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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Português é a segunda língua no Twitter


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O português é a segunda língua mais escrita no Twitter, usada em 11 por cento das mensagens.Sem surpresas, o inglês surge como a língua mais frequente, com uns esmagadores 61 por cento do total. Em terceiro lugar está o japonês (seis por cento) e em quarto surge o espanhol (quatro por cento).

Os números foram divulgados pela empresa americana Textwise, especializada em análise de conteúdo online, e correspondem a uma amostra de 8,9 milhões de mensagens trocadas por 2,6 milhões de utilizadores do Twitter durante um período de duas semanas.

Das mensagens analisadas, 22 por cento continham um endereço de Internet e seis por cento eram retweets, ou seja, mensagens de outro utilizador que são replicadas.

Fonte: Público.pt

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Criador do Facebook diz que as pessoas "já não esperam ter privacidade"


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O fundador do Facebook, o jovem multimilionário Mark Zuckerberg, disse este fim-de-semana em São Francisco que na era das redes sociais as pessoas já não esperam ter privacidade.

Este fim-de-semana, diante de uma plateia reunida para a atribuição dos Prémios Crunchie - que distinguem, anualmente, os melhores produtos tecnológicos, tendo o Facebook ganho na categoria de melhor produto global de 2009 -, o CEO daquela que é a mais popular rede social do momento indicou que a privacidade já não é uma “norma social”.

As pessoas sentem-se mais à vontade para partilharem mais informação e diferentes tipos de informação, de forma mais aberta e com mais pessoas”, disse. “A norma social é simplesmente uma coisa que tem vindo a evoluir”.

Zuckerberg disse ainda que a ascensão das redes sociais reflecte as mudanças de atitude entre as pessoas comuns, estimando que esta mudança radical aconteceu apenas há poucos anos.

Quando comecei [o Facebook, em 2004] no quarto do meu dormitório, em Harvard, a pergunta que as pessoas faziam era - ‘porque é que eu haveria de querer pôr informações na Internet?’ Porque é que eu haveria de querer ter um site?’”.

Mas depois, nos últimos cinco ou seis anos, os blogues tornaram-se importantíssimos e há uma série de serviços nos quais as pessoas partilham toda a espécie de informações”.


De Harvard para o mundo

Tudo começou em Fevereiro de 2004 no dormitório de Harvard onde Mark Zuckerberg, agora com 25 anos, estudava. Com a ajuda de alguns colegas, Mark desenvolveu uma rede de partilha de perfis através da qual os estudantes da universidade podiam conhecer-se melhor. Demasiado popular para se restringir a Harvard, a rede cedo se expandiu para todo o mundo, deixando de ser um brinquedo de universitários americanos.

As declarações de Zuckerberg do passado fim-de-semana não são, de todo, uma surpresa, uma vez que o Facebook decidiu recentemente mudar as características de privacidade dos seus mais de 350 milhões de utilizadores em todo o mundo.

Mas estas declarações também representam uma mudança do ponto de vista da empresa californiana, que apesar de tudo declara esforçar-se por assegurar uma política de privacidade, permitindo as comunicações particulares entre indivíduos e entre pequenos grupos de pessoas. Esse foi, aliás, um dos segredos do seu sucesso inicial.

Mas nos últimos meses a empresa sofreu uma série de embaraços no domínio da privacidade. Parte do problema reside no facto de o Facebook estar constantemente a mudar os seus serviços. De cada vez que isso acontece, a rede social parece trazer mais e mais dados para o domínio público, enfrentando um crescente coro de críticas.

Uma das decisões polémicas ocorreu em 2006, quando foi introduzido o “feed de notícias” (por oposição ao feed activo), que faz uma actualização das actividades dos amigos.

Um ano depois a empresa lançou o Beacon, um sistema publicitário polémico que permitia aos anunciantes pesquisar as actividades online dos utilizadores. Mais: o Beacon Ads permitia que se tornassem públicas as compras online feitas pelos utilizadores (embora esta funcionalidade fosse opcional). Com este serviço, cada compra convertia-se num meio de publicidade tendo em conta que todos os amigos do comprador estariam a par da aquisição, o que não agradou a muitos defensores da privacidade online.

A onda de contestação em torno do serviço acabou por levar Mark Zuckerberg não só a suspender o serviço como a pedir desculpas publicamente. E pior: o acordo judicial custou à empresa 9,5 milhões de dólares.

Mas a empresa voltou à carga em Dezembro último, quando introduziu uma nova política de gestão das configurações de privacidade de todos os seus utilizadores. Por defeito, os perfis dos utilizadores passaram, então, a estar disponíveis para toda a rede e só mediante acção do próprio utilizador poderão as características originais de privacidade ser repostas.

No seu discurso do fim-de-semana, porém, Zuckerberg salientou a importância de as empresas reflectirem a mudança das normas sociais, a fim de permanecerem relevantes e competitivas.

Muitas empresas ficam presas às convenções”, disse. “Fazer mudanças na privacidade de 350 milhões de pessoas não é o tipo de coisa que muitas empresas façam”. “Mas nós encarámos isso como uma coisa realmente importante, mantendo uma mentalidade de principiante, e decidimos que, a partir de agora, essas seriam as normas e simplesmente fizemo-lo”.

Nem toda a gente ouviu, porém, as palavras de Zuckerberg com serenidade. De acordo com o “The Guardian”, Marshall Kirkpatrick, do blogue sobre tecnologia ReadWriteWeb, frisou que as declarações de Zuckerberg não são uma “explicação credível” e denunciou a intenção da empresa em mudar as mentalidades das pessoas acerca da privacidade online. Outros críticos rejeitaram a teoria que algumas pessoas, especialmente as mais jovens, estejam a perder o interesse pela privacidade online. “Os miúdos sempre se preocuparam com a privacidade. A noção que têm de privacidade é que parece muito diferente das noções que têm os adultos”, indicou ao “The Guardian” a perita em redes sociais e analista da Microsoft Danah Boyd.

