. Todas essas facilidades, entretanto, ressaltam a necessidade de se conhecer esse universo, com vistas à melhor utilização de recursos e a eliminação da duplicidade de esforços.
Tomando-se como base o sucesso do 1º Seminário Nacional de Informação e Documentação Jurídica, realizado em Brasília em julho de 2007, a Associação dos Bibliotecários do Distrito Federal (ABDF) realizará o 2º Seminário Nacional de Informação e Documentação Jurídicas. O evento será realizado nos dia 13 a 15 de setembro de 2010, no auditório do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).
Realização
■Conselho Nacional de Justiça
■Conselho Regional de Biblioteconomia – 1ª Região
■Infolegis: Bibliotecários Jurídicos Reunidos
■Secretaria de Informação e Documentação do Senado Federal
■Superior Tribunal de Justiça
ORGANIZAÇÃO
Associação dos Bibliotecários do Distrito Federal (ABDF)
ENDEREÇO: SHCGN 702/703, Bl. G, Ed. Coencisa, nº 49, salas 101/102 - 70710-750 - Brasília, DF
Local: Brasilia, DF. Data: 13-15 setembro de 2010.
URL: http://www.abdf.org.br/sndij/
Os campos da Biblioteconomia Jurídica e do Direito estão entrelaçados. A Biblioteconomia jurídica oferece ao Direito as formas de organização e recuperação da informação jurídica.
As fontes de informação eram inicialmente impressas: índices de livros, catálogos de bibliotecas, catálogos de legislação ou jurisprudência, coletânea de leis, coletânea de atos internacionais, entre outros tantos. Na década de 70 do século XX, iniciou-se o controle informatizado da informação jurídica com a criação, pelo Senado Federal, da então base de dados NJUR que compilava a legislação federal, indicando os relacionamentos entre as normas, ou seja, suas alterações e revogações.
Mais tarde, com a internet, e com o avanço da informática jurídica foram surgindo novas formas de controlar e divulgar a informação jurídica: sítios na internet, blogs, twitter, lista de discussão, chats. Essas novas formas de comunicação da informação jurídica precisam ser estudadas.
Atualmente, os advogados e os escritórios de advocacia não precisam mais desenvolver seus próprios sistemas de gerenciamento da informação jurídica. O mercado está repleto de produtos para controle de processos, pesquisa (doutrina, legislação e jurisprudência) e automatização de rotinas do escritório (acesso aos tribunais, seleção de processos em jornais oficiais). A administração pública também oferece uma vasta gama de bases de dados com livre acesso na Internet. Todas essas facilidades, entretanto, ressaltam a necessidade de se conhecer esse universo, com vistas à melhor utilização de recursos e a eliminação da duplicidade de esforços.
Tomando-se como base o sucesso do 1º Seminário Nacional de Informação e Documentação Jurídica, realizado em Brasília em julho de 2007, a Associação dos Bibliotecários do Distrito Federal (ABDF) realizará o 2º Seminário Nacional de Informação e Documentação Jurídicas. O evento será realizado nos dia 13 a 15 de setembro de 2010, no auditório do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT).
Realização
■Conselho Nacional de Justiça
■Conselho Regional de Biblioteconomia – 1ª Região
■Infolegis: Bibliotecários Jurídicos Reunidos
■Secretaria de Informação e Documentação do Senado Federal
■Superior Tribunal de Justiça
ORGANIZAÇÃO
Associação dos Bibliotecários do Distrito Federal (ABDF)
ENDEREÇO: SHCGN 702/703, Bl. G, Ed. Coencisa, nº 49, salas 101/102 - 70710-750 - Brasília, DF
Evento: Obras raras e coleções especiais
0 Comentários quarta-feira, agosto 25, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: coleções especiais, multimidia, obra rara
Forum de OBRAS RARAS E COLEÇÕES ESPECIAIS
Data:
06 de outubro – das 9h30 às 17h30
07 de outubro – das 10h30 às 17h30
Local: Auditório do Centro de Convenções da Unicamp. Campinas, SP.
URL: http://foruns.bc.unicamp.br/arte/foruns_arte.php
SOBRE O EVENTO:
Este evento objetiva discutir questões relacionadas aos critérios para reunir, preservar e dispor o acesso às coleções e arquivos de documentos raros e especiais.
PROGRAMA:
Dia 06/10/2010
MANHÃ
9h30 - Abertura Oficial
- Fernando Ferreira Costa – Reitor da UNICAMP
- Edgar Salvadori De Decca – Coordenador Geral da UNICAMP
- Alcir Pécora – Diretor do IEL/UNICAMP
10h00 - A Biblioteca Oliveira Lima – Universidade Católica de Washington
- Convidado: Thomas Cohen
- Mediador: Alcir Pécora
12h00 - Almoço
TARDE
14h30
Obras Raras na Biblioteca Nacional
- Convidada: Ana Virginia Pinheiro
Programas de Preservação – Biblioteca do Congresso – USA
- Convidada: Beatriz Haspo
- Mediador: Luiz Vicentini - SBU/UNICAMP
16h00 – intervalo café
16h15
Projeto Brasiliana USP
- Convidado: Pedro Puntoni
- Mediador: Alcir Pécora
Dia 07/10/2010
MANHÃ
10h30
Depoimentos de Bibliófilos e Grandes Colecionadores
- Convidados: Pedro Corrêa do Lago e Ruy Souza e Silva
- Mediadora: Maria Eugenia Boaventura – IEL/UNICAMP
12h00 – intervalo almoço
TARDE
14h30
Como Preservar obras raras
- Convidada: Ingrid Beck
A Conservação de Obras Raras – Os Conceitos desenvolvidos no Núcleo da Fundação Casa de Rui Barbosa
- Convidada: Maria Luisa Soares
- Mediadora: Neire do Rossio Martins – SIARQ/UNICAMP
16h00 – intervalo café
16h15
Acervos Documentais: A Integridade dos Conjuntos
- Convidada: Ana Maria de Almeida Camargo – História – USP
- Mediador: Edgar Salvadori De Decca
17h15 - Encerramento
ORGANIZADOR:
Coordenadoria Geral da Universidade – CGU
Grupo de Trabalho responsável pela elaboração do projeto “Biblioteca de Obras Raras e Coleções Especiais”
INSCRIÇÕES ABERTAS
"Fórum Permanente de Arte & Cultura"
As Inscrições serão encerradas no dia 05/10/2010 as 11hrs.
