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domingo, 2 de dezembro de 2007

Resultados viciados em pesquisas na Internet


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A Sunbelt alertou que os resultados de pesquisas em motores de busca podem estar a ser viciados por hackers.

Os resultados apresentados pelo Google são o alvo primordial dos hackers. A empresa de segurança Sunbelt alertou que os utilizadores podem estar a ser mal direccionados pelos motores de busca.

Os links apresentados nas pesquisas estavam a redireccionar os utilizadores para páginas não seguras, onde podem ser alvo de código malicioso. Ao todo, a Sunbelt, citada pelo Computerworld, apontava para 40 mil páginas que podiam ter sido alteradas, em 27 domínios diferentes.

O método utilizado é criar uma página que consiga posições altas nos motores de busca, por forma a ser mais vista, logo atacando mais utilizadores.

A Google já fez saber que os resultados das suas pesquisas já foram corrigidos, não apresentando este perigo.

Fonte: Exame Informática

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Yahoo adivinha termos de pesquisa


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As pesquisas através do motor de busca do Yahoo tornam-se mais fáceis. Agora, o sistema prevê os termos de pesquisa e acrescenta ficheiros áudio, vídeo e imagens aos resultados.

A Yahoo lançou o Yahoo Search Assist. Esta nova funcionalidade é um assistente de busca, que associa conceitos relacionados com o termo que estiver a ser pesquisado, numa caixa separada.

Para além deste assistente, as pesquisas feitas no Yahoo também incluem ficheiros áudio, vídeo e de imagem nos resultados obtidos, como já acontecia com outros motores de busca.

As buscas no Yahoo agora aceder a tags do Flickr, do Del.icio.us e do Yahoo Answers, contando também com os Search Shortcuts, que permite poupar tempo ao fazer pesquisas que sejam mais populares.

Fonte: Exame Informática

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Google vai guardar dados de utilizadores durante 18 meses


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O Google aplicou novas regras de defesa da privacidade. Doravante, serão os utilizadores a decidir se motor de busca pode ou não arquivar dados de pesquisas por mais de 18 meses.

Esta medida vem no seguimento de algumas críticas de defensores da privacidade dos cibernautas, que receiam que o motor de busca mais popular do mundo utilize os dados de pesquisas sem o devido respeito da privacidade dos utilizadores.
De acordo com as novas regras internas do Google, os dados relativos às pesquisas passam a ser arquivados durante 18 meses, independentemente de o utilizador dar ou não consentimento ao aproveitamento desses dados.

O Google lembra que o recurso aos dados das pesquisas de cada utilizador permite criar contextos e aumentar a eficácia das pesquisas. E esta é a razão por que os novos regulamentos do Google contemplam ainda o arquivo de dados de pesquisas por períodos superiores a 18 meses. Mas nestes casos, o motor de busca apenas procede ao arquivo dos dados de pesquisas, caso o utilizador o consinta.

Com estas regras, o Google prevê tornar anónimos os dados de pesquisas quando não existe consentimento para a utilização dos mesmos em períodos superiores a 18 meses, informa a BBC.

Fonte: Exame Informática

sexta-feira, 8 de junho de 2007

McAfee alerta para os perigos das pesquisas web


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Um problema bem real, que face à constante necessidade de acesso e uso da informação digital, nem sempre associamos o risco implícito de infectar o computador ou outros dispositivos móveis. Aqui ficam alguns dados.

"A empresa de segurança acaba de publicar uma nova versão do relatório que alerta para os perigos de infiltração de spam e spyware associados ao uso dos motores de busca.

O relatório “The State of Search Engine Safety" revela que as buscas dentro das categorias “música digital”, “brinquedos tecnológicos” e “coisas para fazer on-line” nos motores de pesquisa Google, Yahoo, MSN ou AOL acarretam um risco entre 30% a 50% de contaminação do computador.

No total, a McAfee diz que 4% de todas as pesquisas efectuadas on-line resultam em contaminação por associação indesejada a links de sites questionáveis.