Fonte: Público.pt

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Quase 70% dos internautas brasileiros compartilham conteúdo


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Fonte: Pay-TV. Data: 04/01/2010.
Compartilhar conteúdo na internet já é um hábito para 45,5 milhões de brasileiros, ou 69% dos internautas do país. Segundo estudo encomendado ao instituto Datafolha pela agência de publicidade F/Nazca, 49% dessas pessoas compartilham fotos e 30% compartilham arquivos de áudio e vídeo.
O estudo também revela que 86% dos pesquisados entram na internet ao menos uma vez por semana, enquanto 37% acessam todo dia. Os meios preferidos de compartilhamento são o site de relacionamentos Orkut, apontado por 54% dos entrevistados, seguido pelo serviço de mensagens instantâneas MSN, escolhido por 45%, enquanto 41% preferem os e-mails para enviar e receber conteúdo on-line.
A pesquisa ainda mostra que o nível de compartilhamento da população varia de acordo com a região do país. Enquanto na região Sul 55% dos internautas têm o hábito de compartilhar, a região Nordeste, que tem a menor renda per capita do mundo, o índice sobe para 77%.

sábado, 26 de dezembro de 2009

“A internet nos suga como uma esponja”


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Fonte: Revista Época. Data: 11/12/2009.
Autor: Alexandre Mansur.
Um dos maiores palestrantes do mundo empresarial diz que viver conectado é prejudicial a nosso cérebro
Para Nicholas Carr, um dos palestrantes mais valorizados do mundo dos negócios, a dependência da troca de informações pela internet está empobrecendo nossa cultura. Mais ainda: nosso intelecto, ao se acostumar aos múltiplos estímulos das redes sociais, aos e-mails e aos comunicadores instantâneos, perde a capacidade de raciocínios elaborados. Autor de um famoso artigo cujo título resume o conteúdo – “O Google está nos tornando mais estúpidos?” – , Carr está preparando um livro de nome igualmente provocativo – numa tradução literal, O raso: o que a internet está fazendo com nosso cérebro. Ele falou a ÉPOCA durante uma visita ao Brasil para uma palestra a 4.500 líderes empresariais, num dos maiores eventos para executivos do país.
Nicholas Carr
QUEM É Americano, 50 anos, é formado em Harvard e autor de livros de tecnologia e administração, é membro do conselho editorial da Enciclopédia Britânica
O QUE FEZ Ficou famoso pela crítica à qualidade de “obras abertas” da internet, como a Wikipédia, e por artigos em que afirma que as empresas deveriam terceirizar o investimento em tecnologia da informação