Data:
06 de outubro – das 9h30 às 17h30
07 de outubro – das 10h30 às 17h30
Local: Auditório do Centro de Convenções da Unicamp. Campinas, SP.
URL: http://foruns.bc.unicamp.br/arte/foruns_arte.php
SOBRE O EVENTO:
Este evento objetiva discutir questões relacionadas aos critérios para reunir, preservar e dispor o acesso às coleções e arquivos de documentos raros e especiais.
PROGRAMA:
Dia 06/10/2010
MANHÃ
9h30 - Abertura Oficial
- Fernando Ferreira Costa – Reitor da UNICAMP
- Edgar Salvadori De Decca – Coordenador Geral da UNICAMP
- Alcir Pécora – Diretor do IEL/UNICAMP
10h00 - A Biblioteca Oliveira Lima – Universidade Católica de Washington
- Convidado: Thomas Cohen
- Mediador: Alcir Pécora
12h00 - Almoço
TARDE
14h30
Obras Raras na Biblioteca Nacional
- Convidada: Ana Virginia Pinheiro
Programas de Preservação – Biblioteca do Congresso – USA
- Convidada: Beatriz Haspo
- Mediador: Luiz Vicentini - SBU/UNICAMP
16h00 – intervalo café
16h15
Projeto Brasiliana USP
- Convidado: Pedro Puntoni
- Mediador: Alcir Pécora
Dia 07/10/2010
MANHÃ
10h30
Depoimentos de Bibliófilos e Grandes Colecionadores
- Convidados: Pedro Corrêa do Lago e Ruy Souza e Silva
- Mediadora: Maria Eugenia Boaventura – IEL/UNICAMP
12h00 – intervalo almoço
TARDE
14h30
Como Preservar obras raras
- Convidada: Ingrid Beck
A Conservação de Obras Raras – Os Conceitos desenvolvidos no Núcleo da Fundação Casa de Rui Barbosa
- Convidada: Maria Luisa Soares
- Mediadora: Neire do Rossio Martins – SIARQ/UNICAMP
16h00 – intervalo café
16h15
Acervos Documentais: A Integridade dos Conjuntos
- Convidada: Ana Maria de Almeida Camargo – História – USP
- Mediador: Edgar Salvadori De Decca
17h15 - Encerramento
ORGANIZADOR:
Coordenadoria Geral da Universidade – CGU
Grupo de Trabalho responsável pela elaboração do projeto “Biblioteca de Obras Raras e Coleções Especiais”
INSCRIÇÕES ABERTAS
"Fórum Permanente de Arte & Cultura"
As Inscrições serão encerradas no dia 05/10/2010 as 11hrs.
Mapa da web
Gráfico traça o mapa da web com ícones
Autor: Vinicius Aguiari.
Fonte: Info Online . Data: 25/08/2010.
O site Nmap.org colocou no ar um infográfico com a representação dos 300 mil maiores sites da web, de acordo com o ranking do site Alexa.com.
No gráfico, o tamanho do ícone do site corresponde ao seu alcance na web. Como o esperado, o Google lidera, seguido do Facebook e do Yahoo!. Segundo o infográfico, o Google tem um alcance de 91,79% na web, enquanto Facebook e Yahoo! atingem 29,17% e 23,45% dos usuários. YouTube, MSN, Wikipedia, Wordpress e Gravatar são outros que aparecem no topo da tabela.
O ícone do Google ocupa uma área de 11 936 x 11 936 pixels. Já o menor deles tem apenas 16 x 16 pixels e pertence a um site com apenas 0,00001% de alcance na web. A área total da imagem é de 37 440 x 37 440 pixels.
O infográfico pode ser visualizado em uma versão interativa [URL: http://nmap.org/favicon/], que permite ampliar ou reduzir o seu tamanho, ou em modo para impressão.
Autor: Vinicius Aguiari.
Fonte: Info Online . Data: 25/08/2010.
O site Nmap.org colocou no ar um infográfico com a representação dos 300 mil maiores sites da web, de acordo com o ranking do site Alexa.com.
No gráfico, o tamanho do ícone do site corresponde ao seu alcance na web. Como o esperado, o Google lidera, seguido do Facebook e do Yahoo!. Segundo o infográfico, o Google tem um alcance de 91,79% na web, enquanto Facebook e Yahoo! atingem 29,17% e 23,45% dos usuários. YouTube, MSN, Wikipedia, Wordpress e Gravatar são outros que aparecem no topo da tabela.
O ícone do Google ocupa uma área de 11 936 x 11 936 pixels. Já o menor deles tem apenas 16 x 16 pixels e pertence a um site com apenas 0,00001% de alcance na web. A área total da imagem é de 37 440 x 37 440 pixels.
O infográfico pode ser visualizado em uma versão interativa [URL: http://nmap.org/favicon/], que permite ampliar ou reduzir o seu tamanho, ou em modo para impressão.
sábado, 21 de agosto de 2010
Bibliopraça
1 Comentários sábado, agosto 21, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: bibliopraça, biblioteca pública, Canoas (RS)
Fonte: Prefeitura de Canoas (RS).
Data: 16/08/2010.
Os livros chegaram à praça, e desta vez pra ficar. Canoas inaugurou neste sábado, 14, a primeira biblioteca com estrutura fixa em uma praça na cidade, e também, a pioneira em seu modelo no país.
Trata-se da Bilbiopraça, uma estrutura na forma de um grande livro, que, quando aberto, em forma de leque, transforma-se em prateleiras. Cada “página” tem 1,30 metro de comprimento por 1,75 metro de altura. O equipamento, feito de metal, comporta 150 livros de diversos gêneros e foi inaugurado na Praça Dona Mocinha (localizada entre as ruas Alegrete e Júlio de Castilhos), no bairro Niterói.
Antes de ser oficialmente inaugurada, a Bibliopraça já estava exposta para população. Morador do bairro, o motoboy Jorge Adriano da Rosa, 36 anos, foi o primeiro a se cadastrar para o empéstimo de livros. “Adoro ler de tudo, como ficção, livros de época e de grandes autores. A iniciativa é ótima, pois facilita o acesso à literatura”, disse.