O mesmo estudo revela ainda que as redes de peer-to-peer Kazaa, Limewire, Bearshare e Winmx são as que mais perigos representam para o utilizador."


Fonte: Exame Informática

segunda-feira, 21 de maio de 2007

O Futuro da Captura de Informação


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A captura de informação - digitalização de documentos, garantia da qualidade e indexação - tem vindo a ganhar uma grande popularidade junto das empresas, à medida que os avanços na tecnologia de reconhecimento óptico de caracteres (OCR/ICR) facilita a indexação de documentos e a conversão de imagens digitalizadas em texto. Consequentemente, muitos vêem a captura de documentos como um mercado maduro e estagnado em termos tecnológicos. Nada poderia estar mais longe da verdade.

A emergência de aplicações centradas nos conteúdos, o aumento da complexidade dos tipos de documentos, a necessidade de simplificar os processos de compatibilidade, e a necessidade de extrair informação de forma mais inteligente dos documentos capturados, coloca às organizações mais critérios de decisão para as soluções de captura de documentos.

Desta forma, as organizações deverão escolher aplicações centradas nos conteúdos, e procurar soluções que sejam nativas, ou que mantenham uma estreita integração com os sistemas de gestão de conteúdos existentes internamente.


Fonte: Newsletter da Insight

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Google com “pesquisa universal”


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Os resultados de pesquisas do Google foram enriquecidos com informações extra, como vídeos, imagens e notícias relacionadas com a pesquisa.

A partir de agora, mesmo as pesquisas simples feitas através do Google receberão respostas mais variadas. Além dos links tradicionais para páginas onde existam as palavras utilizadas na pesquisa, serão também apresentados resultados relacionados com o conceito da busca. Por exemplo, ao procurarmos por “Aquecimento global”, surgirão, além dos links tradicionais, vídeos, imagens e notícias sobre o tema.

Basicamente, o Google agregou na pesquisa principal resultados que, anteriormente, só poderiam ser obtidos em pesquisas sectárias (vídeos ou imagens, por exemplo).

quarta-feira, 14 de março de 2007

Big Brother just wants to help


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WHEN you order books from an online bookstore or buy groceries from a supermarket's website, the personalised book suggestions that pop up, and the reminder that you normally buy milk, are generated by data-mining software that analyses buying habits. The use of such technology by retailers is commonplace. But now governments are adopting it too, in fields from education to tax collection, in order to plan, implement and assess new policies. “Not only do firms like Tesco have good operational systems that control their costs, but they understand their customers and can offer particular product mixes which are attractive to certain groups,” says Peter Dorrington of SAS, one of the biggest providers of data-mining and analysis software. Why, he asks, shouldn't governments do the same?


(...)

Dr Paul Henman from the University of Queensland, who has written extensively on the subject, raises a rather more philosophical objection to government data-mining: that the technology starts to transform the nature of government itself, so that the population is seen as a collection of sub-populations with different risk profiles—based on factors such as education, health, ethnic origin, gender and so on—rather than a single social body. He worries that this undermines social cohesion. “A key principle in liberal democracies is that we are all peers and equal before the law,” he says. But for proponents of the technology, such segmentation is the whole point: policies, like supermarket special offers, are often aimed at groups—and the more accurately they can be targeted, the better.
Data-mining - se as empresas o fazem porque não o Estado? Um artigo da Economist para ler com alguma abertura de espírito.

Bactéria pode ser usada para armazenar dados


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Investigadores da Universidade de Tóquio, Japão, anunciaram a descoberta de “uma nova tecnologia” que poderá servir para armazenar informação a longo prazo – o ADN de uma bactéria.

De acordo com os cientistas, é já possível criar ADN artificial onde se poderão introduzir dados em formato digital que ficarão preservados na sequência do genoma de um organismo bacteriológico.

Se esta
informação for passando de geração de bactéria em geração de bactéria, a informação poderá ser guardada durante grandes períodos de tempo o que permitirá fazer backups de bases de dados importantes.