ÉPOCA – A internet afeta a inteligência?
Nicholas Carr – Você fica pulando de um site para o outro. Recebe várias mensagens ao mesmo tempo. É chamado pelo Twitter, pelo Facebook ou pelo Messenger. Isso desenvolve um novo tipo de intelecto, mais adaptado a lidar com as múltiplas funções simultâneas, mas que está perdendo a capacidade de se concentrar, ler atentamente ou pensar com profundidade. Isso é um resultado da dependência crescente em relação à internet. Essa forma de pensar vai reduzir nossa habilidade para pensar contemplativamente. Ela prejudica nossa cabeça.
ÉPOCA – Quais seriam as consequências?
Carr – A riqueza de nossa cultura não é apenas quanta informação você consegue juntar. Ela tem a ver com os indivíduos pensando profundamente sobre a informação, refletindo sobre ela, avaliando pessoalmente os dados que recebe e não se deixando passivamente bombardear por vários estímulos. Estamos perdendo isso agora. Toda a cultura fica mais rasa. Temos acesso democrático à informação, mas o resultado é mais pobre. Temos menos condições de compreender as grandes obras da arte, da ciência ou da literatura, que exigem uma concentração mais profunda.
ÉPOCA – As pessoas deveriam ficar desconectadas de vez em quando?
Carr – Sim. Deveríamos desconfiar da internet. É claro que conseguir bastante informação útil é parte de nossa vida moderna. Mas precisamos encorajar continuamente o outro lado, que é a aquisição calma e contemplativa do conhecimento. Isso exige ficar fora do fluxo contínuo de informação. Só não sei se isso será possível porque nossa vida social está cada vez mais dependente de quão conectados estamos. Seu grupo de amigos está embrulhado em redes sociais na internet. Você precisa da internet para executar seu trabalho. Não para de olhar para seu BlackBerry. Não é mole se desligar disso tudo.
ÉPOCA – A filosofia grega foi construída em cima de debates. O pensamento de Platão são conversas com seus discípulos. Por que não daria para erigir conhecimento a partir da interação com os outros?
Carr – Nos Diálogos de Platão, temos duas pessoas dedicadas a uma conversa atenta sobre determinado tema. Se você entra on-line, encontra dezenas de pessoas trocando mensagens de texto, vendo e-mails, escrevendo no Twitter e pulando de uma página para outra. A troca de informação ocorre com interrupções o tempo todo. Sócrates sentava-se embaixo de uma árvore e pensava longamente enquanto conversava com seus discípulos. É muito diferente do que fazemos agora.
ÉPOCA – Uma das maiores lojas on-line, a Amazon, vende livros. As pessoas baixam livros no Kindle. Até o senhor vende livros. Isso não significa que as pessoas ainda leem textos extensos? Carr – É verdade que as pessoas ainda lerão livros por muito tempo. Mas o porcentual de tempo dedicado à mídia impressa vem caindo. A média americana é de um livro por dia, o que ainda é muito bom. Só que o ato de ler uma página após a outra fica cada vez mais difícil à medida que você se adapta à comunicação da internet. Eu mesmo sinto isso. Antes eu me sentava e lia por horas. Agora, fico pensando se devia conferir meu e-mail ou acho ruim não encontrar hiperlinks no texto.
“AS CRIANÇAS NÃO DEVEM MEXER EM COMPUTADORES DE JEITO NENHUM. OS PAIS DEVEM DEIXAR OS FILHOS AO MÁXIMO LONGE DAS TELAS”
ÉPOCA – Essa habilidade para múltiplas tarefas e para administrar várias informações simultâneas não nos dá, em compensação, maior capacidade para criar novas ideias?
Carr – Certamente temos maior capacidade para encontrar informação ou relacionar uma com a outra. Mas dependemos cada vez mais de conexões externas. Você estabelece uma relação porque clicou em um hiperlink que alguém deixou lá. Já construir as próprias relações entre um fato e outro exige um tempo de reflexão própria, que não estamos tendo.
ÉPOCA – Essa visão negativa da internet não é apenas o medo da mudança?
Carr – Não há dúvida que, toda vez que uma tecnologia nova aparece, algumas pessoas imaginam que tudo vai desmoronar. Sim. É preciso ter essa visão cética. Por outro lado, também devemos desconfiar quando ouvimos alguém glorificando as novas tecnologias e prometendo uma nova utopia. Recomendo que as pessoas não sigam o que eu digo cegamente. Mas que examinem o próprio comportamento. Testem em si mesmos o que estou dizendo.
ÉPOCA – Os cursos on-line vão revolucionar a educação?
Carr – Existe empolgação em torno dos cursos on-line porque parecem cortar os custos. Um professor poderia dar aula para milhares de alunos, em vez de apenas uma turma de algumas dezenas. Mas não acho que a educação on-line vá substituir a tradicional. Ela pode funcionar como complemento para o professor ter um material de apoio na sala de aula ou para o aluno reforçar em casa o que aprendeu na escola. Outra utilidade dos cursos on- -line é a formação técnica profissional em casos específicos. Existe um aspecto importante na educação, que é juntar os alunos fisicamente para conviver e trocar experiências. Isso vai além de apenas assistir a uma aula. Tem a ver com o lado comunitário da educação, que se perderia se passarmos tudo para o computador.
ÉPOCA – Como a tecnologia pode beneficiar a educação?
Carr – Por um lado, o que estamos vendo é que muitas escolas, especialmente universidades, começam a oferecer material on-line de seus cursos, inclusive algumas aulas. Isso é bom. Permite que gente de fora da universidade tenha acesso à informação de ponta e aulas de grandes pensadores. O perigo para as grandes universidades é que os alunos possam ter a ilusão de que terão acesso ao conhecimento apenas sentados diante de um computador. Aí o que acontece é que a eficiência de fornecer material on-line começa a capturar os investimentos financeiros, que deveriam ir para as universidades e escolas. Se um professor dá aula para milhões de alunos, quem vai pagar o salário dos outros?
ÉPOCA – Como atrair a atenção dos jovens que estão ligados nas redes de relacionamento e nos jogos da internet para a educação “formal”?
Carr – Naturalmente, não há como fazer isso. Nossa dependência dos serviços de internet não está mudando apenas nossos relacionamentos e nosso acesso ao conhecimento, mas também a forma como nossa mente funciona. Não é só entre os jovens, mas gente de todas as idades usa cada vez mais a internet. Nas escolas e em casa, os pais e os educadores têm sido excessivamente entusiastas do poder dos computadores. Temo que, como o cérebro constrói a maior parte das ligações entre os neurônios na juventude, o modo de pensar promovido pelo convívio com a internet predomine sobre a capacidade de análise. Os pais devem manter seus filhos o máximo longe das telas. Na verdade, acredito que as crianças não devem mexer em computadores de jeito nenhum. Mais tarde, quando entrarem na adolescência, terão de aprender a lidar com a internet para sua vida adulta, social e profissional. Mas antes disso não.
ÉPOCA – Como o senhor fez com seus filhos?
Carr – Minha filha tem 24 anos, meu filho 19. Então, quando eram crianças não havia tanto acesso à internet e a computadores. Nem as redes sociais existiam. Mas mesmo naquela época eu já sabia que as mídias usadas pelas crianças teriam influência em sua capacidade cognitiva futura. Não quero dizer que a internet seja ruim. Ela é essencial para encontrarmos pessoas e informações úteis. Mas ela é como uma esponja. Vai sugando todos os aspectos da vida. E nos obriga a se adaptar a ela. É o futuro da humanidade. Só que perderemos alguma coisa no meio do caminho.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Google já faz buscas em tempo real ao Twitter e blogues


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O Google junta-se ao Twitter, Facebook e MySpace ao combinar resultados das pesquisas com actualizações das redes sociais.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Orkut já não é a mídia social mais usada no Brasil


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Fonte: Exame. Data: 24/11/2009.
Autora: Luiza Dalmazo.
Enquanto a maioria das pessoas compara o Orkut com o Facebook, a empresa de pesquisas e monitoramento na internet E-life e a InPress Porter Novelli, compararam todas as ferramentas consideradas de mídia social. E a descoberta é que o Orkut não é mais o rei absoluto no Brasil.
Dos quase 1 300 usuários entrevistados, 87,2% disseram que acessam o Twitter de sete a cinco vezes por semana, contra 72,6% que acessa o Orkut no mesmo período. É o líder, portanto, em frequência de acesso. Seria diferente se fossem analisados outros critérios.
Segundo lugar no tempo de uso dos internautas, o Orkut ainda é o primeiro colocado entre as redes sociais com mais cadastrados no Brasil -- 89,6% dos respondentes têm conta na rede. O Twitter é o segundo, com 80,1% e o YouTube o terceiro, com 79,6%. O Facebook aparece na quinta posição, com 57,6% dos entrevistados registrados.
Cada rede social, no entanto, parece ter uma função definida na rotina dos usuários. O Twitter, de acordo com 70% dos respondentes, é usado para leitura de notícias. O Orkut serve para contato com os amigos (segundo 86% das pessoas ouvidas) e o YouTube para passatempo e diversão (89,6%).
Para Alessandro Barbosa Lima, CEO da E.Life, essa diferenciação é interessante porque muitas empresas usam abordagens semelhantes para redes sociais, mas dificilmente uma só estratégia vai funcionar para todas elas. ''As redes são usadas para finalidades muito diferentes e não uma abordagem para cobrir tudo'', diz.
Nos três últimos meses, 4,8% dos respondentes fizeram cadastro no LinkedIn, o que foi uma surpresa na opinião de Lima. ''Foi a terceira rede social mais lembrada, atrás apenas do Twitter e do Facebook (em que 46,3% e 10% fizeram cadastros, respectivamente)."