O empréstimo de livros será uma das facilidades ao alcance da população. O cadastro pode ser feito no local, com a apresentação de documento de identificação e comprovante de residência. Os livros podem ser levados por uma semana. Quem optar, pode ler na praça, sem necessidade de cadastro.
ESTÉTICA
Além de ferramenta para a expansão da leitura, a Bibliopraça também embeleza a recém revitalizada praça Dona Mocinha. Colocada em estrutura fixa, sob um pergolado de madeira, o ‘livro gigante” reproduz a capa e contracapa de uma publicação quando está fechado. Na cor verde, integra-se à predominância dos elementos naturais, como canteiros e árvores, da praça. Modelo igual não existe no país, garante o titular da Cultura, Jéferson Assumção.
FUNCIONAMENTO
Os livros estão distribuídos na proporção de 30% de obras para o público adulto; 30 % de literatura juvenil; 30% destinado ao público infantil e 10% dos livros de autores canoenses. O gerenciamento da Bibliopraça Dona Mocinha fica a cargo da comunidade local, através de um comitê gestor e da subprefeitura da região (Sudeste), onde também poderão ser feitas as inscrições para os empréstimos (que também podem ser feitas junto à Biliopraça).
O funcionamento inicial é de sexta-feira a domingo, das 12 às 17 horas. Uma parceria com um comércio local garante que as devoluções possam ser feitas em qualquer dia da semana, e inclusive, o local terá alguns livros à disposição nos dias em que a bibliopraça não estiver funcionando.
O projeto integra o PAC (Plano de Ação por Canoas) da Prefeitura. Além da Bibliopraça Dona Mocinha, Canoas possui desde 2009 duas Biblioparques (nos dois principais parques da cidade), cinco bibliotecas públicas municipais, dez bibliotecas comunitárias e quatro Arcas das Letras nas regiões rurais. Estão sendo selecionados 15 pontos de leitura para toda a cidade. No dia de hoje, 15, o prefeito municipal Jairo Jorge, assina a ordem de serviço da reforma de quatro outras praças de Canoas – Praça da Brigada (Guajuviras), Praça Pio X (Mathias Velho), Praça Imaculada (Rio Branco) e Praça da Emancipação – Centro. Todas elas terão bibliopraças.
A bibliopraça é uma ação que constitui o Plano Municipal de Livro, Leitura e Literatura (PMLLL), focado em quatro eixos:
- Democratização do Acesso
- Fomento à Leitura e à Formação de Mediadores
- Valorização da Leitura e Comunicação
- Desenvolvimento da Economia do Livro
Data: 16/08/2010.
Os livros chegaram à praça, e desta vez pra ficar. Canoas inaugurou neste sábado, 14, a primeira biblioteca com estrutura fixa em uma praça na cidade, e também, a pioneira em seu modelo no país.
Trata-se da Bilbiopraça, uma estrutura na forma de um grande livro, que, quando aberto, em forma de leque, transforma-se em prateleiras. Cada “página” tem 1,30 metro de comprimento por 1,75 metro de altura. O equipamento, feito de metal, comporta 150 livros de diversos gêneros e foi inaugurado na Praça Dona Mocinha (localizada entre as ruas Alegrete e Júlio de Castilhos), no bairro Niterói.
Antes de ser oficialmente inaugurada, a Bibliopraça já estava exposta para população. Morador do bairro, o motoboy Jorge Adriano da Rosa, 36 anos, foi o primeiro a se cadastrar para o empéstimo de livros. “Adoro ler de tudo, como ficção, livros de época e de grandes autores. A iniciativa é ótima, pois facilita o acesso à literatura”, disse.
O empréstimo de livros será uma das facilidades ao alcance da população. O cadastro pode ser feito no local, com a apresentação de documento de identificação e comprovante de residência. Os livros podem ser levados por uma semana. Quem optar, pode ler na praça, sem necessidade de cadastro.
ESTÉTICA
Além de ferramenta para a expansão da leitura, a Bibliopraça também embeleza a recém revitalizada praça Dona Mocinha. Colocada em estrutura fixa, sob um pergolado de madeira, o ‘livro gigante” reproduz a capa e contracapa de uma publicação quando está fechado. Na cor verde, integra-se à predominância dos elementos naturais, como canteiros e árvores, da praça. Modelo igual não existe no país, garante o titular da Cultura, Jéferson Assumção.
FUNCIONAMENTO
Os livros estão distribuídos na proporção de 30% de obras para o público adulto; 30 % de literatura juvenil; 30% destinado ao público infantil e 10% dos livros de autores canoenses. O gerenciamento da Bibliopraça Dona Mocinha fica a cargo da comunidade local, através de um comitê gestor e da subprefeitura da região (Sudeste), onde também poderão ser feitas as inscrições para os empréstimos (que também podem ser feitas junto à Biliopraça).
O funcionamento inicial é de sexta-feira a domingo, das 12 às 17 horas. Uma parceria com um comércio local garante que as devoluções possam ser feitas em qualquer dia da semana, e inclusive, o local terá alguns livros à disposição nos dias em que a bibliopraça não estiver funcionando.
O projeto integra o PAC (Plano de Ação por Canoas) da Prefeitura. Além da Bibliopraça Dona Mocinha, Canoas possui desde 2009 duas Biblioparques (nos dois principais parques da cidade), cinco bibliotecas públicas municipais, dez bibliotecas comunitárias e quatro Arcas das Letras nas regiões rurais. Estão sendo selecionados 15 pontos de leitura para toda a cidade. No dia de hoje, 15, o prefeito municipal Jairo Jorge, assina a ordem de serviço da reforma de quatro outras praças de Canoas – Praça da Brigada (Guajuviras), Praça Pio X (Mathias Velho), Praça Imaculada (Rio Branco) e Praça da Emancipação – Centro. Todas elas terão bibliopraças.
A bibliopraça é uma ação que constitui o Plano Municipal de Livro, Leitura e Literatura (PMLLL), focado em quatro eixos:
- Democratização do Acesso
- Fomento à Leitura e à Formação de Mediadores
- Valorização da Leitura e Comunicação
- Desenvolvimento da Economia do Livro
Reconstrução de bibliotecas públicas em Alagoas
0 Comentários sábado, agosto 21, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: Alagoas, biblioteca pública
Fonte: Ministério da Cultura. Data: 16/08/2010.