Para já, a capacidade de armazenamento em bactérias está ainda numa fase embrionária mas, a prazo, os cientistas imaginam poder guardar textos, imagens, música e até videos nestes organismos microscópicos.

Fonte:
Exame Informática

sexta-feira, 2 de março de 2007

Enfim o robô que busca livros nas estantes


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ROVER


A nova Biblioteca da Chicago State University (Chicago, Illinois, Estados Unidos) foi aberta ao público dia 12/outubro/2006 com uma novidade: um Sistema de Armazenamento e Busca chamado ROVER (Retrieval Online Via Electronic Robot), e os usuários perceberão uma grande mudança na maneira como obtêm materiais da biblioteca.


O usuário encontra o material no catálogo on-line, verifica se há indicação que ele está armazenado no ROVER e, se houver, então ele o requisita on-line: imediatamente o robô retira o livro da estante e o entrega no balcão de empréstimo.
Este sistema utiliza etiquetas de identificação por radiofreqüência (RFID).


Veja detalhes em:
http://library.csu.edu/ASRS/index.html

E também esta matéria da Wired Magazine, de janeiro de 2007:
http://www.wired.com/wired/archive/15.01/start.html

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

Thesaurus


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Los tesauros documentales y su aplicación en la información impresa, digital y multimedia é o novo livro de Catalina Naumis Peña








Abstract:





El papel de un tesauro en los sistemas de información es validar, desambiguar sentidos de las palabras y relacionar los términos en una estructura de conocimiento que simboliza un área de trabajo o investigación. El tratamiento del tema en esta obra refleja la destreza adquirida como resultado de la elaboración de tesauros en diferentes áreas del conocimiento. La autora coordinó la elaboración del Tesauro Latinoamericano en Ciencia Bibliotecológica y de la Información que es usada para normalizar el lenguaje de indización y recuperación de la base de datos INFOBILA (Información y BibliotecologÍa Latinoamericana) a través de un control de los usos de los términos que representan el conocimiento bibliotecológico en América Latina, con la intención de lograr una transferencia de los conocimientos del tema.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Cuba cria motor de busca próprio


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Está programado para pesquisar apenas sites governamentais e discursos de Fidel Castro. As páginas exteriores ao país permanecem inacessíveis.


Através do endereço www.infosoc.cu/buscador os utilizadores cubanos com acesso à Internet (funcionários públicos, estudantes e turistas) podem agora pesquisar qualquer assunto on-line mas apenas dentro de sites cubanos.


Logo na homepage, o novo motor de busca garante acesso directo às centenas de discursos proferidos por Fidel Castro desde 1959.


Registe-se que Cuba possui a taxa mais baixa de acesso à Internet de toda a América Latina, com uma média de 1.7 utilizadores por cada 100 habitantes.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

Fundador da Wikipedia quer criar motor de busca


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James Wales quer melhorar as buscas de Google e Yahoo! através de uma aplicação denominada Wikiasari. O fundador da enciclopédia Wikipedia está a desenvolver um motor de busca que recorre às classificações fornecidas pelos utilizadores para aumentar a eficácia das pesquisas. A nova aplicação deverá estrear-se comercialmente no primeiro trimestre de 2007.



Ao diário britânico The Times, James Wales revelou alguma descrença em relação à eficácia de grandes motores de busca como Google. O fundador considera que os actuais motores de busca estão demasiado vulneráveis ao spam e à inserção de páginas sem relação com os temas procurados.



A aplicação Wikiasari está ser desenvolvida pela empresa Wiki Inc. e pretende complementar os algoritmos dos maiores motores de busca com aplicações que têm em conta as classificações fornecidas pelos milhões de internautas dispersos pelo mundo – um método que pode aumentar a eficácia de motores de busca na missão de pesquisar e indexar um número de páginas Web cada vez maior.



«A transparência das buscas funciona como a transparência da informação: se há qualidade as pessoas utilizam», lembra James Wales.



Fonte: Exame Informática

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