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Brevemente o Google Social Search


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Fonte: PC World/USA. Data: 27/10/2009.
Autor: J. R. Raphael
O usuário deve fornecer informações básicas para que o buscador construa a rede a partir da qual a pesquisa é realizada.
O Google está agregando dados personalizados de redes sociais dentro dos resultados de buscas com a nova ferramenta Google Social Search, lançada em modo experimental na segunda-feira (26/10). A ferramenta adiciona o conteúdo de seus contatos dentro de suas pesquisas no Google.
Ao contrário da pesquisa do Microsoft Bing baseada nas buscas do Twitter, o Google Social Search utiliza a lista de contatos do próprio usuário para acessar vários serviços sociais e assim construir uma rede com informações específicas de pessoas que o usuário conhece. A ferramenta do Google inclui o Twitter e ainda agrega dados do FriendFeed, histórias compartilhadas no Google Reader e outros conteúdos sociais na web.
Como usar o Google Social Search
Atualmente, o Google Social Search está restrito aos serviços do Google Labs. Portanto, ainda não está ativado para todos os usuários. Para utilizá-lo, acesse a página inicial do Google e clique em login (no canto superior direito).. Depis, visite a página do Google Experimental Labs e clique no botão “join the experiment” ao lado da ferramenta.
Feito isso, acesse novamente a página inicial do Google (de preferência a página em inglês) e faça uma busca por um de seus contatos. Imediatamente você verá as informações sociais desta pessoa no final da página dos resultados de busca.
Se preferir, clique na opção “Show Options” no canto superior esquerdo da página – ou clique no link “Results from people in your social circle” no final da página – para filtrar os resultados e ver apenas as informações sociais.
Por dentro do Google Social Search
Mas de onde o Google retira toda essa informação? A resposta não surpreende: do próprio Google. E a principal fonte para a montagem deste contexto social se dá a partir do Google Profile.
É uma página simples de criar, onde você insere informações sobre você e permite que o programa adicione links de outros perfis sociais seus como Twitter, Blog pessoal, FriendFeed, Facebook etc.
Deve-se criar este perfil e adicionar os links manualmente para que o Google possa construir sua própria “rede social”. Além disso, de acordo com o engenheiro do Google Matt Cutts, o usuário está autorizando o buscador a associar tais informações ao seu nome, dentro das buscas sociais de outros usuários.
“Uma vez que você criou um Google Profile e adicionou links a seus vários serviços de redes sociais, você confirma estar confortável em compartilhar com o mundo tais informações”, explica Cutts. “E baseando-se nessa autorização, o Google inicia a construção do seu círculo social.”
Além das conexões em seu Google Profile, o Google Social Search utiliza dados compartilhados pelos seus contatos no Google Chat e dentro de sua conta no Google Reader para construir os resultados.
A ferramenta também irá exibir informações sociais compartilhadas com os amigos de seus amigos, incluindo esses dados em seus resultados de busca. Todos os conteúdos indexados são compartilhados publicamente, e sempre que quiser você tem a opção de remover qualquer serviço de seu Google Profile.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Twitter em português chega até o início de 2010


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Fonte: Valor Economico. Data: 05/10/2009.
Autora: Raquel Balarin.
A primeira reação do americano Evan Williams é a de um certo desapontamento ao saber que o Rio de Janeiro acabara de ser escolhido para ser a sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Mas, logo em seguida, o fundador do serviço de microblogging e rede social Twitter abre um largo sorriso. " Você sabia que eu já estive uma vez no Brasil, quando ainda estava à frente do Blogger? "
O Blogger, para quem não sabe, foi uma das primeiras ferramentas de publicação de blogs, lançada em 1999 por Williams e vendida em 2003 para o Google. Assim como o Twitter, fez um tremendo sucesso e ajudou a popularizar os blogs.
O sorriso escancarado de Williams ao falar de Brasil tem uma razão. O país está entre os cinco primeiros na lista dos maiores usuários do Twitter.
A expansão do negócio tem sido tão forte no país que o Twitter decidiu traduzir seu serviço para o português, a começar pela tradicional pergunta " What are you doing? " (O que você está fazendo?).
Hoje, o serviço - originalmente em inglês - está traduzido para apenas uma língua, o japonês, embora 60% dos usuários estejam fora dos Estados Unidos.
A tradução para o português deverá estar pronta até o início do ano que vem, adiantou Williams ao Valor na sexta-feira, logo após uma apresentação para um público de cerca de 700 pessoas (a maioria, jornalistas) no congresso da Online News Association (ONA), em São Francisco, nos Estados Unidos.
No palco do congresso, Williams surpreendeu a plateia ao anunciar que o Twitter irá lançar em breve uma nova ferramenta: a possibilidade de os usuários criarem listas com nomes de outras pessoas que " twitam " (têm páginas no Twitter).
Um usuário poderá criar várias listas: uma com celebridades, amigos, colegas de trabalho etc. Por default, essas listas serão públicas (embora haja a opção de se tornarem privadas) e os seguidores de um usuário poderão ver as listas criadas por ele. O objetivo é aumentar ainda mais a interatividade e organizar melhor o conteúdo do Twitter.
Na platéia, enquanto Williams apresentava a novidade, o " tap tap tap " dos laptops não parava um segundo. Boa parte das pessoas estava justamente " twitando " ou colocando mensagens em sua página no Twitter.
O acesso à internet durante a apresentação de Williams foi tão grande que a rede sem fio do Hilton Hotel não deu conta do recado. E mesmo a página do Twitter, em alguns momentos, ficou sobrecarregada.
Mas a frase mais comentada de Williams no Twitter não foi a de seu anúncio do lançamento das listas. Foi a de que o Twitter " is even making less money than newspapers " - o Twitter está fazendo ainda menos dinheiro do que os jornais, em uma tradução livre. Ele se referia a uma provocação feita pela apresentadora, no congresso da Online News Association (ONA), de que o valor alcançado pelo Twitter e o interesse dos investidores no negócio deixavam os jornalistas " com inveja " .
O Twitter está em fase de captação de recursos, que deverá elevar o valor da empresa a US$ 1 bilhão, embora ele não dê um único centavo de lucro hoje.
Em fevereiro, a companhia valia US$ 250 milhões. Williams diz que vê várias alternativas de tornar o Twitter lucrativo, especialmente quando se observa que muitas empresas estão aumentando sua produtividade e ganhando dinheiro com o serviço. " Mas, por enquanto, nosso foco é desenvolver todo o potencial do Twitter, agregar valor à companhia e aos serviços e só depois definir como cobrar por isso " , diz Williams (no Twitter, @ev), acrescentando que para a construção de um negócio seria necessária a duplicação do número de funcionários. Hoje, ele emprega 80 pessoas.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Privacidade nos portais sociais? Sim, é possível