As oito cidades de Alagoas que tiveram suas bibliotecas públicas municipais destruídas terão seus equipamentos refeitos pelo Ministério da Cultura, em parceria com o governo do estado e os municípios. Em reunião ontem, em Alagoas, coordenada pela Secretaria de Cultura do Estado, o MinC apresentou a proposta de reconstrução das bibliotecas, por meio do Programa Mais Cultura.
Desde as enchentes, em junho, o ministério tem monitorado a situação das bibliotecas públicas municipais das cidades atingidas pelas cheias no Nordeste. Em parceira com a Secretaria de Cultura do Estado, foram levantadas oito cidades que tiveram seus equipamentos danificados: Paulo Jacinto, Branquinha, Murici, Quebrangulo, Rio Largo, Santana do Mundaú, Capela e Viçosa. No último dia 29 de julho, foi publicada Medida Provisória do Presidente da República destinando R$ 5,16 milhões para a construção de novas bibliotecas no lugar daquelas que tiveram seus prédios destruídos e a modernização das que foram afetadas pelas cheias, mas que preservaram seus prédios.
As bibliotecas a serem implantadas contemplam um novo modelo de equipamento cultural, do Programa Mais Cultura, em que o local tem um jardim de leitura integrado, um pequeno auditório, espaço para brincar e computadores conectados à internet. Cada nova biblioteca terá uma área construída de 310 m², com acervo inicial de mil livros.
Serão investidos R$ 450 mil pelo MinC, em cada biblioteca, incluindo a construção, acervo e mobiliário. Como contrapartida, o município doa o terreno onde será instalada a biblioteca, comprometendo-se a criá-la por lei, além da dotação orçamentária para a mesma. Por sua vez, o governo do estado irá disponibilizar equipe para orientar a instalação, bem como capacitar os profissionais do município que irão trabalhar no equipamento.
No final de agosto, equipes do MinC e do Governo do Estado de Alagoas farão visitas técnicas aos municípios atingidos. As prefeituras se comprometeram a entregar laudos técnicos referentes ao terreno onde será construída a biblioteca.
A técnica construtiva a ser aplicada pelo MinC permite agilidade no prazo de entrega do serviço. A proposta é que sejam utilizados materiais sustentáveis, como o solo-cimento, que utiliza matéria-prima abundante e tem um sistema de encaixe com redução de argamassa. Além disso, haverá o uso de cobertura com proteção termoacústica e sistemas de ventilação cruzada pelas partes altas, que permite iluminação natural intensa.
Além da construção das bibliotecas, o MinC também irá apoiar os demais municípios atingidos pelas enchentes, que não tiveram a biblioteca destruída, mas precisarão de apoio para a recuperação de acervo e mobiliário. Será marcada uma reunião com os prefeitos destas cidades para a elaboração de um plano de ação. Até o momento foram identificados 11 municípios nesta situação.
As oito cidades de Alagoas que tiveram suas bibliotecas públicas municipais destruídas terão seus equipamentos refeitos pelo Ministério da Cultura, em parceria com o governo do estado e os municípios. Em reunião ontem, em Alagoas, coordenada pela Secretaria de Cultura do Estado, o MinC apresentou a proposta de reconstrução das bibliotecas, por meio do Programa Mais Cultura.
Desde as enchentes, em junho, o ministério tem monitorado a situação das bibliotecas públicas municipais das cidades atingidas pelas cheias no Nordeste. Em parceira com a Secretaria de Cultura do Estado, foram levantadas oito cidades que tiveram seus equipamentos danificados: Paulo Jacinto, Branquinha, Murici, Quebrangulo, Rio Largo, Santana do Mundaú, Capela e Viçosa. No último dia 29 de julho, foi publicada Medida Provisória do Presidente da República destinando R$ 5,16 milhões para a construção de novas bibliotecas no lugar daquelas que tiveram seus prédios destruídos e a modernização das que foram afetadas pelas cheias, mas que preservaram seus prédios.
As bibliotecas a serem implantadas contemplam um novo modelo de equipamento cultural, do Programa Mais Cultura, em que o local tem um jardim de leitura integrado, um pequeno auditório, espaço para brincar e computadores conectados à internet. Cada nova biblioteca terá uma área construída de 310 m², com acervo inicial de mil livros.
Serão investidos R$ 450 mil pelo MinC, em cada biblioteca, incluindo a construção, acervo e mobiliário. Como contrapartida, o município doa o terreno onde será instalada a biblioteca, comprometendo-se a criá-la por lei, além da dotação orçamentária para a mesma. Por sua vez, o governo do estado irá disponibilizar equipe para orientar a instalação, bem como capacitar os profissionais do município que irão trabalhar no equipamento.
No final de agosto, equipes do MinC e do Governo do Estado de Alagoas farão visitas técnicas aos municípios atingidos. As prefeituras se comprometeram a entregar laudos técnicos referentes ao terreno onde será construída a biblioteca.
A técnica construtiva a ser aplicada pelo MinC permite agilidade no prazo de entrega do serviço. A proposta é que sejam utilizados materiais sustentáveis, como o solo-cimento, que utiliza matéria-prima abundante e tem um sistema de encaixe com redução de argamassa. Além disso, haverá o uso de cobertura com proteção termoacústica e sistemas de ventilação cruzada pelas partes altas, que permite iluminação natural intensa.
Além da construção das bibliotecas, o MinC também irá apoiar os demais municípios atingidos pelas enchentes, que não tiveram a biblioteca destruída, mas precisarão de apoio para a recuperação de acervo e mobiliário. Será marcada uma reunião com os prefeitos destas cidades para a elaboração de um plano de ação. Até o momento foram identificados 11 municípios nesta situação.
Lançada a revista "Pessoa"
0 Comentários sábado, agosto 21, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: literatura brasileira, literatura portuguesa, Revista Pessoa
URL: www.revistapessoa.com
Ela já nasce predestinada ao sucesso. A começar pelo nome, em homenagem a um dos maiores poetas de língua portuguesa; ela promete deixar o leitor bem informado de tudo que vai pelo mundo da literatura, dos livros, dos autores lusófonos. Faça a sua avaliação visitando o sítio.
Ela já nasce predestinada ao sucesso. A começar pelo nome, em homenagem a um dos maiores poetas de língua portuguesa; ela promete deixar o leitor bem informado de tudo que vai pelo mundo da literatura, dos livros, dos autores lusófonos. Faça a sua avaliação visitando o sítio.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Censo da internet brasileira
Autor: Rui Maciel. Data: 17/08/2010.