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Na Universidade de Waterloo, EUA, um grupo de investigadores acaba de lançar uma aplicação para browsers que permite esconder dados pessoais de utilizadores e gestores de portais sociais.

O novo plug in tem a capacidade para substituir dados pessoais e entradas inseridas no Facebook, hi5 ou MySpace por textos sem significado, evitando que a generalidade dos utilizadores aceda a informação privada.

Esta funcionalidade pode ser activada apenas para o visionamento de desconhecidos, permitindo que utilizadores registados que fazem parte do grupo de amigos acedam a informação original e de âmbito privado. Segundo a Technology Review, a nova aplicação permite esconder informação dos gestores das redes sociais.

A ferramenta, que foi baptizada de FaceCloak (pdf), dá ao utilizador a possibilidade de escolher que informação quer mostrar ao mundo a cada momento.

Prefere o portal social à mesa do café? Explique-nos porquê.

Fonte: Exame Informática

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Jovens acham Twitter inútil


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A conclusão é de um estagiário de Verão da consultora Morgan Stanley, que tem apenas 15 anos. O relatório já é citado no Financial Times e mereceu vários comentários.

O documento de Mathew Robson, de 15 anos, diz que os jovens usam o Facebook para interagir com os amigos e não percebem a utilidade do Twitter, pois apercebem-se de que ninguém os lê ou segue.

Robson sintetiza algumas ideias sobre as preferências dos jovens. Esta faixa etária consome mais meios de comunicação social online e não está pronta para pagar pelos conteúdos. Poucos jovens lêem jornais em papel, preferindo ler notícias online e gratuitas.

Em relação às rádios passa-se o mesmo: a preferência cai sobre as rádios online.

Telemóveis com grande capacidade musical, ecrãs tácteis e dispositivos móveis que ligam à net são as preferências dos jovens.

Fonte: Exame Informática

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Igreja católica diz que internet desumaniza


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Fonte: Reuters . Data: 2/08/2009.
URL: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/igreja-catolica-diz-que-internet-desumaniza-02082009-1.shl
LONDRES - A igreja católica da Inglaterra está preocupada que o uso excessivo de emails e mensagens de texto por celulares esteja criando laços superficiais e minando a vida em comunidade.
Vincent Nichols, arcebispo de Westminster, afirmou em uma entrevista ao Sunday Telegraph que os sites populares de relacionamento levaram os jovens a "relações transitórias", que os colocam em risco de cometer suicídio quando terminam.
"A amizade não é uma commodity, a amizade é algo que dura quando é verdadeira e implica trabalho duro", acrescentou.
"Acho que há uma preocupação de que o uso excessivo, ou quase exclusivo, de textos e emails signifique que nós, como sociedade, estamos perdendo parte da habilidade de construir a comunicação interpessoal que é necessária para vivermos juntos e construirmos uma comunidade."
O arcebispo, de 63 anos, afirmou que o uso excessivo de informação eletrônica está "desumanizando".

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Nova página inicial do Twitter privilegia busca dos usuários


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Fonte: Portal G1. Data: 29/07/2009.
Site destaca ainda tópicos mais populares por minuto, dia e semana.
Medida tenta reposicionar serviço para se aproximar de Google e Bing.
Com o lançamento de sua home repaginada na noite de terça-feira (28), o Twitter mostra, ao privilegiar o mecanismo de busca, que quer se firmar como uma sólida ferramenta de pesquisa em tempo real.
Tanto que a partir de agora, a página principal do popular serviço de microblog traz uma grande caixa de buscas, com a frase "See what people are saying about..." ("Veja o que as pessoas estão dizendo sobre ...", em português). A partir daí, o usuário pode digitar a palavra ou frase que quiser para encontrar os últimos 'tweets' mais relavantes sobre o assunto desejado.
"O Twitter passou de uma simples rede social para um novo tipo de comunicação e uma fonte valiosa de informação na hora certa", escreveu o cofundador do Twitter, Biz Stone, em post publicado no blog oficial do serviço.
"Temos muito trabalho a fazer em relação à qualidade dos nossos resultados de busca e análise de tendências, mas reposicionar o produto para dar maior ênfase à descoberta é um primeiro passo importante na apresentação do Twitter a um público mais vasto de pessoas ao redor do mundo que estão ansiosas para começar a interagir com novas pessoas, ideias, opiniões, eventos e fontes de informação", ressaltou Stone.
Além do mecanismo de busca, o serviço traz uma lista que mostra os tópicos mais populares do minuto, dia ou semana. Nesta quarta-feira (29), por exemplo, o termo "#mussumday" - criado pelos brasileiros em homenagem aos 15 anos de morte do humorista Mussum - é o segundo mais popular no site.