Fonte; IDG Now.
Pesquisa é feita pelo CGI.br e analisa a rede formada pelos sites de acesso público identificados pelos domínios ".br", ".com.br", ".org.br", ".net.br" e "gov.br"
O Brasil é o primeiro país do mundo a realizar um Censo na Internet nacional. O responsável pelo projeto - que leva o nome de Censo na Web.br - será o Comitê Gestor de Internet no Brasil (CGI.br), que prevê a realização de estudos sobre a rede formada pelos sites de acesso público identificados pelos domínios ".br", ".com.br", ".org.br", ".net.br", ".gov.br" e mais as páginas para os quais há redirecionamentos diretos, via servidor, a partir de um site ".br".
O objetivo geral do projeto é criar e divulgar indicadores de todos os sites hospedados sob o domínio ".br", considerando os requisitos definidos por um conselho consultivo representado por diversos segmentos, respeitando as boas práticas de privacidade e confidencialidade.
Entre os objetivos específicos, o estudo analisará o tamanho total da Web brasileira, incluindo o número de sites e páginas na Web, além do tamanho em Gigabytes. Ele focará também proporção de sites utilizando o padrão IPv6, distribuição do uso de idiomas, proporção de tipos de tecnologias usadas nos sites, idade das páginas, geolocalização dos servidores IP e sincronização de tempo dos servidores web.
Os resultados da primeira etapa do Censo na Web focarão a coleta e a análise dos dados da web brasileira governamental, ou seja, os sites sob o domínio ".gov.br". As pesquisas com os demais domínios serão feitas gradualmente, com os resultados sendo entregues periodicamente. O CGI quer entregar o Censo completo de todos os domínios, no mais tardar, até o começo do próximo ano. No entanto, a entidade preferiu não estipular uma periodicidade para divulgação dos resultados presentes nos demais domínios.
Fonte; IDG Now.
Pesquisa é feita pelo CGI.br e analisa a rede formada pelos sites de acesso público identificados pelos domínios ".br", ".com.br", ".org.br", ".net.br" e "gov.br"
O Brasil é o primeiro país do mundo a realizar um Censo na Internet nacional. O responsável pelo projeto - que leva o nome de Censo na Web.br - será o Comitê Gestor de Internet no Brasil (CGI.br), que prevê a realização de estudos sobre a rede formada pelos sites de acesso público identificados pelos domínios ".br", ".com.br", ".org.br", ".net.br", ".gov.br" e mais as páginas para os quais há redirecionamentos diretos, via servidor, a partir de um site ".br".
O objetivo geral do projeto é criar e divulgar indicadores de todos os sites hospedados sob o domínio ".br", considerando os requisitos definidos por um conselho consultivo representado por diversos segmentos, respeitando as boas práticas de privacidade e confidencialidade.
Entre os objetivos específicos, o estudo analisará o tamanho total da Web brasileira, incluindo o número de sites e páginas na Web, além do tamanho em Gigabytes. Ele focará também proporção de sites utilizando o padrão IPv6, distribuição do uso de idiomas, proporção de tipos de tecnologias usadas nos sites, idade das páginas, geolocalização dos servidores IP e sincronização de tempo dos servidores web.
Os resultados da primeira etapa do Censo na Web focarão a coleta e a análise dos dados da web brasileira governamental, ou seja, os sites sob o domínio ".gov.br". As pesquisas com os demais domínios serão feitas gradualmente, com os resultados sendo entregues periodicamente. O CGI quer entregar o Censo completo de todos os domínios, no mais tardar, até o começo do próximo ano. No entanto, a entidade preferiu não estipular uma periodicidade para divulgação dos resultados presentes nos demais domínios.
Sites '.gov.br' não adotam padrões de navegação e acessibilidade
0 Comentários quarta-feira, agosto 18, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: acessibilidade, governo eletrônico, sitios governamentais, usabilidade
Autor: Celio Yano. Data: 17/08/2010.
Fonte: Exame Online.
Apenas 5% das páginas HTML disponíveis em domínios ".gov.br" estão completamente de acordo com os padrões internacionais de publicação na web W3C, e 98% delas não apresentam qualquer aderência aos padrões de acessibilidade WCAG. Os dados são do projeto "Censo da Web .br", cujos primeiros resultados foram apresentados nesta terça-feira (17) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).
O W3C é um consórcio internacional formado por cerca de 500 entidades, entre empresas, órgãos governamentais e organizações independentes, que se propõem a criar padrões para a criação de interpretação de conteúdos para a web. Mais do que uma normatização técnica, as regras estabelecidas pelo W3C garantem que os conteúdos sejam compatíveis com novas tecnologias que possam surgir na internet. O padrão WCAG, sigla em inglês para "orientações de acessibilidade para conteúdo web", também é definido pelo mesmo consórcio.
"Quanto mais aderente aos padrões, melhor a página será acessada por qualquer usuário, independentemente do dispositivo e de seu ambiente operacional. Principalmente para conteúdos da Web governamental, a aderência aos padrões e a universalidade do acesso devem ser constantemente considerados e exigidos", afirmou Vagner Diniz, gerente do escritório W3C Brasil.
No levantamento, foram identificados 18.796 sites com a extensão ".gov.br", que representam órgãos públicos de todos os estados e também do governo federal. O estudo analisou 6,3 milhões de páginas HTML, que foram coletadas em duas etapas distintas, uma em outubro de 2009 e a segunda em fevereiro de 2010.
Outra conclusão da pesquisa diz que a maior parte dos sites governamentais (60%) é baseada em software de código aberto, enquanto plataformas proprietárias representam apenas 30% da fatia de servidores de conteúdo na web brasileira de governo. Entre as ferramentas utilizadas na publicação e distribuição de informação de maneira automatizada, foram encontradas basicamente duas tecnologias: PHP, de código aberto, e ASP, de licença proprietária. Também neste tipo de ferramenta, as de código aberto são mais adotadas (70%) pelas páginas de governo analisadas
Fonte: Exame Online.
Apenas 5% das páginas HTML disponíveis em domínios ".gov.br" estão completamente de acordo com os padrões internacionais de publicação na web W3C, e 98% delas não apresentam qualquer aderência aos padrões de acessibilidade WCAG. Os dados são do projeto "Censo da Web .br", cujos primeiros resultados foram apresentados nesta terça-feira (17) pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).
O W3C é um consórcio internacional formado por cerca de 500 entidades, entre empresas, órgãos governamentais e organizações independentes, que se propõem a criar padrões para a criação de interpretação de conteúdos para a web. Mais do que uma normatização técnica, as regras estabelecidas pelo W3C garantem que os conteúdos sejam compatíveis com novas tecnologias que possam surgir na internet. O padrão WCAG, sigla em inglês para "orientações de acessibilidade para conteúdo web", também é definido pelo mesmo consórcio.
"Quanto mais aderente aos padrões, melhor a página será acessada por qualquer usuário, independentemente do dispositivo e de seu ambiente operacional. Principalmente para conteúdos da Web governamental, a aderência aos padrões e a universalidade do acesso devem ser constantemente considerados e exigidos", afirmou Vagner Diniz, gerente do escritório W3C Brasil.
No levantamento, foram identificados 18.796 sites com a extensão ".gov.br", que representam órgãos públicos de todos os estados e também do governo federal. O estudo analisou 6,3 milhões de páginas HTML, que foram coletadas em duas etapas distintas, uma em outubro de 2009 e a segunda em fevereiro de 2010.
Outra conclusão da pesquisa diz que a maior parte dos sites governamentais (60%) é baseada em software de código aberto, enquanto plataformas proprietárias representam apenas 30% da fatia de servidores de conteúdo na web brasileira de governo. Entre as ferramentas utilizadas na publicação e distribuição de informação de maneira automatizada, foram encontradas basicamente duas tecnologias: PHP, de código aberto, e ASP, de licença proprietária. Também neste tipo de ferramenta, as de código aberto são mais adotadas (70%) pelas páginas de governo analisadas
19 de agosto: bloguinação pelas bibliotecas!
0 Comentários quarta-feira, agosto 18, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: biblioteca comunitária, Recife (PE)
Fonte: http://www.escritoresetal.com.br/site/2010/08/bloguinaco_bibliotecas/
Em meio aos livros, contadores de histórias atraem olhos atentos, a magia do universo literário vai abrindo um outro mundo dentro de uma realidade cheia de dificuldades. O brilho nas retinas das muitas crianças beneficiadas com os projetos de estímulo à leitura nas oito bibliotecas que integram a Rede de Bibliotecas Comunitárias da Região Metropolitana do Recife já é motivo suficiente para que muitos se dêem as mãos com o intuito de simplesmente permitir que esse belo trabalho continue sendo feito. Vazamentos e infiltrações, mofo, rachaduras, falta de estantes para colocação adequada de livros, estes são apenas alguns dos problemas enfrentados atualmente e vários blogueiros pernambucanos decidiram unir suas vozes para estimular toda a população a ajudar. Se você está recebendo este email, é porque também pode juntar forças a este grupo e participar dessa ação em que o mundo virtual chama a atenção para a importância de bibliotecas bem reais.
A ideia consiste em publicar, na próxima quinta (19/08), textos, áudios, vídeos ou imagens que remetam à campanha pelas “Bibliotecas Vivas”, incentivando a população asalvar as oito bibliotecas, que estão precisando de mais do que livros. Estantes, cadeiras, computadores e obras de infra-estrutura são urgentes. A ajuda pode vir em forma de equipamentos, propostas de trabalho voluntário ou apoio financeiro. Para depositar qualquer quantia: Caixa Econômica Federal / Conta corrente número: 544–5 / Agência: 2193 / OP: 003.
Nomes como Homero Fonseca, Samarone Lima, Ivan Moraes Filho, Wellington de Melo, Inácio França, Cezar Maia e muitos outros já confirmaram sua participação e vão formar um coro virtual com a realização do “Bloguinaço em Defesa da Rede de Bibliotecas Comunitárias da Região Metropolitana do Recife”. Você também?
Para participar, basta publicar qualquer coisa que possa sensibilizar a sociedade para a questão das bibliotecas, sempre procurando sensibilizar seus/as leitores/as para juntar-se às bibliotecas, ajudando com dinheiro ou equipamentos. Identifique seu texto com o selo da campanha (anexo) e informe a participação do seu blog a ivanmoraesfilho@yahoo.com.br e a silviacrivellare@hotmail.com, para que possamos ter uma ideia do tamanho da participação.
Quem quiser conhecer melhor o trabalho feito pelas bibliotecas, que vêm através de várias ações fortalecendo a prática da leitura e democratização do acesso ao livro em suas diversas modalidades: informativa, formativa e recreativa, como um direito humano, fundamental para o desenvolvimento pessoal, social e comunitário, é só acessar o endereço http://rededebibliotecascomunitarias.wordpress.com. Mais informações pelos telefones (81) 3244–3325 / 8850–5507.
O “Bloguinaço” será o estopim da campanha na rede, mas qualquer pessoa estará convidada a fazer parte da corrente a partir de quinta (19), seja pelo Twitter, Orkut, Facebook, outros blogs ou qualquer outro recurso.
Em meio aos livros, contadores de histórias atraem olhos atentos, a magia do universo literário vai abrindo um outro mundo dentro de uma realidade cheia de dificuldades. O brilho nas retinas das muitas crianças beneficiadas com os projetos de estímulo à leitura nas oito bibliotecas que integram a Rede de Bibliotecas Comunitárias da Região Metropolitana do Recife já é motivo suficiente para que muitos se dêem as mãos com o intuito de simplesmente permitir que esse belo trabalho continue sendo feito. Vazamentos e infiltrações, mofo, rachaduras, falta de estantes para colocação adequada de livros, estes são apenas alguns dos problemas enfrentados atualmente e vários blogueiros pernambucanos decidiram unir suas vozes para estimular toda a população a ajudar. Se você está recebendo este email, é porque também pode juntar forças a este grupo e participar dessa ação em que o mundo virtual chama a atenção para a importância de bibliotecas bem reais.
A ideia consiste em publicar, na próxima quinta (19/08), textos, áudios, vídeos ou imagens que remetam à campanha pelas “Bibliotecas Vivas”, incentivando a população asalvar as oito bibliotecas, que estão precisando de mais do que livros. Estantes, cadeiras, computadores e obras de infra-estrutura são urgentes. A ajuda pode vir em forma de equipamentos, propostas de trabalho voluntário ou apoio financeiro. Para depositar qualquer quantia: Caixa Econômica Federal / Conta corrente número: 544–5 / Agência: 2193 / OP: 003.