Orkut lidera no Brasil, mas não decola nos EUA


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Fonte: Adnews. Data: 29/07/2009.
No Brasil, 35 milhões de pessoas utilizam o Orkut pelo menos uma vez por dia. No total são 80 milhões de recados/dia, 3,5 milhões de vídeos e 30 milhões de fotos postadas. As informações são da pesquisa realizada pela empresa NetPop Research.
De acordo com o G1, o estudo foi feito em abril deste ano e mostrou que a realidade do país na internet é diferente de outros países como os Estados Unidos. O blog da Compete divulgou, em fevereiro, um ranking de visitação dos sites de redes sociais.
Os levantamentos mostraram que o Facebook foi o mais visitado com 68 milhões de usuários únicos em janeiro. Em seguida veio o MySpace com 58 milhões e Twitter com 5,9 milhões. O Orkut ficou em 21º.
O cenário é diferente no Brasil, já que o Orkut está na frente de seus concorrentes. Sua frequência de uso é quase 10 vezes maior do que os outros. Mil pessoas foram ouvidas na pesquisa, 95% disse que utiliza o Orkut, 28% MySpace e 17% Facebook. Além disso, apesar de não utilizar a rede social mais popular dos EUA, 41% diz conhecer o site.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

How One Teacher Uses Twitter in the Classroom


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Um artigo interessante que pode ser lido aqui
Teachers are always trying to combat student apathy and University of Texas at Dallas History Professor, Monica Rankin, has found an interesting way to do it using Twitter in the classroom.
Veja o vídeo da notícia:


terça-feira, 26 de maio de 2009

A Reforma de Lutero e a reforma do consumo


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Aqui fica um trecho de um pequeno texto, relativamente curto, mas interessante:

A Reforma Protestante foi o resultado da passagem do livro manuscrito (Livro 1.0) para o livro impresso (Livro 2.0). Assim como vivemos hoje, havia uma luta básica pela liberdade.

Por Carlos Nepomuceno
[...]

Nada mais didático para entendermos o mundo atual, a chegada da internet (Web 1.0) e a explosão da colaboração (Web 2.0).

Veja que já conquistamos vários novos direitos com a rede, que começam uma grande reforma na relação do fiel (consumidor) com a sua Igreja (fornecedor de produtos e serviços), vários deles grandes monopólios, a saber:

  • temos hoje informações sobre a empresa pela web, seus diferentes produtos, o atendimento disponível, dados do manual, etc;
  • podemos comparar preços entre eles (vide sites como Bomdefaro, Buscapé, etc…);
  • conseguimos ler o que outros consumidores acham daquele mesmo produto;
  • ler mais opiniões da mídia especializada sobre o mesmo produto, tanto em português, como em outros idiomas;
  • podemos nós mesmos, ao consumir, expressar nossa opinião;
  • baixamos, copiamos, distribuímos o que é digital;
  • conseguimos ainda vender e revender ao mercado (Mercado Livre e agora com a Estante Virtual);
  • e, por fim, podemos comprar fora da nossa cidade ou do país.

Esse conjunto de informações pré-consumo e ações no mercado como também fornecedores faz do consumidor 2.0 um outro tipo de cliente completamente diferente para sacar o cartão de crédito do bolso.

Em resumo:

Não consumimos mais com a informação da Idade Mídia (termo usado pelo Luli). Temos mais informação para consumir. Estamos aprendendo a consumir com a informação da Idade da Rede Colaborativa! Sabemos mais do que o próprio fornecedor (corretor, médico, professor), que não está muitas vezes pronto para esse mundo.

E quando temos mais informação, estamos abertos à revolta, pois há uma raiva latente acumulada da exploração que sofremos no ambiente de conhecimento anterior.

  • Temos raiva de termos sido obrigados a comprar um CD com 20 músicas, a um preço abusivo, quando queríamos uma só;
  • temos ódio de termos pago a cada nova versão do Windows ou do Office um preço absurdo por algo cheio de bugs;
  • não gostamos de pagar por algo quando existe similar mais barato e melhor;
  • e vemos, por exemplo, parlamentares e governantes menos 2.0 fazendo gato e sapato com o nosso suado dinheiro.

As revoltas latentes se transformam e se transformarão em atos de rebeldia presentes e futuros.

  • Inventamos o software livre;
  • trocamos músicas e filmes pela Web;
  • pesquisamos, pesquisamos, comentamos, comentamos, ajudamos aos outros a terem cada vez mais informação para não serem enganados;
  • fazemos blogs e comunidades independentes criticando marcas, empresas, produtos, serviços, etc.

Os políticos terão também o seu troco. É uma questão de tempo e de Luteros 2.0 que aparecerão. Pelo simples prazer de nos vingar, de ajudar, de melhorar, de mudar. O recente escândalo das passagens no Congresso é algo nessa direção. As informações foram disponibilizadas na rede e o pessoal começou a estudar o assunto. Abriu-se a caixa de Pandora.

O consumidor 2.0 quer Empresas, Congressos, Governos 2.0 num mundo 2.0. Ou seja, ele antes de comprar, vai se informar muito mais do que na Idade da Mídia. Estamos abrindo as caixas lacradas do ambiente anterior, como é típico na passagem de um ambiente de conhecimento para outro.

Nesses momentos, com a rede, ganhamos a troca (consumidor-consumidor) e o acesso à informação antes secreta, fechada a sete chaves. E muito, muito mais opções no mercado.