Nomes como Homero Fonseca, Samarone Lima, Ivan Moraes Filho, Wellington de Melo, Inácio França, Cezar Maia e muitos outros já confirmaram sua participação e vão formar um coro virtual com a realização do “Bloguinaço em Defesa da Rede de Bibliotecas Comunitárias da Região Metropolitana do Recife”. Você também?
Para participar, basta publicar qualquer coisa que possa sensibilizar a sociedade para a questão das bibliotecas, sempre procurando sensibilizar seus/as leitores/as para juntar-se às bibliotecas, ajudando com dinheiro ou equipamentos. Identifique seu texto com o selo da campanha (anexo) e informe a participação do seu blog a ivanmoraesfilho@yahoo.com.br e a silviacrivellare@hotmail.com, para que possamos ter uma ideia do tamanho da participação.
Quem quiser conhecer melhor o trabalho feito pelas bibliotecas, que vêm através de várias ações fortalecendo a prática da leitura e democratização do acesso ao livro em suas diversas modalidades: informativa, formativa e recreativa, como um direito humano, fundamental para o desenvolvimento pessoal, social e comunitário, é só acessar o endereço http://rededebibliotecascomunitarias.wordpress.com. Mais informações pelos telefones (81) 3244–3325 / 8850–5507.
O “Bloguinaço” será o estopim da campanha na rede, mas qualquer pessoa estará convidada a fazer parte da corrente a partir de quinta (19), seja pelo Twitter, Orkut, Facebook, outros blogs ou qualquer outro recurso.
Disponibilização da revista Prisma.Com: Edição n.º 11, Julho de 2010
0 Comentários quarta-feira, agosto 18, 2010
Publicado por Paulo Barreiro de Sousa
Assunto: CETAC, Ciência da Informação, Ciências da Comunicação, Revista, revista eletrônica, Revista Prisma.com
Já se encontra online o n.º 11 (Julho de 2010) da Revista de Ciências da Informação e da Comunicação do CETAC.Media - Prisma.Com.
Poderá aceder à publicação através do URL: http://prisma.cetac.up.pt
Poderá aceder à publicação através do URL: http://prisma.cetac.up.pt
sábado, 14 de agosto de 2010
Livro eletrônico ganha espaço na bienal
0 Comentários sábado, agosto 14, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: Bienal do Livro, e-book, livro eletrônico
Autora: Priscila Jordão.
Fonte: Info Online. Data: 12/08/2010.
A Bienal do Livro, que acontece a cada dois anos em São Paulo, nunca foi tão tecnológica. Neste ano, além de livros de papel, marcam presença no evento os livros digitais, também conhecidos como e-readers. E eles estão chamando a atenção dos visitantes.
Não à toa. O e-reader tem sido bastante destacado pelos corredores da Bienal. No estande especial da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, o público pode conferir e ler obras em cerca de 50 aparelhos, entre Kindles, iPads, Readers da Sony e o aparelho nacional da livraria Gato Sabido, que estão em exibição. O estande é equipado com Wi-Fi e permite o download de livros gratuitos.
Com a iniciativa, o órgão público quer divulgar o e-reader como plataforma de leitura para o consumidor. Além disso, apresentar aos leitores os seus livros que já estão no formato digital (cerca de 180 e todos gratuitos).
Grandes livrarias, como a Saraiva, também aproveitam a ocasião para divulgar seus livros digitais. No endereço www.livrariasaraiva.com.br/livros-digitais, a livraria disponibiliza, por preços menores que os dos livros impressos, títulos como Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carrol, e Caim, de José Saramago.
"Mas para comprar, o usuário baixa um aplicativo no site da Saraiva e, por ele, acessa o servidor da livraria e efetua o download", diz André Ferraz, analista de produtos digitais da Saraiva.Os livros são baixados para o computador, mas estão em formato protegido, de modo que só podem ser lidos no aplicativo da Saraiva. Porém, podem ser compartilhados com até seis plataformas, como smartphones e leitores eletrônicos.
A plataforma da Saraiva, explica Ferraz, terá divulgação em massa somente quando houver também um aplicativo para iPad, o que deve acontecer em breve. "Nossa aposta é em plataformas móveis. Por isso, estamos aguardando a finalização do aplicativo para fazer um anúncio grande ao mercado", afirma Ferraz.
Outros expositores do evento, como o Submarino, também montaram estandes dedicados especialmente ao universo digital. Na Bienal, a empresa fez o anúncio de uma parceria com a Gato Sabido, cujo site ficará hospedado dentro do Submarino.
"O Submarino não vendia e-readers e precisava entrar nesse ramo. Por isso firmou a parceria conosco", afirma Luciana Legey, sócia da Gato Sabido. A livraria trouxe cerca de 48 e-readers para o evento, que estão sendo expostos em vários estandes de editoras, inclusive de livros infantis.
Já as editoras menores, apesar de não terem suas próprias lojas de livros digitais, aproveitam para lançar seus títulos já em versões eletrônicas. A Giz Editorial, por exemplo, vende o livro digital Causos de uma vida empreendedora por 5 reais a menos que o impresso na livraria do leitor eletrônico Gato Sabido.
Fonte: Info Online. Data: 12/08/2010.
A Bienal do Livro, que acontece a cada dois anos em São Paulo, nunca foi tão tecnológica. Neste ano, além de livros de papel, marcam presença no evento os livros digitais, também conhecidos como e-readers. E eles estão chamando a atenção dos visitantes.
Não à toa. O e-reader tem sido bastante destacado pelos corredores da Bienal. No estande especial da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, o público pode conferir e ler obras em cerca de 50 aparelhos, entre Kindles, iPads, Readers da Sony e o aparelho nacional da livraria Gato Sabido, que estão em exibição. O estande é equipado com Wi-Fi e permite o download de livros gratuitos.
Com a iniciativa, o órgão público quer divulgar o e-reader como plataforma de leitura para o consumidor. Além disso, apresentar aos leitores os seus livros que já estão no formato digital (cerca de 180 e todos gratuitos).