[...]

Fonte: Webinsider

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Roubo de identidade nas redes sociais online


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As fraquezas de segurança e as falsas promessas de privacidade das cada vez mais populares redes sociais online podem permitir acções maliciosas, incluindo roubo de identidade, para aceder a extensa informação pessoal dos utilizadores.

Esta é a conclusão de vários especialistas que analisaram as principais redes sociais online, incluindo espaços como Facebook e Linked-in, e que num congresso internacional sobre a Internet, em Madrid, vão demonstrar que é relativamente fácil conduzir "ataques" maliciosos nestas redes sociais.

Os estudos, obtidos pela Lusa, surgem num momento em que as redes sociais assumem uma crescente importância nos contactos locais e globais, debatendo-se, por exemplo, até que ponto é que um empregador poderá 'visitar' o perfile de um candidato a um emprego para conhecer mais informação sobre a sua personalidade.

Consulte a notícia completa a partir do Jornal de Notícias.

Cada vez torna-me mais importante saber gerir os nossos dados pessoais. O que é que deve e não deve ser disponibilizado na Internet? Será esta mais uma questão existencial para viver e sobreviver na Internet sem consequências nefastas no mundo real? Devemos responsabilizar os provedores de serviços e as redes de sociais pelo uso indevido e malicioso dos nossos dados pessoais, ou será a web um campo aberto à actividade criminosa?

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Encontro sobre Web 2.0


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Universidade do Minho, Campus de Gualtar, sexta-feira, dia 10 de Outubro de 2008

Realiza-se, no próximo dia 10 de Outubro, o Encontro sobre Web 2.0, a ter lugar no Campus de Gualtar, da Universidade do Minho.

O Encontro Web 2.0 tem por objectivo sensibilizar docentes e educadores para a necessidade que a escola tem de se abrir a novos cenários de educação formal e não formal e ser um agente activo nesta nova geração da Internet social que se focaliza nas interacções, nos grupos e na construção social do conhecimento. Pretende-se que seja um ponto de encontro de investigação e de boas práticas.


Os participantes assistem a conferências e comunicações que reportam a utilização de ferramentas da Web 2.0, como blogues, wikis, podcasts, Second Life, entre outros, bem como podem escolher um workshop dos 9 disponíveis:
  • 1. Blogue, YouTube, Flickr e Delicious - Sónia Cruz
  • 2. Podcast e utilização do software Audacity - Adão Sousa e Fátima Bessa
  • 3. Dandelife, Wiki e Goowy - Hugo Martins
  • 4. Ferramentas Google: Page Creator, Docs e Calendar - Célio Gonçalo Marques
  • 5. PopFly - como editor de mashups - Pedro Ferreira e Ricardo Pinto
  • 6. A Web 2.0 e as Tecnologias Móveis - Adelina Moura
  • 7. Ambientes Virtuais e Second Life - Nelson Zagalo e Luís Pereira
  • 8. Do Movie Maker ao YouTube - Joana Carvalho
  • 9. Mapas Conceptuais Online - Graça Magalhães e Filomena del Rio

Manual de Ferramentas da Web 2.0

No âmbito do Encontro sobre Web 2.0, vai ser distribuído o Manual de Ferramentas da Web 2.0 para Professores, publicado pelo Ministério de Educação - ref.ª: Carvalho, Ana Amélia A. (org.) (2008). Manual de Ferramentas da Web 2.0 para Professores. Lisboa: DGIDC, Ministério da Educação.

Com o aparecimento das funcionalidades da Web 2.0, a facilidade de publicação online e a facilidade de interacção entre os cibernautas torna-se uma realidade. A Web passa a ser encarada como uma plataforma, na qual tudo está facilmente acessível e em que publicar online deixa de exigir a criação de páginas Web e de saber alojá-las num servidor. Postar e comentar passaram a ser duas realidades complementares, que muito têm contribuído para desenvolver o espírito crítico e para aumentar o nível de interacção social online. O Hi5, o MySpace, o Linkedin, o Facebook, o Ning entre outros, facilitam e, de certo modo, estimulam o processo de interacção social e de aprendizagem.

Nos nove capítulos deste livro várias ferramentas da Web 2.0 são apresentadas, tendo como objectivo facilitar aos professores e educadores a sua inserção em contexto educativo. Assim, em cada capítulo é feita a contextualização de cada ferramenta, explica-se como criar um espaço online e aborda-se a sua utilização nas práticas educativas.

Mais informação disponível em: http://www.iep.uminho.pt/encontro.web2

Informação disponibilizada pelo Dr. Miguel Ferreira, investigador da Universidade do Minho.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