Grandes livrarias, como a Saraiva, também aproveitam a ocasião para divulgar seus livros digitais. No endereço www.livrariasaraiva.com.br/livros-digitais, a livraria disponibiliza, por preços menores que os dos livros impressos, títulos como Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carrol, e Caim, de José Saramago.
"Mas para comprar, o usuário baixa um aplicativo no site da Saraiva e, por ele, acessa o servidor da livraria e efetua o download", diz André Ferraz, analista de produtos digitais da Saraiva.Os livros são baixados para o computador, mas estão em formato protegido, de modo que só podem ser lidos no aplicativo da Saraiva. Porém, podem ser compartilhados com até seis plataformas, como smartphones e leitores eletrônicos.
A plataforma da Saraiva, explica Ferraz, terá divulgação em massa somente quando houver também um aplicativo para iPad, o que deve acontecer em breve. "Nossa aposta é em plataformas móveis. Por isso, estamos aguardando a finalização do aplicativo para fazer um anúncio grande ao mercado", afirma Ferraz.
Outros expositores do evento, como o Submarino, também montaram estandes dedicados especialmente ao universo digital. Na Bienal, a empresa fez o anúncio de uma parceria com a Gato Sabido, cujo site ficará hospedado dentro do Submarino.
"O Submarino não vendia e-readers e precisava entrar nesse ramo. Por isso firmou a parceria conosco", afirma Luciana Legey, sócia da Gato Sabido. A livraria trouxe cerca de 48 e-readers para o evento, que estão sendo expostos em vários estandes de editoras, inclusive de livros infantis.
Já as editoras menores, apesar de não terem suas próprias lojas de livros digitais, aproveitam para lançar seus títulos já em versões eletrônicas. A Giz Editorial, por exemplo, vende o livro digital Causos de uma vida empreendedora por 5 reais a menos que o impresso na livraria do leitor eletrônico Gato Sabido.
Projeto Mais Livro, Mais Leitura
0 Comentários sábado, agosto 14, 2010
Publicado por Murilo Cunha
Assunto: hábito de leitura, Plano Nacional de Livro e Leitura
Autora: Neila Baldi.
Fonte: Ministério da Cultura. Data: 06/08/2010.
O primeiro curso online do projeto Mais Livro, Mais Leitura nos estados e municípios começou nesta segunda-feira, 9 de agosto. Na modalidade de ensino à distância, o treinamento prevê a capacitação de gestores municipais para a elaboração de planos locais, assim como o Plano Nacional de Livro e Leitura (PNLL), instituído em 2006 pelos Ministérios da Cultura e da Educação.
A primeira turma é formada por gestores de localidades que participaram do Fórum Nacional ou de Fóruns Regionais de discussões sobre a instituição dos Planos Estadual (PELL) e Municipal de Livro e Leitura (PMLL). A partir de setembro, cidades cadastradas no portal do PNLL (http://www.pnll.gov.br/) receberão informações sobre a abertura de novas turmas.
A capacitação tem cinco módulos, com previsão de 10 semanas, totalizando cinco horas por semana. Os gestores podem fazer o curso no horário que escolher, mas ao fim de duas semanas precisam ter completado o módulo para seguir para o próximo. O curso fornece o passo a passo para a elaboração do plano local, contemplando a elaboração do diagnóstico da realidade, a formação do grupo de trabalho, a definição de metas, objetivos e a construção de um plano de trabalho.
Há ainda um fórum de discussão, em que os participantes podem compartilhar experiências. A proposta do trabalho é que, ao final do curso, a prefeitura ou estado tenha um esboço do que será seu plano, pois ao longo da capacitação pode ir realizando, junto com a sociedade civil, o planejamento indicado.
Dentre os municípios inscritos no primeiro curso alguns já criaram grupos de trabalho para elaboração do PMLL. É o caso de Alexânia (GO) e Congonhas (MG). A primeira cidade brasileira a criar o seu plano foi Passo Fundo (RS), enquanto o município de Caxias do Sul (RS) tem o Programa Permanente de Estímulo à Leitura. O estado de Mato Grosso do Sul, em encontro realizado entre 7 a 9 de abril, instituiu por decreto seu PELL - que está em processo de elaboração. O projeto Mais Livro, Mais Leitura nos estados e municípios é uma parceira do PNLL com o Instituto Pró-Livro.
Fonte: Ministério da Cultura. Data: 06/08/2010.
O primeiro curso online do projeto Mais Livro, Mais Leitura nos estados e municípios começou nesta segunda-feira, 9 de agosto. Na modalidade de ensino à distância, o treinamento prevê a capacitação de gestores municipais para a elaboração de planos locais, assim como o Plano Nacional de Livro e Leitura (PNLL), instituído em 2006 pelos Ministérios da Cultura e da Educação.
A primeira turma é formada por gestores de localidades que participaram do Fórum Nacional ou de Fóruns Regionais de discussões sobre a instituição dos Planos Estadual (PELL) e Municipal de Livro e Leitura (PMLL). A partir de setembro, cidades cadastradas no portal do PNLL (http://www.pnll.gov.br/) receberão informações sobre a abertura de novas turmas.
A capacitação tem cinco módulos, com previsão de 10 semanas, totalizando cinco horas por semana. Os gestores podem fazer o curso no horário que escolher, mas ao fim de duas semanas precisam ter completado o módulo para seguir para o próximo. O curso fornece o passo a passo para a elaboração do plano local, contemplando a elaboração do diagnóstico da realidade, a formação do grupo de trabalho, a definição de metas, objetivos e a construção de um plano de trabalho.
Há ainda um fórum de discussão, em que os participantes podem compartilhar experiências. A proposta do trabalho é que, ao final do curso, a prefeitura ou estado tenha um esboço do que será seu plano, pois ao longo da capacitação pode ir realizando, junto com a sociedade civil, o planejamento indicado.
Dentre os municípios inscritos no primeiro curso alguns já criaram grupos de trabalho para elaboração do PMLL. É o caso de Alexânia (GO) e Congonhas (MG). A primeira cidade brasileira a criar o seu plano foi Passo Fundo (RS), enquanto o município de Caxias do Sul (RS) tem o Programa Permanente de Estímulo à Leitura. O estado de Mato Grosso do Sul, em encontro realizado entre 7 a 9 de abril, instituiu por decreto seu PELL - que está em processo de elaboração. O projeto Mais Livro, Mais Leitura nos estados e municípios é uma parceira do PNLL com o Instituto Pró-Livro.
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