A era da internet social


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Sérgio Teixeira Junior
Fonte: Exame. Data: 13 de dezembro de 2007 - 17h01
A vida de qualquer pessoa que usa a internet é marcada por momentos reveladores, daqueles que levam a pensar: "Como é que eu pude viver tanto tempo sem isso?" Entre eles certamente estão o primeiro e-mail recebido, a primeira pesquisa que trouxe resposta a alguma pergunta e o primeiro acesso por uma conexão sem fio. Prepare-se, então, para incluir mais um item na lista: a primeira espiada no Orkut. Quando os primeiros grandes sites de relacionamento começaram a ganhar destaque, três anos atrás, eram vistos como mera curiosidade, uma brincadeira de adolescentes com tempo de mais e preocupações de menos. Não mais. Hoje, redes sociais como Orkut, MySpace e Facebook são apontadas como as mais importantes novidades a surgir na rede desde as mágicas buscas do Google. O Facebook, lançado em 2004 num dormitório de Harvard por um jovem que mal havia completado 20 anos, conta com uns 55 milhões de usuários -- hoje. Amanhã (literalmente), outros 250 000 terão se cadastrado no site. Daqui a uma semana, mais de 1,5 milhão. O ritmo tem se mantido nesses níveis desde o início do ano, e não há sinais de que vá diminuir tão cedo. Por uma ínfima parte desse negócio, mais precisamente 1,6% das ações, a Microsoft pagou 240 milhões de dólares, o que levou o valor da empresa de Mark Zuckerberg a incríveis 15 bilhões de dólares. Pode ter sido um exagero, uma vez que as receitas do Facebook não devem passar de 100 milhões de dólares neste ano. Mas o prejuízo, se vier, certamente será pequeno diante do potencial transformador das redes sociais.
Para os mais velhos -- entre os quais muitos de nós --, entrar na web costuma ser uma atividade essencialmente individual, seja para consultar o e-mail, ler as últimas notícias, seja para fazer uma pesquisa relacionada ao trabalho. Para a nova geração, a web é tudo isso e muito mais. É onde a vida acontece. É nas redes sociais que os mais jovens -- mas não somente eles -- se mantêm em contato permanente. São pessoas reais, com nome, sobrenome e rosto conhecidos, e isso não significa somente um novo sentido para o termo privacidade. Na maioria das vezes, essas conexões existem entre pessoas que já se encontram regularmente no "mundo real". Para uma parcela cada vez maior dos mais de 1,2 bilhão de pessoas conectadas à internet, as redes sociais são um repositório fiel de suas memórias, seus desejos e suas afinidades. E, como está cada vez mais claro na cacofonia da internet, são essas relações sociais transportadas para a web que vão ser o principal filtro para a vida online.
"As redes serão cada vez mais a porta de entrada para a web", disse a EXAME Chris DeWolfe, criador do maior de todos os sites de relacionamento, o MySpace. Mas talvez seja mais que isso. Os americanos passam 12% do seu tempo online navegando pelas páginas do MySpace. Dentro do próprio site eles podem ouvir músicas, ler blogs, trocar mensagens, assistir a trailers de filmes e trechos de programas de TV, participar de debates com políticos e ler notícias. Muita gente achou loucura a News Corp., do magnata australiano Rupert Murdoch, pagar 580 milhões de dólares pela empresa. Hoje, ele é considerado um visionário. "Os hábitos dos telespectadores mudaram muito nos últimos anos, como você sabe. E os responsáveis são os consumidores", diz DeWolfe. "Eles querem ver filmes e ouvir música quando quiserem, na forma que quiserem, onde quiserem. As empresas de mídia não têm escolha: elas têm de atender às demandas dos consumidores."
E NÃO SÃO APENAS AS EMPRESAS de conteúdo que terão de se adaptar à revolução da internet social. O mundo da publicidade olha com atenção para mais uma ruptura. Além da fragmentação da audiência, agora as mensagens comerciais serão cada vez mais transmitidas pelos próprios consumidores para suas redes de amigos -- voluntariamente. Essa é a premissa de um novo sistema de publicidade dentro do Facebook, anunciado há um mês e todo ele baseado no poder do boca-a-boca que corre pelos sites de relacionamento. "Nos últimos 100 anos, a maneira de fazer publicidade era chegar às mídias de massa, empurrando seu conteúdo", disse o dono do Facebook, Mark Zuckerberg, no lançamento de seu novo sistema de publicidade. "Mas esse foi o século passado. Nos próximos 100 anos, a informação vai ser compartilhada entre as milhões de conexões sociais das pessoas. Vocês (publicitários) precisarão fazer parte dessas conexões." Descontados os delírios de grandeza -- ou a falta de modéstia -- de Zuckerberg, as palavras foram ouvidas com atenção por anunciantes de todo o mundo.
Elas também ecoaram em Mountain View, a sede do Google, empresa que faturou 15 bilhões de dólares nos últimos 12 meses exclusivamente com a venda de pequenos anúncios atrelados às buscas dos internautas. Apesar da dominância absoluta no Brasil, o Orkut não tem expressividade nos maiores mercados do mundo e não rende um centavo sequer em receita para o Google, pelo menos por enquanto. Além do desafio de rentabilizar o negócio da rede social, há outra questão: qual é o risco de o Google não ter nas mãos as informações detalhadas sobre o perfil e os hábitos dos usuários de redes sociais? A empresa disse repetidas vezes que sua prioridade é melhorar a experiência do usuário no Orkut, e só depois rentabilizar o serviço. Mas há outro desafio: como as interações e as recomendações, que são o sangue das redes sociais, terão impacto no negócio principal da empresa, que é justamente fazer esse trabalho com máquinas? Até quando os algoritmos do Google serão mais eficientes do que um ser humano -- mais que isso, uma pessoa de confiança -- na hora de apontar as melhores respostas para uma pesquisa? Ainda é cedo para responder, mas tenha uma certeza: a revolução da internet social está apenas começando.

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Jovens alertados para perigo das redes sociais


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Os dados que são revelados hoje em dia nas redes sociais podem colocar em perigo o futuro de milhões de jovens.

O alerta é dado pelo ICO (Information Comissioner’s Office) britânico. Mais de metade dos utilizadores de redes sociais facilmente cede os seus dados, se lhos pedirem. Foram analisadas 2000 respostas, de jovens dos 14 aos 21 anos. Destes, 71% preferem que os seus colegas ou patrões façam uma pesquisa pela Net com o seu nome antes de retirarem algum material.

Para além de serem publicados dados particulares, estes são facilmente partilhados com desconhecidos, aceitando como amigos, pessoas que não se conhecem. Datas de nascimento, morada pessoal e cargo exercido são alguns dos dados que podem resultar em roubo de identidade ou pôr em causa o futuro destes jovens.

No entanto, 95% dos inquiridos mostra-se preocupado com o facto de os seus dados serem passados para anunciantes ou outros sites. Mais de metade preocupa-se «muito» com a forma como os seus dados pessoais vai ser usada. Ou seja, as pessoas publicam os seus dados com alguma facilidade, mas estão conscientes do risco que correm.

Fonte: Exame Informática

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